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    Elizabeth Banks será a vilã do filme dos Power Rangers

    3 de fevereiro de 2016 /

    A atriz Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) assinou contrato com a Lionsgate para interpretar a vilão no novo filme dos “Power Rangers”, informou o site The Hollywood Reporter. Ela vai interpretar a clássica personagem Rita Repulsa, uma bruxa alienígena que planeja dominar o mundo. Rita Repulsa foi a vilã original da 1ª temporada da série televisava, em 1993. Já o novo filme será o terceiro longa da franquia, que já teve “Power Rangers: O Filme” (1995) e “Turbo – Power Rangers 2” (1997). A proposta é reinventar os heróis da série como um grupo de adolescentes do ensino médio que ganha poderes únicos para salvar o mundo. No filme, os Power Rangers serão interpretados por Naomi Scott (“Perdido em Marte”), Ludi Lin (série “Marco Polo”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”), Becky Gomez (série “Empire”) e o estreante Dacre Montgomery. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme,  Música

    David Bowie (1947 – 2016)

    12 de janeiro de 2016 /

    Morreu o cantor David Bowie, um dos artistas mais importantes do século 20, que além de um inestimável legado musical também se destacou no cinema, ao estrelar filmes cultuados como a sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e o terror “Fome de Viver” (1983). Ele faleceu no domingo (10/8) após uma batalha de 18 meses contra um câncer, informou sua assessoria de imprensa. Nascido David Robert Jones em Londres em 8 de janeiro de 1947, Bowie adotou o nome artístico com o qual ficou famoso em 1966, para não ser confundido com Davy Jones, cantor da banda The Monkees. Ele tocou saxofone, trabalhou com mímica e passou por várias bandas até iniciar sua carreira solo. Seu primeiro hit, lançado em 1969, foi a música “Space Oddity”, uma ode ao astronauta perdido no espaço Major Tom, que consagraria sua ligação com a sci-fi. Este elo seria ainda mais fortalecido com o lançamento, em 1972, do álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, em que Bowie concebeu sua persona de rock star alienígena. Foi esta relação que levou o cineasta Nicolas Roeg a convidá-lo a estrelar seu primeiro longa-metragem. Mas Bowie já vinha atuando desde o início da carreira musical, fazendo teatro e mímica, tendo iniciado no cinema com um curta de terror de 1967, “The Image”. Em “O Homem que Caiu na Terra” (1976), Bowie deu vida a um alienígena disfarçado de cientista visionário, que vem à Terra em busca de água para salvar seu planeta natal. Com imagens marcantes, o filme ganhou status de cult e influenciou os próximos passos estéticos da carreira do cantor. Além de se dedicar a uma sonoridade mais “futurista”, que viria a influenciar a new wave, Bowie usou fotos do filme nas capas de dois de seus discos mais célebres, “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Ele teve outro papel marcante em “Apenas um Gigolô” (1978), como um gigolô de mulheres ricas na Berlim dos anos 1920. Na época da produção, Bowie vivia justamente em Berlim, absorvendo influências do kraut rock para seus discos mais inovadores. E apesar da música-tema ter sido gravada por Marlene Dietrich (em seu último longa-metragem), a trilha de “Apenas um Gigolô” registrou a primeira música composta por Bowie para o cinema, “Revolutionary Song”. Sua ligação com Berlim voltou a ser explorada em outro filme cult, “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída” (1981), no qual interpretou a si mesmo, cantando seus sucessos durante um show visto pela jovem protagonista (Natja Brunckhorst). A ênfase em suas músicas dividiu espaço na trama com cenas sórdidas, de consumo de drogas e sexo em banheiros imundos da cidade que, na época, era considerada a capital mais punk do mundo. Bowie voltou a Londres, mas manteve sua ligação com a cultura alemã ao interpretar um texto do grande dramaturgo bávaro Bertolt Brecht no telefilme “Baal” (1982), produção da BBC em que viveu o papel-título. Fã de Brecht, o cantor já havia gravado “Alabama Song” em 1980 e, após “Baal”, lançou um disco com cinco músicas da peça. A paixão pelo teatro também o levou a estrelar uma montagem de “O Homem Elefante” na Broadway. E essa performance acabou convencendo o grande mestre Nagisa Ôshima (“O Império dos Sentidos”) a lhe dar o papel principal, como um prisioneiro de guerra, em “Furyo, Em Nome da Honra” (1983). “Furyo” chegou a causar polêmica por mostrar a tensão homossexual exercida por Bowie sobre seu captor, um oficial japonês vivido por outro músico, Ryuichi Sakamoto – premiado, inclusive, pela trilha sonora do filme. E para evitar censura do estúdio em sua primeira incursão ocidental, Oshima assumiu riscos, recusando-se a fazer cópias para enviar a película original pelo correio, para ser editada no Japão, longe dos executivos da Recorded Picture Company, enquanto conduzia as filmagens. No mesmo ano, Bowie ainda incorporou um vampiro em outro trabalho cult: “Fome de Viver” (1983), primeiro filme do diretor inglês Tony Scott (“Top Gun”). O terror abria com um show underground da banda Bauhaus (que já havia gravado um cover de “Ziggy Stardust”) e, com sua estética próxima dos videoclipes, ajudou a popularizar o som e o visual da juventude gótica. O próprio Bowie tinha antecipado esta tendência com a faixa-título do disco “Scary Monsters”, em 1980, e consolidou sua influência sobre aquela era com a composição da música-tema do terror “A Marca da Pantera” (o hit “Putting Out the Fire”), também lançado em 1983. Com a experiência adquirida no cinema, ele começou a dirigir seus primeiros clipes no começo dos anos 1980, como o célebre “Ashes to Ashes” e “Loving the Alien”. Mas um clipe mais elaborado, para a música “Blue Jean”, o levou a trabalhar com o diretor Julien Temple (do filme dos Sex Pistols, “The Great Rock ‘n’ Roll Swindle”). Os dois ficaram amigos e Bowie topou estrelar o próximo longa do cineasta, o musical “Absolute Beginners” (1986). Adaptação do romance de Colin MacInnes, Absolute Beginners era uma homenagem à juventude londrina do final dos anos 1950, basicamente pré-mod, e trazia Bowie, como um guru motivacional, cantando duas músicas, inclusive a faixa-título. Ambicioso, o filme acabou decepcionou nas bilheterias, mas ganhou sobrevida como artefato dos anos 1980, graças às participações de artistas como Patsy Kensit, Sade, Jerry Dammers e o grupo Style Council. A impressionante lista de cults de sua filmografia ainda inclui outro projeto repleto de celebridades, a comédia “Um Romance Muito Perigoso” (1985), do diretor John Landis (que fez “Um Lobisomem Americano em Londres” e o famoso clipe de “Thriller”, de Michael Jackson). No filme, Bowie vivia um assassino profissional no encalço da ladra de jóias interpretada por Michelle Pfeiffer (“Batman 2”), mas o elenco era praticamente submerso pela quantidade de figurantes notáveis, a maioria deles cineastas, como Roger Vadim, David Cronenberg, Jonatham Demme, Lawrence Kasdan, Don Siegel, Jack Arnold, Paul Mazursky, Jim Henson, etc. O cantor acabou trabalhando com um desses diretores logo em seguida, ao viver o rei duende de “Labirinto – A Magia do Tempo” (1986), clássico infantil de Jim Henson. Último longa do criador dos “Muppets”, o filme trazia Bowie sob a maquiagem de uma criatura mágica, que, ao atender a um desejo da jovem Jennifer Connelly (vencedora do Oscar por “Uma Mente Brilhante”), então com 16 anos de idade, gera consequências terríveis. Infelizmente, nem a atração de novos bonecos fantoches impediu seu fracasso nas bilheterias. Henson ficou tão abatido que nunca mais filmou novamente, mas a passagem do tempo também fez deste mais um cult na filmografia de Bowie. De fato, o artista tinha uma forte intuição a respeito de que papeis deveria interpretar, causando frisson pelo simples fato de aparecer em cena em determinado contexto. Isto o levou a viver desde um tubarão na comédia “O Pirata da Barba Amarela” (1983) até Pôncio Pilatos em “A Última Tentação de Cristo” (1988), o retrato polêmico da crucificação de Jesus dirigido por Martin Scorsese. Também o colocou com um distintivo do FBI no filme derivado da série “Twin Peaks”, “Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992), e até sob a peruca de Andy Warhol na cinebiografia “Basquiat – Traços de Uma Vida” (1996). Nem todos os seus filmes, porém, resistiram para a posteridade. Embora simpático, “Romance por Interesse” (1991) não causou a menor repercussão. E a curiosidade tinha limites, como demonstraram suas participações em alguns filmes B do final de sua carreira: o spaghetti western “Duelo de Forasteiros” (1998), única chance de ver Bowie como cowboy, o policial “Everybody Loves Sunshine” (1999), no qual contracenou com o DJ Goldie, a fantasia “Mr. Rice’s Secret” (2000) e o thriller “Reação Colateral” (2008), grandes desperdícios de seu talento. Ele também serviu de anfitrião para a série de terror “The Hunger”(1997–2000), produção de Tony Scott, que evocava o título original de “Fome de Viver”. E encerrou sua filmografia com dois grandes personagens finais. Além de interpretar o inventor Nikola Tesla na fantasia “O Grande Truque” (2006), de Christopher Nolan, ele se dedicou a seu último e grande papel, como o cantor David Bowie. Bowie viveu Bowie na comédia “Zoolander” (2001), nas séries “Full Stretch” (em episódio de 1993), “Nathan Barley” (em 2005) e “Extras” (em 2006), e no musical adolescente “High School Band”, seu último filme, lançado em 2009, dedicando, desde então, suas interpretações finais aos clipes de seus últimos álbuns, “The Next Day” (2013) e o recém-lançado “Blackstar” (2016). Em seu último vídeo, “Lazarus”, lançado três dias antes de sua morte, ele aparecia numa cama de hospital, saindo de cena num armário escuro, similar a um caixão, vestindo a roupa da contracapa do disco “Station to Station”. O produtor Tony Visconti, responsável por “Blackstar” e parceiro de Bowie desde os anos 1960, disse que o cantor fez de seu último disco uma cerimônia de despedida. Segundo ele, o disco foi concebido para ser uma espécie de adeus aos fãs. “Sua morte não foi diferente da sua vida: uma obra de arte. Ele fez ‘Blackstar’ para nós, foi um presente de despedida. Eu sabia, há um ano, que seria assim. No entanto, não estava preparado”. Distante da mídia nos últimos anos, Bowie já vinha se despedindo dos amigos há tempos. Segundo sua biógrafa Wendy Leigh, ele sofreu seis ataques cardíacos nos últimos anos. “Ele estava muito perto do limite, mas eu acredito que David dirigiu sua vida e sua morte”, disse a escritora em entrevista à BBC. “Acredito que Iman (mulher do músico), por mais trágico que seja para ela, que Duncan (filho do músico), por mais trágico que seja, estavam preparados dia a dia, mês a mês, ano a ano para o dia de sua passagem”. A modelo Iman era a mulher de Bowie desde 1992. Duncan é o filho do primeiro casamento do cantor, com Angela Bowie (que soube da morte de Bowie de forma horrível, pela produção do reality show “Celebrity Big Brother”, onde está confinada). O jovem herdeiro do sobrenome Jones é diretor de cinema e se especializou no gênero que projetou o pai, a ficção científica, tendo dirigido os elogiados filmes “Lunar” (2009) e “Contra o Tempo” (2011). Os fãs, porém, não sabiam a luta que o cantor travava, especialmente diante da qualidade artística de “Blackstar”. “Talentoso. Único. Genial. Inovador. O homem que caiu na Terra. Seu espírito viverá eternamente”, resumiu Madonna, em meio a a onda de comoção mundial, que inundou as redes sociais.

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    Will Smith lamenta morte de seu personagem em Independence Day: O Ressurgimento

    3 de janeiro de 2016 /

    O ator Will Smith (“Golpe Duplo”) viu o trailer, acompanhou a campanha viral e lamentou o destino do seu personagem em “Independence Day: O Ressurgimento”, justificando, em entrevista ao site Yahoo!, sua ausência da produção. “Estava trabalhando em ‘Esquadrão Suicida’ na época das filmagens. Eu e [o diretor] Roland Emmerich conversamos sobre isso. O trailer parece bem legal. Quando o filme chegar aos cinemas vou estar lá sentado com lágrimas nos olhos… Mas foi terrível quando descobri que meu personagem morreu”, comentou o ator. Promovido a Coronel, Steven Hiller teria morrido em 2007, durante o teste do primeiro caça com tecnologia alienígena, deixando sua esposa Jasmine (Vivica A. Fox) e o filho Dylan (Jessie Usher, que estreia na franquia). A continuação de “Independence Day” (1996), por sua vez, traz de volta Jeff Goldblum, Bill Pullman, Judd Hirsch, Vivica A. Fox e Brent Spiner, e introduz uma nova geração de personagens, como Jessie Usher (série “Survivor’s Remorse”), Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Sela Ward (“Garota Exemplar”) e Joey King (série “Fargo”). O longa teve seu roteiro desenvolvido por Carter Blanchard (do vindouro “Near Death”), a partir de ideias dos produtores Roland Emmerich e Dean Devlin, respectivamente diretor e roteirista do filme original. Emmerich também dirige a continuação, que chegará aos cinemas em 24 de junho, quando o longa original completará duas décadas de seu lançamento original.

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    A 5ª Onda: Novos vídeos destacam música de Sia e curiosidades dos bastidores

    29 de dezembro de 2015 /

    A Sony Pictures divulgou dois novos vídeos da ficção científica “A 5ª Onda”, estrelada por Chloë Grace Moretz (“Carrie, A Estranha”). Um deles, legendado, traz a atriz respondendo a perguntas de fãs brasileiros sobre curiosidades das filmagens, enquanto o outro é um comercial que destaca uma música da trilha sonora, “Alive”, da cantora Sia. Adaptação do livro homônimo de Rick Yancey, o filme acompanha Cassie Sullivan (Moretz), uma jovem que tenta sobreviver durante uma invasão alienígena, onde os poucos remanescentes precisam se adaptar à falta de energia, inundações, doenças e à desconfiança de que a pessoa a seu lado pode ser na verdade um alienígena disfarçado. O elenco ainda conta com Liev Schreiber (série “Ray Donovan”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Nick Robinson (“Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”), Maria Bello (“Os Suspeitos”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”) e Alex Roe (série “The Cut”). Com direção de J. Blakeson (“O Desaparecimento de Alice Creed”) e roteiro de Susannah Grant (“Erin Brokovich”), “A 5ª Onda” chega aos cinemas brasileiros em 14 de janeiro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Hunters: Nova série sci-fi ganha primeiro comercial

    27 de dezembro de 2015 /

    O canal pago americano Syfy divulgou o primeiro comercial de “Hunters”. A série é uma espécie de “Homens de Preto” sem humor, acompanhando uma unidade especial que enfrenta atos terroristas praticados por alienígenas na Terra. A série é baseada no best-seller “Alien Hunter”, de Whitney Strieber (autor dos livros que viraram os filmes “Fome de Viver”, “Lobos” e “Estranhos Visitantes”) e foi desenvolvida por Natalie Chaidez (produtora-roteirista de “12 Monkeys” e “V: Visitantes”). A trama acompanha um policial condecorado da Filadélfia (Nathan Phillips, de “Wolf Creek – Viagem ao Inferno”), que, após o rapto de sua esposa, é recrutado por uma unidade governamental secreta para caçar um grupo de terroristas de outro mundo. O elenco também inclui Britne Oldford (série “Ravenswood”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). “Hunters” tem estreia prevista para abril nos EUA.

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    Colony: Josh Holloway enfrenta invasores do espaço no comercial da nova série do produtor de Lost

    21 de dezembro de 2015 /

    O canal pago americano USA divulgou um novo comercial da série sci-fi “Colony”, criada por Carlton Cuse (produtor das séries “Lost” e “Bates Motel”) e Ryan Condal (roteirista de “Hércules”). A prévia apresenta a nova ordem mundial, após a Terra ser invadida por uma raça alienígena, e acompanha o casal formado por Josh Holloway (também de “Lost”) e Sarah Wayne Callies (série “The Walking Dead”), que vive um dilema, ao se ver forçado a virar colaborador e delatar as ações da resistência humana. A série teve seu piloto dirigido pelo cineasta argentino Juan José Campanella (“O Segredo de Seus Olhos”) e estreia em 14 de janeiro de 2016 nos EUA.

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    Independence Day: Vídeo mostra preparação da Terra contra nova invasão alienígena

    15 de dezembro de 2015 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo vídeo de “Independence Day: Ressurgimento”, continuação da sci-fi clássica de 1996, voltado a divulgar os “esforços” da Terra para se preparar contra uma nova invasão alienígena. Narrada por Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), a prévia mostra os avanços tecnológicos, baseados na tecnologia dos invasores, que originaram os “iPhones” e desta vez levarão a guerra ao espaço (guerra nas estrelas…), além de resgatar imagens da tragédia de 20 anos atrás, por meio da clippings de telejornais. No final, o vídeo faz um convite ao público para visitar um memorial da invasão original, no site War of 1996, que realmente está no ar e exibe uma linha do tempo com os diversos avanços científicos e o destino de alguns dos personagens, desde os acontecimentos do filme original. Lá, é possível saber sobre a morte do Capitão Steven Hiller, vivido por Will Smith, que não quis voltar na sequência. A continuação, por sua vez, traz de volta Goldblum, Bill Pullman (“O Protetor”), Judd Hirsch (série “Forever”), Vivica A. Fox (“Kill Bill”) e Brent Spiner (“Star Trek: Primeiro Contato”), e introduz uma nova geração de personagens, como Jessie Usher (série “Survivor’s Remorse”), Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Sela Ward (“Garota Exemplar”) e Joey King (série “Fargo”). O longa teve seu roteiro desenvolvido por Carter Blanchard (do vindouro “Near Death”), a partir de ideias dos produtores Roland Emmerich e Dean Devlin, respectivamente diretor e roteirista do filme original. Emmerich também dirige a continuação, que chegará aos cinemas em 24 de junho, quando o longa original completará duas décadas de seu lançamento original.

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    Os alienígenas estão de volta no primeiro trailer de Independence Day: Ressurgimento

    13 de dezembro de 2015 /

    A Fox Film do Brasil divulgou o primeiro trailer de “Independence Day: O Ressurgimento”, continuação da sci-fi clássica de 1996, em versões legendada e dublada. A prévia resgata diversos personagens do filme original, menos o piloto interpretado por Will Smith, pois o ator se recusou a retornar. O filho de seu personagem, porém, é uma das diversas novidades da trama. Quem mais se destaca no vídeo são os veteranos da franquia Jeff Goldblum (“Jurassic Park”) e Bill Pullman (“O Protetor”), que voltam a se encontrar diante da ameaça de uma nova ameaça alienígena. Só que, desta vez, as naves são maiores, assim como os efeitos visuais. O resultado até lembra “Star Wars”. Por sinal, há uma justificativa para esse visual “espacial”. Segundo a prévia, a humanidade se preparou para o retorno dos alienígenas, estudando sua tecnologia para criar armas e naves capazes de combatê-los. A continuação também traz de volta Judd Hirsch (série “Forever”), Vivica A. Fox (“Kill Bill”) e Brent Spiner (“Star Trek: Primeiro Contato”), além de introduzir uma nova geração de personagens, interpretados por Jessie Usher (série “Survivor’s Remorse”), Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Sela Ward (“Garota Exemplar”) e Joey King (série “Fargo”). O longa teve seu roteiro desenvolvido por Carter Blanchard (do vindouro “Near Death”), a partir de ideias dos produtores Roland Emmerich e Dean Devlin, respectivamente diretor e roteirista do filme original. Emmerich também dirige a continuação, que chegará aos cinemas em 24 de junho, quando o longa original completará duas décadas de seu lançamento original.

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    A 5ª Onda: Chloë Moretz enfrenta alienígenas em trailer legendado e pôster nacional

    12 de dezembro de 2015 /

    A Sony Pictures divulgou o trailer legendado e o pôster brasileiro da ficção científica “A 5ª Onda”, estrelada por Chloë Grace Moretz (“Carrie, A Estranha”). A prévia mostra as consequências devastadoras de uma invasão alienígena, que espalha doenças, destruição, paranoia e caos como tática para exterminar a humanidade. Baseada no livro de Rick Yancey, a trama acompanha Cassie Sullivan (Moretz), uma jovem que tenta sobreviver durante uma invasão alienígena, onde os poucos remanescentes precisam se adaptar à falta de energia, inundações, doenças e à desconfiança de que a pessoa a seu lado pode ser na verdade um alienígena disfarçado. O elenco ainda conta com Liev Schreiber (série “Ray Donovan”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Nick Robinson (“Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”), Maria Bello (“Os Suspeitos”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”) e Alex Roe (série “The Cut”). Com direção de J Blakeson (“O Desaparecimento de Alice Creed”) e roteiro de Susannah Grant (“Erin Brokovich”), “A 5ª Onda” teve sua estreia adiantada no Brasil, e agora chega aos cinemas em 14 de janeiro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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