Frasier: Série dos anos 1990 pode ser revivida em streaming
A série clássica “Frasier” pode ganhar revival em breve na Paramount+ (Paramount Plus). O retorno da atração está em discussão no serviço de streaming da ViacomCBS, informaram várias publicações especializadas dos EUA nesta segunda (1/7). Representantes da CBS Studios e Paramount+ preferiram não comentar. O astro da série, Kelsey Grammer, vem tentando realizar um revival há algum tempo. Segundo fontes ouvidas por Variety, TV Line, Deadline e The Hollywood Reporter, o maior obstáculo potencial para confirmar a produção seria o salário do elenco, que era um dos mais altos da TV quando a série terminou. Mas os americanos amam a série, que durou 11 temporadas, entre 1993 e 2004, e venceu 39 prêmios Emmy para a rede NBC. Curiosamente, esse sucesso não se repetiu no Brasil, onde “Frasier” só foi exibida na TV paga, pelo canal Sony. Além disso, apenas as suas três primeiras temporadas chegaram a ser lançadas em DVD por aqui. A série era um spin-off de “Cheers”, em que Grammer vivia Frasier Crane. Em sua série, o psicólogo volta a Seattle para trabalhar num programa de rádio e viver com o pai e o irmão. David Hyde Pierce e John Mahoney (falecido em 2018) interpretavam, respectivamente, o irmão e o pai de Frasier, e o elenco também destacava Jane Leeves e Peri Gilpin. A retomada da série se encaixaria nos planos da ViacomCBS para explorar marcas conhecidas como forma de atrair assinantes para seu serviço de streaming. A Paramount+ será oficialmente lançada em 4 de março nos EUA, ocupando o lugar da CBS All Access.
Diretor de Pantera Negra desenvolve série sobre Wakanda para Disney+
Uma série ambientada em Wakanda está em desenvolvimento na Disney+ (Disney Plus). A notícia veio à tona durante o anúncio de que o cineasta Ryan Coogler, que dirigiu “Pantera Negra” e está escrevendo a continuação, fechou um contrato amplo e geral de vários anos com a Disney para a criação e produção de séries. “Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company, no comunicado que anunciou a parceria. “Com ‘Pantera Negra’, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.” Por sua vez, Coogler disse que era “uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”. “Trabalhar com eles em ‘Pantera Negra’ foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio de televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com o público em todo o mundo por meio das plataformas Disney”, continuou. E, ao mencionar seus planos, o cineasta acabou revelando que já está desenvolvendo uma série para a plataforma Disney+ com a equipe da Marvel Studios. “Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar. ” Coogler vai desenvolver os projetos por meio de sua produtora, Proximity Media. A opção de lançar uma série baseada em Wakanda, país do Pantera Negra, vem à tona após boatos sugerirem que “Pantera Negra 2” diluiria sua trama entre os personagens da nação africana, como forma de compensar a ausência do protagonista – após a morte inesperada de Chadwick Boseman (o Pantera Negra) no ano passado. Mas nem o projeto de série nem a trama do filme estão oficialmente confirmados. “Pantera Negra” foi um sucesso estrondoso para a Disney e a Marvel, arrecadando quase US$ 1,35 bilhão em todo o mundo. O filme ganhou um significado cada vez maior depois da morte repentina do astro Chadwick Boseman, vítima de câncer de cólon em agosto.
Dustin Diamond (1977 – 2021)
O ator Dustin Diamond, que viveu o nerd pateta Screech da sitcom juvenil “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) por 13 anos na TV americana, morreu de câncer nesta segunda (1/2) aos 44 anos. O ator foi diagnosticado com câncer em estágio 4 há três semanas e estava recebendo tratamento em um hospital da Flórida. A carreira de ator de Diamond começou aos 11 anos de idade, quando ele ainda estava na 5ª série e derrotou outros 5 mil aspirantes para conseguir o papel de Samuel “Screech” Powers em 1988, na comédia do Disney Channel “Good Morning, Miss Bliss”, a precursora do que viria a se tornar “Galera do Barulho”. Os espectadores acompanharam o crescimento de Diamond por mais de uma década, pois continuou a viver Screech até o ano de 2000. O personagem ganhou ainda mais destaque em “Galera do Barulho”, que durou quatro temporadas (1989-93) e seguiu por mais uma temporada em “Saved by the Bell: The College Years” (1993-94), culminando sua trajetória em “Saved by the Bell: The New Class”, que teve sete temporadas (1994-2000), todas na NBC. Quando o último episódio foi ao ar, Diamond tinha 23 anos. “A coisa mais difícil em ser uma estrela infantil é desistir da infância. Você não tem uma infância, na verdade”, disse ele em numa entrevista do programa “Where Are They Now?” em 2013. “Você é um artista, você tem que saber suas falas e ensaiar e praticar, garantindo que seja o mais engraçado e o melhor que puder ser. Porque se você não for engraçado, poderá ser substituído.” Após o fim da franquia televisiva, Diamond começou uma nova carreira como comediante e astro de reality shows com competição de celebridades – como “Celebrity Boxing”, “Celebrity Fit Club”, “Celebrity Championship Wrestling” e “Celebrity Big Brother”. Em 2006, ele se viu envolvido em sua primeira polêmica com o lançamento de “Screeched – Saved by the Smell”, um vídeo pornô de 52 minutos que mostrava o ator transando com duas mulheres. Mais tarde, ele disse que um “dublê” o substituiu, com seu rosto acrescentado durante a edição. “É a coisa que mais me envergonha”, disse ele. “Tudo começou com um boato de que Paris Hilton ganhou US$ 14 milhões com [sua] sex tape. Meu amigo disse: ‘Quatorze milhões? Pqp! Onde está a sex tape do Screech? Você tem que valer pelo menos um milhão’. Eu pensei, ‘Sim, talvez’… Eu ganhei algum dinheiro com isso, mas não valeu a pena.” Um dos motivos que o levou a fazer o vídeo é que estava falido. O ator chegou a vender camisetas de US$ 15 para levantar dinheiro e evitar a execução hipotecária de sua casa em Port Washington, Wisconsin. Ele pediu concordata na Califórnia em 2001 e entrou em um buraco financeiro porque, segundo dizia, seus pais gastaram o dinheiro que ele ganhou com a franquia “Saved by the Bell”. Três anos depois, Diamond encontrou outra forma de faturar com sua antiga fama. Ele compartilhou histórias obscenas dos bastidores da “Galera do Barulho” em seu livro “Behind the Bell”. O lançamento rendeu nova polêmica e Diamond disse que o livro era de um “escritor fantasma” e ele não teve a chance de remover algumas das histórias que foram criadas a partir de alguns comentários “improvisados” que fez ao autor real. Ele ainda tentou uma carreira no cinema, que não deu em nada. Entre os títulos de cotação negativa de sua filmografia destacam-se os fracassos “O Grande Mentiroso” (2002), “Pauly Shore Está Morto” (2003) e “Dickie Roberts, o Pestinha Cresceu” (2003). Voltando sempre à fonte de sua fama, Diamond ainda foi produtor executivo de um telefilme “Não Autorizado” sobre “Galera do Barulho” em 2014, “The Unauthorized Saved by the Bell Story”, exibido pelo canal pago Lifetime sem nenhum dos escândalos da biografia publicada em 2009. O site Daily Beast chamou a produção de “o pior telefilme já feito”. Em 2015, Diamond foi condenado por conduta desordeira num bar, após esfaquear uma pessoa com um canivete durante a celebração do Natal de 2014. Ele também foi considerado culpado em um incidente envolvendo sua então noiva e cumpriu três meses de prisão, sendo libertado em abril de 2016. Quando o serviço de streaming Peacock revelou que voltaria a reunir os astros de “Galera do Barulho” num revival da série original, que introduziria uma nova geração de adolescentes, as principais estrelas do programa, como Mark-Paul Gosselaar, Elizabeth Berkley, Mario Lopez e Tiffani Thiessen, foram convidadas a participar da produção. Mas Diamond não.
Sonic vai ganhar série animada na Netflix
A Netflix anunciou a produção de uma série de Sonic, o famoso personagem do mundos games. O anúncio foi feito pelas redes sociais da plataforma nesta segunda (1/1), informando que a produção será chamada de “Sonic Prime” e tem previsão de lançamento para 2022. “Já podem ir juntando anéis dourados. ‘Sonic Prime’, minha nova série animada com o porco-espinho mais rápido do mundo, chega para vocês em 2022″, informou a plataforma, antes de se corrigir. Sonic é ouriço e não porco-espinho. “Sonic é um personagem amado e tem um lugar especial no coração de todos, incluindo o meu”, completou Dominique Bazay, diretora de animação original da Netflix, em um comunicado. “Passei muitas horas com o borrão azul quando criança e é um privilégio poder trazer esse personagem que todos conhecem e amam em uma nova aventura com a Netflix”. A produção será uma série animada computadorizada em 3D e não deve incluir atores reais como o recente filme do personagem. A série está sendo desenvolvida pelas produtoras WildBrain, que participou de “As Aventuras de Paddington” e My Little Pony: O Filme, e Man Of Action, responsável por atrações animadas como “Ben 10” e “Mega Man: Fully Charged”. Já podem ir juntando anéis dourados. Sonic Prime, minha nova série animada com o porco-espinho mais rápido do mundo, chega pra vocês em 2022. pic.twitter.com/5I7Vxk0emq — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 1, 2021
Marc Wilmore (1963 – 2021)
O roteirista, produtor e humorista Marc Wilmore, que venceu um Emmy pela série animada “Os Simpsons”, morreu no último sábado (30/1) por complicações decorrentes da covid-19, aos 57 anos. A notícia foi confirmada por seu irmão, o comediante Larry Wilmore, que contou que ele estava “batalhando contra o coronavírus e contra várias outras condições que estavam causando-lhe dor há anos”. Nascido na Califórnia, Marc Wilmore começou carreira na TV em “In Living Color” (1992-1994), uma das séries de esquetes humorísticos mais famosas da época. Além de escrever e produzir, ele também foi parte do elenco última temporada, fazendo imitações de celebridades como James Earle Jones e Maya Angelou. Depois do fim do programa, ele virou roteirista do talk show “The Tonight Show” (1995-1998). E após escrever e produzir a série animada “The PJs” (1999-2001), pulou para os “Os Simpsons” (2000-2015) e finalmente para “F is For Family” (2017-2020) na Netflix, seu último trabalho.
Allan Burns (1935 – 2021)
O produtor e roteirista Allan Burns, conhecido por criar diversas séries clássicas, como “Os Monstros” e “Mary Tyler Moore”, morreu no sábado (30/1) em sua casa, de causas não reveladas, aos 85 anos. Com longa carreira televisiva, Burns assinou seus primeiros roteiros na cultuada série animada “As Aventuras de Rocky e Bullwinkle”, entre 1961 e 1963. Ele também escreveu episódios de “George, o Rei da Floresta” e “Dudley Certinho”, e criou o personagem Cap’n Crunch para as campanhas publicitárias da aveia Quaker, antes de migrar para séries live-action. Burns formou uma parceria criativa com o também roteirista Chris Hayward para criar suas primeiras séries, “Os Monstros” (1964) e “Mamãe Calhambeque” (1965). Paralelamente, os dois também escreveram episódios de “Agente 86” e venceram o Emmy de Melhor Roteiro de Comédia por “He & She”. Até que, em 1969, Burns trocou de parceiro, juntando-se a James L. Brooks para escrever e produzir a série “Room 222”. No ano seguinte, os dois criaram juntos uma das séries mais influentes e bem-sucedidas da década de 1970, “Mary Tyler Moore”. A atração lançada em 1970 quebrou barreiras ao acompanhar pela primeira vez na TV uma mulher independente, que se tornava a primeira redatora feminina de um telenoticiário e dividia seu cotidiano com o ambiente de trabalho. A proposta foi amplamente aprovada pelo público e pela crítica. Já na estreia, Burns e Brooks venceram o Emmy de Melhor Roteiro de Comédia. “Mary Tyler Moore” também venceu três Emmys de Melhor Série de Comédia ao longo de seus sete anos de produção, além de ter rendido nada menos que três atrações séries derivadas, “Rhoda”, “Phillys” e “Lou Grant”, que estenderam a franquia até 1982. O sucesso televisivo fez Hollywood levar Burns para o cinema. E o primeiro filme que ele escreveu, “Um Pequeno Romance” (1979), recebeu indicação ao Oscar de Melhor Roteiro. Ele também roteirizou “A Juventude de Butch Cassidy” (1979) e “Alguém Para Amar” (1984), e estreou como diretor com “Somente Entre Amigas” (1986), protagonizado por sua antiga estrela Mary Tyler Moore. A carreira televisiva continuou efervescente, embora menos impactante. Mas Burns costumava se orgulhar de alguns projetos menores, como a criação de “The Duck Factory”, uma sitcom centrada num animador iniciante, que lançou a carreira do comediante Jim Carrey em 1984, “Eisenhower & Lutz”, série jurídica com Scott Bakula em 1988, “FM”, passada numa rádio pública em 1989, e “Cutters”, centrada numa barbearia em 1993.
Volta de Sex and the City vai abordar a pandemia em Nova York
A volta de “Sex and The City” vai incorporar a pandemia de covid-19 em sua trama. A informação foi dada pela estrela Sarah Jessica Parker em entrevista à revista Vanity Fair. Após dizer que está aguardando “ansiosamente” os roteiros, ela afirmou que, como o cenário da série é Nova York, será imprescindível as consequências do vírus nas relações da cidade. “Obviamente será parte da história, porque essa é a cidade em que [esses personagens] vivem”, disse ela. “E como isso mudou os relacionamentos depois que as amigas desapareceram? Tenho muita fé que os escritores vão examinar tudo.” Não é só fé. Ela é produtora da série e pode determinar os rumos da trama. A atriz ainda celebrou que o time de novos escritos da série “é incrivelmente diverso de uma forma realmente emocionante” e que eles irão trazer uma nova “experiência de vida, visões de mundo políticas e visões de mundo social” para o programa. As personagens da série (menos Samantha) vão voltar num revival com 10 episódios na plataforma HBO Max, intitulado “And Just Like That…”. A minissérie vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia, ao mesmo tempo em que Kim Catrall (Samantha) jurou nunca mais voltar à franquia, criticando Parker.
Dylan McDermott vai estrelar nova série da franquia Law & Order
O ator Dylan McDermott (de “American Horror Story”) entrou em “Law & Order: Organized Crime”, nova série do universo “Law & Order”, que é derivada de “Law & Order: Special Victims Unit”. McDermott é a primeira novidade do elenco desde que o ator Christopher Meloni foi anunciado à frente da produção, retomando seu personagem Elliot Stabler, protagonista das 12 primeiras temporadas de “SVU”, entre 1999 e 2011. Ele celebrou a novidade em sua conta oficial do Instagram, escrevendo para seus seguidores: “Nova York, aqui vou eu!”. No post, marcou os perfis de Christopher Meloni, da rede NBC e da página oficial da série na rede social. Na trama, Stabler vai comandar uma nova força-tarefa de elite que está desmontando os sindicatos criminosos mais poderosos da cidade, um por um. Os detalhes do personagem de McDermott estão sendo mantidos em sigilo, mas ele será um integrante regular da produção. A nova série desenvolvida pelo veterano produtor Dick Wolf terá 13 episódios em sua 1ª temporada, que ainda não tem estreia prevista.
Série do herói Raio Negro começa a se despedir com trailer da última temporada
A rede The CW divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada de “Black Lightning”, série do herói Raio Negro. A prévia já tem clima de despedida, ao explorar a decisão de Jefferson Pierce (Cress Williams) de abandonar o uniforme do herói, traumatizado pela morte de seu amigo, o policial Bill Henderson (Damon Gupton). O vídeo também apresenta um novo visual e atitude da filha caçula do herói, Jennifer (China Anne McClain), que deve aparecer menos nos próximos capítulos, após sua intérprete pedir para os produtores diminuirem seu papel. O vídeo sugere que a solução encontrada para extraí-la da trama pode ser trágica para a família Pierce. Os 13 episódios finais começam a ser exibidos em 8 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a série costuma ser exibida pela Netflix.
Nicole Kidman vai estrelar série baseada em filme norueguês premiado
A atriz Nicole Kidman vai protagonizar e produzir uma nova série, agora para a Amazon Prime Video. Intitulada “Hope”, a série vai adaptar um longa-metragem norueguês com mesmo título, que foi indicado para disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional. A trama acompanha um casal e seus seis filhos durante 12 dias, na véspera do Natal, após o diagnóstico de câncer da mulher e enquanto a relação familiar implode. O filme norueguês foi escrito e dirigido por Maria Sødahl, para quem o drama retratado é profundamente pessoal. Premiado no Festival de Berlim, o longa também foi indicado para as categorias de Melhor Direção e Atriz na premiação da Academia Europeia de Cinema em 2020. Kidman tem mergulhado em séries desde que estrelou “Big Little Lies”, incluindo a recente “The Undoing” na HBO e as vindouras “Nine Perfect Strangers” na Hulu e “The Expatriate”, também para a Amazon. Por sinal, a adaptação de “Hope” está a cargo da roteirista de “The Expatriate”, Alice Bell (“The Beautiful Lie”). Apesar da agenda cheia de séries, Kidman não abandonou o cinema e poderá ser vista em breve no próximo filme de Robert Eggers, “The Northman”, além de se preparar para estrelar uma cinebiografia de Lucille Ball escrita e dirigida por Aaron Sorkin. Veja abaixo o trailer original do filme “Hope”.
Ginny e Georgia: Conheça a nova série de mãe e filha da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Ginny e Georgia”, série que se autodescreve na prévia como “‘Gilmore Girls’, mas com peitos maiores”. A série gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia. Mas essa história conhecida é acompanhada por uma reviravolta, pois Georgia esconde um segredo sombrio: o verdadeiro motivo para sua mudança para um lugar distante, pequeno e no qual ninguém a conhece. A adolescente Antonia Gentry (“Doce Argumento”) vive Ginny, Brianne Howey (“Batwoman”) é Georgia Miller e o elenco ainda inclui Felix Mallard (“Neighbours”), Sara Waisglass (“October Faction”), Jennifer Robertson (“Schitt’s Creek”), Scott Porter (“Friday Night Lights”), Raymond Ablack (“Caçadores de Sombras”), Katie Douglas (“Mary Kills People”) e o menino Diesel La Torraca (“Pequenos Monstros”). Criada pela estreante Sarah Lampert, a série tem estreia marcada para 24 de fevereiro.
Fate: A Saga Winx ganha versão funk da música do desenho animado
Depois do “pedido” de Bruna Marquezine e Sasha Meneghel, a Netflix incluiu a música do desenho “O Clube das Winx” num vídeo com cenas da série “Fate: A Saga Winx”. A versão usada, porém, tem ritmo de funk. Confira abaixo. O vídeo explora uma reclamação do público, que notou a ausência do tema do desenho animado na versão live-action do streaming. Mas também reflete, sem querer, outro foco de protestos constantes dos assinantes. Depois de cancelar séries melhores por absoluta falta de divulgação, a Netflix está fazendo de tudo para chamar atenção para “Fate: A Saga Winx”. Um pouco tarde para as séries canceladas e um pouco demais para uma atração que é bem fraquinha. Lançada há pouco mais de uma semana (em 22/1), “Fate: A Saga Winx” teve apenas 31% de aprovação (nível Bolsonaro) da crítica em inglês, na apuração do site Rotten Tomatoes. Isto provavelmente é um bom sinal para quem gostou, porque a Netflix tem tradição de cancelar séries sobrenaturais adolescentes que agradam à imprensa, deixando fãs órfãos e muitas vezes sem final – casos recentes de “Daybreak” (70% de aprovação), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina, 81%), “The Society” (86%), “I Am Not Okay With This” (87%) e “A Ordem” (The Order, 100% de aprovação!).
Ator do novo filme de Batman será Robin na série dos Titãs
A Batfamília vai crescer bastante na 3ª temporada de “Titãs”. Após a escalação de Savannah Welch (“Boyhood”) como Barbara Gordon, a Batgirl original dos quadrinhos, a produção revelou que Jay Lycurgo (“I May Destroy You”) entrou na série como Tim Drake, o terceiro Robin da DC Comics (para quem está contando, são quatro Robins oficiais, sem considerar as versões femininas). A versão de Tim Drake que aparecerá na série é descrita como um garoto com experiência nas ruas que cresceu durão mas sem perder sua crença inabalável em heroísmo. Sua atitude tranquila é sustentada por uma mente quase genial, um detetive nato com percepção de detalhes muito além de sua idade. Além disso, ele é negro. Ou seja, exceto pelo fato de ser “um detetive nato”, completamente diferente do personagem dos quadrinhos – um menino rico e branco, filho de empresários-arqueólogos, que descobre a identidade de Batman. Criado por Marv Wolfman (o pai dos “Novos Titãs”) e Pat Broderick, Tim Drake foi introduzido em meados de 1989 num arco que tinha o objetivo de ajudar Batman a superar o trauma da morte de Jason Todd, o segundo Robin, pelas mãos do Coringa. Ao deduzir a identidade secreta de Batman e Asa Noturna, ele comprova sua capacidade para se tornar o terceiro o Robin – sua justificativa: “Batman precisa de Robin”. Mas mesmo tendo assumido a identidade do herói no final de 1990, ainda passou por um curso intenso de treinamento, que os leitores da época consideraram interminável. Jason Todd, claro, não morreu. Ele virou o vilão Capuz Vermelho. Na série, o ex-Robin (vivido por Curran Walters) também passará pela mesma transformação na 3ª temporada. Mas o que chama atenção na escalação de Tim Drake é que Jay Lycurgo também faz parte do elenco do novo filme de Batman. Fotos da produção revelam que ele integra uma gangue de caras-pintadas, que possivelmente tem relação com o Coringa – ou com os vampiros da série “Van Helsing” (kkk). Será a primeira vez que Tim Drake aparecerá numa produção live-action. A 3ª temporada de “Titãs” ainda não tem previsão de estreia. CASTING ANNOUNCEMENT: From the shadow of the bat, a new hero arrives to join season 3 of #DCTitans. Please welcome Jay Lycurgo as Tim Drake. pic.twitter.com/gjecFXjmea — DC Titans on Max (@DCTitans) January 28, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LYCURGO (@jaylycurgo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LYCURGO (@jaylycurgo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LYCURGO (@jaylycurgo)












