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    Festival de Berlim reconhece oficialmente que seu fundador era nazista

    30 de setembro de 2020 /

    A direção do Festival Internacional de Cinema de Berlim reconheceu, pela primeira vez, que Alfred Bauer, primeiro diretor do festival, era nazista. Ele atuou como conselheiro do Reichsfilmintendanz, órgão criado por Joseph Goebbels em 1942 para controlar a produção cinematográfica na Alemanha. Em fevereiro deste ano, a Berlinale encomendou um estudo ao Instituto Leibniz de História Contemporânea, após a mídia alemã revelar a atuação de Bauer junto ao regime nazista. Segundo um comunicado divulgado pelo festival nesta quarta-feira, a pesquisa comprovou que Bauer se juntou a várias organizações nacionalistas a partir de 1933, tendo se tornado membro oficial do Partido Nazista em 1937. Além disso, o comunicado afirma que, após o fim da 2ª Guerra Mundial, Bauer tentou ocultar sua participação no governo de Adolf Hitler por meio de declarações “deliberadamente falsas” e “meias-verdades”. Depois de censurar o cinema alemão, adequando-o à máquina de propaganda comandada por Goebbels, ele fundou festival, criado, ironicamente, como parte do processo de reconstrução da identidade alemã, sendo responsável pelas edições que aconteceram entre 1951 e 1976. Bauer lançou o evento como “uma mostra do mundo livre”. “As novas descobertas, agora cientificamente pesquisadas, sobre as responsabilidades de Alfred Bauer no Reichsfilmintendanz e seu comportamento no processo de desnazificação são surpreendentes. No entanto, eles constituem um elemento importante no processo de lidar com o passado nazista de instituições culturais que foram fundadas após 1945”, disse a diretora executiva da Berlinale, Mariette Rissenbeek. O festival decidiu abolir o prêmio que leva o nome de Bauer. A partir de 2021, o troféu será transformado em um Grande Prêmio do Júri, integrando a lista de Ursos de Pratas entregues aos melhores filmes.

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  • Filme,  Música

    Juliette Gréco (1927 – 2020)

    23 de setembro de 2020 /

    A cantora e atriz francesa Juliette Gréco, musa do existencialismo, morreu nesta quarta feira (23/9) aos 93 anos, em sua casa em Ramatuelle, na França. Ela foi símbolo de resistência, mas também ícone da moda, uma artista que simbolizou o “radical chique” da boemia parisiense. Foi grande amiga do casal formado pelo filósofo Jean-Paul Sartre e a escritora feminista Simone de Beauvoir, e também amante da lenda do jazz Miles Davis e do poderoso produtor de Hollywood Darryl F. Zanuck. Sua rebelião começou na adolescência e lhe rendeu prisão, com apenas 16 anos, pela Gestapo, a polícia nazista, durante a ocupação alemã da França. Ela tomou o lugar da mãe e da irmã mais velha na Resistência Francesa, após as duas serem enviadas a um campo de concentração, e lutou pela libertação de seu país. Presa, só foi poupada dos campos de concentração e da deportação para a Alemanha por causa de sua idade. Mas suas experiências de guerra selaram uma aliança vitalícia com as causas da esquerda política. Após a guerra, ela virou cantora e passou a se apresentar nos chamados cafés existencialistas da época. Seus shows e presença marcante na noite parisiense foram imortalizados por alguns dos fotógrafos mais famosos de todos os tempos, como Robert Doisneau e Henri Cartier-Bresson, que transformaram seu look entristecido, sempre de roupas pretas, em modelo para a juventude beatnik. Ela também foi uma das primeiras mulheres a usar camisetas no dia-a-dia, numa época em que o visual era identificado como masculino. Juntava-se a isso um voz sombria, que a tornava a intérprete perfeita das canções de “fossa” compostas por Jacques Prévert (“Je Suis Comme Je Suis”, “Les Feuiles Mortes”), Jacques Brel (“Ça va la Diable”), Leo Ferré (“La Rue”) e, nos anos 1960, Serge Gainsbourg (“La Javanaise”). Mas até Jean-Paul Sartre e o escritor Albert Camus escreveram letras para ela cantar. Em 1952, ela veio pela primeira vez ao Brasil, apresentando-se no Rio de Janeiro, numa turnê que deveria durar 15 dias. Mas ela se apaixonou pelo país e não queria mais ir embora. Ficou meses e chegou a considerar o casamento com um amante brasileiro. Sua carreira, porém, só decolou para valer dois depois, quando foi convidada a se apresentar na sala de concertos Olympia de Paris – então o templo da música popular francesa. Paralelamente, Gréco também se lançou como atriz, convidada pelos amigos cineastas e intelectuais para pequenos papéis, como em “Orfeu” (1950), de Jean Cocteau, e “Estranhas Coisas de Paris” (1956), de Jean Renoir, entre muitos outros filmes. Até que a indústria cinematográfica francesa passou a vê-la como protagonista, escalando-a como estrela de filmes como “Quando Leres Esta Carta” (1953) e “Rapto de Mulheres” (1956). Logo, ela começou a ser cortejada por Hollywood. Ou, mais especificamente, cortejada por Darryl F. Zanuck, o chefão da 20th Century Fox, que a importou para o filme “E Agora Brilha o Sol” (1957), de Henry King, superprodução com um dos elencos mais grandiosos da época – Tyrone Power, Ava Gardner, Errol Flynn, Mel Ferrer, etc. Juliette Gréco acabou promovida a protagonista de Hollywood em seu filme seguinte, “Raízes do Céu” (1958). Ela aparecia seminua no pôster, envolta numa toalha e com Errol Flynn, o grande machão do cinema americano, prostrado a seus pés. Zanuck apostava em consagrá-la, mas o filme enfrentou um grande problema de bastidores. Rodado na África equatorial, ficou mais conhecido pelas bebedeiras de Errol Flynn, pelo surto de malária que afligiu o elenco e pela ausências do diretor John Huston, que preferia caçar a seguir cronograma de filmagens. Foi um desastre e a produção teve que ser finalizada num estúdio em Paris, com a maioria dos atores febris. Para completar, Zanuck ainda decidiu realizar sua montagem em Londres, para ficar próximo de Gréco, enquanto ela fazia sua estreia no cinema britânico, no thriller “Redemoinho de Paixões” (1959). O próprio Zanuck escreveu o filme seguinte de sua musa, a adaptação de “Tragédia num Espelho” (1960), em que ela foi dirigida por Richard Fleischer e contracenou com Orson Welles. Fleischer também a comandou em “A Grande Cartada” (1961), mas sua carreira hollywoodiana não foi o sucesso esperado. Contratada como atriz, ninguém esperava que ela cantasse em seus filmes, e isso pode ter lhe frustrado. Não por acaso, o maior clássico de cinema de sua carreira foi uma produção em que interpretou a si mesma, cantando em inglês a música-título de “Bom Dia, Tristeza”, numa pequena cena do famoso filme estrelado por Jean Seberg em 1958. Ela acabou voltando para a França, onde estrelou mais alguns filmes. Mas foi uma minissérie francesa que lhe deu seu maior reconhecimento como atriz: “Belphegor – O Fantasma do Louvre”, um mistério sobrenatural de 1965 sobre um fantasma que assombrava o museu do Louvre. Gréco ainda atuou na superprodução “A Noite dos Generais” (1968), um suspense passado durante a 2ª Guerra Mundial e estrelado por Peter O’Toole e Omar Sharif, e na comédia “Le Far-West” (1973), escrita, dirigida e protagonizada por seu colega cantor Jacques Brel, antes de se afastar do cinema por um quarto de século. Sua carreira nas telas só foi retomada em 2001 por conta de uma homenagem, ao ser convidada a figurar rapidamente numa nova versão de sua célebre minissérie, lançada no cinema com o título de “O Fantasma do Louvre” e com Sophie Marceau em seu papel original. Depois disso, ela ainda estrelou um último filme, o alemão “Jedermanns Fest”, ao lado de Klaus Maria Brandauer no ano seguinte. No período em que se afastou das telas, a artista priorizou a música. Em 1981 foi praticamente expulsa do Chile, então sob a ditadura de Augusto Pinochet, por cantar canções censuradas pelo regime militar. Apesar de muitos amantes conhecidos, entre homens e até mulheres famosas, ela também foi uma esposa dedicada. Casou-se três vezes: brevemente em 1953 com o ator Philippe Lemaire, com quem teve uma filha (Laurence-Marie, falecida em 2016), depois, com o famoso ator Michel Piccoli entre 1966 e 1977 e, por fim, vivia desde 1988 com o pianista e compositor Gérard Jouannest, que co-escreveu algumas das melhores canções de Jacques Brel, incluindo “Ne Me Quitte Pas”. Ela seguiu cantando até os 89 anos, quando sua carreira foi encerrada por um derrame. A causa da morte não foi divulgada.

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  • Filme

    Vida do ator herói Audie Murphy vai virar série

    22 de setembro de 2020 /

    A vida do ator Audie Murphy (1924–1971), que estrelou quase 50 filmes, a maioria westerns feitos nos anos 1950, vai virar uma série. A produção vai contar como ele ganhou projeção a partir de seus atos de heroísmo na 2ª Guerra Mundial, quando se tornou o soldado mais condecorado dos EUA, homenageado inclusive com a Medalha de Honra do Congresso e pelos governos da França e da Bélgica, até sua transformação em cowboy de Hollywood e sua morte precoce, aos 46 anos, num acidente de avião. Parte desta história já foi contada no cinema e estrelada pelo próprio Audie Murphy. Ele viveu a si mesmo no filme “Terrível como o Inferno” (1955), que contou sua experiência na guerra. Os produtores da série, Arthur E. Friedman (“Uma Vida sem Limites”) e Steven Jay Rubin (“Perdendo a Esportiva”), dizem que a trama dará profundidade ao relato de 1955, mostrando os traumas causados pelos combates na Europa, em que Murphy matou mais de 240 inimigos. “Quando eles fizeram ‘Terrível como o Inferno’, com Audie interpretando a si mesmo, eles contaram apenas parte de sua história”, disse Friedman, em comunicado. “O que transforma um garoto de fazenda de 16 anos do Texas, 56 quilos e rosto de bebê em uma máquina de matar na guerra e o que acontece quando ele passa de guerreiro da vida real a estrela de cinema… é tema para um drama envolvente.” Rubin acrescentou: “Hoje contamos histórias de maneira diferente e nossa intenção é apresentar este herói célebre como um homem, não como uma figura mítica. Somos inspirados por filmes realistas como ‘O Resgate do Soldado Ryan’ e minisséries como ‘Band of Brothers’.” Para o projeto, a dupla adquiriu os direitos da biografia de Murphy, “No Name on the Bullet”, escrita por Don Graham, e agora buscam por um escritor para a adaptação. Ainda em fase inicial, a produção não tem canal ou plataforma definida para sua realização.

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  • Música

    Vera Lynn (1917 – 2020)

    18 de junho de 2020 /

    A cantora Vera Lynn, conhecida como a “namorada das Forças Armadas” por músicas, filmes e shows que ajudaram a elevar o ânimo dos soldados britânicos durante a 2ª Guerra Mundial, morreu nesta quinta (18/6) aos 103 anos. Ela quase morreu aos 2 anos de idade em um caso grave de difteria, mas sobreviveu para se tornar artista logo em seguida, de forma extremamente precoce, aos sete anos. Aos 19, gravou seu primeiro disco solo. E estourou mundialmente aos 22. A música que a tornou conhecida foi gravada em 1939. “We’ll Meet Again” se tornou símbolo de esperança e resistência durante a 2ª Guerra Mundial, ao falar ao coração dos soldados sobre como “nos encontraremos novamente, não sei onde, não sei quando, mas eu sei que nos encontraremos de novo, em um dia ensolarado”. A música era entoada nas despedidas de combatentes que iam para a guerra, e recordada como lembrança de que um dia o conflito acabaria. “We’ll Meet Again” fez tanto sucesso que virou filme, um musical de mesmo nome, estrelado pela própria Vera Lynn em 1943. Durante a guerra, ela estrelou mais dois musicais, o patriótico “Rhythm Serenade” (1943), em que administrava uma creche para trabalhadoras da indústria bélica, e “Bonita e Teimosa” (1944), comédia considerada seu melhor filme. Mas sua carreira cinematográfica não sobreviveu aos dias de paz. Sua importância para o esforço de guerra, porém, foi muito além de músicas e filmes. Ela se envolveu pessoalmente, em excursões militares, para entreter as tropas britânicas em países como Egito e Índia, durante o conflito mundial. Em reconhecimento, Vera ganhou diversas medalhas e foi homenageada pela Rainha Elizabeth II com a Ordem do Império Britânico, que lhe rendeu o título oficial de Dama. A Dama Vera Lynn virou uma personalidade televisiva importante na TV britânica durante o pós-guerra e chegou até a ter um programa com seu nome, entre o final dos anos 1960 e o início dos 1970. Sua última aparição pública foi em 2005, no 60º aniversário da vitória dos aliados na 2ª Guerra Mundial. Mas mesmo com a passagem dos anos, sua presença na cultura pop nunca foi esquecida. A banda Pink Floyd chegou a lhe dedicar uma música, “Vera”, no disco “The Wall” (1979), que também foi incluída no filme de 1982 de Alan Parker sobre o álbum. E, em 2002, o americano Johnny Cash regravou “We’ll Meet Again”, quase como despedida da própria vida – ele morreria em seguida. Com a pandemia do coronavírus, a música, em suas várias versões, vinha sendo resgatada também como tema dos tempos atuais. Novamente, a rainha Elizabeth II citou o título da famosa canção durante um discurso em abril para dar esperança aos britânicos confinados. “Dias melhores virão, reencontraremos nossos amigos, reencontraremos nossas famílias, nós vamos nos encontrar de novo”, disse a monarca. E, em maio passado, a população britânica foi convidada a cantar “We’ll Meet Again” para recordar o 75º aniversário da rendição da Alemanha nazista. Em comunicado, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson saudou Vera Lynn como a voz que elevou o espírito do Reino Unido em um de seus momentos mais difíceis. “Seu charme e sua voz mágica vão continuar aquecendo os corações das próximas gerações”, declarou.

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  • Filme

    Ghosts of War: Astros de Titãs enfrentam nazistas e fantasmas em trailer de terror

    13 de junho de 2020 /

    A Vertical Entertainment divulgou dois pôsteres e o trailer do terror “Ghost of War”, estrelado por dois atores da série “Titãs”. Passada na Europa, durante a 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha cinco soldados americanos que se abrigam numa mansão para se proteger de ataques nazistas, sem saber que o local é mal-assombrado e que os fantasmas representam uma ameaça maior às suas vidas. O elenco traz Brenton Thwaites (o Robin de “Titãs”), Alan Ritchson (o Rapina de “Titãs”), Theo Rossi (o Shades de “Luke Cage”), Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) e Kyle Gallner (“Sniper Americano”) como os soldados, além de Shaun Toub (“Homeland”) e Billy Zane (“Titanic”). “Ghost of War” é o segundo longa escrito e dirigido por Eric Bress, responsável pelo cultuado “Efeito Borboleta” (2004) e criador da série “Kyle XY”. A estreia está marcada para 17 de julho nos EUA – nos cinemas que estiverem abertos e em VOD.

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  • Filme

    Greyhound: Superprodução de Tom Hanks troca o cinema pelo streaming

    19 de maio de 2020 /

    O novo filme de Tom Hanks não vai mais estrear no cinema. A Sony negociou a distribuição de “Greyhound” com a Apple, que pretende lançá-lo com exclusividade em sua plataforma de streaming. Superprodução de batalha naval, “Greyhound” traz Tom Hanks de volta aos combates da 2ª Guerra Mundial, materializando um duelo de estratégias e torpedos entre uma frota de destroyers americanos e um esquadrão de submarinos alemães. Baseado em romance clássico de C.S. Forester (criador do herói naval Horatio Hornblower), o filme retrata o combate marítimo que aconteceu antes das tropas americanas desembarcarem no front europeu. “A única coisa mais perigosa do que as linhas de frente é a luta para chegar até lá”, ressaltam o cartaz da produção. Além de atuar, Hanks assina o roteiro do longa, demonstrando sua assumida predileção por produções do período. O astro, que estrelou o impressionante “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), também coproduziu com Steven Spielberg três séries passadas durante a 2ª Guerra Mundial: “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO, e a vindoura “Masters of the Air” na Apple TV+. O acordo foi facilitado, justamente, por Hanks já ter negócios na plataforma, como produtor da futura série de batalhas aéreas. “Greyhound” também é o terceiro longa escrito pelo ator, que anteriormente assinou “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (2006) e “Larry Crowne – O Amor Está de Volta” (2011), que ele também dirigiu. Agora, porém, a direção está a cargo de Aaron Schneider, pouco experiente na função (dirigiu apenas “Segredos de um Funeral” em 2009), mas de longa carreira como cinegrafista. O elenco também inclui Stephen Graham (“O Irlandês”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Elisabeth Shue (“The Boys”). Originalmente marcada para 8 de maio nos cinemas, a estreia do filme chegou a ser adiada para 12 de junho nos EUA, antes da Sony desistir do lançamento tradicional. Orçado em cerca de US$ 50 milhões, a produção será o filme mais caro já exibido com exclusividade pela Apple TV+, que ainda não anunciou sua previsão de estreia. Veja abaixo o trailer anteriormente divulgado para a distribuição nos cinemas.

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    The Last Vermeer: Guy Pearce é investigado por ligações nazistas em trailer de drama de época

    8 de março de 2020 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o trailer de “The Last Vermeer”, adaptação do best-seller “The Man Who Made Vermeers”, de Jonathan Lopez, que tem roteiro dos criadores da série “The Expanse”, Mark Fergus e Hawk Ostby. Na produção, Guy Pearce (“Duas Rainhas”) interpreta o pintor e falsificador de arte holandês Han van Meegeren, que dava festas para vender tesouros de arte holandeses a Hermann Goring e outros nazistas imponentes. Ao fim da guerra, ele é investigado como um colaborador nazista que redistribui arte roubada, mas em vez disso pode ter sido um anti-herói ousado que enganou os líderes do 3º Reich com obras-primas falsificadas, entre elas a que dá título à produção, uma suposta última obra do pintor do século 17 Johannes Vermeer. Por conta disso, o oficial responsável pela investigação, vivido por Claes Bang (o Drácula da Netflix), não sabe o que pensar de van Meegeren, até decidir, contra todas as evidências, que ele é inocente dos crimes, agindo de forma arriscada para protegê-lo de inescrupulosos com interesses escusos. O elenco também destaca Vicky Krieps (“Trama Fantasma”) e August Diehl (“Bastardos Inglórios”). O filme marca a estréia na direção de Dan Friedkin, produtor de filmes aclamados, como “The Square: A Arte da Discórdia”, que venceu o Festival de Cannes de 2017, “Todo o Dinheiro do Mundo”, “O Retorno de Ben” e “A Mula”. “The Last Vermeer” estreia em 22 de maio nos EUA, em circuito limitado, e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Tom Hanks volta a lutar na 2ª Guerra Mundial no trailer de Greyhound

    5 de março de 2020 /

    A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Greyhound”, filme de batalha naval que traz Tom Hanks de volta aos combates da 2ª Guerra Mundial. A prévia é intensa, com muitas cenas de explosões, ao materializar o duelo de estratégias e torpedos entre uma frota de destroyers americanos e um esquadrão de submarinos alemães. Baseado em romance clássico de C.S. Forester (criador do herói naval Horatio Hornblower), “Greyhound” traz Hanks comandando a frota que enfrenta o inferno no Atlântico para levar as tropas americanas para o front europeu. “A única coisa mais perigosa do que as linhas de frente é a luta para chegar até lá”, ressaltam o trailer e o cartaz. Além de atuar, Hanks assina o roteiro do longa, demonstrando sua assumida predileção por produções do período. O astro, que estrelou o impressionante “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), também coproduziu com Steven Spielberg três séries passadas durante a 2ª Guerra Mundial: “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO, e a vindoura “Masters of the Air” na Apple TV+. “Greyhound” também é o terceiro longa assinado por Hanks, que anteriormente assinou “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (2006) e “Larry Crowne – O Amor Está de Volta” (2011), que ele também dirigiu. Agora, porém, a direção está a cargo de Aaron Schneider, pouco experiente na função (dirigiu apenas “Segredos de um Funeral” em 2009), mas de longa carreira como cinegrafista. O elenco também inclui Stephen Graham (“O Irlandês”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Elisabeth Shue (“The Boys”). Originalmente marcada para 8 de maio, a estreia foi adiada para 12 de junho nos EUA, o que pode alterar a data de lançamento no Brasil – até o momento, ainda marcada para 7 de maio.

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    Meu Nome É Sara retrata sobrevivente adolescente do Holocausto

    29 de fevereiro de 2020 /

    A história de “Meu Nome É Sara”, baseada em fatos reais, passa-se na Ucrânia durante a ocupação nazista do país, na 2ª Guerra Mundial. Porém, como o filme é norte-americano, o tempo todo fala-se inglês, exceto quando entram em ação os comunicados dos invasores alemães, que chegam a ser traduzidos para o inglês, para que a população os entenda (!). A personagem do título tem 15 anos de idade e sua família inteira foi morta pelos nazistas. Para conseguir ser acolhida, trabalhar numa fazenda e poder sobreviver, assume a identidade de uma amiga e esconde sua origem judaica. Só que o casal de fazendeiros e seus filhos que a acolhem têm outros problemas, além de serem roubados e saqueados pelos alemães e pelos russos. Eles têm questões familiares e amorosas que complicam a situação de Sara e exigem dela ajustes difíceis, além de um jogo de cintura que ela terá de aprender rapidamente. Esses elementos complicadores é que despertam interesse numa trama que já foi bastante explorada pelo cinema. A realização cinematográfica do estreante Steven Oritt é boa e a atriz protagonista, Zuzanna Surowy, uma revelação e um achado para o papel.

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    Jojo Rabbit é fábula moderna sobre os perigos da falta da empatia

    29 de fevereiro de 2020 /

    Escrito e dirigido por Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), “Jojo Rabbit” é um retrato sensível da re-humanização necessária após a desumanização causada pela guerra. A trama acompanha Jojo (Roman Griffin Davis), um garoto alemão prestes a ingressar na juventude hitlerista durante a 2ª Guerra Mundial. Vivendo sozinho com a mãe, depois da morte da irmã e do desaparecimento pai, o garoto busca segurança e conforto nas conversas com seu amigo imaginário: Adolf Hitler (interpretado pelo próprio diretor). Jojo se fere durante seu treinamento militar e é enviado de volta casa. Certo dia, ele descobre que sua mãe abrigou uma jovem judia lá. A relação forçada com Elsa (Thomasin McKenzie) faz o protagonista começar a questionar seus ensinamentos nazistas, eventualmente enxergando os verdadeiros inimigos naquela batalha. Mas “Jojo Rabbit” não é focado na guerra. Por mais que a violência, a morte e o preconceito façam parte da rotina daquelas pessoas, Waititi prefere enxergar o lado bom da vida, dedicando mais atenção às relações entre os personagens. E nisso, sua obra ganha força na atuação de Scarlett Johansson que, apesar do pouco tempo de tela, é essencial para demonstrar como pequenos atos de bondade, embora perigosos, são necessários. Assim como Charles Chaplin fez em “O Grande Ditador”, Taika Waititi usa a comédia e a ridicularização do führer como forma de resistência. Sua versão de Hitler, tal qual a de Chaplin, é uma figura infantilizada e risível. Isto contrasta com os registros da guerra exibidos ao longo do filme, nos quais se vê a adoração cega ao líder nazista. Por mais que use a comédia com o intuito de trazer leveza à situação, o cineasta nunca esquece o contexto dramático que o cerca. Esta mistura de drama e comédia não é novidade para Waititi, mas foi refinada. Em vez do humor escrachado, ele apresenta um olhar mais delicado. Além disso, o diretor demonstra atenção aos detalhes ao filmar as janelas dos sótãos das casas para que pareçam olhos observando o protagonista. Porém, o exemplo mais significativo disto é o destaque dado aos sapatos de Rosie (Scarlett Johansson), mãe de Jojo. Tal recurso é necessário para sua identificação em uma cena-chave e emocionante. O longa ainda brinca com a desinformação, a falta de conhecimento e a estereotipização em relação ao outro. As descrições absurdas a respeito dos judeus, com seus chifres, suas escamas, suas asas de morcego em muito se parecem com as lendas a respeito dos comunistas do passado que, segundo diziam, comiam criancinhas. Ou, em tempos de “ideologia de gênero”, sobre kit gay e mamadeiras de pirocas. “Jojo Rabbit” é uma história de amadurecimento. É um filme que trata do descobrimento em relação a si próprio e de reconhecimento do outro. E ainda que sua trama seja ambientada há mais de 70 anos, sua mensagem a respeito dos perigos da falta de empatia, infelizmente, continua atual.

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    Ataque terrorista e tentativa de censura tornam Porta dos Fundos “mais populares que Jesus Cristo”

    9 de janeiro de 2020 /

    Foi John Lennon quem criou a expressão “mais populares que Jesus Cristo”, usada para dimensionar o sucesso mundial dos Beatles no auge da Beatlemania – e ao dizer isso quase acabou com a popularidade do grupo, acusado de sacrilégio. Ninguém pode dizer que o Porta dos Fundos comete mais sacrilégio que seu Especial de Natal. Mas, graças à controvérsia criada em torno dele, o nome do Porta dos Fundos passou a ser citado no mundo inteiro, e sempre ao lado do popstar mais popular de todos os tempos – autor do maior hit dos últimos dois mil anos, “Pai Nosso”. Após o ataque de inspiração terrorista e a tentativa de censura de “A Primeira Tentação de Cristo”, o Porta dos Fundos foi parar no New York Times, na Variety, no Washington Post, na BBC, etc. Nem quando os humoristas venceram o Emmy Internacional de melhor comédia – pelo Especial de Natal anterior, “Se Beber Não Ceie” – , houve tamanha cobertura. De modo que, se não ficaram exatamente mais populares que Jesus Cristo, tornaram-se, pelo menos, mais populares que o cantor da música “Jesus Cristo”, que é o artista de outro especial tradicional de fim de ano, Roberto Carlos. O jornal The New York Times afirmou que a tentativa de censurar o especial, já revertida pelo STF, “colocou o filme ao centro de um debate mais amplo sobre censura no Brasil”, mencionando a “guerra cultural do país, que tem crescido desde a eleição do presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro em 2018”. A agência da rede BBC lembrou que Bolsonaro “disse uma vez que preferia ter um filho morto a um filho gay”, e acrescentou: “O filho dele, Eduardo Bolsonaro, chamou o especial da Netflix de ‘lixo’ no Twitter, acrescentando que o Porta dos Fundos ‘não representa a sociedade brasileira'”. E o Washington Post classificou o ataque conservador sofrido pelo Especial como “um dos mais fortes golpes contra a Netflix na América Latina, onde a plataforma produziu dezenas de projetos originais e enfrentou poucas medidas sérias que restringissem o que seus espectadores podem ou não assistir – especialmente num filme feito na e para a região”. A repercussão não ficou apenas na esfera da imprensa. Em entrevista à BBC News Brasil, o uruguaio Edison Lanza, relator da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e principal autoridade da Organização dos Estados Americanos (OEA), defendeu o Porta dos Fundos. Ele afirmou que “não há dúvida” que houve tentativa de censura contra os humoristas. “O fato de um juiz determinar a proibição de um conteúdo com referência religiosa fere claramente a proibição de censura prévia, prevista no Capítulo 13” da Convenção Americana de Direitos Humanos. “O Netflix é um serviço pago, que depende de inscrição e as pessoas têm liberdade de assistir ou não. Ninguém é obrigado. Essa visão sobre Cristo não está sendo imposta”, ele completou, sobre “A Primeira Tentação de Cristo”. O especial também rendeu polêmica na Polônia, onde vice-premiê polonês Jaroslaw Gowin exigiu que a Netflix tirasse o programa de seu catálogo, e onde uma petição online expôs 1,5 milhão de poloneses ao nome do grupo e seu trabalho. “Todo ano, o grupo de ‘comédia’ brasileiro Porta dos Fundos produz um filme de Natal para atacar cristãos e o cristianismo”, diz a petição. Cada iniciativa contra o grupo alimentou uma cobertura mundial crescente, que teve novo capítulo nesta quinta (9/1), com a decisão de Dias Toffoli, presidente do STF, de proibir a censura. Para situar o caso, o jornal inglês The Guardian escreveu que um “juiz no Rio tinha ordenado a proibição do filme, revivendo alegações de censura sob o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro”. A exposição da controvérsia ainda inspirou artigos dedicados a explicar ao público internacional quem afinal era o grupo “Back Door”, que representa um “big deal” no YouTube. Até o site “liberal” (de direita) americana Free the People dedicou um artigo bastante aprofundado para falar do grupo e defender seu direito de satirizar Jesus, sob a ótica da liberdade de expressão numa democracia capitalista. O mais curioso, porém, é constatar que o Porta dos Fundos tem recebido praticamente o mesmo espaço em publicações LGBTQIA+ e religiosas, de esquerda e de direita. Falando bem ou mal, todos divulgam seu nome… para cada vez mais pessoas, em cada vez mais países do mundo. Virou beatlemania, inclusive em algumas reações histéricas – coincidência ou não, Fabio Porchat até usa peruca de Beatle no especial.

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  • Etc

    Especial de Natal do Porta dos Fundos também rende polêmica na Polônia

    7 de janeiro de 2020 /

    O repúdio ao Especial de Natal do Porta dos Fundos, “A Primeira Tentação de Cristo”, é internacional. Indignado com a produção, vice-premiê polonês, Jaroslaw Gowin, exigiu que a Netflix tire o programa de seu catálogo. Num tuíte endereçado ao fundador e CEO da empresa, o político de extrema escreveu: “Reed Hastings, exigimos que a Netflix remova o filme blasfemo de sua plataforma”. O segundo homem do governo nacionalista de direita do premiê da Polônia, Mateusz Morawiecki, anexou à postagem um link para a petição online de um grupo no país que pede a remoção do filme da Netflix. O abaixo-assinado tem mais de 1,5 milhão de assinantes. “Todo ano, o grupo de ‘comédia’ brasileiro Porta dos Fundos produz um filme de Natal para atacar cristãos e o cristianismo”, diz a petição. “Essas produções tem um só fim – a blasfêmia. Claro que o alvo desta blasfêmia é somente uma religião – o cristianismo”, prossegue o texto. A petição acusa os humoristas brasileiros de “atacar, humilhar e difamar os cristãos e sua religião”. Segundo os peticionários, “sem dúvida, eles estão trabalhando para expandir os limites da tolerância pública à blasfêmia e à zombaria da religião”. Os autores do abaixo-assinado afirmam que a mensagem do filme tem como consequência o “anestesiamento das consciências e a preparação da total aceitação social para uma perseguição ainda mais sangrenta dos cristãos em todo o mundo”. Trata-se de teoria da conspiração em seu estado mais puro, primitivo e radical. Esse mesmo tipo de discurso apareceu no vídeo da suposta célula revolucionária de direita, que assumiu o atentado incendiário contra o grupo Porta dos Fundos na véspera de Natal, e em várias outras bocas da direita brasileira. O ataque de inspiração terrorista, que quase resultou na morte do vigia da sede do grupo, aconteceu após os humoristas sofrerem ataques virtuais de diversos militantes e condenações de políticos conservadores, inclusive da família Bolsonaro, além de demandar pedidos de explicações do Congresso, campanha de boicote de líderes religiosos, repúdio televisivo da rede Record e até processo judicial. Mas a tentativa de censura foi rejeitada pela Justiça com um argumento lógico: quem achar ofensivo e não quiser ver, não é obrigado a assistir. Lançado pela Netflix no dia 3 de dezembro, o Especial de Natal do Porta dos Fundos, mostra um Jesus gay, interpretado por Gregório Duvivier, que chega em casa no dia de seu aniversário, trazendo o namorado, que conheceu quando passava 40 dias no deserto. Vale lembrar que o Especial de Natal do Porta dos Fundos do ano passado, “Se Beber, Não Ceie”, que transformou a Santa Ceia em piada, venceu em novembro passado o prêmio Emmy Internacional de Melhor Comédia… do mundo. A briga com o Porta dos Fundos é a segunda polêmica recente do governo polonês com a Netflix. Assim como o governo brasileiro de direita tenta reescrever a história da ditadura no Brasil, os poloneses estão priorizando uma mudança de percepção sobre a participação do país no Holocausto. Em 2018, uma lei foi criada para punir quem chamar de “polonês” os campos de concentração da Alemanha nazista que ficavam no país. Por conta disso, a Netflix foi enquadrada ao criar uma série documental sobre o Holocausto contendo “imprecisões históricas”, segundo o governo polonês, ao mostrar “campos de concentração nazistas dentro das fronteiras da Polônia moderna”. “O Monstro ao Lado” (The Devil Next Door) recebeu críticas do primeiro ministro polonês Matusz Morawiecki, que, numa carta oficial enviada ao CEO da plataforma, protestou por a série sugerir que a Polônia se envolveu nos crimes do Holocausto e por apresentar mapas que mostravam campos de concentração nazistas dentro das fronteiras polonesas, ignorando que o país tinha sido invadido pela Alemanha e os campos foram construídos e comandados por alemães nazistas.

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  • Filme

    Candidato russo ao Oscar, Uma Mulher Alta retrata traumas femininos de guerra

    15 de dezembro de 2019 /

    “Uma Mulher Alta” é um drama humano que remete a questões femininas, como a reprodução, num contexto de guerra, em que as mulheres estão mutiladas, abaladas psicologicamente, sofrendo as consequências do conflito que recém-terminou. A trama se passa em Leningrado (hoje, São Petersburgo) em 1945, ao final da 2ª Guerra Mundial, em que a cidade sofreu um dos piores cercos da história. O olhar do filme, inspirado no livro “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher”, de Svetlana Aleksiévitch, é justamente sobre as consequências que a guerra deixa na vida e no corpo das mulheres. Um enfoque de gênero muito apropriado, já que o que conhecemos mais é o efeito bélico que destrói os homens, sempre vistos como protagonistas, os principais atores da trama. No evento abordado em “Uma Mulher Alta” reconhece-se também uma situação que envolveu mais intensamente as mulheres no contexto de guerra na resistência russa. As personagens que representam essas mulheres são Iya (Viktoria Miroshnichenko), a grandona desajeitada que inspira o título brasileiro, e Masha (Vasilisa Perelygina). Figuras heroicas pelo que fizeram e continuam fazendo pelos mutilados e mutiladas de guerra, como elas próprias. Tentam reconstruir suas vidas, como todos, mas esbarram em barreiras pessoais que remetem de forma direta à guerra que tiveram de vivenciar. E, ao tentarem se desvencilhar ou contornar suas limitações, acabam por gerar novos dramas e problemas, ao invés de superá-los ou vencê-los. Tudo isso é mostrado numa narrativa que enfatiza os sentimentos, a frustração e o desespero, em especial, numa caracterização de época feita com muito cuidado e delicadeza. A paleta de cores em que dominam o verde e o ocre dá destaque a esse drama e o calor dos sentimentos. Os veículos e os objetos de cena são em grande parte autênticos da época, cedidos por museus russos, como o dos transportes. As recriações e o figurino procuram respeitar com fidelidade os ambientes e as pessoas, sem exagerar no sentido passadista. Há uma intenção de tomar aquele momento e situação passados como fontes de reflexão para o presente, em sintonia com uma visão feminista atual. Duas ótimas jovens atrizes protagonizam o trabalho, oferecendo força e consistência psicológica a suas personagens. Os homens e as outras mulheres com quem elas contracenam complementam e valorizam esse bom desempenho das estreantes Viktoria Miroshnichenko e Vasilisa Perelygina. O diretor Kantemir Balagov em seu segundo longa, após “Tesnota”, de 2017, realiza um trabalho com a câmera que produz envolvimento e tensão, enquadramentos que nos aproximam da personalidade daquelas mulheres e nos põem dentro do forte drama que elas vivem. “Uma Mulher Alta” é a indicação russa para concorrer ao Oscar de Melhor Filme Internacional, já passou por vários festivais internacionais, tendo alcançado premiações em Cannes (Melhor Direção e Prêmio da Crítica na mostra Um Certo Olhar) e também em Genebra, Montreal e Estocolmo.

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