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    Novo teaser da série Jack Ryan revela John Krasinski no papel do espião americano

    3 de outubro de 2017 /

    A Amazon divulgou um novo teaser de “Jack Ryan”, que finalmente mostra o ator John Krasinski (da série “The Office”) como o espião criado pelo escritor Tom Clancy. Ao contrário de outros heróis literários, que se tornaram bastante identificados com seus intérpretes de cinema, Jack Ryan já foi vivido por quatro atores diferentes em cinco filmes. O único a repetir o papel foi Harrison Ford nos anos 1990. E isto facilitará o trabalho de Krasinski. A série não será uma adaptação literal dos livros de Clancy, como foram os primeiros filmes, mas uma nova versão contemporânea do personagem, utilizando os romances como fonte. Embora não seja um recruta iniciante como no longa mais recente, “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), ele vai aparecer como um analista da CIA, cujo trabalho brilhante acaba levando-o para sua primeira missão de campo, em pleno Oriente Médio. O projeto tem produção de Michael Bay (o diretor de “Transformers”) e foi criado pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). Krasinski foi recentemente dirigido por Bay no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. Mas a direção do piloto é de outro cineasta, o norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”). A 1ª temporada terá oito episódios e a expectativa é que estreie ainda em 2017.

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  • Série

    The Blacklist: Trailer dos próximos episódios adianta os temas da 5ª temporada

    28 de setembro de 2017 /

    A rede americana NBC divulgou um novo trailer dos próximos episódios de “The Blacklist” (Lista Negra), que adianta os temas dominantes da 5ª temporada, iniciada na quarta-feira (27/9) nos Estados Unidos. De um lado, Red (James Spader) tenta reconstruir seu império do mal, com ajuda de Liz (Megan Boone) e do FBI. Do outro, procura descobrir que fim levou a mala misteriosa com uma ossada humana, capaz de ameaçá-lo, e que Tom (Ryan Eggold) guarda em segredo. A série é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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  • Filme

    Halle Berry ajuda a fazer de O Sequestro um thriller melhor que seu baixo orçamento

    28 de setembro de 2017 /

    Halle Berry é um dos vários casos de atrizes que chegam ao primeiro time de Hollywood, mas são amaldiçoadas pelo Oscar. Ela venceu o troféu da Academia por sua ótima atuação em “A Última Ceia” (2001), de Marc Forster. Isso foi há 16 anos. De lá pra cá, ela esteve presente em alguns filmes da franquia X-Men, fez um filme que todo mundo adora odiar (“Mulher-Gato”), esteve presente como coadjuvante em alguns bons títulos (e outros não tão bons também), fez uma obra de respeito (“Coisas que Perdemos pelo Caminho”) e se especializou em estrelar alguns thrillers de gosto duvidoso, mas que às vezes se mostram uma delícia de assistir. Foram os casos de “Na Companhia do Medo” (2003), de Mathieu Kassovitz, “A Estranha Perfeita” (2007), de James Foley, o pouco visto “Maré Negra” (2012), de John Stockwell, e “Chamada de Emergência” (2013), de Brad Anderson, que é o título que mais se assemelha com o novo “O Sequestro” (2017), devido à tensão constante e o desespero da protagonista para salvar a vida de alguém. No caso, trata-se da vida do próprio filho, que é sequestrado por um casal white trash. No filme, a atriz interpreta uma garçonete que está sofrendo com um divórcio litigioso e leva o filho a um parque de diversões, quando o garoto desaparece. O que parecia um thriller bem ordinário acaba se mostrando uma diversão empolgante logo que a personagem de Berry sai em disparada com o próprio carro perseguindo os bandidos na estrada. Até imagina-se que em algum momento “O Sequestro” vai perder o fôlego, mas não é isso que acontece. Ponto para o diretor Luis Prieto, mais ou menos conhecido por “Contra o Tempo” (2012) remake britânico de “Pusher”, de Nicolas Winding Refn. É um diretor que merece a atenção daqueles que apreciam um bom filme de ação de baixo orçamento. Aliás, muito bom o modo como pintam os vilões. Eles realmente parecem ameaçadores. E isso ajuda o público se colocar no lugar da mãe desesperada, que prefere não esperar pela polícia – que pede para as pessoas preencherem formulários e esperarem sentados. Se há filmes que valorizam a polícia americana, este aqui faz uma crítica, remetendo um pouco aos famosos thrillers de justiceiros que foram moda nos anos 1970 e 1980, como “Desejo de Matar”. Mas “O Sequestro” não é um filme de vingança. A própria protagonista, ao tentar negociar com os sequestradores, afirma que não tem nenhum interesse em entregá-los à polícia, que só quer que eles lhe devolvam o filho. Vale destacar o bem-sucedido clímax, que, por mais que siga a fórmula de outros filmes do gênero, é bastante eficiente na construção de seu suspense e do medo. Pode até passar a impressão de que a última cena, seguida dos créditos, confirma o filme como um legítimo trash. Mas por que não considerar isso como um de seus charmes?

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  • Série

    Suburra: Série italiana mafiosa da Netflix ganha vídeo focado nos protagonistas

    27 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo com depoimentos do elenco central de “Suburra”, sua primeira série original italiana. Legendada em inglês, a prévia introduz os personagens e também destaca diversas cenas de ação, mostrando a formação de uma aliança no submundo do crime. Na trama, um projeto quer transformar o cais de Roma numa área de cassinos e o território passa a ser disputado entre empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. No meio desse jogo de interesses, três jovens de diferentes grupos formam uma aliança contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder. A série é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e está à frente de “Soldado”, a continuação de “Sicario” (2015), que marcará sua estreia em Hollywood. Apesar desta relação, a série vai se passar vários anos antes dos eventos vistos no filme, funcionando como um prólogo. Os episódios de “Suburra” foram dirigidos por Michele Placido (“Atirador de Elite”), Andrea Molaioli (“La Ragazza del Lago”) e Giuseppe Capotondi (“A Hora Dupla”), e o elenco conta com Filippo Nigro (“A Janela da Frente”), Francesco Acquaroli (“Pasolini”), Adamo Dionisi (do filme “Suburra”), Jean-Hugues Anglade (também de “Suburra”), Emmanuele Aita (“Le Redoutable”) e Claudia Gerini (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”), além do trio central, formado por Giacomo Ferrara e Alessandro Borghi, que reprisam seus personagens de “Suburra”, e Eduardo Valdarnini (“Algo de Novo”). Os dois primeiros episódios foram exibidos no Festival de Veneza e a estreia está marcada para o dia 6 de outubro.

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    Série do espião Jack Ryan ganha seus primeiros teasers

    26 de setembro de 2017 /

    A Amazon divulgou dois teasers de “Jack Ryan”, série sobre o espião criado pelo escritor Tom Clancy. Os vídeos não revelam personagens ou trama, mas o clima da atração, com a fabricação de bombas e pagamentos por produtos clandestinos. A série não será uma adaptação literal dos livros de Clancy, como foram os primeiros filmes, mas uma nova versão contemporânea do personagem, utilizando os romances como fonte. Embora não seja um recruta iniciante como no longa mais recente, “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), ele vai aparecer como um analista da CIA, cujo trabalho brilhante acaba levando-o para sua primeira missão de campo, em pleno Oriente Médio. O projeto foi uma iniciativa da Paramount, estúdio responsável pelos filmes, que buscou Michael Bay (o diretor de “Transformers”) para produzir a adaptação. Mas a criação é do roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) e do ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). “Jack Ryan” terá John Krasinski (da série “The Office”) como protagonista e marcará um reencontro entre o ator e Michael Bay, que o dirigiu no recente thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. Ao contrário de outros heróis literários, que se tornaram bastante identificados com seus intérpretes de cinema, Jack Ryan já foi vivido por quatro atores diferentes em cinco filmes. O único a repetir o papel foi Harrison Ford nos anos 1990. E isto facilitará o trabalho de Krasinski. Para quem não lembra, a história do agente Jack Ryan no cinema começou em 1990 com o longa “Caçada ao Outubro Vermelho”, que tinha Alec Baldwin no papel principal. Depois vieram “Jogos Patríoticos” (1992) e “Perigo Real e Imediato” (1994) com Harrison Ford como protagonista. A franquia tentou um primeiro reboot com Ben Affleck em “A Soma de Todos os Medos” (2002) e uma nova tentativa de recomeço com Chris Pine em “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), o que acabou rendendo um rejuvenescimento contínuo do personagem, que viveu suas aventuras praticamente em ordem decrescente. Apesar de ser uma série, o resgate do personagem também contará com um cineasta atrás das câmeras: o norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”) assina o piloto. A Amazon ainda não divulgou a data de estreia da série, mas a estimativa é que aconteça ainda em 2017.

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    Feito na América é um dos filmes mais divertidos de Tom Cruise

    22 de setembro de 2017 /

    O que chama a atenção em “Feito na América”, segunda e bem-sucedida parceria de Tom Cruise com o diretor Doug Liman, após “No Limite do Amanhã” (2014), é que há um pouco de espaço, mais uma vez, para que o astro deixe um pouco de lado sua vaidade – que é perfeitamente visível em cada obra sua – e se mostre em situações de derrota ou vexame (como a cena em que aparece sem um dos dentes). Aliás, “Feito na América” também mostra o quanto Cruise é um ótimo ator de comédias – como já tinha demonstrado em “Trovão Tropical” (2008) e “Encontro Explosivo” (2010), embora sejam trabalhos menos memoráveis. Vê-se seu novo filme com um sorriso de orelha a orelha. A opção por um registro cômico e de comédia maluca para contar a história baseada em fatos reais de um piloto de aviões que se torna uma espécie de agente duplo da CIA e do Cartel de Medellín se justifica pelo absurdo da situação, que é tão inacreditável que só podia acontecer na vida real mesmo. Na trama de “Feito na América”, Cruise é Barry Seal, um piloto da TWA que aceita a proposta de um agente da CIA para fazer voos rasantes em países da América Latina e documentar ações de países considerados inimigos dos Estados Unidos. O que Seal não contava era que os chefões do Cartel de Medellín descobririam suas ações facilmente, a ponto de convidá-lo para juntar-se a eles nos negócios. A partir daquele momento, Seal passaria também a contrabandear cocaína para os Estados Unidos. Essa brincadeira perigosa, que acabaria inevitavelmente por envolver sua família, só não chega a ser tão intensa do ponto de vista dramático por causa do tom leve que Liman e Cruise preferem impor à trama, mesmo em situações trágicas, envolvendo carros explodindo e o perigo de perder a vida a qualquer momento pelas mãos dos inimigos. Quanto à escolha do elenco de apoio, é curiosa a opção por nomes pouco famosos. A preferência do astro, que também é produtor, por diminuir o orçamento de seus filmes nos últimos anos e talvez o brilho extra que outro ator ou atriz possa roubar dele mesmo, é vista pela presença em cena de apenas um ator de primeiro time, o irlandês Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”). A intérprete de sua esposa, Sarah Wright (série “Marry Me”), é pouco conhecida de quem não acompanha suas séries de televisão. Outros dois ótimos nomes conhecidos das seréis aparecem em papéis bem pequenos: a adorável Lola Kirke (série “Mozart in the Jungle”) e o ótimo Jesse Plemons (da 2ª temporada de “Fargo”). Seus papéis são minúsculos, um verdadeiro desperdício de talentos. De todo modo, o que importa mesmo no filme é a ousadia de colocar Cruise fugindo com cocaína por todo o corpo em uma bicicleta para crianças, ou quase morrendo com um trote de Pablo Escobar e cia., ou tentando fazer quase o mesmo que Escobar fazia na época em que não tinha mais onde guardar tanto dinheiro: enterrando, escondendo etc. Há quem vá achar a narração em voice-over do Seal do futuro um pouco didática demais, mas acaba sendo mais um atrativo e mais um elemento de diversão deste belo filme, muito bom de ver em salas IMAX, com sua alternância do granulado de algumas cenas mais próximas (especialmente close-ups) e de intensa nitidez em planos gerais.

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    Gal Gadot negocia estrelar thriller fantasioso com Bradley Cooper

    21 de setembro de 2017 /

    A atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) está negociando entrar no elenco de “Deeper”, thriller fantasioso que será protagonizado por Bradley Cooper (“Sniper Americano”). De acordo com o site Deadline, as conversas ainda estão em estágios iniciais. Escrito por Max Landis (“American Ultra”, “Victor Frankenstein”), o filme acompanha um astronauta que embarca em uma missão para explorar um novo limite de profundidade recém-descoberto no oceano, que pode ser o ponto mais profundo da Terra. No meio de sua descida, ele trava uma luta física e psicológica contra forças misteriosas. “Deeper” vai marcar a estreia em Hollywood do diretor húngaro Kornel Mundruczo, do excelente “White God”. Ainda não há previsão para o início da produção.

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    Liam Neeson aceita uma proposta perigosa em novo trailer de suspense

    21 de setembro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou a primeira foto, o pôster e o trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta instigante de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Besteirol com Murilo Benício e Camila Margado é maior estreia da semana

    21 de setembro de 2017 /

    Na entressafra de blockbusters, uma comédia nacional é o maior lançamento desta quinta (21/9) nos cinemas brasileiros, que também recebem filmes que não tiveram bom desempenho nas bilheterias norte-americanas, dois lançamentos franceses e outro longa brasileiro, que, como é drama e premiado, foi relegado ao circuito limitado. “Divórcio” leva a mais de 500 salas o novo besteirol escrito por Paulo Cursino (“Até que a Sorte nos Separe”, “De Pernas pro Ar”) e dirigido por Pedro Amorim (“Superpai”). No longa, Murilo Benício (minissérie “Nada Será Como Antes”) e Camila Morgado (também de “Até que a Sorte nos Separe”) surgem casados, mas em pé de guerra no interior de São Paulo. O que começa como romance logo vira caricatura, com um tentando explodir o outro. Também não faltam explosões em “O Assassino: O Primeiro Alvo”, começo de uma franquia de ação estrelada por Dylan O’Brien (“Maze Runner”). O personagem do longa, Mitch Rapp, protagonizou 14 best-sellers do escritor Vince Flynn, que faleceu em 2013. Mas os planos da Paramount podem ter sofrido mudanças, após a estreia nos Estados Unidos no fim de semana passado não render o esperado. As críticas também foram muito negativas: 35% na média do Rotten Tomatoes. Na linha do ame-o ou deixe-o, “Mãe!” desembarca no Brasil após ser rejeitado pelo público americano. A história mística do diretor Darren Aronofksy (“Noé”) não é um terror, como anunciado, embora tenha momentos que evocam o clima do gênero. Histérico e metafórico, recebeu nota “F” no CinemaScore, que pesquisa a opinião dos espectadores ao final das sessões nos Estados Unidos. Raros são os filmes que recebem a nota mais baixa do público, que costuma gostar de tudo. Desta vez, foi a crítica que gostou mais (68%), mas isso não impediu a estreia de registrar recorde negativo, como a pior da carreira da atriz Jennifer Lawrence (“Passageiros”). “O Sequestro” é um thriller de ação barato, espólio do falido estúdio Relativity, que mostra Halle Berry (“Chamada de Emergência”) em perseguição alucinada aos raptores de seu filho pequeno. A direção é do espanhol Luis Prieto (da série “Z Nation”). “Esta É Sua Morte – O Show” surpreende mais por não ser “O Filme”. A premissa extrapola o clássico “Rede de Intrigas” (1976) via série “Black Mirror”, mostrando um reality show em que pessoas cometem suicídios, com narração de um apresentador bonitão – no caso, Josh Duhamel (“Transformers: O Último Cavaleiro”). A direção é do ator Giancarlo Esposito (série “Better Call Saul”), que também está no elenco. Principal lançamento do circuito limitado, o brasileiro “Pendular”, de Julia Murat, foi eleito pela Federação Internacional dos Críticos de Cinema (Fripresci) o melhor filme da mostra Panorama do Festival de Berlim deste ano. O longa, também incluso no Festival de Brasília, aborda o relacionamento entre uma dançarina e um escultor boêmio à beira da meia-idade, que dividem o mesmo ambiente de trabalho. Por falar em escultor, “Rodin” é a cinebiografia de um dos maiores, Auguste Rodin (1840-1917). Mas o longa do veterano Jacques Doillon (“O Jovem Assassino”), estrelado por Vincent Lindon (“O Valor de um Homem”) foi considerado o mais fraco do último Festival de Cannes e tem desmoralizantes 13% de aprovação no Rotten Tomatoes. O segundo filme francês da programação é bem mais empolgante. “A Garota do Armário” conta a história de uma adolescente de 14 anos que pega um estágio na firma de seguros de sua mãe e se vê jogada num armário que precisa de organização, mas acaba descobrindo segredos da companhia, que envolvem sua própria mãe. A direção é de Marc Fitoussi (“Copacabana”). Clique nos títulos destacados dos filmes para assistir aos trailers de todas as estreias da semana

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    Tomb Raider ganha primeiro trailer e vídeo de bastidores

    20 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer e um vídeo de bastidores de “Tomb Raider”. Ainda sem legendas, a prévia mostra a primeira aventura da personagem Lara Croft, refletindo o reboot da trama nos videogames, com muitas cenas de correria, saltos, mergulhos, lutas e obstáculos. A pequena atriz sueca Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) faz sua estreia no gênero, assumindo o papel que transformou Angelina Jolie em heroína da ação em 2001, e impressiona. Além de Vikander, o elenco inclui Dominic West (série “The Affair”) como o pai de Lara Croft, Walton Goggins (“Os Oito Odiados”) como o vilão, além de Hannah John-Kamen (série “Killjoys”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”). O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para 15 março no Brasil.

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    Série militar The Brave ganha cinco comerciais

    19 de setembro de 2017 /

    A NBC divulgou o banner e cinco comerciais de “The Brave”, uma das três séries militares que estreiam na TV aberta americana nesta temporada. Criada por Dean Georgaris (roteirista de “Lara Croft: Tomb Raider – A Origem da Vida” e do remake de “Sob o Domínio do Mal”), a série usa a premissa da guerra ao terror para apresentar uma unidade militar de elite dos Estados Unidos que age em missões arriscadas em território estrangeiro. A personagem de Anne Heche (série “Aftermath”) supervisiona as missões a partir do quartel general, em Washington, com acesso às mais avançadas tecnologias de vigilância mundial, enquanto o militar vivido por Mike Vogel (série “Under the Dome”) comanda a unidade de especialistas altamente treinados. As prévias demonstram que a série vai ter uma missão por episódio, num formato bem diferente de “Homeland”, que usou contextos similares em suas 3ª e 4ª temporadas. O elenco ainda inclui Sofia Pernas (série “Jane the Virgin”), Tate Ellington (série “Quantico”), Natacha Karam (série “Homeland”), Demetrius Grosse (série “Banshee”) e Noah Mills (série “2 Broke Girls”). O cineasta Brad Anderson (“Refúgio do Medo”, “Chamada de Emergência”) dirigiu o piloto e também produz a atração, que estreia na segunda-feira, 25 de setembro.

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    Vídeos e pôster de The Blacklist exploram nova dinâmica entre Liz e Red

    18 de setembro de 2017 /

    A rede americana NBC divulgou o pôster, um novo trailer e um vídeo de bastidores da 5ª temporada de “The Blacklist” (Lista Negra), que revela a nova dinâmica entre Red (James Spader) e Liz (Megan Boone), após as revelações do final do ano anterior da produção. O vídeo, por sinal, escancara o que deixou de ser segredo no relacionamento da dupla, além de mostrar o supervilão numa nova situação: sem dinheiro, sem equipe e sem império do mal. Intitulado “Smokey Putnum”, o episódio vai mostrar como, com seu império criminal em ruínas, Red recruta Liz em um plano para arrecadar dinheiro e entregar um novo Blacklister para a Força-Tarefa do FBI. O episódio também vai mostrar o retorno de Tom (Ryan Eggold), depois do período em que ele esteve envolvido com sua própria família (no cancelado spin-off “The Blacklist: Redemption”). A 5ª temporada de “The Blacklist” estreia em 27 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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    Primeiro pôster de Tomb Raider erra o Photoshop e inspira memes

    18 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou o primeiro pôster de “Tomb Raider”, o reboot da franquia estrelado pela sueca Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”). A versão em português, inclusive, revela que o longa vai se chamar “Tomb Raider: A Origem” no Brasil. Entretanto, a arte não serviu apenas para criar expectativa pelo filme, graças a um erro grotesco do responsável pelos retoques do Photoshop. A intenção era boa. A imagem traz Vikander numa posição que não a exibe como objeto sexual. Mais que isso, inclui uma machadinha de alpinismo em sua mão, ferramenta que remete diretamente ao videogame de 2013, que reiniciou a franquia de jogos “Tomb Raider”. O “spoiler” é sinal de que o longa irá realmente seguir a premissa do “game de origem” de Lara Croft. Entretanto, na hora de dar o acabamento, o artista deixou a atriz com um pescoço gigante e uma cabeça desproporcional ao resto de seu corpo. As redes sociais não perdoaram e a arte virou material básico para memes. Veja abaixo. O filme tem direção do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que faz sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para 15 março no Brasil. The only way Vikander's neck makes sense in this poster is if the movie was originally TOMB RAPTOR. pic.twitter.com/VfDRk5mFIU — Bobby (@bobbyrobertspdx) September 18, 2017 Alicia Vikander getting her neck ready for the Tomb Raider poster! ? pic.twitter.com/CxX1fh0OhR — Stan Drews (@phizzwhizz) September 18, 2017

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