Netflix cancela séries “Hierarquia” e “Imperfeitos”
A Netflix cancelou as séries “Hierarquia” (Partner Track) e “Imperfeitos” (The Imperfects) depois de apenas uma temporada. O cancelamento se deve ao fato de as séries não terem atingido grandes números de audiência. Enquanto “Imperfeitos” chegou a ficar no 3º lugar entre as séries mais assistidas da Netflix na sua semana de estreia, “Hierarquia” não passou da 4ª posição. Nenhuma das duas ficou mais do que três semanas no Top 10 semanal do serviço de streaming. Criada por Georgia Lee (roteirista de “The Expanse”) com base no livro de Helen Wan, “Hierarquia” acompanhava Ingrid Yun (Arden Cho, de “Teen Wolf”), uma advogada asiática jovem e idealista que tentava conseguir uma promoção num escritório de advocacia de Nova York dominado por homens brancos, ao mesmo tempo que travava uma batalha pessoal para não abandonar suas próprias convicções. A Netflix tinha grandes expectativas para “Hierarquia”, um drama romântico estrelado por uma protagonista asiática-americana. A 1ª e agora única temporada da série terminou com um grande cliffhanger, o que indicava a confiança dos realizadores na renovação. Não só isso, mas a equipe de roteiristas já estava trabalhando em ideias para uma possível 2ª temporada, antes mesmo da estreia da atração. Outro ponto que alimentava a esperança de renovação era o fato de a série ter um orçamento modesto, já que as decisões de renovação da Netflix são baseadas numa equação de custo versus audiência. No final das contas, nada disso foi suficiente. Já “Imperfeitos” foi criada por Shelley Eriksen e Dennis Heaton (criadores de “A Ordem”), e girava em torno de três jovens que se transformavam em monstros após passarem por uma terapia experimental. Com ajuda de uma cientista que também possuía seus próprios segredos, o trio decide caçar o responsável por sua transformação e forçá-lo a torná-los humanos novamente. A série era estrelada por Rhianna Jagpal (“Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”), Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”), Morgan Taylor Campbell (“Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e Italia Ricci (“Designated Survivor”). Apesar do cancelamento, Arden Cho e Iñaki Godoy vão continuar trabalhando na Netflix, ambas em adaptações de animes. Cho vai estrelar a série em live-action de “Avatar: The Last Airbender” e Godoy a adaptação de “One Piece”. Assista abaixo aos trailers das duas séries canceladas.
Novos protagonistas falam das polêmicas de “The Crown”: “Incomodando muita gente”
Os atores Dominic West e Elizabeth Debicki, intérpretes do príncipe Charles e da princesa Diana na 5ª temporada da série “The Crown”, sabem o tamanho do desafio que tem pela frente. Não apenas por assumir papéis que renderam vários prêmios para seus antecessores, Josh O’Connor e Emma Corrin. Mas também pelas polêmicas envolvendo a produção da Netflix. Ambos aceitaram falar sobre as controvérsias ao jornal The New York Times. E foram direto ao ponto. “A série parece estar incomodando muita gente”, resumiu West. “Se alguém acredita que não sentimos uma tremenda responsabilidade, essa pessoa estaria errada”, completou Debicki. Lançada nesta quarta (9/11) em streaming, a 5ª temporada de “The Crown” se passa na década de 1990, quando o então Príncipe Charles teve um caso extraconjugal com Camilla Parker-Bowles, que levou ao fim eu casamento com a Princesa Diana. O fato de a série retratar esse momento em específico, que ainda divide opiniões no Reino Unido, tem rendido muitas críticas de personalidades britânicas que afirmam que a Netflix estaria fazendo um “desserviço” ao público, passando a ideia de que a atração é um retrato genuíno da família real. Afinal, a série faz muitas suposições e inventa diálogos para contar uma história com reflexos na realidade, mas que é pura ficção. “Você está sempre muito consciente de que todos têm uma opinião forte sobre o que aconteceu, e as pessoas sabem de que lado elas estão. É um campo minado, até certo ponto”, disse West, quando questionado a respeito da responsabilidade de representar uma história conhecida do público. Debicki, por sua vez, enxerga o desafio como algo positivo. Segundo ela, isso representa “um exercício realmente interessante porque as pessoas trazem sua memória viva para essa história. Eu nunca tinha feito parte de qualquer coisa parecida”. Um dos motivos de “The Crown” estar sendo tão criticada é por causa da recente morte da Rainha Elizabeth II. Talvez em respeito à memória da rainha, parte do público britânico não quer vê-la representada de maneira negativa na atração. Quando questionado sobre a impacto da morte da rainha na série, West disse: “me lembro de sentir o quanto aquela morte tinha sido incrível, que efeito incrível ela teve, e que figura mundial maravilhosa e única a rainha foi. Mas outra coisa interessante foi que boa parte da 5ª temporada girava em torno do debate se Charles um dia se tornaria rei.” O ator ainda afirmou que, “na década de 1990, muita gente dizia que ‘não acho que ele seja o cara certo’. Mas a hora chegou, e foi incrível como todos o aceitaram rápida e instantaneamente como o novo rei — e sem questionar. Parece que boa parte daquele período tumultuado que tínhamos representado para Charles, de se ele viria ou não a cumprir seu destino, teve uma resposta naqueles poucos dias”. “Sempre me surpreende a rapidez com que a história se move, a rapidez que as mudanças acontecem”, afirmou Debicki. “Isso choca um pouco. Ficamos todos muito tristes e fizemos uma pausa nas gravações. E em seguida aquela linda fila começou a se formar, composta por todas aquelas pessoas com idades, modos de vida e capacidades tão diferentes, todas passando diante do caixão. Foi muito triste para mim.” Falando sobre a sua proximidade com o papel da Princesa Diana, Elizabeth Debicki disse que “minha primeira lembrança desse período, como acho que a de muitas pessoas da minha idade, foi testemunhar as reações dos meus pais ao funeral dela. É uma lembrança muito clara para mim.” West foi ainda mais longe, dizendo que “eu observo a família real desde que os dois se casaram. Eu era obcecado por Diana. Ainda sou. Eu devia ter dez ou 11 anos. Eu me lembro de planejar com dois amigos sobre tentarmos acampar do lado de fora do palácio para tentar vê-la – é triste me lembrar disso agora.” Entre as pessoas que criticaram a série, destacam-se o ex-primeiro-ministro britânico John Major, interpretado por Jonny Lee Miller na série. Ele acusou “The Crown” de apresentar a “mentira prejudicial e maliciosa” de que Charles planejou usurpar o trono. Outro ex-primeiro ministro britânico, Tony Blair, apontou que muitas cenas em que aparecem na temporada nunca aconteceram na vida real, assim como falas de impacto da trama nunca foram ditas por ele. Um exemplo seria uma suposta reunião em que o Príncipe Charles buscaria pavimentar o caminho para se casar com sua amante Camilla. Enfurecido, ele chamou a produção de “um lixo completo e absoluto”. Acabou ecoando a atriz Judi Dench (“Belfast”), que escreveu uma carta ao jornal The Times, de Londres, chamando “The Crown” de “sensacionalismo bruto” e afirmando que a atração deveria trazer um aviso de “ficção” no início de cada episódio. A Netflix atendeu parcialmente o pedido, incluindo o aviso de “dramatização fictícia” abaixo da descrição do trailer da 5ª temporada. “As pessoas dizem ‘por que precisamos mexer de novo com essas coisas?’. Na época, não havia perspectiva. O divórcio e até mesmo a morte de Diana – precisamos de 25 anos ou qualquer que tenha sido o tempo que passou a fim de processar”, explicou West. “E é interessante o que pensamos agora, e a maneira pela qual podemos ser muito mais equilibrados em nossa visão desse assunto. É o benefício de ver a situação em retrospecto”. Ele acrescentou que “Charles é um personagem bastante controverso, na forma como ele é retratado”. Mas que tem experiência própria com o agora Rei para admirá-lo. “Eu estive envolvido na [instituição de caridade] Prince’s Trust e realmente admiro o trabalho que ele faz com essa organização. Não queria de forma alguma comprometer isso. Mas estou cada vez mais convencido de que a série não põe esse trabalho em risco e tampouco põe em risco qualquer coisa relacionada com a família real”, concluiu. Assista abaixo ao trailer da nova temporada.
Piloto de série de Aaron Carter será concluído como homenagem ao cantor
O piloto de uma série que seria estrelada por Aaron Carter, morto no último sábado (5/11), terá sua produção concluída por seus produtores como homenagem. Intitulado “Group”, o projeto acompanharia uma versão fictícia do cantor e tinha como tema a saúde mental. Ele teria gravado várias cenas antes de falecer. Escrito e dirigido por Brian Farmer (“Sky Harbor”), o piloto estava sendo realizado de forma independente, para buscar interessados no mercado. “Aaron estava muito empolgado com a série e por ajudar a aumentar a conscientização sobre saúde mental, um tópico pelo qual ele era muito apaixonado”, afirmou Farmer em comunicado. “Ele disse que fazer parte disso lhe deu algo positivo para trabalhar, e sempre valorizarei isso”. De acordo com o cineasta, toda a equipe envolvida no piloto pretende participar da conclusão do projeto, incluindo o elenco formado por Samm Levine (“Bastardos Inglórios”), Olive Chiacchia (“Shooting Jeremy”), Ari Stidham (“Scorpion”), Ashley Brinkman (“Malibu Horror Story”), Kevin Clayette (“Neighbours”), Abdoulaye NGom (“My Name Is Earl”), Anne Judson-Yager (“Minority Report”) e Mike Starr (“Bons Companheiros”). Aaron Carter falava abertamente sobre seus problemas com saúde mental, tendo sido diagnosticado com diversos distúrbios, incluindo esquizofrenia e ansiedade. Ele foi encontrado morto na manhã de sábado (5/11) em sua casa em Lancaster, na Califórnia. De acordo com fontes ouvidas pelo TMZ, o corpo do artista foi achado na banheira da residência. As autoridades receberam uma ligação de emergência por volta das 11h (horário local) e enviaram agentes até à casa, onde já encontraram o cantor falecido. Não há, por ora, nenhuma evidência de crime, mas a causa da morte ainda não foi oficializada pela investigação. Apesar de ter começado a carreira nos anos 1990, ele tinha apenas 34 anos.
Disney+ estuda lançar série de Indiana Jones
A Disney+ estaria estudando uma forma de adaptar a franquia cinematográfica de Indiana Jones numa série de streaming. De acordo com a Variety, a Lucasfilm tem feito reuniões com roteiristas para explorar ideias. Até o momento, no entanto, não há nenhum nome atrelado ao projeto e nenhuma premissa vislumbrada para a produção. Vale lembrar que Indiana Jones já teve uma série nos anos 1990, “O Jovem Indiana Jones” (1992–1993), que foi estrelada por Sean Patrick Flanery e contou com participação de Harrison Ford num episódio. Ford, que interpreta Indy desde 1981, já anunciou que não voltará a viver o arqueólogo aventureiro após o quinto longa da franquia, já filmado e que será lançado em 2023. Lembre abaixo a série “O Jovem Indiana Jones”.
“Mal de Família” é renovada para 2ª temporada
A Apple TV+ renovou “Mal de Família” (Bad Sisters), comédia sombria criada e estrelada por Sharon Horgan (“Catastrophe”). A atração acompanha a vida de cinco irmãs que prometeram proteger umas às outras depois da morte prematura de seus pais. Por isso, quando desconfiam que uma delas está sofrendo abuso do marido, planejam o assassinato do cunhado. Além de Horgan, o elenco conta com Eve Hewson (“Por Trás de Seus Olhos”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Eva Birthistle (“The Last Kingdom”) e Sarah Greene (“Normal People”) como as irmãs Garvey, e Claes Bang (“Dracula”) como o marido/cunhado. A produção é remake da série belga “Clan” e foi adaptada por Horgan em parceria com Brett Baer e Dave Finkel (ambos de “New Girl”). No mês passado, Horgan disse à revista Variety que acharia estranho renovar a série. “Bem, seria realmente estranho, porque [a série] absolutamente termina onde termina”, ela considerou. “A série original era uma minissérie e eu abordei [o remake] dessa maneira e senti que o final foi satisfatório. Mas tem sido uma loucura, a resposta, especialmente para as irmãs, especialmente para aquela família. É uma coisa complicada criar personagens que o público ama e então… eu não sei. Se eu tivesse uma ideia brilhante, se eu pensasse em algo que eu achava que valeria a pena, então talvez…” Veja abaixo o trailer da 1ª temporada.
A Vida Mentirosa dos Adultos: Nova adaptação de Elena Ferrante ganha trailer
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Vida Mentirosa dos Adultos”, série baseada no livro mais recente da escritora italiana Elena Ferrante – de “A Amiga Genial”. A trama narra a história da adolescente Giovanna, que enfrenta a dissipação de suas certezas, o divórcio dos pais e uma iniciação amorosa pouco excitante. Ao longo das páginas, o livro aborda as transformações, as dificuldades, o crescimento, o desencanto, as traições e as mentiras dos adultos na vida da jovem. Quando é comparada pelo pai a uma tia excluída da família, Giovanna entra em crise, no que será o estopim para um caminho de descobertas e aproximação dessa tia distante. A misteriosa Ferrante assina o roteiro da produção, que é estrelada pela jovem Giordana Marengo (“Medici: Mestres de Florença”) e a veterana Valeria Golino (“Rain Man”), e chega ao streaming em 4 de janeiro.
Atriz de “Bridgerton” enfrenta fantasma em cena de nova série
A Netflix divulgou a premeira – e tensa – cena de “Lockwood & Co”, série sobrenatural que fez a atriz Ruby Stokes abandonar “Bridgerton”. A prévia mostra que ela quase se dá mal na nova produção, ao enfrentar um fantasma. Baseada na franquia literária de Jonathan Stroud, a trama gira em torno de um time de caça-fantasmas juvenis de Londres, cidade onde apenas os caçadores de fantasmas mais habilidosos se aventuram para combater espíritos malignos. Stokes vive uma das três protagonistas: Lucy Carlyle, uma jovem dotada de poderes psíquicos, que junto com Anthony Lockwood e George Karim administra uma agência de detecção paranormal. Em meio a um mercado dominado por adultos, a empresa comandada pelos jovens tem um único e importante propósito: desvendar um grande mistério que mudará para sempre o curso da História. Escrita, produzida e dirigida por Joe Cornish, diretor de “O Menino que Queria Ser Rei” e roteirista de “Homem-Formiga”, a atração também conta com o estreante Cameron Chapman e Ali Hadji-Heshmati (“Holby City”) no elenco central, respectivamente nos papéis de Lockwood e Karim. A nova produção da Netflix vai estrear em 27 de janeiro.
Netflix revela abertura da série da Wandinha Addams
A Netflix divulgou a abertura da série “Wandinha” (Wednesday), que traz Jenna Ortega (“Pânico 5”) como a filha caçula da Família Addams. A prévia mostra os créditos da produção. A série vai retratar a personagem pela primeira vez como uma jovem adulta, mas como a mesma personalidade mórbida. Após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, ela é enviada pela família para uma escola emo, a Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais). A trama vai mostrá-la se relacionando com os novos colegas, alguns tão complicados quanto ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás. O elenco ainda inclui Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como seus pais Morticia e Gomez Addams, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Thora Birch (Gamma em “The Walking Dead”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). A estreia está marcada para 23 de novembro.
“A Imperatriz” é renovada para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “A Imperatriz” para sua 2ª temporada. A notícia foi divulgada nas redes sociais da plataforma e teve direito a vídeo do elenco comemorando a continuidade da produção. “A Imperatriz” foi a segunda série de 2022 sobre Sissi, a adolescente que virou Imperatriz da Áustria e até hoje é adorada nos países de língua alemã – e na Hungria – tanto pela modernidade de seu reinado como pelo status de heroína romântica forjado numa trilogia cinematográfica de enorme sucesso nos anos 1950, que catapultou a atriz Romy Schneider ao estrelato mundial. Criada por Katharina Eyssen (“A Garota das Nove Perucas”), a série alemã é menos escandalosa que a lançada recentemente pela Globoplay (chamada “Sissi”) e foca no início do romance avassalador da jovem Elisabeth von Wittelsbach, a Sissi (que tinha 16 anos na vida real), e Franz Joseph (então com 23 anos), Imperador da Áustria e Rei da Hungria, Croácia e Boêmia no final do século 19. A trama se foca nas dificuldades impostas para o casamento do Imperador, incluindo a desaprovação da corte e da rainha-mãe, que preferia ver o filho casado com a irmã mais velha da jovem, e seu irmão, que deseja o trono e também a sua futura cunhada. Apesar dessa história de amor ser lendária, o relacionamento conduz a uma sucessão de tragédias típicas de melodramas – e que aconteceram de verdade na vida de Sissi. O elenco destaca Devrim Lingnau (“Carmilla”) e Philip Froissant (“Ilha de Segredos”) como o casal central. A segunda temporada de A Imperatriz está confirmada.👑 pic.twitter.com/MO0bTCcnZ6 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 8, 2022 👑 DIE KAISERIN STAFFEL 2 IST BESTÄTIGT!!! 👑 pic.twitter.com/nW4Zdv77WD — netflixde (@NetflixDE) November 8, 2022
Netflix fará série de comédia passada no mundo do “reggaeton”
A Netflix vai produzir uma série de comédia passada no mundo do “reggaeton”, estilo musical derivado do reggae e influenciado pelo hip hop, salsa e música eletrônica. O exemplo mais conhecido do gênero é a canção “Despacito”, de Luis Fonsi, cujo clipe se tornou o segundo vídeo mais assistido da história do YouTube, com mais de 8 bilhões de visualizações, mas até Anitta grava canções do gênero. A série vai acompanhar três amigos que se mudam de uma pequena cidade na Flórida para Miami na esperança de se tornarem grandes nomes no mundo do reggaeton. Mas eles logo percebem que fazer sucesso dentro da indústria da música não é algo tão simples quanto pensavam. Ainda sem nome, a série foi criada por Shea Serrano (produtor de “Hip Hop: The Songs That Shook America” e autor do livro “The Rap Year Book”) e terá o roteirista Max Searle (“Two and a Half Men”) na função de showrunner. O elenco é formado por Tyler Dean Flores (“Falcão e o Soldado Invernal”), Emma Ferreira (“Learn to Swim”), Jordan Mendoza (“Comedy Central – As Seen ON CC”) e Courtney Taylor (“Insecure”). A atração terá oito episódios e ainda não tem previsão de estreia. Relembre abaixo o maior sucesso do reggaeton, “Despacito”.
Série de viagem no tempo mostra racismo nos EUA. Veja o trailer
O serviço de streaming Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Kindred”, minissérie baseada no livro clássico de ficção científica escrito por Octavia E. Butler. A prévia destaca o racismo sofrido pela protagonista, que viaja no tempo até a América escravagista. Na trama, Dana James é uma jovem negra aspirante a escritora que vive em Los Angeles com o marido Kevin Franklin. Durante o processo de mudança, Dana se vê abruptamente vivendo em dois tempos diferentes: nos dias atuais, em Los Angeles, e no estado americano de Maryland no ano de 1815, durante o período da escravidão. Em suas jornadas ao passado, Dana luta para sobreviver enquanto se vê presa em uma plantação, ao mesmo tempo que descobre segredos chocantes sobre sua própria história familiar. Lançado em 1979, o livro de Butler recebeu elogios da crítica e se tornou um best-seller. Além disso, o livro também é usado constantemente nas escolas como forma de educar os alunos a respeito do período conhecido como Antebellum (antes da Guerra Civil Americana). A série foi criada pelo dramaturgo Branden Jacobs-Jenkins (que já trabalhou como consultor nas séries “Watchmen” e “Outer Range”). Ele também produz a atração ao lado do cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”). A direção do piloto ficou a cargo de Janicza Bravo (do premiado filme “Zola”) e o elenco é formado por Mallori Johnson (“WeCrashed”), Micah Stock (“Amizade Dolorida”), Ryan Kwanten (“True Blood”), Gayle Rankin (“GLOW”), David Alexander Kaplan (“Stranger Things”), Sophina Brown (“Twenties”) e Sheria Irving (“A Luv Tale: The Series”). “Kindred” terá oito episódios, que estreiam em 13 de dezembro na plataforma de streaming Hulu. No Brasil, as séries da Hulu normalmente são exibidas na Star+.
5ª temporada de “Um Milhão de Coisas” será a última
A vindoura 5ª temporada da série “Um Milhão de Coisas” (A Million Little Things) será a última. O anúncio foi feito pelo próprio elenco da série. Em um vídeo dedicado aos fãs, os atores agradecem as pessoas que os acompanharam durante todo esse tempo e explicam que sempre planejaram “encerrar essa jornada na hora certa”. Primeiro sucesso televisivo do produtor-roteirista D.J. Nash (após suas criações “Truth Be Told” e “Growing Up Fisher” serem canceladas após a estreia), a série melodramática acompanha os amigos de um suicida, que se conectam para se fortalecer e continuar suas vidas. “Eu sei que ver essa série acabar pode ser triste para muitas pessoas (especialmente minha mãe que assiste ao vivo toda semana), mas eu sempre soube que queria seguir esses amigos por 5 temporadas e deixá-los quando chegasse a hora certa”, disse DJ Nash, em comunicado. “Quando começamos a fazer nossa série, eu nunca poderia imaginar essa comunidade incrível de ‘Millionaires’ que se reuniriam e não apenas assistiriam, mas também compartilhariam suas lutas pessoais, sua dor e, finalmente, sua verdadeira coragem. Estou honrado e inspirado por tudo isso e estou tão admirado com os incríveis atores, escritores, diretores e equipe que emprestaram seu talento para fazer nossa série. Também sou muito grato que a ABC agora faça da conscientização sobre a saúde mental uma das principais questões que ela defende. Terrence [Coli, produtor executivo da série] e eu mal podemos esperar para que os ‘Millionaires’ vejam o que planejamos para nossa temporada final”, completou. A série se destaca por juntar um elenco grandioso e eclético, estrelada por James Roday (da série “Psych”), David Giuntoli (o “Grimm”), Romany Malco (“Weeds”), Grace Park (“Hawaii Five-0”), Allison Miller (“Terra Nova”), Christina Marie Moses (“The Originals”), Stephanie Szostak (“Satisfaction”), Lizzy Greene (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Floriana Lima (“Supergirl”), sem esquecer de Ron Livingston (“Search Party”) como o amigo suicida. A 5ª e última temporada de “Um Milhão de Coisas” começa a ser exibida em 8 de fevereiro, no canal americano ABC. No Brasil, a série é disponibilizada pela Globoplay.
Série derivada da animação “Zootopia” ganha trailer
A Disney+ divulgou o trailer da série “Zootopia+”, com episódios curtos centrados nos personagens do longa animado de 2016. A produção vai funcionar nos moldes de uma antologia, com cada episódio seguindo diferentes membros da sociedade dos animais. Entre os que retornam estão os talentosos tigres dançarinos, a popstar Gazelle, a dupla Flecha e Priscilla, que são as preguiças que trabalham no Departamento de Trânsito, a família da policial Judy Hopps e Fru Fru, filha do Mr. Big, líder dos musaranhos do crime organizado de Zootopia – além de Yax, Duke Doninha e o carismático policial Benjamin Garramansa. A maioria do elenco de dubladores retoma seus papéis do filme, incluindo Ginnifer Goodwin como Judy Hopp, Kristen Bell como Priscilla, Idris Elba como o Chefe Bogo da polícia e Maurice LaMarche como Mr. Big. Vale lembrar que o filme original arrecadou US$ 1,02 bilhão nas bilheterias e venceu o Oscar de Melhor Animação em 2017. A série terá seis episódios com direção de Trent Correy e Josie Trinidad. Os dois estão estreando na função, mas trabalharam nas equipes das animações de “Frozen 2” e “Detona Ralph”, respectivamente. A estreia está marcada para quarta, dia 9 de novembro.












