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    Filme do X-Force terá participação de Deadpool

    27 de fevereiro de 2018 /

    Além de revelar projetos secretos da Marvel e as verdadeiras razões do adiamento da estreia de “Os Novos Mutantes”, a reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre os filmes de super-heróis da Fox confirmou que Deadpool aparecerá no longa do grupo X-Force. Já havia rumores sobre este desdobramento, desde que Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets), integrantes da equipe de anti-heróis mutantes criada por Rob Liefeld (o mesmo criador de Deadpool), entraram na trama de “Deadpool 2”. Mas o fator que levava a essa conclusão inevitável era a definição de Drew Goddard como diretor e roteirista de “X-Force”. Afinal, Goddard ajudou a escrever o roteiro de “Deadpool 2”. Em sua carreira bem-sucedida, o prolífico roteirista criou, simplesmente, a série do “Demolidor” e a franquia sci-fi “Cloverfield”. Ele também escreveu episódios para as séries “Buffy”, “Angel”, “Alias” e “Lost”, e foi indicado ao Oscar por seu roteiro de “Perdido em Marte” (2015). Mas “X-Force” não será sua estreia como diretor. Ela aconteceu no cultuadíssimo terror “O Segredo da Cabana” (2012). Por conta da participação de Deadpool, o ator Ryan Reynolds será um dos produtores de “X-Force”. A novidade é que já há data para o começo das filmagens. O filme do grupo de heróis mutantes liderado por Cable inicia sua produção em outubro.

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    Ryan Renolds recebeu crianças com câncer no set de Deadpool 2

    20 de fevereiro de 2018 /

    O ator Ryan Reynolds compartilhou em seu Instagram fotos de visitas especiais no set de “Deadpool 2”. Ele recebeu crianças com câncer durante as filmagens, numa parceria da produção com as instituições Make a Wish America e Children Wish Foundation, que realizam desejos de jovens doentes. “Uma das melhores partes de interpretar Deadpool é receber a Make a Wish America e Children Wish Foundation no set. Deadpool chutou o câncer, mas essas crianças fazem isso de verdade todos os dias. Essas fundações tornam realidade os sonhos de muitas crianças super-corajosas. Eles também tornam os sonhos dos pais realidade, que apenas querem ver seus filhos sorrindo. Um ENORME obrigado para nosso mestre de props, Dan Sissons, que garantiu que todas as crianças saíssem com uma espada (versões de bambu, não aquelas versões afiadas).” Apesar da bela iniciativa, teve quem reclamasse. Um seguidor do ator criticou o fato de que crianças estavam visitando os bastidores de um filme para maiores. Reynolds não deixou passar batido e escreveu: “Sim, ‘Deadpool’ é para maiores. Se meu filho passasse por uma fração da merda com a qual essas crianças lidam diariamente, acho que ele poderia assistir o que quisesse.” Vale observar que as fotos foram tiradas no ano passado. As filmagens de “Deadpool 2” se encerraram em outubro. Além de Reynolds no papel de Deadpool e o retorno da maioria dos personagens do primeiro filme, a continuação vai trazer Josh Brolin (“Sicario”) como o mutante Cable e Zazie Beets (da série “Atlanta”) no papel de Dominó. A estreia está marcada para 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos One of the best parts of playing the Big Red Jackass is welcoming @makeawishamerica and @childrenswishfoundation onto set. Deadpool kicked Cancer in the taint, but these kids do it for real every day. These foundations make dreams come true for a lot of of super-brave kids. They also make dreams come true for parents, who just wanna see their kid smile. HUGE thanks to our Prop Master, Dan Sissons, for making sure every kid left with his/her own sword. (Bamboo versions. Not stabby-stabby versions.) ??⚔️ Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 19 de Fev, 2018 às 6:46 PST

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  • Filme

    Criador de Cable posta foto com Josh Brolin no set de Deadpool 2

    13 de fevereiro de 2018 /

    Rob Liefeld, o criador de Deadpool e Cable, postou uma foto dos bastidores de “Deadpool 2” em que aparece ao lado de Josh Brolin, caracterizado como Cable. Embora não esteja diretamente envolvido com os filmes de Deadpool, Liefeld teria sido consultado por Ryan Reynolds, protagonista e produtor da franquia, sobre diversas decisões. Por exemplo, ele recomendou que o primeiro filme não incluísse Cable, já que a origem de Deadpool seria o suficiente para distrair o público, mas está entusiasmado com a introdução de Cable e Dominó (vivida por Zazie Beetz), mais uma de suas criações, no segundo longa-metragem. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil. This is what 100 years of awesome looks like! BOOM! The half century club just got a whole lot cooler!! Just wait until the 200 years of awesome photo! #BROLINaisaance #cable #deadpool #50 #fifty #50yearsold p.s. I had to give that cool glove back! Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em 12 de Fev, 2018 às 11:06 PST

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  • Filme

    Deadpool pinta retrato de Cable e o resultado… é um Goonie

    12 de fevereiro de 2018 /

    Deadpool ataca de novo, com mais uma pincelada de marketing irreverente. O ator Ryan Reynolds publicou uma imagem em seu Instagram, em que Deadpool pinta um retrato de Cable. Mas em vez do herói futurista musculoso, quem aparece na tela é Brand, o menino invocado que o ator Josh Brolin interpretou há 33 anos em “Os Goonies” (1985). Por sinal, foi a estreia de Brolon no cinema. A imagem foi disponibilizada em homenagem ao aniversário de Brolin, que completou 50 anos nesta segunda (12/2). O filme “Deadpool 2”, que traz Reynolds no papel título e introduz Brolin como Cable, tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos. Happy Birthday, Bright Eye. You don’t taste a day over 40. Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 12 de Fev, 2018 às 6:30 PST

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  • Filme

    Trailer de Deadpool 2 introduziu novo time de super-heróis, mas qual?

    8 de fevereiro de 2018 /

    Entre a zoeira e a introdução de Cable (Josh Brolin), o novo teaser de “Deadpool 2”, divulgado na quarta (7/2), mostrou rapidamente uma cena em que o herói vivido por Ryan Reynolds aparece na frente de um grupo de fortões uniformizados – foto acima. A presença de Zazie Beetz (da série “Atlanta”), que já foi apresentada como Dominó, fez muitos identificarem o grupo como X-Force. Mas não está totalmente descartada a possibilidade de se tratar da Matilha (Wild Pack/Six Pack), primeiro grupo formado por Cable e Dominó. A Fox está fazendo segredo em relação à identidade do grupo. Entretanto, pela imagem, pode-se tentar deduzir quem são os demais intérpretes e personagens. Para começar pelo óbvio, os músculos de Terry Crews (“Os Mercenários”) são inconfundíveis. Ele aparece imponente ao lado de Deadpool e seu visual remete a dois personagens. O mais ligado à história de Cable é G.W. Bridge (as iniciais abreviam George Washington). Veterano de guerra, o personagem não tem poderes, mas foi aliado de Cable na Matilha, antes de virar oficial da SHIELD. Outra opção é que Crews possa ser Bedlam (Jesse Aaronson), um mutante da X-Force com a capacidade de criar e projetar um campo bio-eletromagnético, que consegue desabilitar temporariamente qualquer tecnologia na vizinhança. Atrás de Deadpool, aparecem dois personagem com uniformes amarelos. O mais escondido tem traje similar ao de um personagem bastante secundário, Zeitgeist, que foi um membro obscuro do segundo time da X-Force, morto logo após aparecer. Seu poder mutante era a capacidade de vomitar ácido, o que lhe permitia comer qualquer coisa, inclusive aço. Sobre o quarto integrante, há diferentes possibilidades. A internet abraçou a ideia de que se trata de Shatterstar, um guerreiro nascido em um universo paralelo, que possui superforça, agilidade e reflexos sobrehumanos. Ele foi uma das figuras centrais do primeiro time X-Force. Mas o personagem também pode ser Hammer ou Urso Cinzento (Grizzly), integrantes da Matilha. Curiosamente, o primeiro foi morto por Cable e o segundo por Dominó. Vale observar que parece haver mais uma perna atrás de Deadpool, o que totalizaria o time da Matilha. Ou o X-Force? Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Deadpool introduz e avacalha Cable em novo teaser legendado

    7 de fevereiro de 2018 /

    A Fox divulgou um novo teaser legendado de “Deadpool 2”, que destaca Cable (Josh Brolin). O personagem é introduzido em clima apocalíptico dramático, para logo em seguida ser avacalhado por Deadpool (Ryan Reynolds), num instante de metalinguagem e toy stories. Ao final do vídeo, várias cenas de ação são condensadas em ritmo acelerado, mostrando os demais integrantes da produção e o que parece ser o primeiro vislumbre do grupo de mutantes X-Force – ainda que possa ser outra equipe de aliados de Cable, como a Matilha (saiba mais aqui). Além dos heróis citados, a continuação traz de volta Colossus (criado por computação gráfica), Negasonic Teenage Warhead (ou Míssil Adolescente Negassônico, vivida por Brianna Hildebrand), Vanessa (Morena Baccarin), Fuinha (T.J. Miller), Cega Al (Leslie Uggams) e até o taxista Dopinder (Karan Soni), acrescentando ainda Dominó (Zazie Beets) ao time. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Deadpool imita dançarina de Flashdance em seu novo pôster

    7 de fevereiro de 2018 /

    A Fox divulgou o novo pôster de “Deadpool 2”, em que o irreverente herói da Marvel imita a coreografia molhada de Jennifer Beals no clássico musical “Flashdance” (1983). Só que, em vez de um banho de água, são cartuchos de balas que caem sobre seu corpo. Além do herói vivido por Ryan Reynolds, a continuação traz de volta os personagens Colossus (criado por computação gráfica), Negasonic Teenage Warhead (ou Míssil Adolescente Negassônico, vivida por Brianna Hildebrand), Vanessa (Morena Baccarin), Fuinha (T.J. Miller), Cega Al (Leslie Uggams) e até o taxista Dopinder (Karan Soni), acrescentando ainda duas novidades: Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets). Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

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  • Série

    Produtores da Fox revelam ter recebido ligações da Disney sobre futuro de seus programas

    5 de janeiro de 2018 /

    Os criadores de série de terror “American Horror Story” e da animação adulta “Uma Família da Pesada” (Family Guy) revelaram ter recebido ligações do CEO da Disney, Bob Iger, para tranquilizá-los à respeito da aquisição da Fox e os planos da companhia para seus conteúdos. A informação foi compartilhada durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Ryan Murphy, produtor de vários sucessos da Fox e da FX, incluindo “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e o recente “9-1-1”, disse ter aproveitado a ligação para questionar Iger sobre como seus produtos se encaixaram na Disney. “As coisas que faço não são especificamente Disney. Estou preocupado com isso. Será que terei que colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story?'”, ele contou ter perguntado ao novo patrão. Segundo Murphy, Iger respondeu que a Disney comprou a Fox por acreditar em seus produtos, executivos e criadores. O produtor lembrou o sucesso de Iger ao integrar a Pixar e a Marvel “mantendo suas comunidades intactas”. “Quero ver como essa empresa vai ficar antes de decidir para onde ir”, disse Murphy. Já Seth MacFarlane, criador de “Family Guy” e “The Orville”, também disse que Iger o tranquilizou. “Esse tipo de coisa acontece o tempo todo. Não acho que teremos grandes mudanças”, ele afirmou. Presente no evento, o co-presidente da rede Fox e da produtora 20th Century Fox Television, Gary Newman, confirmou que o negócio tem gerado ansiedade entre os produtores da empresa. Ele disse ter se reunido com muitos colegas para assegurá-los que o negócio continuará normalmente durante as avaliações regulatórias, que devem durar de 12 a 18 meses. “Quando os gerentes da Disney falaram conosco, fizeram questão de dizer o quanto admiram nossa marca, o quando admiram nossa programação”, compartilhou Newman. “Nossa expectativa não é que eles estejam comprando a Fox para transformá-la numa empresa para menores. Acho que eles vão encorajar nosso conteúdo”. Séries originalmente exibidas na Fox, porém, pode não continuar na rede, que não foi comprada pela Disney. Já o canal pago FX foi adquirido no negócio. Assim como a parte da Fox no serviço de streaming Hulu. Em entrevistas após a aquisição, Iger deu a entender que usará o Hulu para veicular as produções mais adultas do pacote de conteúdo da Fox. A Disney, que já detinha 30% de ações do serviço, comprou os 30% da Fox e passou a ser majoritária no negócio – originalmente, uma joint venture formada também pela Comcast (do estúdio Universal, que ainda detém 30%) e Warner (10%).

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  • Música

    Dominic Frontiere (1931 – 2017)

    24 de dezembro de 2017 /

    Morreu Dominic Frontiere, compositor de temas clássicos de séries televisivas, como “Quinta Dimensão”, “A Noviça Voadora” e “Patrulha do Deserto”. Ele faleceu aos 86 anos na quinta-feira (21/12) em Tesuque, Minnesota, mas só agora a notícia chegou à imprensa americana. Frontiere marcou época como compositor televisivo entre os anos 1960 e 1980, sendo responsável por centenas de horas de músicas inesquecíveis. Além de trabalhar em séries, ele também criou trilhas para muitos filmes do período. A carreira do músico, nascido em Connecticut em 17 de de junho de 1931, incluiu ainda passagens pela big band de Horace Heidt, no final da década de 1940, e um disco solo cultuadíssimo de 1959, “Festival Pagano”, considerado um clássico do gênero conhecido como exotica. Ele se mudou para Hollywood no início da década de 1950, ao ser contratado por Alfred Newman, então diretor musical da 20th Century Fox, para trabalhar como músico na orquestra do estúdio. Os dois forjaram grande amizade e Newman incentivou Frontiere a começar a compor no começo dos anos 1960. Ao fazer sua terceira trilha, para a comédia “Eu, Ela e o Problema” (1961), Frontiere encontrou outro parceiro importante, o roteirista e produtor Leslie Stevens, que em 1962 o convocou para compor o tema de sua primeira produção televisiva: o western “Stoney Burke”, estrelado por Jack Lord (o futuro Steve McGarrett de “Havaí 5-0”). Mas foi a segunda série da parceria, “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), que determinou o rumo da carreira do compositor. A música da abertura era bastante experimental, criando “white noise” e ambiências para sugerir que a TV estava fora do ar – “Não há nada de errado com sua TV”, alertava a narração – , alimentando um clima crescente de mistério e tensão. Vieram outras séries que ajudaram a definir a época, como “Os Invasores”, “Noviça Voadora”, “Patrulha do Deserto”, “Cavalo de Aço”, “Que Garota”, “Os Audaciosos”, “O Imortal”, “Missão Heroica”, “Controle Remoto” e “Vega$”. Ele também compôs a trilha do western “A Marca da Forca” (1968), primeiro western americano de Clint Eastwood, e conseguiu a proeza de manter o nível estabelecido por Ennio Morricone na trilogia spaghetti do ator. A façanha fez com que John Wayne o convidasse a orquestrar seu especial televisivo de cunho patriótico, “Swing Out, Sweet Land” (1970), que rendeu um Emmy para Frontiere e uma nova amizade importante em sua carreira. A parceria acabou se estendendo a mais três filmes de Wayne: “Chisum, Uma Lenda Americana” (1970), “Os Chacais do Oeste” (1973) e “A Morte Segue Seus Passos” (1975). O compositor continuou fazendo trilhas diversas para filmes de ação e comédia e até venceu o Globo de Ouro pela música do cultuadíssimo thriller “O Substituto” (1980), de Richard Rush. Mas sua trajetória foi bruscamente interrompida em 1986, quando foi sentenciado a um ano de prisão por sonegação fiscal, efeito colateral de seu casamento com a enrolada proprietária do time de futebol americano Los Angeles Rams. Além de trilhas de cinema, ele também produziu discos de Gladys Knight, Dan Fogelberg, Chicago e The Tubes, até encerrar a carreira com a composição do filme “A Cor da Noite” (1994), que lhe rendeu nova indicação ao Globo de Ouro. Relembre abaixo 15 temas e trilhas da carreira de Dominic Frontiere.

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  • Filme

    Novo pôster de Deadpool 2 parodia pintura de Michelângelo

    16 de dezembro de 2017 /

    O estúdio (que ainda se chama) Fox divulgou um novo pôster de “Deadpool 2”, que parodia o famoso afresco de Michelângelo sobre “A Criação de Adão”. Na imagem, Deadpool (Ryan Reynolds) ocupa o lugar do primeiro homem, tocando o cano do revólver de Cable (Josh Brolin), que voa na cena como deus. Abaixo deles, o texto anuncia “a segunda vinda” para o ano que vem. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.

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  • Etc,  Série

    Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu

    14 de dezembro de 2017 /

    Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Disney oferece US$ 52,4 bilhões pela Fox

    14 de dezembro de 2017 /

    A Walt Disney Company fez uma oferta oficial de US$ 52,4 bilhões pelas divisões de entretenimento da 21st Century Fox. O negócio, que marca a união de dois gigantes de Hollywood, foi aceito preliminarmente nesta quinta-feira (14/12). O valor total da transação é, na verdade, mais alto: US$ 66,1 bilhões, uma vez que a Disney também assumiu US$ 13,7 bilhões de dívidas da Fox. Com a compra, a Disney vai se tornar o maior conglomerado de entretenimento do mundo, adicionando a seus negócios o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora indie Fox Searchlight Pictures, a produtora Fox 2000, mais um estúdio de animação, o Blue Sky (de “Rio” e “A Era do Gelo”), o grupo de canais pagos FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu e a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar realities como “Big Brother” e “MasterChef”), além das ações da Fox na rede europeia de canais pagos Sky e na rede indiana Star. E, como se não fosse suficiente, participação em mais uma editora de quadrinhos, a Boom! Studios. Em declaração oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que a aquisição “reflete a demanda crescente dos consumidores por uma maior diversidade de experiências de entretenimento, que sejam mais atraentes, acessíveis e convenientes”. “Estamos honrados e gratos por Rupert Murdoch [diretor da 21st Century Fox] ter confiado a nós o futuro do negócio que ele passou a vida construindo, e estamos felizes com essa oportunidade de aumentar significativamente o nosso portfólio de franquias amadas e conteúdos de marca para aprimorar nossas ofertas aos consumidores. O acordo também irá expandir substancialmente o nosso alcance internacional, permitindo a nós oferecer conteúdo de primeira qualidade e plataformas de distribuição inovadoras a mais consumidores em mercados estratégicos ao redor do mundo”, acrescentou. Murdoch também se pronunciou em comunicado: “Nós estamos extremamente orgulhosos de tudo o que construímos na 21st Century Fox, e eu acredito muito que essa junção com a Disney irá trazer ainda mais valores aos acionistas, conforme a nova Disney continue a ditar os rumos do que é uma indústria empolgante e dinâmica. Além disso, estou convencido de que essa combinação, sob a liderança de Bob Iger, será uma das maiores empresas do mundo. Sou grato a Bob por ter decidido prosseguir e estar comprometido a ser bem-sucedido com um time que não fica atrás de ninguém”. A empolgação de Murdoch se deve ao fato de parte do pagamento pela 21st Centory Fox ser com ações da Disney. Na prática, ele virou sócio de seu comprador, e tem interesse em que Iger seja bem-sucedido no comando dos negócios. Bob Iger, por sinal, estendeu seu contrato como CEO da Disney por mais dois anos, para liderar a transição do novo gigante, pois a expectativa é que o negócio só seja concluído em 18 meses, por precisar ser aprovado pelos órgãos regulatórios do governo americano. Além disso, a Disney tem planos de completar a aquisição da rede Sky e isso enfrentará outra etapa burocrática no Reino Unido. Haverá ainda um período longo de ajustes, com definições de quem comandará cada setor da nova empresa. São esperadas demissões, pois alguns cargos serão duplicados na junção das duas companhias. A Disney espera economizar US$ 2 bilhões só na unificação das operações, fechando escritórios internacionais, divisões de distribuição e marketing da Fox, já que passaria a administrar o estúdio no modelo em que trabalha com a Pixar, a Marvel e a Lucasfilm, suas aquisições anteriores, todas incorporadas numa única operação de distribuição, marketing, etc. Alguns desdobramentos são mais fáceis de alinhavar que outros, como a absorção dos personagens da Marvel que estavam na Fox. Heróis como X-Men, Deadpool, Novos Mutantes e Quarteto Fantástico passarão para o Marvel Studios, algo que o produtor Kevin Feige estava “ansioso” para que acontecesse. Mesmo assim, as consequências disso para a continuação da franquia “Deadpool” e filmes de super-heróis para maiores – “R-rated” – como “Logan” ainda são uma incógnita. A Disney, que já era líder em franquias de animação e de super-heróis, também vai virar a maior produtora de filmes de ficção científica de Hollywood, passando a explorar os mundos de “Avatar”, “Alien”, “Predador” e “Planeta dos Macacos”. Ao mesmo tempo, a companhia terá que aprender a trabalhar com filmes menores: as produções da Fox Searchlight, que costumam ser fortes candidatos ao Oscar. Para se ter ideia, o estúdio “indie” da Fox é responsável por “Três Anúncios de um Crime”, “A Forma da Água” e “A Guerra dos Sexos”, que devem aparecer no Oscar 2018. O conteúdo televisivo também é promissor. A Disney domina o mercado de séries infanto-juvenis por meio de três canais: Disney Channel, Disney XD e Freeform. Mas não tinha acesso ao mercado adulto, que o FX e seu spin-off FXX lhe abre. Além disso, o Fox Studios é responsável por diversos hits em exibição na TV aberta, como “This Is Us”, “Modern Family” e, claro, “The Simpsons”. Sem esquecer das séries clássicas da 20th Century Fox Television que podem ganhar novas versões. Uma delas, por sinal, já estava sendo desenvolvida na Netflix: “Perdidos no Espaço”. E, sim, há planos ambiciosos para o lançamento de um serviço de streaming capaz de rivalizar com a própria Netflix. A marca Fox, porém, continuará com o magnata Rupert Murdoch e seus filhos, James e Lachlan. Segundo rumores, o CEO da 21st Century Fox, James Murdoch, tende a ir para a Disney com a venda, enquanto seu irmão, diretor executivo, deve passar a comandar a nova Fox. James Murdoch é considerado um executivo visionário, por ter ampliado sensivelmente a participação da Fox no mercado internacional, o que, no final das contas, foi a cereja no bolo negociado. Com o acordo, a Disney se tornará a maior provedora de conteúdo da rede Fox. O conglomerado não poderia ter duas redes de TV aberta nos Estados Unidos e já é dono da ABC. Mas pode produzir o que o outro canal exibe, já que Murdoch pretende se focar em desenvolver apenas notícias e coberturas esportivas, explorando os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. Por conta destes canais, a Fox também manterá a parte física dos estúdios e escritórios da companhia nos Estados Unidos. Especula-se ainda que os bens da Fox sejam recombinados com os da News Corp., a empresa de Murdoch dedicada a conteúdo impresso – jornais e revistas. As duas companhias haviam sido separadas em 2013, para evitar que a Fox fosse atingida pelo escândalo de espionagem de celebridades que acabou levando ao fechamento do jornal News of the World no Reino Unido. Este escândalo, por sinal, foi o que levou os reguladores britânicos a barrarem o crescimento do controle da Fox sobre a Sky. A Disney não enfrentará o mesmo problema para adquirir a maior companhia de TV paga da Europa. Mas as repercussões do negócio ainda não foram totalmente exploradas. Muitas novidades serão anunciadas nos próximos dias.

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  • Etc

    Disney avança e pode anunciar compra da Fox na semana que vem

    5 de dezembro de 2017 /

    A compra de parte da Fox pela Disney deve ser anunciada na semana que vem, de acordo com fontes do Wall Street Journal e do canal pago CNBC. A notícia das negociações surgiu no começo de novembro, e desde então avanços e recuos têm sido comentados pelas publicações de economia, inclusive com o surgimento de novos interessados, como a Comcast, proprietária dos estúdios Universal. Justamente pelo interesse de concorrentes, a Disney teria aumentado sua oferta. O valor dos ativos da Fox estaria cotado acima de US$ 60 bilhões, conforme informações da CNBC. Mas a aquisição deixaria de fora os canais de TV com a marca Fox, como a própria rede Fox, a Fox News e a Fox Sports, porque a Disney já possuiu um rede de TV, a ABC, e um canal de esportes, ESPN. A aquisição de concorrentes diretos não seria aprovada pelo governo americano. A Disney está mais interessada em empresas como o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora de séries Fox Television, o estúdio de animação Blue Sky, os canais pagos FX, FXX e National Geographic e as ações da empresa no serviço de streaming Hulu e no canal pago europeu Sky Atlantic. Logicamente, os personagens da Marvel que a Fox explora no cinema e na TV estão inclusos no pacote. Com a venda, a Fox abriria mão do segmento de entretenimento, passando a se apresentar como uma empresa de notícias. Isto iria reverter a atual 21st Century Fox ao status original da News Corp., empresa do magnata Rupert Murdoch, que adquiriu a Fox em 1986. Parte dos executivos da 21st Century Fox acreditam que a companhia não consegue competir no segmento de streaming e que um investimento elevado no setor não compensaria, quando é mais lucrativo concentrar os negócios onde a empresa já é bem-sucedida: nas notícias e no esporte – justamente os setores que não interessam à Disney. A aquisição da Fox pela Disney faria Hollywood tremer. Após comprar a Pixar, a Marvel e a LucasFilm, a Disney se consolidou como o estúdio mais lucrativo do mundo, liderando as bilheterias mundiais por três anos consecutivos. Agora, prepara-se para lançar uma plataforma exclusiva de conteúdo, pretendendo fazer frente à Netflix. O conteúdo da Fox facilitaria este objetivo. A Fox também ajudaria a Disney a se estabelecer em áreas pouco exploradas da companhia, que não tem um canal pago de séries para adultos. A dona do Disney Channel, Disney XD e Freeform entraria num novo nicho com o FX e FXX, além de encontrar sinergia no National Geographic com iniciativas isoladas sob o nome de Disney Nature. A Disney ainda ganharia penetração na Europa com a aquisição dos 39% de participação da Fox na Sky Atlantic. Mas o que fará ao se tornar majoritária no Hulu é uma incógnita que ninguém sabe responder. Não houve comentário oficial de nenhuma das companhias até o momento.

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