Vai Que Cola: Globo vai exibir série do Multishow a partir de dezembro
Depois de agendar um especial de fim do ano com o humorístico “220 Volts”, a Globo vai trazer para sua programação mais um comédia do Multishow originalmente estrelada pelo comediante Paulo Gustavo (de “Minha Mãe É uma Peça”). A rede de TV vai começar a exibir “Vai Que Cola” em 21 de dezembro, no horário do talk show “Conversa com Bial”, que entrará em férias. Será uma espécie de tapa-buraco na grade da emissora, previsto para ficar no ar até março. Mas seu desempenho pode ter desdobramentos. Como diz o título da produção, vai que cola. A ideia é aproveitar os muitos episódios existentes e não exibir uma temporada inédita. Será uma edição com os “melhores momentos” dos primeiros anos da série, quando Paulo Gustavo era o protagonista. Ele estrelou as quatro primeiras temporadas e depois passou a fazer esporádicas participações especiais. O elenco da atração também destaca Catarina Abdalla, Marcus Majella e Cacau Protásio. Criada por Leandro Soares em 2013, “Vai Que Cola” é uma sitcom de cenário fixo, gravada ao vivo diante de uma plateia. Este é um formato clássico, que acompanha a TV brasileira desde a época de “Família Trapo” (1967-1971), na rede Tupi, mas as novas gerações talvez só conheçam por “Sai de Baixo” e “Toma Lá, Dá Cá”. Na trama original, o malandro Valdomiro Lacerda (Paulo Gustavo) precisa se esconder após uma falcatrua. Assim, troca sua vida de luxo no Leblon por um quartinho em uma pensão, localizada nos subúrbios do Rio de Janeiro, onde precisa conviver com tipos suburbanos e adotar um estilo de vida que não está acostumado. O programa é considerado um grande sucesso e já ganhou até mesmo dois filmes para o cinema. Curiosamente, sua 8ª temporada também vai estrear em dezembro. Os episódios inéditos começarão a ser exibidos no Multishow no próximo dia 30, com o reforço de Paulinho Gogó, que interpretará um porteiro.
Ninguém Tá Olhando e Órfãos da Terra vencem o Emmy Internacional
A 48ª edição do Emmy Internacional, premiação voltada à produção televisiva mundial, consagrou em sua cerimônia de 2020, realizada nesta segunda (23/11) em Nova York, duas produções brasileiras: “Órfãos da Terra”, da TV Globo, venceu a categoria de Melhor Novela, enquanto a precocemente cancelada “Ninguém Tá Olhando”, da Netflix, foi eleita Melhor Série de Comédia. O cancelamento deixa a Netflix sem graça para comemorar a vitória, mas não seus criadores, o cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”), que também dirigiu episódios da atração, Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Lançada em novembro do ano passado, a série destacava em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”), mas tinha como protagonista Victor Lamoglia (“Socorro, Virei uma Garota!”), como o mais novo integrante de uma repartição celestial dos anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. A trama mostrava um Céu burocratizado e a rebelião do anjo vivido por Lamoglia, que decide ignorar as regras do trabalho, que considera arbitrárias, para ajudar mais humanos que o permitido, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. E assim sua atitude acaba contagiando outros anjos – como Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”). Os produtores apostaram num elenco repleto de YouTubers – Kéfera Buchmann, Victor Lamoglia, Júlia Rabello e Leandro Ramos. Mas a Netflix não considerou que eles atraíam interesse suficiente para merecer investimento em sua continuação. Ao todo, o Brasil disputou sete prêmios no Emmy Internacional deste ano. Entre os cinco que bateram na trave, o destaque era Andréa Beltrão na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo em “Hebe – A Estrela do Brasil”, filme transformado em minissérie pela Globo. Mas a brasileira perdeu para uma veterana atriz britânica, Glenda Jackson, pelo telefilme “Elizabeth is Missing”. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, também perdeu a disputa de sua categoria. O vencedor foi o telefilme “Responsible Child”, que também rendeu o prêmio de Melhor Ator para o menino Billy Barratt, de 13 anos. Ele superou o brasileiro Raphael Logam, que concorria por seu trabalho em “Impuros”. Fechando a participação de brasileiros no Emmy Internacional 2020, “Refavela 40” disputou o troféu de Melhor Programa de Arte, mas quem levou foi o francês “Vertige de la Chute”, enquanto “Canta Comigo” perdeu para o australiano “Old People’s Home for 4 Year Olds” na lista da categoria Entretenimento não-roteirizado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Série de Drama “Delhi Crime” – Índia Melhor Série de Comédia “Ninguém tá Olhando” – Brasil Melhor Filme para TV / Minissérie “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt em “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Atriz Glenda Jackson em “Elizabeth is Missing” – Reino Unido Melhor Série Curta “#martyisdead” – República Tcheca Melhor Novela “Órfãos da Terra” – Brasil Melhor Documentário “For Sama” – Reino Unido Melhor Entretenimento Não-roteirizado “Old People’s Home for 4 Year Olds” – Austrália Melhor Programa de Arte “Vertige de la Chute” (Ressaca) – França (VENCEDOR) Melhor Programa de Língua Estrangeira Exibido nos Estados Unidos “20th Annual Latin GRAMMY®? Awards” – Estados Unidos (VENCEDOR) “La Reina del Sur” – Estados Unidos
Elenco de The Crown se despede de seus papéis
A Netflix divulgou uma despedida do elenco da 4ª temporada de “The Crown”. No vídeo, que pode ser conferido abaixo, Olivia Colman (a Rainha Elizabeth II), Helena Bonham Carter (Princesa Margaret), Erin Doherty (Princesa Anne), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Josh O’Connor (Príncipe Charles) falam de sua jornada ao longo de dois anos com seus personagens, o sentimento de deixar a produção e o desejo de boa sorte para seus substitutos nas próximas duas temporadas, que encerrarão a atração. Este elenco será substituído por Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”) no papel da Rainha Elizabeth II, Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”) como a Princesa Margaret, Jonathan Pryce (“Dois Papas”) na pele do Príncipe Philip, Dominic West (da série “The Affair”) será o Príncipe Charles, mas a intérprete de Anne, a filha da rainha, ainda não foi definida. Além destes, a princesa Diana, que foi vivida por Emma Corrin, passará a ser interpretada por Elizabeth Debicki (“Tenet”). Será a terceira mudança completa de intérpretes desde o começo da série, para refletir o envelhecimento dos personagens, conforme a trama avança no tempo. E também será a última, uma vez que a produção irá se encerrar na 6ª temporada. The cast of seasons 3 and 4 of The Crown say their goodbyes ❤️🥺🔚 pic.twitter.com/Kckt9QtnJm — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) November 20, 2020
Astros de Riverdale, Batwoman, Legacies e Nancy Drew homenageiam Supernatural
A rede The CW divulgou um vídeo em que os elencos de quatro séries, representantes de sua programação, homenageiam “Supernatural”, encerrada há três dias, após 15 anos de exibição nos EUA. O registro traz atores de “Riverdale”, “Batwoman”, “Legacies” e “Nancy Drew” alternando-se em agradecimentos, aplausos, citações e reconhecimentos à série mais longeva do canal. “Vocês realmente abriram o caminho para o resto de nós e reconhecemos muito isso”, diz Cole Sprouse, à frente do elenco de “Riverdale”. Intitulado “Carry On”, o capítulo final foi exibido na noite de quinta-feira (19/11) nos EUA e dividiu opiniões, lotando as redes sociais com comentários emocionados, de quem chorou muito e também de quem ficou enraivecido pela forma como tudo acabou. A temporada final está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner com duas semanas e meia de atraso em relação à transmissão americana. Desta forma, o último capítulo da série criada por Eric Kripke chegará à programação nacional no dia 6 de dezembro.
Veja a cena final de despedida de Supernatural
A cena final de “Supernatural” foi divulgada na internet. Mas ela não traz nenhum spoiler, pois acontece após o último momento roteirizado da série. Basicamente uma cena pós-créditos, consiste de uma despedida de Jensen Ackles e Jared Padalecki, que interpretaram os irmãos Dean e Sam Winchester durante 15 anos, incluída como forma de agradecimento direto aos fãs que possibilitaram uma jornada tão longa. “Obrigado aos fãs. Através de sangue, suor, risadas e lágrimas, vocês nos mantiveram na ativa por 15 anos”, diz Ackles no vídeo. “Nós nunca estaríamos aqui sem o seu amor, apoio, então, obrigado. Ficaremos eternamente gratos pela oportunidade de ter interpretado estes personagens por tanto tempo”, completa Padalecki. Quando a câmera se afasta, a imagem revela também Jim Beaver (Bobby) e toda a equipe de produção da série, reunidos sobre a ponte canadense em que a trama terminou. Intitulado “Carry On”, o capítulo final foi exibido na noite de quinta-feira (19/11) nos EUA e dividiu opiniões, lotando as redes sociais com comentários emocionados, de quem chorou muito e também de quem ficou enraivecido pela forma como tudo acabou. A temporada final está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner com duas semanas e meia de atraso em relação à transmissão americana. Desta forma, o último capítulo da série criada por Eric Kripke chegará à programação nacional no dia 6 de dezembro.
Garotas tentam sobreviver em ilha deserta no trailer de The Wilds
A Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer da série dramática “The Wilds”. A prévia sugere uma combinação de “Lost” com “O Senhor das Moscas”, ao acompanhar sobreviventes de um desastre aéreo numa ilha deserta. O único diferencial em relação às duas histórias de ilhas desertas é que o grupo de náufragos é formado apenas por estudantes femininas do Ensino Médio. Elas precisam aprender a conviver com suas diferenças para lidar e enfrentar as necessidades da situação. Mas coisas estranhas começam a acontecer na ilha, o que levanta ainda mais interrogações nas cabeças das protagonistas. Elementos de paranoia e teorias de conspiração de “Lost” aparecem a partir da metade da prévia, enquanto a pintura de guerra de “O Senhor das Moscas” surge no rosto de uma personagem lá pelo final. Criada pela roteirista-produtora Sarah Streicher (“Demolidor”), a série destaca em seu elenco as jovens Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”), Jenna Clause (“Cold Brook”), Reign Edwards (“Snowfall”), Shannon Berry (“Hunters”), Helena Howard (“Don’t Look Deeper”), Erana James (“Golden Boy”), Sarah Pidgeon (“Gotham”) e a estreante Mia Healey, além dos adultos Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”), David Sullivan (“Objetos Cortantes”), Troy Winbush (“Os Goldbergs”) e Greg Bryk (“Bitten”). A estreia está marcada para o dia 11 de dezembro no serviço Amazon Prime Video.
Manhãs de Setembro: Teaser anuncia série da Amazon estrelada por Liniker
A Amazon divulgou uma espécie de teaser/clipe musical da cantora e compositora Liniker para anunciar a produção de sua primeira série de ficção brasileira. A atração vai se chamar “Manhãs de Setembro” e o vídeo mostra Liniker seguido por uma criança no centro de São Paulo, enquanto toca sua versão para a música que nomeia a atração, grande sucesso de Vanusa de 1973. Na série, Liniker vive Cassandra, uma mulher trans que trabalha como motogirl e deixou sua vida antiga para trás. A escolha do título “Manhãs de Setembro” tem a ver com o desejo de Cassandra de se tornar cover de Vanusa. Após muito sofrimento, ela consegue alugar um apartamento, descobre um amor e consegue realizar seu sonho. Mas quanto tudo parece estar encaminhado na sua vida, uma ex-namorada de seus tempos de homem surge com um menino que diz ser seu filho. “É uma grande conquista anunciar uma produção tão significativa e diversa como ‘Manhãs de Setembro’, que aborda discussões sociais urgentes e necessárias. Esta é uma história linda e divertida sobre família, contada por um time repleto de muito talento. Tenho certeza que as pessoas vão adorar Cassandra tanto quanto nós”, afirmou Malu Miranda, executiva da Amazon no Brasil, em comunicado. Produção da O2 Filmes, a série tem roteiro de Josefina Trotta (“Amigo de Aluguel”), Alice Marcone (“Born to Fashion”) e Marcelo Montenegro (“Lili, a Ex”), direção de Luis Pinheiro (“Samantha”) e Dainara Toffoli (“Amigo de Aluguel”), e ainda inclui em seu elenco Thomas Aquino (“Bacurau”), Karine Teles (“Que Horas Ela Volta?”), Gustavo Coelho (“Luz do Sol”), Isa Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”) e a cantora Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”) em participação especial. A 1ª temporada estreia seus cinco episódios em 2021, juntando-se à série documental “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, o reality “Soltos em Floripa” e a competição “Jogo dos Clones” entre as (poucas) atrações nacionais do serviço de streaming Amazon Prime Video.
Freddy Krueger entra na 4ª temporada de Stranger Things
O veterano Robert Englund, intérprete original do monstro Freddy Krueger nos filmes de “A Hora do Pesadelo”, entrou na 4ª temporada de “Stranger Things”. O ator é um das novidades do elenco dos próximos episódios da série da Netflix, que foram anunciadas nas redes sociais, com direito a fotos invertidas. A lista também inclui Tom Wlaschiha (“Game of Thrones”), Jamie Campbell Bower (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Eduardo Franco (“Fora de Série”), Sherman Augustus (“Into the Badlands”), Mason Dye (“Bosch”), Nikola Djuricko (“Informer”) e Joseph Quinn (“Operação Overlord”). Para variar, Englund vai interpretar um doido varrido. Ele dará vida Victor Creel, um homem perturbado e intimidador que está aprisionado num hospital psiquiátrico. Campbell Bower será um empregado do tal hospício. Wlaschiha também trabalhará numa prisão, mas na Rússia. Djuricko será outro personagem russo, um contrabandista. Augustus viverá um militar americano com ideias próprias sobre como impedir a proliferação do mal em Hawkins. Franco e Dye serão estudantes, e Quinn o mentor de um clube de RPG. Vale reparar que a lista não incluiu Levon Thurman-Hawke, irmão da atriz Maya Hawke, que vive Robin na série, apesar dele ter sido fotografado no set, caracterizado como um roqueiro dos anos 1980. Levon deve interpretar o irmão de Robin na trama. Os demais detalhes da 4ª temporada estão sendo mantidos em sigilo, mas um teaser dos novos episódios, lançado em fevereiro passado, deu aos fãs a confirmação de que Hopper (David Harbor) sobreviveu aos eventos do final da 3ª temporada e agora está sendo mantido como prisioneiro na União Soviética. Por conta da pandemia do coronavírus, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas em seu começo, atrasando a estreia dos novos episódios. Um dos criadores da série, Ross Duffer, afirmou que este hiato proporcionou tempo para que ele e seu irmão Matt Duffer refletissem mais sobre os caminhos que queriam dar para o enredo, resultando em roteiros melhores. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stranger Things (@strangerthingstv)
Série do herói Raio Negro vai acabar na próxima temporada
A série “Black Lightning”, do herói Raio Negro, vai acabar em sua próxima temporada, que marca o quarto ano da produção. “Quando começamos a jornada ‘Black Lighting’, eu sabia que Jefferson Pierce e sua família de mulheres negras poderosas seriam uma adição única ao gênero de super-heróis”, disse o criador da série e produtor executivo Salim Akil em um comunicado. “O amor que Blerds (black nerds) e todos os fãs de quadrinhos ao redor do mundo demonstraram por essa série nas últimas três temporadas provou o que imaginamos: os negros querem se ver em todas as suas complexidades.” “Obrigado ao elenco fenomenal, escritores e equipe técnica sem os quais nada disso seria possível”, Akil continuou. “Estou incrivelmente orgulhoso do trabalho que temos feito e dos momentos que conseguimos criar para trazer a primeira família afro-americana de super-heróis da DC à vida. Sou muito grato a Peter Roth, Warner Bros. TV, Mark Pedowitz, a rede The CW e Greg Berlanti por sua parceria e apoio à minha visão em cada etapa desta jornada”, agradeceu. A notícia do final da série chega poucos dias depois da encomenda de um piloto para um spin-off potencial da série, centrado no personagem Painkiller. Akil também está escrevendo este projeto, que contará com o ator Jordan Calloway de volta ao papel que ele introduziu em “Black Lightning”. O showrunner comentou a possibilidade em seu anúncio de despedida da série principal. “Embora a 4ª temporada possa ser o fim de uma jornada, estou extremamente animado para inaugurar um novo capítulo e continuar a colaboração com a CW enquanto contamos a história de Painkiller”, ele acrescentou. Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, Black Lightning foi batizado como Raio Negro no Brasil, o que causou muita confusão entre os fãs de quadrinhos, porque este nome já identificava por aqui um herói da Marvel, o líder dos Inumanos (Black Bolt, no original) que também teve uma série recente na TV americana. O Raio Negro da DC tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série acabou optando por pular a origem do personagem, encontrando Jefferson Pierce mais de uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, quando as filhas começam a desenvolver superpoderes e teimar em buscar justiça, colocando-se em perigo, ele é levado de volta à vida de vigilante mascarado. A série é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), e Christine Adams (série “Terra Nova”) como a mulher de Pierce. Já Khalil Payne (Jordan Calloway), que pode ganhar um spin-off, começou como namorado de Jennifer, a filha mais nova da família Pierce, mas acabou sofrendo um atentado logo no começo da série, que o paralisou e o tornou amargo. Ao ganhar uma chance de voltar a andar, aceitou virar capanga do grande vilão da atração, Tobias Whale (Marvin “Krondon” Jones III), mas logo se regenerou num sacrifício por amor. Dado como morto, seu corpo foi resgatado, revivido e experimentado por uma agência secreta, que o transformou em Painkiller, um supervilão frio e sem memórias, enviado para atacar seus antigos amigos e matar a própria mãe. Mas a namoradinha poderosa conseguiu ajudá-lo a recuperar seu controle mental, embora a descoberta de seus atos tenha gerado um trauma profundo. Ao final da 3ª temporada, ele se uniu aos heróis da série para acabar com a tal agência e outros inimigos em comum. A 4ª temporada da série tem previsão de estreia no começo de 2021 nos EUA. Com o anúncio de cancelamento, “Black Lightning” se junta a “Arrow”, encerrada na 8ª temporada, e “Supergirl”, que também vai acabar na próxima temporada (a 6ª da atração), numa grande sacudida no universo de séries da DC da rede CW – que os fãs apelidaram de Arrowverso. Todas as três séries são produzidas pela Berlanti Productions, produtora de Greg Berlanti, que também produz “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Batwoman”, “Stargirl” e vai lançar “Superman and Lois” no mesmo canal em 2021.
HBO oficializa série do game The Last of Us com criador de Chernobyl
A HBO oficializou a produção da série baseada no game “The Last of Us”, que será escrita pelo criador da premiada minissérie “Chernobyl”. O canal encomendou a 1ª temporada da série, dispensando a gravação do piloto após ler o roteiro escrito por Craig Mazin, autor da minissérie sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Originalmente, o diretor Johan Renck, que comandou todos os capítulos de “Chernobyl”, também estava envolvido no projeto, pretendendo dirigir “pelo menos” o primeiro episódio de “The Last of Us”, mas seu nome não foi mais citado no processo de desenvolvimento. Ele teria assumido outros compromissos que levaram a um conflito de agenda. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. “Craig e Neil são visionários em uma categoria própria”, disse a vice-presidente executiva de programação da HBO, Francesca Orsi. “Com eles no comando, ao lado da incomparável Carolyn Strauss, esta série certamente irá ressoar tanto com os fãs obstinados dos jogos ‘The Last of Us’ quanto com os novatos nesta saga definidora de seu gênero. Estamos muito satisfeitos com a parceria com Naughty Dog, Word Games, Sony e PlayStation para adaptar esta história épica e poderosamente envolvente. ” A série será a primeira produção televisiva a ostentar a marca PlayStation, que vai virar uma produtora independente de conteúdo do conglomerado Sony. Ainda não há previsão de estreia.
Final de Supernatural emociona fãs e repercute nas redes sociais com choro e raiva
Os fãs de “Supernatural” estão chorando até agora ou xingando os roteiristas da série após a exibição do episódio final na noite de quinta-feira (19/11) nos EUA. Após 15 anos de produção, a história de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) chegou ao fim como os produtores ameaçaram, ao lembrarem de véspera que “Supernatural” não era conhecida por dar finais felizes a seus personagens. A pandemia claramente prejudicou os planos originais da despedida, que teve apenas uma participação especial entre o vasto elenco da produção. Afinal, seria apenas lógico imaginar que a saideira dos irmãos que impediram um ou três apocalipses, derrotaram Deus, coroaram a Rainha do Inferno e mataram a Morte não uma, mas várias vezes, tivesse maior repercussão e congregação de testemunhas que os momentos solitários vistos na tela. Mas em vez de uma despedida digna de guerreiros, diante de uma multidão de parceiros, ao estilo de “Vingadores: Ultimato”, o desfecho refletiu um conceito de fim de jornada visto anteriormente em “A Sete Palmos” (Six Feet Under) – que, convenhamos, mesmo após 15 anos continua a ser o melhor final de série de todos os tempos. Só que entregou apenas a versão covid-19 disso, sem revelar o que aconteceu com a grande galeria de personagens secundários. O último capítulo recebeu o título “Carry On”, em referência à música que virou tema da série, “Carry on Wayward Son”, rock clássico e cabeludo da banda Kansas – que toca duas vezes no episódio, uma delas por “40 anos”. E dispensou praticamente todos os coadjuvantes para se concentrar apenas nos irmãos Winchester e seu destino agridoce, nas cenas mais emocionais de toda a série. Os intérpretes de Sam e Dean também mostraram sua evolução como atores desde o começo da atração, ao deixar o público de coração partido com seus diálogos finais. Sem dar muito spoiler, pelo menos a última cena tornou a conclusão menos amarga. E o momento pós-“the end”, quando a câmera volta e Padalecki e Ackles se dirigem aos fãs num agradecimento pela companhia de 15 anos, com toda a equipe ao fundo, pode ter transformado a ponte canadense em que foi gravado num novo destino turístico obrigatório para fãs de “Supernatural” de todo o mundo. A temporada final está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner com duas semanas e meia de atraso em relação à transmissão americana. Desta forma, o último capítulo da série criada por Eric Kripke chegará à programação nacional no dia 6 de dezembro. Por isso, cuidado com spoilers ao ver abaixo algumas das reações nas redes sociais, que entre as lágrimas, emojis de corações partidos e até surtos de ódio pelo desfecho conseguiram notar vários detalhes, como o fato de os atores usarem as mesmas roupas do primeiro episódio e repetirem o mesmo diálogo, mas dito de forma invertida entre eles. Just watched the final show never cried so much in my life #supernatural pic.twitter.com/C8OnrrQgys — Supernatural (Always Keep Fighting) (@SupernaturalAl3) November 20, 2020 Am I crying at work? Yes. Why? #SupernaturalFinale that’s why. #Supernatural pic.twitter.com/UzMHEv3ba5 — Marian C Searle (@MarianCSearle) November 20, 2020 I’m so sad #Supernatural pic.twitter.com/GRS0LRboiv — Ola 🏳️🌈⚡️ (@unlovedgaybean) November 20, 2020 That series finale had me in tears at the end! Goodbye to my favorite tv show #Supernatural 🥺😭 pic.twitter.com/Ez25VqAvpC — Calypso Fiend🍶🤤 (@HughesPetty) November 20, 2020 How we doing #SPNFamily? #Supernatural pic.twitter.com/DdnywN5AzM — Sonya (@winchesterwoman) November 20, 2020 “someone has to leave first. This is a very old story. There’s no other version of this story.” -Richard Siken #Supernatural pic.twitter.com/VJcvYpszwd — hodaya ♪ (@hodaya___) November 20, 2020 Just us. #Supernatural #WinchestersForever #TheEpicLoveStoryOfSamAndDean pic.twitter.com/J2mImQ14Zm — SIM (@electricmonk333) November 20, 2020 ok jared padalecki you made me cry#Supernatural pic.twitter.com/NBmQhzYpiX — sara 🌧 (@poiintbreak_) November 20, 2020 I interrupt all of your tears to bring you the cuteness of Dean Winchester & dog cuddles. #Supernatural #CarryOn pic.twitter.com/ZwKipM2IUX — Tee Is A Struggle Bus (@tltm78) November 20, 2020 I want to rip my heart out of my chest, maybe that way the pain will finally stop #Supernatural pic.twitter.com/hZfIhUDN10 — dean deserved better | spn spoilers (@mischiefsmerlin) November 20, 2020 Dean Winchester deserved the world but the world didn’t deserve him #Supernatural pic.twitter.com/GBTEXYW3pA — monica loves Dean || spn spoilers (@oceanidisogni) November 20, 2020 thanks @JensenAckles for dean. you have given us joys, tears, anxieties. We will always be grateful to you for this character masterpiece. it's hard to say goodbye.. but i know he will always be with us. when we need him he will be there. thank you Dean.#Supernatural pic.twitter.com/AKumcPsmNe — dean//carry on my wayward son||SPN spoilers||🐿🦌 (@alwaysdeanw) November 20, 2020 "I can't do this alone" "Yes you can" "Well, i don't want to" 1×01 / 15×20💔#Supernatural pic.twitter.com/iJgSvTjdFn — Young dreamer 🥀 (@miriamj92782894) November 20, 2020 how it started / how it ended#Supernatural pic.twitter.com/DiqkwklVlI — Emrejselyst (@Kosanalex) November 20, 2020 they are wearing the same clothes as in the first episode 😭💔#Supernatural pic.twitter.com/l4mhsS2OwH — mng 🍀 (@renkcenda) November 20, 2020 I guess the hardest thing is not to die for someone, they did it countless times for each others. The hardest part is to live for someone who isnt there anymore. Dean was right, Sam is the strongest man..#Supernatural pic.twitter.com/L1jfGkJoxA — Gigi Stab 🇫🇷 Walker 2021 (@StabGigi) November 20, 2020 All of us rn #Supernatural pic.twitter.com/3Ld7vJo5qH — may loves cas (@exlwhstr) November 20, 2020 Fifteen years ago, Jensen and Jared started out as two strangers and then they become brothers #Supernatural pic.twitter.com/EdE3Zbr1ya — Cas ⚜️ (@yourskIaroline) November 20, 2020 "you were alone left out in the cold clinging to the ruin of your broken home too lost and hurting to carry your load we all need someone to hold"#supernatural pic.twitter.com/9OOAnwfHma — i lost a friend. (@rayofsam) November 20, 2020 Trump lost the election and the universe said we have used all our good karma #destiel #supernatural #SupernaturalFinale pic.twitter.com/6zk5a2cC68 — jake (@splinsplon) November 20, 2020 Me at work this morning trying to explain the finale to my coworkers who have never watched the show #SupernaturalFinale #supernatural pic.twitter.com/tmYLXQaauI — Kensi💚💙 (@kensibun) November 20, 2020 dean winchester, the hero. saved the world so many times. gave up on his own life to save others. he deserved to live. dean deserved to have kids, to grow old, to feel peace. he was free. he was finally free. you were loved, dean winchester. we miss you already. #supernatural pic.twitter.com/iq0sj4g7RT — BURN THEM ALL (@destielsjack) November 20, 2020 #Supernatural Castiel, watching at Sam and Dean during episode 20 pic.twitter.com/A0v8yW5rpi — Nepeta cataria (@kirjovnik) November 20, 2020 you have no idea how me this is #Supernatural pic.twitter.com/o4J5BEElpo — m ⨟ 🙂 (@deathbycheol) November 20, 2020 Dear #Supernatural , ✨Fuck You✨#destiel #DeanWinchesterDeservedBetter #CastielForever pic.twitter.com/5BLIbAhVDO — Dean Winchester protection squad (@crxstalcas) November 20, 2020 They could've had #Supernatural and #destiel to trend no.1 again. They could've made history. They could've given the characters the ending they deserved. ALL of the characters. I don't even feel angry, just empty. It left me feeling empty. pic.twitter.com/8nPf6tvmEK — buckypebble 💜✨im not surpised about destiel (@WBuckybear) November 20, 2020 i- i can’t believe this is how everything ended #supernatural pic.twitter.com/uYL5HrI27h — hava🪐 (@hava_mmm) November 20, 2020 The show won’t end if you don’t watch the series finale #SPNFamilyForever #Supernatural pic.twitter.com/j93q626Wk8 — cndnkck (@cndnkck) November 20, 2020 Depois de TUDO que ele passou desde que ele tinha quatro anos de idade e depois dele colocar absolutamente o bem de todo mundo na frente do dele é ESSE fim que vocês dão pra ele?CW não merece o Dean, CW não merece o Cas, CW não merece nenhum dos personagens que tem#Supernatural pic.twitter.com/KY6yPgbILh — lolo ४ ۞ loves dean winchester so much (@luahiddleston) November 20, 2020 E o prêmio de pior temporada vai para…#Supernatural pic.twitter.com/ftU807RyKC — Jay⛄ (@JayMills67) November 20, 2020 Temos que lembrar que antes ele tinha uma proteção divina,isso foi sim uma bela analogia,uma pessoa que sobreviveu a tantas coisas e morrer para algo simples — João Marcos Ananias (@JohnOli08313858) November 20, 2020 Dean teve o final que ele sempre disse que ia ter, o importante é que no fim os irmãos estavam juntos. Vocês não queriam que ele morresse, se ele tivesse morrido de qualquer forma vocês estariam criticando. Achei super coerente com o que a série construiu. — Franciel (@ofrancys) November 20, 2020 I love how #Supernatural ended with Dean enjoying his freedom and knowing what unconditional love feels like, Dean and Miracle, living a long and happy life! 🤡 pic.twitter.com/2BEX4ED34R — King Ackles ♚ (@JustJensenDean) November 20, 2020 “Endings are hard”. #SPNFinale #Supernatural #ThankYouSupernatural #CarryOn #SPNFamilyForever pic.twitter.com/NoGGGwVJFB — Ridge (@New_Me_Ridge) November 20, 2020 The way they both look at each other. They're both finally in heaven together. https://t.co/3lEtLyxpkk #Supernatural #Supernatural pic.twitter.com/jK3p4hsU38 — i love you so much. (@_itsokaysammy_) November 20, 2020 The final brothers hug. https://t.co/3lEtLyxpkk #Supernatural #Supernatural pic.twitter.com/5RqDUfVUrT — i love you so much. (@_itsokaysammy_) November 20, 2020 eu fiquei emocionada porque simplesmente sei que nessa cena não era sam e dean mas sim jared e jensen na hora que o sam dá o sorriso tipo "olha até onde a gente chegou" antes do abraço a performance deles foi incrível e eu tenho orgulho demais deles #Supernatural pic.twitter.com/2yWLOlGTUS — lulo (@mishajackles) November 20, 2020 Eu nem sei o que sentir , esses dois realmente só o significado da palavra irmãos 🙌😍😭 #Supernatural #ThankYouSupernatural pic.twitter.com/Gyson9Au2V — vi /ThankYouSupernatural (@1DStarkGrey) November 20, 2020 A última cena terminou de me enterrar. Não foi só um abraço do Dean e Sam, foi do Jensen e Jared. Eles se despedindo de um trabalho de 15 anos. De uma longa estrada. De uma família. Obrigada, obrigada por tudo. #Supernatural pic.twitter.com/TyBSTbSV4e — Abade | spn me tirou tudo (@AbadeNessa) November 20, 2020 Some people strive all their lives to be good enough for Heaven. Sam and Dean kept living and fighting… Until Heaven was good enough for them. #Supernatural #CarryOn — 👬Cat Dean (@Pathryn34) November 20, 2020 Carry on my wayward sonThere’ll be peace when you are doneLay your weary head to restDon’t you cry no more #Supernatural pic.twitter.com/BlJPh5XVT7 — Berfin🦋 (@berfland) November 20, 2020 i’m so gonna miss these two dumbasses #Supernatural @cw_spn 🥺 pic.twitter.com/9a0bdukGs3 — maram (@blvkangelz) November 20, 2020 It's been one hell of a road trip. Thanks for the ride💜#Supernatural pic.twitter.com/U7NSqpcvl4 — Just Goth Enough 🇸🇪 (@JustGothEnough) November 20, 2020 Thank U #Supernatural !!! pic.twitter.com/GvwxHZAwdQ — little_winchester_heart (@demon_heart_spn) November 20, 2020
Séries online: The Mandalorian é o grande destaque para maratonar na semana
A chegada da Disney+ (Disney Plus) finalmente traz ao Brasil a primeira série live-action do universo “Star Wars”, que se tornou uma das mais premiadas do ano e também uma fonte ilimitada de memes. De fato, até quem não sabe o que é Disney+ (Disney Plus) já viu imagens do “Baby Yoda”, apelido dado a um personagem central de “The Mandalorian”, que consegue ser mais fofo que todos os ewoks e porg juntos, culminando décadas de evolução do lado comercial da Força. Mas “The Mandalorian” é mais que uma fábrica de memes e Yodas de pelúcia. É também uma série revolucionária para a indústria do entretenimento. Para começar, a Industrial Light & Magic, empresa de tecnologia visual da Lucasfilm, simplesmente eliminou o uso de tela azul em seu set de gravação. Herança da era do chroma key, a tela azul é usada nos estúdios para servir de pano de fundo para projeção de efeitos na pós-produção. Graças a esta técnica, nos lugares onde os atores contracenam com o vazio, o público posteriormente encontra cidades futuristas ou monstros terríveis. O set de “The Mandalorian” tornou esta técnica ultrapassada, ao incluir uma parede de vídeo gigante de LED semicircular, que projeta as cidades futuristas e os monstros terríveis em tempo real diante dos atores, que assim sabem exatamente onde estão e o que enfrentam. Desta forma, os efeitos acontecem desde a pré-produção. E o realismo obtido por essa técnica, que combina os fundos digitais com acessórios físicos do cenário, é tão impressionante que cenas feitas em estúdio parecem realmente acontecer em grandes espaços abertos de outros planetas. Esta inovação terá impacto profundo em Hollywood nos próximos anos, porque também gera economia em cenografia e locações. E já foi reconhecida pela Academia de Televisão com o Emmy de Melhores Efeitos Visuais deste ano, um dos 7 prêmios Emmy que a série conquistou. Outro motivo de os episódios de “The Mandalorian” parecerem filmes são os nomes por trás das câmeras. A série foi criada por Jon Favreau, diretor dos blockbusters “Homem de Ferro”, “Mogli, o Menino Lobo” e “O Rei Leão”, e os capítulos são comandados por uma seleção de cineastas famosos, entre eles Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Peyton Reed (“Homem-Formiga”), Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), Sam Hargrave (“Resgate”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World” e filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”) e Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”). Filoni também assina os roteiros, o que tem servido, especialmente na 2ª temporada, para integrar a trama na saga “The Clone Wars”, com a materialização live-action de personagens icônicos como Bo-Katan, interpretada por sua dubladora original, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”), e Ahsoka Tano, que nos próximos capítulos será encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a série explora a pouco conhecida mitologia dos mandalorianos no universo “Star Wars”. Mas se a 1ª temporada apresenta os dogmas que norteiam o personagem-título, vivido (na verdade, dublado) por Pedro Pascal (“Narcos”), a 2ª vira suas crenças do avesso ao apresentar um quadro mais amplo e complexo de facções, com a introdução da mandaloriana Bo-Katan e seus aliados – cuja missão merece seu próprio spin-off ou pelo menos um filme completo. E este é outro detalhe interessante da série. Como o protagonista é um errante solitário, cruzando planetas como Clint Eastwood adentrava cidadezinhas em westerns dos anos 1960, “The Mandalorian” permite encontros com uma profusão de personagens que parecem ter muitas outras histórias para viver. E alguns vivem, como a rebelde Clara Dune (Gina Carano, de “Deadpool”) e o gerenciador de caçadores de recompensa Greef Karga (Carl Weathers, de “Rocky”), presentes em diversos episódios da produção. Eis porque “The Mandalorian” não é só o “Baby Yoda”. É o melhor western espacial já feito – incluindo nesta lista o sensacional filme “Outland: Comando Titânio” (1981), com o “xerife” Sean Connery – , uma das melhores criações do universo “Star Wars” e nada menos que 8 filmes excelentes por temporada. A Disney+ (Disney Plus) também traz outras opções originais em seu lançamento, inclusive a inédita temporada final de “Star Wars: The Clone Wars”. A lista tem até uma nova série animada do Mickey Mouse, o antigo garoto-propaganda da empresa, que foi suplantado por Baby Yoda na era Disney do streaming. Além dos títulos da nova plataforma, a semana ainda destaca o lançamento em streaming de duas séries completas pela Globoplay, a adulta “UnReal”, sobre os bastidores de um reality show fictício, cujo humor ácido, cínico e cruel é capaz de fazer o público nunca mais olhar da mesma forma as produções do gênero, e a sci-fi juvenil “Garotos de Lugar Nenhum” (Nowhere Boys), produção australiana que pode consolar os órfãos de “The Society” e outras séries canceladas sem cerimônia pela Netflix. Veja abaixo os trailers destes e de outros títulos que completam o Top 10 das séries online da semana. The Mandalorian | EUA | 2 Temporadas Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Star Wars: The Clone Wars | EUA | 7ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) O Mundo Maravilhoso de Mickey Mouse | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Garfinho Pergunta | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) High School Musical: A Série: O Musical | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais His Dark Materials | EUA | 2ª Temporada Disponível na HBO Go em episódios semanais No Man’s Land | EUA | 1ª Temporada Disponível na Starzplay em episódios semanais O Sabor das Margaridas | Espanha | 2ª Temporada Disponível na Netflix UnReal – Nos Bastidores de um Reality | EUA | 4 Temporadas Disponível na Globoplay Garotos de Lugar Nenhum | Austrália | 4 Temporadas Disponível na Globoplay
Nova série de Anitta ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Anitta: Made in Honório”, segunda série documental da plataforma dedicada à cantora Anitta. A prévia acompanha a frenética rotina profissional da estrela, com várias cenas do show (gratuito no Parque de Madureira) que batiza a produção e de seus bastidores, mas também traz um olhar mais íntimo sobre a vida pessoal de Anitta, com cenas de arquivo e flagras do impacto causado pela pressão do sucesso sobre a jovem Larissa – que muitas vezes se mostra menos poderosa que a cantora dos clipes e apresentações fabulosas. “Anitta: Made in Honório” tem direção do cineasta Andrucha Waddington (do filme e da série “Sob Pressão”) e de seus sobrinho Pedro (também da série “Sob Pressão”), e a estreia está marcada para 16 de dezembro.












