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Série

Nova Avatar é caçada no trailer de “Avatar: Os Sete Refúgios”

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Série

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Série

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23 de julho de 2026
  • Série

    The Witcher vai ganhar documentário de bastidores. Veja o trailer

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix segue explorando o sucesso “The Witcher” com o lançamento da terceira produção derivada da série. Depois de anunciar um longa animado e uma nova série relacionada ao universo do escritor Andrzej Sapkowski, a plataforma divulgou o trailer de um documentário sobre os bastidores das gravações de 2019, apropriadamente batizado de “The Witcher – Making Of”. O vídeo resume o conteúdo, com depoimentos do elenco e da equipe de produção, além de revelar detalhes das cenas por trás das câmeras, desde as maquiagens e os efeitos até os treinamentos de Henry Cavill para as lutas de espadas. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt de Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri(lla), e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo e tem vários outros personagens relevantes. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. Atualmente, a série está gravando os episódios de sua 2ª temporada, que só vai estrear em 2021. Já “The Witcher – Making Of” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    O Segredo do Templo: Série com estrela de Fatmagül ganha trailer da 2ª temporada

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada da série turca “Atiye”, que em inglês se chama “The Gift” e virou “O Segredo do Templo” no Brasil. A prévia traz mais cenas sobrenaturais, mistério e visões apocalípticas envolvendo a personagem-título – que, claro, não é batizada de Segredo do Templo. A atração é estrelada por Beren Saat, uma das principais atrizes da TV turca, que protagonizou a versão local de “Revenge” (intitulada “Intikam”) e a novela “Fatmagül: A Força do Amor”, grande sucesso mundial, exibida no Brasil pela Band. Ela interpreta Atiye, cuja vida muda quando encontra um arqueólogo. Na trama, uma descoberta feita nas escavações em Göbeklitepe, o templo mais antigo do mundo, revela uma relação mística entre Atiye, o passado e o futuro. Na nova temporada, o mistério se aprofunda, quando as mulheres grávidas começam a morrer. Gravada em Istambul, Gobeklitepe, Nemrut e na região da Anatólia, com produção do britânico Alex Sutherland (de “Argo” e da primeira série turca da plataforma, “O Último Guardião”), a atração teve originalmente 16 episódios encomendados, que foram divididos em duas temporadas. A estreia da 2ª e possivelmente última temporada vai acontecer em 10 de setembro.

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  • Série

    Julie e os Fantasmas vira Julie and the Phantoms no trailer do remake americano

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer de seu remake da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. Num caso de marketing bizarro, a plataforma decidiu lançar a série no Brasil com o título em inglês da produção, “Julie and the Phantoms”, mas disponibilizou o vídeo apenas em versão dublada em português. Na adaptação americana, a história ganhou ares de “High School Musical” assombrado, o que também tem relação com seu diretor e produtor, Kenny Ortega, o mentor da franquia do Disney Channel. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que perde a vontade de tocar quando a mãe morre. Até que redescobre o prazer musical quando encontra mortos da sua idade, isto é, uma banda formada por três fantasmas, mortos nos anos 1990. Só que o encontro não inspira o rock grunge que estava no auge na época citada, muito menos rock gótico, que teria a ver com o tema, mas um pop teen comum do Disney Channel do fim dos anos 2000, que passa longe de assombrar. O elenco destaca Madison Reyes, que antes só tinha figurado num curta-metragem, no papel de Julie (interpretada por Mariana Lessa no Brasil). Já os músicos da banda fantasma são Charlie Gillespie (visto em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt”), Jeremy Shada (dublador de Finn em “A Hora da Aventura”) e Owen Patrick Joyner (de “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”). Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) vive o pai de Julie, que nesta versão é viúvo, e o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) é o irmão mais novo da protagonista. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012. A atração agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A produção da Netflix estreia em 10 de setembro.

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  • Série

    Tainá Müller é policial no teaser da série Bom Dia, Verônica

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o teaser de “Bom Dia, Verônica”, nova série brasileira da plataforma – mas a primeira do gênero criminal. Além de apresentar cenas da produção, o vídeo também revela a data da estreia: em 1º de outubro. A série é baseada no livro de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. A Verônica do título é vivida por Tainá Müller (“Tropa de Elite”). Ela trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, Verônica acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado. Na mesma semana, recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, a protagonista decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Ao se aprofundar nessas investigações, Verônica irá enfrentar um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria existência. A produção também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como o marido dela, Brandão, um serial killer inteligente e perigoso que leva uma vida aparentemente normal. Ainda estão no elenco Elisa Volpatto (“Assédio”), Silvio Guindane (“3%”) e Adriano Garib (“Magnífica 70”). Produção da Zola Filmes, a série foi criada pelo próprio escritor Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”), conta com Ilana Casoy entre os roteiristas e tem direção do cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). Vale lembrar que “Bom Dia, Verônica” ganhou uma nova edição na Feira do Livro passada, no Rio de Janeiro, que passou a identificar os autores reais da história. Além deste primeiro livro, Montes e Casoy planejam mais dois volumes sobre sua personagem, “Boa Tarde, Verônica” e “Boa Noite, Verônica”. Os dois também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente a espera da reabertura dos cinemas.

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  • Série

    A Máfia dos Tigres: Kate McKinnon fará série baseada na história do documentário

    26 de agosto de 2020 /

    A comediante Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”) vai estrelar a minissérie baseada na história real que inspirou “A Máfia dos Tigres”. Produção da NBCUniversal, a série tem o título provisório de “Joe Exotic” e será exibida simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). McKinnon viverá Carole Baskin, a arquinimiga de Joe Exotic. Ela é uma grande defensora de animais, que descobre que Joe “Exotic” Schreibvogel está criando leões e tigres para vender e lança uma campanha para fechar seus negócios, o que inicia uma rivalidade crescente. Quando Joe resolve se vingar, os resultados se tornam cada vez mais perigosos. A minissérie não é a mesma produção que foi anunciada em maio, com Nicolas Cage no papel de Joe Exotic. Aquela atração foi criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”) e será produzida pela CBS Television Studios. A produção da NBCUniversal é escrita por Etan Frankel (“Shameless”) e se baseia no podcast de crimes “Over My Dead Body” que originou o interesse das plataformas de streaming pelos personagens reais. Ou seja, depois do sucesso da série documental da Netflix, virão mais duas séries, desta vez de ficção, sobre a mesma história. Relembre do que se trata no trailer abaixo.

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  • Música,  Série

    Nova série de biografias musicais vai contar história de Naomi e Wynonna Judd

    26 de agosto de 2020 /

    A Fox está desenvolvendo uma série de biografias musicais com o título provisório de “Icon”. A ideia é abordar uma lenda da música popular americana por ano e a 1ª temporada trará a história da única dupla musical de mãe e filha dos EUA, Naomi e Wynonna Judd, que fizeram sucesso nos anos 1980 e 90. Juntas, elas dominaram a cena country, ganhando inúmeros prêmios e vendendo mais de 20 milhões de álbuns. Nenhum roteirista ainda está vinculado ao projeto, que está sendo desenvolvido pelo Jackal Group e a Sandbox Entertainment em parceria com a Fox Entertainment. Naomi e Wynonna Judd também serão produtoras da 1ª temporada. A Sandbox Entertainment representa estrelas da música country como as Judd, Faith Hill, Little Big Town, Kacey Musgraves e outros. Já The Jackal Group é a produtora de Gail Berman (de “A Família Addams”). Berman e Jason Owen, CEO da Sandbox, também estão desenvolvendo outra série musical na Fox, ainda sem título, que será uma espécie de “Empire” da country music.

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  • Série

    The Flash vai escalar novo ator para despedida do Homem-Elástico

    25 de agosto de 2020 /

    O showrunner Eric Wallace, responsável por “The Flash”, explicou como a produção vai lidar com a demissão de Hartley Sawyer, dispensado após o fim da 6ª temporada com o surgimento de vários tuítes ofensivos, que ele escreveu antes de entrar na série. Sawyer interpretava Ralph Dibny, o Homem-Elástico, desde o quarto ano e seu corte repentino poderia deixar situações não resolvidas na trama. Em vez de destacar a novidade na DC FanDome, que ignorou notícias negativas, Wallace deixou para contar tudo o que vai acontecer numa entrevista para a revista Entertainment Weekly. Ele revelou que o personagem será vivido por outro ator e terá menos destaque, podendo aparecer apenas num episódio para concluir sua participação. O plano é tirar o Homem-Elástico do ar logo em seguida. Nos quadrinhos, após ser introduzido nas páginas do Flash, ele se casa com Sue Dearbon, que acaba de entrar na série, e passa a ter suas próprias aventuras, resolvendo crimes com a esposa. “É engraçado. Eu acho que, tecnicamente, será uma ‘re-escalação’, mas o personagem não vai ser uma grande parte da 7ª temporada. Ele só estará ali para encerrar a história de Sue”, disse Wallace. “Sim, alguns podem dizer que é uma re-escalação de elenco, mas nós vamos fazer de uma forma que honre o espírito do personagem, não apenas dando uma conclusão satisfatória para o mistério de Sue, mas também sendo feito com uma boa dose de humor”. Wallace ainda explicou que a troca de intérprete do Homem-Elástico será apresentada como parte do poder do personagem, que, como a série já mostrou, pode mudar de forma. A ideia é inserir o novo ator nos próximos episódios para que os fãs possam se despedir do herói. “Graças aos céus, Ralph é um cara que consegue mudar de rosto e de aparência. Sem dar muitos spoilers, há ainda algumas maneiras pelas quais poderemos ver o Homem-Elástico aparecendo em ao menos um episódio dessa temporada, para encerrar essa história. E isso ainda vai dar a chance de fazer com que os fãs possam se despedir do personagem, ao menos por um futuro próximo”. O produtor não revelou que ator vai substituir Hartley Sawyer no papel.

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  • Etc,  Série

    Jennifer Garner chora ao terminar maratona de The Office

    25 de agosto de 2020 /

    A atriz Jennifer Garner aproveitou a quarentena para maratonar “The Office” com os filhos e, ao final, fez questão de compartilhar a emoção que sentiu ao terminar a série. Ela postou um vídeo em seu Instagram, vestindo uma camiseta relacionada à atração, em que cai no choro ao declarar que o último capítulo a “atingiu com força”. “Meus filhos e eu passamos meses amontoados no sofá atravessando os episódios de ‘como se comportar como adultos’, também conhecido como ‘The Office’. Aparentemente somos pessoas sensíveis – o final nos atingiu com força”, ela escreveu, ao lado do vídeo. “Quando percebi que havia acidentalmente disparado meu depoimento de despedida em câmera lenta, percebi: sua segunda-feira também pode precisar disso”, acrescentou. O post repercutiu até entre os atores da série. A atriz Angela Kinsey, que viveu a contadora Angela Martin, admitiu ter ficado emocionada com o depoimento de Garner: “Eu amo você e sua família e, só para você saber, o final me faz chorar também!”. E Jenna Fischer, que interpretou a secretária Pam Beesly, vibrou: “Este é o post mais doce e maravilhoso”. Exibida de 2005 a 2013 na TV americana, “The Office” tem nove temporadas, que estão atualmente disponíveis na Globoplay e na Amazon Prime Video. Ver essa foto no Instagram My kids and I have spent months piled on the couch working our way through “How to Behave as Grownups” 🙅🏻‍♀️, aka #TheOffice. Apparently we are sensitive people—the finale hit us pretty hard. When I realized I’d accidentally shot my farewell testimonial in slo-mo I realized: your Monday might need this, too. 🙈👵🏼😬♥️♥️♥️ #thankyoucastandcrew #pleasecomeoverweloveyou #icantwithfinales Uma publicação compartilhada por Jennifer Garner (@jennifer.garner) em 24 de Ago, 2020 às 4:12 PDT

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  • Série

    Elenco de The West Wing vai se reunir em especial da HBO Max

    25 de agosto de 2020 /

    O elenco da série “The West Wing” voltará a se reunir para um episódio especial, 14 anos após seu final, na plataforma HBO Max. A produção, que tem temática política e se passa na Casa Branca, vai gravar uma nova versão de um episódio antigo em apoio à campanha de participação eleitoral, promovida pela ex-primeira-dama Michelle Obama. Como nos EUA o voto não é obrigatório, a campanha tenta convencer as pessoas a votar. Os atores Martin Sheen, Rob Lowe, Bradley Whitford e Allison Janney voltarão a interpretar os personagens da série, que eram membros de um governo democrata fictício. Sheen era o presidente Josiah Bartlet na atração. O episódio reencenado será “Hartsfield Landing”, da 3ª temporada, que mostra a tentativa do personagem de Bradley Whitford de ganhar eleitores em uma cidade remota e fictícia de New Hampshire onde as cédulas são apuradas imediatamente e que sempre antecipa o vencedor das primárias naquele estado. A gravação será realizada no palco de um teatro de Los Angeles, como uma peça. Essa será a primeira vez que o elenco original e o criador Aaron Sorkin (que depois venceu o Oscar com o roteiro de “A Rede Social”) irão se reunir desde o fim da série, vencedora de múltiplos prêmios Emmy. “The West Wing”, cujo nome é baseado na Ala Oeste da Casa Branca, onde os presidentes despacham, foi encerrada em sua 7ª temporada, após a morte de um de seus protagonistas, o ator John Spencer.

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  • Série

    A Maldição da Mansão Bly ganha primeiras fotos da Netflix

    25 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e as primeiras fotos de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), nova minissérie de terror dos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Após o sucesso da primeira trama, a plataforma transformou a minissérie original numa atração com formato de antologia, que a cada temporada contará uma história de assombração diferente. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. A série foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013), “Ouija – A Origem do Mal” (2016) e “Doutor Sono” (2019), e sua 2ª temporada contará com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc,  Série

    Frank Whaley acusa Jon Voight de agredi-lo nos bastidores de Ray Donovan

    25 de agosto de 2020 /

    O ator Frank Whaley (“Pulp Fiction”) acusou o veterano Jon Voight (“Anaconda”) de esbofeteá-lo enquanto trabalhavam juntos na série “Ray Donovan”. As acusações foram publicadas logo após o astro de 81 anos, vencedor do Oscar por “Amargo Regresso” (1978) e pai da atriz Angelina Jolie participar da Convenção Nacional Republicana, que lançou a candidatura de Donald Trump à reeleição na segunda-feira (24/9). “F***-de Jon Voight”, escreveu Whaley, de 57 anos, num tuíte que ganhou mais de 100 mil curtidas. “Em ‘Ray Donovan’, ele me deu um tapa na cara no meio de uma cena porque não conseguia acompanhar, e então negou ter feito isso”, contou Whaley. “Mas esqueceu do fotógrafo que estava no set”. Uma foto do suposto tapa acompanha a acusação. “Conclusão: Jon Voight é um grande idiota”, escreveu Whaley, adicionando a hashtag “#RNCConvention2020” em referência à participação do ator na Convenção Republicana. Muitos apoiaram a denúncia nas redes sociais, mas alguns atores conservadores foram para cima de Whaley por politizar a agressão. “Ele deu um tapa em você – isso é bastante claro”, escreveu Dean Cain, o Superman de “Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman”. “O motivo pelo qual ele te deu um tapa continua um mistério… embora eu tenha uma ideia”. Fuck Jon Voight. On Ray Donovan he slapped me across the face in the middle of a scene because he couldn’t keep up, then denied doing it. He forgot about the still photographer who was on set. Bottom line: Jon Voight is a major dick. #RNCConvention2020 pic.twitter.com/l7o2HQOxx9 — Frank Whaley (@TheFrankWhaley) August 25, 2020

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  • Série

    The Comey Rule: Brendan Gleeson é Donald Trump em trailer de minissérie polêmica

    24 de agosto de 2020 /

    O canal pago americano Showtime divulgou oito fotos novas, o pôster e o trailer completo da minissérie “The Comey Rule”, inspirada no livro “A Higher Loyalty”, do ex-diretor do FBI James Comey, demitido por Donald Trump em 2017 e grande crítico do presidente dos Estados Unidos. A prévia destaca Jeff Daniels (“Steve Jobs”) na pele de Comey e a impressionante transformação do astro irlandês Brendan Gleeson (“O Guarda”) em Trump. Mas, mais que isso, explora a temática polêmica da produção, em que o presidente americano é implicado num complô virtual em parceria com a Rússia para sabotar a candidatura de Hillary Clinton nas eleições de 2016 e toma várias medidas, após a posse, para impedir as investigações. Publicado em 17 de abril de 2018, o livro de Comey foi o primeiro a expor o interior da administração do governo Trump. Ele chegou às livrarias um ano após o diretor ser demitido do FBI, porque afirmou em uma audiência no Senado em junho de 2017 que o presidente havia pedido que ele abandonasse parte da investigação sobre a possível interferência russa nas eleições de 2016. Três anos depois de demitir Comey, Trump enfrentou um processo de Impeachment no Congresso por ter pedido para que o governo da Ucrânia investigasse o filho de um adversário político, praticamente uma sequência do padrão de comportamento denunciado pelo autor de “A Higher Loyalty”. A série foi escrita por Billy Ray (“Jogos Vorazes”), que pesquisou durante um ano a história real que envolveu a demissão de Comey. Além de escrever, Billy Ray deve dirigir os episódios. Produzida por Alex Kurtzman (criador de “Star Trek: Discovery”) e Shane Salerno (“Memórias de Salinger”) para os estúdios CBS, a minissérie será exibida em duas partes nos Estados Unidos, nos dias 27 e 28 de setembro, pouco mais de um mês antes de novas eleições presidenciais, em que Trump tentará se reeleger. Os atores Michael Kelly (de “House of Cards”), Jennifer Ehle (“A Hora Mais Escura”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”), Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) e Jonathan Banks (“Better Call Saul”) também integram o elenco estelar da atração.

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    As Meninas Superpoderosas vai virar série live-action da roteirista de Juno

    24 de agosto de 2020 /

    A rede americana The CW está desenvolvendo uma série live-action (com atores reais) baseada na produção animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto mostraria Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, com mais de 18 anos, e ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. A adaptação do programa original de Craig McCracken está sendo desenvolvida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno”) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). McCracken, que atualmente comanda a série de animação “Kid Cosmic” na Netflix, não está envolvido. O projeto combina vários elementos de sucesso comprovado na CW: uma franquia bastante conhecida de uma de suas empresas-mãe (WarnerMedia e ViacomCBS), super-heróis (como cerca de metade das séries do canal) e produção de Berlanti, que responsável por oito séries na rede (das 18 realizadas atualmente pela Berlanti Productions). “As Meninas Superpoderosas” foram ao ar originalmente de 1998-2005 no Cartoon Network e geraram um longa-metragem em 2002. Uma nova versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas, até o ano passado. Para quem não lembra, a série original já teve um episódio em que as Meninas viraram Adolescentes Superpoderosas. Confira abaixo como a adolescência atrapalha o combate ao crime.

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