Astronauta, de Mauricio de Sousa, vai virar série animada adulta na HBO
O personagem Astronauta, criado por Mauricio de Sousa, vai ganhar uma animação adulta, que será coproduzida pela Mauricio de Sousa Produções e a HBO. O anúncio da parceria foi feito nesta sexta-feira (7/12) durante a CCXP (Comic Con Experience), um ano após a exibição do primeiro teaser do projeto, no mesmo evento. Intitulada “Astronauta: Propulsão”, a série terá seis episódios exibidos na HBO, tornando-se a primeira animação original do canal na América Latina. “Estamos literalmente aterrissando em outro planeta”, disse Robert Rios, vice-presidente corporativo de produções originais da HBO. O personagem Astronauta foi por Mauricio de Sousa em 1962. Mas a animação terá como base a premiada graphic novel de Danilo Beyruth, lançada em 2012. Beyruth escreveu e desenhou uma trilogia do personagem, com inspirações que vão desde Jack Kirby a Moebius, passando por Arthur C. Clark. Recentemente, ele também colaborou com o diretor Vicente Amorim no thriller “Motorrad”. “Logo que vi as releituras das histórias do meu personagem Astronauta feitas pelo artista Danilo Beyruth senti que tinha em mãos o básico para uma fantástica série de desenhos animados com tudo que deve ter uma proposta de ficção científica”, conta Mauricio de Sousa. “O Astronauta vive a série de maior sucesso no nosso projeto das Graphic Novels tanto pelos roteiros quanto pela realização artística”, completou. “Astronauta: Propulsão” terá roteiro de Roger Keesse e produção dos estúdios Birdo (de “Oswaldo” e “Cupcake & Dino”) e Ultrassom Music Ideas. Ainda não há data de estreia prevista. Mas o teaser pode ser (re)visto abaixo.
Gotham: Vídeo de bastidores traz cenas inéditas e depoimentos reveladores sobre o final da série
A rede americana Fox divulgou uma novo vídeo da 5ª temporada de “Gotham”, que irá encerrar a série. A prévia de mais de três minutos traz muitas cenas inéditas e depoimentos reveladores do elenco, que descrevem as situações em que seus personagens se encontram ao voltarem para o final da trama. O vídeo foi legendado por fãs, veja abaixo. Além do elenco central representado no vídeo, a temporada irá fazer a introdução do vilão Bane, que será vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”), e destacar a última transformação de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan), que finalmente deve assumir a aparência do Coringa. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. O arco final da série será baseado em “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra a cidade sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, a destruição e o isolamento eram causados por um Terremoto, mas na série foi um ato de terrorismo de Valeska. Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. Originalmente, a temporada final teria apenas 10 episódios, mas a Fox encomendou mais dois, totalizando 12 capítulos para 2019. Os novos episódios estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos.
Quentin Tarantino pode lançar série “derivada” de Era uma Vez em Hollywood
Um detalhe do novo filme de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, chamou atenção da revista The Hollywood Reporter. O longa, que se passa em 1969 na cidade de Los Angeles, tem entre seus personagens principais um antigo astro de série de western, Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Mas embora os personagens sejam inventados, eles vão contracenar com figuras reais do período. E é significativo que o papel de Luke Perry (o pai de Archie em “Riverdale”) se chame Scott Lancer. O nome é o mesmo do protagonista da série “Lancer”, exibida entre 1968 e 1970 nos Estados Unidos. A série girava em torno do fazendeiro, que convoca seus filhos Johnny e Scott Lancer (de duas mães diferentes), vividos por James Stacy e Wayne Maunder, para ajudar a salvar a propriedade da família. Pois o THR descobriu que Tarantino negociou um acordo com a viúva do criador de “Lancer”, Samuel A. Peeples, pelos direitos da série e estaria planejando um reboot, como uma série ou filme. O diretor não faz segredo sobre sua paixão por westerns, já que realizou dois filmes no gênero, “Django Livre” (2012) e “Os Oito Odiados” (2016). Mas apesar da apuração do THR, não há nenhum projeto oficial em desenvolvimento para reviver a série clássica. Por enquanto.
Atriz confirma presença de Jadis nos filmes derivados de The Walking Dead
A atriz Pollyanna McIntosh confirmou que retornará como Jadis no filme que contará o destino de Rick Grimes, após a saída do personagem da série “The Walking Dead”. Durante sua participação na Walker Stalker Con, um evento dedicado à série, a atriz inclusive deu alguns detalhes da trama. “Nós veremos para onde Rick foi levado, e ela estará lá, obviamente. Estou muito empolgada com esse projeto. Nós teremos um maior entendimento da comunidade de Jadis, como que as coisas funcionam lá.” O canal pago AMC chegou a anunciar uma trilogia de filmes, que contará com Andrew Lincoln, de volta ao papel de Rick. O primeiro longa de “The Walking Dead” começará a ser produzido no primeiro semestre de 2019.
Sindicato dos Roteiristas dos EUA divulga indicados das categorias televisivas de seu prêmio anual
O Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês) anunciou as indicações ao seu prêmio anual, o WGA Awards, nas categorias de TV. Roteiros de séries, programas de variedades e animações foram selecionados pela entidade para celebrar os melhores trabalhos na TV neste ano. Na seleção de séries dramáticas, houve apenas uma novidade: “Succession” se juntou às veteranas “The Americans”, “Better Call Saul”, “The Crown” e “The Handmaid’s Tale” – deixando de fora “Killing Eve”, que não foi lembrada nem como “nova série”. Entre as comédias, a estreante “Barry” formou a seleção com “Atlanta”, “GLOW”, “The Good Place” e “The Marvelous Mrs. Maisel”. Os vencedores serão conhecidos em cerimônia marcada para o dia 17 de fevereiro. Confira abaixo a lista completa dos indicados nas categorias televisivas do prêmio do sindicato. Melhor Roteiro em Série – Drama “The Americans” “Better Call Saul” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Succession” Melhor Roteiro em Série – Comédia “Atlanta” “Barry” “GLOW” “The Good Place” “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Roteiro em Nova Série “Barry” “A Maldição da Residência Hill” “Homecoming” “Pose” “Succession” Melhor Roteiro Original – Minissérie ou Telefilme “Castle Rock” “My Dinner with Hervé” “Paterno” Melhor Roteiro Adaptado – Minissérie ou Telefilme “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” “The Looming Tower” “Maniac” “Sharp Objects” Melhor Roteiro em Episódio de Série – Drama “The Affair” – episódio “Episode 407” “The Handmaid’s Tale” – episódio “First Blood” “Homeland” – episódio “Paean To The People” “Narcos: México” – episódio “Camelot” “Ozark” – episódio “The Precious Blood of Jesus” “This Is Us” – episódio “The Car” Melhor Roteiro em Episódio de Série – Comédia “Barry” – episódio “Chapter One: Make Your Mark” “Forever” – episódio “Another Place” “The Kids Are Alright” – episódio “Pilot” “Orange is the New Black” – episódio “Who Knows Better Than I” “Santa Clarita Diet” – episódio “Halibut!” “Unbreakable Kimmy Schmidt” – episódio “Kimmy and the Beest!” Melhor Roteiro em Episódio de Série – Animação “Bob’s Burgers” – episódio “Boywatch” “Bob’s Burgers” – episódio “Just One of the Boyz 4 Now for Now” “Bob’s Burgers” – episódio “Mo Mommy Mo Problems” “Family Guy” – episódio “Send in Stewie, Please” “The Simpsons” – episódio “Bart’s Not Dead” “The Simpsons” – episódio “Krusty the Clown” Melhor Roteiro em Programa de Comédia e Variedades “Full Frontal with Samantha Bee” “Last Week Tonight with John Oliver” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” Melhor Roteiro em Programa de Esquetes de Comédia e Variedades “At Home with Amy Sedaris” “I Love You, America” “Nathan For You” “Portlandia” “Saturday Night Live”
Watership Down: Minissérie animada baseada na obra clássica Uma Grande Aventura ganha trailer
A BBC divulgou o trailer oficial de “Watership Down”, minissérie animada baseada no livro homônimo de Richard Adams, lançado no Brasil como “Uma Grande Aventura”. A prévia revela um desenho de bichos falantes que não segue o padrão cômico do gênero. Ao contrário, é bem dramático. Passado no sul rural da Inglaterra, a trama segue um bando de coelhos que foge da destruição de seu habitat e procura um novo lar, numa aventura movida à esperança, coragem e luta pela sobrevivência. “Uma Grande Aventura” já ganhou uma famosa versão cinematográfica de 1978, que na época chocou por ser uma das primeiras animações com cenas de violência. Hoje, o filme é considerado uma obra-prima. O livro também já rendeu uma série animada britânica, que durou três temporadas entre 1999 e 2001. A nova versão tem direção do cineasta Noam Murro (de “300: A Ascensão do Império”) e é a primeira a usar computação gráfica para animar os coelhos e outros bichos da história, dando maior realismo ao drama. Entre os dubladores estão alguns astros famosos como James McAvoy (“Fragmentado”), Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”), John Boyega (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Gemma Arterton (“Gemma Bovary”), Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Olivia Colman (“A Favorita”), Peter Capaldi (“Doctor Who”), Rosamund Pike (“Garota Exemplar”), Miles Jupp (“Howards End”), Freddie Fox (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”). A minissérie tem quatro episódios e estreia em 22 de dezembro no Reino Unido, chegando um dia depois na Netflix.
Loudermilk: Série do diretor de Debi & Lóide é renovada para a 3ª temporada
O canal pago americano Audience (A.K.A. AT&T Audience Network) renovou “Loudermilk” para sua 3ª temporada. O anúncio foi feito duas semanas antes do final do segundo da produção, que vai ao ar no dia 19 de dezembro. Criada pelo cineasta Peter Farrelly (“Debi & Lóide”, “Quem Vai Ficar com Mary”, “Green Book”) em parceria com o roteirista Bobby Mort (do programa “The Colbert Report”), a série gira em torno de Sam Loudermilk, um alcóolatra em recuperação com um gênio díficil. O personagem-título é vivido por Ron Livingston, que também faz parte do elenco de “Search Party” e “A Million Little Things”. A última temporada mostrou Loudermilk tentando ajeitar sua vida após uma recaída em Nova Orleans e uma briga com seu melhor amigo e padrinho do AA, Ben (Will Sasso, de “Os Três Patetas”, também dirigido por Farrelly). O elenco também inclui Anja Savcic (“Extraterrestrial”) e Laura Mennell (“Van Helsing”), e inclui os coadjuvantes Timothy Webber (“Once Upon a Time”), Brian Regan (“No Auge da Fama”), Jackie Flynn (“Professor Peso Duro”) e Viv Leacock (“Perdidos no Espaço”). A 3ª temporada da série começa a ser gravada ainda no primeiro semestre de 2019, em Vancouver, no Canadá.
Titãs: Trailer legendado anuncia data de estreia da série da DC Comics na Netflix
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “Titãs” (Titans), que além de mostrar cenas da série da DC Comics, anuncia a data de estreia da atração no Brasil. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muitas cenas de violência, palavrões e sexo. Primeira atração lançada pela plataforma DC Universe, que por enquanto só opera nos Estados Unidos, “Titãs” chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E pelo tom inicial, o clima sombrio inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones” é mais que mantido. Assim como a aprovação da crítica, com 84% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação do grupo de mesmo nome, em sua versão dos anos 1980, comprovando, como todo leitor da DC sabe, que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única, como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da trama, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades do adolescente Grayson não deram origem à “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A ideia de formar um grupo teria surgido anos mais tarde, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Por isso, sua jornada na produção leva tanto ao nascimento dos Titãs quanto à sua transformação em Asa Noturna. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a jovem para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Nos quadrinhos, ela é filha do demônio Trigon. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerra em 21 de dezembro nos Estados Unidos e chega na Netflix no dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada.
Netflix renova Narcos: México para mais uma temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Narcos: México” para sua 2ª temporada – ou 5ª, considerando as três primeiras temporadas de “Narcos” ambientadas na Colômbia. O anúncio foi feito pelas redes sociais e pelo YouTube (veja abaixo) cerca de três semanas após o lançamento da nova versão da série, que narra o surgimento dos cartéis mexicanos de drogas. Detalhe: a 1ª temporada de “Narcos: México” tinha terminado num cliffhanger, que deixaria os fãs frustrados caso não tivesse resolução. Embora a Netflix não divulgue números de audiência, “Narcos” é considerado um dos maiores sucessos globais da plataforma entre suas séries originais. O compromisso de continuar a série também acontece no momento em que “House of Cards” e “Orange Is the New Black”, as duas atrações que ajudaram a viabilizar a proposta da Netflix, chegam às suas conclusões. O showrunner de “Narcos” Eric Newman assinou recentemente um contrato para desenvolver novas séries com exclusividade para o serviço de streaming. “Eu farei a série enquanto eles me deixarem fazer isso”, disse Newman à revista The Hollywood Reporter na véspera do anúncio de renovação, afirmando ter material mais do que suficiente para muitas temporadas de “Narcos”. Apesar da renovação, não está claro se Diego Luna, que também vai estrelar uma nova série de “Star Wars” para a Disney+ (Disney Plus), retornará para a 2ª temporada de “Narcos: Mexico”. O final do primeiro ano sugeriu que o personagem de Luna teria uma grande importância na continuação da história. Ao falar com a THR antes da confirmação de mais episódios, o ator disse que queria ver a reação à temporada antes de discutir a possibilidade de retornar. “Um passo de cada vez”, disse ele. Em breve, a história continua no México. Próxima temporada de #NARCOS garantida. pic.twitter.com/8oAwAG6BXz — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 5, 2018
Globoplay vai disponibilizar The Big Bang Theory e Young Sheldon em streaming no Brasil
A Globoplay anunciou que passará a oferecer em 2019 as séries “The Big Bang Theory” e seu spin-off “Young Sheldon” em streaming no Brasil. O anúncio oficial ainda não foi feito porque os últimos detalhes do acordo estão sendo fechados. Mas as negociações estão avançadas, e João Mesquita, diretor-geral do Globoplay, adiantou a jornalistas que o “Big Bang” vem aí: “Vamos ter todas as temporadas, e também Young Sheldon”. A série original é uma das mais pedidas pelos assinantes da Netflix, conforme é possível verificar numa rápida passada pelo Google, mas a rede CBS, responsável por sua produção, reteve os direitos de exibição para si mesma, disponibilizando a atração em sua plataforma CBS All Access nos Estados Unidos. “The Big Bang Theory”, porém, já é velha conhecida dos fãs brasileiros, sendo bastante reprisada no canal pago Warner e na rede SBT – como “Big Bang: A Teoria”. A série acompanha o cotidiano de amigos cientistas superinteligentes e amantes da cultura geeks que sofrem para viver experiências comuns, como namorar ou ir a festas. Na temporada passada, a comédia conseguiu um feito histórico. Pela primeira vez, venceu os até então imbatíveis jogos da NFL (liga profissional de futebol americano) exibidos nas noites de domingo pela rede NBC, tornando-se o programa mais visto na TV americana, com uma média de 18,634 milhões de telespectadores por episódio da 11ª temporada. A série chegará ao fim na atual 12ª temporada, após Jim Parsons decidir não renovar seu contrato para viver o protagonista Sheldon Cooper. Mas ele continuará produzindo “Young Sheldon”, que acompanha o jovem Sheldon (Iain Armitage) em sua infância no fim da década de 1980. Exibida após “The Big Bang Theory”, a comédia é a terceira série mais vista dos Estados Unidos, com média de 10,83 milhões de telespectadores por episódio. A atração, que está em seu segundo ano, deverá ocupar o lugar de “Big Bang Theory” como carro-chefe da CBS na grade da temporada 2019-2020.
Legends of Tomorrow também vive Elseworlds em trailer e fotos do midseason finale
“Legends of Tomorrow” ficou de fora do crossover deste ano das séries de super-heróis, que envolverá apenas “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Mas também terá seu momento “Elseworlds” na mesma semana de exibição do especial. A rede CW divulgou 12 fotos e o trailer do midseason finale de “Legends”, que mostra diversas versões alternativas dos heróis, com realidades inspiradas em “As Panteras” e até nos “Muppets”, sem esquecer de zumbis e uma homenagem às produções dos anos 1980. Essa profusão de “Elseworlds”, porém, é um problema localizado. Culpa de John Constantine (Matt Ryan), que alterou o passado para evitar a morte de um amante e, assim, causou mudanças profundas na linha temporal. Apenas ele e a Amaya fake/Charlie (Maisie Richardson-Sellers) lembram da realidade e terão a missão de consertar a bagunça que criaram. Para quem não conhece, as histórias criadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da DC Comics em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Intitulado “Legends of To-Meow-Meow”, o episódio vai ao ar na próxima segunda (10/12) nos Estados Unidos e marca a pausa de exibição de fim de ano da atração. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Netflix teria pago US$ 100 milhões para manter Friends em seu catálogo
A notícia de que “Friends” poderia sair do catálogo da Netflix na virada do ano gerou protestos entre os fãs da série clássica, que até hoje maratonam as “reprises”, e a repercussão levou a plataforma a fazer uma loucura. De acordo com uma reportagem do The New York Times publicada na terça (3/12), a plataforma resolveu desembolsar nada menos que US$ 100 milhões para manter “Friends” em seu catálogo pelo próximo ano. O valor é mais que o triplo dos US$ 30 milhões pagos anteriormente à WarnerMedia, dona dos direitos da série, para exibir originalmente a atração. Segundo o New York Times, o acordo entre a Netflix e a AT&T, que comprou a Warner em junho deste ano, seria encerrado em dezembro, e as empresas já renegociavam os direitos da série há alguns meses. Pois o martelo foi batido neste começo de mês. Mas os valores do negócio podem ter sido menores que os noticiados pelo NYT. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter estimam que o acordo custou entre US$ 70 e 80 milhões. De todo modo, bem mais caro que a cessão original dos direitos de exibição. Além disso, o acordo também dá à WarnerMedia o direito de exibir “Friends” simultaneamente em seu novo serviço de streaming, que deverá ser lançado em 2019 para concorrer, justamente, com a Netflix. Exibida nos EUA entre 1994 e 2004, a série acabou no auge da popularidade, o que lhe manteve como uma das mais adoradas da história da televisão norte-americana. Embora a Netflix não divulgue dados, especula-se que “Friends” seja a série mais vista do catálogo de produtos licenciados da plataforma. Para se ter noção da importância dispensada à série, após o negócio a Netflix Brasil publicou um tuíte para acalmar os ânimos dos fãs brasileiros, que também ficaram ansiosos com os boatos de despedida da série do streaming. “‘Friends’ não vai sair, gente. Podem maratonar à vontade”, pronunciou-se a empresa. Friends não vai sair, gente. Podem maratonar à vontade. — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 3 de dezembro de 2018
Toby Kebbell entra na série de suspense de M. Night Shyamalan
O ator Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) entrou no elenco da nova série do cineasta M. Night Shyamalan (“Fragmentado”), que está sendo desenvolvida para a plataforma de streaming da Apple. Ele se junta no elenco a Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”), Nell Tiger Free (“Game of Thrones”) e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”), anteriormente anunciados. Ainda sem título nem sinopse oficial, a série é um suspense que envolve uma babá (Nell Tiger Free) contratada por casal para cuidar de seu filho recém-nascido. Kebbell e Ambrose viverão o casal, enquanto Grint interpretará o irmão da personagem de Ambrose. A atração foi criada pelo roteirista britânico Tony Basgallop (“Berlin Station”) e terá seu primeiro episódio dirigido por Shyamalan, que também assina a produção, repetindo as funções desempenhadas em sua única série anterior, “Wayward Pines”, em 2015. Ainda não há previsão para a estreia desta ou qualquer outra produção da plataforma de streaming da Apple.












