Junkie XL revela trecho da trilha inédita da nova versão de Liga da Justiça
O DJ, músico e produtor Thomas Holkenborg, mais conhecido pelo nome artístico Junkie XL, compartilhou uma prévia da nova trilha que irá acompanhar o lançamento do Snyder Cut – a versão de “Liga da Justiça” de Zack Snyder. A música vai embalar uma cena de ação e foi revelada durante a participação do artista na DC FanDome, convenção virtual de fãs da DC Comics, neste sábado (12/9). Apesar de mostrar a nova composição, ele também adiantou que ainda tem muito trabalho para fazer antes de terminar a trilha completa. Autor das trilhas de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “Deadpool” (2016) e “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (2019), Junkie XL era a escolha original de Zack Snyder para “Liga da Justiça”, após os dois trabalharem juntos em “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Mas quando Joss Whedon assumiu a pós-produção e refilmou grande parte do longa, ele decidiu trocar o compositor, trazendo Danny Elfman, do “Batman” de 1989, para assinar a música do filme. A restauração da visão original de Snyder também irá restituir Junkie XL a seu papel original. Assim, o Snyder Cut não terá só imagens diferentes, mas também uma trilha totalmente inédita. A nova versão de “Liga da Justiça” será lançada como uma minissérie de quatro partes – com quatro horas de duração – na plataforma HBO Max em 2021. Junkie XL previews his Justice League theme! Wow!#DCFanDome #TheSnyderCut pic.twitter.com/UDW668Q22t — The Zack Snyder Bible (@ZackSnyderBible) September 12, 2020
Patrulha do Destino é renovada para a 3ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) para sua 3ª temporada. A 2ª temporada da série estreou em junho nas plataformas americanas HBO Max e DC Universe, mas os próximos capítulos serão exibidos exclusivamente na plataforma da WarnerMedia. A mudança confirma o sucateamento da DC Universe, que, se ainda não foi oficialmente fechada, sairá do ar simplesmente por não ter o que exibir. “Patrulha do Destino” reúne os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Vale destacar que a adaptação é influenciada principalmente pela fase mais adulta da publicação, após passar a ser escrita por Grant Morrison (criador de “Happy!”) nos anos 1980 e incorporar uma temática queer. O elenco inclui April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, e participações de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas temporadas da série têm 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão.
Gravações de Supernatural terminam com despedidas de “Sam” e “Dean”
Acabou. “Supernatural” encerrou suas gravações em Vancouver, no Canadá. A cena derradeira do capítulo final foi registrada na quinta (10/9) e os intérpretes dos irmãos Winchester marcaram o último dia no set com mensagens nas redes sociais. Jared Padalecki, intérprete de Sam, emocionou-se no Instagram. “Meu último dia como Sam Winchester”, ele escreveu, ao lado de uma foto se dirigindo para as gravações. “Obviamente, minha cabeça está girando e minhas emoções estão lá em cima, mas ainda temos um tempinho. Muito obrigado a todos vocês pelo incrível montante de amor e apoio que mandaram na nossa direção nestas últimas horas. Definitivamente estamos sentindo a vibração.” Já Jensen Ackles, o Dean, postou três fotos do seu último dia com o Impala da série, que ele vai levar para casa como “lembrancinha”. “Hoje é o último dia de uma jornada de 15 anos que mudou minha vida. Para aqueles com quem trabalhei, aqueles que assistiram e nos apoiaram… vocês nunca vão entender o quanto eu aprecio o que vocês fizeram. ‘Obrigado’ não é o bastante. Não existem palavras. Sou grato demais por estas memórias, que ficarão comigo para sempre”, escreveu. A série, na verdade, deveria ter terminado em maio nos EUA, mas a pandemia impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro, adiando a despedida dos irmãos caçadores de monstros por alguns meses. “Supernatural” vai voltar em 8 de outubro para apresentar seus sete capítulos derradeiros, com a exibição do último episódio marcada para 19 de novembro. Ainda não há previsão para a exibição desta reta final no Brasil, mas o canal pago Warner já transmitiu todos os capítulos exibidos nos EUA. Ver essa foto no Instagram Well, here goes… I write this as I head to my last day of #Supernatural. My last day with #SamWinchester. Obviously, my head is spinning and my emotions are stratospheric, but there’s still a bit of time left on the clock. Thank y’all SO MUCH for the incredible amount of love and support that’s been headed our way, in these final hours. It’s definitely been felt. I’ll check in soon, but, for now, #WeHaveWorkToDo #spnfamily Uma publicação compartilhada por Jared Padalecki (@jaredpadalecki) em 10 de Set, 2020 às 1:46 PDT Ver essa foto no Instagram Woke up at 6am this morning. That alarm went off with a heavy tone. Today is the final day of a 15 year journey. One that has changed my life forever. To those I have worked with on this journey and to those who have watched and supported…you will never understand my great appreciation for you. “Thank you” doesn’t cover it. There just aren’t words. I’m so grateful for these memories that I will carry with me forever. What a ride it has been. And what a run. #spnfamilyforever here are a few shots from our final days…including today. I’ll try and send more later, but in true SPN form…we are in the middle of “nowhere” and have zero service. Go figure. Stay tuned. Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) em 10 de Set, 2020 às 3:17 PDT
Estreias online: High Fidelity e mais 5 séries para ver no fim de semana
“High Fidelity” finalmente estreia no Brasil. Demorou tanto que chega após ser cancelada nos EUA. Ainda assim, oferece a melhor maratona adulta do fim de semana, que ainda traz uma série com ator de “Game of Thrones”, o remake americano de “Julie e os Fantasmas” e o episódio de estreia de “Amor e Sorte”, entre outras opções. A programação de lançamentos pode ser conferida com trailers e maiores informações logo abaixo. High Fidelity | EUA | 1 Temporada Baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears de 2000, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”, a série acompanha uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. A versão de streaming trocou sexo, raça e cidade da protagonista, mas superou qualquer comparação ao escalar Zoë Kravitz como a protagonista Rob (papel de John Cusack no cinema). Perfeita como enciclopédia ambulante, sexy e empoderada do rock, não bastasse a atriz ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz e da atriz Lisa Bonnet (uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000!). Totalmente adorável, a comédia romântica roqueira agradou em cheio a crítica, com 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas não emplacou na plataforma americana Hulu, sendo cancelada após a 1ª temporada. Como resultado, a série se resumiu a 10 episódios – o lado positivo é que são vários capítulos a mais que o livro original (e o filme). Disponível na StarzPlay Gêmeos | Noruega | 1ª Temporada Kristofer Hivju (o Tormund de “Game of Thrones”) vive dois irmãos gêmeos idênticos com vidas completamente diferentes. Erik é um surfista sem dinheiro, enquanto Adam é um homem de família e de negócios. Mas esta história não é uma comédia. Quando os dois se reencontram após 15 anos, acabam brigando e, ao interferir, a esposa de Adam acaba matando acidentalmente seu marido. Para evitar que a polícia descubra o que houve, Erik é convencido pela cunhada a assumir a identidade de Adam Mas logo descobre que o maior desafio não é evitar ser pego, mas fingir ser alguém que não é. Disponível na Globoplay Amor e Sorte | Brasil | 1 Temporada A Globo está disponibilizando a minissérie em sua plataforma de streaming, um capítulo por semana. Estrelado por duplas que passam a quarentena juntas, o programa criado por Jorge Furtado estourou em audiência na TV aberta, graças ao show de interpretação em que Fernanda Montenegro e Fernanda Torres ficcionalizam seu relacionamento de mãe e filha. Há muitos anos distantes, a pandemia permite que elas se reconectem, isoladas em um sítio. Entretanto, a chegada da vacina pode colocar um fim a esse bom momento, e uma delas decide tomar uma atitude. Os próximos três episódios terão duplas formadas por Taís Araújo e Lázaro Ramos, Luisa Arraes e Caio Blat, e Fabiula Nascimento e Emilio Dantas, em histórias completas passadas em suas próprias casas. Mas dificilmente terão a mesma qualidade artística, já que os próprios atores são responsáveis pela captação das imagens. A estreia, porém, contou com direção do cineasta Andrucha Waddington, que é casado com Fernanda Torres e compartilha a quarentena com a família. A gravação, com um profissional atrás das câmeras, resultou absolutamente profissional. Disponível na Globoplay Julie and The Phantoms | EUA | 1ª Temporada Remake da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas” com produção de Kenny Ortega, o mentor da franquia “High School Musical”. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que perde a vontade de tocar quando a mãe morre. Até que conhece três fantasmas de uma banda dos anos 1990. Eles ajudam Julie a superar seus traumas e virar uma cantora pop adolescente do Disney Channel, ops, da Netflix. O elenco destaca Madison Reyes, que antes só tinha figurado num curta-metragem, no papel de Julie (interpretada por Mariana Lessa no Brasil), além de Charlie Gillespie (visto em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt”), Jeremy Shada (dublador de Finn em “A Hora da Aventura”) e Owen Patrick Joyner (de “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”) como os fantasmas. A premissa original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e venceu o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo em 2013. Disponível na Netflix A Duquesa | Reino Unido | 1ª Temporada A comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”) criou, estrela e produz a comédia, em que vive uma mãe solteira que adora sua filha pequena Olive, mas ninguém mais. Percebendo que a menina é melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. O problema são os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide convencer seu maior inimigo a conceber a criança com ela: o pai “perdedor” de Olive. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), a série tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne. Disponível na Netflix Memórias de Idhún | Espanha | 1ª Temporada Desenho animado espanhol em estilo anime, a série é baseada na trilogia de livros da autora Laura Gallego. Os cinco episódios inaugurais adaptam o primeiro livro da coleção, “La Resistencia”. A trama envolve profecias e luta contra a tirania. A primeira batalha pela libertação de Idhún acontece na Terra, onde Jack e Victoria lutam para salvar os idhunitas que escaparam do reinado sombrio de Ashran, o necromante. Disponível na Netflix
Elenco de Um Maluco no Pedaço se reencontra nos 30 anos da série
Will Smith compartilhou nas redes sociais uma foto de seu reencontro com os colegas da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air). A imagem foi compartilhada na noite de quinta (10/9), data em que o antigo elenco comemorou 30 anos da estreia da atração nos EUA. “Hoje fazem exatamente 30 anos desde que ‘Um Maluco no Pedaço’ estreou! Então, estamos fazendo algo por vocês… uma verdadeira reunião da família de Banks está chegando na HBO Max!”, escreveu Smith ao lado da foto, acrescentando um “RIP James” em homenagem ao ator James Avery, intérprete do patriarca da família, que faleceu em 2013. O texto refere-se ao especial programado para o serviço de streaming da WarnerMedia. A premissa é uma reminiscência nostálgica da série, descrita como “uma noite de música, dança e convidados surpresa”. O especial contará com a presença de Will Smith, Tatyana Ali, Karyn Parsons, Joseph Marcell, Daphne Maxwell Reid, Alfonso Ribeiro e do DJ Jazzy Jeff, e o reencontro da foto assinala os bastidores de sua gravação, sob direção de Marcus Raboy (“Whitney Cummings: Can I Touch It?”). O lançamento está previsto para o final de novembro na HBO Max. A plataforma também disponibiliza todos as seis temporadas de “Um Maluco no Pedaço” em streaming. O reencontro do elenco é o segundo projeto atual derivado da série clássica. Will Smith também está produzindo uma nova série que mostrará a premissa de “Um Maluco no Pedaço” em versão dramática, para a plataforma Peacock. (saiba mais) Ver essa foto no Instagram Today is exactly 30 YEARS since The @FreshPrince of Bel-Air debuted! So we’re doin’ something for y’all… a for real Banks Family Reunion is comin’ soon to @HBOmax! RIP James. #FreshPrince30th Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 10 de Set, 2020 às 4:30 PDT
Amazon vai exibir série de Joe Exotic estrelada por Nicolas Cage
A Amazon fechou com a CBS Television Studios os direitos de exibição da minissérie baseada na vida de Joe Exotic, que será estrelada por Nicolas Cage. A ironia do negócio é que a Amazon vai disponibilizar uma atração inspirada por sua maior rival na guerra dos streamings. A história de Joe Exotic se tornou mundialmente conhecida após ser transformada na série documental “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), da Netflix. De todo modo, a trama não é uma adaptação do programa, visto por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da Netflix, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre como Exotic ganhou seu apelido, construiu um zoológico particular em Oklahoma e alimentou sua rivalidade mortal com Carole Baskin, ativista de direitos de animais. Criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”), a atração terá sete episódios e vai marcar a estreia de Nicolas Cage numa série. Além deste projeto, a NBCUniversal prepara sua própria minissérie sobre Joe Exotic, que será o primeiro programa exibido simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). Esta produção já definiu Kate McKinnon como Carole Baskin.
Rodrigo Santoro vai estrelar 5ª temporada de Sessão de Terapia
O ator Rodrigo Santoro vai integrar o elenco da 5ª temporada de “Sessão de Terapia”. O ator interpretará o personagem Davi Greco e atuará ao lado do amigo Selton Mello, que segue como protagonista da produção do Globoplay, assim como Nathalia Timberg e a internacional Morena Baccarin (de “Gotham”). De acordo com a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Santoro viverá um novo supervisor de Caio – personagem de Selton. O papel foi escrito especialmente para Santoro, que colaborou com seu desenvolvimento. Apesar das restrições causadas pela pandemia de coronavírus, o ator já está ensaiando remotamente para iniciar os trabalhos nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro. Já Nathalia Timberg, que vive a mãe de Caio, gravará suas cenas em sua casa, enquanto Morena Baccarin participará via Skype, situação que condiz com a premissa da série, sobre encontros de um terapeuta (Selton) com pacientes. Ela interpretou a supervisora de Caio na temporada anterior. Com o reboot da temporada passada, que promoveu Selton Mello a protagonista (até então, trabalhava na série como diretor) e passou a incluir Morena Baccarin no elenco, “Sessão de Terapia” se tornou uma das séries mais vistas no Globoplay. A atração é, na verdade, uma versão brasileira da série israelense “BeTipul”, criada por Hagai Levi, que é mais conhecida pela adaptação americana da HBO, intitulada “Em Terapia” (In Treatment).
Diana Rigg (1938 – 2020)
Diana Rigg, a célebre atriz britânica das séries “Os Vingadores” e “Game of Thrones”, morreu nesta quinta (10/9) aos 82 anos. Ela foi diagnosticada com câncer em março, de acordo com sua filha Rachael Stirling, e “passou seus últimos meses refletindo alegremente sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão”. No auge de sua popularidade, Rigg foi eleita a “estrela mais sexy da TV em todos os tempos” pela revista TV Guide. Isto aconteceu quando ela foi escalada como a sedutora espiã Emma Peel em “Os Vingadores”, seu primeiro papel na televisão. Enid Diana Elizabeth Rigg nasceu em 20 de julho de 1938, em Doncaster, Inglaterra, mas passou a infância com a família em Jodhpur, na Índia, onde seu pai trabalhava como gerente da ferrovia estadual. Tinha só 8 anos quando precisou a aprender a ser independente, enviada para estudar num internato na Inglaterra. “A Índia me deu um começo de vida glorioso”, disse Rigg em uma biografia de 2004 escrita por Kathleen Tracy. “Isso me deu independência de espírito”. Mas a transição para a triste Inglaterra foi difícil: “A escola não queria ser cruel, mas foi. Eu me sentia como um peixe fora d’água. Não conhecia ninguém. Comecei do zero… Com uma experiência como essa, sua vida muda. Você nunca mais dependerá de seus pais.” Notando seus dotes artísticos, os professores estimularam Rigg a estudar artes dramáticas. Ela estudou na Royal Academy of Dramatic Art, começou a trabalhar como modelo e, após uma breve passagem pela Royal Shakespeare Company, foi contratada para fazer sua estreia na TV. Rigg nunca tinha visto a série “Os Vingadores”, que, após as primeira temporadas com Honor Blackman, perdera a protagonista. Blackman abandonara a série para assumir o icônico papel de Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), e foi substituída brevemente por Julie Stevens. Mas a nova personagem, Venus Smith, não empolgou o público acostumado com Catherine Gale, a espiã que vestia couro, interpretada por Blackman. A série também estava prestes a começar a ser transmitida nos EUA e se tornar uma produção a cores, quando os produtores conceberam Emma Peel, cujo nome era um trocadilho para “M-Appeal”, apelo aos homens. A atriz interpretou a agente sexy em 51 episódios, de 1965 a 1968, e mostrou que era mais que tinha mais que sex appeal. Ela foi indicada a dois Emmys pelo papel. Como a terceira e mais popular das quatro parceiras femininas de John Steed (personagem de Patrick Macnee) na série britânica, Peel se tornou um ícone na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além de sexy, sua independência e ousadia também trouxeram feminismo às aventuras de espionagem da série, fazendo com que “Os Vingadores” se tornasse uma das séries mais modernas da TV. De fato, era literalmente mod e também psicodélica. “Os Vingadores” marcou tanto a TV britânica que Rigg e suas colegas espiãs foram homenageadas pelo BAFTA em 2011 pelo legado de suas personagens à cultura pop. “Ela estava à frente de seu tempo”, disse Rigg em outra homenagem, um tributo de aniversário de 50 anos de Emma Peel, apresentado pelo British Film Institute. “Por acaso, ela se tornou essa mulher de vanguarda, e meu Deus, tive a sorte de ter a chance de interpretar essa mulher. Durante anos depois disso, as pessoas continuaram vindo até mim para dizer: ‘Você era minha heroína’ – não eu, Emma – ‘e me encorajou a fazer isso e aquilo.’ Sem exagerar na influência dela, eu realmente acho que ela foi uma influência muito, muito potente nas mulheres que reivindicaram seu lugar neste mundo.” Depois de duas temporadas, Rigg saiu de “Os Vingadores” para voltar à Royal Shakespeare Company. Os fãs ficaram devastados, mas esta decisão fez com que ela estreasse no cinema em 1968 numa adaptação de Shakespeare, “Sonhos de um Noite de Verão”, ao lado dos colegas da companhia, – ninguém menos que Helen Mirren, Ian Holm e Judi Dench. Diana pertencia a esta geração. No ano seguinte, a atriz protagonizou a comédia “O Sindicato do Crime” (1969), ao lado de Oliver Reed, e se tornou a primeira mulher a se casar com o agente secreto James Bond no cinema, em “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). A carreira cinematográfica deslanchou, com papéis em “Júlio César” (1970), “Hospital” (1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e “As 7 Máscaras da Morte” (1973). Entretanto, ela não resistiu à proposta de estrelar sua própria série americana, batizada com seu nome. Em “Diana”, Rigg interpretou uma estilista de moda que trabalhava em uma loja de departamentos em Nova York após seu divórcio. Mas a atração era moderna demais para 1973 e acabou cancelada na 1ª temporada. Com o fim da série, descobriu que não conseguia mais papéis no cinema. Mas seguiu carreira na TV americana. Ela chegou a ser novamente indicada ao Emmy em 1975, pelo telefilme “In This House of Brede”, como uma mulher de negócios que se torna uma freira beneditina enclausurada. A atriz acabou voltando ao Reino Unido, onde passou a atuar em produções da BBC, montagens teatrais e eventuais filmes britânicos, como o mistério “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Em 1994, foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico por suas contribuições ao cinema e ao teatro, e de 1998 a 2008 serviu como reitora da Universidade de Stirling, na Escócia. A década de 1990 também a consagrou no palco e na telinha. Rigg ganhou seu Tony (o Oscar do teatro) em 1994 por interpretar o papel-título de “Medea”, e finalmente venceu o fugidio Emmy em 1997, pelo papel da governanta antagônica numa adaptação televisiva de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, de Daphne du Maurier. Ela seguia com pequenas aparições nas telas, incluindo “Doctor Who”, até ser escalada em outro papel que marcou época, como Lady Olenna, a “Rainha de Espinhos”, líder da casa Tyrell que enfrentou a ira da vilã Cersei em “Game of Thrones”. Rigg foi indicada a mais quatro Emmys por esse trabalho na série da HBO. Depois de “Game of Thrones”, ela viveu outra nobre na TV, a Duquesa de Buccleuch, na série “Vitória: A Vida de uma Rainha” (Victoria, 2017), mas o trabalho que lhe deu mais alegria, no final de sua vida, foi contracenar com a filha, Rachael Stirling, na série “The Detectorists”, entre 2015 e 2017. “Nós apenas continuamos rindo”, disse Rigg sobre a experiência. “A pessoas levam esse trabalho muito a sério. E é sério, é muito, muito sério, porque é uma comunhão entre você, o público e nós, os atores – mas, ao mesmo tempo, uma das minhas necessidades reais é me divertir”. Os últimos trabalhos da atriz, o filme “Last Night in Soho”, de Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), e a minissérie “Black Narcissus”, da BBC, devem estrear nos próximos meses.
Warrior: Trailer da 2ª temporada traz muita ação e artes marciais
O canal pago americano Cinemax divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Warrior”, série inspirada num projeto antigo do astro Bruce Lee (“Operação Dragão”). Com ritmo trepidante, a prévia é repleta de pancadaria, artes marciais e muita ação, numa recriação das guerras entre as gangues de São Francisco no século 19. A recriação de época e as batalhas de gângsteres chegam a lembrar “Peaky Blinders”, mas centrada em facções de tongs (a máfia chinesa) em vez de ciganos e proletários britânicos. A trama acompanha um lutador talentoso, mas moralmente corrupto de Chinatown. Ah Sahm (Andrew Koji, da série “The Innocents”) é um prodígio das artes marciais que chega da China em circunstâncias misteriosas para virar um dos principais integrantes de uma organização criminosa nos EUA. Mas conforme duas famílias disputam o poder entre as facções chinesas, o racismo americano ameaça destruir a ambas. O conceito de “Warrior” foi concebido por Bruce Lee antes do astro morrer subitamente em 1973, aos 32 anos de idade. Os manuscritos que detalhavam a trama acabaram recuperados por sua filha e ganharam roupagem moderna com roteiro de Jonathan Tropper, cocriador da série “Banshee”. A série tem produção do cineasta Justin Lin (franquia “Velozes e Furiosos”), que também assinou o piloto da atração, além da atriz Shannon Lee (“Operação Águia”), herdeira do mestre do kung fu. O elenco inclui Hoon Lee (“Banshee”), Olivia Cheng (“Deadly Class”), Jason Tobin (“Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”), Dianne Doan (“Vikings”), Joe Taslim (“Operação Invasão”), Rich Ting (“The Man in the High Castle”), Dean Jagger (“Game of Thrones”), Langley Kirkwood (“Dominion”), Kieran Bew (“Rellik”) e, na nova temporada, Chen Tang (“Mulan”). A 2ª temporada estreia em 2 de outubro. “Warrior” é exibido no Brasil pelo canal pago Max Prime.
The Loud House é renovada para a 6ª temporada
O canal pago Nickelodeon renovou “The Loud House” para sua 6ª temporada, dois dias antes da estreia do quinto ano da produção, que vai acontecer na sexta-feira (11/9) nos EUA. A série animada é atualmente o programa mais visto da TV americana entre o público formado por crianças de 6 a 11 anos de idade. Produzido pelo Nickelodeon Animation Studio, a 6ª temporada vai mostrar a família Loud embarcando em aventuras ainda mais selvagens, repletas de coração e humor, incluindo musicais, festas de aniversário e brincadeiras com todos os personagens adoráveis que habitam Royal Woods. Diferente de “Os Simpsons” e tantas outras animações, que mantém os personagens com a mesma idade sem refletir a passagem do tempo, a série criada por Chris Savino e Michael Rubiner acompanha a evolução dos irmãos Loud, que continuam a crescer de temporada em temporada. Vale lembrar que Lincoln e seus amigos estão agora no ensino médio, enfrentando novos desafios e aventuras à medida que se adaptam à hierarquia da nova escola. Cada uma de suas irmãs também subiu de ano, tornando Leni a mais velha da casa, enquanto Lori inicia seu primeiro ano de faculdade. “The Loud House” também é exibida no Brasil pelo Nickelodeon. Veja a abertura dublada da série abaixo.
Halsey vai estrelar série do diretor de Big Little Lies
A cantora Halsey anunciou nesta quarta-feira (9/9) o começo de sua carreira como atriz. Ela vai estrelar a série “The Player’s Table”, baseada no romance best-seller de Jessica Goodman, “They Wish They Were Us”. A produção se passa em um colégio de elite de Long Island, em Nova York, e segue Jill, uma antiga estudante que investiga a verdade sobre a morte de sua melhor amiga, Shaila, que aconteceu três anos antes e pode ter relação com uma sociedade secreta da escola. Halsey viverá Rachel Calloway, uma jovem emocionalmente perturbada que se envolve na jornada da protagonista em busca de respostas. Ex-membro da sociedade secreta, Rachel se formou há três anos e deixou o grupo quando seu irmão mais novo, Graham, foi condenado pelo assassinato de Shaila, mas agora volta à Long Island convicta de que o irmão não é responsável pelo crime. Como Rachel tem a esperança de inocentar o irmão antes que ele complete 18 anos, as duas unem forças para descobrir o que aconteceu de verdade na noite da morte de Shaila. O papel de Jill Newman será interpretado por Sydney Sweeney (a Cassie da “Euphoria”). Halsey e Sweeney se conheceram quando a atriz participou do videoclipe de Halsey para “Graveyard”, que foi indicado ao VMA (premiação de clipes da MTV). “Eu sou a garota mais sortuda do mundo por fazer minha estreia como atriz com meu ser humano favorito, Sydney Sweeney, em uma adaptação para a TV de um livro incrível de Jessica Goodman”, a cantora escreveu em seu Instagram. “Eu simplesmente mal posso esperar”. A série, que ainda não tem endereço definido, tem produção do cineasta Jean-Marc Vallée, responsável pela 1ª temporada de “Big Little Lies” e “Objetos Cortantes” (Sharp Objects), por meio de sua produtora Crazyrose. O roteiro está a cargo de Annabelle Attanasio, que escreveu e dirigiu o longa “Mickey and the Bear”, além de quatro curtas. Ela também deve dirigir alguns episódios e dividir a produção com Halsey, Sweeney, Vallée e seu sócio Nathan Ross. Ver essa foto no Instagram I am the luckiest girl in the world because I get to make my acting debut with my favorite human-being @sydney_sweeney , on a tv adaptation of an amazing book by @jessicagoodman , to be written/adapted + directed by one of the greatest @annabelleattanasio and wildest of all I will also be a PRODUCER on the series with some of my idols JEAN-MARC VALLÉE + NATHAN ROSS @crazyrosefilms with Sydney’s Fifty-Fifty Films @fiftyfiftyfilms ! You guys are gonna fall in love with The Players Table. I simply cannot wait…. photos by @samdameshek Uma publicação compartilhada por halsey (@iamhalsey) em 9 de Set, 2020 às 9:33 PDT
Grey’s Anatomy: Atores voltam ao trabalho com máscaras e foco na pandemia
Alguns atores de “Grey’s Anatomy” revelaram no Instagram que voltar ao set da série para as gravações da 17ª temporada nos Estados Unidos. Kevin McKidd, que vive o Dr. Owen Hunt, postou uma foto ao lado de Kim Raver, a Dra. Teddy Altman, enquanto Ellen Pompeo, que interpreta a protagonista Meredith Grey, posou ao lado do colega Richard Flood, o Dr. Cormac Hayes. Todos apareceram usando máscaras de proteção nos bastidores na produção da rede americana ABC. Popmpeo ainda aproveitou para dedicar sua volta ao trabalho aos profissionais na linha de frente da luta contra a pandemia de covid-19. “Primeira vez de volta ao meu uniforme. Desde que paramos as gravações, 7 mil profissionais da saúde morreram de covid. Eu dedico minha temporada 17 a todos aqueles que caíram e a todos aqueles que, graças a Deus, continuam em pé. Essa temporada é para vocês, com muita humildade, um pouco de humor para nos ajudar a suportar, e incontáveis montantes de gratidão. Esperamos deixá-los orgulhosos” A gravação da série foi interrompida em março, devido à pandemia, levando a 16ª temporada a ser encurtada pela crise sanitária. Em julho, a showrunner Krista Vernoff, afirmou que a série tinha a “oportunidade e a responsabilidade” de abordar o coronavírus nos novos episódios. “Todos os anos temos conversas com médicos, que nos contam suas histórias. Normalmente, são as coisas mais engraçadas ou loucas que eles já viram. Este ano, isso aconteceu mais como uma terapia. Muitos deles estão falando pela primeira vez sobre isso [a pandemia], e começam a chorar e tremer. Eles falam sobre isso como se fosse uma guerra para a qual não foram treinados”, ela contou, durante um evento da Academia da Televisão. Estas histórias reais dos médicos servirão para inspirar a forma como a série irá abordar a pandemia. Ver essa foto no Instagram First time back in my scrubs… since we shut down filming 7000 healthcare workers have died from Covid. I dedicate my season 17 to all who have fallen and to everyone of you who by the grace of God is still standing… this season is for you with humility and a bit of humor to get us through and endless amounts of gratitude. I hope we do you proud 🙏🏼❤️ @greysabc #seasonseventeen @richardfloodofficial Uma publicação compartilhada por Ellen Pompeo (@ellenpompeo) em 8 de Set, 2020 às 4:47 PDT Ver essa foto no Instagram @kimraver and me partners in crime !! We r back !! @greysabc Uma publicação compartilhada por Kevin McKidd (@therealkmckidd) em 8 de Set, 2020 às 6:38 PDT
Daryl e Carol ganharão série derivada após final de The Walking Dead
Junto do anúncio do final de “The Walking Dead”, o canal pago americano AMC antecipou que a história dos dois últimos remanescentes da 1ª temporada continuará a ser contada numa nova atração. Os produtores preparam um novo spin-off, ainda sem título, que acompanhará Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) após o fim da série principal. A nova série será comandada por Angela Kang, que está com “The Walking Dead” desde 2011 e virou showrunner na 9ª temporada. Ela representará o terceiro spin-off da série original, após “Fear the Walking Dead” e o vindouro “The Walking Dead: World Beyond”, que estreia em outubro. Embora os envolvidos não tenham dado muitos detalhes sobre a nova atração, eles comemoraram o lançamento, que está programado para 2023, no ano seguinte ao final de “The Walking Dead”. “A série principal de ‘The Walking Dead’ tem sido meu lar criativo por uma década e por isso é agridoce encerrá-la, mas eu não poderia estar mais animada para trabalhar com Scott Gimple e o AMC para desenvolver uma nova série para Daryl e Carol”, disse em comunicado a produtora Angela Kang. “Trabalhar com Norman Reedus e Melissa McBride tem sido um dos destaques da minha carreira e estou muito feliz por podermos continuar contando histórias juntos.” Reedus e McBride, que apareceram juntos na série na 1ª temporada, assinaram acordos inovadores de “franquia/universo” com o AMC no final de 2018, com aumentos salariais consideráveis para ambos, já visando, justamente, suas saídas de “The Walking Dead”. “Esta série mudou minha vida e carreira, e todos os envolvidos têm sido realmente uma família para mim na última década. Sou grato pelo amor e apoio do AMC e sei que há muito mais histórias para contar e muito mais para trazer os melhores fãs no mundo”, disse Reedus no anúncio da nova atração. “O relacionamento de Daryl com Carol sempre foi meu relacionamento favorito na série (desculpe, Rick). Eu amo a maneira como esses personagens interagem e se relacionam entre si em tantos níveis e mal posso esperar para ver o que acontecerá a partir daqui.” “Sempre gostei de trabalhar próxima de Norman ao longo de todas essas temporadas”, disse McBride. “Como espectadora da série, há muito tempo fico intrigada com ‘Daryl e Carol’ e como os dois se ligaram tão forte e tão rápido”, disse McBride. “Sua história compartilhada é longa, e a luta pessoal de cada um para sobreviver é ainda maior – além de ser o aspecto mais óbvio do que os mantém próximos e leais. Mas há também um aspecto um tanto misterioso em sua afeição um pelo outro que eu gosto, e suas brincadeiras quando o mundo permite. Estou muito curiosa! Ângela tem um jeito de agitar as coisas de maneiras incríveis e inesperadas. Ela é como uma criança brincando com o interruptor de luz! Estou muito animada!” “‘The Walking Dead’ fez história na televisão e é um daqueles raros trabalhos criativos que deu vida a todo um universo de conteúdo que ainda está nos estágios iniciais de crescimento e entretendo fãs novos e estabelecidos”, completou Ed Carroll, diretor de operações da AMC Networks. “Mal podemos esperar para trazer aos espectadores esta temporada final expandida de ‘The Walking Dead’ nos próximos dois anos, e lançar a quarta série na história da franquia, focada nos amados personagens de Daryl e Carol, com o incrivelmente talentoso Norman Reedus, Melissa McBride, Angela Kang e Scott M. Gimple. Realmente há muito ‘caminhar’ à frente, em uma série de direções muito emocionantes, para este extraordinário universo criativo que chamamos de ‘The Walking Dead’.”












