Audiência de “The Last of Us” dispara no segundo episódio e bate recorde nos EUA
Depois de virar a terceira estreia mais assistida da HBO em todos os tempos, “The Last of Us” quebrou no último domingo (22/1) um novo recorde para o canal pago nos EUA. De acordo com medições da Nielsen combinadas com dados primários fornecidos pela Warner Bros. Discovery, o segundo episódio da atração atraiu 5,7 milhões de espectadores em exibições lineares na HBO e transmissões na HBO Max durante sua exibição inicial. Isso marca um aumento de 22% em relação à audiência de 4,7 milhões da semana passada. Segundo o canal, a diferença de público ao vivo entre os dois episódios representou o “maior crescimento de audiência numa segunda semana entre todas as séries dramáticas na história da HBO”. Além disso, a HBO também ofereceu uma atualização em relação à audiência da estreia da série, afirmando que “após uma semana inteira de disponibilidade, o episódio 1 chegou a 18 milhões de espectadores, quase 4 vezes mais do que a audiência da noite de estreia”. A popularidade imediata de “The Last of Us” não é surpreendente, já que a série é uma adaptação de um videogame muito popular, que vendeu mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo. A HBO ainda observou que “a audiência de domingo à noite normalmente representa 20% a 40% da audiência bruta total do episódio”. Portanto, pode-se esperar que o episódio 2 de “The Last of Us”, intitulado “Infected”, atinja outro recorde em breve. A atração também está sendo bastante elogiada pela crítica e, atualmente, tem uma aprovação de 97% no site Rotten Tomatoes. A história de “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que a pandemia de fungos destrói quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). A adaptação ficou a cargo de Craig Mazin (“Chernobyl”) e do próprio criador do game, Neil Druckmann, que juntou em sua equipe um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Assista abaixo ao trailer da série.
Equipe da Televisa começa a gravar série sobre Gloria Trevi no Rio
Equipe da Televisa desembarcou no Rio nesta segunda (23/1) para gravar cenas de uma série sobre Gloria Trevi, a rainha do pop mexicano. Chamada “Gloria Trevi: Ellas Soy Yo”, a produção terá locações no Rio, porque foi a cidade em que a cantora foi presa em janeiro de 2000, com seu empresário Sergio Andrade e uma corista, acusada de rapto e corrupção de menores. Eles teriam “seduzido” jovens com a promessa de uma futura carreira artística para, em seguida, “cometer abusos sexuais”. A produção, a cargo de Carla Estrada (“O Privilégio de Amar”) e estrelada por Scarlet Gruber (“Rosario”), está sendo atendida pela Rio Film Commission, braço da RioFilme que cuida das filmagens que ocorrem na cidade. Depois de ser extraditada para o México em dezembro de 2000, Gloria Trevi acabou absolvida em 2004 e, três meses após recuperar a liberdade, ganhou um disco de ouro nos EUA ao vender mais de 100 mil cópias de seu novo álbum em apenas três dias. Só que no início deste mês de janeiro ela voltou a ser acusada pelos crimes de tráfico sexual de menores, num novo processo aberto no tribunal de Los Angeles, protocolado por meio de uma lei que retirou temporariamente o período de prescrição de acusações de abuso e agressão sexual infantis no estado da Califórnia. De acordo com o processo, duas mulheres – identificadas como “Jane Doe 1” e “Jane Doe 2” – alegam que tinham 13 e 15 anos, respectivamente, quando Trevi as abordou em público e as convenceu a ingressar num suposto programa de treinamento musical de Andrade, com a promessa de transformá-las em estrelas. Porém, o que aconteceu foi que elas foram preparadas para se tornarem escravas sexuais do produtor. No momento em que as duas meninas foram recrutadas, Trevi e Andrade já haviam alcançado fama internacional. Ela chegou a ser chamada de “a versão mexicana de Madonna”, com Andrade sendo creditado como o responsável pelo seu sucesso. Porém, a carreira dos dois foi abalada pela primeira onda de acusações de tráfico sexual levantada por vários dos seus ex-protegidos. As alegações explodiram em um escândalo internacional, com Andrade sendo pintado como um violento pedófilo e Trevi como sua cúmplice. Trevi, que está com 54 anos, sempre alegou que era inocente. Após sua libertação em 2004, ela se mudou para os Estados Unidos, casou-se com um advogado e passou a morar no Texas. Hoje, ela tem 5 milhões de seguidores no Instagram e continua fazendo turnês e aparecendo na TV. Seus últimos álbuns, “Una Rosa Blue” (2007) e “Gloria” (2011), foram enormes sucessos. Depois disso, ainda participou da novela “Libre para Amarte” (2013) e da série “A Casa das Flores” (2019), da Netflix. No Latin American Music Awards de 2018, Trevi se defendeu das acusações. “Eu não fui cúmplice. Eu tinha 15 anos, com mentalidade de 12, quando conheci um grande produtor. Ele imediatamente procurou se tornar uma miragem de amor e fingiu ser minha única chance de alcançar meus sonhos”, disse ela sobre Andrade. “Eu tinha 15 anos quando comecei a conviver com manipulação, espancamento, gritos, abusos, castigos. E foram 17 anos de humilhações.” Apesar dessas declarações, do seu retorno à carreira e de ter se mantido afastada de Andrade – depois de supostamente dar à luz a seu filho enquanto estava encarcerada no Brasil –, Trevi agora volta a ser acusada ao lado dele, por conta do que aconteceu no final da década de 1980 e início da década de 1990.
Taylor Kinney abandona “Chicago Fire” e série precisa ser reescrita
O ator Taylor Kinney vai deixar “Chicago Fire” por tempo indeterminado. O astro pediu afastamento da série para resolver problemas pessoais e pegou toda equipe do programa de surpresa. Kinney interpreta o personagem Kelly Severide há mais de dez anos e é um dos poucos atores do elenco que está na série desde a sua estreia em 2012. Taylor Kinney também apareceu em todos os spin-offs da franquia: já foram 11 episódios de “Chicago P.D.”, 10 de “Chicago Med” e até um capítulo da cancelada “Chicago Justice” (2017), que durou apenas uma única temporada. Após a saída de Jesse Spencer, com quem dividia o protagonismo do drama de bombeiros, ele se tornou o principal chamariz da atração. A franquia tem perdido vários nomes nos últimos anos. Além de Kinney, os outros dois únicos atores que permanecem na série desde o inicio são David Eigenberg e Eamonn Walker. Até o co-criador Derek Hass, que trabalhou como showrunner de “Chicago Fire” em todas as suas 11 temporadas, está deixando a Wolf Entertainment: “Estou saindo para poder focar na criação de novos programas, mas estou totalmente comprometido em escrever incríveis episódios até o fim desta temporada”. Em entrevista para a revista Variety, ele ainda afirmou que aprendeu tudo sobre criação durante todos esses anos trabalhando no seriado e que é “muito difícil” abandonar um lugar que você ama e que considera como sua própria casa. Com a saída inesperada de Taylor Kinney do elenco, a equipe está tendo que trabalhar pra suprir sua ausência. Os roteiros dos próximos episódios já estavam prontos e precisarão ser reescritos. “Chicago Fire” é o trabalho mais conhecido do ator, que ganhou muita atenção da imprensa em 2015, quando começou a namorar a cantora Lady Gaga. Os dois ficaram juntos por cerca de um ano. No Brasil, “Chicago Fire” é exibida pelo canal pago Universal e em streaming pela Globoplay e Prime Video – as duas plataformas já disponibilizam a atual 11ª temporada, mas a da Amazon está mais adiantada na liberação dos episódios.
“Vampire Academy”: Nova série da criadora de “Vampire Diaries” é cancelada na 1ª temporada
A plataforma americana Peacock cancelou “Vampire Academy”, que não terá 2ª temporada. A série era uma fantasia de princesas, vampiros e adolescentes, que se passava em uma escola de elite, num mundo em que os sanguessugas eram a classe dominante. Na trama, essa aristocracia cheia de privilégios e glamour têm seu status colocado em cheque por uma briga entre facções e pela amizade entre uma jovem princesa vampira e uma adolescente quase comum, que trabalha como sua guarda-costas, em meio a conspirações e uma tentativa de golpe de estado. A atração foi a primeira desenvolvida pela produtora Julie Plec sob seu novo contrato com a Universal Television, após vários anos na Warner. E também marcou o retorno da criadora do universo de “The Vampire Diaries” às tramas de vampiros. Em “Vampire Academy”, Plec trabalhava ao lado de Marguerite MacIntyre, que viveu a xerife Lis Forbes em “The Vampire Diaries” e revelou seus talentos de roteirista em “The Originals”. A produção era baseada em livros da escritora Richelle Mead, que já tinham fracassado em sua tentativa de virar franquia cinematográfica. O lançamento de um longa em 2014 chegou tarde para pegar carona no sucesso de “Crepúsculo” e, com bilheterias fracas, não teve continuação. A nova versão fez algumas mudanças, em especial na raça de alguns personagens, refletindo a tendência de maior integração racial nas produções mais recentes – no filme, as protagonistas eram duas atrizes brancas, Zoey Deutch e a loiríssima Lucy Fry. Mais destoante ainda, em todo o elenco do filme havia apenas duas intérpretes negras, cujos papéis nem fazem parte do casting da atração televisiva. Ironicamente, isto também deixou a série parecida com a também cancelada “Primeira Morte” (First Kill), da Netflix. O elenco da série destacava Sisi Stringer (“Mortal Kombat”) e Daniela Nieves (“Sex Appeal”) nos papéis principais, respectivamente como Rose Hathaway, uma Dhampir, metade humana metade vampira, que atua como guardiã dos Moroi, e a princesa Lissa Dragomir, uma vampira da realeza Moroi, que apesar da falta de interesse em política se vê empurrada para o trono por uma morte repentina em sua família. O resto do elenco incluía Kieron Moore (“Sex Education”), André Dae Kim (“Degrassi”), J. August Richards (“Agents of SHIELD”), Anita-Joy Uwajeh (“Lucky Man”), Mia McKenna-Bruce (“The Dumping Ground”), Rhian Blundell (“Torchwood: Believe”), Jonetta Kaiser (“Breakwater”) e Andrew Liner (“Grown-ish”). Inédita no Brasil, “Vampire Academy” exibiu seus episódios entre setembro e outubro nos EUA. Veja abaixo o trailer original de seu lançamento.
“Um de Nós Está Mentindo” é cancelada após duas temporadas
A plataforma americana Peacock cancelou “Um de Nós Está Mentindo” (One of Us Is Lying) após duas temporadas. A nova produção do criador de “Elite”, Darío Madrona, adaptava o best-seller homônimo de Karen M. McManus, sobre um grupo de estudantes suspeitos de homicídio. Com uma trama que misturava “O Clube dos Cinco” com “Pretty Little Liars”, a série começava com cinco estudantes passando juntos uma tarde de detenção em sua escola. No entanto, no fim do dia, um deles está morto e os investigadores policiais acreditam que a morte não foi acidental. Os principais suspeitos da morte de Simon (Mark McKenna, de “Wayne”) são seus colegas, vividos por Addy Prentiss (Annalisa Cochrane, de “Cobra Kai”), Bronwyn Rojas (Marianly Tejada, da série “The Purge”), Cooper Clay (Chibuikem Uche, de “A Guerra do Amanhã”) e Nate Macauley (Cooper van Grootel, de “Mystery Road”), que passam a ser investigados. Concebida como minissérie, a trama teve uma semi-conclusão ao fim do primeiro arco, que resolveu o mistério da morte de Simon, mas deixou um gancho para uma continuação. Como a história teve sequência literária (“Um de Nós É o Próximo”, que chegou ao Brasil pela editora Galera Record), acabou ganhando um segundo ano de produção. Além de produzir, Darío Madrona atuou como showrunner da atração, e a equipe criativa ainda incluiu a atriz Jennifer Morrison (“Once Upon A Time”) como diretora de episódios. Embora a Peacock não atue no Brasil, a série teve suas temporadas disponibilizadas no Brasil via Netflix. Veja abaixo o trailer brasileiro da atração. Um de Nós Está Mentindo, série baseada no livro de Karen M. McManus, tá chegando no meu site. ATENÇÃO AQUI: estreia dia 18 de fevereiro. 🤫 pic.twitter.com/uGoiwUH9xP — netflixbrasil (@NetflixBrasil) January 19, 2022
“The Mosquito Coast” é cancelada e fica sem final
A Apple TV+ cancelou a série “The Mosquito Coast” após o final da sua 2ª temporada, disponibilizada em streaming no dia 6 de janeiro. Com isso, a trama ficou sem final, já que os episódios exibidos foram um prólogo do livro original em que trama se baseia, e os planos previam contar a história do livro numa 3ª temporada que não será produzida. O último episódio acabou num cliffhanger. De todo modo, existem alternativas para quem quiser saber como tudo termina. Além do livro homônimo de Paul Theroux, publicado em 1981, há sua adaptação cinematográfica de 1986, que foi estrelada por Harrison Ford e Ellen Mirren. Mas vale apontar que a série é bem diferente do longa dirigido por Peter Weir, com muitas liberdades em relação ao material original. No filme e no livro, a motivação para o protagonista conduzir sua família para as florestas da América Latina era a desilusão com os Estados Unidos e o desejo de criar uma utopia. Já na série, ele está literalmente em fuga dos EUA, situação que alimenta tensão, suspense e problemas na dinâmica familiar. E esta não é a única mudança. O filho mais velho virou uma garota no streaming. O elenco destacava Justin Theroux (“The Leftovers”) no papel principal, ator que curiosamente é sobrinho do escritor, além de Melissa George (“30 Dias de Noite”) como sua esposa e os jovens Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”) e Logan Polish (“Sonhando Alto”) como seus filhos. A adaptação foi feita pelo produtor-roteirista Neil Cross (criador da série “Luther”) em parceria com Tom Bissell (“Artista do Desastre”). Eles coproduziram a atração com o cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”), que assinou a direção dos dois primeiros episódios. O que, por sinal, resultou numa série com visual extremamente cinematográfico. Veja abaixo os trailers da 1ª e 2ª temporadas.
“NCIS: Los Angeles” chega ao fim após 14 temporadas
Um das séries mais antigas da TV americana, “NCIS: Los Angeles” vai acabar na atual temporada. Lançada em março de 2009, a atração está atualmente em seu 14º ano de produção e chegará ao fim em 14 de maio, após 322 episódios na rede CBS. Criada por Shane Brennan, a série segue até hoje com boa audiência, com uma média de 6 milhões de telespectadores ao vivo e líder entre os programa roteirizados em seu horário de domingo, às 22h. De forma rara, o spin-off de “NCIS” foi estrelado por LL Cool J e Chris O’Donnell durante seus 14 anos de produção, o que é considerado um feito entre as séries dramáticas de temática policial, conhecidas por realizar grandes mudanças em seus elencos conforme são renovadas. Um dos motivos para as trocas são os aumentos de salários e bônus para os astros, que acompanham cada renovação. Como manteve sempre os mesmos protagonistas, agora o canal CBS pesou os custos para tomar sua decisão. Mesmo assim, o anúncio surpreendeu a equipe, já que os crossovers com “NCIS” e o novo spin-off “NCIS: Hawai’i” sempre rendem audiência recorde para a emissora. “Por 14 temporadas, ‘NCIS: Los Angeles’ tem sido um carro-chefe de nossa programação com personagens que foram uma alegria de assistir”, disse Amy Reisenbach, presidente da CBS Entertainment. “Desde o primeiro dia, o elenco, os produtores e a equipe foram incríveis parceiros de rede/estúdio, e seu trabalho em equipe, talento e espírito transpareceram vividamente na tela. Somos muito gratos pela colaboração e pelo desempenho notável desses membros preciosos de nossa família CBS e planejamos dar a eles a grande despedida que eles e seus fãs merecem”. Como a segunda parte da temporada ainda não foi totalmente gravada – haverá um hiato de exibição após fevereiro – , a expectativa é que a equipe liderada pelo showrunner R. Scott Gemmill produza um desfecho definitivo para a série. Em comunicado, Gemmill prometeu aos fãs um final que será “satisfatório e faz justiça a esses amados personagens”. Ele também agradeceu à equipe pelo trabalho dedicado à atração. “Nossa equipe se tornou uma verdadeira família, e seu trabalho árduo e dedicação têm sido fundamentais para nosso sucesso ano após ano. Minha mais profunda gratidão aos membros do elenco, que deram vida aos nossos personagens com suas atuações apaixonadas – obrigado por seu talento, profissionalismo e entusiasmo contínuo. E aos nossos leais espectadores que amaram nossos personagens e acompanharam suas jornadas, obrigado. Estamos ansiosos para entregar um final para a série que seja satisfatório e faça justiça a esses amados personagens”. Vale lembrar que a série original, “NCIS”, continua no ar, atualmente em sua 20ª temporada. A franquia também teve “NCIS: New Orleans”, que durou sete temporadas, e ainda conta com a novata “NCIS: Hawai’i”, agora em sua 2ª temporada. No Brasil, a série é exibida no canal pago A&E e na plataforma Globoplay.
Veronika: Letícia Spiller será delegada em nova série criminal
A atriz Letícia Spiller vai voltar a atuar no Grupo Globo, cinco anos depois de seu último trabalho em “O Sétimo Guardião” (2018). Ela viverá uma policial na série “Veronika”, que tem previsão de estreia ainda para este ano na Globoplay. A trama gira em torno de uma advogada negra e moradora de uma favela que se envolve com o tráfico nos morros do Rio. A protagonista será vivida por Roberta Rodrigues (“Tô de Graça”), enquanto Letícia surgirá como sua antagonista, uma delegada envolvida na luta contra o crime organizado no Rio de Janeiro. O elenco também tem definidos Marcelo Serrado (“Cara e Coragem”), Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”) e Malvino Salvador (“Qualquer Gato Vira-Lata”). Além disso, Marcello Melo Jr vai aparecer como Mikhael, seu personagem em outra série da plataforma Globoplay, “Arcanjo Renegado”. É que as duas séries compartilham o mesmo criador, José Júnior (do AfroReggae), que está construindo, série a série, um universo compartilhado no streaming. “Veronika” conta com direção-geral de Silvio Guindane (“O Dono do Lar”) e Vera Egito (“Amores Urbanos”) e vai começar a ser gravada em fevereiro.
“SEAL Team” é renovada pra 7ª temporada
A Paramount+ anunciou a renovação de “SEAL Team” para a 7ª temporada. Será a terceira temporada exclusiva da plataforma, que teve quatro temporadas exibidas na TV aberta, pelo canal americano CBS, antes de passar para o streaming em 2021 – junto com “Evil”. “Estamos ansiosos para trazer aos fãs de ‘SEAL Team’ ainda mais histórias comoventes e missões emocionantes com a próxima 7ª temporada”, disse a diretora de programação da Paramount Streaming, Tanya Giles, em um comunicado. “A série continua a evoluir e aumentar seu público. É um ótimo exemplo dos tipos de programação que vemos ressoar com nossos assinantes.” A Paramount+ também planeja produzir um filme derivado da série, projetado para “expandir o universo narrativo” da atração estrelada por David Boreanaz (“Bones”). Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), “SEAL Team” tira proveito da popularidade dos Navy Seals, que se tornaram proeminentes nos EUA após a missão que resultou no assassinato de Osama Bin Laden, para contar histórias de uma unidade desta elite militar, um grupo altamente treinado, que é enviado em ações cirúrgicas no combate ao terrorismo internacional. Mas também revela como é o cotidiano desses soldados quando retornam a seus lares. O elenco destaca David Boreanaz, Max Thierot (série “Bates Motel”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (série “Justified”), Toni Trucks (série “Franklin & Bash”), Jessica Paré (série “Mad Men”) e o estreante Justin Melnick. No Brasil, a série foi disponibilizada pela Globoplay apenas até a 4ª temporada.
Séries: “That ’90s Show” e as principais estreias da semana
A programação de séries da semana aposta na nostalgia televisiva, via lançamento da continuação de um clássico da era das sitcoms (com plateia gargalhante) e a estreia de duas produções passadas no Velho Oeste. A lista de lançamentos também traz dramas e thrillers criminais, um documentário que é praticamente comédia esportiva e animes para fãs da produção mais adulta do gênero. Confira abaixo as 10 principais novidades para acompanhar em streaming. | THAT ’90s SHOW | NETFLIX A continuação da série clássica “That ’70s Show” se vale de nostalgia e risadinhas de estúdio para tentar recriar o sucesso original. Mas o tempo literalmente passou. A nova atração é ambientada em 1995 e introduz a filha de Eric (Topher Grace) e Donna (Laura Prepon), da atração original. Na trama, Lea Forman vai visitar seus avós no verão e passa a se relacionar com uma nova geração de adolescentes da cidade interiorana de Point Place, no Winsconsin, sob o cuidado atento de Kitty e o olhar severo de Red. Os atores Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp voltam aos papéis de pais de Eric, que agora têm que lidar com a neta e uma nova geração de visitas em seu porão – além da jovem protagonista interpretada por Callie Haverda (“Shut Eye”), os agregados vividos por Ashley Aufderheide (“Emergence”), Mace Coronel (“Colin em Preto e Branco”), Maxwell Acee Donovan (“Gabby Duran: Babá de Aliens”), Reyn Doi (“Side Hustle: Uma Tarefa Complicada”) e a estreante Sam Morelos. A produção foi desenvolvida pelos cocriadores da atração original, o casal Bonnie e Terry Turner, com o reforço criativo de sua filha Lindsay Turner e de Gregg Mettler (produtor-roteirista de “That ’70s Show”). Além disso, também conta com participações especiais dos antigos protagonistas: Topher Grace (Eric Forman), Laura Prepon (Donna Pinciotti), Mila Kunis (Jackie Burkhart), Ashton Kutcher (Michael Kelso) e Wilmer Valderrama (Fez). O único que ficou de fora foi Danny Masterson (Hyde), que não foi contatado por atualmente responder processo por estupro na justiça americana. | A INGLESA | HBO MAX A minissérie western estrelada por Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”) foi exibida pela Prime Video nos EUA, mas chega aqui pela HBO Max após conquistar uma aprovação sólida da crítica – 83% no Rotten Tomatoes. Passada na década de 1890, a trama acompanha uma aristocrata inglesa (Blunt), que se une a um scout indígena (Chaske Spencer, de “Banshee”) quando os dois são ameaçados de morte por cowboys arruaceiros. Livrando-se do perigo, fazem um pacto para realizar uma travessia perigosa até a nova cidade de Hoxem, no estado americano de Wyoming, enfrentando obstáculos que testam essências, tanto física e quanto psicologicamente. Escrita e dirigida por Hugo Blick (“The Honourable Woman”), a série ainda reúne em seu elenco Stephen Rea (“Não Fale Com Estranhos”), Valerie Pachner (“Uma Vida Oculta”), Rafe Spall (“Trying”), Toby Jones (“First Cow – A Primeira Vaca da América”) e Ciarán Hinds (“Belfast”). | BILLY THE KID | PARAMOUNT+ Um dos fora-da-lei mais jovens e famosos do Velho Oeste tem sua história contada desde suas humildes raízes irlandesas e seus primeiros dias como cowboy na fronteira americana, até seu papel fundamental na Guerra do Condado de Lincoln e a morte num duelo com o xerife Pat Garrett. A série foi criada por Michael Hirst, criador de “Vikings”, é estrelada pelo britânico Tom Blyth (“Benediction”) e tem seus primeiros episódios dirigidos pelo cineasta Otto Bathurst (“Robin Hood: A Origem”), que confere um visual cinematográfico à atração. | TRUTH BE TOLD 3 | APPLE TV+ Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) é uma podcaster de “true crimes” que acaba se envolvendo demais em suas histórias. Na 3ª temporada, ela investiga num caso de desaparecimento de adolescentes, que escancara o racismo estrutural da polícia. Enquanto as autoridades dão atenção ao sumiço de uma adolescente loira, a podcaster descobre que várias jovens negras também estão desaparecidas, mas suas investigações não ganham a mesma atenção. Junto com uma diretora de escola, ela começa a encontrar pistas de uma possível quadrilha de tráfico de mulheres. A atriz Gabrielle Union (“LA’s Finest”) vive a diretora, juntando-se ao elenco que também inclui Ron Cephas Jones (“This Is Us”), David Lyons (“Revolution”) e Mekhi Phifer (“Frequency”). Os novos episódios estão a cargo da produtora-roteirista Maisha Closson (“How to Get Away with Murder”), enquanto a criadora da série, Nichelle D. Tramble, passa para a produção executiva ao lado da atriz Reese Witherspoon (“Little Big Lies”). | BMF 2 | LIONSGATE+ A nova série criminal do produtor rapper Curtis “50 Cent” Jackson, responsável pelo fenômeno de “Power”, que continua a render derivados após seu final, é inspirada na história real de dois irmãos que se tornaram os poderosos chefões de Detroit nos anos 1980. A liderança carismática de Demetrius “Big Meech” Felnory, o faro para negócios de Terry “Southwest T” Flenory e a parceria fraternal e visionária da dupla transformou o tráfico de drogas num negócio lucrativo e influente. Graças a suas conexões com o mundo do rap, os irmãos também lançaram um selo musical. A produção é estrelada por Demetrius “Lil Meech” Flenory (“Euphoria”) interpretando “Big Meech”, que é seu próprio pai, e o rapper Da’Vinchi (“All American”) como “Southwest T”. Além deles, o elenco destaca Snoop Dogg como o conselheiro espiritual da dupla, Pastor Swift, e até uma participação de Eminem, rejuvenescido digitalmente para viver White Boy Rick, traficante adolescente que virou informante da polícia – e ganhou seu próprio filme em 2018. O showrunner é Randy Huggins (produtor-roteirista de “Power”) e a produção ainda inclui os atores Russell Hornsby (“Grimm”), La La Anthony (“Power”), Ajiona Alexus (“Empire”), Steve Harris (“O Desafio”/The Practice), Wood Harris (“Homem-Formiga”), Myles Truitt (“Raio Negro”/Black Lightning), Serayah (“Empire”), Markice Moore (“Snowfall”) e Eric Kofi-Abrefa (“The One”). | FAUDA 4 | NETFLIX “Fauda”, que significa “caos” em árabe, foi lançado em 2016 e desde então se tornou uma das séries israelenses mais conhecidas do mundo. Com o lançamento do quarto ano, também virou a série de ação mais duradoura do país. A temporada, por sinal, é bastante ambiciosa, com desdobramentos globais. Os 10 episódios tem ambientação em mais países que as três temporadas anteriores, apresentando novas ameaças e novos integrantes em seu elenco, incluindo Inbar Lavi, a Eva de “Lúcifer”. Na trama, o protagonista Doron (interpretado pelo co-criador da série, Lior Raz) enfrenta conflitos simultâneos em duas frentes – com ativistas do Hezbollah do Líbano e militantes palestinos na Cisjordânia. Além de Raz, a 4ª temporada ainda contará com o retorno de Itzik Cohen (como Capitão Ayub), Rona-Lee Shimon (Nurit), Idan Amedi (Sagi), Doron Ben David (Steve), Yaacov Zada Daniel (Eli) e Meirav Shirom (Dana). | JUNJI ITO: HISTÓRIAS MACABRAS DO JAPÃO | NETFLIX A série é uma antologia animada que adapta as obras do mestre dos mangás de terror Junji Ito. São vários contos horripilantes baseados nos mangás do autor, inclusive a famosa história de “Tomie”. Mais conhecida criação de Ito, “Tomie” também foi a primeira publicação do autor em 1987. A trama já virou até clássico do J-Horror. Lançada no cinema em 1998, a adaptação virou uma franquia, que já tem nove filmes, além de um remake de 2011 com direção do próprio artista. A trama surreal e sangrenta gira em torno de magia negra e um preço terrível que um noivo paga por sua infidelidade. São ao todo 20 histórias dividas entre 12 episódios. Mas “Uzumaki”, outro sucesso de Ito que virou filme, ficou de fora porque vai ganhar sua própria série – no Adult Swim. | A ILHA DAS SOMBRAS | STAR+ O anime cultuado é mais conhecido por seu título em inglês, “Summer Time Rendering”. Com 25 episódios, a produção do estúdio OLM adapta o mangá homônimo de Yasuki Tanaka, lançado em 2017, e acompanha o jovem Shinpei Ajiro, que após a morte dos pais, cresceu com as irmãs Ushio e Mio antes de ir para Tóquio para morar sozinho. Dois anos depois, ele retorna à sua cidade natal, a ilha de Hitogashima, para comparecer ao funeral de Ushio, que teria morrido afogada. Mas ele fica desconfiado diante de marcas de estrangulamento no pescoço dela. Assombrada pelo “fantasma” de uma irmã e auxiliado pela outra, Shinpei tenta encontrar as respostas para o que realmente aconteceu com Ushio e possivelmente salvar os demais residentes da ilha de um estranho enigma sombrio. A adaptação possui direção de Ayumu Watanabe (“Komi Can’t Communicate”) e fez tanto sucesso na TV japonesa que vai ganhar uma nova versão, agora live action e para o cinema. | A LENDA DE VOX MACHINA 2 | AMAZON PRIME VIDEO Voltada para o público adulto (os dubladores soltam palavrões), a série segue um bando de desajustados que gostam de beber e brigar, e acabam tendo a missão de salvar o reino de Exandria de forças mágicas sombrias. Vox Machina é o nome do bando, que foi originalmente criado por jogadores de RPG em 2015 para uma websérie de cosplay de “Dungeons & Dragons” chamada “Critical Role”. Os dubladores, por sinal, são os mesmos jogadores que conceberam os personagens, os fundadores e membros da “Critical Role”: Laura Bailey, Taliesin Jaffe, Ashley Johnson, Liam O’Brien, Matthew Mercer, Marisha Ray, Sam Riegel e Travis Willingham. | BEM-VINDOS AO WREXHAM | STAR+ A produção documental lembra um “Ted Lasso” da vida real, com direito a um elenco encabeçado por Ryan Reynolds (o Deadpool) e Rob McElhenney (criador de “It’s Always Sunny in Philadelphia”). Os episódios acompanham a aventura das duas estrelas de Hollywood no País de Gales, ao assumir o controle do time de futebol galês Wrexham AFC, que disputa a quinta divisão da liga britânica. A produção registra a receptividade da cidadezinha de Wrexham à proposta, com a esperança de que a dupla consiga levar o time a glórias nunca antes vistas, a partir do compromisso de um investimento imediato de US$ 2,5 milhões para torná-lo competitivo. O Wrexham é o terceiro clube de futebol mais antigo do mundo e possui um estádio, o Racecourse Ground, que foi inaugurado em 1807. A equipe atualmente participa da Conferência Nacional, equivalente à quinta divisão do futebol britânico, que não passa na TV, mas teve jogos filmados para a série. Graças à produção, o time começou a se tornar mais conhecido e até a ganhar jogos importantes. Mas ainda está longe de virar “uma força global” como seus novos donos almejam.
Vídeo de “Invencível” explica demora e dá previsão pra estreia da 2ª temporada
A Amazon Prime Video divulgou um vídeo animado de “Invencível” (Invencible) para acalmar os fãs que não se conformam com a demora de estreia da 2ª temporada. A prévia traz o protagonista (dublado pelo ator Steven Yeun), sendo cobrado por Allen, o Alien (com voz de Seth Rogen), sobre o que ele estava fazendo ultimamente e porque não voltava logo à ação. Ao final, consegue arrancar uma perspectiva para os próximos capítulos: final de 2023. A animação adulta adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”), que abordam o universo dos super-heróis com um olhar sombrio. A trama gira em torno de Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O detalhe é que esta evolução narrativa é acompanhada por uma mudança radical de tom, refletida pela troca do humor leve dos primeiros episódios por uma abordagem ultraviolenta pesadíssima – que nos quadrinhos originais é ainda pior. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar pelo próprio Steven Yeun (o Glenn). Além dele, o elenco de vozes originais ainda inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção também conta com dublagens de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe do protagonista, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), que também é um dos produtores da atração. Um elenco impressionante que mais que justifica a opção por assistir aos episódios no idioma original.
That ’90s Show: Saiba como estão os personagens de “That ’70s Show” nos anos 1990
A série “That ’90s Show” chegou nessa quinta (19/1) na Netflix com a proposta de prestar uma homenagem à série original, “That ’70s Show”, ao mesmo tempo que apresenta novos personagens e novas situações. A princípio, Terry Turner, que criou a série original com sua esposa, Bonnie, e com Mark Brazill, não tinha interesse em retornar àquele universo depois de uma continuação malsucedida – chamada “That ’80s Show”, que durou só 13 episódios. “Sentimos que, a menos que tivéssemos um motivo para fazer isso, não deveríamos fazê-lo”, disse Turner ao jornal USA Today. Mas “à medida que a covid avançava, tínhamos essa sensação de saudade, de querer voltar para casa novamente”. O retorno para casa também significou a volta de alguns personagens queridos do público, como o casal Red (Kurtwood Smith) e Kitty Forman (Debra Jo Rupp), que ainda mora na mesma casa em Winsconsin e recebe a visita da neta Leia Forman (Callie Haverda), filha de Eric Forman (Topher Grace) e Donna Pinciotti (Laura Prepon). Em “That ’90s Show”, ela vai passar o verão na casa dos avós. Porém, ainda que os novos personagens sejam cativantes, o público está mais interessado em saber o que aconteceu com os personagens clássicos após o final de “The ’70s Show”. E “That ’90s Show” fornece essa resposta. Uma das primeiras revelações da série, feita no primeiro episódio, é que Donna e Eric estão morando em Chicago. Ela virou uma escritora e Eric trabalha como professor adjunto, ministrando um curso sobre a Religião de “Star Wars”. Kelso (Ashton Kutcher) e Jackie (Mila Kunis) também aparecem, visitando a residência Forman antes de partirem para seu “segundo novo casamento”. Eles são pais de Jay (Mace Coronel), que Kelson diz ter “a aparência do pai e o cérebro da mãe”. Em entrevista anterior, Kunis disse que não acreditava que Jackie e Kelso ficariam juntos, mas a produtora executiva de “That ’90s Show”, Lindsey Turner (filha de Bonnie e Terry), contrapôs que os personagens são como “Elizabeth Taylor e Richard Burton. Eles não conseguem ficar longe um do outro”. Outro personagem querido que também dá as caras é Fez (Wilmer Valderrama). Na nova série, ele é dono de uma rede de salões de beleza chamada “Chez Fez”. O slogan da empresa é “onde todo dia é um bom dia para o cabelo”, o que permite que Fez ressuscite sua frase clássica: “I said good day”. Ainda que Jackie e Fez tenham terminado “That ’70s Show” juntos, a continuação revela porque eles estão separados. Em certo momento, Fez explica que Jackie ainda amava Kelso. Quando estavam juntos de férias, ele a flagrou ao telefone uma noite falando com Kelso. “Ela me deixou lá”, disse Fez. “E eu passei os próximos cinco dias sendo expulso de banheiras de hidromassagem por falar demais.” Fez agora está namorando a vizinha dos Formans, Sherri (Andrea Anders), o que pode significar uma participação maior do personagem numa próxima temporada. O produtor Terry Turner, inclusive, entregou que Valderrama disse pra eles: “Apenas me ligue. Ligue para mim e estarei aí”. A ausência mais significativa foi do personagem Steven Hyde, uma vez que seu intérprete, Danny Masterson, está enfrentando três acusações de estupro. Hyde não aparece nem é mencionado na nova série, mas “nós meio que nos questionamos a respeito de como seria o futuro de Hyde”, disse Lindsey Turner. “No final das contas, parecia lógico para o personagem que ele fosse basicamente como D-Day (Bruce McGill) [no final] de ‘Clube dos Cafajestes'”, explicou ela. “Ele simplesmente subiu em um carro, em uma motocicleta e partiu, e Deus sabe onde ele está. Ele está por aí em algum lugar, o que pareceu algo muito natural para Hyde.”
“Cobra Kai” vai acabar na 6ª temporada
A Netflix renovou a série “Cobra Kai” para sua 6ª e última temporada. O anúncio foi revelado por meio de um teaser, que mostra um resumo da trajetória dos personagens de Johnny Lawrence (William Zabka) e Daniel LaRusso (Ralph Macchio), ex-rivais que acabaram se juntando. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada por Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid”, mais de 30 anos após os eventos da franquia original. “Reapresentar ao mundo o universo de ‘Karate Kid’ foi nossa humilde honra. Fazer ‘Cobra Kai’ nos permitiu entrar no mesmo dojo sagrado que já foi habitado pelos grandes Robert Mark Kamen, John Avildsen, Jerry Weintraub e todos os incríveis membros da equipe original. Também nos permitiu brincar de sensei, expandindo as histórias originais e dar origem a uma nova geração de azarões. Nunca menosprezamos esta oportunidade”, disseram Heald, Hurwitz e Schlossberg, em comunicado. “Nosso objetivo desde o primeiro dia com ‘Cobra Kai’ sempre foi terminar do nosso jeito, deixando o Vale no tempo e no espaço que sempre imaginamos. Portanto, é com imenso orgulho e gratidão que podemos anunciar essa conquista”, continuaram eles. “A vindoura 6ª temporada marcará a conclusão de ‘Cobra Kai’. Embora este possa ser um dia agridoce para o fandom, o Miyagiverse nunca foi tão forte. Este fandom é o melhor do planeta e esperamos contar mais histórias de ‘Karate Kid’ para vocês no futuro. Porque, como todos sabemos, Cobra Kai nunca morre.” A mais recente temporada da atração foi um grande sucesso na Netflix, ficando várias semanas em 1º lugar entre as séries mais assistidas e arrecadando 98% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. A 6ª e última temporada ainda não tem previsão de estreia.












