Jesse Lee Soffer anuncia saída de “Chicago P.D.”
O ator Jesse Lee Soffer anunciou sua saída da série “Chicago P.D.”. Em comunicado à imprensa, o intérprete do Detetive Jay Halstead disse que a 10ª temporada, que começa no dia 21 nos EUA, será sua despedida da produção. “Quero agradecer aos fãs incríveis por seu apoio inabalável durante os últimos 10 anos e expressar minha mais profunda gratidão a Dick Wolf e a todos da Wolf Entertainment, Peter Jankowski, Matt Olmstead, Derek Haas, Michael Brandt, Rick Eid, Gwen Sigan, NBC, Universal Television, meus colegas de elenco e nossa incrível equipe”, disse ele em comunicado. E concluiu: “Criar esse drama de hora em hora, semana após semana, foi um trabalho de amor por todos envolvidos no programa. Sempre terei orgulho do meu tempo como o Detetive Jay Halstead.” O ator interpretou Halstead desde a estreia da série da NBC em 2014, aparecendo em todos os 187 episódios exibidos até o momento. No Brasil, a série é disponibilizada pelo canal pago Universal e em streaming pela Globoplay e pela Amazon Prime Video.
Netflix revela sua versão de “O Resgate na Caverna Tailandesa”
Depois de render documentário e filme dramático, o resgate na caverna tailandesa agora vai virar série. A Netflix divulgou o pôster e o trailer da produção, que se chama, claro, “O Resgate na Caverna Tailandesa”. A produção conta a história real do salvamento de 12 jovens jogadores de futebol tailandeses e seu treinador de uma caverna inundada. O incidente de 2018 chamou atenção de todo o mundo e atraiu mais de 10 mil voluntários, que se uniram a um grupo internacional de especialistas para organizar e executar um dos resgates mais ousados e perigosos de todos os tempos. Com locações na Tailândia, as gravações da série acontecerem nas casas onde viviam os meninos resgatados na vida real e na própria caverna da inundação. O elenco também é totalmente tailandês e o nome mais conhecido é do ator Papangkorn Lerkchaleampote. O intérprete do técnico dos meninos participou da série “The Stranded”, da Netflix, e morreu em março aos 25 anos. A série foi desenvolvida por Michael Russell Gunn (“Billions”) e Dana Ledoux Miller (“Narcos”), tem direção de Baz Poonpiriya (“One for the Road”) e Kevin Tancharoen (“O Livro de Boba Fett”), e conta com produção-executiva do cineasta Jon M. Chu (“Em um Bairro de Nova York”). Chu chegou a considerar fazer um filme dessa história, mas Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”) saiu na frente, lançando “Treze Vidas” em 5 de agosto na plataforma Prime Video, da Amazon. Só que enquanto o longa contou a história sob a perspectiva da equipe de resgate, a série da Netflix será uma narrativa centrada nos meninos. “O Resgate na Caverna Tailandesa” estreia em 22 de setembro.
Erika Januza teve medo de subir a Rocinha fardada em “Arcanjo Renegado”
A atriz Erika Januza confessou ter sentido medo durante as gravações da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, que estreou na quinta (25/8) na Globoplay. Sua personagem, Sarah, se transforma em policial militar nos novos episódios e, numa das cenas, precisa subir o morro da favela da Rocinha. Este contato direto com a realidade carioca levou a mineira de Contagem a refletir. “Isso me marcou muito. Era um incômodo. Uma cena de tiroteio, de ficção, num lugar em que as pessoas passam por isso de verdade”, contou em entrevista ao OstaLab, de Otaviano Costa. “O que me deixou temerosa foi subir fardada. Até entenderem que era uma gravação, as pessoas nos olhavam como se perguntassem: ‘o que eles estão fazendo aqui’? Elas olhavam pra gente, mas não era com uma cara boa”, desabafou. Passado o susto inicial, porém, a recepção se tornou bastante positiva, com muitas pessoas se amontoando para acompanhar as gravações. Um dos atrativos do público foi a participação da cantora Ludmilla, que entrou no elenco como Diana, uma nova policial da trama. “E ela arrasou, viu? Concentrou-se, pediu algumas dicas, mas ela foi muito bem, foi muito elogiada pelos diretores”, contou a atriz, revelando, ainda que Ludmilla “improvisava, fazia coisas geniais”. Erika Januza também confirmou a renovação da série. “A 3ª temporada de ‘Arcanjo Renegado’ já está escrita e vem aí. E, se tudo der certo, Ludmilla vem junto comigo”, disse. Além da série policial criada por José Junior (fundador do grupo cultural AfroReggae e autor também de “A Divisão”), a atriz faz parte do elenco de “A Magia de Aruna”, série infantil da Disney+ prevista para 2023, em que vive uma bruxa, junto com Giovanna Ewbank e Cleo Pires. Ela revelou que recebeu uma cartinha divertida da produção da Disney durante as gravações. “Dizia: ‘você se tocou que agora pertence ao clã das bruxas da Disney?’ Eu não tinha me tocado!”
Ben Kingsley vai reprisar papel de “Homem de Ferro 3” na série do herói Magnum
O ator Ben Kingsley vai reprisar o papel de Trevor Slattery, introduzido em “Homem de Ferro 3” (2013), na vindoura série do herói Magnum (Wonder Man), desenvolvida para o serviço de streaming Disney+. Slattery era um ator fracassado que foi contratado para interpretar o papel do vilão Mandarim em vídeos ameaçadores, a mando do vilão Aldrich Killian (Guy Pearce). Depois disso, o personagem foi visto no curta-metragem “All Hail the King” (2014), que o mostrou sendo libertado da prisão por um dos associados do verdadeiro Mandarim, e mais recentemente em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), quando foi encontrado por Shang-Chi, o filho do Mandarim. Produzida por Destin Daniel Cretton (diretor de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), “Wonder Man” (título original) ainda não tem previsão de estreia. O herói da série não é dos mais famosos, mas possui uma trajetória bastante interessante. Criado em 1964 por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck, Simon Williams (a identidade de Magnum) surgiu como capanga do Barão Zemo, mas foi reconfigurado nos anos 1970 como herói (e um dos Vingadores), até passar a usar sua superforça para trabalhar como dublê e astro de filmes de ação de Hollywood. Enquanto estava nos Vingadores, o personagem também desenvolveu fortes laços com Visão e Wanda, a Feiticeira Escarlate. Histórias chegaram a sugerir que Magnum e Visão era praticamente irmãos. Ele ainda desenvolveu sentimentos por Wanda, depois que o Visão foi desmantelado. Ainda não está claro qual fase do personagem a série da Disney+ vai abordar. Mas vale lembrar que “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chegou a filmar – e posteriormente descartar – uma cena cheia de pôsteres de cinema em que o ator Nathan Fillion (“Castle”, “The Rookie”) aparecia como o astro Simon Williams. Fillion acabou encarnando o personagem apenas como dublador, na série animada “M.O.D.O.K” – que não faz parte oficialmente do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ben Kingsley tem diversos projetos prestes a estrear, entre eles a fantasia “A Escola do Bem e do Mal”, que chega em 21 de outubro na Netflix, e o drama “Dalíland”, cinebiografia do pintor Salvador Dalí, que fará a sua première no Festival de Toronto.
Pai de “Os Goldebergs” é morto pelos roteiristas após demissão do ator Jeff Garlin
A série “Os Goldbergs” vai passar por um novo luto. O patriarca da família, Murray Goldberg, foi morto pelos roteiristas, após a demissão de Jeff Garlin do elenco O ator foi acusado de comportamento inadequado e virou alvo de investigações do RH da rede ABC. Em uma entrevista recente, o showrunner Alex Barnow disse à revista Entertainment Weekly que o Murray Goldberg morreu fora da trama, entre as temporadas, e estará morto por vários meses quando a série retornar à televisão. “Esta será uma família que não reconciliou o fato de que seu pai se foi, mas meio que seguiu em frente e lidou com isso”, disse ele. “Estamos começando com otimismo sobre a chegada do bebê [de Erica] e ansiosos pelo futuro. É uma oportunidade para criar essa base emocional interessante sobre a maneira como as pessoas se comportam.” Com mais de 200 episódios produzidos, a série é a atração de comédia live-action mais duradoura da atual programação da TV aberta dos EUA. Apesar das marcas históricas, a saída de Garlin acontece após a perda de outro membro importante de seu elenco central: o veterano George Segal, que morreu em março de 2021 de complicações de uma cirurgia de ponte de safena. Exibida no Brasil pelo canal Comedy Central, “The Goldbergs” é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, e segue a mesma linha de comédias nostálgicas de época consagrada por “Anos Incríveis”. A 10ª temporada tem estreia prevista para 21 de setembro, com seu elenco original agora resumido a Wendi McLendon-Covey como a mãe da família e o trio Sean Giambrone, Troy Gentile e Hayley Orrantia como seus filhos.
“Inventando Anna” rende processo de difamação contra Netflix
A Netflix está envolvida em um processo de difamação por causa da sua minissérie “Inventando Anna”. O processo foi movido por Rachel Williams, que aparece como uma personagem na série, retratada como uma aproveitadora que traiu a melhor amiga em benefício próprio. Segundo Williams, a Netflix deturpou a sua representação. “Inventando Anna” foi criada por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e narra a história real da vigarista Anna Delvey (também conhecida como Anna Sorokin). Na série, a protagonista consegue se infiltrar na alta sociedade de Nova York afirmando ser uma herdeira alemã e comete fraudes milionárias como forma de financiar o seu estilo de vida. A atração se define da seguinte maneira: “Esta história é completamente verdadeira. Exceto pelas partes que são totalmente inventadas”. E, aparentemente, a personagem de Williams entrou na lista dessas invenções. Williams trabalhou como editora de fotos na revista Vanity Fair e publicou um artigo sobre o tempo que passou com Sorokin. Mas ela alega que sua representação na minissérie se difere da realidade. Alexander Rufus-Isaacs, advogado de Williams, aponta uma entrevista de Shonda Rhimes, na qual ela supostamente admite aquilo que o processo está afirmando. “Queríamos saber o que estávamos inventando”, disse Rhimes na entrevista. “Nós não queríamos inventar coisas só por inventar. Queríamos intencionalmente ficcionalizar momentos em vez de apenas acidentalmente ficcionalizá-los”. Em outra entrevista ao The Hollywood Reporter, Rhimes admitiu que “houve coisas que inventamos porque precisavam ser inventadas para fazer a história realmente engrenar e ser o que deveria ser.” A atriz Katie Lowes, que interpreta Williams na minissérie, também disse durante uma entrevista que sua personagem quer agradar as outras pessoas. “Ela é jovem, ingênua e teve uma vida privilegiada. Não acho que isso seja necessariamente verdade para a Rachel Williams da vida real; eu acho que isso é verdade para a personagem que Shonda escreveu e para o que Shonda precisava que a personagem fosse na série.” O advogado de Williams afirma que declarações como estas constituem uma admissão. Para ele, a Netflix sabia que as ações da personagem eram falsas, mas ainda assim optou por retratá-la como a vilã da história, inclusive usando o nome de Williams. Entretanto, o processo não cita nem Rhimes nem a produtora Shondaland. O alvo é a própria Netflix. “Esta ação vai mostrar que a Netflix tomou uma decisão deliberada para fins dramáticos ao mostrar Williams fazendo ou dizendo coisas na série que a retratam como uma pessoa gananciosa, esnobe, desleal, desonesta, covarde, manipuladora e oportunista”, afirma a queixa, apresentada no tribunal federal de Delaware. Na minissérie, Williams aceita os presentes e as viagens de Sorokin, mas trai a sua amiga, entregando-a às autoridades assim que descobre que ela mentiu sobre sua fortuna. Na ação, Williams cita momentos específicos da minissérie, como as cenas em que um advogado força a personagem baseada nela a admitir que Sorokin sempre pagava a conta quando as duas saíam juntas. A intenção dessa cena é mostrá-la como uma aproveitadora. Mas Williams afirma que, na verdade, ela pagou a conta várias vezes e em outras ocasiões as duas dividiram. Em outro momento, Williams é mostrada abandonando Sorokin no Marrocos depois que o cartão de crédito de Sorokin foi recusado em um resort de luxo. Segundo Williams, ela havia dito a Sorokin antes da viagem que ela teria que voltar numa data específica porque já tinha agendado uma viagem de trabalho para França. “Williams não deixou de ser amiga de Sorokin porque Sorokin estava tendo problemas no Marrocos, mas porque ela posteriormente descobriu em seu retorno a Nova York que Sorokin era uma mentirosa e uma vigarista cujas declarações e promessas falsas haviam induzido Williams a incorrer em passivos de cerca de US$ 62 mil em nome de Sorokin, e ela só a reembolsou em US$ 5 mil, apesar das inúmeras promessas de reembolsar seus US$ 70 mil para compensar a dívida total e quaisquer taxas atrasadas”, afirma o processo. Williams terá uma longa batalha pela frente, já que, para que um processo de difamação seja bem sucedido, é preciso comprovar que as declarações difamatórias foram feitas com real intenção de malícia. Ou seja, é preciso que haja o conhecimento prévio de que as alegações feitas são falsas e de que houve a intenção de prejudicar a pessoa retratada. “A Netflix usou propositalmente meu nome real e aspectos reais da minha vida para criar uma caracterização totalmente falsa e difamatória de mim”, disse Williams em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “A verdade importa e retratar pessoas reais requer uma responsabilidade real. Estou entrando com este processo para responsabilizar a Netflix por sua imprudência deliberada.” O advogado de Williams vai ainda mais longe, afirmando que a motivação de Netflix deve-se, em parte, ao fato de Williams ter vendido os direitos da sua matéria escrita para a Vanity Fair e do seu livro ainda não publicado para a HBO. “A razão pela qual tivemos que entrar com esse processo é porque a Netflix usou o nome real de Rachel e detalhes biográficos, e a fez parecer uma pessoa horrível, o que ela não é. O dano devastador à reputação dela poderia ter sido evitado se a Netflix tivesse usado um nome fictício e detalhes diferentes. Por que eles não fizeram isso por ela, quando fizeram por tantos outros personagens da série? Talvez o motivo tenha sido que ela escolheu jogar no outro time, ou seja, HBO.” Assista abaixo ao trailer de “Inventando Anna”.
Diretora de “Aves de Rapina” desenvolve série baseada no anime “Paprika”
O anime “Paprika” vai virar série live-action com produção e direção de Cathy Yan, a diretora de “Aves de Rapina”. Lançado em 2006, o longa animado foi o quarto e último trabalho do visionário diretor Satoshi Kon (“Padrinhos de Tóquio”) antes de sua morte prematura por câncer em 2010, aos 46 anos, e chamou atenção pela beleza e riqueza de detalhes, chegando a vencer seis prêmios internacionais. Embora o desenhos sejam inevitavelmente a principal lembrança de “Paprika”, a trama original foi publicada num romance de 1993 de Yasutaka Tsutsui (autor também de “A Garota que Conquistou o Tempo”). A história gira em de um dispositivo futurista usado por terapeutas para entrar nos sonhos de seus clientes, com o objetivo de tratar suas doenças psicológicas. Mas a tecnologia é roubada por um criminoso desconhecido, que passa a usar o dispositivo para controlar mentes. Uma terapeuta e sua equipe correm contra o tempo para identificar o ladrão e impedir uma tragédia. A produção está sendo desenvolvida para a Prime Video, plataforma de streaming de Amazon, e ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo o trailer do anime.
Jennifer Connelly vai estrelar nova série sci-fi
Jennifer Connelly vai continuar na ficção científica após o final da série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer). Ela fechou contrato para estrelar “Dark Matter”, uma trama de multiverso que será lançada em nove capítulos na plataforma de streaming Apple TV+. A produção é uma adaptação do livro homônimo de Blake Crouch, o autor de “Wayward Pines”, que está assinando o roteiro da nova série. A trama gira em torno de Jason Dessen, um físico, professor e pai de família que, enquanto caminha para casa nas ruas de Chicago, é sequestrado por uma versão alternativa de si mesmo. Quando tenta retornar à sua vida, ele se vê jogado num multiverso de realidades alternativas. Perdido num labirinto de dimensões alucinantes, ele faz de tudo para encontrar sua verdadeira família e salvá-la do inimigo mais aterrorizante e imbatível que consegue imaginar: ele mesmo. Dressen será vivido pelo ator Joel Edgerton (“Treze Vidas: O Resgate”) e Connelly vai interpretar sua esposa, Daniela. A atriz, que atualmente pode ser vista nos cinemas e em VOD no blockbuster “Top Gun: Marverick”, está encerrando seu trabalho em “Expresso do Amanhã”, que vai terminar em sua vindoura 4ª temporada – prevista para estrear em 2023.
Audiência de “A Casa do Dragão” cresce no segundo episódio
A audiência recorde de “A Casa do Dragão” cresceu ainda mais no segundo capítulo da série. No último domingo (29/8), o prólogo de “Game of Thrones” mobilizou 10,2 milhões de espectadores em todas as plataformas, de acordo com uma combinação de dados internos da Nielsen e da HBO. Isso representa um aumento de 2% em relação à estreia da série em 21 de agosto, que chegou a pouco menos de 10 milhões. A HBO também diz que o primeiro capítulo da série cresceu para quase 25 milhões de espectadores em todas as plataformas após uma semana da estreia. Trata-se da maior audiência já registrada para um episódio inaugural entre todas as séries estreantes do canal. Com isso, “A Casa do Dragão” atinge números só vistos na HBO na época de “Game of Thrones”. As três temporadas finais da série anterior tiveram uma média de 25,7 milhões, 32,8 milhões e 44,2 milhões de espectadores em todas as plataformas. Diante do desempenho, o canal pago renovou rapidamente “A Casa do Dragão” para sua 2ª temporada – antes mesmo da exibição do segundo episódio.
Diretor de “Quarteto Fantástico” vai produzir série animada do jogo “Detetive”
O cineasta Tim Story, diretor de “Quarteto Fantástico” (2005) e “Tom & Jerry: O Filme” (2021), vai produzir a série de animação “Clue”, baseada no famoso jogo de tabuleiro “Detetive”. “Clue” será desenvolvida pelo comediante Dewayne Perkins (roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”) e, segundo comunicado oficial, deve “encapsular a dinâmica emocionante e cheia de suspense que tornou o ‘Detetive’ uma sensação global por mais de sete décadas”. O jogo foi criado em 1949 por Anthony E. Pratt e segue a cartilha das histórias “whodunit” (quem matou) de detetive. Na trama, um assassinato ocorreu dentro de uma mansão, e cabe aos jogadores descobrirem em qual aposento o crime foi cometido, com qual arma e por quem. A história já foi adaptada livremente para o cinema no filme “Assassinato por Morte” (1976) e de maneira mais direta em “Os Sete Suspeitos” (1985). A Hasbro, fabricante do jogo, é coprodutora da série animada, que ainda não tem previsão de estreia. O projeto marcará a reunião de Dewayne Perkins e Tim Story depois de trabalharem juntos na comédia de terror “The Blackening”, que Perkins escreveu e Story dirigiu. O filme terá a sua première no Festival de Toronto, mas ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo a famosa versão retrô do jogo.
Megan Thee Stallion vai aparecer na série da Mulher-Hulk
A rapper Megan Thee Stallion entrou no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ela fará uma participação na série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, de acordo com informações do site The Cut, da revista New York, que publicou um perfil da estrela nesta segunda-feira (29/8). Sobre o papel e outras incursões na atuação, ela disse: “Eu não sinto que vou ser apenas uma atriz – eu sinto que também vou ser uma diretora e produtora”. Megan acrescentou que admira os caminhos traçados por Queen Latifah e Ice Cube em Hollywood. Por hora, a Marvel Studios não confirmou a informação, porém o site afirma que a artista estará no quarto episódio da produção, que vai ao ar no dia 8 de setembro na plataforma Disney+. Não há nenhum detalhe disponível sobre sua participação. “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. A série foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”.
Robert LuPone, da série “Família Soprano”, morre aos 76 anos
O ator americano Robert LuPone, que interpretou o médico e vizinho de Tony Soprano na série “Família Soprano”, morreu no sábado (27/8) aos 76 anos. Ele lutava contra um câncer no pâncreas. A notícia foi divulgada pelo MCC Theater, companhia de teatro fundada pelo ator em Nova York. “Bob era uma força, um defensor, uma pessoa complexa, transbordando de um entusiasmo juvenil e profundamente sábio”, diz o texto da companhia. Nascido em 1946 no Brooklyn, Nova York, LuPone se formou na Juilliard School com bacharelado em dança em 1968. Seu primeiro trabalho profissional do ator foi em 1966, e chegou a ser indicado ao Tony (o Oscar do teatro) de Melhor Ator por seu papel no musical “A Chorus Line”. Entre seus principais papéis no cinema, LuPone interpretou o apóstolo Tiago na adaptação do musical “Jesus Christ Superstar” em 1973 e foi o empresário da banda The Doors na cinebiografia dirigida por Oliver Stone em 1991. Na TV, participou de várias novelas antes de aparecer na “Família Soprano” em 1999. Ele interpretou o Dr. Bruce Cusamano em seis episódios da premiada série da HBO, até 2007. Seus demais trabalhos televisivos foram participações esporádicas em episódios de diversas séries, como “Sex and the City”, “JAG”, “Ally McBeal”, “Gossip Girl”, “The Affair” e três títulos diferentes da franquia “Law & Order”, incluindo a atração original. Sua despedida das telas aconteceu num capítulo de “Law & Order: SVU” exibido em 2019. O artista era irmão da também atriz Patti LuPone (“Penny Dreadful”).
Criminosos cercam set e ameaçam matar equipe de série de Natalie Portman nos EUA
A série “Lady in the Lake”, estrelada por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”), teve sua produção suspensa na sexta (26/8) em Baltimore, cidade mais populosa do estado americano de Maryland, após vários criminosos cercarem a produção e ameaçarem os produtores, informou a polícia local. Um porta-voz do Departamento de Polícia de Baltimore disse que a equipe estava gravando por volta das 16h no centro da cidade quando os produtores foram abordados por várias pessoas. O grupo alegou que, se não parassem de gravar, voltariam e atirariam em alguém, disse a polícia. Segundo a polícia, o problema não seria relacionado à temática específica da produção, mas diria respeito a uma “taxa territorial”. Os criminosos avisaram que nenhuma violência ocorreria com a equipe e os artistas se eles recebessem uma quantia para garantir a “proteção” de todos. A polícia não informou o montante exigido, mas a agência de notícias local The Baltimore Banner informou que os criminosos tentaram extorquir US$ 50 mil, que os produtores se recusaram a pagar. Em vez de ceder à chantagem, a equipe decidiu interromper as gravações e procurar um novo local para realizar o trabalho. “Lady in the Lake” é a primeira série da carreira da atriz Natalie Portman e se baseia no romance best-seller homônimo da jornalista Laura Lippman (“Um Passado Sombrio”), publicado em 2019. A trama se passa em Baltimore na década de 1960, onde um assassinato não resolvido leva a dona de casa e mãe Maddie Schwartz (Portman) a se reinventar como repórter investigativa. Sua nova vocação a coloca em rota de colisão com uma militante negra, Cleo Sherwood, que concilia a maternidade, vários empregos e um compromisso com a agenda progressista da cidade. O papel de Cleo Sherwood é vivido por Moses Ingram, que recentemente atraiu a ira de racistas e elogios da crítica ao viver a Terceira Irmã em “Obi-Wan Kenobi”. A série tem direção da cineasta Alma Har’el (“Honey Boy”), que também compartilha os roteiros com uma equipe que inclui Boaz Yakin (“Truque de Mestre”) e Zach Shields (“Godzilla vs. Kong”). O lançamento é esperado para 2023 na plataforma Apple TV+.












