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    The Act: Patricia Arquette e Joey King planejam matar uma a outra em trailer de série criminal

    4 de março de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer de “The Act”, uma nova série de antologia criminal baseada em casos reais. A prévia traz as atrizes Patricia Arquette (“Boyhood”) e Joey King (“A Barraca do Beijo”) como mãe e filha, numa história repleta de subterfúgios e reviravoltas, que leva uma a querer matar a outra. A prévia mostra a jovem Gypsy Blanchard (King), que luta para escapar do relacionamento tóxico com sua mãe superprotetora, Dee Dee (Arquette). Ela é uma menina doente, que vira fonte de renda ao ganhar apoio financeiro de causas beneficentes. Mas sua busca pela independência acaba trazendo à tona as mentiras da mãe exploradora, que a mantém propositalmente debilitada para perpetuar o ingresso de dinheiro. Ela logo percebe que o único jeito de evitar morrer envenenada seria matar a própria mãe. A série é uma criação de Nick Antosca, criador da antologia de terror “Channel Zero”, e a 1ª temporada será baseada em um artigo do Buzzfeed que viralizou com a manchete “Dee Dee queria que sua filha ficasse doente, Gypsy queria que sua mãe fosse assassinada”. A autora da reportagem, Michelle Dean, é creditada como co-criadora da série. A HBO também chegou a produzir um documentário sobre esta história, “Mamãe Morta e Querida” (2017), que mostra as verdadeiras personagens, fisicamente diferentes de suas intérpretes. “The Act” vai se juntar a “American Crime Story” e “Law & Order: True Crime” na onda de séries de antologia sobre crimes reais que entrou em voga nos Estados Unidos. Até o Brasil teve sua própria versão do gênero, “Assédio”, da Globoplay. A direção de “The Act” é assinada pela atriz francesa Laure de Clermont-Tonnerre (“As Múmias do Faraó”), que vai lançar “Mustang”, seu primeiro longa como diretora, na próxima semana nos EUA. “The Act” estreia em 20 de março na plataforma americana e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Colegas de Riverdale e Barrados no Baile lamentam morte de Luke Perry nas redes sociais

    4 de março de 2019 /

    A morte de Luke Perry nesta segunda (4/3) rendeu uma grande comoção nas redes sociais. O ator tinha 52 anos e morreu nesta manhã no St. Joseph’s Hospital, em Burbank, na Califórnia, após sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral) severo no dia 27 de fevereiro. Vários atores e profissionais com quem Perry trabalhou ao longo da carreira se manifestaram de forma comovente nas redes sociais, celebrando o talento, a graça e a bondade do amigo que se foi. Colega do ator em “Barrados no Baile”, Ian Ziering chegou a pedir a Deus um lugar de destaque no Céu para seu amigo de 30 anos. “Meu querido Luke”, escreveu Ziering, “eu sempre vou me aquecer nas memórias amorosas que compartilhamos nos últimos 30 anos. Que sua jornada adiante seja enriquecida pelas magníficas almas que passaram antes de você, assim como você fez aqui por aqueles que você deixou para trás. Deus, por favor, dê-lhe um assento perto de você, ele merece. Marisol Nichols, que interpreta Hermione Lodge em “Riverdale”, postou uma foto deles juntos no Instagram com a legenda: “Eu não tenho palavras agora. Talvez depois”. Também se dizendo sem palavras, a atriz Emma Caulfield Ford, de “Barrados no Baile”, o definiu como “um anjo e um amigo”. Molly Ringwald, que vive sua ex-mulher em “Riverdale”, afirmou estar “de coração partido” e que sentirá “muito a sua falta”. Christine Elise postou uma foto da época de “Barrados no Baile”, dizendo-se “atordoada e devastada” pela morte do amigo, que deixará saudades “em todos os que o conheceram e nos milhões que o amaram”. Cole Sprouse, o Jughead, postou uma foto dos dois em seu Instagram, acrescentando apenas “Te amo, cara”. Com mais palavras, Asha Bromfield, a Melody de “Riverdale”, representou o elenco jovem ao descrever como Perry a tratava na série. “Luke Perry era o ser humano mais gentil, caloroso e amoroso. Ele sempre fazia de tudo para que me sentisse segura, ouvida e vista. Eu te amo muito, Luke. Você me abraçou naquele set e aliviou todos os desconfortos. Obrigado por ser um raio de luz para mim e para muitos”. Em seu Instagram, Shannon Doherty, que interpretou Brenda, a namorada de Dylan (o icônico papel de Perry) em “Barrados no Baile”, ainda aparece mandando forças para o ator, no post de uma foto do casal. Mas ela também disse, em entrevista na TV, que não conseguiria fazer mais nada além de chorar se sua morte fosse confirmada. Visualizar esta foto no Instagram. Dearest Luke, I will forever bask in the loving memories we've shared over the last thirty years. May your journey forward be enriched by the magnificent souls who have passed before you, just like you have done here for those you leave behind. God please give him a seat close to to you, he deserves it. Uma publicação compartilhada por Ian Ziering (@ianziering) em 4 de Mar, 2019 às 10:31 PST Visualizar esta foto no Instagram. I don’t have any words now. Maybe I will later. ? Uma publicação compartilhada por Marisol Nichols (@marisolnichols) em 4 de Mar, 2019 às 12:03 PST My heart is broken. I will miss you so much Luke Perry. Sending all my love to your family. ❤️ #LukePerry — Molly Ringwald (@MollyRingwald) March 4, 2019 Oh God. I’m heart sick. I love you Luke. You were an angel and a friend to me. Loss for words. #LukePerry — emma caulfield ford (@emmacaulfield) March 4, 2019 Visualizar esta foto no Instagram. With the heaviest of hearts, I am stunned and devastated to tell you that Luke passed away. I am still in shock and I have no words beyond saying he was a truly kind gentleman. He will be mourned and missed by everyone who knew him and the millions who love him. RIP, dearie Luke. Your time here was far too short. ??? Uma publicação compartilhada por Christine Elise McCarthy (@christineelisemccarthy) em 4 de Mar, 2019 às 10:00 PST Visualizar esta foto no Instagram. Woke up this morning a ball of tears. Luke Perry was the kindest, warmest, most loving human being. He always went out of his way to make me feel safe, heard and seen in his presence. I love you so much Luke. You embraced me on that set and eased any discomfort. You always made me feel included when I did not. You are a stand up man and for that I am so grateful. Thank you for being a ray of light for me and so many ❤️ Uma publicação compartilhada por ASHA (@ashabrom) em 4 de Mar, 2019 às 11:32 PST Visualizar esta foto no Instagram. Love you bud Uma publicação compartilhada por Cole Sprouse (@colesprouse) em 28 de Fev, 2019 às 7:00 PST

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  • Etc,  Série

    Produção de Riverdale é suspensa após morte de Luke Perry

    4 de março de 2019 /

    O elenco e a equipe de produção de “Riverdale” foram dispensados das gravações da série nesta segunda (4/3), após a notícia da morte de Luke Perry, intérprete de Fred Andrews na atração. Os produtores executivos de “Riverdale”, Greg Berlanti, Sarah Schechter, Roberto Aguirre-Sacasa e Jon Goldwater, emitiram uma declaração em conjunto com o estúdio WBTV e a rede The CW. “Estamos profundamente tristes em saber hoje sobre a morte de Luke Perry. Membro amado da família de ‘Riverdale’, Warner Bros e CW, Luke era tudo o que você esperaria que ele fosse: um profissional incrivelmente atencioso e consumado com um coração gigante e um verdadeiro amigo para todos. Figura paterna e mentora do jovem elenco do programa, Luke foi incrivelmente generoso e infundiu no set amor e bondade. Nossos pensamentos estão com a sua família durante esse período difícil.” O ator tinha 52 anos e morreu nesta manhã no St. Joseph’s Hospital, em Burbank, na Califórnia. Ele sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) no dia 27 de fevereiro e foi colocado em coma induzido, não conseguindo se recuperar. O ator despontou para o estrelato com “Barrados no Baile”, que ficou no ar entre 1990 e 2000, onde interpretava o galã Dylan McKay. Em “Riverdale”, ele interpretava o pai do protagonista Archie (K.J. Apa). Ele vinha gravando normalmente as cenas da série nos estúdios da Warner Bros, em Los Angeles e sua morte surpreendeu a todos. Não há previsão para a série voltar a ser produzida. Os roteiristas ainda não pararam para imaginar como se dará a saída do personagem do ator da série. Além de ter gravado episódios inéditos de “Riverdale”, Perry também finalizou sua participação no filme “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, que estreia em julho nos Estados Unidos.

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  • Série

    No Activity é renovada para a 3ª temporada

    4 de março de 2019 /

    A CBS All Access renovou “No Activity”, que continua a ser a única série de comédia da plataforma, para sua 3ª temporada. Remake da série australiana de mesmo nome, “No Activity” é produzida pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), pelo diretor Adam McKay (“A Grande Aposta”) e pelas mentes por trás da websérie de esquetes “Funny or Die”. E com a renovação, ultrapassou a duração da série original, que teve apenas duas temporadas, exibidas entre 2015 e 2018. A premissa da série gira em torno de tocaias policiais em que nada parece acontecer, enquanto grandes crimes estão em desenvolvimento. O elenco é liderado por Tim Meadows (série “The Goldbergs”) e o australiano Patrick Brammall (que criou e estrelou a série original) nos papéis centrais, e inclui uma grande lista de atores convidados, entre eles o próprio Will Ferrell, Darren Gilshenan (também da “No Activity” australiana), Arturo Castro (“Narcos”), Mackenzie Davis (“Blade Runner 2043”), Bridget Everett (“Lady Dynamyte”), Jake Johnson (“New Girl”), Sunita Mani (“Glow”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”), Jesse Plemons (“Fargo”), Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e JK Simmons (“Whiplash”). A 2ª temporada foi disponibilizada em novembro e não há previsão para a estreia dos próximos episódios

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  • Série

    Luke Perry (1966 – 2019)

    4 de março de 2019 /

    O ator Luke Perry, que se destacou em papéis nas séries “Barrados no Baile” e “Riverdale”, morreu nesta segunda (4/3) aos 52 anos. Ele foi levado ao hospital na quarta passada (27/2) por paramédicos, após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) severo em sua casa em Sherman Oaks, na Califórnia. Em estado crítico, chegou a ficar em coma induzido, mas veio a falecer após cinco dias internado, acompanhado por sua família. Nascido Coy Luther Perry III em Mansfield, Ohio, o ator começou sua carreira em novelas matinais (as soup operas americanas) nos anos 1980, antes de ser catapultado para a fama no papel de Dylan McKay em “Barrados no Baile” (Beverly Hills 90210). O personagem do galã rebelde multiplicou seu rosto em capas de revistas, pôsteres e decoração de quartos de garotas adolescentes, dando-lhe status de teen idol, que normalmente era reservado para cantores de boy band. E também levou milhões a torcerem contra e a favor suas atitudes e romances, primeiro com Brenda Walsh (interpretado por Shannen Doherty), depois com Kelly Taylor (Jennie Garth), casais de TV que definiram os anos 1990. A série criada por Darren Star durou exatamente uma década, entre 1990 e 2000, tornando-se indissociável do período. Mesmo assim, ganhou uma continuação/revival em 2008, do qual Perry se recusou a participar. Ele também optou por não se envolver no novo revival, marcado para o próximo verão norte-americano, que reúne a maioria do elenco original. Ao contrário dos demais integrantes de “Barrados no Baile”, sua carreira sobreviveu ao final da série, porque ele se antecipou e começou a fazer filmes enquanto a atração experimentava seu auge de popularidade. Entre eles, “Buffy, a Caça-Vampiros” (1992), o thriller “Fronteiras do Crime” (1996) e a sci-fi blockbuster “O Quinto Elemento” (1997). Também se dedicou a dublar animações, fazendo a voz de Rick Jones no desenho do “Incrível Hulk” e de Sub-Zero em “Mortal Kombat: Os Defensores da Terra” (ambos lançados em 1996), além de ter dublado a si mesmo em “Johnny Bravo”. Perry aproveitou o fim de “Barrados no Baile” para se reinventar, entrando no elenco de uma das primeiras séries da HBO, o drama prisional “Oz”, como um padre num arco de 10 episódios entre a 4ª e a 5ª temporadas. Depois, assumiu o papel-título da cultuada série sci-fi canadense “Jeremiah”, criação de J. Michael Straczynski (de “Babylon 5” e “Sense8”), que durou duas temporadas entre 2002 e 2004. Mas também tropeçou, ao tentar voltar para a TV aberta com “Windfall” (2006), na rede NBC, e retornar à HBO com “John from Cincinnati” (2007). Ambas foram encerradas na 1ª temporada. Nesse período, ainda fez dezenas de telefilmes – incluindo a sci-fi “Supernova” (2005) – e participações em séries – como “Will & Grace”, “What I Like About You” e “Criminal Minds”. Um novo filão se abriu nos lançamentos das franquias “Godnight” e “K-9 Adventures”, em telefilmes e produções para homevideo. Na primeira, Perry interpretava um juiz itinerante do velho Oeste chamado John Goodnight. Na segunda, o pai de uma família amorosa e dono de um cachorro-herói. Renderam várias produções, enquanto o ator tentava voltar às séries, em participações recorrentes em “Body of Proof” e no elenco da produção policial canadense “Detective McLean”, cancelada na 1ª temporada. A volta definitiva se deu em “Riverdale” em 2016, quando assumiu o papel de Fred Andrews, pai do protagonista Archie (K.J. Apa). O personagem foi baleado, concorreu à prefeito e enfrentou os poderosos da cidade, rendendo-lhe um grande desempenho dramático. “Eu gosto de interpretar o pai de Archie porque eu gosto de ser pai, e eu acho que é um ótimo personagem nessa série, o mais centrado, que realmente se importa com os garotos”, ele disse, em entrevista para a revista The Hollywood Reporter, aludindo ao fato de ter dois filhos crescidos – de seu casamento com Rachel Minnie Sharp (de 1993 a 2003). Ele estava gravando episódios da 3ª temporada da série, quando faleceu. Além de ainda poder ser visto em capítulos inéditos de “Riverdale”, Luke Perry também finalizou sua participação no próximo filme de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, onde interpreta, justamente, um ator de séries de TV.

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  • Etc,  Série

    Mitzi Hoag (1932 – 2019)

    3 de março de 2019 /

    Morreu a atriz Mitzi Hoag, que ficou conhecida pelas séries “E as Noivas Chegaram” (Here Come the Brides) e “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life). Ela faleceu na terça (26/2), aos 86 anos, em sua casa em Sherman Oaks, na Califórnia. Nascida Margaret Myrtle Hoag em 25 de setembro de 1932, em Illinois, ela se mudou para Nova York para estudar no Actors Studio e virou atriz nos anos 1950. Após aparecer em algumas peças off-Broadway, mudou-se para Los Angeles e encontrou trabalho no cinema e na TV. Sua estreia nas telas foi na comédia “Artimanhas do Amor” (1963). Ela ainda apareceu no filme de motoqueiros “Anjos do Inferno” (1967) e no lisérgico “Viagem ao Mundo da Alucinação” (1967). Mas sua carreira acabou emplacando na televisão, ao entrar no elenco da série de comédia “E as Noivas Chegaram” em 1968. Ela viveu uma das noivas do título, que viajam para encontrar maridos entre os madeireiros do Norte distante dos Estados Unidos, no final do século 19. Após o fim da série, cancelada em sua 2ª temporada em 1970, ela fez diversas participações em “O Jogo Perigoso do Amor”, “Bonanza”, “Mod Squad”, “A Família Dó-Ré-Mi”, “O Incrível Hulk”, “Police Woman”, “Arquivo Confidencial”, “Os Waltons”, “O Barco do Amor” e outras séries que marcaram época, além de ter integrado o elenco de “We’ll Get By”, uma sitcom que não passou dos 13 episódios iniciais. Até ser lembrada em 1982 para o papel recorrente de Evie Green, a mãe adotiva de Natalie (Mindy Cohn) em “Vivendo e Aprendendo”. Ela ainda teve um arco extenso na novela “Santa Barbara”, em 1990, antes de encerrar a carreira com uma participação na série “Grace Under Fire”, três anos depois.

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  • Série

    Julia Roberts negocia estrelar sua segunda série da Amazon

    3 de março de 2019 /

    Após estrelar sua primeira série na Amazon, “Homecoming”, a atriz Julia Roberts negocia a segunda. Ela abriu conversas com a plataforma para estrelar e produzir “Charlotte Walsh Likes To Win”, uma minissérie baseada no romance best-seller de Jo Piazza. A adaptação está a cargo do dramaturgo e roteirista Jon Robin Baitz, criador da série “Brothers & Sisters”. “Charlotte Walsh Likes To Win” acompanha uma mulher que quer tudo – poder político, um casamento feliz e felicidade. E está disposta a sacrificar muito para conseguir. Uma idealista Charlotte Walsh deixa seu emprego como uma executiva do Vale do Silício para voltar com seu marido e três filhas para sua cidade natal na Pensilvânia, para concorrer ao Senado em uma eleição de meio de mandato que decidirá o equilíbrio de poder no Congresso. Mas a campanha se revela desagradável, graças a um adversário agressivo e julgamento severo da mídia. Quando um segredo é descoberto pela oposição, que poderia colocar em risco sua candidatura e tudo o que ela quer, Charlotte é forçada a medir o quanto custa sua ambição. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Irmãos Frog viram mulheres no piloto da série baseada em Os Garotos Perdidos

    3 de março de 2019 /

    Seguindo a moda da mudança de sexo de personagens clássicos, o piloto da série baseada no filme “Os Garotos Perdidos” (The Lost Boys) escalou duas atrizes para viver os irmãos Frog. Para quem não lembra, os adolescentes, que trabalhavam numa loja de quadrinhos, eram caçadores de vampiros juvenis, interpretados por Corey Feldman e Jamison Newlander. Na versão seriada, Cheyenne Haynes (“Camping”) e Haley Tju (“Bella and the Bulldogs”) viverão as irmãs Frog – respectivamente, Liza e Cassie Frog. A dupla de caçadoras de vampiras é descrita como “adolescentes locais que trabalham em uma loja de quadrinhos em Santa Carla. Até a chegada de Sam, elas acreditam ser as únicas que conheciam a verdadeira escuridão da cidade.” O intérprete de Sam, que foi vivido por Corey Haim no filme original, é um dos que ainda não foram escalados. Vale lembrar que o filme original deu início à célebre amizade entre os “irmãos” Corey, Haim e Feldman, que rendeu diversas parcerias e problemas com drogas. Os produtores podem estar tramando transformar a brodagem famosa em outro tipo de relacionamento com a mudança de sexo de um dos intérpretes dos personagens. Outro detalhe chama atenção na escalação dessas “irmãs”: Cheyenne Haynes é negra e Haley Tju asiática. Elas se juntam a Tyler Posey (“Teen Wolf”), que tem o papel de Michael, irmão mais velho de Sam, e Kiele Sanchez (o par de Rodrigo Santoro na série “Lost”), escalada como a mãe dele, além de Medalion Rahimi (“The Outpost”) como o interesse romântico do personagem de Posey e Dakota Shapiro (“Valley of the Boom”) como o bad-boy que lidera a gangue de vampiros. O projeto tem roteiro de Heather Mitchell (criadora de “Still Star-Crossed”), produção executiva de Rob Thomas (criador de “iZombie” e “Veronica Mars”) e terá seu piloto dirigido pela cineasta Catherine Hardwicke (de “Crepúsculo”). Nenhum episódio foi encomendado além do piloto, que precisará agradar aos executivos da rede CW para que “The Lost Boys” vire série.

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  • Série

    Love, Death & Robots: Série animada dos diretores de Deadpool e Clube da Luta ganha novo trailer para maiores

    2 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o segundo trailer de “Love, Death & Robots”, uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). A prévia tem os três itens do título: amor, morte e robôs. Mas também muito sangue, sexo, monstros e violência. Além disso, revela uma grande variedade de estilos, mantendo um visual refinadíssimo e uma classificação para maiores. Serão 18 histórias ao todo, incluindo tramas sobre “laticínios conscientes, soldados lobisomens e robôs enlouquecidos”, segundo a sinopse oficial. Em comunicado, Miller disse que “Love, Death & Robots” é o seu “projeto dos sonhos”. “Combina o meu amor pela animação e por histórias incríveis. Filmes da meia-noite, quadrinhos, livros e revistas de fantasia me inspiraram por décadas, mas eles foram relegados à cultura marginal dos geeks e nerds dos quais eu fazia parte. Estou muito contente que o panorama criativo finalmente tenha mudado o suficiente para que a animação com temas adultos se torne parte de uma conversa cultural mais ampla.” A estreia da série vai acontecer em 15 de março em streaming.

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  • Série

    Diretor revela novo vídeo das gravações da série do Monstro do Pântano

    2 de março de 2019 /

    O diretor Len Wiseman (“Anjos da Noite”) divulgou um novo vídeo de bastidores de “Swamp Thing”, a série baseada nos quadrinhos do Monstro do Pântano. A prévia mostra o próprio diretor no meio do pântano da Louisiana, onde a série se passa, demonstrando como a ambientação é excelente para uma história de terror. Veja abaixo. As gravaçõess já estão em andamento há alguns meses e vão mudar bastante a origem do Monstro do Pântano, criado em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Abby será vivida por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) e Holland ganhará interpretação de Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e de Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman, mas não há mais informações sobre quem assinará os demais capítulos. “Swamp Thing” será disponibilizada em maio na plataforma DC Universe nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. Just add water #SwampThing Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 28 de Fev, 2019 às 5:55 PST

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  • Série

    Quadrinhos de Resident Alien vão virar série no canal Syfy

    2 de março de 2019 /

    O canal pago Syfy aprovou a produção de uma nova série baseada em quadrinhos. A produção de “Resident Alien”, adaptada da publicação homônima da Dark Horse Comics, ganhou sinal verde para gravar sua 1ª temporada. Criada por Chris Sheridan (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada”), a série trará o ator Alan Tudyk (que dublou o robô K-2SO em “Rogue One” e vive o vilão Sr. Ninguém na série da Patrulha do Destino) no papel-título, um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico recluso, que foi assassinado. Mas enquanto aguarda um resgate que nunca vem, ele passa a resolver pequenos mistérios, questionando se a raça humana merece ser salva ou destruída. Lançada em 2012 pelo escritor Peter Hogan e o desenhista Steve Parkhouse, “Resident Alien” já rendeu cinco minisséries completas, com a sexta, que conclui a história, atualmente em desenvolvimento. Ainda não há previsão para a estreia da série, que reforça a tendência de adaptações de quadrinhos no Syfy. Outras séries do gênero no canal incluem “Krypton”, “Happy!”, “Wynonna Earp”, “Van Helsing” e a novata “Deadly Class”.

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  • Série

    Veja na íntegra todos os episódios da série Alien: Isolation, baseada na franquia sci-fi da Fox

    2 de março de 2019 /

    O canal do site IGN no YouTube disponibilizou a série digital “Alien: Isolation” de forma integral. Com sete episódios, a produção animada se destina ao público adulto e foi criada sem alarde pela Axis Animation, produtora responsável pelo jogo homônimo, sendo lançada nesta semana na internet. Desenvolvida a partir do material do game, a atração reedita e expande cenas originalmente concebidas para introduzir a história e opções do jogo de 2013, mantendo o mesmo visual disponibilizado no lançamento para consoles PlayStation e Xbox há seis anos. O principal feito de “Alien: Isolation” foi introduzir Amanda, a filha adulta de Ellen Ripley (a personagem de Sigourney Weaver nos filmes). A personagem também é protagonista do novo game da franquia, “Alien: Blackout”, lançado para dispositivos móveis em janeiro. A direção é do curta-metragista Fabien Dubois e a atriz Andrea Deck (“7 Dias em Entebbe”) dubla a voz de Amanda.

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    Elenco de Childrens Hospital vai estrelar nova série de comédia sobre vírus brasileiro

    2 de março de 2019 /

    A turma da divertida série de comédia do Adult Swim “Childrens Hospital” vai voltar a atender pacientes em novo endereço, desta vez na Netflix. O serviço de streaming encomendou a produção de “Medical Police”, série dos mesmos criadores e que contará com praticamente o mesmo elenco. Para completar, o enredo da série ainda terá uma ligação especial com o Brasil. Com 10 episódios de 30 minutos, “Medical Police” vai acompanhar dois médicos americanos recrutados pelo governo para encontrar a cura de um vírus mortal, descoberto no Brasil, e acabam desvendando uma terrível conspiração. A série é uma criação de Rob Corddry, David Wain e Jonathan Stern (o trio de “Childrens Hospital”), mais Krister Johnson (que escreveu “Childrens Hospital”), e traz em seu elenco Erinn Hayes, Rob Huebel, Malin Akerman, Lake Bell, Ken Marino e o próprio criador Rob Corddry, todos da série anterior. Ainda não há previsão para a estreia.

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