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  • Filme

    Filho de Fernando Meirelles vai estrear como diretor de cinema

    4 de dezembro de 2017 /

    Quico Meirelles, filho do cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”, série “Narcos”), vai seguir os passos do pai e estrear como diretor de cinema. Ele irá dirigir a adaptação do romance policial “Pssica”, de Edyr Augusto, lançado em 2015. O livro trata de sequestro de mulheres, estupro, prostituição infantil, tráfico de drogas e corrupção. A adaptação de “Pssica” terá roteiro do experiente Bráulio Mantovani (“Cidade de Deus e “Tropa de Elite”) e de Fernando Garrido (série “A Teia”). O jovem diretor, por sua vez, já dirigiu episódios das séries “Os Experientes”, “Lili, a Ex”, “Trabalho Duro” e “Contos do Edgar”. As filmagens estão previstas para 2018, em Belém, onde a trama do livro é ambientada. No Pará, “pssica” é uma gíria que significa azar, maldição. A produção vai buscar atores locais para formar o elenco.

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  • Filme

    Blake Lively sofre acidente e filmagens de thriller de ação são interrompidas

    4 de dezembro de 2017 /

    A atriz Blake Lively (“Águas Rasas”) se machucou no set de filmagem de “The Rhythm Section” e a produção do filme de espionagem foi interrompida. Um comunicado da produtora Paramount enviado ao site The Hollywood Reporter afirma que a atriz “machucou a mão em uma cena de ação” e que as filmagens do thriller serão retomadas “o quanto antes”. “Paramount, Global Road (antes conhecida como IM Global) e os produtores Michael G Wilson e Barbara Broccoli confirmaram hoje que as filmagens de ‘The Rhythm Sectio’n foram suspensas já que Blake Lively machucou sua mão enquanto filmava uma sequência de ação. A produção será retomada assim que possível”, diz o texto oficial, sem dar maiores detalhes. O longa estava sendo filmado em Dublin, na Irlanda. Adaptação de uma franquia literária de Mark Burnell sobre a personagem Stephanie Patrick, “The Rhythm Section” conta a história de uma mulher que tenta descobrir a verdade sobre a queda do avião que matou sua família. Dirigido por Reed Morano, vencedora do Emmy pela série “The Handmaid’s Tale”, o filme ainda tem no elenco Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Daniel Mays (“Rogue One: Uma História Star Wars”). O filme tem previsão de chegar aos cinemas norte-americanos em fevereiro de 2019.

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  • Série

    Shooter é renovada para a 3ª temporada

    4 de dezembro de 2017 /

    O canal pago americano USA Network renovou a série “Shooter”, inspirada no filme “O Atirador” (2007), para sua 3ª temporada. A atração conseguiu manter a maior parte do público original em sua 2ª temporada – caiu de 1,4 milhão para 1,2 em média – , que mesmo assim acabou interrompida abruptamente, com apenas oito episódios. A decisão de encurtar a produção foi tomada após o ator Ryan Phillippe quebrar a perna durante uma folga das gravações, em 16 de julho. Ele precisou passar por um procedimento cirúrgico devido à gravidade do acidente e precisou ficar imobilizado, o que impediu seu retorno ao set para finalizar a temporada. O ator usou o Twitter para informar seus seguidores de que tinha sofrido um acidente bizarro enquanto passeava com sua família, mas não deu maiores detalhes, apenas que sua “perna foi gravemente quebrada e necessitou cirurgia”. Por coincidência, ele foi acusado por uma ex-namorada de agressão física no mesmo período. Elsie Hewitt afirmou que o ator estava extremamente bêbado e a agrediu em 3 de julho quando ela foi buscar alguns pertences na casa dele. Segundo a modelo afirmou ao jornal Daily Mail, o ator a teria deixado com muitos hematomas, machucados e fortes dores no peito, ao jogá-la escada abaixo. Ela foi à polícia. Aparentemente, o canal USA não achou esta denúncia relevante e “Shooter” voltará com ainda mais episódios em sua 3ª temporada. Serão 13 no total, três a mais que o previsto na temporada anterior, para compensar o encerramento precoce. A série tem a mesma premissa do filme homônimo estrelado por Mark Wahlberg em 2007. Na trama, o atirador de elite Bob Lee Swagger é contratado como consultor de segurança de uma agência federal, apenas para ser implicado no assassinato de um político e se tornar caçado pelo FBI, enquanto tenta provar sua inocência – um resumo que é basicamente o mesmo da temporada inaugural de “Quantico” e que, em seus aspectos mais genéricos, sempre volta à TV desde “O Fugitivo” nos anos 1960. Na 2ª temporada, após ser exonerado da conspiração, ele se torna alvo dos autores do atentado original, que querem vingança após seus planos serem expostos. Além de Ryan Phillippe (série “Secrets and Lies”), o elenco ainda inclui Cynthia Addai-Robinson (a Amanda Waller da série “Arrow”), Omar Epps (série “House”), Shantel VanSanten (a Patty Spivot da série “The Flash”) e Eddie McClintock (série “Warehouse 13”). A adaptação foi desenvolvida por John Hlavin (roteirista de “Anjos da Noite: O Despertar”) e é coproduzida pelo astro do filme, Mark Wahlberg, e o astro da série, Ryan Phillippe. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada.

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  • Série

    John Krasinski garante que não é espião em novo trailer da série de Jack Ryan

    3 de dezembro de 2017 /

    A Amazon divulgou um novo trailer da série “Jack Ryan”, que traz o ator John Krasinski (da série “The Office”) no papel do famoso espião criado pelo escritor Tom Clancy. A prévia revela uma nova história de origem do personagem. Embora não seja um recruta iniciante como no longa mais recente, “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), ele se apresenta como um analista da CIA, cujo trabalho brilhante acaba lhe levando para sua primeira missão de campo, em pleno Oriente Médio. Apesar de o título completo da atração ser “Tom Clancy’s Jack Ryan”, a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor, como foram os primeiros filmes. Sua história é original e foi concebida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). Ao contrário de outros heróis literários, que se tornaram bastante identificados com seus intérpretes de cinema, Jack Ryan já foi vivido por quatro atores diferentes em cinco filmes. O único a repetir o papel foi Harrison Ford nos anos 1990. E isto facilita o trabalho de seu intérprete na série. A produção é da empresa Platinum Dunes, de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), que recentemente dirigiu Krasinski no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. Mas a direção do piloto é de outro cineasta, o norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”). A 1ª temporada terá oito episódios e ainda não há data prevista para a estreia.

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  • Filme

    Cleopatra Jones vai ganhar remake escrito pela criadora da série Underground

    3 de dezembro de 2017 /

    A roteirista Misha Green, criadora da aclamada série sobre escravidão “Underground”, está desenvolvendo um remake do filme clássico da era blaxploitation “Cleopatra Jones” (1973). A Warner Bros encomendou a refilmagem querendo repetir o fenômeno de “Mulher-Maravilha” com uma história de empoderamento feminino. A principal diferença é que, além de não ter superpoderes, a heroína da produção é uma mulher negra. A ideia é lançar uma franquia baseada na personagem, que também tem traços em comum com James Bond, já que é uma agente secreta que dirige um carro esportivo cheio de armas automáticas. O filme original, por sinal, teve sequência, “Cleopatra Jones and the Casino of Gold”, que chegou aos cinemas dois anos depois. Na trama clássica, Cleopatra Jones, interpretada por Tamara Dobson, usava o trabalho da supermodelo para viajar para lugares exóticos e realizar missões secretas para o governo. Sua principal inimiga era uma traficante chamada Mommy (Shelley Winter), a “sucessora feminina de Goldfinger”, segundo o trailer da época. Ainda não há previsão para a estreia do remake, mas a produção intensifica um revival do gênero, após o anúncio dos planos da Sony de refilmar “Super Fly” (1972) e da própria Warner (via New Line) de retomar “Shaft” (1971) com Samuel L. Jackson. Relembre abaixo o trailer oficial de “Cleopatra Jones”, que, embora apresente um trabalho feito “à sério”, é hilário pelas interpretações canastronas e o amadorismo de suas cenas de ação.

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  • Série

    Atriz de Desperate Housewives terá papel de Joan Collins no remake de Dinastia

    30 de novembro de 2017 /

    Os produtores de “Dynasty” definiram quem viverá a importante personagem Alexis Carrington, cuja introdução marcou uma virada na trama da série original dos anos 1980, graças a um desempenho inesquecível de Joan Collins. A nova versão de Alexis será vivida por Nicollette Sheridan, que ficou conhecida pelo papel da “perua” Eddie Britt na série “Desperate Housewives”. A rede CW, inclusive, divulgou a primeira imagem da atriz no papel. Veja acima. Embora a matriarca malévola só tenha sido introduzida na 2ª temporada da “Dinastia” clássica, ela deve aparecer já nos próximos episódios da temporada inaugural do remake, para complicar o casamento de seu ex-marido Blake com Cristal, se aliar aos filhos rebeldes Fallon e Steven, e ainda lutar pelo que tem direito como uma Carrington. A estratégia de antecipar sua entrada em cena tem a ver com a baixa audiência da série, que corre risco de ser cancelada pela rede CW. Os produtores conseguiram uma sobrevida, com a encomenda de episódios extras, que devem servir para introduzir a personagem. Com isso, o primeiro ano de “Dynasty” terá 22 episódios, o tamanho regular de uma série da TV aberta americana. Contudo, mais importante que a personagem, é a contratação de Nicollette Sheridan, e por um motivo completamente alheio ao destino de “Dynasty”. A atriz estava sumida desde que sua personagem foi morta em “Desperate Housewives”, e este exílio de quase uma década servia para confirmar a existência de uma lista negra da indústria televisiva americana. Nicollette chegou a ir à Justiça contra Marc Cherry, criador de “Desperate Housewives”, alegando ter sido demitida injustamente da série após denunciar o produtor por abuso – ela foi agredida. Cherry chegou a declarar durante o julgamento que estava arrependido pelo modo em que tratou a atriz. Mas, mesmo com a confissão, outras 10 testemunhas trazidas ao julgamento pelo canal ABC corroboraram a tese de que a morte da personagem vivida pela atriz já estava prevista antes dos fatos denunciados, e convenceram a maioria dos jurados a votar a favor do canal. Sheridan interpretou a sensual dona-de-casa Eddie Britt em cinco temporadas da atração televisiva. Mas depois que a atriz reclamou publicamente do produtor, sua personagem foi assassinada na trama. Desde então, ela ficou quase sem trabalhar e nunca mais tinha conseguido um papel com a mesma visibilidade da série das donas de casa. Seu advogado, Neil Meyer, afirmou que se tratava de uma punição corporativa da indústria televisiva, por ela ter denunciado o produtor. Só que as conspirações de bastidores implodiram nos últimos meses, após a união de diversas atrizes contra abusos cometidos por outros produtores, que resultaram numa sucessão de denúncias que abalaram as estruturas da indústria. Diversos artistas e executivos, até então considerados intocáveis, foram demitidos. E listas negras como a que supostamente barrava Nicollette Sheridan por denunciar abusos passaram a ser mal-vistas.

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  • Filme

    Atriz chinesa de O Reino Proibido será a Mulan de carne e osso da Disney

    29 de novembro de 2017 /

    Após uma busca mundial que durou um ano, a Disney finalmente encontrou sua Mulan de carne e osso. A atriz chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, será a guerreira medieval Hua Mulan na nova versão hollywoodiana do clássico conto chinês. Para chegar na escolhida, a Disney despachou diretores de elenco para cinco continentes e considerou cerca de mil candidatas para o papel, que exige habilidades de artes marciais, capacidade de falar em inglês e carisma de estrela. E deu preferência à atrizes de descendência chinesa, em busca de precisão cultural. Ao final, elegeu aquela que o público chinês já chamava de “irmã fada”, por seu olhar e imagem que transmitem inocência. Longe de ser uma “descoberta”, Liu é uma das atrizes mais populares de sua geração na China, inclusive com passagens anteriores por Hollywood. Ela atuou em inglês na fantasia de artes marciais “O Reino Proibido” (2008), ao lado de Jackie Chan e Jet Li, e na aventura medieval “O Imperador” (2014), com Nicolas Cage. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz também é estrela de produções chinesas de ação, mostrando habilidades como guerreira na franquia “Os Quatro” (foto que ilustra o post), que já rendeu três filmes de artes marciais medievais, além de “O Grande Mestre 3” (2015). Recentemente, ela contracenou com Emile Hirsch em “The Chinese Widow”, filme do dinamarquês Bille August (“Trem Noturno para Lisboa”) que abriu o Festival Internacional de Cinema de Xangai em junho. E estava escalada para estrelar a sci-fi de desastre “Imersion”, de Peter Segal (“Tratamento de Choque”), ao lado de Samuel L. Jackson. Sua fama e beleza também a transformaram em embaixatriz chinesa de grifes como Dior, Tissot, Garnier e Pantene. A escolha da atriz reforça que, ao contrário de “A Bela e a Fera”, a versão com atores de “Mulan” não será um musical, mas um filme de ação. Foi a própria diretora, Niki Caro, quem tinha apontado esse rumo. “Pelo que entendo, não temos canções até agora, para horror dos meus filhos”, ela comentou, em entrevista ao site Moviefone. A diretora neo-zelandesa, que chamou atenção em 2002 à frente de uma história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”, será a primeira mulher a dirigir uma versão “live action” do estúdio, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por seu pioneirismo, ao mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios. Niki Caro realizou recentemente a série infantil “Anne”, disponível no Brasil pela Netflix, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, lançado no começo do ano. Sua relação com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015.

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    Nova foto dos bastidores de Missão Impossível 6 mostra Tom Cruise e Simon Pegg

    26 de novembro de 2017 /

    O diretor Christopher McQuarrie divulgou em seu Instagram uma nova foto das filmagens de “Missão Impossível 6”. Destacada acima, a imagem é um retrato em preto e branco de Tom Cruise e Simon Pegg, que voltam a viver seus personagens na franquia – respectivamente, o agente em comando Ethan Hunt e o especialista em tecnologia Benji Dunn. Cruise voltou ao set no começo de outubro, após passar quase dois meses afastado devido a um acidente nas filmagens. O ator de 55 anos se feriu ao fazer um salto entre dois prédios. Cruise, que tem o costume de dispensar dublês, não conseguiu atingir a marca da cena e foi de encontro a uma parede, quebrando o tornozelo. Mesmo com todos os problemas, a produção não sofreu atrasos, pois foram adiantados trabalhos de pós-produção das cenas anteriormente filmadas e sequências envolvendo os demais personagens. Além disso, Cruise voltou bem antes da data estimada pelos médicos. A nova sequência de “Missão Impossível” está sendo filmada desde abril, com roteiro e direção de McQuarrie, que assinou o filme anterior, “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). A previsão para a estreia é julho de 2018.

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    Liam Neeson vai do suspense à ação no trailer do novo filme do diretor de Sem Escalas

    16 de novembro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou quatro fotos e mais um trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). A prévia troca a premissa de suspense que vinha sendo explorada nos vídeos anteriores para destacar cenas de ação mirabolantes, com direito a muitas explosões e clima de filme de desastre. No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para apenas identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Stratton: Trailer mostra Dominic Cooper em filme de ação do diretor de Mercenários 2

    15 de novembro de 2017 /

    A Momentum Films divulgou o trailer de “Stratton”, filme de ação britânico estrelado por Dominic Cooper (série “Preacher”) e dirigido por Simon West (“Os Mercenários 2”). Repleto de explosões, correrias e tensão, o filme pretende lançar uma franquia. O longa leva às telas o primeiro dos oito livros escritos por Duncan Falconer sobre Stratton, um militar das forças especiais britânicas. Na trama, ele lidera uma equipe de elite numa tentativa de derrubar uma célula terrorista internacional, que planeja um ataque à Londres. O elenco também inclui Tom Felton (franquia “Harry Potter”), Gemma Chan (série “Humans”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Thomas Kretschmann (“Vingadores: Era de Ultron”), Tyler Hoechlin (série “Teen Wolf”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Austin Stowell (“A Ponte dos Espiões”) e Igal Naor (“300: A Ascensão do Império”) “Stratton” estreia em 5 de janeiro nos Estados Unidos.

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    Game de ação Hitman vai virar série do criador de John Wick

    13 de novembro de 2017 /

    A plataforma de streaming Hulu está desenvolvendo uma série baseada no game “Hitman”, o mais vendido da IO Interactive, que já foi adaptado em dois filmes. Segundo o site Deadline, a Hulu encomendou um piloto que será escrito por Derek Kolstad, roteirista criador da franquia de ação “John Wick”. O projeto é uma produção da Fox, que lançou os dois filmes da franquia, em 2007 e 2015. Com mais de 25 milhões de cópias vendidas desde seu lançamento em 2000, “Hitman” acompanha o agente 47, um assassino letal com um passado misterioso. A série deverá refletir a mitologia do videogame, cujo último jogo vendeu 7 milhões de cópias. Mais dois games da franquia estão atualmente em desenvolvimento na IO Interactive.

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    Atriz de The Walking Dead vai atuar com Mark Wahlberg no novo thriller do diretor de O Dia do Atentado

    13 de novembro de 2017 /

    A atriz Lauren Cohan, intérprete de Maggie na série “The Walking Dead”, entrou no elenco do thriller de ação “Mile 22”, quarto filme consecutivo da parceria entre o diretor Peter Berg e o ator-produtor Mark Wahlberg – o mais recente foi “O Dia do Atentado”, lançado em maio. A trama gira em torno de um agente da CIA que tenta tirar um policial com informações confidenciais de uma cidade, distante 22 milhas (daí o título) do aeroporto em que pretendem chegar para fugir. O roteiro é de Graham Roland (roteirista de “Lost”, “Fringe” e criador da vindoura série de espionagem “Jack Ryan”) e o elenco também inclui John Malkovich (“Red – Aposentados e Perigosos”), a lutadora Ronda Rousey (“Velozes e Furiosos 7”) e o astro indonésio de artes marciais Iko Uwais (“Operação Invasão”). Não foram divulgados os papéis que cada ator representará, mas Lauren Cohan dará vida à principal personagem feminina. A produção é da STX, que pretende transformar o filme no primeiro de uma nova franquia de ação. Ainda não há previsão de estreia.

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    Série Dynasty ganha sobrevida, enquanto Valor é praticamente cancelada

    12 de novembro de 2017 /

    A rede americana CW resolveu apostar em “Dynasty”, apesar da baixa audiência, ao mesmo tempo em que praticamente sentenciou “Valor” ao cancelamento. Em decisões opostas, a rede deu sinal verde para o melodrama produzir o chamado “back-9”, encomendado mais 9 episódios para a temporada inicial da série, mas não fez o mesmo com a atração militar. Com isso, o primeiro ano de “Dynasty” terá 22 episódios, o tamanho regular de uma série da TV aberta americana, enquanto “Valor” vai encerrar sua 1ª temporada com os 13 capítulos produzidos por conta de seu contrato inicial. Embora a CW não tenha anunciado o cancelamento desta atração, o mesmo aconteceu no ano passado com as séries “Frequency” e “No Tomorrow”, que saíram do ar após o 13º episódio e aguardaram meses até o anúncio de seu cancelamento oficial. A ironia é que “Valor” atrai mais público. O programa registra em média 1 milhão de telespectadores ao vivo por episódio. Entretanto, sofre com uma pontuação horrível na demo (a faixa demográfica de 18 a 49 anos, público-alvo dos anunciantes), onde marca apenas 0,24. “Dynasty” não se sai muito melhor, com 0,25 na demo, mas naufraga de vez na sintonia total, com uma média de 800 mil telespectadores, – público de TV paga. A diferença entre as duas séries é que “Dynasty” é negociada com a Netflix, que exibe a série fora dos Estados Unidos, e especificidades do contrato podem pesar na hora de ponderar um cancelamento súbito. As duas séries nunca decolaram, tendo audiências de cancelamento desde a estreia. Entre as séries atualmente em exibição na rede CW, apenas as comédias “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend” tem menos público. Mas elas não são canceladas porque rendem prestígio – respectivamente, duas indicações e uma vitória no Globo de Ouro de Melhor Atriz de Comédia. Em contraste, as duas novas séries foram destruídas pela crítica. “Valor” teve apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, com avaliação negativa para sua mistura de melodrama e ação militar, enquanto “Dynasty” conseguiu ser apenas medíocre com 54% e considerada uma imitação pálida em relação à “Dinastia” original dos anos 1980. A série militar foi criada pelo roteirista e músico Kyle Jarrow (da banda Sky-Pony) e repercute as consequências de uma missão de resgate em território inimigo que dá errada. Enquanto os dois sobreviventes mantém segredo sobre o que realmente aconteceu, surge a notícia de que os soldados desaparecidos de sua unidade foram capturados por terroristas. Para salvá-los, será necessário uma nova missão, mas além de enfrentar os inimigos, os protagonistas também precisam contornar segredos cada vez mais perigosos. O elenco destaca Christina Ochoa (estrela da série “Blood Drive”) e Matt Barr (série “Sleepy Hollow”). Já o novelão foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys. O remake, porém, concentra-se apenas nos Carringtons e introduz os Flores, acrescentando latinidade na revisão. Na série original, Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente.

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