A Maldição da Mansão Bly ganha primeiro trailer assustador
A Netflix divulgou o trailer legendado de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), nova minissérie de terror dos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). A prévia capricha no clima de assombração, com muitos sustos e aparições. Originalmente uma minissérie, a atração volta em formato de antologia, prometendo abordar uma casa mal-assombrada diferente a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. O detalhe é que o trailer revela que a adaptação não será literal, mas ponto de partida para uma extrapolação. Esta abordagem também aconteceu na adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. A concepção desses terrores é iniciativa do cineasta Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013), “Ouija – A Origem do Mal” (2016) e “Doutor Sono” (2019). Ele assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.
Prévia de WandaVision bate recorde como trailer de série mais visto em 24 horas
O trailer de “WandaVision”, primeira série da Marvel derivada dos filmes dos Vingadores, teve uma performance de blockbuster nas 24 horas que se seguiram ao seu lançamento durante a premiação do Emmy no domingo passado (20/9). O site Deadline levantou com fontes da Disney e a empresa que monitora mídias sociais RelishMix que o vídeo teve 53 milhões de visualizações em seu primeiro dia, somando todas as aparições online de redes sociais e YouTube. Os números para este período representam a maior audiência de um trailer de programa de streaming e, até prova em contrário, a maior visualização de um trailer de série em todos os tempos. “O desempenho é comparável às franquias dos ‘Vingadores’ e ‘Velozes e Furiosos’ nas 24 horas depois de uma exibição no intervalo do Super Bowl”, disse a RelishMix ao Deadline. “WandaVision” também teve mais de 300 mil menções nas redes sociais, um volume de envolvimento só visto antes da pandemia. O trailer começou a ser tendência no Twitter imediatamente após sua exibição na noite de domingo e atingiu o topo dos vídeos mais vistos do YouTube. A prévia rendeu muita discussão online por mostrar a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany), como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração foi apresentada como uma sitcom clássica em preto e branco e evoluiu para uma comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes. Não faltaram sequer cenas de Wanda e Visão com seus trajes clássicos dos quadrinhos, em versão caseira. A roteirista Jac Schaeffer, que escreveu “Capitã Marvel”, é a showrunner da série, que não será um prólogo e sim uma continuação dos eventos de “Vingadores: Ultimato”, apesar de o Visão ter morrido no cinema. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que todos já imaginam. Com a paralisação das produções devido à pandemia de coronavírus, “WandaVision” será a primeira série da Marvel a chegar ao Disney+ (Disney Plus), invertendo a ordem originalmente planejada (“Falcão e o Soldado Invernal” deveria abrir a lista). Será também a única série da Marvel lançada na plataforma em 2020. Ainda sem data definida, a produção será bastante importante para o MCU, pois sua história terá repercussões no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” – com participação já confirmada de Wanda. Não viu o trailer ou quer rever? Para isso disponibilizamos novamente abaixo.
Liv Tyler abandona série 911: Lone Star
A atriz Liv Tyler não vai participar da 2ª temporada de “911: Lone Star”. Apesar de ter contrato para várias temporadas com a produção da Fox, ela conseguiu um acordo com o showrunner Tim Minear após levantar questões relacionadas à pandemia de coronavírus. Em comunicado, Minear agradeceu a participação da atriz na 1ª temporada e disse que a porta ficará aberta, caso ela queira retornar. “Que emoção foi ter uma estrela de cinema da estatura de Liv Tyler para nos ajudar a lançar a 1ª temporada de ‘911: Lone Star’” , disse o produtor. “Amamos trabalhar com Liv e seremos para sempre agradecidos a ela por seu retrato poderoso de Michelle Blake. Embora pudéssemos contar um capítulo completo da história de Michelle, como aconteceu com Connie Britton em nossa série-mãe, também sentimos que há mais histórias para serem contadas. A porta vai estar sempre aberta para um retorno.” O papel de Tyler não será reformulado, embora os produtores não planejassem sua saída. Em vez disso, sua ausência será compensada pela chegada de Gina Torres (“Suits”) na nova temporada. A atriz, que anteriormente trabalhou com Minear na cultuada série “Firefly”, foi escalada como nova personagem fixa em setembro. Sua personagem é uma paramédica que reingressa no mercado de trabalho depois que sua família é afetada por problemas financeiros decorrentes da pandemia. Tyler é a atriz mais famosa a optar por sair de uma série no momento em que as gravações recomeçam em toda a indústria televisiva e de cinema, conforme os estúdios e sindicatos entram em acordo para definir novos protocolos de segurança. Filha do vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, a atriz vive com dois filhos pequenos em Londres. A 2ª temporada de “911: Lone Star” ainda não tem previsão de estreia, mas deve ficar para a midseason de 2021, entre janeiro e março.
Série derivada de Rogue One terá diretor premiado de Black Mirror
O diretor britânico Toby Haynes, que assinou o episódio de “Black Mirror” vencedor do Emmy, “USS Callister”, foi contratado para comandar a nova série do universo “Star Wars” derivada do filme “Rogue One” (2016). Haynes também foi premiado por dirigir episódios de “Sherlock” e “Doctor Who”, e ainda está à frente da vindoura série da Amazon “Utopia”. Ainda sem título oficial, a série será centrada no personagem Cassian Andor, vivido por Diego Luna, e seu elenco inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e mais dois integrantes de “Rogue One”, Genevive O’Reilly como Mon Mothma e Alan Tudyk como a voz do robô K-2SO. Em desenvolvimento desde 2018, a série é escrita e produzida por Tony Gilroy, um dos roteiristas de “Rogue One”, e será a segunda atração do universo “Star Wars” na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que já conta com “The Mandalorian”. A série mostrará a formação da Aliança Rebelde antes dos eventos apresentados em “Rogue One”, localizando sua trama depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). A previsão original da Disney era para uma estreia em 2021, mas não há confirmação sobre a manutenção deste cronograma diante da paralisação do setor audiovisual pela pandemia do novo coronavírus. As gravações devem começar nas próximas semanas no Reino Unido.
Power Book II: Ghost é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano Starz anunciou a renovação de “Power Book II: Ghost” para sua 2ª temporada, três semanas após a estreia da atração. O Starz informou que “Power Book II: Ghost” foi a estreia mais assistida na história do canal, com quase 7,5 milhões de visualizações na TV e no aplicativo em sua primeira semana, além do melhor desempenho no Starzplay em vários mercados, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Espanha e Brasil. A atração é a primeira de quatro séries derivadas de “Power” encomendadas pelo canal e sua renovação é garantia de que o “Power Universe” concebido pela produtora Courtney Kemp pode ir ainda mais longe. A série acompanha Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos na série original e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe (Naturi Naughton) da prisão. Além dos personagens conhecidos, a produção traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”). As outras três séries desse universo em desenvolvimento são “Power Book III: Raising Kanan”, um prólogo centrado no personagem de Curtis “50 Cent” Jackson (que também produz todas as atrações), “Power Book IV: Force”, uma sequência que segue Tommy, o personagem de Joseph Sikora, e “Power Book V: Influence”, dedicada a Rashad Tate, o político vivido por Larenz Tate, em sua busca implacável pelo poder. “Estou incrivelmente humilde e grata pela resposta a nosso projeto para ‘Power'”, disse Courtney Kemp, criadora e showrunner do “Power Universe”, em comunicado. “Ter nossos fãs de volta – e atrair novos espectadores – para o primeiro spin-off do universo Power é um sonho que se tornou realidade”. Em uma declaração separada, o produtor Curtis Jackson acrescentou: “Quando tive a ideia de criar o universo Power, eu sabia que haveria muitos níveis para seu sucesso e fiquei feliz em ver que os fãs concordam. Estou ansioso para lançar ‘Power Book III: Raising Kanan’ e ‘Power Book IV: Force’ em breve. ”
Atriz de The Americans entra na série Manifest
A atriz Holly Taylor, que ficou conhecida pelo papel de Paige, a filha mais velha dos espiões de “The Americans”, entrou na 3ª temporada de “Manifest”. Ela terá participação fixa nos novos episódios como Angelina, uma passageira do vôo 828 até então menosprezada, mas que será fundamental para o futuro da família Stone, encabeçada pelo personagem de Josh Dallas. Segundo o criador e showrunner Jeff Rake, a 3ª temporada começará três meses após os eventos do final da 2ª temporada. Falando ao site TVLine, ele também adiantou alguns detalhes dos próximos episódios, afirmando que “um personagem há muito perdido fará uma reaparição chocante”, Jared (J.R. Ramirez) terá um “relacionamento novo complicado” do tipo romântico, e os recém-casados Mick (Melissa Roxburgh) e Zeke (Matt Long) vão morar com uma “terceira” pessoa. A produção da rede americana NBC é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Supergirl vai acabar na próxima temporada
A próxima temporada de “Supergirl” será a última da série. A rede The CW e as produtoras Warner Bros. TV e Berlanti Productions anunciaram que a série estrelada por Melissa Benoist terminará na 6ª temporada, marcada para ir ao ar em 2021. A atração foi a única produção do Arrowverso que não recebeu painel exclusivo no evento DC Fandom, o que já tinha chamado atenção e sido entendido como sinal de problemas nos bastidores. Com a decisão, “Supergirl” se torna a segunda série do Arrowverso a ser encerrada, seguindo “Arrow”, que concluiu sua trama com a morte de seu protagonista no começo do ano, após oito temporadas. Com a despedida de mais uma série, o Arrowverso agora consistirá de “The Flash” (retornando para sua 7ª temporada), “Legends of Tomorrow” (entrando na 6ª temporada), “Black Lightning” (na 4ª temporada), “Batwoman” (na 2ª temporada), “Stargirl” (na 2ª temporada) e a estreante “Superman & Lois”, mas ainda há um spin-off de “Arrow”, “Green Arrow and the Canaries”, em contenção. O detalhe é que “Supergirl” é a quarta mais vista de toda a rede The CW, atrás apenas de “The Flash”, “Supernatural” e “Batwoman”. Em uma prova do apoio da rede à série, ela foi a atração escolhida para ancorar a estreia da programação da CW aos domingos, servindo para ajudar a lançar “Charmed” e “Batwoman”. As gravações dos episódios finais devem começar na próxima semana em Vancouver, no Canadá, mas sem a presença de sua estrela, que está nos últimos meses da gravidez de seu primeiro filho. Ela se juntará à produção mais tarde. A atriz aproveitou a oficialização do final da série para se pronunciar em seu Instagram, dizendo-se orgulhosa de ter estrelado a atração. “Dizer que foi uma honra retratar essa personagem icônica seria um eufemismo massivo”, ela escreveu. “Ver o incrível impacto que a série teve nas meninas ao redor do mundo sempre me deixou humilde e sem palavras. Ela teve esse impacto em mim também. Me ensinou uma força que eu não sabia que tinha para encontrar esperança nos lugares mais sombrios, e que somos mais fortes quando estamos unidos. O que ela representa nos leva a ser melhores. Ela mudou minha vida para melhor e sou eternamente grata”. E acrescentou: “Estou muito animada para podermos planejar nossa conclusão para esta jornada incrível e mal posso esperar para ver o que temos reservado. Eu prometo que vamos chegar a uma temporada final infernal”. A temporada final deve ser mais longa, com pelo menos 20 episódios para concluir as jornadas de todos os personagens, mas a estreia só deve acontecer na midseason, provavelmente apenas em março. Ver essa foto no Instagram To say it has been an honor portraying this iconic character would be a massive understatement. Seeing the incredible impact the show has had on young girls around the world has always left me humbled and speechless. She’s had that impact on me, too. She’s taught me strength I didn’t know I had, to find hope in the darkest of places, and that we are stronger when we’re united. What she stands for pushes all of us to be better. She has changed my life for the better, and I’m forever grateful. I’m so excited that we get to plan our conclusion to this amazing journey, and I cannot wait for you to see what we have in store. I promise we’re going to make it one helluva final season. ♥️ el mayarah 💪 @supergirlcw Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em 22 de Set, 2020 às 1:09 PDT
Ben Stiller e Patricia Arquette vão repetir parceria em mais duas séries
Ben Stiller e Patricia Arquette vão manter a parceria em mais duas séries. Após o sucesso de “Escape at Dannemora”, no canal pago Showtime, em que ambos foram indicados ao Emmy, eles continuarão juntos no suspense “Severance” e na comédia “High Desert”, ambos para a plataforma Apple TV+. Arquette vai estrelar, enquanto Stiller assinará a direção das duas séries. Ambos também dividirão os cargos de produtores das atrações. Os dois astros são amigos desde que viveram um casal na comédia “Procurando Encrenca” (1996), mas Stiller praticamente abandonou a atuação nos últimos anos, concentrando-se em trabalhos atrás das câmeras – ele estreou como diretor ainda nos anos 1990. Criada pelo estreante Dan Erickson, “Severance” se passa na Lumen Industries, uma empresa que busca levar o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal a um novo nível. Arquette será a chefe da empresa, que contará entre seus funcionários com Adam Scott (“Parks and Recreation”). “High Desert”, por sua vez, foi criada por Katie Ford (“Miss Simpatia”), Nancy Fichman e Jennifer Hoppe (ambas de “Grace & Frankie”), e gira em torno da personagem de Arquette, chamada Peggy, uma ex-viciada que decide recomeçar sua vida após a morte de sua mãe, com quem morava na cidade de Yucca Valley, na Califórnia (EUA), virando uma detetive particular. Não há previsão para nenhuma das duas estreias, mas “Severance” está em fase mais avançada de produção.
Black Narcissus: Série de freiras assombradas ganha primeiro trailer
O canal pago americano FX divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Black Narcissus”, que registra o último papel da carreira de Diana Rigg (“Game of Thrones”), falecida em 10 de setembro aos 82 anos . Com três episódios, a minissérie adapta o livro “Narciso Negro”, de Rumer Godden, já filmado em 1947 por Michael Powell, com Deborah Kerr como a Irmã Clodagh, a madre superiora mais jovem de sua ordem. Na nova adaptação, o papel principal cabe à inglesa Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”). A trama se passa no Himalaia, em 1934, em um palácio remoto no topo de um penhasco, que antigamente era um harém conhecido como a “Casa das Mulheres”. Palco para muitos atos lascivos e segredos obscuros, o lugar já tinha sido oferecido e abandonado por monges, que desistiram de transformá-lo num templo. Mas um grupo de jovens freiras lideradas pela ambiciosa Irmã Clodagh acredita que poderá convertê-lo num convento. A convivência com pinturas eróticas e resistência da população local transformam essa missão num suplício, agravado pelo isolamento, doenças e o despertar de desejos proibidos, predispondo-as a repetir uma terrível tragédia. Além de Gemma Arterton e Diana Rigg, o elenco também inclui Alessandro Nivola (“Desobediência”), Aisling Franciosi (“Game of Thrones”), Jim Broadbent (“O Bebê de Bridget Jones”), Rosie Cavaliero (“Gentleman Jack”), Karen Bryson (“Safe”), Patsy Ferran (“Jamestown”), Nila Aalia (“O Passageiro”), Chaneil Kular (“Sex Education”), Kulvinder Ghir (“A Música da Minha Vida”) e Gina McKee (“Catherine the Great”). Escrita pela inglesa Amanda Coe (“Apple Tree Yard”), a adaptação tem todos os seus episódios dirigidos pela dinamarquesa Charlotte Bruus Christensen, que estreia na função após uma carreira premiada como cinematógrafa – de filmes como “A Caça” (2013), “Longe Deste Insensato Mundo” (2015) e “Um Lugar Silencioso” (2018). Coprodução desenvolvida em parceria com a rede britânica BBC, a série será lançada em 23 de novembro no canal pago FX, com disponibilização no dia seguinte na plataforma Hulu e em dezembro no Reino Unido.
Após consagração no Emmy, final de Schitt’s Creek ganha data de estreia no Brasil
Depois de bater recordes de vitórias no Emmy, a temporada final de “Schitt’s Creek” ganhou data de estreia no Brasil. O canal pago Comedy Central anunciou que a 6ª, última e mais premiada temporada da série começa a ser exibida em 24 de outubro. Encerrada em abril nos EUA, “Schitt’s Creek” venceu todos os troféus de seu segmento durante a premiação do Emmy, conquistando os prêmios de Melhor Série, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante, Roteiro e Direção de Comédia. A produção, que retrata personagens LGBTQIA+ num mundo sem homofobia, foi a primeira série canadense a vencer o Emmy – e sete estatuetas de uma vez (na verdade, oito, considerando o prêmio de Melhor Elenco de Comédia, entregue preliminarmente no Creative Arts Emmy). “Schitt’s Creek” também foi a primeira série a conquistar todos os prêmios em disputa de seu gênero – Comédia, no caso. Além disso, com quatro conquistas, o ator-roteirista-produtor Dan Levy empatou o recorde de mais vitórias por um indivíduo num único Emmy, juntando-se às recordistas Moira Demos (em 2016) e Amy Sherman-Palladino (em 2018). Graças a essa façanha, a série de Eugene Levy e de seu filho Dan também entrará na programação do Comedy Central nos EUA, que passará a exibir sua reprise. Produção original da rede canadense CBC, “Schitt’s Creek” era transmitido nos EUA pelo canal pago Pop TV, que o conglomerado ViacomCBS adquiriu e implodiu, ao cancelar praticamente todas as séries inovadoras de sua programação em março passado. A trama acompanha uma família rica que vai à falência e precisa se mudar para o único bem que lhe resta: uma cidadezinha comprada pelo patriarca Johnny Rose (Eugene Levy), cujo nome é Schitt’s Creek.
Netflix cancela O Cristal Encantado e deixa série sem fim
A Netflix decidiu cancelar “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. O cancelamento foi comunicado após a série ganhar o Emmy de Melhor Programa Infantil na semana passada, e um ano após a estreia da atração. “Podemos confirmar que não teremos mais temporadas de ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, disse a produtora Lisa Henson, em comunicado divulgado à imprensa nesta segunda (21/9). “Sabemos que os fãs gostariam de saber como esse capítulo da saga se encerra, por isso nós procuraremos formas de contar essa história no futuro”, ela acrescentou. “Agradecemos à Netflix por ter acreditado na gente e realizado uma série tão ambiciosa. Estamos muito orgulhosos pelo trabalho feito em ‘A Era da Resistência’, que foi aclamado pelos fãs, pela crítica e por nossos colegas”, encerrou a produtora. Com a decisão, a série ficou sem final, já que acabou num cliffhanger. Não está claro porque exatamente a produção não foi renovada ou o que levou a Netflix a se manifestar apenas após um ano, mas o site The Hollywood Reporter apurou que “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” foi considerada um fracasso para a plataforma de streaming, a ponto de ser citada como um dos motivos do afastamento da executiva de longa data Cindy Holland, que ajudou a dar vida à série. Uma “decepção cara”, de acordo com uma fonte não identificada. Ao falar sobre a série com o site Gizmodo, no início deste ano, o produtor executivo Javier Grillo-Marxuach observou que o programa não era apenas caro como também apresentou a produção mais longa da história da Netflix. “Esta série não é uma franquia que você pode dizer ‘Ok, vamos contratar um monte de novos escritores para desenvolver a primeira temporada’. Este é um trabalho dinástico de amor artesanal. Para fazer direito, você precisa de todos. Você precisa dos Hensons, você precisa dos Frouds. Você precisa de um certo compromisso financeiro e também aceitar o fato de que leva tempo. E é difícil acertar. De tudo em que trabalhei, este era provavelmente a série mais difícil de acertar. E todas as condições precisam ser reunidas para que seja exatamente o que precisa ser”, explicou o produtor. A série era um prólogo do clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não são fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso foi mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. O comando da produção ficou nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que produziu e dirigiu os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reuniu uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), que deram vida aos heróis Rian, Brea e Deet, protagonistas da série. Além deles, o elenco coadjuvante era igualmente impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”).
The Big Sky: Série policial com atriz de Vikings ganha primeiros trailers
A rede americana ABC aproveitou a audiência da premiação do Emmy 2020 para divulgar bastante “The Big Sky”, sua principal novidade da temporada, com a exibição de dois trailers diferentes que revelam a data de estreia da atração. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota em Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). O primeiro episódio será dirigido pelo cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a estreia foi marcada para 17 de novembro nos EUA.
Emmy 2020 registra mais vitórias para artistas negros e LGBTQIA+
O “Pandemmy”, como o apresentador Jimmy Kimmel batizou o evento da Academia da Televisão realizado durante a pandemia, fez História com recordes para “Schitt’s Creek” (primeira série a vencer todos os sete prêmios de Comédia) e Zendaya (mais jovem Melhor Atriz de Drama), mas estas não foram as únicas marcas superadas. A premiação registrou maior diversidade em relação ao Emmy passado. Após contabilizar um grande aumento de indicados entre comunidades historicamente marginalizadas, o evento comemorou um número recorde de vitórias para artistas negros e, graças ao domínio de “Schitt’s Creek”, também uma boa representação LGBTQIA+. Os atores negros que levaram o Emmy para casa foram Zendaya (por “Euphoria”), Regina King (“Watchmen”), Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) e Uzo Aduba (“Mrs. America”), dobrando a inclusão do ano passado – quando os únicos vencedores foram Billy Porter (“Pose”) e Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”). Já a bandeira do arco-íris foi brandida por Dan Levy, que se identifica como membro da comunidade LGBTQIA+ e venceu quatro troféus – como Ator Coadjuvante, Roteirista, Diretor e Produtor de “Schitt’s Creek”, marcando uma vitória significativa para narrativas queer na TV. Apesar dessas conquistas, não houve representação de outras comunidades. Embora seja novidade ver “Ramy” se tornar a primeira comédia muçulmana indicada ao Emmy, Sandra Oh foi a única asiática nas categorias de atuação e nenhum representante latino foi selecionado.












