“Love, Victor” vai acabar na 3ª temporada
A plataforma Hulu revelou que “Love, Victor” vai acabar em sua 3ª temporada. O anúncio foi feito durante a participação dos executivos da Hulu num evento da TCA, a Associação de Críticos de TV dos EUA. Os episódios finais da série derivada do filme “Com Amor, Simon” serão lançados em 15 de junho nos EUA. “Love, Victor” acompanha Victor Salazar (Michael Cimino, de “Annabelle 3: De Volta Para Casa”), adolescente gay que se muda com a família para uma nova cidade e passa a estudar numa nova escola – a mesma do filme “Com Amor, Simon”. Nick Robinson, por sinal, continua a viver Simon, mas agora como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Rachel Hilson (“This Is Us”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. Os showrunners da série são Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, roteiristas do filme original e também showrunners de “This Is Us”. A série é exibida no Brasil pela Star+, que ainda não marcou a data de lançamento dos últimos episódios.
“Love, Victor” é renovada para 3ª temporada
A plataforma Hulu renovou “Love, Victor”, série derivada do filme “Com Amor, Simon” (Love, Simon), para sua 3ª temporada. Com uma trama derivada do filme de 2018, a série acompanha um novo personagem, Vicor Salazar (Michael Cimino, de “Annabelle 3: De Volta Para Casa”), adolescente gay que se muda com a família para uma nova cidade – que é a cidade do longa original. Nick Robinson, por sinal, continua a viver Simon, mas agora como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Rachel Hilson (“This Is Us”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. Os showrunners da série são Isaac Aptaker e Elizabeth Berger (ambos de “This Is Us”). Inédita no Brasil, “Love, Victor” era um dos destaques esperados do lançamento da plataforma Star+ em 31 de agosto, mas um processo da Starzplay proibiu a Disney de usar o nome Starplay no Brasil. Enquanto a disputa segue na Justiça, a campanha do serviço de streaming foi aparentemente suspensa e não há novas informações a respeito dos planos do estúdio.
Hayley Kiyoko beija atriz dos X-Men em clipe romântico
A cantora Hayley Kiyoko lançou o clipe de “Chance”, onde vive um romance com a atriz Alexandra Shipp (a Tempestade de “X-Men: Apocalipse” e “Fênix Negra”). O vídeo mostra uma história de amor rural cheia de beijos, em meio a perfeitos cenários bucólicos, em que não se vê nem sombra de tragédia ou preconceito. “Eu sempre sinto falta de histórias queer esperançosas, então queria dirigir uma narrativa que se focava na fase ‘lua de mel’ do relacionamento. Queria mostrar que isso pode acontecer conosco [pessoas LGBTQIAP+] se nos arriscarmos no amor”, explicou a cantora para a revista Variety. A data de lançamento de “Chance” foi escolhida para marcar o início do mês do orgulho LGBTQIAP+, comemorado em junho. Além do vídeo, Hayley participa, na próxima sexta-feira (4/6) do evento beneficente virtual “Can’t Cancel Pride”, que busca angariar fundos para organizações LGBTQIAP+.
Love, Victor: Protagonista sai do armário no trailer da 2ª temporada
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Love, Victor”. Derivada do filme “Com Amor, Simon” (Love, Simon), a série acompanha a jornada de autodescoberta de Victor, que na prévia finalmente sai do armário para a família e a escola, assumindo-se gay e num relacionamento sério com um colega – o cara mais bonito da turma. O papel principal é vivido por Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”) e o elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Johnny Sequoyah (“Believe”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. Desenvolvida pelos roteiristas de “Com Amor, Simon”, Elizabeth Berger e Isaac Aptaker, a produção ainda traz Nick Robinson, o Simon, como narrador. A 2ª temporada chega ao streaming no dia 11 de junho.
Vanessa Hudgens recria coreografia de Meninas Malvadas no Natal
A atriz Vanessa Hudgens compartilhou um vídeo de “Boas Festas” de Natal em seu Instagram, em que reproduz a famosa coreografia de “Jingle Bell Rock”, do filme “Meninas Malvadas” (2004), com a ajuda de alguns amigos. Ela reuniu os amigos GG Magree, Vince Rossi e a atriz Alexandra Shipp (a Tempestade de “X-Men: Fênix Negra”) para recriar a dancinha sexy à caráter, com direito às minissaias de Mamãe Noel. Ex-“High School Musical”, Vanessa Hudgens pode ser vista atualmente na Netflix, nos filmes da franquia “A Princesa e a Pebleia”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por 🔮Vanessa Hudgens🔮 (@vanessahudgens)
Comédia clássica O Pai da Noiva ganha sequência em videoconferência com elenco original
A popular comédia “O Pai da Noiva”, estrelada por Steve Martin e grande elenco em 1991, ganhou uma inesperada Parte 3 nesta sexta (25/9), via videoconferência com os atores originais e vários convidados. O filme já tinha rendido uma sequência oficial em 1995, e a roteirista dos dois longas, Nancy Meyers, escreveu e dirigiu a “Parte 3” como um evento beneficente em prol de uma ONG que alimenta necessitados nos EUA. Gravado via Zoom e disponibilizado no canal da Netflix no YouTube, a continuação contou com apresentação de Reese Witherspoon e praticamente todo o elenco original, incluindo Diane Keaton, Steve Martin, Kieran Culkin, Kimberly Williams-Paisley, Martin Short e George Newbern, com o acréscimo de Ben Platt (“The Politician”) e Florence Pugh (“Viúva Negra”) como as versões adultas das crianças dos anos 1990. A pandemia entrou no enredo, justificando o distanciamento social. Martin apareceu com uma máscara facial e até incentivou sua família a seguir protocolos de segurança. Mas a reunião, como nas tramas cinematográficas, girou em torno de um casamento. Desta vez, quem resolveu casar foi o personagem de Kieran Culkin, Matty Banks, que era uma criança no primeiro filme. Ele anunciou a novidade durante a videoconferência com a “família”, fazendo o pedido à namorada, introduzida no vídeo na pele de Alexandra Shipp (“X-Men: Fênix Negra”). Steve Martin aproveitou a deixa para brincar que, pela primeira vez, não seria o pai da noiva. “Eu não via a hora de ser o pai do noivo, num grande casamento que eu não terei que pagar”. Desejo frustrado, é claro, porque a pandemia acabou transformando o casamento numa cerimônia virtual. “Mais seguro para todos”, afirmou a noiva consciente. Além de Alexandra Shipp, a videoconferência ainda apresentou Robert De Niro (“O Irlandês”) como o pai da noiva, enquanto o personagem de Martin Short, Franck Eggelhoffer, oficiou o matrimônio à distância. Veja abaixo como tudo aconteceu.
Love, Victor: Série derivada do filme Com Amor, Simon é renovada para 2ª temporada
A plataforma Hulu anunciou a renovação de “Love, Victor”, série derivada do filme “Com Amor, Simon” (Love, Simon), de 2018. A encomenda da 2ª temporada aconteceu dois meses após a estreia da série, que tem o mesmo tema e até ligações com o filme, mas personagens e contextos diferentes. “Love, Victor” seria a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus), entretanto foi parar na plataforma mais adulta do conglomerado para abordar com maior fidelidade os dramas da adolescência, como a pressão da turma, os problemas familiares e a busca da identidade sexual. A trama de “Love, Victor” também se passa na mesma escola de “Com Amor, Simon”, acompanhando um novo estudante que tenta se adaptar àquele ambiente com a ajuda virtual do protagonista do filme original. Nick Robinson, por sinal, continua a viver Simon, mas agora como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. Já o papel de Victor é vivido por Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”). O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Johnny Sequoyah (“Believe”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos.
Love, Victor: Série derivada de Com Amor, Simon ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Love, Victor”, série derivada do filme “Com Amor, Simon” (Love, Simon), de 2018. A prévia revela a ligação entre filme e série, que tem personagens e contextos diferentes, mas o mesmo tema. No vídeo, o Victor do título escreve uma mensagem para Simon, comparando a vida dos dois, no momento em que decide sair do armário. “Love, Victor” seria a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus), entretanto foi parar na Hulu. O mesmo tinha acontecido anteriormente com “High Fidelity”, outra série baseada em filme – “Alta Fidelidade”, de 2000. Como as atrações da Hulu visam o público mais adulto e não tem o compromisso de agradar “à toda família”, os produtores optaram por esse caminho para abordar com maior fidelidade os dramas da adolescência retratados na série, como a pressão da turma, os problemas familiares e a busca da identidade sexual. A trama de “Love, Victor” também se passa na mesma escola de “Com Amor, Simon”, acompanhando um novo estudante que tenta se adaptar àquele ambiente com a ajuda virtual do protagonista do filme original. O papel de Simon, o adolescente que sai do armário e se assume gay no filme de 2018, continuará com Nick Robinson, que viveu o personagem no cinema. Mas ele atuará principalmente como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. Já o papel do protagonista Victor será vivido por Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”). O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Rachel Hilson (“This Is Us”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. A série tem lançamento previsto para 19 de junho na Hulu e já recebeu encomenda de novos roteiros, visando a produção de uma provável 2ª temporada.
Série derivada de Com Amor, Simon ganha título, fotos e novo endereço
A Disney revelou as duas primeiras fotos (veja acima e abaixo) e o título da série derivada do filme “Com Amor, Simon” (Love, Simon), de 2018. A produção vai se chamar “Love, Victor”. Outra novidade é que a atração mudou de endereço. Não vai mais ser lançada na Disney+ (Disney Plus), mas na plataforma Hulu. “Love, Victor” seria a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus), entretanto se tornou a segunda série criada para a Disney+ (Disney Plus) que acabou na Hulu. O mesmo tinha acontecido anteriormente com “High Fidelity”, outra série baseada em filme – “Alta Fidelidade”, de 2000. Como as atrações da Hulu visam o público mais adulto e não tem o compromisso de agradar “à toda família”, os produtores podem agora abordar com maior fidelidade os dramas da adolescência retratados em “Love, Victor”, como a pressão para o uso de drogas, problemas familiares e exploração da sexualidade. A trama da série vai se passar na mesma escola de “Com Amor, Simon”, acompanhando um novo estudante que tenta se adaptar àquele ambiente com a ajuda do protagonista do filme original. O papel de Simon, o adolescente que sai do armário e se assume gay no filme de 2018, continuará com Nick Robinson, que viveu o personagem no cinema. Mas ele atuará principalmente como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. Já o papel do protagonista Victor será vivido por Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”). O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Johnny Sequoyah (“Believe”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. A série tem lançamento previsto para junho na Hulu e já recebeu encomenda de novos roteiros. Querendo se antecipar a uma possível greve da categoria, a Disney demonstra deixa claro seus planos para uma 2ª temporada.
Por Lugares Incríveis: Romance adolescente com Elle Fanning ganha trailer legendado
A Netflix divulgou dois pôsteres, seis fotos e o primeiro trailer de legendado de “Por Lugares Incríveis” (All the Bright Places), romance adolescente estrelado por Elle Fanning (“Malévola”) e Justice Smith (“Detetive Pikachu”). Inspirado no livro de Jennifer Niven, o longa relata o improvável namoro colegial entre Violet Markey (Fanning), uma jovem traumatizada pela morte da irmã, e Theodore Finch (Smith), um rapaz com distúrbios psicológicos que o tornam imprevisível. A adaptação foi feita pela própria Niven, em parceria com a roteirista Liz Hannah (“The Post: A Guerra Secreta”). A direção é de Brett Haley (“Coração Batendo Alto”) e o elenco ainda inclui Luke Wilson (“Dias Incríveis”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”) e Keegan Michael-Key (“Meu Nome É Dolemite”). “Por Lugares Incríveis” estreia em streaming no dia 28 de fevereiro.
Ator jovem de Annabelle 3 vai estrelar série baseada no filme Com Amor, Simon
A plataforma Disney+ (Disney Plus) anunciou o protagonista da série baseada em “Com Amor, Simon”. O ator Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”) foi escalado no papel principal, que não será o de Simon, mas de Victor, jovem recém-chegado na escola onde se passa a trama. O papel de Simon, o adolescente que sai do armário e se assume gay, continuará com Nick Robinson, que viveu o personagem no cinema. Mas ele atuará principalmente como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. A trama é ambientada no mundo do filme e vai seguir Victor em sua própria jornada de descoberta, enquanto ele enfrenta desafios em casa, ajusta-se a uma nova cidade e luta para aceitar sua sexualidade. Quando tudo parece demais, ele procura Simon para ajudá-lo a sobreviver ao ensino médio. Além de Cimino e Robinson, o elenco inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Johnny Sequoyah (“Believe”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. A atração é a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus). A adaptação está a cargo de Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, que escreveram o filme da Fox dirigido por Greg Berlanti. O cineasta, porém, não faz parte do projeto, já que fechou um contrato milionário de exclusividade com a Warner, que o impede de desenvolver séries para estúdios rivais. Relembre “Com Amor, Simon” com o trailer abaixo. E leia aqui a crítica da Pipoca Moderna sobre o filme.
Fênix Negra encerra saga dos X-Men de qualquer jeito
“X-Men: Fênix Negra” é o último “X-Men” da Fox. Depois disso, a franquia será comandada pela Marvel (em outras palavras, Disney). Portanto, era de se esperar um final digno, afinal a série rendeu grandes momentos e proporcionou alguns filmes realmente muito bons, como “X-Men 2” e “X-Men: Primeira Classe”, além de “Logan”. Sem esquecer que não teríamos a onda atual de filmes de super-heróis sem o “X-Men” de 2000 e, sem ele, Hugh Jackman jamais teria se tornado um astro. Então, não foi pouca coisa. Mas o roteirista Simon Kinberg, promovido a diretor em “X-Men: Fênix Negra”, tratou não só este filme, como toda a franquia, como qualquer coisa. E entregou um episódio final horroroso, pior que o fraco “X-Men: Apocalipse”. Kinberg deveria entender mais a respeito dos personagens, não? Ele escreveu diversos filmes da franquia e até o terrível “X-Men: O Confronto Final”, que é (pasmem) a base deste último ato da saga. Giramos, giramos e giramos para cair no mesmo lugar. Ironicamente, no mesmo ponto em que a Fox se viu obrigado a recomeçar a saga, depois que Brett Ratner destruiu o que Bryan Singer construiu com “X-Men” e “X-Men 2”. O estúdio precisou rejuvenescer os personagens, brincar com a timeline e criar uma espécie de universo paralelo misturado com passado, mas sem a mesma destreza narrativa de J.J. Abrams, que inaugurou essa tendência em “Star Trek”. Até que o recomeço foi promissor com “Primeira Classe”, em que o cineasta Matthew Vaughn conseguiu inserir ideias novas muito bem-vindas. Mas a verdade é que ele só esquentou a cadeira de diretor até Bryan Singer retornar e estragar tudo com seu ego. Com ajuda, claro, de Kinberg, que demonstrou ego ainda maior, ao assumir roteiro, direção e produção do último filme. Os quatro filmes que ele escreveu estão entre os piores da saga, salvando-se apenas “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” pela premissa original – de Chris Clarement nos quadrinhos. Se você viu “O Confronto Final” e conseguiu a proeza de guardar algo na memória, “Fênix Negra” é uma versão, digamos, mais barulhenta e com mais efeitos digitais distribuídos por metro quadrado. Mas igualmente estúpida no quesito desenvolvimento da trama. Acredite: o público não tempo de chorar pela morte de uma personagem principal, enquanto é arremessado num festival de lutas e CGI com personagens encarando uns aos outros com raios lasers nos olhos. O que conduz ao olhar de Jessica Chastain, representando o do público em sua maioria. Entre a sucessão exagerada de encaradas entre personagens, o espectador só precisa encarar a atriz para notar a pergunta jogada no ar: “o que estou fazendo aqui?”. Sua personagem, Vuk (!), que parece a irmã dos gêmeos albinos de “Matrix Reloaded”, entra para levantar uma discussão sobre a força da mulher, mas o papo não decola em meio à ação visualmente constrangedora. Comparar o final da saga dos “X-Men” com a espetacular conclusão orquestrada pela Marvel para “Vingadores: Ultimato” é até covardia. Então, boa sorte, Marvel Studios, com a missão de limpar essa zona. Sobram os agradecimentos, apesar de tudo, ao elenco dessa nova velha geração. Especialmente a Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, James McAvoy, Nicholas Hoult, Evan Peters e Sophie Turner pelo tremendo esforço em dar vida e alguma alegria aos fãs dos quadrinhos. E vale dar também um grande adeus a Simon Kinberg. Tchau.
Trailer e vídeo de entrevistas revelam cenas divertidas do novo Shaft
A Warner divulgou um novo trailer e um vídeo com entrevistas do elenco de “Shaft”, novo reboot da franquia dos anos 1970, que retorna como comédia de ação. As prévias são bastante divertidas e cheias de tiros. Inclusive, uma das melhores cenas combina piada e tiros, mostrando a reação indignada de Samuel L. Jackson ao ser comparado com o “Morfeus de ‘Matrix'”. “Cansei dessas comparações com Laurence Fishburne. Esta m* já deu”, ele diz. O clima lembra o tipo de filme que se fazia nos anos 1980, época de “Um Tira da Pesada”, “Tocaia” e “48 Horas”. Mas o mais curioso é que a trama leva em consideração os filmes anteriores de “Shaft”, todos muito sérios, reunindo os intérpretes do passado como se fossem integrantes de uma mesma família. Os Shafts são o vovô Richard Roundtree (que estrelou o primeiro “Shaft” de 1971), o pai Samuel L. Jackson (do reboot de 2000) e o jovem Jessie T. Usher (de “Independence Day: O Ressurgimento”), que coloca o legado “durão” da família em risco por se vestir mal, não parecer gostar de “pussy” (a piada homofóbica está no trailer) e ser pouco convincente como policial. O detetive John Shaft surgiu em 1971 em um filme dirigido por Gordon Parks, contratado por um chefão do crime para resgatar sua filha sequestrada. O filme e sua trilha antológica, assinada por Isaac Hayes, fizeram enorme sucesso e inspiraram duas continuações, além de uma série, todas estreladas por Roundtree na primeira metade dos anos 1970. A franquia foi retomada com direção do recém-falecido John Singleton com muito mais ação e violência em 2000. Mas agora virou comédia, com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e Alex Barnow (roteirista da série “The Goldbergs”), e direção de Tim Story, responsável pelas franquias “Pense como Eles” e “Policial em Apuros” – e dois “Quarteto Fantástico”. Além de três gerações de Shafts, o bom elenco também inclui Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Avan Jogia (“Ghost War”), Matt Lauria (“Kingdom”), Luna Lauren Velez (“Dexter”), Method Man (“The Deuce”) e Isaach De Bankolé (“Pantera Negra”). A estreia está marcada para a próxima sexta (14/6) nos Estados Unidos. Mas o mercado de cinema do Brasil tem enorme dificuldade para encontrar data de lançamento para produções estreladas apenas por atores negros. Isto significa que não há previsão para o país.









