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Série

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Série

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Série

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30 de julho de 2026
  • Série

    Atlanta não vai exibir sua 3ª temporada em 2019

    5 de fevereiro de 2019 /

    A 3ª temporada de “Atlanta” não deve ir ao ar em 2019. O presidente do canal pago FX, John Landgraf, revelou que a produção da comédia criada por Donald Glover está atrasada, e que não há uma previsão de estreia por enquanto. “‘Atlanta’ não estreará a tempo para o ciclo do Emmy 2019”, disse Landgraf durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Para concorrer ao prêmio da Academia da Televisão, a série teria que exibir ao menos metade de seus episódios até 31 de maio. O executivo deu a entender que a agenda lotada e problemas pessoais de Glover levaram ao adiamento. “Como você deve imaginar, Donald Glover é meio que o rei de toda a mídia, e ele teve algumas complicações em sua vida recentemente. Ele teve coisas pessoas com as quais teve que lidar, lesões e outras coisas que tem a ver com sua família”, comentou. “Eu acho que uma das realidades da televisão hoje em dia é que você tem que esperar. Temos tantas coisas que não são mais lançadas em um ciclo regular [anual]. Do meu ponto de vista, é preciso fazer uma escolha de qualidade sobre quantidade”, completou. Vale lembrar que este não será o primeiro hiato da produção. A 1ª temporada estreou em setembro de 2016, enquanto a 2ª começou a ser exibida apenas em março de 2018. Glover anda muito requisitado em diversos projetos no cinema, como o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”, dublagens de séries animadas e ainda tem uma carreira musical sob o pseudônimo de Childish Gambino. Mas não é o único que enfrenta este tipo de problema na produção, que também inclui Brian Tyree Henry, Lakeith Stanfield e Zazie Beetz, todos alçados ao estrelato após participações em filmes – de “As Viúvas” a “Deadpool 2” – no ano passado. “Atlanta” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox e tem seus episódios disponíveis também na Netflix.

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  • Série

    Grown-Ish e Good Trouble são renovadas pelo Freeform

    5 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano Freeform renovou as séries “Grown-Ish” e “Good Trouble”. Ambas são spin-offs de atrações populares, respectivamente de “Black-Ish” e “The Fosters”, centradas nas filhas já crescidas das famílias das produções originais. “Grown-Ish” acompanha a vida universitária de Zoey (Yara Shahidi), a filha mais velha da família Johnson, e foi renovada para sua 3ª temporada, enquanto “Good Trouble” segue as irmãs adotivas Callie (Maia Mitchell) e Mariana (Cierra Ramirez) na fase adulta de suas vidas em Los Angeles, que continuará em sua 2ª temporada. O Freeform ainda vai lançar um terceiro spin-off em 2019: “The Perfectionists”, derivado de “Pretty Little Liars”.

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  • Série

    Série clássica O Quinteto vai voltar em remake com adolescentes latinos

    5 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago Freeform aprovou a produção do remake de “Party of Five”, série dramática clássica dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”. A trama original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A série girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda um detalhe crucial. Os irmãos seriam latinos e seus pais foram deportados pela política intolerante do governo presidido por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf foi parar na série “Plantão Noturno” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol nos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. A nova versão da série será estrelada por Brandon Larracuente (o Jeff de “13 Reasons Why”), Emily Tosta (“Mayans M.C”), Niko Guardado (“The Goldbergs”) e Elle Paris Legaspi (“Vida”). Os criadores da série original, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. “Estamos emocionados de poder compartilhar a narrativa revolucionária de Amy e Chris com um novo público, e empolgados para ver nossos espectadores descobrindo a beleza da série”, disse em comunicado oficial o presidente do Freeform, Tom Ascheim. Ainda não há previsão de estreia.

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    Ator de Game of Thrones será o Professor Xavier na série Legion

    5 de fevereiro de 2019 /

    Vai acontecer. Ainda que a 3ª temporada seja a última de “Legion”, a série apresentará o pai de David Haller (personagem de Dan Stevens), que é, como nos quadrinhos, o Professor Charles Xavier. O canal pago FX anunciou que Harry Lloyd, que ficou conhecido por viver Viserys Targaryen em “Game of Thrones” e atualmente estrela a excelente série “Counterpart”, viverá o Professor X. Além dele, também foi escalada Stephanie Corneliussen (a Joanna de “Mr. Robot”) como Gabrielle, mãe de David Haller. A idade dos intérpretes sugere que suas participações vão acontecer em flashbacks. O criador da série Noah Hawley revelou ter tido falou sobre as dificuldades de obter a permissão para usar o personagem de Xavier na série. “É uma decisão criativa, mas é também uma decisão corporativa”, disse, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “O estúdio está sempre pensando no que eles querem proteger e deixar apenas para os filmes”. Lloyd será o primeiro ator a interpretar o Professor Xavier numa série, mas o personagem já teve duas versões no cinema, vivido por Patrick Stewart e James McAvoy. Stewart, por sinal, chegou a sugerir aos produtores que poderia voltar a vivê-lo em “Legion”, mas o caminho escolhido foi outro.

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    The Walking Dead é renovada para a 10ª temporada

    5 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago AMC anunciou a renovação de “The Walking Dead” para sua 10ª temporada. A confirmação foi feita uma semana antes da estreia da segunda parte da 9ª temporada, e não causou surpresa, considerando que a série se mantém como a mais vista do canal, apesar de ter perdido milhões de telespectadores. A atração, que já originou o spin-off “Fear the Walking Dead”, também está sendo expandida numa série de filmes, que retomarão a história de Rick Grimes (Andrew Lincoln), personagem dado como morto nos episódios do ano passado. “The Walking Dead” vai introduzir novos vilões em seus próximos capítulos. Considerados as maiores ameaças dos quadrinhos de Robert Kirkman, os Sussuradores já causaram uma baixa importante no elenco da série, e terão ainda mais destaque daqui em diante. Eles têm este nome por caminhar disfarçados de mortos-vivos em meio aos infectados, comunicando-se apenas por sussurros. Graças a esse artifício, conseguem conduzir hordas de zumbis em ataques coordenados contra comunidades para ficar com os espólios. “The Walking Dead” retorna no domingo, dia 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    New Amsterdam é renovada para a 2ª temporada

    4 de fevereiro de 2019 /

    A rede americana NBC renovou a série “New Amsterdam” para sua 2ª temporada. O drama médico estrelado por Ryan Eggold (o Tom Keen de “The Blacklist”) foi um dos maiores sucessos televisivos do último outono norte-americano, atingindo impressionantes 11,9 milhões de telespectadores e 2,5 pontos na medição acumulada semanal da empresa Nielsen. Na série, Eggold vive o Dr. Max Goodwin, descrito na sinopse como um homem determinado ao ponto da exaustão – dele mesmo e de todos ao seu redor, incluindo sua ex-esposa. Recém-contratado como diretor médico do hospital Bellevue, em Nova York, ele quer restaurar o local, atualmente em situação precária, à sua antiga glória… ou brigar com todos e ser expulso de tanto tentar. O projeto tinha o título provisório de “Bellevue” e é baseado no livro de memórias do Dr. Eric Manheimer, intitulado “Doze Pacientes: Vida & Morte no Hospital Bellevue”. A adaptação foi escrita e produzida por David Schulner (criador da série “Do No Harm”) com consultoria do próprio Manheimer. Localizado em Manhattan, o Bellevue é o mais antigo hospital dos Estados Unidos e teve papel importante no tratamento de diversas epidemias, incluindo a Aids e o ebola. Além de Eggold, o bom elenco também inclui Janet Montgomery (série “Salem”), Freema Agyeman (série “Sense8”), Tyler Labine (série “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”), Jocko Sims (série “The Last Ship”) e o indiano Anupam Kher (“Doentes de Amor”).

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    Julie Adams (1926 – 2019)

    4 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Julie Adams, que marcou época como a bela que encantou “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), morreu na manhã de domingo (3/2) em Los Angeles, aos 92 anos. Apesar de ter sido lançada ao estrelado no clássico da Universal de 1954, ela já tinha, àquela altura, uma carreira expressiva em westerns da Paramount. Mas, curiosamente, até então era conhecida como Betty Adams, seu nome real. Ela nasceu Betty May Adams em 17 de outubro de 1926, em Waterloo, Iowa. Seu pai era um comprador de algodão e a família se mudava com frequência enquanto ela crescia. Dois anos depois de se formar na Little Rock High School, em Arkansas, a jovem Betty foi coroada Miss Little Rock em 1946. Com a coroa de miss à tiracolo, ela decidiu se mudar para Los Angeles e tentar a sorte como atriz. Precisou passar dois anos como secretária enquanto aprendia seu ofício. Sua primeira oportunidade aconteceu em 1949, quando ela conseguiu uma pequena figuração na série da NBC “Your Show Time”. Depois de fazer sua estréia no cinema em um papel não creditado em “Brasa Viva” (1949), da Paramount, Adams fechou contrato com o estúdio e foi escalada numa sequência de westerns, iniciada pela “A Gangue dos Daltons” (1949), até chegar ao papel da “mocinha” em seis filmes do cowboy James Ellison. Ela virou Julia Adams a partir do western de prestígio “E o Sangue Semeou a Terra” (1952), de Anthony Mann, seguido por outro bangue-bangue célebre, “Bando de Renegados” (1953), de Raoul Walsh. E foi com este nome que estampou o pôster de seu célebre filme de monstro. Concebida como uma versão subaquática de “A Bela e a Fera”, “A Criatura da Lagoa Negra” acompanhava uma expedição científica nos rios da Amazônia. Adams interpretava Kay Lawrence, a namorada de um dos cientistas, que se torna o objeto de desejo da criatura ao decidir nadar em seu habitat. Ela, porém, considerou que o projeto representava um passo atrás em sua carreira. “Eu pensei: ‘A criatura de quê? O que é isso?'”, ela contou em uma entrevista para a Horror Society em 2013. Ao mesmo tempo, ela temia recusar o papel num filme de grande estúdio, porque “estava trabalhando com algumas grandes estrelas” e se desistisse “além de ficar sem salário, poderia ser suspensa”. “Então pensei: ‘Que se dane! Pode ser divertido’. E, claro, de fato foi. Foi um grande prazer fazer o filme”. A bela de maiô encantou a fera aquática e o público mundial, criando uma das imagens mais icônicas do cinema, ao ser transportada, desacordada, nas garras da criatura. Outra cena famosa mostrava o monstro tentando agarrar seus pés, enquanto ela nadava alheia ao perigo. Como golpe de publicidade, a Universal declarou na ocasião que as pernas da atriz eram “as mais perfeitamente simétricas do mundo” e assegurou-as por US$ 125 mil – uma fortuna na época. Mas, apesar da popularidade conquistada pelo longa dirigido por Jack Arnold – até hoje, a ponto de inspirar diretamente “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro – , “O Monstro da Lagoa Negra” foi uma exceção na carreira de Adams, que não voltou mais ao terror, mantendo uma filmografia focada em comédias e dramas. Até para se dissociar da sombra da criatura, ela decidiu mudar de nome pela terceira vez, passando a ser creditada como Julie Adams a partir do ano seguinte, no filme noir “Dominado pelo Crime” (1955). Ela se casou logo em seguida, ao se apaixonar pelo ator Ray Danton, seu parceiro em “Hienas Humanas” (1955). Mas decidiu não mudar mais seu nome artístico. Antes de se divorciarem nos anos 1980, os dois também contracenaram no filme de guerra “Mensagem Fatal” (1958), num episódio da série “Galeria do Terror”, de 1972, e ele a dirigiu em “Psychic Killer” (1975). Em mais de seis décadas no cinema e na televisão, a atriz também contracenou com Elvis Presley em “Cavaleiro Romântico” (1965), com Dennis Hopper em “O Último Filme” (1971) e com John Wayne em “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974). Ela ainda voltou ao fundo do mar na sci-fi “A Cidade Submarina” (1962), que não fez o mesmo sucesso, apareceu em “Atraída pelo Perigo” (1990), filme estrelado por Jodie Foster, em “As Torres Gêmeas” (2006), de Oliver Stone, e foi ouvida, ao telefone, em “Deus da Carnificina” (2011), de Roman Polansky. Também fez muitas participações em séries. Muitas mesmo, contando mais de 100 aparições em produções tão diferentes quanto “Bonanza”, “A Garota da UNCLE”, “O Incrível Hulk”, “Barrados no Baile” e “CSI: New York”. Entre seus papéis mais memoráveis na TV estão o da corretora Eve Simpson em 10 capítulos de “Assassinato por Escrito” (Murder She Wrote) nos anos 1990, o de esposa de James Stewart em “The Jimmy Stewart Show” na década de 1970 e como uma das raras clientes do advogado Perry Mason a ser considerada culpada, num episódio de 1963 da famosa série jurídica. Em 2011, Adams publicou sua biografia, “The Lucky Southern Star: Reflections From the Black Lagoon”. E se despediu do público num curta do ano passado, inspirado em seu livro.

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    Arrow: Vídeos do episódio 150 revelam estilo diferenciado de documentário

    4 de fevereiro de 2019 /

    A rede CW divulgou as fotos, duas cenas e o trailer do 150º episódio de “Arrow”, que ai marcar a data com abordagem diferenciada e uma estrutura completamente diferente da que os espectadores estão acostumados. Intitulado “Emerald Archer” (Arqueiro Esmeralda, em tradução literal), o capítulo terá como fio condutor um documentário fictício, realizado por uma equipe de reportagem, que consegue autorização da polícia de Star City para acompanhar o dia-a-dia de Oliver Queen (Stephen Amell) como vigilante a serviço da lei. Conforme mostrou o final da primeira parte da 7ª temporada, Oliver Queen deixou a prisão e passou a atuar como consultor e auxiliar da polícia de Star City. As prévias confirmam que o episódio seguirá um estilo de documentário, contando com entrevistas e até mesmo narração, fornecida pelo ator Kelsey Grammer (“Frasier”). “Emerald Archer” vai ao ar nesta segunda (4/2) nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Série baseada no filme O que Fazemos nas Sombras ganha primeiro trailer completo

    4 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago FX divulgou três fotos e o trailer completo da série baseada na comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows). A atração foi criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série em 27 de março, nos Estados Unidos. Além desta série, “O que Fazemos nas Sombras” também rendeu um spin-off na TV neozelandesa: “Wellington Paranormal”, que acompanha os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), responsáveis por manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Foi ao ar no ano passado no canal neozelandês TVNZ 2.

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    Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem é finalmente confirmada pelo FX

    4 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano FX confirmou a produção da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, o projeto finalmente ganhou sinal verde para sua 1ª temporada. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Diane Lane (“Batman vs Superman”), Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas agora aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan que a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). A estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.

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    Legion vai acabar na 3ª temporada

    4 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago FX anunciou que “Legion” vai acabar em sua 3ª temporada. Apesar da queda brutal de audiência, o presidente do canal, John Landgraf, explicou durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) que o produtor Noah Hawley (criador também de “Fargo”) sempre planejou concluir a história no terceiro ano. A trama surreal da série fez com que a 2ª temporada tivesse episódios vistos por apenas 365 mil telespectadores ao vivo e com 0,15 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Ou seja, 1,3 milhão de telespectadores a menos que na temporada inaugural. A baixa audiência já vinha alimentando rumores de cancelamento, mas a série foi renovada para mais um ano. Sabe-se agora que a renovação foi feita para encerrar a trama. “Legion” é inspirada pelos universo dos quadrinhos dos “X-Men”. Nas publicações da Marvel, David Haller (o personagem vivido por Dan Stevens) é filho do Professor Xavier. A série também é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Comercial da série baseada no thriller Hanna destaca cenas de ação

    4 de fevereiro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e um novo comercial da série baseada no filme “Hanna” (2011). Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, destaca a protagonista em cenas de ação. O filme estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bug”) acompanhava uma adolescente treinada desde pequena para ser uma assassina e enviada em uma missão secreta por seu pai Erik (Eric Bana). Quando a missão dá errado, ela acaba perseguida por uma agente da CIA chamada Marissa (papel de Cate Blanchett), o que a faz se esconder com uma família comum e questionar quem realmente é. A série foi criada por David Farr, que coescreveu o roteiro do filme original, e deve se concentrar na jornada de Hanna, enquanto foge da busca implacável da CIA e tenta desvendar a verdade sobre sua identidade. Além de Farr, o produtor do filme, Marty Adelstein, também está envolvido na adaptação. Já o elenco voltará a reunir Mireille Einos e Joel Kinnaman após “The Killing”, respectivamente nos papéis de Erik e da agente Marissa. O papel-título, por sua vez, é desempenhado por Esme Creed-Miles (“Dark River”). Com produção da NBCUniversal, a série estreia em março, mas a Amazon já está disponibilizando o primeiro episódio por 24 horas a partir da noite de domingo (3/2) para seus assinantes.

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    Jordan Peele apresenta primeiro comercial da nova versão de Além da Imaginação

    4 de fevereiro de 2019 /

    O serviço de streaming CBS All Access divulgou o primeiro comercial da nova versão da série clássica de antologia sci-fi “Além da Imaginação” (Twilight Zone). Aproveitando a exibição televisiva no intervalo do Super Bowl, a prévia usou uma abordagem temática, gravando suas imagens no estádio da final do campeonato de futebol americano. Ao melhor estilo da série clássica, o comercial abre com interferências na TV, fazendo o público do estádio lotado desaparecer. A única pessoa que resta é o ator, roteirista e diretor Jordan Peele (vencedor do Oscar por “Corra!”), que caminha até o centro do campo do jogo para encontrar uma porta misteriosa, que abre para outras dimensões – e para os episódios da série. “Em que dimensão você está?”, pergunta Peele, que também se multiplica nas cadeiras da audiência, como se fosse de várias dimensões e realidades diferentes, antes de sumir pela porta que conduz ao além. O remake tem produção de Peele, que também aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica semanal que o espectador irá acompanhar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série original, entre 1959 e 1964, para comentar os temas abordados. “Além da Imaginação” é pioneira do formato das antologias sci-fi, contando histórias completas por episódio, numa estrutura que inspirou séries como “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), “Black Mirror” e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. Como curiosidade, o remake mais recente já tinha sido apresentado por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A nova “Além da Imaginação” vai estrear em 1 de abril no serviço de streaming da CBS e, para atrair o público, o elenco da produção é uma verdadeira constelação de astros e estrelas. Os episódios vão contar com John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. O CBS All Access não é comercializado no Brasil, mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).

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