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Série

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    Atrizes de Orange Is the New Black assumem o namoro

    4 de agosto de 2018 /

    Um novo romance ganhou vida real nos bastidores da 6ª temporada de “Orange Is the New Black”, que estreou na sexta-feira passada (27/7). As atrizes Emily Tarver, que interpreta a oficial de carceragem McCullough há dois anos, e Vicci Martinez, ex-participante do programa “The Voice” que virou a novata Daddy, assumiram seu namoro. “Nós estamos superapaixonadas”, disse Martinez, em entrevista ao jornal americano The New Tribune, revelando que o relacionamento também é musical. “Temos um grupo musical juntas. Comecei a fazer música novamente. Ela está realizando a minha fantasia de fazer duetos”. O relacionamento, na verdade, nunca foi um segredo. As duas compartilham fotos e vídeos juntas no Instagram desde fevereiro, quando Martinez ainda tinha que manter segredo. Não do namoro, mas sobre sua escalação na série da Netflix. No dia 7 de junho, mais de um mês antes da estreia do novo ano da série, ela fez uma declaração assumidíssima para a namorada: “Parabéns para a mulher dos meus sonhos. Amor? Incondicional. Com você, estou viva. Obrigada por compartilhar comigo seu coração, sua vida, sua alegria, seu humor e tudo! Amo você”. A nova temporada de “Orange Is the New Black” marcou a estreia de Martinez como atriz. Mas ela é bastante conhecida nos Estados Unidos por sua participação em 2011 no programa de “The Voice”, onde acabou em 3º lugar. Após a repercussão do reality musical, ela chegou a gravar um single com CeeLo Green, “Come Along”, mas não emplacou e passou anos no anonimato antes de ser presa. Ou melhor, interpretar uma presidiária na série da Netflix. Já Tarver está na série desde a 4ª temporada, em 2016, e nos novos episódios sua personagem precisa lidar com o estresse pós-traumático, adquirido depois da rebelião em Litchfield. O namoro das duas é o segundo relacionamento nascido no set da série. Em 2017, a atriz Samira Wiley, que interpretava a carismática Poussey Washington, casou-se com Lauren Morelli, uma das roteiristas da atração. Mas as duas não estão mais ligadas à produção.

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  • Série

    Damon Wayans diz que clima em Máquina Mortífera ficou mais leve após demissão de Clayne Crawford

    3 de agosto de 2018 /

    As gravações da 3ª temporada de “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, começaram há poucos dias, mas mesmo assim o ator Damon Wayans diz que o clima está muito mais leve e divertido do que as gravações anteriores, graças à entrada do ator Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”) no elenco. “Foi apenas o primeiro episódio, mas ele foi muito mais leve. Estávamos nos divertindo dentro e fora do set. É tudo mais solto e ninguém está pensando demais. Só estamos fazendo as coisas e nos divertindo com tudo”, ele afirmou, durante uma festa promovida pela Fox para a TCA (Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos). Seann William Scott vai estrear na série como novo coprotagonista, após o ator Clayne Crawford ser demitido no final da temporada passada, acusado de “comportamento agressivo e inapropriado” no set de gravações, com ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Wayans. Wayans tornou público seu descontentamento após a demissão, quando fez acusações graves contra Crawford. Para ele, saída do ator não foi uma surpresa. “Eu sei que ele estava envolvido com o roteiro e sabia que iria levar um tiro no fim da 2ª temporada. Ele estava feliz com o rumo que a série estava tomando e estava feliz com o processo”, contou. “Eu desejo o melhor para ele, desejo muita sorte. Para cima e para frente”, completou. Além de Scott, a nova temporada também terá reforço da atriz Maggie Lawson (a Juliet de “Psych”), que viverá uma ex-namorada do novo protagonista. A explicação narrativa para a entrada de Wesley Cole, personagem de Scott, na trama é sua mudança para Los Angeles para ficar mais perto do filho que teve com Natalie Flynn, a personagem de Lawson. Assim, o ex-militar torna-se o novo parceiro de Roger Murtaugh, papel de Damon Wayans. Os dois novos personagens foram criados especificamente para a série e nunca apareceram nos filmes da franquia. Já o papel de Wayans foi vivido por Donald Glover no cinema. O demitido Crawford, por sua vez, interpretava o personagem encarnado por Mel Gibson. A 3ª temporada estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela rede Globo.

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  • Série

    Chris Rock vai estrelar a 4ª temporada de Fargo, que abordar a máfia nos anos 1950

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago americano FX anunciou a produção da 4ª temporada da série “Fargo”, que será estrelada pelo humorista Chris Rock. A novidade foi anunciada pelo presidente do canal, John Landgraf, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de um protagonista negro, a série de antologia criminal criada por Noah Hawley também vai mudar sua locação, saindo da zona rural do centro-oeste americano para a metrópole de Kansas City, e irá retroceder ainda mais no tempo. Até então, apenas a 2ª temporada tinha sido um flashback, passado nos anos 1970. Desta vez, porém, a história irá acontecer durante os anos 1950. A trama vai explorar o encontro de dois grupos migratórios na cidade grande: os europeus, que vieram da Itália, e os afro-americanos, que deixaram os estados mais racistas do Sul, com suas leis discriminatórias. Diante do conflito dos dois grupos pelo controle do tráfico de drogas na cidade, uma tênue paz é organizada por meio de um pacto inusitado. Chris Rock vai interpretar um pai que entregou seu filho para ser criado pelo chefe do grupo inimigo e, em contrapartida, pegará o filho do inimigo para criar. É então que o chefe da máfia resolve fazer uma cirurgia de rotina e morre no hospital, fazendo com que tudo mude. “Sou fã de ‘Fargo’ e mal posso esperar para trabalhar com o showrunner Noah Hawley”, disse Chris Rock, num comunicado. O restante do elenco e a data de estreia da 4ª temporada ainda não foram confirmados.

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  • Série

    Minissérie clássica Shogun vai ganhar remake

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago americano FX anunciou a produção de “Shogun”, nova minissérie baseada no romance homônimo de James Clavell. Lançado em 1975, o livro já foi levado com sucesso à TV numa minissérie famosa de 1980, estrelada pelo ator Richard Chamberlain (“Os Pássaros Feridos”). Esta atração entrou para a História como a primeira – e até agora única – produção da TV americana filmada inteiramente no Japão. Além de ter se tornado imensamente popular, a minissérie ainda venceu três Emmys e três Globos de Ouro. Shogun era um antigo título militar, conferido pelo Imperador do Japão aos comandantes de seus exércitos, e acabou se tornando uma reverência dada aos governantes de algumas regiões, com poderes de ditadores militares. A trama mostra como um marinheiro britânico chamado John Blackthorne, que sobrevive a um naufrágio na costa do Japão feudal, no século 17, torna-se um samurai e homem de confiança de um Shogun. Na trama, ele se envolve na complexa teia política do país, tornando-se confidente do Lord Toronaga (o grande Toshirô Mifune, na série de 1980), um poderoso aristocrata, cuja ascensão o levará ao shogunato. Outro elemento importante é a presença de Lady Mariko (Yôko Shimada), uma samurai destemida, que faz Blackthorne balançar e colocar seu status em risco. A nova adaptação está a cargo dos roteiristas Ronan Bennett (“Gunpowder”) e Rachel Bennette (“Bel Ami: O Sedutor”), enquanto a direção será comandada por Tim Van Patten (“Game of Thrones”). Eles terão a missão de trabalhar sob a lupa do século 21, onde as redes sociais despertam realizam uma espécie de controle de qualidade não oficial, para lidar com várias discrepâncias e anacronismos do romance original, escrito por um ocidental imaginando o Japão antigo. Ainda não há elenco definido nem previsão de estreia para a produção.

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    FX desiste de produzir 2ª temporada de Feud centrada no divórcio da Princesa Diana

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago americano FX desistiu de produzir a 2ª temporada de “Feud” centrada no divórcio entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana. A revelação foi feita pelo presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). Ele disse que a série não foi cancelada, mas não abordará mais o tema previamente anunciado. “No fim das contas, nós apenas não conseguimos desenvolver o material da forma como gostaríamos”, justificou o executivo. “‘Feud’ ainda é uma série ativa, mas Ryan [Murphy, o criador] não me confirmou qual será o tema da próxima temporada, ou quando ele terá tempo para realizá-la”. O executivo negou que a decisão tenha sido influenciada pelo sucesso de “The Crown”, série da Netflix sobre a família real britânica que vai abordar a história do casamento e divórcio de Charles e Diana nas próximas temporadas. “A nossa abordagem era bem diferente. Eu gosto de ‘The Crown’, mas ela é contada do ponto de vista da família. Nossa série seria do ponto de vista de alguém de fora que está entrando na família, como Meghan Markle”, revelou, comparando as duas “princesas”. “Feud” nasceu como uma série em formato de antologia, com a proposta de abordar uma famosa rixa histórica a cada temporada. O primeiro ano, exibido em 2017, tratou da rivalidade entre as atrizes Bette Davis (Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange) em Hollywood. Intitulada simplesmente “Feud: Charles & Diana”, a 2º temporada seria transmitida no começo deste ano, mas o roteiro acabou não agradando e agora não será mais produzida. Como Ryan Murphy está envolvido em diversos projetos e assinou contrato de exclusividade com a Netflix, a possibilidade de a série se resumir à 1ª temporada se tornou uma grande possibilidade, que Landgraf ainda não oficializou.

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    American Horror Story é renovada até a 10ª temporada

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago FX renovou a série de terror sobrenatural “American Horror Story” até sua 10ª temporada. O anúncio foi feito pelo diretor da emissora, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). A renovação antecipada garante mais três arcos inéditos para a produção, que começou recentemente a gravar a sua 8ª temporada, com estreia prevista para 12 de setembro. Assim, a 10ª temporada irá ao ar em 2020. “Ryan Murphy [criador da série] tinha nos pedido uma 10ª temporada e ficamos muito felizes em dar isso para ele. Não sabemos se essa será a temporada final. Tudo depende de Ryan, e ele está bastante inspirado. O oitavo ciclo, que atualmente está em produção, é incrível e louco. Os fãs vão adorar”, disse Landgraf. A renovação não surpreende, já que “American Horror Story” costuma atrair altos índices de audiência para o canal, embora não rendam mais a repercussão dos primeiros capítulos. A negociação também reflete o interesse do FX em manter seu relacionamento com o produtor, que assinou um contrato com a Netflix e não deverá criar mais séries para o canal. A última foi “Pose”, renovada para a 2ª temporada. “American Horror Story” retornará com uma história intitulada “Apocalypse”, que será um crossover com personagens da 1ª (“Murder House”) e da 3ª (“Coven”) temporadas. O elenco voltará a contar com Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts e outros habituês da produção. Mas o papel principal pertencerá a Cody Fern, revelação de outra série de Murphy – The Assassination of Gianni Versace”, a 2ª temporada de “American Crime Story”. Ele viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton) na 1ª temporada da série.

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    Evangeline Lilly revela ter sido pressionada a tirar a roupa em Lost e criadores da série pedem desculpas públicas

    3 de agosto de 2018 /

    A atriz Evangeline Lilly, atualmente nos cinemas em “Homem-Formiga e a Vespa”, relembrou a pior experiência da carreira, que viveu no set da série de “Lost”, quando foi pressionada a fazer cenas seminuas, e que isso a deixou “mortificada”. A revelação, feita em entrevista a um podcast, fez os criadores da série, os produtores J.J. Abrams e Damon Lindelof, pedirem desculpas públicas para a atriz. Em entrevista ao podcast “The Lost Boys”, ela relatou: “Na 3ª temporada, eu tive uma má experiência, de basicamente ser pressionada para fazer uma cena em que estaria parcialmente nua, e eu senti que não tinha escolha naquele momento. Eu fiquei mortificada, e estava tremendo e chorando compulsivamente, enquanto ainda tinha uma outra cena para filmar depois.” Intérprete de Kate Austen em “Lost”, Lilly afirmou que tentou evitar que isso voltasse a se repetir. Mas não foi fácil. “Na 4ª temporada, veio outra cena de Kate tirando a roupa e eu lutei duramente para ter a cena sob meu controle, e eu falhei novamente. Então, eu disse: ‘É isso, chega. Você pode escrever o que quiser, eu não vou fazer. Não vou tirar as roupas para esta série novamente’. E não tirei”, relatou Lilly. “Eu queria que ela [Kate] fosse melhor, porque ela era no começo um ícone de força e autonomia para as mulheres. Mas foi bom mostrar que ela falhava, isso também era importante”, completou a atriz. Em comunicado para a imprensa, Abrams e Lindelof lamentaram o ocorrido. “Nossa resposta aos comentários de Evie foi a de imediatamente contatá-la para pedir desculpas pela experiência que ela teve enquanto trabalhava em ‘Lost’. Ainda não falamos com ela, mas lamentamos profunda e sinceramente. Nenhuma pessoa deveria se sentir insegura no trabalho. Ponto final”.

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    Ator de Star Trek entra na 4ª temporada de Supergirl

    3 de agosto de 2018 /

    O ator Brent Spiner, que ficou conhecido como o personagem Data na série “Star Trek: A Nova Geração”, entrou na 4ª temporada de “Supergirl”. Ele terá papel recorrente como o vice-presidente dos Estados Unidos. Para quem não lembra, no mundo fictício de “Supergirl”, a candidata feminina venceu as últimas eleições. A presidente Olivia Marsdin é interpretada por Lynda Carter (a “Mulher-Maravilha” da série dos anos 1970), mas ela anda sumida da trama e, na 4ª temporada, seu více se verá obrigado a assumir papel de liderança em momentos de crise. Além da série “Star Trek: A Nova Geração” e diversos filmes da franquia, Spiner também se destacou como o Dr. Okun de “Independence Day” e sua continuação, lançada em 2016. Mais recentemente, apareceu como o vilão Sidney na série “Outcast”, do mesmo criador de “The Walking Dead”. Ele se juntará à várias novidades do quarto ano da produção, como Rhona Mitra (que estrelou as duas primeiras temporadas da série “The Last Ship”) e Robert Baker (antagonista da última temporada de “The Originals”), que viverão capangas famosos do supervilão Lex Luthor, respectivamente Mercy Graves e Otis, além da primeira super-heroína transexual da TV, Nia Nal, a Sonhadora, vivida por Nicole Maines (vista em “Royal Pains”), e o anti-herói Manchester Black, que chegou a integrar o “Esquadrão Suicida”, interpretado por David Ajala (série “Falling Water”). Para completar, o ator Jesse Rath, que fez aparições recorrentes como Brainiac 5 nos últimos episódios da 3ª temporada, foi promovido a integrante fixo do elenco, no lugar de Jeremy Jordan, que fará apenas participações recorrentes em seu papel de Winn Schott. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em 14 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Desenho animado da cantora Anitta ganha primeiras imagens e data de estreia

    2 de agosto de 2018 /

    A cantora Anitta divulgou a primeira imagem de sua série animada, “O Clube da Anittinha”, em seu Instagram. E o canal pago infantil Gloob deu mais detalhes – e imagens – sobre a produção, que já vai estrear em outubro na TV brasileira. Serão inicialmente dez episódios, exibidos no Gloob e no Gloobinho. Mas a produção deve ganhar novos capítulos em 2019. A ideia de lançar um trabalho para o público infantil veio da própria Anitta, que já faz um tremendo sucesso com o “Show das Poderosinhas”, uma versão de suas apresentações voltadas para crianças. “Eu sempre tive um público infantil muito grande, mas nunca havia produzido um trabalho para ele. Eu tento não só entreter e divertir as pessoas, mas passar mensagens importantes. Cada dia mais vejo a importância da educação na vida das pessoas. Procuro, muito sutilmente, passar princípios e valores no meu desenho”, declarou a cantora. A própria Anitta dubla sua personagem animada. E entre os demais personagens estão seus pais e amigos da vida real. Como ela mesmo explicou no Instagram: “Os personagens são amigos, equipe e família da minha vida real (até meus cachorros entraram nessa)… todos transformados em desenho com muita música e humor”. A produção é da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix. Essa sou eu e minha turma, na versão desenho animado. Eu sempre tive um público infantil muito grande mas nunca tive nenhum trabalho focado especificamente para eles. Hoje com muita emoção compartilho com vocês a primeira imagem desse projeto que criei com todo o meu coração para divertir e educar as crianças. Os personagens são amigos, equipe e família da minha vida real (até meus cachorros entraram nessa)… todos transformados em desenho com muita música e humor. Obrigada a todos os envolvidos que me ajudaram a fazer esse sonho real. Uma publicação compartilhada por anitta ? (@anitta) em 2 de Ago, 2018 às 6:30 PDT

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    Série clássica de ALF, o Eteimoso vai ganhar reboot

    2 de agosto de 2018 /

    A WBTV, divisão televisiva da Warner, pretende reviver “ALF, o Eteimoso”, série que foi um grande sucesso de TV entre 1986 e 1990. E os criadores da atração, Tom Patchett e Paul Fusco, são os responsáveis pelo projeto, que será um reboot da história original. A série original acompanhava um alien peludo e sarcástico, dublado por Fusco, que, por parecer um bicho fofinho, acaba adotado por uma família suburbana e vai morar em sua garagem. Com 103 episódios produzidos no total, a série surpreendeu os fãs pelos final sombrio, em que o “E.T.” malcriado terminava capturado pelo governo. Felizmente, um telefilme de 1996, intitulado “Projeto ALF”, revelou que o “alien de pelúcia” tinha sido capaz de conquistar até os agentes que queriam exterminá-lo. “ALF” também chegou perto de ganhar um filme nos cinemas. A Sony Pictures planejava repetir com o personagem a combinação de animação e atores reais que tinha rendido o sucesso de “Os Smurfs” em 2011. Mas o fracasso do segundo longa dos “Smurfs” fez o projeto ser arquivado. Apesar de estar fora do ar por quase três décadas, ALF – que não é nome, mas a sigla de Alien Life Form, forma de vida alienígena – continua muito atual no imaginário popular. Nos últimos anos, o personagem-título apareceu (ou foi mencionado) em várias séries de TV (“Os Simpsons”, “Uma Família da Pesada”, “The Big Bang Theory”, “Mr. Robot”), filmes (“Guardiões da Galáxia”, “A Ressaca”) e comerciais (da DirecTV, Radio Shack e do game “XCOM: Enemy Unknown”. Por enquanto, a nova série ainda está em fase de desenvolvimento, sem nem sequer um canal vinculado à sua exibição. De todo modo, o site The Hollywood Reporter sugere que a trama pode ser uma continuação, com ALF de volta à Terra, às voltas com uma nova família.

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    2ª temporada de The Handmaid’s Tale ganha data de estreia no Brasil

    1 de agosto de 2018 /

    O canal pago Paramount marcou a estreia da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale” no Brasil. Os novos episódios da série vencedora do Emmy e do Globo de Ouro 2018 estreiam no dia 2 de setembro, às 21h. Com 13 episódios, o novo ano da série dá continuidade à saga de June e mostra mais de Gilead, o país no qual os Estados Unidos se tornaram após a instauração de um regime fundamentalista que usa a Bíblia como base para retirar todos os direitos das mulheres e executar homossexuais. A trama foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Bruce Miller (da série “The 100”), tendo como base o livro homônimo de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”. Os novos episódios ultrapassam a história publicada e passam a explorar mais detalhes do futuro distópico, além de acompanhar a gravidez da protagonista, uma das últimas mulheres férteis, forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do país – o papel rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Elizabeth Moss (da série “Mad Men”). A 2ª temporada foi disponibilizada nos Estados Unidos no serviço de streaming Hulu entre abril e julho. Apesar dessa distância para a exibição nacional, os cinco meses de espera já são bem menores do que a angústia originada pela espera de sua estreia. A 1ª temporada só chegou no Brasil dez meses após ir ao ar nos Estados Unidos, onde virou sensação quase instantânea e entrou no zeitgeist, inspirando manifestações reais em favor dos direitos das mulheres. Após “aias” de roupa vermelha aparecerem na Marcha das Mulheres na Califórnia e em Washington, recentemente o protesto chegou à Argentina, onde mulheres de robes vermelhos se manifestaram a favor da descriminalização do aborto no país. Em seu segundo ano, a série foi indicada a 20 categorias do Emmy 2018, incluindo, novamente, Melhor Série e Melhor Atriz em Série Dramática.

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    C.B. Strike: Série de detetive da criadora de Harry Potter finalmente será exibida no Brasil

    1 de agosto de 2018 /

    A série “C.B. Strike”, baseada nos livros policiais de J.K. Rowling (a autora de “Harry Potter”), finalmente vai chegar no Brasil. O canal pago Max, da rede HBO, agendou a estreia da produção para a próxima terça-feira (7/8), às 22h. “C.B. Strike” acompanha o personagem-título Cormoran Strike, vivido por Tom Burke (o Athos da série “The Musketeers”), um veterano de guerra que, após ser ferido em combate, decide se tornar um detetive particular, tendo como QG uma sala minúscula em Londres. Ele usa seu instinto e sua experiência como ex-membro do Departamento de Investigações Especiais do Exército para resolver casos complexos, não esclarecidos pela polícia. Além de Tom Burke, o elenco da produção televisiva também destaca Holliday Grainger (a Lucrécia da série “Os Bórgias”) no papel de Robin Venetia Ellacott, a assistente e secretária de Strike. Rowling já lançou três livros com as histórias do detetive, usando o pseudônimo de Robert Galbraith para diferenciar o tom dessas obras das aventuras juvenis de seu personagem mais famoso, Harry Potter. A BBC adaptou os três livros, cada um como uma minissérie distinta e completa. São eles “O Chamado do Cuco” (The Cuckoo’s Calling), “O Bicho da Seda” (The Silkworm) e “Vocação para o Mal” (Career Of Evil). A primeira minissérie tem três episódios, enquanto as duas últimas contam com apenas dois capítulos cada. O Max vai exibir todos, juntando os sete episódios, que foram escritos por Ben Richards (criador da série “The Tunnel”) e Tom Edge (série “Lovesick”), e dirigidos por Michael Keillor (série “Line of Duty”), Kieron Hawkes (série “Fortitude”) e Charles Sturridge (série “Marcella”). Cada diretor assinou uma minissérie completa. Um quarto livro, “Lethal White”, será lançado em setembro e pode render mais uma minissérie.

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    Final de The Originals ganha 10 videos com cenas inéditas, último trailer, lembranças e despedidas da série

    1 de agosto de 2018 /

    “The Originals” chega ao fim na noite desta quarta-feira (1/8) nos Estados Unidos e, para marcar o encerramento da série, a rede CW divulgou nada menos que 10 vídeos nos últimos dias. Além de um trailer, uma cena inédita do final e comentários da criadora Julie Plec, os vídeos trazem entrevistas com o elenco sobre a trajetória da série, como suas despedidas da produção após cinco temporadas e mais três anos de “prólogo” em “The Vampire Diaries”. Intitulado “When the Saints Go Marching In”, nome de um clássico gospel do século 19, gravado como jazz por Louis Armstrong nos anos 1930, a serie encerrou suas gravações em dezembro do ano passado, em Nova Orleans, ocasião em que o elenco compartilhou diversas mensagens no Instagram com o slogan dos Mikaelson, os vampiros imortais da trama, jurando que permanecerão “sempre e para sempre” (always and forever) em contato, graças aos laços formados durante a produção. Confira abaixo as despedidas de Joseph Morgan (Klaus Mikaelson), Daniel Gillies (Elijah Mikaelson), Claire Holt (Rebekah Mikaelson), Riley Voelkel (Freya Mikaelson), Nathaniel Buzolic (Kol Mikaelson), Danielle Rose Russell (Hope Mikaelson), Charles Michael Davis (Marcel), Yusuf Gatewood (Vincent), Christina Moses (Keelin) e da criadora da série, Julie Plec. E vale lembrar que, embora “The Originals” esteja chegando ao fim, a saga dos Mikaelson, iniciada em “The Vampire Diaries”, vai continuar com a história da caçula da família, Hope, no spin-off “Legacies”, que estreia na TV americana em menos de três meses, no dia 25 de outubro.

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