Gabrielle Union pode estrelar spin-off televisivo da franquia Bad Boys
Após sucessivos adiamentos nos planos de um terceiro filme, a franquia “Bad Boys” pode render um spin-off televisivo. Segundo o site Deadline, um projeto nesse sentido está sendo desenvolvido em torno da personagem Syd Burnett, que foi interpretada por Gabrielle Union em “Bad Boys 2” (2003). Para quem não lembra, a personagem é irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence) e trabalha para o Departamento de Combate ao Tráfico de Drogas. O elenco da franquia também inclui Will Smith, como o detetive Mike Lowrey. O primeiro “Bad Boys” saiu em 1995 e marcou a estreia de Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema e Will Smith como astro de ação, arrecadando US$ 141 milhões mundialmente. A sequência de 2003 fez quase o dobro, com arrecadação mundial de US$ 272 milhões. O piloto está sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e tem produção de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes. De acordo com o site, várias emissoras já demonstraram interesse no projeto, que deverá contar com a própria Gabrielle Union no papel principal.
Gerard Butler caça assaltantes em trailer de novo filme de ação
A STX divulgou dois pôsteres e o trailer de “Covil de Ladrões” (Den of Thieves), filme de ação que traz Gerard Butler (em cartaz com “Tempestade: Planeta em Fúria”) atrás de assaltantes. A prévia pode ser resumida numa frase (sem legendas) de seu personagem policial ao deter um dos criminosos: “Você acha que é bandido? Nós é que somos”. O filme marca a estreia na direção de Christian Gudegast, roteirista de “O Vingador” (2003) e “Invasão a Londres” (2016), e acompanha uma gangue de assaltantes de carros-forte, que se torna prioridade e passa a ser investigada pela equipe mais bem-sucedida da polícia, também conhecida por seus métodos brutais. Butler lidera os “bandidos de distintivo”, como ele próprio define, enquanto os criminosos são vividos por Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Curtis “50 Cent” Jackson (série “Power”) e O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”). “Covil de Ladrões” estreia em 19 de janeiro nos cinemas americanos e apenas em 8 de março no Brasil.
Novo trailer de filme de ação de Liam Neeson troca suspense por explosões e desastre
A Lionsgate divulgou um novo pôster e o terceiro trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). A prévia abandona a premissa de suspense que vinha sendo explorada nos vídeos anteriores para destacar cenas de ação mirabolantes, com direito a muitas explosões e clima de filme de desastre. No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para apenas identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ethan Hawke tem 24 horas de vida em trailer de filme de ação
A Saban Films divulgou o trailer do filme de ação “24 Hours To Live”, protagonizado por Ethan Hawke (“Boyhood”). A prévia resume a trama, que lembra uma mistura de “Adrenalina” (2006) e “3 Dias Para Matar” (2014), com o mesmo ritmo intenso. Hawke interpreta um assassino que, após morrer, é trazido de volta a vida por seu empregador. O detalhe é que essa segunda vida tem tempo limitado. Um timer implantado em seu pulso revela que ele tem apenas 24 horas para viver. Mas se completar uma última missão, pode estender sua existência. Em vez disso, ele prefere aproveitar suas últimas horas para se vingar, deixando uma trilha de sangue e cadáveres pelo caminho. O filme tem direção do veterano coordenador de dublês Brian Smrz, que também trabalhou como diretor assistente em “Homem de Ferro 3” (2013) e “X-Men: Primeira Classe” (2011), e o elenco ainda inclui Xu Qing (“Looper: Assassinos do Futuro”), Liam Cunningham (série “Game of Thrones”), Rutger Hauer (série “True Blood”), Paul Anderson (“O Regresso”) e Nathalie Boltt (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de outubro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Bom Comportamento eletrifica com suspense e realismo intensos
Nada prepara o espectador para a explosão emocional de Bennie Safdie logo no primeiro plano-sequência de “Bom Comportamento” (Good Time). Nick, o personagem de Safdie, é um rapaz meio surdo e com problemas mentais numa sessão de terapia, se embananando com o bombardeio de perguntas do assistente social. A câmera se aproxima de seu rosto e as contradições entre o que diz e como se comporta se prolongam até o momento que um doloroso fio de lágrimas escorre de seus olhos. Lágrimas de raiva e dor, como se ele fosse um animal acossado num curral. A atuação de Bennie (que por sinal, é um dos diretores do filme, junto com o irmão Josh Safdie) é incrível e o filme segue essa mesma toada de emoção crua, exalando pelos poros. Na sequência, entra em cena Robert Pattinson para salvar o irmão daquele pesadelo terapêutico. Pattinson é Constatine (Connie) Nickas, um pequeno traficante, ansioso para solucionar um problema à beira de piorar. Não sobrou nada pra sustentar a família Nickas. Pai? Mãe? Sabe-se muito pouco do clã desestruturado. O sonho de Connie é arrumar uma bolada e fugir com o irmãozinho daquela cidade onde os arranha-céus parecem muros de uma prisão. Nova York nunca foi filmada assim. Mas há algo mais a ser vivido para além daquilo a que as circunstâncias ditam para novaiorquinos como Connie e Nick. Connie se atreve a desrespeitá-las, improvisando uma solução estúpida: assaltar um banco, levando o irmão problemático na rabeira. Óbvio, o inesperado acontece. O débil Nick fica pra trás e Connie, perplexo, não sabe se foge da polícia. De novo, temos a composição de uma cena patética, onde a gestualidade do personagem parece em curto circuito. Se entregar ou fugir? Por fim, ele covardemente escapa. Essa fuga, contudo, será cara para Connie. Pois é uma questão de honra consertar o estrago das circunstâncias. Um batalhão de polícia cerca as ruas. Nick é conduzido para a cadeia e enfrenta a barra pesada do cotidiano penitenciário, enquanto Connie planeja como tirar o coitado da prisão. O filme passa-se durante as 24 horas de um dia. Connie não dorme. Quando descobre que o irmão foi espancado no presídio e está num hospital, improvisa um plano para invadir o quarto e sequestrá-lo. O clima de tensão é crescente. O realismo causa desconforto. A direção de Bennie e seu irmão Josh Safdie propõe um novo tipo de investigação artesanal. O método de trabalho desses dois jovens da periferia de East Rivers, em Manhattan, busca o que eles chamam dos reflexos mais puros e verdadeiros de Nova York: a poça suja nas sarjetas. O humanismo que sobressai de seus filmes são retirados de ensaios cênicos numa garagem com seus amigos loosers, desempregados, desajustados e ex-viciados. Em uma década, eles aprimoraram a técnica, aprofundaram os sentidos e passaram de diretores de pequenos ensaios sobre o submundo, exibidos num canal do YouTube, a sensação no Festival de Cannes em maio último. “Bom Comportamento” é o terceiro longa deles. Antes, apenas “Amor, Drogas e Nova York” tinha sido exibido no Brasil. O magnetismo de ambos filmes é impressionante. Os tipos autodestrutivos desfilam em profusão na tela, só que em vez de causarem repulsa, apresentam um carisma cru do qual é realmente difícil se afastar. Robert Pattinson, que por seu desempenho como Connie, vem sendo cotado para o próximo Oscar como melhor ator do ano, na verdade nunca tinha visto um filme dos irmãos Safdie. Mas ao se deparar com um still de cena da ex-dependente química Arielle Holmes em “Amor, Drogas e Nova York”, se apressou em procurar os diretores. Juntaram-se para criar um filme que inicialmente não tinha planejamento nem estrutura. Começaram com uma idéia, o drama de relacionamento entre um jovem fracassado e seu irmão deficiente mental. Pattinson e Bennie foram instigados a criar seus personagens como se fossem duas folhas em branco, a história ganhou corpo. O fato de uma estrela de Hollywood se envolver no projeto trouxe os patrocinadores, e a produção ficou com um orçamento 30 vezes maior do que o último filme dos Safdie. Isso permitiu que avançassem para um plano inexplorado. A trama poderia ter resultado, com seus ritmos fortes e esquemáticos, numa peça de segunda-categoria, mas a direção dos Safdie tem uma intensidade pulsante perfeitamente complementada pelo balanço eletrônico da trilha de Oneohtrix Point Never. Não é pouco de se ver em um filme. No decorrer, “Bom Comportamento” produz uma sucessão deslumbrante e arrebatadora de humores. Os diretores exercitam seus prodigiosos talentos visuais com comedimento incomum e mantém alguns de seus desejos mais conflitantes em cheque. Como o filme é tão medido, tão melódico em suas explosões de invenção, o que poderia ser irritante soa eletrizante. Por fim, a forma como os laços entre os dois irmãos vão se afrouxando, até parecerem irremediavelmente distantes, é uma evocação tão agridoce e sincera da realidade, que sobra muito pouco a nutrir do sonho americano. Não estranhe se, por acaso. você sair do cinema com a sensação de ter visto o melhor filme norte-americano do ano.
Série estrelada por Jean Claude Van Damme ganha trailer completo
A Amazon divulgou o trailer completo de “Jean-Claude Van Johnson”, série de comédia estrelada por Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”). A prévia mostra o ator vivendo uma versão bizarra de si mesmo, um velho ator de filmes de ação chamado Jean-Claude Van Damme, que quer voltar à ativa. Não apenas no cinema, mas também em seu trabalho menos conhecido, como um agente secreto chamado Jean-Claude Van Johnson. Entre socos de mentira e tiros de verdade, ele busca voltar à boa forma para sobreviver aos próximos filmes e missões. É a primeira vez que Van Damme estrela uma série e a segunda em que interpreta um personagem fictício muito parecido consigo mesmo. Um de seus filmes mais elogiados é o metalinguístico “JCVD” (2008), em que o astro viveu ele mesmo de forma intensa e dramática. O projeto foi desenvolvido por Dave Callaham, criador da franquia cinematográfica “Os Mercenários”, e a produção envolve o nome do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), por meio de sua produtora Scott Free. O vídeo também revela a data de estreia da produção, que será disponibilizada pela Amazon em 15 de dezembro.
SEAL Team garante produção da 1ª temporada completa
A rede americana CBS encomendou a produção de novos episódios da série militar “SEAL Team”. A atração terá mais nove capítulos, além dos 13 originalmente encomendados, completando assim os 22 episódios tradicionais de uma temporada da TV aberta americana. “SEAL Team” é a terceira estreia do outono norte-americano a garantir a produção de sua 1ª temporada completa, após “Young Sheldon” e “The Good Doctor”. A série estrelada por David Boreanaz (série “Bones”) foi a mais bem-sucedida das três produções de temática militar recém-lançados nos Estados Unidos. Sua estreia foi assistida por 9,7 milhões de telespectadores ao vivo e manteve uma média acima dos 8 milhões nos dois episódios seguintes. Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), “SEAL Team” aproveita a popularidade dos Navy Seals, que se tornaram proeminentes nos EUA após a missão que resultou no assassinato de Osama Bin Laden, para contar histórias de uma unidade desta elite militar, um grupo altamente treinado, que é enviado em ações cirúrgicas no combate ao terrorismo internacional. Mas também revela como é seu cotidiano quando os soldados retornam a seus lares. Das três atrações de perfil similar, “SEAL Team” é a que tem o elenco mais popular, liderado por David Boreanaz (série “Bones”), Max Thierot (série “Bates Motel”), Jessica Paré (série “Mad Men”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (série “Justified”) e Toni Trucks (série “Franklin & Bash”). As outras duas séries militares da temporada são “The Brave”, com 5 milhões de telespectadores na rede NBC, e “Valor”, que implodiu na CW com 1,2 milhão. Antes destas estreias, o canal pago History ainda lançou “Six”, que recria missões verídicas do Seal Team Six, a equipe que eliminou Bin Laden. Lançada em janeiro, a série já foi renovada para sua 2ª temporada.
Estreias de Valor e Dynasty têm audiências de cancelamento
As duas únicas séries novas da temporada na rede CW não tiveram um começo promissor. O suspense militar “Valor” e o remake da novelesca “Dynasty” tiveram as piores audiências da programação inteira do canal entre as noites de segunda (9/10) e quinta (11/10) passadas. “Valor” teve o pior desempenho, assistida por 1,1 milhão de telespectadores ao vivo e registrando 0,3 pontos na demo (a faixa etária de 18-49 anos). O fato de ser a terceira série militar lançada na TV aberta dos Estados Unidos nesta temporada (após “The Brave” e “SEAL Team”) pode ter contribuído para o desinteresse do público. Mas desde a encomenda da atração comenta-se que ela destoa demais do perfil do canal. Os dados de audiência confirmam que não houve sintonia. “Dynasty” foi ligeiramente melhor, vista por 1,3 milhão e com 0,4 pontos na demo. Mas a audiência foi inferior à obtida por outras iniciativas do gênero no canal. O remake de “Melrose Place”, por exemplo, iniciou com 2,3 milhões de telespectadores e 1,3 pontos em 2009, mas ao final da 1ª temporada já estava sofrendo com 900 mil e os mesmo 0,4 pontos na demo. Foi cancelada. Outra comparação preocupante envolve os números das duas séries canceladas na temporada passada pelo canal. “Frequency” e “No Tomorrow” tiveram mais público em suas estreias, com de 1,4 milhões e 0,4 pontos, e 1,5 milhões e 0,5, respectivamente. Acabaram caindo para baixo dos 700 mil ao vivo. Para piorar, ambas as séries foram destruídas pela crítica. “Valor” teve apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes, com avaliação negativa para sua mistura de melodrama e ação militar, enquanto “Dynasty” ficou com 48% e considerada uma imitação pálida em relação à “Dinastia” original dos anos 1980. A série militar foi criada pelo roteirista e músico Kyle Jarrow (da banda Sky-Pony) e repercute as consequências de uma missão de resgate em território inimigo que dá errada. Enquanto os dois sobreviventes mantém segredo sobre o que realmente aconteceu, surge a notícia de que os soldados desaparecidos de sua unidade foram capturados por terroristas. Para salvá-los, será necessário uma nova missão, mas além de enfrentar os inimigos, os protagonistas também precisam contornar segredos cada vez mais perigosos. O elenco destaca Christina Ochoa (estrela da série “Blood Drive”) e Matt Barr (série “Sleepy Hollow”). Já o novelão foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys. O remake, porém, concentra-se apenas nos Carringtons e introduz os Flores, acrescentando latinidade na revisão. Na série original, Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente.
Série estrelada por Jean Claude Van Damme ganha teaser e pôster
A Amazon divulgou o pôster e um teaser de “Jean-Claude Van Johnson”, série estrelada por Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”). A prévia mostra o ator fazendo uma estátua de si mesmo. A série gira em torno de um ator de filmes de ação que era secretamente um agente secreto disfarçado, e resolve voltar à ativa após um encontro casual com um amor perdido. É a primeira vez que Van Damme estrela uma série e a segunda em que interpreta um personagem fictício muito parecido consigo mesmo. Um de seus filmes mais elogiados é o metalinguístico “JCVD” (2008), em que o astro vive ele mesmo de forma intensa e dramática. O projeto foi desenvolvido por Dave Callaham, criador da franquia cinematográfica “Os Mercenários”, e a produção envolve o nome do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), por meio de sua produtora Scott Free.
Trailer da 3ª temporada de Blindspot explora novas tatuagens de Jaimie Alexander
A rede NBC divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “Blindspot”. A prévia explora a nova situação da protagonista vivida por Jaimie Alexander (a Lady Sif de “Thor”), que ganhou novas tatuagens e um marido. Criada por Martin Gero (série “The L.A. Complex”), a série gira em torno do mistério da personagem da atriz, batizada de Jane Doe após ser encontrada nua e desmemoriada no centro de Nova York, e com o corpo coberto de tatuagens que viram o centro de uma investigação do FBI, revelando pistas de crimes em cada um dos desenhos em sua pele. Aos poucos, o segredo por trás das tatuagens se revela uma grande conspiração, alimentada por uma organização secreta, que visa denunciar a corrupção das agências federais americanas. O elenco também inclui Sullivan Stapleton, Rob Brown, Audrey Esparza, Ashley Johnson, Luke Mitchell e, em participações que roubam as cenas, Ennis Esmer como Rich Dotcom. Principal lançamento de 2015, “Blindspot” perdeu fôlego na 2ª temporada ao aprofundar a conspiração de sua trama e correu risco de cancelamento, pois seus custos de produção são elevados, especialmente por contar com um elenco caro. A série, que estreou com 10 milhões de telespectadores nos EUA, viu sua audiência média desabar para praticamente metade deste número – 4,9 milhões. A produção é da Warner Bros. Television, em parceria com a Berlanti Productions, do prolífico produtor Greg Berlanti. A estreia está marcada para 27 de outubro em novo dia nos Estados Unidos: as temidas noites de sexta, onde as audiências costumam despencar. No Brasil, “Blindspot” é exibido pelo canal pago Warner.
Wheelman: Frank Grillo é motorista de fuga caçado por criminosos em trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Wheelman”, que teve o azar de ser produzido logo após “Em Ritmo de Fuga”. As tramas são similares, mas a estética e o orçamento são completamente diferentes. Frank Grillo (“12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”) vive um motorista de fuga para criminosos. E assim que deixa dois assaltantes armados no local de um crime, recebe uma ligação misteriosa, que se identifica como quem contratou seus serviços e ordena que deixe os dois para trás, porque eles planejam matá-lo. Isto dá início a uma perseguição, com vários tiros trocados entre o protagonista e criminosos, enquanto a indefectível voz misteriosa ao telefone segue lhe passando informações incompletas e fazendo ele temer pela vida de sua família. O filme B ainda inclui em seu elenco Garret Dillahunt (série “Raising Hope”), Caitlin Carmichael (série “Z Nation”), o dublê John Cenatiempo (“Assassino a Preço Fixo 2”) e a esposa de Grillo, Wendy Moniz (série “House of Cards”). Roteiro e direção são do estreante Jeremy Rush e a estreia está marcada para 20 de outubro na plataforma de streaming.
Dave Bautista planeja virar protagonista com nova franquia de comédia de ação
O ator Dave Bautista quer deixar de ser um eterno coadjuvante. Com a carreira em ascensão, ele tem ganhado cada vez mais espaço em Hollywood. Aproveitando a exposição obtida por papéis em “007 Contra Spectre”, “Blade Runner 2049” e, claro, na franquia “Guardiões da Galáxia”, ele fechou contrato com a produtora STX Entertainment para produzir e protagonizar uma nova franquia de comédia de ação. A ideia é seguir os passos de Dwayne Johnson, que como Bautista começou a carreira na luta livre, antes de virar astro de ação. Ainda não foram divulgados detalhes da produção, mas, de acordo com o site Deadline, Bautista desenvolverá o projeto com o produtor Jonathan Meisner, que é creditado como seu assistente em “Guardiões da Galáxia”. Os próximos trabalhos do ator incluem a reprise do papel de Drax em “Vingadores: Guerra Infinita” e “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, além de dois filmes da franquia “Plano de Fuga”, em que atuará ao lado de Sylvester Stallone.
Remake da série MacGyver vai estrear no Brasil com mais de um ano de atraso
Mais de um ano após sua estreia nos Estados Unidos, o remake da série clássica “MacGyver” finalmente chegará ao Brasil pelo Canal Universal. A estreia foi marcada para 2 de novembro, às 22h. Nova versão da atração clássica dos anos 1980 (lançada como “Profissão Perigo” no Brasil), “MacGyver” é uma das atrações mais assistidas das noites de sexta-feira na TV americana. A média de audiência da 1ª temporada foi de 7,7 milhões de telespectadores, e a 2ª temporada, que estreou em 31 de setembro, vem mantendo 6,6 milhões na rede NBC. Vale lembrar que o episódio piloto foi comandado pelo cineasta James Wan (“Velozes e Furiosos 7”), rendendo 10,9 milhões de espectadores, a maior audiência de estreia da CBS em mais de uma década – desde “Ghost Whisperer”, lançada em 2005. Desenvolvido por Peter Lenkov (produtor-roteirista de “Havaii Five-0”), o reboot traz Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”) como uma versão mais jovem de MacGyver, acompanhado por uma equipe que não existia na série clássica. Mas vale observar que a crítica considera a série muito ruim. Ela teve a pior avaliação da temporada passada, com apenas 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes,











