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    Série baseada em “True Lies” ganha trailer

    22 de maio de 2022 /

    A rede CBS divulgou o trailer de “True Lies”, série baseada no filme de mesmo nome, dirigido por James Cameron e estrelado por Arnold Schwarzenegger em 1994. A prévia revela a mesma premissa vista na tela grande – e em suas várias reprises na TV. Uma dona de casa suburbana insatisfeita (no filme, Jamie Lee Curtis) fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão, além de precisar salvar os filhos de terroristas. O responsável pela adaptação é o produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, que desenvolveu a série com apoio de ninguém menos que James Cameron, diretor do longa original, que também é produtor executivo da atração. Já o elenco é encabeçado por Steve Howey (o Kevin de “Shameless”) como o novo Schwarzenegger e Ginger Gonzaga (“Kidding”) como a nova Jamie Lee Curtis, além de Erica Hernandez (“A Maratona de Brittany”), Omar Miller (“Ballers”), Mike O’Gorman (“Vice-Principals”), a adolescente Annabella Didion (vista em “Outer Banks”) e o menino Lucas Jaye (“Missão Pijamas”). A estreia vai acontecer no começo de 2023 nos EUA.

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    Série baseada em “True Lies” é oficializada

    13 de maio de 2022 /

    A rede CBS oficializou a produção de uma série baseada na comédia de ação “True Lies”, dirigida por James Cameron e estrelada por Arnold Schwarzenegger em 1994. A produção televisiva vai partir da mesma premissa vista na tela grande – e em suas várias reprises na TV. Uma dona de casa suburbana insatisfeita (no filme, Jamie Lee Curtis) fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão, além de precisar salvar os filhos de terroristas. Vale lembrar que Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal original, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. A série foi aprovada após a frustração de uma tentativa anterior. A Fox recusou um piloto da primeira adaptação – dirigido por McG, do primeiro filme “As Panteras” – em 2017. O responsável pela nova atração é o produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, que desenvolveu a premissa com apoio de ninguém menos que James Cameron, diretor do longa original, que também é produtor executivo da série. Já o elenco é encabeçado por Steve Howey (o Kevin de “Shameless”) como o novo Schwarzenegger e Ginger Gonzaga (“Kidding”) como a nova Jamie Lee Curtis, além de Erica Hernandez (“A Maratona de Brittany”), Omar Miller (“Ballers”), Mike O’Gorman (“Vice-Principals”), a adolescente Annabella Didion (vista em “Outer Banks”) e o menino Lucas Jaye (“Missão Pijamas”). A escalação deixa claro que se trata de um reboot com personagens latinos. A estreia deve acontecer durante o outono nos EUA (nossa primavera). Veja abaixo o trailer do longa original.

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    “Anos Incríveis” é renovada para 2ª temporada

    13 de maio de 2022 /

    A rede ABC renovou o reboot da famosa e influentíssima “Anos Incríveis” (The Wonder Years) para sua 2ª temporada. Elogiadíssima pela crítica, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, a nova versão do sucesso dos anos 1980 repete a premissa original, acompanhando uma família de classe média dos 1960 que tem sua típica vida suburbana recortada pelo olhar de uma criança. Originalmente, o protagonista era o pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. Mas o reboot acrescenta crítica racial na abordagem, ao filtrar seu contexto histórico pelo ponto de vista de uma criança negra. O menino Elisha Williams é quem interpreta o novo protagonista, Dean, de 12 anos, que vive em Montgomery, Alabama, em 1968. E além dos intérpretes de sua família, encabeçada por Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”), a produção inclui o astro Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) como narrador dos episódios, dando voz à versão adulta de Dean, que conta detalhes de uma infância passada numa época extremamente racista. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, dirigiu oito episódios e foi produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Mas ele também foi responsável por tumultuar os bastidores da atração, tendo sido demitido na sexta passada (6/7) após denúncias de comportamento inadequado. O roteirista responsável pela adaptação é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”, e a produção está a cargo de Lee Daniels (criador de “Empire”). A série pode ser vista no Brasil pela plataforma Disney+. Confira abaixo o trailer da atração.

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    Fred Savage é demitido de “Anos Incríveis”

    6 de maio de 2022 /

    A rede americana ABC demitiu Fred Savage, produtor e diretor do reboot de “Anos Incríveis” (The Wonder Years), após uma investigação sobre má conduta no set da atração. Savage enfrentou três alegações separadas e cooperou com a investigação, de acordo com uma fonte do site The Hollywood Reporter com conhecimento da situação. “Recentemente, fomos informados de alegações de conduta inadequada de Fred Savage e, como é política, uma investigação foi lançada”, disse a produtora 20th Television em comunicado. “Após sua conclusão, foi tomada a decisão de encerrar seu emprego como produtor executivo e diretor de ‘Anos Incríveis’.” A decisão não deve ter sido fácil, pois Savage tem longa ligação com “Anos Incríveis”. Ele foi o ator principal da primeira versão da série, exibida nos anos 1980. A versão original girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, então vivido pelo menino Fred Savage. A nova versão, lançada em setembro passado, repete a premissa, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O eterno Kevin dirigiu oito episódios do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabilizava a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. A atual acusação de má conduta, porém, não foi a primeira na carreira do astro. Em 2018, a atriz Alley Mills apresentou alegações de que o cancelamento do “Anos Incríveis” original foi consequência de um processo de assédio sexual movido contra seus colegas de elenco Savage (então com 16 anos) e Jason Hervey (então com 20 anos), que ela disse ter sido resolvido fora do tribunal. Mills interpretou a mãe de seus personagens na série. No mesmo ano, uma integrante da equipe de “The Grinder” entrou com uma ação na Justiça, acusando o ator de atacá-la e assediá-la no set da série em 2015. Na época, Savage chamou as alegações de “completamente sem mérito e absolutamente falsas”, enquanto a 20th Television, que produziu o programa, afirmou que, após uma investigação sobre as alegações, não encontrou evidências de irregularidades da parte de Savage. Esse processo também acabou sendo resolvido fora do tribunal. As acusações provavelmente são um choque para uma geração que cresceu com Savage e seus personagens infantis extremamente populares: além de Kevin Arnold, ele interpretou o neto para quem Peter Falk lia a história do clássico “A Princesa Prometida” (1987). O novo “Anos Incríveis” foi lançado há duas semanas no Brasil pela plataforma Disney+.

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    A História do Mundo: Comédia clássica de Mel Brooks vai virar série

    18 de outubro de 2021 /

    Mel Brooks vai terminar de contar a História do Mundo. A plataforma Hulu encomendou uma série que dará sequência à comédia clássica “A História do Mundo – Parte I”, dirigida e estrelada por Brooks em 1981. Intitulada, em inglês, “History of the World, Part II”, a série é descrita como uma sequência do filme. Para quem não lembra, a produção era composta por vários segmentos ambientados em diferentes períodos da história mundial, com paródias da Idade da Pedra, da Roma Antiga, da Revolução Francesa, da Inquisição “musical” Espanhola e da chegada de “judeus no espaço”. O próprio Brooks vai escrever e produzir a atração, junto com nomes da nova geração, como os atores-roteiristas Nick Kroll (criador de “Big Mouth”), Wanda Sykes (“Família Upshaw”) e Ike Barinholtz (“Projeto Mindy”). A Hulu encomendou oito episódios, que serão produzidos pela Searchlight Television e a 20th Television, mas não anunciou quais eventos mundiais a série irá cobrir. A expectativa de lançamento é já para a próxima primavera norte-americana (nosso outono), entre março e maio. Confira abaixo o trailer do filme original.

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    Ator de “Shameless” vai estrelar piloto de série baseada no filme “True Lies”

    11 de setembro de 2021 /

    O ator Steve Howey, intérprete de Kevin na série “Shameless”, será o novo Arnold Schwarzenegger na versão televisiva do filme “True Lies”. Ele interpretará o agente secreto Harry, vivido por Schwarzenegger no cinema, na adaptação da rede CBS. A série vai partir da mesma premissa vista na tela grande – e em suas várias reprises na TV. Uma dona de casa suburbana insatisfeita (no filme, Jamie Lee Curtis) fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão, e salvar os filhos. Vale lembrar que Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal original, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. Esta é a segunda tentativa de transformar “True Lies” numa série. A Fox chegou a encomendar um piloto em 2017, dirigido por McG (“Lethal Weapon”), mas o projeto não foi aprovado. A nova tentativa também precisará ter o piloto aprovado para virar a série. A responsabilidade de acertar é do produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, que desenvolveu a premissa com apoio de ninguém menos que James Cameron, diretor do filme de 1994. Cameron será produtor executivo da série, caso o piloto seja aprovado. Veja abaixo o trailer do longa original.

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    Série clássica Ally McBeal pode ganhar revival

    27 de março de 2021 /

    A série “Ally McBeal” (1997-2002) pode voltar a ser produzida. Vários sites americanos ouviram de suas fontes que a 20th Television (antiga Fox Television) estaria conversando com David E. Kelley, criador da série original, para produzir um revival. Mas tudo depende da vontade de Calista Flockhart de retomar o papel-título. “Ally McBeal” acompanhava a advogada do título, bem-sucedida na carreira profissional, mas totalmente frustrada em sua vida amorosa por ser apaixonada pelo amigo Billy (Gil Bellows), casado com sua colega Georgia (Courtney Thorne-Smith). Os dois também eram advogados e trabalhavam com Ally no mesmo escritório. O elenco original incluía Greg Germann, Lisa Nicole Carson, Jane Krakowski e Peter MacNicol, além de Portia de Rossi e Lucy Liu, que entraram na 2ª temporada. Também não se pode esquecer de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro dos filmes da Marvel, e o cantor Jon Bon Jovi, que viveram interesses românticos da protagonista, respectivamente no quarto e no quinto ano da produção. A comédia dramática foi um dos grandes sucessos da rede Fox no final dos anos 1990. A média de 11,4 milhões de telespectadores na 1ª temporada disparou para 13,8 milhões no segundo ano, após “Ally McBeal” e Calista Flockhart vencerem o Globo de Ouro nas categorias de Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz. Na época, a atração só era menos vista que “Arquivo X” (1993-2018). A atração ainda teve sete vitórias no Emmy, incluindo Melhor Série de Comédia de 1999. E consolidou a fama de David E. Kelley como um dos produtores mais talentosos de sua geração. Ele já tinha criado o fenômeno infantil “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Howser, M.D.), o drama “Picket Fences”, a série médica “Chicago Hope” e a jurídica “O Desafio” (The Practice), e após “Ally McBeal” ainda concebeu “Boston Public” e “Justiça Sem Limites” (Boston Legal). Mas deu uma sumida após meados dos anos 2000, só voltando recentemente com uma reinvenção completa de sua carreira, agora na TV paga. A reviravolta veio com “Big Little Lies”, na HBO, e continuou com “Mr. Mercedes”, “The Undoing” e “Big Sky”. Atualmente, ele tem mais quatro séries e minisséries inéditas em desenvolvimento. Calista Flockhart, por sua vez, estrelou outra série bem-sucedida após viver Ally McBeal, como a republicana conservadora da família de democratas progressistas de “Brothers & Sisters”, atuando com um elenco que marcou época – Sally Field, Matthew Rhys, Rachel Griffiths, Dave Annable, Rob Lowe, Emily VanCamp, etc. Entretanto, seu último trabalho foi como Cat Grant em “Supergirl”. Ela abandonou a série em 2018 quando a produção trocou de canal (foi da CBS para a CW) e começou a ser gravada no Canadá. Ainda não há nenhum canal ou plataforma atrelados ao revival de “Ally McBeal”, mas a 20th Television faz parte do conglomerado Disney, dono da rede ABC e de vários canais pagos, sem esquecer das plataformas Disney+ e Hulu (Star+).

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    Série baseada no filme True Lies tem piloto encomendado

    11 de fevereiro de 2021 /

    A rede CBS encomendou um piloto de série baseada no filme “True Lies”, thriller de ação de 1994 dirigido por James Cameron (“Avatar”) e estrelado por Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) e Jamie Lee Curtis (“Halloween”). A série vai partir da mesma premissa vista no cinema. Uma dona de casa suburbana insatisfeita fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão. Ao contrário do filme, a sinopse não menciona filhos. Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal no filme, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. Esta é a segunda tentativa de transformar “True Lies” numa série. A Fox chegou a encomendar um piloto em 2017, dirigido por McG (“Lethal Weapon”), mas o projeto não foi aprovado. Entretanto, James Cameron explora essa ideia há muito mais tempo – pelo menos há uma década. Por conta disso, o projeto já teve uma versão escrita por René Echevarria (criador de “The 4400”) e outra de Marc Guggenheim (um dos criadores de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”) – a do piloto recusado. A nova tentativa também precisará ter o piloto aprovado para virar a série. A responsabilidade agora é de do produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, mas James Cameron continua ligado à franquia como produtor executivo “True Lies” é a primeira encomenda de piloto da CBS para a temporada 2021-2022. Devido à paralisação da produção causada pela pandemia, a rede ainda está considerando alguns de seus pilotos da temporada passada.

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    Suposta influência da CIA na banda Scorpions vai virar série

    16 de dezembro de 2020 /

    Uma lenda envolvendo a banda de rock Scorpions vai inspirar uma nova série encomendada pela plataforma Hulu. Intitulada “Wind of Change”, a série vai explorar a teoria de conspiração de um podcast sobre o hit da banda alemã que nomeia a atração. O podcast hospedado pelo jornalista Patrick Radden Keefe, que foi lançado em maio e se tornou uma das séries de áudio mais badaladas do ano, sugeriu que a agência secreta americana CIA foi quem realmente compôs “Wind of Change”. Os episódios seguiram Keefe enquanto ele explorava o boato que ouviu de uma fonte da CIA sobre a autoria do sucesso internacional de 1990. A trama selvagem revela espiões fazendo o impensável e uma história secreta de propaganda escondida na música pop e um labirinto de segredos do governo, que ainda envolve um dos grandes mistérios da Guerra Fria. A power ballad “Wind of Change” (vento de mudança) foi composta (supostamente) pelo vocalista Klaus Meine logo após a queda do Muro de Berlim e durante uma visita da banda à URSS no auge da perestroika, sendo lançada em 1990, na sequência do golpe fracassado que acabaria por levar ao colapso da União Soviética. A exploração da conspiração por trás da música está sendo desenvolvida como série pelo ator, roteirista e diretor Alex Karpovsky (visto em “Girls” e criador de “Oh Jerome, No”), e produzida pelo estúdio 20th Television em associação com a Small Dog Pictures (de Jason Winer, criador de “1600 Penn”), Crooked Media, Pineapple Street Studios e Spotify. A encomenda da série também marca o primeiro acordo de desenvolvimento de TV para a Crooked Media, que foi estabelecida em 2017 por três ex-funcionários da administração Barack Obama – Tommy Vietor, Jon Favreau (homônimo do diretor) e Jon Lovett. Lembre a música “Wind of Change” abaixo.

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    Julia Roberts vai estrelar e produzir nova série de streaming

    10 de dezembro de 2020 /

    A atriz Julia Roberts está retornando para a televisão como estrela e produtora de uma nova série. Depois de “Homecoming”, ela fará “The Last Thing He Told Me”, minissérie dramática, que conta com produção de Reese Witherspoon (“Big Little Lies”). Baseada no vindouro romance homônimo de Laura Dave, a minissérie é uma coprodução da Hello Sunshine, empresa de Witherspoon, e a 20th Television para a plataforma Apple TV+. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista vencedor do Oscar Josh Singer (“Spotlight”) em parceria com sua esposa, que é justamente a escritora do livro original. A trama segue uma mulher (Roberts) que forma um relacionamento inesperado com sua enteada de 16 anos, enquanto busca a verdade sobre o porquê seu marido desapareceu misteriosamente. “The Last Thing He Told Me” ainda não foi lançado. O livro só será publicado pela editora Simon & Schuster em 4 de maio. Apesar disso, já tem uma arte de capa. Confira abaixo.

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    Falando de Amor: Filme de Whitney Houston pode virar série

    28 de novembro de 2020 /

    O longa-metragem romântico “Falando de Amor” (Waiting for Exhale), de 1995, pode virar série. A rede ABC encomendou o roteiro de um projeto baseado no filme da 20th Century Fox, desenvolvido pelas irmãs Attica e Tembi Locke. A primeira escreveu vários episódios de “Empire”, enquanto a segunda é mais conhecida como atriz da série “Eureka”. Embora tenha sido considerado medíocre pela crítica (56% no Rotten Tomatoes), o filme dirigido pelo ator Forest Whitaker (“Pantera Negra”) fez sucesso de público nos EUA, abrindo em 1ª lugar das bilheterias em dezembro de 1995. O grande atrativo da produção era seu elenco, encabeçado pela cantora Whitney Houston, ao lado de Angela Bassett, Lela Rochon e Loretta Devine. Elas viviam quatro amigas que se ajudavam em suas lutas na vida e no romance. Além disso, a trilha sonora estourou com canções da protagonista Whitney Houston, além de Mary J. Blige, Brandy e Toni Braxton. Caso seja confirmada, a série terá relação direta com o longa, ao acompanhar as filhas do quarteto original, mantendo o humor, a sinceridade e a sensualidade do filme. O cineasta Lee Daniels, produtor de “Empire”, vai assinar a produção para a 20th Television ao lado das irmãs Locke e o diretor Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”), que deve comandar o piloto, se a ABC gostar do roteiro inicial. O projeto reflete uma intenção da ABC de diversificar sua programação. Entre outros projetos encomendados pela rede de TV do grupo Disney para a temporada de outono de 2021 estão uma nova versão de “Anos Incríveis” com uma família negra, o drama familiar latino “Chicano”, uma comédia familiar ainda sem título focada em um casal LGBTQIA+ e “Old-ish”, um novo spin-off de “Black-ish”, que será estrelado pelos veteranos Laurence Fishburne e Jenifer Lewis. Confira abaixo o trailer do filme e o grande sucesso de Whitney Houston que o acompanhou nos cinemas em 1995.

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    Sophie Turner vai virar princesa britânica em série animada

    2 de novembro de 2020 /

    A atriz Sophie Turner entrou no elenco de “The Prince”, série em desenvolvimento para HBO Max, criada pelo produtor-escritor-dublador de “Uma Família da Pesada” (Family Guy) Gary Janetti. A série é baseada nas crianças da família real britânica e centrada nas travessuras do príncipe George, de sete anos, primogênito do príncipe William e Kate Middleton, duquesa de Cambridge. O próprio Janetti dubla o príncipe do título, enquanto Turner fará a voz da sua irmã, a princesa Charlotte. O criador da série publicou uma prévia do desenho, já com a voz da estrela de “Game of Thrones”, em seu Instagram. “Conheça Charlotte – Sophie Turner”, escreveu Janetti na legenda do vídeo, com tema de Halloween. No clipe, George tenta coordenar as fantasias de Halloween de seus irmãos, apenas para perceber que eles escolheram suas próprias roupas para a ocasião – e nenhuma tem a ver com a dele. Veja abaixo. “The Prince” também conta com Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) como o príncipe Harry, Condola Rashad (“Billions”) como Meghan Markle, Lucy Punch (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) como Kate Middleton, Iwan Rheon (também de “Game of Thrones”) como o príncipe William, Tom Hollander (“Bohemian Rhapsody”) como o príncipe Charles, Frances de la Tour (“Enola Holmes”) como a Rainha Elizabeth e Alan Cumming (“Instinct”) como o mordomo de George, Owen. Produção da 20th Television e do estúdio de animação Bento Box Entertainment, “The Prince” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Meet Charlotte – Sophie Turner @sophiet The Prince coming to @hbomax Uma publicação compartilhada por Gary Janetti (@garyjanetti) em 31 de Out, 2020 às 9:19 PDT

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    Arquivo X vai virar série animada

    29 de agosto de 2020 /

    A série “Arquivo X” vai ganhar um spin-off animado. A Fox encomendou a adaptação de um projeto de comédia animada, baseada no universo de mistério e ficção científica da atração clássica. Intitulada “Arquivo X: Albuquerque” (ou, em inglês, “X-Files: Albuquerque”), a produção está sendo desenvolvida por Rocky Russo e Jeremy Sosenko, roteiristas de outras duas séries animadas – “Paradise PD”, da Netflix, e “Brickleberry”, do Comedy Central. A iniciativa lembra a recém-lançada “Star Trek: Lower Decks”, com personagens inéditos e pouco capacitados. Baseados em Albuquerque, no Novo México, os protagonistas da nova série serão agentes desajustados que investigam os casos considerados malucos demais, ridículos ou simplesmente estúpidos, que não merecem a atenção de Mulder e Scully. Eles são basicamente o time B dos Arquivos X. A produção está a cargo da 20th Television, da Fox Entertainment e do Bento Box, estúdio de animação de propriedade da Fox. Chris Carter, criador de “Arquivo X”, também está a bordo, mas David Duchovny e Gillian Anderson, intérpretes de Mulder e Scully, não estão envolvidos na série, pelo menos neste momento. Vale lembrar que Mulder e Scully já apareceram animados, e com dublagem de Duchovny e Anderson, numa atração da Fox. Eles foram os convidados especiais de um episódio de “Os Simpsons” (“The Springfield Files”) exibido em 1997 – por sinal, a imagem que ilustra esse post é assinada pelo criador dos Simpsons.

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