Emily in Paris: Netflix anuncia série romântica estrelada por Lily Collins
A Netflix anunciou nesta segunda (13/7) a aquisição da série “Emily in Paris”, que será lançada na plataforma ainda em 2020. O anúncio foi acompanhado das primeiras imagens da atração. A série da ViacomCBS foi originalmente produzida para o canal pago americano Paramount, mas acabou negociada com a plataforma e não será mais vista na TV. Seus episódios agora serão exclusivos do serviço de streaming. Desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City”, além da mais recente “Younger”, “Emily in Paris” é uma comédia romântica estrelada por Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), a filha do cantor Phil Collins. Ao longo de 10 episódios, a produção vai acompanhar Emily, uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris, depois que a empresa americana em que trabalha compra uma agência francesa. Com a tarefa de comandar as estratégias de redes sociais da empresa, Emily parte para a França, onde pretende viver incríveis aventuras e superar desafios, enquanto lida com seus novos colegas, faz novos amigos e, claro, inicia novos romances. O elenco da atração também inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”).
Série derivada de Power ganha primeiro trailer e pôster
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer de “Power Book II: Ghost”, série derivada de “Power”, maior sucesso da emissora, que acabou após seis temporadas em fevereiro passado. O derivado será lançado em setembro e começará sua história dias após os eventos que encerraram “Power”. A nova produção irá acompanhar Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe (Naturi Naughton) da prisão. Além dos personagens conhecidos, a nova serie traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”). “Power Book II: Ghost” será lançada no Brasil pelo aplicativo Starzplay no mesmo dia da estreia nos EUA: 6 de setembro.
Cursed: Fantasia medieval de Frank Miller ganha vídeo de bastidores
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Cursed: A Lenda do Lago”, série de fantasia medieval criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”). O vídeo traz o elenco central, encabeçado por Katherine Langford (a Hannah de “13 Reasons Why”), comentando a produção, em meio a imagens dos bastidores. Baseada no romance ilustrado homônimo de autoria de Miller e Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), a série propõe uma revisão radical da conhecida lenda do Rei Arthur, por meio de uma reinvenção de Nimue, vivida por Langford. Na trama, a personagem também chamada de Dama do Lago aparece como guardiã da espada mágica Excalibur, e é ajudada pelo jovem Arthur em sua missão para encontrar o mago Merlin e salvar a magia. Ao longo dessa jornada, eles se tornam símbolos de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos do Rei Uther. O elenco também destaca Gustaf Skarsgård (o Floki de “Vikings”) como Merlin e Devon Terrell (Barack Obama no drama indie “Barry”) no papel de Arthur, além de Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia na sexta-feira (17/7) em streaming.
Naya Rivera (1987 – 2020)
A atriz e cantora Naya Rivera, que chegou ao estrelato na série musical “Glee”, morreu com apenas 33 anos de idade. Seu corpo foi recuperado no lago Piru, na Califórnia, na manhã desta segunda-feira (13/7), cinco dias depois dela ser declarada desaparecida. As autoridades de Ventura mobilizaram mais de 50 profissionais, juntamente com um helicóptero e mergulhadores, no esforço de encontrar Rivera, que alugou um barco em 8 de julho para nadar no lago com seu filho de quatro anos, Josey. Poucas horas depois, o garoto foi encontrado sozinho no barco, sem sinal de Rivera. O desaparecimento mobilizou o elenco de “Glee”, com muitos atores se deslocando até o local para prestar apoio à família da atriz e também se despedir da amiga. Apesar de jovem, a californiana Rivera teve uma carreira de quase duas décadas. Ela estreou na TV com somente quatro anos de idade, no elenco fixo da sitcom “The Royal Family”, lançada em 1991 na rede americana CBS. Ainda criança, chegou a aparecer em episódios de “Um Maluco do Pedaço” (The Prince of Bel-Air), ao lado de Will Smith, “S.O.S. Malibu” (Baywatch), e nas sitcoms “Family Matters”, “Gênio do Barulho” (Smart Guy) e “Mano a Mana” (Even Stevens), antes de ser escalada em papel recorrente na série “Bernie Mac, Um Tio da Pesada” (The Bernie Mac Show) com 15 anos. Ela ainda foi vista em “Girlfriends” e “CSI: Miami” antes de ser escalada para o papel que mudou sua vida. Naya Rivera tinha 22 anos quando passou nos testes para viver Santana Lopez em “Glee”, comédia musical adolescente lançada em 2009 na rede Fox. A série se tornou um fenômeno de audiência, catapultando a carreira de seu criador, Ryan Murphy, e transformando seu elenco então desconhecido em estrelas da TV. A princípio coadjuvante, Rivera vivia uma cheerleader malvadinha que entrou no coral da escola para sabotá-lo. Mas os roteiristas não demoraram a explorar o talento da atriz, que foi promovida a protagonista na 2ª temporada e, nesse processo, transformou-se numa das personagens de arco mais complexo da série. Enquanto muitos intérpretes do piloto se formaram na trama e deram espaço para novos alunos da William McKinley High School, Santana evoluiu de simples rival da boazinha Rachel (Lea Michele) para obter destaque até o capítulo final, exibido em 2015, após seis temporadas. Não foi apenas o amor pela música que marcou a personagem da atriz, que contribuiu com muitas canções para a trilha sonora da série – um sucesso nas paradas digitais. O final de “Glee” também destacou seu casamento com a antiga colega cheerleader Brittany, interpretada por Heather Morris. A união foi celebrada como um dos primeiros casamentos LGBTQIA+ entre personagens televisivos – e foi um casamento duplo, ainda por cima, pois Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) foram inspirados pelas amigas a se juntarem em matrimônio. Na vida real, Rivera tinha se casado com o também ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”) um ano antes. O casal teve um filho, Josey, mas não foi um relacionamento tranquilo, que finalizou com um divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos. Depois de “Glee”, Rivera ainda apareceu de forma recorrente em “Devious Maids” (em 2015) e estrelou a comédia “Loucuras em Família” (2017), com Charlie Sheen. Atualmente, fazia parte do elenco fixo de outra série musical, “Step Up: High Water”, derivada da franquia cinematográfica “Ela Dança, Eu Danço” e renovada para sua 3ª temporada. Ela contou a maior parte dessa história com suas próprias palavras, num livro de memórias lançado em 2016 – “Sorry Not Sorry: Dreams, Mistakes, and Growing Up”. “Seu brilho e humor foram incomparáveis”, escreveu o colega de “Glee” Chris Colfer, o Kurt, no Instagram. “Sua beleza e talento eram de outro mundo. Ela enfrentava o sistema com equilíbrio e destemor. E era capaz de transformar um dia ruim em um dia ótimo com uma única observação.” A morte de Rivera foi a terceira fatalidade envolvendo o elenco de “Glee”. Em julho de 2013, Cory Monteith, que interpretou Finn Hudson no fenômeno da Fox, morreu de overdose acidental de drogas depois de tomar uma combinação letal de heroína e álcool. Três anos depois, Mark Salling, o Puck, suicidou-se após ser condenado por posse de pornografia infantil.
Hanna é renovada para 3ª temporada na Amazon
A Amazon anunciou a encomenda da 3ª temporada de “Hanna”, série de ação baseada no filme homônimo de 2011, que contou com Saoirse Ronan no papel-título. A renovação aconteceu 10 dias após a estreia do segundo ano da produção (em 3 de julho). Desenvolvida por David Farr, roteirista do filme original, a série contou toda a história vista no cinema em sua temporada inaugural e agora expande a aventura da protagonista, uma espécie de “Jason Bourne” mirim, vivida na atração pela jovem Esmé Creed-Miles (“Dark River”). Adolescente treinada desde criança para ser uma assassina, Hanna se livra do condicionamento ao confrontar a verdade sobre sua origem e, na 2ª temporada, dedica-se a libertar outras meninas que passam pelo mesmo experimento. A 1ª temporada voltou a reunir Joel Kinnaman e Mireille Einos após a elogiada série “The Killing”, respectivamente nos papéis de Erik, o pai-treinador de Hanna, e da agente Marissa, alvo da primeira missão mortal da menina. E Dermot Mulroney (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) apareceu como um novo antagonista na temporada mais recente. O elenco ainda conta com Anthony Welsh (“Fleabag”) e Yasmin Monet Prince (“Dark Heart”). “Estou absolutamente emocionado por poder dar a Hanna uma 3ª temporada”, disse Farr, em comunicado. “Quando partimos nessa jornada, eu tinha em mente um drama que escavaria o passado de Hanna, a desafiaria de maneiras inteiramente novas e responderia à pergunta: ela poderá se integrar na sociedade? Sou verdadeiramente grato à Amazon e à NBCU por podermos continuar com essa visão. Também sou profundamente grato a Esmé Creed-Miles e a Mireille Enos por seu contínuo compromisso e enorme talento ao levar Hanna e Marissa a um terreno novo e inexplorado. Será um terceiro ato emocionante.” “David continua apresentando uma série elevada e cheia de ação, com reviravoltas que você não espera e personagens com quem realmente se importa”, disse Vernon Sanders, co-chefe de televisão da Amazon Studios. “Estamos muito empolgados em colaborar com a NBCUniversal para trazer aos nossos assinantes do Prime Video ao redor do mundo outra temporada de aventuras com ‘Hanna’.”
P-Valley: Starzplay estreia série dramática sobre strippers
O Starzplay, serviço premium de streaming internacional do canal pago Starz, lança neste domingo (12/7) no Brasil a nova série original “P-Valley”. Trata-se de um lançamento simultâneo com os EUA, mostrando a evolução da plataforma no país. “P-Valley” é uma série sobre strippers negras concebida, escrita, produzida e dirigida por mulheres negras. A série se passa num clube barato de strip-tease do interior do Mississippi e acompanha os sonhos e desilusões de um grupo de funcionárias do local, que atende principalmente homens negros de baixo poder aquisitivo. A produção foi desenvolvida por Katori Hall, que faz sua estreia como produtora-roteirista televisiva. Ela é autora da peça “Pussy Valley”, em que a série se baseia. O primeiro episódio tem direção de Karena Evans, que comandou vários clipes do rapper Drake – “In My Feelings”, “Nice for What”, “God’s Plan”, etc. Já o elenco destaca Brandee Evans (“The Bobby Brown Story”), Nicco Annan (“This is Us”), Shannon Thornton (“Power”), Elarica Johnson (“Harry Potter e o Enigma do Príncipe”), Skyler Joy (“Ma”), J. Alphonse Nicholson (“Chicago P.D.”), Parker Sawyers (“Southside with You”), Harriet D. Foy (“Elementary”), Tyler Lepley (“The Haves and the Have Nots”) e Dan J. Johnson (“Underemployed”). Veja o trailer legendado abaixo.
Nova série animada de Star Trek ganha primeiro trailer
A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro trailer da série animada “Star Trek: Lower Decks”, que revela os personagens e o tom de humor da nova série animada passada no universo trekker. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, a atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves menos prestigiadas da saga. “Lower Decks” será a segunda série animada da história de “Star Trek”. A primeira, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original dos anos 1960, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. Desta vez, porém, o tom é completamente diferente, enfatizando o humor. Com isso, a produção também será a primeira comédia oficial do universo trekker. A série tira seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. A premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Star Trek: Lower Decks” vai se juntar a “Star Trek: Discovery”, “Short Treks” e “Star Trek: Picard” na programação da CBS All Access – e há mais duas produções em desenvolvimento derivadas desse universo em constante expansão. Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 6 de agosto nos EUA. A CBS All Access ainda não está disponível no Brasil, mas suas séries têm chegado ao país pela Netflix e Amazon.
Warrior Nun desbanca Dark e vira “novo Stranger Things” na Netflix
A Netflix tem um novo fenômeno em seu catálogo. Lançada em 2 de julho, a série “Warrior Nun” desbancou “Dark” da lista das atrações mais assistidas da plataforma e já tem fãs aflitos por notícias de sua renovação. Isto porque o final da temporada inaugural é um cliffhanger, que acontece no meio de uma grande batalha, e quem acompanhou todos os capítulos está desesperado para saber como esse confronto vai se resolver. Ainda mais após a reviravolta que antecipa essa luta. A série também conquistou a crítica. A ironia é que as primeiras resenhas, baseadas nos capítulos iniciais, não previa nada desse frisson. Muitos jornalistas apressados consideraram a série convencional e até arrastada, com muitas outras reclamações sobre clichês e intérpretes – o elenco é cheio de atrizes novatas. Em compensação, as críticas escritas por quem viu a temporada completa soam entusiasmadíssimas. Até o geralmente contido jornal inglês The Guardian ousou chamar “Warrior Nun” de “o novo ‘Stranger Things'”. “A coisa toda é uma viagem de besteirol absoluto, mas você sente que o algoritmo de produções da Netflix pode ter tido um orgasmo total quando foi apresentado à premissa”, diz o texto que elogia como os clichês de outras séries, de “Buffy” a “Sense8”, são mesclados para gerar um resultado altamente viciante. “O programa é um monte de garotas que chuta traseiros e usa espadas para matar monstros em igrejas. Honestamente, como não amar?”. Além de muitos elogios para as coreografias de lutas e as reviravoltas da trama, alguns críticos também prevem futuro promissor para as atrizes reveladas na série, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das noviças rebeldes. O bom elenco ainda inclui o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que é parcialmente europeia, gravada na Espanha. Criada por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”, a trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá. A plataforma ainda não anunciou oficialmente a renovação da série, mas o site What’s on Netflix, especialista em produções da plataforma, apurou que novos episódios foram encomendados antes mesmo da estreia. Em entrevista na semana passada, Simon Berry foi bastante otimista sobre o futuro da série. “Acho que dá para fazermos de 5 a 7 temporadas. Quando estávamos terminando o roteiro da 1ª temporada, tínhamos muitos caminhos a seguir. Então criamos uma coletânea de ideias para usarmos em uma possível segunda temporada”, afirmou o produtor.
The 100: Piloto do spin-off tem uma das piores audiências da série
O episódio de “The 100” programado para servir de piloto de um spin-ff da série não atraiu grande público na rede americana The CW. Intitulado “Anaconda”, o capítulo foi ao ar na quarta (8/7) nos EUA e apresentou um longo flashback sobre o primeiro apocalipse nuclear da Terra, mostrando a origem de vários elementos da mitologia da série. Apesar de incluir alguns personagens anteriormente estabelecidos na franquia, como Becca Franco (Erica Cerra), a cientista que criou a Inteligência Artificial Alie à sua imagem e semelhança, o piloto mostrou que, caso vire série, o spin-off acompanharia apenas personagens inéditos, que lutam pela sobrevivência num planeta dizimado pela radiação. Jason Rothenberg, criador de “The 100”, aproveitou a exibição para fazer bastante propaganda do projeto, demonstrando o que pretende contar, caso a produção saia do papel. Mas o público não pareceu se entusiasmar com a premissa por se tratar de um prólogo. “Anaconda” foi um dos episódios menos assistidos da série, com 669 mil telespectadores sintonizados ao vivo, abaixo da média atual da temporada de “The 100” (682 mil) e uma audiência qualificada de 0,2 ponto na demo. Além desse spin-off, a CW ainda avalia a produção de uma série derivada de “Arrow”. Especula-se que apenas um dos dois projetos será aprovado. Desse modo, a demora na definição do futuro da atração do Arrowverso estaria relacionada à espera da exibição de “Anaconda”. O piloto embutido de mais uma atração da DC Comics foi exibido em janeiro, no penúltimo episódio de “Arrow”. Na ocasião, o capítulo “Green Arrow and the Canaries” bateu recorde de audiência, tornando-se o mais assistido da season finale da série do Arqueiro Verde, à exceção do episódio do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Ao todo, foi visto por 893 mil telespectadores ao vivo e registrou 0,33 ponto na demo.
Parte 5 do Mundo Sombrio de Sabrina seria crossover com Riverdale
O cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” acabou impedindo um crossover muito aguardado com “Riverdale”. O criador e showrunner da série, Roberto Aguirre-Sacasa, sugeriu que esse seria o tema da Parte 5, que jamais será produzida. Num tuíte publicado na sexta (10/7), ele publicou uma arte que junta Archie, Jughead, Betty, Veronica e Cheryl, os principais personagens de “Riverdale”, ao elenco de “CAOS” (abreviatura, em inglês, do título original da série: “Chilling Adventures of Sabrina”). E indicou que esta história será contada agora em quadrinhos. “A Parte 4 é a melhor que já fizemos”, tuitou Aguirre-Sacasa. “E a Parte 5, ‘Guerra das Bruxas’, teria sido INCRÍVEL. Vai continuar nas páginas dos quadrinhos de ‘CAOS’.” Após essa informação, os fãs passaram a perguntar se Sabrina não poderia aparecer em “Riverdale”. Aguirre-Sacasa, que também é criador e showrunner de “Riverdale”, ainda não se pronunciou sobre esta possibilidade. Mas se o contrato da série da Archie Comics for similar aos da Marvel, seria preciso esperar dois anos após o lançamento da Parte 4 para isto acontecer. E os últimos episódios de “Sabrina” ainda não tem previsão de estreia. Confira o tuíte do produtor abaixo, incluindo a arte da capa dos quadrinhos da história de “Guerra das Bruxas”. Thank you for all the love, #sabrinanetflix fans. Part Four is our best yet and Part Five, “Witch War,” would’ve been AMAZING. To be continued in the pages of #CAOS comic book… 💔🔮☠️🍔👨🏻💻 pic.twitter.com/wNvTfxYNfX — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) July 10, 2020
The Walking Dead faz campanha pelo uso de máscaras de proteção
O universo zumbi do canal pago americano AMC se engajou numa campanha de prevenção contra a pandemia real. Dez personagens de “The Walking Dead”, “Fear the Walking Dead” e da vindoura “The Walking Dead: World Beyond” ganharam imagens em que aparecem usando máscaras — e pedindo que os fãs também usem, para se protegerem da covid-19. Nas ilustrações, os personagens aparecem com seus rostos cobertos, ao lado da recomendação, em inglês para que se “use uma máscara”. Os mascarados são Daryl (Norman Reedus), Carol (Melissa McBride) e Ezekiel (Khary Payton) de “The Walking Dead”, Victor (Colman Domingo) e o casal John (Garret Dillahunt) e June (Jenna Elfman) de “Fear The Walking Dead”, e Felix (Nico Tortorella), Huck (Annet Mahendru), Elton (Nicolas Cantu) e Silas (Hal Cumpston) da novata “The Walking Dead: World Beyond”. As três produções estão paralisadas desde março por conta da pandemia do novo coronavírus. “The Walking Dead” foi interrompido antes de gravar o final de sua 10ª temporada. As gravações devem ser retomadas nos próximos dias, para a season finale ser exibida como um especial até o fim do ano. “The Walking Dead: World Beyond” já tinha encerrado as gravações, mas não conseguiu finalizar os efeitos visuais, levando ao adiamento de sua estreia, prevista para abril passado. Com a reabertura dos estúdios de pós-produção, esta série deve estrear ainda em 2020. Já “Fear the Walking Dead” estava no começo da produção de sua 6ª temporada e só deve voltar no ano que vem. “Tem tantas pessoas trabalhando nessas séries. Entre as três, são milhares de pessoas. Queremos que todos estejam seguros e saudáveis. Esse é o acordo. Todos temos que nos juntar para garantir que todo mundo esteja seguro e saudável”, disse ao Hollywood Reporter o chefe de conteúdo do universo “The Walking Dead”, Scott Gimple.
Tina Fey grita com homem sem máscara em comercial da reunião de 30 Rock
A rede NBC divulgou o comercial do especial de reencontro do elenco da série “30 Rock”. A prévia mostra Liz Lemon, a personagem de Tina Fey, brigando com um homem que não usa máscara nas ruas. O vídeo também revela como o elenco conseguiu se “reunir” e manter o isolamento social ao mesmo tempo. E sem usar videoconferência – muito menos o aplicativo Zoom. A ideia do especial foi inusitada, porque partiu do departamento de marketing da NBCUniversal para divulgar as atrações de sua próxima temporada. Como a apresentação da programação para anunciantes e imprensa (upfronts) foi cancelada como prevenção contra a pandemia, a NBC decidiu fazer algo diferente de uma simples videoconferência, resgatando os personagens da série premiada para apresentar suas novidades de 2021. Graças a isso, as estrelas Tina Fey, Alec Baldwin, Tracy Morgan, Jane Krakowski e Jack McBrayer vão reprisar seus papéis da série original, que foi exibida de 2006 a 2013 e ganhou três Emmys como Melhor Série de Comédia. Para quem não lembra, a série se passava nos bastidores da NBC, acompanhando a produção de um programa humorístico fictício. Embora tenha sido produzido remotamente – isto é, sem contato físico entre os envolvidos – devido à pandemia de coronavírus, o programa contará com participações especiais de estrelas de toda a família NBCUniversal para divulgar o que vai estrear em breve nos canais NBC, USA, Syfy, E!, Bravo e muito mais. O especial será exibido na quinta (16/7) na NBC e liberado no dia seguinte na plataforma Peacock. Vale lembrar que esse retorno de “30 Rock” segue um bem-sucedido especial de reencontro do elenco de “Parks and Recreation”, que também foi filmado remotamente e exibido na NBC em abril.
HBO cancela Run após uma temporada
A HBO anunciou o cancelamento da série de comédia “Run”, após uma temporada. “Run” era uma criação de Vicky Jones, parceira criativa de longa data de Phoebe Waller-Bridge, com quem trabalhou nas séries premiadas “Fleabag” e “Killing Eve”. Waller-Bridge, por sinal, produzia a comédia e também tinha um papel recorrente na 1ª temporada. Exibida entre abril e maio, “Run” acompanhava dois ex-namorados que ativam, em um momento de desespero, um antigo plano de fuga que tinham quando estavam juntos. Vividos por Domhnall Gleeson (“Pedro Coelho”) e Merritt Wever (“Inacreditável”), o casal se reencontra num trem que os leva para longe da cidade onde moram, mas não sabem exatamente o que fazer a seguir. Aparentemente, os produtores também não sabiam. “Depois de explorar maneiras possíveis de continuar a jornada de Ruby e Billy, juntamente com a showrunner Vicky Jones, chegamos à decisão de que não avançaremos com uma 2ª temporada de ‘Run'”, afirmou a HBO no comunicado do cancelamento, nesta sexta-feira (10/7).












