Santo Maldito: Felipe Camargo é pastor ateu no trailer de nova série
A Star+ divulgou pôsteres e o trailer de “Santo Maldito”, nova série brasileira que deve dar o que falar. A trama acompanha a história de um amargurado professor ateu, vivido por Felipe Camargo (“Novo Mundo”), que apesar de renegar a existência de Deus se transforma em pastor, após a comunidade de uma humilde igreja da periferia acreditar que ele realizou um milagre. Quando a esposa de Reinaldo (Felipe Camargo) entra em estado vegetativo, o professor toma a desesperada atitude de colocar um fim no sofrimento da amada, mas, milagrosamente, Maria Clara (Ana Flávia Cavalcanti) acorda. Sem saber, Reinaldo foi filmado pelo fiel de uma pequena igreja, que espalha o feito como milagre. Acreditando estar diante de um homem iluminado por Deus, o fracassado pastor cadeirante Samuel (Augusto Madeira) oferece todas as suas economias para que Reinaldo pregue em sua igreja. Endividado com as despesas hospitalares da esposa, Reinaldo aceita e se torna um líder religioso complexo. Incapaz de confessar seus erros e preocupado com a própria imagem de bom pai de Gabriela (Bárbara Luz) e marido de Maria Clara, ele embarca num caminho de autodescoberta, para entender quem realmente é. E inicia sua jornada como um pastor que não crê em Deus. Com grande elenco, “Santo Maldito” tem roteiros de Rubens Marinelli (“Entre Lágrimas e Risos”), Ricardo Tiezzi (“Temporada de Verão”) e Bea Góes (“Quarentenados”), com a colaboração de Carla Meireles (“Manhãs de Setembro”), Fábio Rodrigo (“Kairo”), Vinicius Vasconcellos e Matheus Hruschka. A direção dos episódios é de Gustavo Bonafé (“Insânia”), Mariana Bastos (“Alguma Coisa Assim”) e Lucas Fazzio (“Dois Tons”). Gravada na cidade de São Paulo e realizada pela Intro Pictures, a série tem 8 episódios com estreia marcada para 8 de fevereiro.
Paramount+ muda pôster de “O Dono de Kingstown” após acidente de Jeremy Renner
A Paramount+ decidiu trocar o pôster da 2ª temporada de “O Dono de Kingstown” (Mayor of Kingstown) após o acidente grave sofrido por Jeremy Renner. O ator foi hospitalizado no início do ano, após ser atropelado por um removedor de neve. O pôster original mostrava Renner ensanguentado. Já a nova versão limpa seu rosto para não mostrá-lo tão machucado. O contexto da imagem faz referência ao motim carcerário da temporada inaugural. Vale lembrar que, em sua estreia, a série se consagrou como a segunda mais assistida do streamer, atrás apenas de “1883”, prólogo recém-lançado de “Yellowstone”. Por coincidência, as duas atrações tem o mesmo criador: Taylor Sheridan. Co-criada por Sheridan e o ator Hugh Dillon (do elenco de “Yellowstone”), “Mayor of Kingstown” gira em torno da família McLusky, considerada verdadeira detentora do poder em Kingstown, Michigan, cidade onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Em seus 10 episódios iniciais, a trama enveredou por temas como racismo sistêmico, corrupção e desigualdade social. Além de Renner, o elenco destaca Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Dianne Wiest (“A Mula”), Taylor Handley (“Vegas”), Aidan Gillen (“Game of Thrones”), Tobi Bamtefa (“Tin Star”), Michael Reventar (“See”) e o próprio roteirista Hugh Dillon, entre outros. A 2ª temporada estreou no domingo (15/1) nos EUA, mas ainda não tem previsão para o Brasil. Compare abaixo as duas versões do pôster
“Ginny & Georgia” domina o Top 10 mundial da Netflix
A 2ª temporada de “Ginny & Georgia”, que estreou em 5 de janeiro, foi a série mais vista da Netflix pela segunda semana consecutiva, acumulando 162,7 milhões de horas visualizadas. Com isso, a série chegou, ao todo, a impressionantes 343 milhões de horas em apenas 10 dias. E para comprovar o interesse do público, a segunda atração mais vista na plataforma entre 9 a 15 de janeiro foi… a 1ª temporada de “Ginny & Georgia”! Os primeiros episódios somaram 63,2 milhões de horas visualizadas. Diante desse desempenho, não há dúvidas de que a criação da estreante Sarah Lampert já conseguiu assegurar a produção de seu terceiro ano. “Ginny & Georgia” gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia (Brianne Howey). Mas esta dinâmica similar a “Gilmore Girls” é acompanhada por uma reviravolta, pois Georgia esconde um segredo sombrio, o verdadeiro motivo para sua mudança para um lugar distante, pequeno e no qual ninguém a conhece. É que Georgia é uma assassina. Ela jura que matou o primeiro marido por acidente, mas logo se seguem outras mortes, como o padrasto de Ginny no final da 1ª temporada, que chamam atenção da polícia local. Inicialmente pouco comentada, “Ginny e Georgia” acabou tendo mais repercussão pela reação negativa de Taylor Swift a uma frase do episódio final da 1ª temporada. A polêmica aconteceu num momento em que Georgia pergunta à sua filha Ginny sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada”, completou a cantora irritada. Bastou para o público correr para a Netflix para ver do que se tratava, rendendo audiência e renovação para a produção. Além de Antonia Gentry (“Doce Argumento”) e Brianne Howey (“Batwoman”), o elenco da série ainda inclui Felix Mallard (“Neighbours”), Sara Waisglass (“October Faction”), Jennifer Robertson (“Schitt’s Creek”), Scott Porter (“Friday Night Lights”), Raymond Ablack (“Caçadores de Sombras”), Katie Douglas (“Mary Kills People”) e o menino Diesel La Torraca (“Pequenos Monstros”). O resto do ranking da Netflix mantém a recordista “Wandinha” em 3º lugar, com mais 57,8 milhões de horas visualizadas, a 2º temporada de “Vikings: Valhalla” grudada em 4ª, com 55,4 milhões, e o thriller “Caleidoscópio” fechando o Top 5 – embora os produtores prefiram que o público veja essa disposição em outra ordem. 1 | GINNY E GEORGIA 2 | NETFLIX 2 | GINNY E GEORGIA 1 | NETFLIX 3 | WANDINHA | NETFLIX 4 | VIKINGS: VALHALLA 2 | NETFLIX 5 | CALEIDOSCÓPIO | NETFLIX
Meryl Streep entra na 3ª temporada de “Only Murders in the Building”
A série “Only Murders in the Building” ganhou um reforço de peso em sua 3ª temporada, nada menos que Meryl Streep. O anúncio veio de surpresa nas redes oficiais, quando a estrela Selena Gomez postou um vídeo dos bastidores. Além de mostrar seus colegas de elenco Steve Martin, Martin Short e o anteriormente confirmado Paul Rudd (o Homem-Formiga da Marvel), o vídeo mostra de repente a presença de Meryl Streep, que aparece para garantir que seus novos colegas de elenco estejam confortáveis. A plataforma americana Hulu confirmou a notícia, mas não forneceu informações adicionais sobre o personagem da atriz. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman, tem produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”) e traz Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez como três vizinhos obcecados por documentários criminais. A atração é a primeira série da carreira de Steve Martin e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Na trama, os três fãs de “true crime” resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir, o que também, por azar, os transforma em principais suspeitos do crime real. O final da 2ª temporada encerrou o mistério original, mas também avançou no tempo para dar início a um novo “quem matou”. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios. No Brasil, a série é exibida pela plataforma Star+. Se você achava que #OMITB não tinha como fica melhor, escuta essa: Meryl Streep e Paul Rudd confirmados na terceira temporada. Only Murders in the Building, em breve no #StarPlusBR. pic.twitter.com/QSJDPPVOeV — Star+ Brasil (@StarPlusBR) January 17, 2023
Trailer de “The Mandalorian” revela volta ao planeta Mandalore
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “The Mandalorian”, que traz de volta Din Djarin e o “Baby Yoda” Grogu após suas participações coadjuvantes em “O Livro de Boba Fett” do ano passado. A prévia destaca a determinação de Djarin de recuperar a honra após cair em desgraça no credo dos mandalorianos. Para isso, ele decide retornar ao devastado planeta Mandalore, mas a recepção não parece ser das melhores, com muitas cenas de tiroteios e um reencontro com Bo-Katan. Há também uma ameaça não revelada, que exige o envolvimento de Jedis, alguns rostos conhecidos e novos memes do pequeno Grogu. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” também foi o primeiro sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 14 prêmios Emmy em suas temporadas já exibidas, incluindo dois troféus de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. O elenco destaca Pedro Pascal (“The Last of Us”) como a voz do personagem mascarado do título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”) como Greef Karga, Omid Abtahi (“Fear the Walking Dead”) na pele do sinistro Dr. Pershing, Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como a mecânica Peli Moto, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) na armadura da guerreira mandaloriana Bo-Katan e Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”) de volta ao papel de Moff Gideon, vilão da 1ª temporada. A 3ª temporada estreia em 1 de março de 2023. O trailer foi disponibilizado em versões legendada e dublada em português. Confira.
“The Last of Us” tem 3ª maior estreia da HBO em todos os tempos
O primeiro episódio série “The Last of Us”, exibido no domingo (15/1), quebrou recordes de audiência. A série foi vista por um total de 4,7 milhões de telespectadores, tornando-se a 3ª maior estreia da história da HBO. Ficou atrás apenas do primeiro episódio de “A Casa do Dragão” (que atraiu incríveis 9,9 milhões de telespectadores) e de “Boardwalk Empire” (vista por 4,8 milhões de pessoas na sua estreia). Existe, porém, uma diferença. Como “Boardwalk Empire” estreou em 2010, a série contabilizou esse número apenas com a exibição no canal pago HBO. Já os números de telespectadores de “A Casa do Dragão” e “The Last of Us” levam em conta também a audiência da HBO Max. E os números de “The Last of Us” tendem a crescer ainda mais, já que a própria HBO disse que a audiência de domingo à noite normalmente representa entre 20% e 40% da audiência total de um episódio. Ou seja, com reprises e exibições em streaming, a audiência do primeiro episódio será muito maior. A atração também está sendo bastante elogiada pela crítica e, atualmente, tem uma aprovação de 99% no site Rotten Tomatoes. A história de “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que a pandemia de fungos destrói quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). A adaptação ficou a cargo de Craig Mazin (“Chernobyl”) e do próprio criador do game, Neil Druckmann, que juntou em sua equipe um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Assista abaixo ao trailer da série.
Da Ponte Pra Lá: Nova série brasileira da HBO Max ganha foto com João Guilherme
A HBO Max divulgou a primeira imagem de “Da Ponte Pra Lá”, nova série nacional estrelada por João Guilherme (“De Volta aos 15”) – destaque na foto. De acordo com a sinopse, Guilherme interpretará um jovem com temperamento explosivo que enfrenta problemas com seu pai, vivido por Marcello Antony (“O Dia da Caça”). Com sete episódios, a série vai tratar das diferenças sociais e culturais entre os jovens da periferia e dos centros das grandes cidades, e terá também um lado musical, passando pelo trap e pelo rap de São Paulo. O elenco da série também vai incluir Gabz, Victor Liam, Augusto Madeira e Virginia Cavendish. A produção executiva é do cineasta Vicente Amorim (“Duetto”) e a direção geral de Rodrigo Monte (“Bom Dia, Verônica”). Ainda não há previsão de estreia.
Trailer de “Superman & Lois” traz nova gravidez
A rede The CW divulgou o trailer da 3ª temporada de “Superman & Lois”, que revela a troca de intérprete de Jonathan Kent, o anúncio de uma nova gravidez de Lois e uma ameaça à vida da esposa do Superman. O novo intérprete de Jonathan é Michael Bishop (da série australiana “Grace Beside Me”), que entra na série em substituição a Jordan Elsass. A decisão foi tomada depois que Elsass não retornou ao trabalho no prazo dado ao elenco para começar as gravações dos novos episódios em Vancouver, no Canadá. Ele notificou a produção, dizendo que não voltaria por “problemas pessoais”. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção acompanha a rotina de Superman (Tyler Hoechlin) dividido entre crises mundiais e problemas domésticos, que envolvem sua esposa, interpretada por Elizabeth Tulloch, e os filhos adolescentes. O elenco também conta com Alexander Garfin no papel do jovem Jordan Kent. A 3ª temporada estreia em 14 de março nos EUA. No Brasil, a serie é disponibilizada pela HBO Max, que ainda não revelou a previsão de lançamento nacional.
Robin investiga morte de Batman no trailer de “Gotham Knights”
A rede The CW divulgou um novo trailer de “Gotham Knights”, série baseada em personagens dos quadrinhos da DC Comics, que se passa em Gotham City após a morte de Batman. A prévia mostra que a trama toma enormes liberdades com universo da DC, misturando cronologias dos quadrinhos. Os pontos extremos são a participação de Harvey Dent como um promotor bonzinho, que não virou o vilão Duas-Caras, e Carrie Kelley (a Robin criada por Frank Miller no futuro distópico de “O Cavaleiro das Trevas”) como a atual Robin, retratada como uma adolescente negra em vez de ruiva. Além disso, a produção também destaca um personagem inédito: Turner Hayes, filho adotivo de Bruce Wayne/Batman. Para sorte dos produtores, a premissa é interessante o suficiente para não ser rejeitada de cara pelos fãs dos quadrinhos. Como diz a sinopse, a série traz “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato” do herói. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham fica mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. O elenco destaca Olivia Rose Keegan (a Lily de “High School Musical: The Musical: The Series”) como Duela Dent, que surgiu nos quadrinhos afirmando ser filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras – e também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até uma ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. A produção também conta com Anna Lore (“All American”) como Stephanie Brown, que já assumiu a identidade de três heroínas diferentes nos quadrinhos da DC Comics: Spoiler, Robin e Batgirl. Ela tem menos destaque na prévia, que enfatiza mais o papel de Navia Robinson (a Nia de “A Casa da Raven”) como a citada Carrie Kelley, numa alteração racial da primeira Robin feminina. Outros integrantes incluem Fallon Smythe (“Grown-ish”) e Tyler DiChiara (“Relish”), que vivem a heroína Pássaro Azul e seu irmão, além de Oscar Morgan (“Warren”) como Turner Hayes e Misha Collins (o Castiel de “Supernatural”) como Harvey Dent. “Gotham Knights” foi desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que escreviam “Batwoman”. E a produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, universo (em extinção) de séries de super-heróis da DC Comics na rede The CW. A estreia vai acontecer em 14 de março nos EUA e a série deve aparecer por aqui na HBO Max.
Produtor de “The Boys” diz que 4ª temporada terá cenas ainda “mais grotescas”
Um dos produtores da série “The Boys”, Stephan Fleet, sugeriu que a 4ª temporada da série terá cenas ainda “mais grotescas” do que o “Herogasm” da temporada passada – uma enorme orgia entre os personagens. Sem entrar em detalhes, Fleet tuítou que “acho que vi a cena mais grotesca que já presenciei em todos esses anos no ramo”, referindo-se à gravação da série. Para jogar ainda mais lenha na fogueira, o criador da série, Eric Kripke, respondeu ao tuite dizendo: “Sabe a melhor parte disso? Estou genuinamente me perguntando ‘qual delas?'” Ou seja, a vindoura 4ª temporada deverá exibir diversas cenas pesadas que podem ser definidas como “grotescas”. Os próximos capítulos devem se concentrar na influência do Capitão Pátria (Anthony Starr) sobre seu filho Ryan, interpretado por Cameron Crovetti. O jovem ator foi promovido ao elenco fixo da série nos novos episódios, após sua participação impactante no final da temporada passada. A 4ª temporada “The Boys” está atualmente sendo rodada e ainda não tem previsão de estreia. As temporadas anteriores estão disponíveis na plataforma de streaming Amazon Prime Video. You know the best part of this? I’m genuinely asking myself “which one?” #TheBoys #TheBoystv @TheBoysTV https://t.co/PoKXJyMTVb — Eric Kripke (@therealKripke) January 13, 2023 Why does everyone think that penis scene was so gross? It’s just nature baby. #TheBoystv — Stephan Fleet (@stephanfleet) January 14, 2023
Pandemia mostrada em “The Last of Us” pode acontecer, diz criador da série
A aguardada série apocalíptica “The Last of Us”, baseada em uma famosa franquia de games, estreou nesse domingo (15/1), na HBO, já dando o que falar. Muita gente ficou curiosa sobre a pandemia mostrada na atração, especialmente após a abertura trazer um debate sobre como ela poderia acontecer na realidade. O primeiro episódio começa mostrando um talk show da década de 1960. Nele, um epidemiologista (John Hannah, de “A Múmia”) fala sobre a ameaça iminente de fungos e explica que certos fungos podem infectar e controlar seus hospedeiros animais. Ele pondera que o seres humanos poderiam ser os próximos a serem controlados, caso esses esporos evoluíssem e sobrevivessem em um clima mais quente, sugerindo que isso pudesse acontecer caso o planeta sofresse mudanças climáticas. “Se o mundo ficar um pouco mais quente, então há razão para evoluir”, disse o epidemiologista. “Candida, cravagem do centeio, Cordyceps, Aspergilose – qualquer um deles poderia ser capaz de penetrar em nossos cérebros e assumir o controle não de milhões de nós, mas de bilhões. Bilhões de marionetes com mentes venenosas… e não há tratamento para isso, nem prevenção. Esses tratamentos não existem, e nem mesmo é possível criá-los.” Segundo o criador e showrunner da série Craig Mazin, o que é dito pelo personagem é embasado pela ciência. “É real – é real na medida em que tudo o que ele diz que os fungos fazem, eles fazem”, disse Mazin ao site The Hollywood Reporter. “Eles fazem isso e têm feito isso desde sempre. Existem alguns documentários notáveis que você pode assistir que são bastante assustadores.” “Agora, o aviso: e se eles evoluírem e entrarem em nós? De um ponto de vista puramente científico, eles fariam conosco exatamente o que fazem com as formigas? Eu acho que não. Eu duvido. Por outro lado, ele está certo – o LSD e a psilocibina vêm de fungos. O que eu disse a John foi: ‘O que estamos fazendo nesta cena é dizendo às pessoas que isso sempre esteve aqui’”. O fungo retratado na série é o Cordyceps, do filo Ascomycota, que é um endoparasita de artrópodes, como formigas. Ele usa seus esporos para infectar a vítima, mantendo-a viva por um tempo enquanto se desenvolve dentro do corpo dela e consome suas estruturas musculares. A formiga infectada mantém suas atividades por cerca de duas semanas, até o fungo atingir o sistema nervoso central. A partir desse momento, o hospedeiro passa a se comportar de forma estranha e, depois de um tempo, morre. E novos esporos – formados no corpo da formiga morta – são liberados no ambiente, infectando outras formigas. Ou seja, a lógica da série é real e o mundo está aquecendo, mas, por enquanto, não existem casos confirmados de infecção em humanos. Porém, o que move “The Last of Us” é a ideia de uma ameaça iminente. Falando sobre isso, Mazin fez uma relação com a série “Chernobyl” (2019), que ele também criou. “O que foi tão assustador para mim foi que [a usina nuclear de Chernobyl] explodiu naquela noite, mas poderia ter explodido uma semana antes ou um mês antes”, disse ele. “O que significa que, agora, também há algo [fungos] que está apenas esperando para explodir – e você simplesmente não sabe sobre isso. E é perturbador dizer às pessoas: ‘Sabíamos disso, já existia, agora vamos mostrar a noite em que finalmente aconteceu’. Não de repente, mas finalmente”. A história de “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que a pandemia de fungos destrói quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). A adaptação ficou a cargo de Mazin e do próprio criador do game, Neil Druckmann, que juntou em sua equipe um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Assista abaixo ao trailer da série.
Reginald the Vampire: Série do ator de “Homem-Aranha” terá 2ª temporada
O canal pago americano SyFy anunciou a renovação da comédia de terror “Reginald the Vampire” para sua 2ª temporada. Ainda inédita no Brasil, a série é estrelada pelo ator havaiano Jacob Batalon, revelado como o parceiro adorável de Peter Parker nos novos filmes do Homem-Aranha. Ele vive o papel principal, o gorducho Reginald Baskin, que ao ser transformado numa criatura das trevas, mergulha num mundo de vampiros lindos, perfeitos e vaidosos, tendo que navegar por todo tipo de obstáculo – incluindo um chefão vampiro que o quer morto. O personagem surgiu em 2012 na franquia literária “Fat Vampire”, de Johnny B. Truant, e já rendeu seis livros, além de uma trilogia derivada. A adaptação é assinada por Harley Peyton (roteirista de “Twin Peaks” e “Chucky”), responsável pelo roteiro, produção e trabalho de showrunner na série. “A única coisa melhor do que ter a oportunidade de fazer uma temporada de televisão com o Syfy é ter a oportunidade de fazer isso novamente”, disse Peyton em um comunicado. “Todos nós – elenco e equipe, escritores, produtores e mais – mal podemos esperar.” O anúncio foi acompanhado por um teaser, que pode ser conferido abaixo. We can’t wait to sink our teeth into #ReginaldTheVampire SEASON 2! pic.twitter.com/gNi6XGpfMR — SYFY (@SYFY) January 15, 2023
“Chucky” é renovada para 3ª temporada
O canal pago americano SyFy renovou “Chucky” para seu terceiro ano de produção. “O elenco e a equipe de ‘Chucky’ gostariam de agradecer aos fãs e críticos por sua resposta esmagadora à 2ª temporada, que temos o prazer de anunciar ter estimulado o sinal verde oficial para a 3ª temporada”, disse o criador da atração, Don Mancini em um comunicado. “Essa notícia deixou Chucky muito feliz. Graças por isso, porque, caso contrário, seria francamente impossível de lidar com ele”. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Mancini, que também é o criador do personagem. Ele escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Continuação direta dos filmes, a série destaca em seu elenco Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”, e recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Star+. O anúncio foi acompanhado por um teaser, que pode ser conferido abaixo. i'm baaaaack 😈 now u dipshits can get tf out of my mentions #ChuckySeason3 pic.twitter.com/IhTtPB2BjN — Chucky (@ChuckyIsReal) January 15, 2023












