The Walking Dead registra pior audiência de meio de temporada de toda a série
“The Walking Dead” não perdeu apenas Rick (Andrew Lincoln) e Maggie (Lauren Cohan) na primeira metade de sua 9ª temporada. O público também está debandando, conforme atesta a audiência do último episódio do ano, a pior de um midseason finale de toda a série, apesar de apresentar a morte de mais um personagem importante. O capítulo “Evolution”, exibido no domingo (25/11), foi visto ao vivo por 5,1 milhões de telespectadores nos Estados Unidos e marcou apenas 2 pontos de audiência entre o público adulto. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos (entre 18 e 49 anos) na medição da consultoria Nielsen. Até então, o midseason finale menos assistido de “The Walking Dead” tinha sido o primeiro, que foi ao ar durante a 2ª temporada – vale lembrar que a 1ª temporada não foi interrompida na metade por possuir apenas seis episódios. Exibido em 2011, o capítulo “Pretty Much Dead Already” foi visto por 6,6 milhões de pessoas. Em relação ao capítulo intermediário da 8ª temporada, “Evolution” representou uma queda de 54% de audiência. Até hoje, o episódio menos visto de toda a série foi o segundo, “Guts”, que atraiu 4,7 milhões de telespectadores em 2010. “The Walking Dead” retoma a segunda metade de sua 9ª temporada em 10 de fevereiro, com exibição no Brasil pelo canal pago Fox.
Criadores de Game of Thrones vêm à Comic Con Experience
A HBO anunciou nas redes sociais a vinda de David Benioff e D.B. Weiss, criadores e showrunners de “Game of Thrones”, para a Comic Con Experience. Os produtores-roteiristas passarão pelo evento para discutir a 8ª e última temporada de “Game of Thrones”, que estreia em abril no canal pago. Além deles, o painel da atração vai contar com o ator John Bradley, que interpreta Samwell Tarly na série. E vale lembrar que Sophie Turner, a Sansa Stark, também estará no evento para divulgar “X-Men: Fênix Negra” pela Fox. Eles se juntam a uma legião de atrações internacionais confirmadas para o evento, como Brie Larson (a Capitã Marvel), Zachary Levi (o Shazam), Sebastian Stan (o Soldado Invernal da Marvel), Michael B. Jordan e Florian Munteanu (ambos de “Creed 2”), Caleb Mclaughlin, Noah Schnapp e Sadie Sink (Lucas, Will e Max de “Stranger Things”), Sandra Bullock e Trevante Rhodes (do terror “Bird Box”), Tom Hopper, David Castañeda e Emmy Raver-Lampman (da série “Umbrella Academy”), Ricky Whittle (protagonista de “American Gods”), Tom Welling (de “Smallville”), os diretores M. Night Shyamalan (“Vidro), Andy Serkis (“Mogli – Entre Dois Mundos”) e Dean DeBlois (“Como Treinar o Seu Dragão 3”), Rebecca Sugar (criadora de “Steven Universo”) e os astros dos quadrinhos John Romita Jr. e Gabriel Bá, entre outros. O evento também vai exibir para o público o filme “Aquaman”, com quase uma semana de antecedência em relação à estreia comercial nos cinemas brasileiros. A CCXP 2018 acontece no São Paulo Expo (antigo Centro de Exposições Imigrantes) entre os dias 6 e 9 de dezembro. Se tem alguém que você pode sondar por novidades, essas pessoas são David Benioff e D.B. Weiss, e sim, eles estarão na #CCXP. #GOTXP #DavidBenioff #DBWeiss pic.twitter.com/CgoUzE2pih — HBO Brasil (@HBO_Brasil) 27 de novembro de 2018
Netflix vai produzir séries animadas baseadas nos clássicos Matilda e A Fantástica Fábrica de Chocolate
A Netflix anunciou que irá transformar os clássicos infantis “Matilda” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate” em séries animadas. A empresa de streaming fechou contrato com a Roald Dahl Story Company, responsável pelos direitos das obras do escritor Roald Dahl, para produzir séries e especiais baseados em suas obras. Além das citadas, o projeto inclui adaptações de “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”, que volta a companhar o protagonista de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, “Os Pestes”, “O Bom Gigante Amigo” e muitos outros livros. A viúva do escritor, Felicity Dahl, celebrou a parceria. “Nossa missão é levar para o maior número de crianças possível a experiência da magia singular e das mensagens positivas das histórias de Roald Dahl. Essa parceria com a Netflix marca um movimento significativo que possibilitará isso, e é um novo capítulo animador para a Roald Dahl Story Company. Sei que Roald ficaria emocionado”, disse, em comunicado oficial. O primeiro projeto deve começar a ser produzido em 2019. As datas de estreia ainda não foram definidas.
Remake da série animada dos Cavaleiros do Zodíaco ganha pôster nacional
A Netflix divulgou o poster nacional do remake da série de “Os Cavaleiros do Zodíaco”, revelando o visual do protagonista Seiya em versão computadorizada. A nova versão está sendo produzida em parceria com a Toei Animation, responsável pela série clássica, e contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série será lançado em 2019, em data ainda não divulgada.
Versão animada de Ultraman ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer da nova série animada de “Ultraman”, que é continuação do programa clássico do “super-herói” japonês dos anos 1960. Fenômeno internacional, “Ultraman” foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados brigando. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova série é uma continuação direta do programa original, acompanhando Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. A prévia da Netflix, que apresenta a luta do herdeiro de Hayata contra um impostor que se diz Ultraman, serve de alegoria para a profusão de personagens criados posteriormente na chamada saga “Ultra”. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que levara a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo a seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. A série foi desenvolvida pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, com direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A estreia está marcada para 1 de abril em streaming
Rilakkuma e Kaoru: Animação em stop-motion japonesa ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Rilakkuma e Kaoru”. A nova animação japonesa se diferencia das outras ofertas do gênero por usar maquetes, massinhas e a técnica do stop-motion. A série animada foi produzida para comemorar os 15 anos do ursinho Rilakkuma. Mas não é adaptação de nenhum mangá. Trata-se de um derivado de outro tipo de cultura popular no Japão. Criado por Aki Kondo como um projeto de marketing, Rilakkuma tornou-se um dos maiores sucessos da empresa San-X, que cria designs de bichos fofinhos para explorar comercialmente. Ao estilo de Hello Kitty, o personagem ilustra inúmeros produtos – de cadernos a livros infantis ilustrados. Na série, Rilakkuma é supostamente alguém fantasiado de ursinho, que apareceu um dia para morar com um mulher chamada Kaoru. Ele passa seus dias no apartamento, enquanto Kaoru trabalha num escritório. Embora tenha um zíper em suas costas, ninguém nunca o viu sem a fantasia. O que está lá dentro é um mistério. Comilão, ele tem como companhia um pequeno filhote de urso branco chamado Korilakkuma, que também apareceu do nada na casa de Kaoru. “Rilakkuma e Kaoru” estreia em 19 de abril em streaming.
Neon Genesis Evangelion: Netflix vai distribuir no Brasil o melhor anime de todos os tempos
A Netflix anunciou uma nova leva de animes em seu catálogo internacional. E um dos destaques é um velho conhecido dos fãs do gênero, o clássico “Neon Genesis Evangelion”, que é considerada a melhor série animada japonesa de todos os tempos. Para dar dimensão da sua relevância, “Evangelion” costuma ser comparado a dois desenhos feitos para o cinema, “Akira” e “Ghost in the Shell”. Com uma grande diferença: é 100% original. Isto é, não foi adaptado de um mangá – ao contrário, inspirou um mangá. Criada por Hideaki Anno em 1995, a série teve 26 episódios que acompanhavam a história de um trio de adolescentes escolhidos para pilotar robôs gigantescos, os EVA, com a função de defender uma Tóquio futurista de violentas criaturas alienígenas, chamadas de Anjos. A trama combinava ação, melodrama e metafísica, apostando no desenvolvimento dos personagens com crises existenciais e culminando num mergulho na metalinguagem em seu final maluco, que até hoje rende discussões. Tanto é que foi refeito no filme “The End of Evangelion”, em 1997. Entre outras coisas, seu impacto redefiniu o subgênero sci-fi dos mecha (robô gigantes pilotáveis), influenciando tudo o que veio depois, inclusive a franquia americana “Círculo de Fogo”. E continuou tão memorável que, uma década depois, Hideaki Anno resolveu refilmar toda a história para o cinema, lançando três longa-metragens muito bem sucedidos entre 2007 e 2012. O quarto e último é esperado com ansiedade para 2020. A série é obrigatória para quem é fã de sci-fi. Quem não conhece, pode ter uma mostra no trailer abaixo, disponibilizado pelo serviço de streaming. A estreia na Netflix vai acontecer em 2019, em data ainda não divulgada.
Anne Hathaway, Andy Garcia e Tina Fey são confirmados na série Modern Love
Confirmou. Anne Hathaway vai mesmo estrelar a série “Modern Love” conforme especulado, marcando sua volta ao gênero, após 18 anos de trabalhos no cinema. Ela começou a carreira na série “Caia na Real” (Get Real), que durou duas temporadas entre 1999 e 2000. Além dela, a Amazon anunciou um elenco de peso na produção, que é baseada na famosa coluna homônima do jornal The New York Times sobre casos de amor e dilemas de relacionamentos. O ponto de partida, portanto, é similar ao que inspirou a série “Sex and the City” nos anos 1990, baseada nas colunas homônimas de Candance Bushnell no New York Observer. Mas o desenvolvimento será bem diferente, como uma antologia de histórias fechadas e sem personagens fixos. Os episódios contarão com Tina Fey (“30 Rock”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Dev Patel (“Lion”), John Slattery (“Mad Men”), Catherine Keener (“Corra!”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Andrew Scott (“Sherlock”), Julia Garner (“Ozark”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”), Gary Carr (“The Deuce”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e John Gallagher Jr. (“Hush: A Morte Ouve”). Criada pelo cineasta John Carney (“Sing Street”), a produção deverá ter oito capítulos, cada um focando uma história distinta com diferentes personagens. Mas ele terá a companhia de diferentes diretores na condução dos capítulos, na forma da atriz Emmy Rossum (estrela de “Shameless”), Sharon Horgan (criadora de “Divorce”) e Tom Hall (“Sensation”). A estreia ainda não foi definida.
Tidelands: Marco Pigossi explica a premissa da série australiana em vídeo de bastidores
A Netflix divulgou um pôster e um vídeo legendado de bastidores de “Tidelands”, primeira série original australiana da plataforma, que destaca em seu elenco o brasileiro Marco Pigossi (novela “Onde Nascem os Fortes”). Ele e a espanhola Elsa Pataky (“Velozes e Furiosos”) são os que mais falam na prévia, na qual os atores explicam a premissa da série. Com temática fantástica, “Tidelands” foi desenvolvida por Stephen M. Irwin (criador da versão original de “Secrets and Lies”) e apresenta um mundo em que existem sereias. A trama acompanha Cal (Charlotte Best, de “Puberty Blues”), uma ex-delinquente recém-libertada da detenção juvenil, que retorna à pequena e perigosa vila de pescadores onde cresceu. Quando o corpo de um pescador local é encontrado na praia, a relação clandestina da cidade com contrabando de drogas se torna pública. E Cal busca desvendar os segredos da cidade enquanto investiga uma comunidade marginalizada que vive em um local afastado da baía: um grupo de seres sensuais e perigosos, metade sereia e metade humanos, chamados de “Tidelanders” e liderados pela personagem de Elsa Pataky. Pigossi vive o par romântico da protagonista e o elenco ainda inclui o australiano Aaron Jakubenko (“The Shannara Chronicles”), como o irmão desorientado de Cal, o neozelandês Mattias Inwood (“Will”), no papel de um oficial da polícia que também possui um segredo a ser desvendado, além de Hunter Page-Lochard (“Cleverman”), Madeleine Madden (minissérie “Picnic at Hanging Garden”), Caroline Brazier (“Terra Nova”), Peter O’Brien (“X-Men Origens: Wolverine”) e Dalip Sondhi (“Secret City”). “Tidelands” estreia em 14 de dezembro.
Malhação vai ganhar primeiro spin-off com a produção da série As Five
Uma das fases mais bem-sucedidas de “Malhação”, intitulada “Viva a Diferença”, que foi encerrada em março passado, vai virar série. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) está escrevendo os episódios do spin-off, batizado de “As Five”, como ficaram conhecidas as cinco protagonistas da novela teen. “Malhação – Viva a Diferença” começou com o encontro casual dessas cinco protagonistas. Durante uma pane do metrô de São Paulo, Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaine Vieira), Tina (Ana Hikari), Benê (Daphne Bozaski) e Keyla (Gabriela Medvedovski) ficaram presas no mesmo vagão. Para aumentar a tensão, Keyla entrou em trabalho de parto, e as outras quatro se uniram para ajudá-la. Assim, nasceu uma amizade improvável entre jovens de diferentes estilos de vida e classes sociais. A trama quebrou clichês, ao apresentar cinco protagonistas mulheres no lugar do tradicional antagonismo entre um casal bonzinho e uma vilã. Além disso, uma das cinco, Lica, revelou-se lésbica e teve um romance com sugestão sexual, o que rendeu repercussão, grande audiência (média de 20,7 pontos na Grande São Paulo, mais do que dá atualmente a novela das seis, “Espelho da Vida”) e inspirou a Globo a colocar pela primeira vez em 13 anos uma temporada de “Malhação” em seu catálogo de vendas internacionais. Deu resultado. O reconhecimento a “Viva a Diferença” chegou ao Emmy Internacional Kids, onde foi indicada a prêmio. A série vai reencontrar as protagonistas após a passagem de alguns anos. Já jovens adultas, elas vão se reencontrar no enterro da mãe de Tina e terão de reaprender a conviver entre si, porque suas vidas mudaram muito – no final de “Viva a Diferença”, cada uma seguiu um rumo diferente. As gravações devem começar no próximo trimestre e a série será exibida primeiro no Globoplay, antes de surgir na tela da Globo, ainda em 2019.
Trailer de Elseworlds introduz premissa do crossover e destaca o uniforme preto de Superman
A rede The CW divulgou o primeiro trailer completo de “Elseworlds”, novo crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia finalmente introduz a premissa da história, ao mostrar o Dr. John Deegan (Jeremy Davies) recebendo “poderes de um deus” do Monitor (LaMonica Garrett). Em outras palavras, ele adquire a capacidade de reescrever a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além disso, Superman (Tyler Hoechlin) aparece de uniforme preto, o Flash dos anos 1990 (John Wesley Shipp) ainda está na ativa e o batsinal atrai uma Batwoman (Ruby Rose) para lutar ao lado dos heróis. Por curiosidade, o Dr. Deegan só apareceu uma vez nos quadrinhos, numa história de Batman. Foi em 1941, quando ele foi recrutado como capanga pelo Coringa – e morreu nesta única aparição. Mas não seria a primeira vez que o Arrowverso joga uma bola curva para os fãs, incluindo uma reviravolta na história. Já o Monitor é conhecido pela célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nas páginas do Flash. O surgimento do personagem pode ser sinal de um projeto mais ambicioso, para além do atual crossover, já que uma voz na prévia fala de outra Terra, que teria sido destruída. De todo modo, a capacidade de reescrever realidades explica o título “Elseworlds”, que é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. E ganhará exibição especial e consecutiva dos três episódios no dia 16 de dezembro no Brasil, pelo canal pago Warner.
The Walking Dead : Produção faz pronunciamento oficial sobre Lauren Cohan
Diante das inúmeras perguntas de fãs e da própria imprensa sobre a forma como Maggie, a personagem de Lauren Cohan, saiu da série, a produção de “The Walking Dead” emitiu um comunicado para se pronunciar oficialmente sobre a participação da atriz em novos episódios. “O último episódio de Maggie nesta temporada foi o quinto. Mas este não é o fim da história de Maggie. Amamos Lauren Cohan e esperamos tê-la de volta na série principal ou em outras obras, e nós construímos uma trama que possibilita isto”, diz o texto sucinto, assinado em conjunto pelo diretor criativo Scott Gimple e a showrunner Angela Kang, Divulgado durante o programa “Talking Dead” de domingo (25/11), o texto confirma que os produtores têm a intenção de trazer Cohan de volta à série, dependendo apenas da disponibilidade da atriz. A despedida de Maggie aconteceu no episódio final de Rick (Andrew Lincoln), antes do salto temporal da série. Mas não se deu com um grande gesto, como o sacrifício do ex-xerife. A explicação para a ausência da personagem na trama foi dada sucintamente por Jesus (Tom Payne) e Siddiq (Avi Nash), revelando que ela embarcou em nova jornada, para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada. Lauren Cohan não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de uma nova série, “Whiskey Cavalier”, que vai estrear em 2019 na rede ABC. No entanto, seu contrato com a ABC lhe permite participar de séries de outras emissoras, caso as agendas de gravação não coincidam. Em entrevista concedida recentemente, Kang revelou que já está em contato com a atriz para discutir possíveis novas tramas para Maggie. “Nós estivemos conversando com Lauren e espero que possamos contar mais da história de Maggie. Temos algumas cartas na manga e adoraríamos a oportunidade de mostrá-las. Mas tem mais a ver com agendar as filmagens no momento certo, estão espero que cheguemos a um acordo”, a produtora explicou.
The Walking Dead: Negan está solto em cena inédita do próximo ano
O programa “Talking Dead”, que traz entrevistas e exibe novidades da produção de “The Walking Dead”, divulgou uma cena inédita do primeiro episódio de 2019 da série de zumbis, intitulado “New Enemy”. A prévia revela os primeiros momentos de liberdade de Negan (Jeffrey Dean Morgan), após escapar da prisão no capítulo exibido no domingo (25/11). Caso a série siga os quadrinhos, Negan voltará a ter grande importância na história, com direito a muitas reviravoltas e a boa e velha desconfiança em relação às suas verdadeiras intenções. Traição é o principal elemento de sua jornada. “The Walking Dead” só vai retornar no dia 10 de fevereiro, com exibição no Brasil pelo canal pago Fox.












