Rodrigo Santoro será o vilão da última temporada de “Bom Dia, Verônica”
Rodrigo Santoro será o vilão na 3ª e última temporada de “Bom Dia, Verônica”, série de suspense nacional da Netflix. O ator brasileiro, que fez sucesso em Hollywood, já voltou ao Brasil para as gravações da atração, em que interpretará Doúm, chefão de um grande esquema de abuso sexual e tráfico internacional. A história da última temporada servirá para resolver os mistérios deixados ao longo da série, que estreou na Netflix em outubro de 2020. Agora, a personagem Verônica, interpretada por Tainá Müller, fará de tudo para descobrir a verdadeira identidade de Doúm, após acreditar ser Matias (Reynaldo Gianecchini). No último capítulo da 2ª temporada, foi revelado que o vilão era outra pessoa. Uma cena mostra um homem se apresentando com o nome de Doúm, indicando haver alguém acima de Matias na organização criminosa. Com a ajuda de Ângela (Klara Castanho), filha de Matias, Verônica deve enfrentar o chefe do esquema de uma vez por todas. Além de Santoro, a atriz Maitê Proença também foi adicionada no elenco dos últimos episódios. Outros personagens que passaram pela trama nas temporadas anteriores também voltam, como Victor Prata (Adriano Garib), Glória (Ester Dias), Carol (Liza Del Dala), Lila (Alice Valverde), Paulo (César Mello), Rafael (DJ Amorim) e Lima (Johnnas Oliva). A última temporada terá apenas três episódios para concluir a trama. As gravações já estão acontecendo no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas ainda não há previsão de estreia para a nova leva de episódios. Confira abaixo o vídeo divulgado pela Netflix com a chegada de Santoro – e Maitê Proença – ao elenco.
Final de “Stranger Things” tem gravações adiadas pela greve dos roteiristas dos EUA
A greve dos roteiristas dos EUA provocou o adiamento da produção da 5ª temporada de “Stranger Things”. Os criadores da série, os irmãos Ross e Matt Duffer, anunciaram que não há mais data prevista para começar as gravações dos novos episódios. Por meio do perfil oficial da sala de roteiristas da série, os Duffer afirmaram que continuarão desenvolvendo a produção, mas que não poderão iniciar os trabalhos no set enquanto o Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) e os estúdios não chegarem a um acordo. Eles finalizaram a mensagem com a hashtag “WGA Strong”, demonstrando apoio ao sindicato. “Embora estejamos ansiosos para iniciar a produção com nosso incrível elenco e equipe, isso não será possível durante esta greve. Esperamos que um acordo justo seja alcançado em breve para que todos possamos voltar ao trabalho. Até então – câmbio e desligo”, eles escreveram. No final do ano passado, os irmãos disseram que poucas pessoas sabem como a série vai terminar, mas eles apresentaram a ideia da temporada final para a Netflix, numa reunião que durou duas horas. “Conseguimos que nossos executivos chorassem, o que achei que era um bom sinal”, disse Matt Duffer num evento em Los Angeles. “As únicas outras vezes que os vi chorar foram em reuniões de orçamento”, completou ele, e a multidão riu. A 5ª temporada será a última do seriado, e as gravações estavam marcadas para começar em junho. Ainda não há previsão de estreia. Duffers here. Writing does not stop when filming begins. While we’re excited to start production with our amazing cast and crew, it is not possible during this strike. We hope a fair deal is reached soon so we can all get back to work. Until then — over and out. #wgastrong — stranger writers (@strangerwriters) May 6, 2023
As 10 melhores séries lançadas em abril
A quantidade de séries novas não para de crescer. E é cada vez mais provável que várias atrações de primeira linha possam estar sendo ignoradas por seu público em potencial, simplesmente pelo excesso de oferta. Afinal, mesmo o fã mais dedicado é incapaz de acompanhar todos os títulos lançados semanalmente nas diversas plataformas de streamings. É pensando nisso que todo mês reforçamos o que de melhor foi disponibilizado no período anterior. Agora é a vez do Top 10 de abril. Já teve tempo de conferir todos esses destaques? | TRETA | NETFLIX A comédia de humor ácido gira em torno de uma discussão no trânsito, que toma proporções gigantescas e leva os protagonistas a reavaliarem suas vidas inteiras. Em sua volta às séries, após sua inesquecível saída de “The Walking Dead” em 2016, Steven Yeun vive um empreiteiro que inicia um bate-boca com a empreendedora Amy Lau (Ali Wong, de “Meu Eterno Talvez”) num estacionamento. Mas o que parece um problema corriqueiro cresce de proporção conforme eles aproveitam o incidente para descarregar todas as suas frustrações, sem pensar nas consequências dos seus atos. Criada por Lee Sung-Jin (roteirista de “Duas Garotas em Apuros”), a série caiu nas graças dos críticos por seu absurdo crescente de maldades e performances diabólicas dos protagonistas, atingindo 98% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes. A produção é do estúdio indie A24 e conta com a direção de Jake Schreier (“Vingança Sabor Cereja”) e Hikari (“37 Segundos”). | BARRY 4 | HBO MAX A série criada e estrelada por Bill Hader (“It – Capítulo Dois”) acompanha um assassino de aluguel desiludido (Hader) que, durante um “serviço” em Los Angeles, depara-se com uma comunidade de teatro amador e começa a crer que sua verdadeira vocação é ser ator. O problema é que o passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida. Assim, o que começou como uma comédia macabra chega ao fim em sua 4ª e última temporada quase completamente desprovida de alegria, mas não menos genial por conta disso – como demonstra os 99% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os últimos capítulos mostram o personagem-título na cadeia, arrependido dos seus atos, enquanto Gene Cousineau (Henry Winkler) é aclamado como um herói, devido à prisão de Barry. Porém, aos poucos, o clima muda, e o sentimento de arrependimento do protagonista dá lugar à raiva e vingança, enquanto planeja formas de ir à forra. | A MARAVILHOSA SRA. MAISEL 5 | AMAZON PRIME VIDEO Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, “Maravilhosa Sra. Maisel” também chega ao fim em sua 5ª temporada, concluindo a história da dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Os capítulos finais vão encontrar Midge Maisel já nos anos 1960, durante a era de ouro dos programas televisivos de variedades. Essa jornada começa com sua agente, Susie (Alex Borstein), tentando conseguir um emprego para ela como redatora de um late show apresentado por uma variação de Johnny Carson. As interações de Midge numa produção dominada por homens introduzem um bom gancho para a nova temporada, que tem a inevitável missão de responder se ela finalmente consegue se firmar como uma comediante profissional. Antes do estouro da atração, a criadora da série, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelada por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecida com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. “Maravilhosa Sra. Maisel” também é coproduzida e coescrita por Daniel Palladino, marido de Amy. | GÊMEAS: MÓRBIDA SEMELHANÇA | AMAZON PRIME VIDEO A série baseada no cultuado terror de 1987 do diretor David Cronenberg destaca a atriz Rachel Weisz (“A Favorita”) em papel duplo, fazendo sua primeira grande incursão no terreno dos seriados. No filme, Jeremy Irons (“Watchmen”) vivia dois ginecologistas gêmeos que se aproveitavam ao máximo do fato de que ninguém conseguia diferenciá-los, até que esse relacionamento começa a se deteriorar por causa de uma mulher (Geneviève Bujold). Na versão da série é Weisz que vive duas ginecologistas gêmeas, obcecadas com pesquisas para mudar a maneira como as mulheres nascem, o que inclui experiências clandestinas. Elas compartilham de tudo: drogas, amantes e um desejo sem remorso de fazer o que for preciso, incluindo ultrapassar os limites da ética médica para desafiar práticas antiquadas. Até que uma delas se apaixona por outra mulher, provocando ciúmes doentios na irmã. Embora se espelhe no original, a atração assume um tom diferente para explorar temas que o filme não abordou, como a saúde da mulher e os problemas que enfrenta, incluindo o subfinanciamento. Mas o grande destaque é mesmo a performance de Weisz, que é fã do filme de Cronenberg e foi quem teve a ideia da série. A adaptação ficou a cargo de Alice Birch, roteirista principal da aclamada série “Normal People”. E vale apontar uma coincidência: filme e série tiverem desempenhos gêmeos no Rotten Tomatoes, ambos conquistando 84% de aprovação da crítica norte-americana. | SWEET TOOTH 2 | NETFLIX Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus (Christian Convery), um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Na 2ª temporada, Gus inicia uma jornada sombria em busca de suas origens e do papel de sua “mãe” Birdie (Amy Seimetz) nos eventos que levaram ao Grande Esfacelamento, enquanto tenta escapar do General Abbot (Neil Sandilands) e do exército dos Últimos Homens. No momento que uma nova onda do Flagelo avança, Gus inicia uma revolta com outras crianças híbridas. Criada pelo cineasta Jim Mickle (“Somos o que Somos”) e pela produtora-roteirista Beth Schwartz (“Arrow”), a série (já renovada para a 3ª temporada) ainda tem no elenco Nonso Anozie (“Cinderela”), Adeel Akhtar (“Enola Holmes”), Stefania LaVie Owen (“Não Me Diga Adeus”), Dania Ramirez (“Heróis”) e Aliza Vellani (“Missão Presente de Natal”). A produção é de ninguém menos que o ator Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) e sua esposa Susan Downey (“Sherlock Holmes”). | MARINHEIRO DE GUERRA | NETFLIX A minissérie norueguesa é um drama épico de sobrevivência, passado durante a 2º Guerra Mundial, e tem uma proveniência incomum. Seus três episódios são, na verdade, uma versão reeditada do filme homônimo do diretor Gunnar Vikene (“Okkupert”), que chegou aos cinemas em 2022 com 150 minutos de duração e um orçamento de US$ 11 milhões, o mais caro de um filme da Noruega. O longa, que agora é série, também foi o candidato da Noruega a uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar passado. A produção é baseada na história real de marinheiros civis forçados a lutar na guerra por ordem do governo norueguês. Os protagonistas são amigos de infância que trabalham num navio mercante no meio do Oceano Atlântico quando a 2ª Guerra Mundial começa. Mesmo sem armas ou treinamento, a tripulação do barco é forçada a navegar até a linha de frente do combate, virando alvo de navios de guerra e submarinos alemães. Com poucas chances de vencer, os marinheiros têm um único objetivo: sobreviver para voltar para casa. | TRANSATLANTIC | NETFLIX A nova obra de Anna Winger, criadora de “Nada Ortodoxa”, é uma aventura de época baseada na história real do Comitê de Resgate de Emergência da França. Em 1940, o ex-jornalista Varian Fry (Cory Michael Smith, de “Gotham”) foi enviado a Marselha, na França ocupada pela Alemanha, para ajudar centenas de artistas e intelectuais judeus e de esquerda que tentavam escapar do terror nazista. Com o apoio da herdeira americana Mary Jayne Gold (Gillian Jacobs, de “Community”), cujo dinheiro ajudou a financiar a operação, ele e ex-refugiados ajudaram mais de 2 mil pessoas a sair de França pelo porto de Marselha, entre eles alguns dos mais aclamados artistas e pensadores da Europa, como Hannah Arendt, Marc Chagall e Marcel Duchamp. Mas apesar de se inspirar em uma incrível história real e num best-seller de Julie Orringer, a série também é influenciada pelos melodramas cinematográficos do período, principalmente “Casablanca” (1942), para assumir um estilo de produção da Hollywood clássica. | A DIPLOMATA | NETFLIX A nova série de intriga internacional traz Keri Russell (“The Americans”) como uma embaixadora dos Estados Unidos enviada para Londres em meio a uma crise mundial. Enquanto tenta impedir uma nova guerra no Oriente Médio, ela também precisa lidar com os problemas de sua vida pessoal, já que seu marido, que a acompanha na viagem, é um ex-embaixador que não lida bem com o fato de ficar de lado das decisões políticas. Criada por Debora Cahn, produtora-roteirista de “Grey’s Anatomy” e “Homeland”, a série se tornou um novo fenômeno de audiência da Netflix, liderando a lista das séries mais vistas do streaming por duas semanas consecutivas desde seu lançamento. O elenco também inclui Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”), David Gyasi (“Carnival Row”), Michael McKean (“Better Call Saul”) e Celia Imrie (“Um Plano Brilhante”). | CITADEL | AMAZON PRIME VIDEO O thriller de espionagem dirigido por Anthony e Joe Russo (de “Vingadores: Ultimato”) é uma combinação de “A Identidade Bourne” com “Missão: Impossível”, incrementada por muitas cenas de ação explosiva, mas também todos os clichês do gênero. Na trama, o espião vivido por Richard Madden (“Eternos”) tenta convencer Priyanka Chopra Jonas (“Matrix Resurrections”) de que ela também é uma agente secreta, mas ambos tiveram as memórias apagadas. Os dois são ex-agentes da tal Citadel do título, uma agência global independente e encarregada de manter a segurança do mundo. Porém, há oito anos ela foi destruída por agentes da Manticore, um sindicato poderoso que manipula acontecimentos agindo nas sombras. Com a queda da Citadel, os agentes de elite Mason Kane (Madden) e Nadia Sinh (Chopra Jonas) tiveram suas memórias apagadas enquanto tentavam escapar. Tudo muda quando Mason é encontrado por seu ex-colega da Citadel, Bernard Orlick (Stanley Tucci, de “Jogos Vorazes”), que precisa da sua ajuda para evitar que a Manticore estabeleça uma nova ordem mundial. Mason procura sua ex-parceira, Nadia, e os dois espiões embarcam em uma missão que os leva ao redor do mundo na tentativa de deter a ameaça. Criada por Josh Appelbaum e André Nemec (de “Missão: Impossível, Protocolo Fantasma”), a série é uma das a href=”https://pipocamoderna.com.br/2022/09/nova-serie-dos-diretores-de-vingadores-ultimato-vira-uma-das-mais-caras-da-historia/”>mais caras da história, e seu elenco também destaca Lesley Manville (“Trama Fantasma”), Osy Ikhile (“The Feed”), Ashleigh Cummings (“NOS4A2”), Roland Møller (“Céu Vermelho-Sangue”) e Caoilinn Springall (“O Céu da Meia-Noite”). | GOTHAM KNIGHTS | HBO MAX Baseada em personagens da DC Comics, a série tem uma premissa inédita nos quadrinhos, ao se passar em Gotham City após a morte de Batman. A produção toma enormes liberdades com o universo DC, misturando cronologias extremamente distantes, como a participação de Harvey Dent como um promotor bonzinho, que ainda não virou o vilão Duas-Caras, e Carrie Kelley (a Robin criada por Frank Miller no futuro distópico de “O Cavaleiro das Trevas”) como a atual Robin – que agora é uma adolescente negra em vez de ruiva. Além disso, a produção é protagonizada por um personagem exclusivo da série: Turner Hayes, filho adotivo de Bruce Wayne/Batman. A crítica achou muito ruim. E os nerds odiaram até a hipótese de a produção existir. Só que a trama é bem escrita, com um mistério criminal envolvente. A história segue o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne, que se vê forçado a forjar uma aliança improvável com vilões...
Shemar Moore grava vídeo inconformado: “Cancelar ‘S.W.A.T.’ é um erro do c*r*lho”
Após a rede de TV americana CBS anunciar o cancelamento de “S.W.A.T.”, o protagonista da série, Shemar Moore, compartilhou um vídeo no Instagram expressando sua decepção com a forma como a decisão foi tomada. A emissora revelou na noite de sexta-feira (5/5) que a série estrelada por Moore, na pele do sargento Daniel “Hondo” Harrelson desde o lançamento em 2017, acabará ao fim de sua 6ª temporada em 19 de maio. Reboot da série homônima dos anos 1970, “S.W.A.T.” era um dos maiores sucessos da CBS e, inclusive, aumentou sua audiência na atual temporada, com uma média de 6,82 milhões de espectadores por episódio. “Não faz sentido”, desabafou Moore sobre o cancelamento neste sábado (6/5). “Não fizemos nada de errado. Fizemos tudo o que foi pedido”. Moore elogiou a audiência da série nos últimos dois anos e enfatizou seu bom desempenho nas noites de sexta-feira – geralmente menos assistidas. Ele também enfatizou o fato de que era o único protagonista preto na televisão aberta dos EUA, chegando a apontar que Chris O’Donnell, e não LL Cool J, liderava o elenco de “NCIS: Los Angeles” – que também acaba neste mês na CBS. “‘S.W.A.T.’ é a série mais diversa da CBS”, disse Moore. “A CBS, quando eu fui contratado para ser Hondo em ‘S.W.A.T.’, estava recebendo muitas críticas por falta de diversidade. Por postar isso, acho que vou ter muitos problemas com a CBS. Eles foram maravilhosos comigo por 26 anos da minha carreira de 29 anos. Mas, de repente, ser informado de que você foi cancelado, quando eles nos fizeram acreditar na semana passada – e na semana anterior, e na semana anterior a isso – que teríamos alguma versão de 7ª temporada para pelo menos dizer adeus… E de repente ser informado, ‘Acabou pra você’.” A manifestar seu desagrado com a decisão, Moore afirmou que havia “muita política envolvida” e mencionou as taxas de licenciamento do projeto, que é uma co-produção da Sony Pictures TV e CBS Studios. De acordo com Moore, ele não estava compartilhando seus pensamentos para benefício pessoal, mas por preocupação com todos os outros que trabalharam na série. Ele deixou claro que espera que os responsáveis percebam que um erro foi cometido e que a série possa continuar. “Eu ficarei bem, mas estou chateado porque trabalhei muito para provar que podia fazer isso, e provei que podia”, disse ele. “Eu entendo que não é pessoal – é negócios – mas ainda tenho fé que ‘S.W.A.T.’ viverá para ver outro dia. Então estou pedindo para meus amigos, meus fãs e minhas baby girls, e para o resto do mundo que me segue ou segue a série e o elenco: Façam barulho. E deixem eles saber que cancelar ‘S.W.A.T.’ é um erro do c*r*lho.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Shemar Moore (@shemarfmoore)
Após desistências, MTV Movie & TV Awards não será mais ao vivo
O MTV Movie & TV Awards 2023 não será mais transmitido ao vivo. Em vez disso, a emissora exibirá uma cerimônia pré-gravada que vai ao ar às 20h deste domingo (7/5). Bruce Gillmer, produtor executivo do MTV Movie & TV Awards, divulgou um comunicado nesta sexta-feira (5/5) sobre a decisão. “Ao navegarmos cuidadosamente a melhor forma de entregar o primeiro show de premiação dos fãs, que imaginamos que nossa equipe trabalhou tanto para criar, decidimos nos afastar de um evento ao vivo, e ainda produzir uma noite memorável cheia de sneak peeks exclusivos, categorias irreverentes que nosso público espera e inúmeros momentos que irão surpreender e encantar, enquanto honramos o melhor do cinema e da TV no ano passado.” A mudança de planos da MTV para a cerimônia ocorre depois que o Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) revelou na sexta-feira que planejava fazer um piquete na premiação. Os roteiristas estão em greve em Los Angeles e Nova York desde o dia 2 de maio, depois que as negociações com estúdios e streamers fracassaram na noite anterior. Inicialmente, a cerimônia ocorreria no Barker Hangar em Santa Monica, com apresentação da atriz Drew Barrymore (“Como se Fosse a Primeira Vez”) e outras celebridades. Mas Barrymore anunciou sua desistência na quinta-feira (4/5), em apoio à greve dos roteiristas. Com isso, o evento será realizado sem nenhum apresentador. A edição deste ano também enfrenta desafios com a ausência de vários artistas, que também se solidarizaram com os grevistas. A lista de convidados incluía artistas como Jamie Lee Curtis (“Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”), o comediante Dave “Lil Dicky” Burd (“Dave”), Halle Bailey (“A Pequena Sereia”), Riley Keough (“Daisy Jones And The Six”), Sarah Michelle Gellar (“Wolf Pack”), Anthony Ramos (“Blindspotting”), Stephanie Hsu (“Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”) e Tiffany Haddish (“Depois da Festa”). Além deles, Jennifer Coolidge (“The White Lotus”) estava programada para receber o Prêmio de Gênio da Comédia. A MTV teria reformulada a cerimônia para realizá-la sem apresentadores e roteiristas, usando como base cenas dos filmes e séries, e participações de convidados e premiados em vídeo. A emissora cancelou, ainda, o tapete vermelho, que costuma ocorrer antes das cerimônias. A premiação será exibida no Brasil pelo canal pago MTV e pela plataforma Pluto, de streaming gratuito.
“Call Me Kat” é cancelada após três temporadas
A rede de TV americana Fox anunciou o cancelamento de mais uma produção, a sitcom “Call Me Kat”, após três temporadas. Estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory”), a série era baseada na comédia britânica “Miranda” (2009), da BBC. A história segue uma mulher que deixa seu emprego para abrir um café para gatos. O cancelamento foi anunciado um dia após o episódio final da 3ª temporada ir ao ar no canal da BBC. Há a possibilidade de outra emissora salvar o título e dar continuidade a trama, mas até o momento nenhuma candidata se pronunciou. A série acompanha outros cancelamentos recentes da Fox, como “The Resident” (2018) e “9-1-1” (2018). “9-1-1” acabou salva pela rede ABC, que garantiu a produção de sua 7ª temporada em seu canal, mas “The Resident” foi encerrada definitivamente. “Call Me Kat” sofreu com quedas drásticas de audiência na temporada. Os últimos episódios lançados marcaram uma média de 2,23 milhões de espectadores, num recuo de 24% em relação às temporadas anteriores. O elenco da série também incluía Swoosie Kurtz, Kyla Pratt, Julian Gant, Cheyenne Jackson e o falecido ator Leslie Jordan, que participou da produção até sua morte, em outubro de 2022, aparecendo até metade da 3ª temporada. Os produtores-roteiristas Jim Patterson (“Dois Homens e Meio”) e Maria Ferrari (“Jovem Sheldon”) atuaram como showrunners na 3ª temporada e assinaram a produção ao lado de Bialik. No Brasil, “Call Me Kat” foi disponibilizada pela HBO Max.
Ator de “Pacificador” entra na 2ª temporada de “Reacher”
O ator Robert Patrick (“Pacificador”) entrou no elenco da 2ª temporada da série “Reacher”, uma das mais vistas da Amazon Prime Video. Ele terá um papel importante na trama, interpretando Shane Langston. Na obra, Langston é um ex-detetive da polícia de Nova York de histórico questionável, que se torna chefe de segurança em uma empresa de defesa privada. O papel seria originalmente interpretado por Rory Cochrane (“CSI: Miami”). Ele havia sido escalado para o papel em setembro, mas saiu da produção no final do ano devido a conflitos de agenda. De acordo com o portal Deadline, o ator ainda não havia gravado nenhuma cena, o que significa que a mudança não prejudicou as gravações, que se encerraram no final de fevereiro. A série é uma criação do escritor e showrunner Nick Santora (“Prison Break”) e se baseia nos romances do escritor Lee Child. A trama gira em torno de Jack Reacher, interpretado por Alan Ritchson (“Titãs”), um ex-militar que acaba de ingressar na vida civil e se vê envolvido, muitas vezes por acaso, na investigação de vários crimes. A 2ª temporada, baseada no 11º livro da série best-seller de Child, “Bad Luck and Trouble”, começa quando os membros da antiga unidade militar de Reacher começam a aparecer mortos. Com isso, Reacher decide se vingar. O elenco da série também inclui Serinda Swan (“Inumanos”) e Ferdinand Kingsley (“Drácula: A História Nunca Contada”). O elenco da segunda temporada também inclui Maria Sten (“Monstro do Pântano”) e Shaun Sipos (“Sandman: Pesadelo Real”). Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.
Ator de “Mindhunter” entra para o elenco de “Doctor Who”
O ator Jonatham Groff, que participou das séries “Glee” e “Mindhunter”, entrou para o elenco da nova temporada de “Doctor Who”. Embora não haja indicação sobre qual será exatamente o papel de Groff, “ele está a caminho de embarcar na Tardis em um papel de convidado misterioso e divertido”, disse a BBB em um comunicado. “Estou muito animado para entrar na mente extraordinária de Russell T. Davies e assistir ao incrível Ncuti Gatwa voar nesse papel icônico”, acrescentou o ator, indicando que sua participação será ao lado do astro de “Sex Education”. Ncuti Gatwa assumirá o papel de protagonista após uma rápida fase intermediária com David Tennant de volta à Tardis. O astro interpretou o Doutor de 2005 a 2008, mas sua passagem marcou tanto que, desde então, segue fazendo algumas participações especiais na produção. Desta vez, sua aparição vai coincidir com o aniversário de 60 anos da encarnação original da série, lançada em 1963. Já o primeiro episódio de Gatwa como o 15º Doutor deverá ser exibido no final do ano. O showrunner Russell T. Davies, que também retorna à série após ser responsável pelo relançamento da franquia em 2005, comentou a participação de Groff. “Isso é uma conquista incrível e uma grande honra para nós ter uma estrela tão importante no nosso set. Então coloquem suas botas espaciais, isso vai ser incrível”. A 14ª temporada de “Doctor Who” será exibida pela BBC no Reino Unido e Irlanda, e na Disney+ em todos os demais países.
Kevin Costner faz “Yellowstone” acabar na 5ª temporada
A Paramount anunciou que “Yellowstone”, série mais vista da TV paga dos EUA, vai acabar na 5ª e atual temporada. O fim será seguido por uma sequência – ainda sem título, que tem previsão de estreia em dezembro. Nenhum elenco foi anunciado para a nova série, mas Matthew McConaughey (“Magnatas do Crime”) estava em negociações para o projeto. Ele deve ser acompanhado por alguns membros do elenco original de “Yellowstone”. O fim de “Yellowstone”, criada por Taylor Sheridan, ocorreu depois de diversos atritos entre os produtores e o astro Kevin Costner, protagonista da atração. Segundo fontes do Deadline, não está claro se Costner voltará para os episódios finais, que devem começar a ser gravados em agosto. Fontes envolvidas na produção de Yellowstone revelaram ao site que o astro originalmente limitou sua participação na série a 65 dias de gravações por temporada, mas queria rodar apenas 50 dias na temporada atual e exigiu que sua participação na Parte 2 fosse gravada em apenas uma semana. A polêmica causou mal-estar nos bastidores da atração, envolvendo desde Sheridan até nomes do elenco como Luke Grimes (Kayce), Kelly Reilly (Beth), Wes Bentley (Jamie) e Cole Hauser (Rip). Segundo revelou o programa “Entertainment Tonight” na quinta (5/5), Costner já tinha definido que não voltaria para “Yellowstone” após a 5ª temporada, mas a situação pode ser ainda mais complicada. Por conta disso, a greve dos roteiristas dos EUA criou uma situação difícil para a produção. Se Costner não voltar, Taylor Sheridan não poderá reescrever os roteiros, que já estão prontos, até que o Sindicato dos Roteiristas fechem um acordo com os estúdios. O final abrupto também é um golpe contra a Paramount, que passou a liderar a audiência da TV paga e transformou “Yellowstone” numa fábrica de derivados. Para se ter noção, o último capítulo da 4ª temporada teve 13 milhões de espectadores nos Estados Unidos, uma diferença brutal para os 9,3 milhões que assistiram ao final de “A Casa do Dragão” na HBO americana. Os episódios derradeiros serão exibidos a partir de novembro, com o spin-off fazendo sua estreia no mês seguinte – para deixar claro que se trata de uma continuidade. Entretanto, não está claro se todos os roteiros restantes de “Yellowstone” foram concluídos e se Sheridan escreveu roteiros para a atração derivada. A greve dos roteiristas dos EUA pode impactar nas datas de estreia, que estão sujeitas a alterações. Também não foi revelado se a extensão da franquia será ambientada na fazenda Dutton, em Montana ou em outro lugar, nem quais dos astros originais de “Yellowstone” aparecerão na série derivada. Chris McCarthy, Presidente e CEO da Showtime/MTV Entertainment Studios, do conglomerado Paramount Global, pronunciou-se em comunicado sobre a decisão de continuar a série numa atração derivada. “‘Yellowstone’ tem sido a pedra angular sobre a qual lançamos todo um universo de sucessos globais – de ‘1883’ a ‘Tulsa King’ – e estou confiante de que nossa sequência de ‘Yellowstone’ será outro grande sucesso, graças à brilhante mente criativa de Taylor Sheridan e nossos incríveis elencos que dão vida a esses shows”, disse “A história de Dutton continua, pegando onde ‘Yellowstone’ termina em outro conto épico. Estamos emocionados em trazer essa nova jornada para o público ao redor do mundo”, acrescentou David Glasser, CEO da 101 Studios, responsável pela realização dos episódios. A sequência, que será o primeiro derivado do universo de “Yellowstone” a carregar o nome da série original, será exibida no canal pago americano Paramount Network e na plataforma de streaming Paramount+. No Brasil, todos os episódios da série original estão disponíveis na Paramount+.
Netflix cancela “Rebelde” após duas temporadas
O ator Sergio Mayer Mori informou que a produção do reboot de “Rebelde” foi cancelada pela Netflix. Ele fez a revelação numa entrevista ao jornal mexicano Hola. Segundo Mori, o elenco foi pego de surpresa com a decisão da plataforma, que decidiu não continuar com o reboot sem dar explicações. “Foi a Netflix [que resolveu acabar]. Os produtores falaram pra gente: ‘Obrigado por tudo, galera. [Mas] a 3ª temporada não vai acontecer’. Por que não faço ideia, (…) definitivamente não foi minha decisão”, contou ele. Na entrevista, o ator confirmou que gostaria de continuar dando vida a Esteban Torres, o aluno bolsista da EWS (Elite Way School) que descobre ser filho do milionário Marcelo Colucci (Leonardo de Lozanne). “Seria uma honra para mim poder fazer a 3ª, 4ª e 5ª temporadas. Mas elas não serão mais feitas”, lamentou. A série atualizava o universo da novela mexicana homônima de 2004 com uma trama típica de mistério teen, à moda de “Pretty Little Liars”, e competições musicais que viraram moda depois de “Glee”. Na continuação, os estudantes da Elite Way viram “pop stars de dia e justiceiros na noite”, enquanto disputam um concurso musical do colégio com sua banda e tentam descobrir quem está por trás de trotes violentos e atentados na escola. O elenco destacava a brasileira Giovanna Grigio (“As Five”), o argentino Franco Masini (“Riviera”), o colombiano Jeronimo Cantillo (“Verdade Oculta”) e diversos astros jovens mexicanos, como o cantor Sergio Mayer Mori, Azul Guaita (“Sobe na Minha Moto”), Alejandro Puente (“El Club”) e as estreantes Andrea Chaparro e Lizeth Selene – que, além de atuar, também cantavam músicas originais e releituras de “clássicos” do grupo RBD. Até o momento, a Netflix não confirmou a decisão. Mas vale lembrar: a plataforma nunca anuncia cancelamentos, só renovações. Quem dá as más notícias são sempre os envolvidos na produção.
“Silo” e “Rainha Charlotte” chegam ao streaming. Confira as séries novas da semana
A disputa das plataformas de streamings pela atenção do público oferece uma programação de séries bastante variada nesta semana. Entre as estreias estão uma superprodução sci-fi distópica, um spin-off de “Bridgerton”, um drama sobre Anne Frank, uma nova versão de “Atração Fatal” e a melhor série animada do universo “Star Wars”. Confira abaixo as 10 principais novidades para maratonar ou começar a acompanhar no fim de semana. | SILO | APPLE TV+ A nova sci-fi estrelada pela sueca Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) é baseada na trilogia distópica “Wool”, do escritor Hugh Howey, que já foi chamada de “novo ‘Jogos Vorazes'”. A adaptação do livro (lançado no Brasil com o título de “Silo”) está em desenvolvimento desde 2012. Um ano após seu lançamento, a 20th Century Fox adquiriu os direitos da obra para realizar um filme, que deveria ser dirigido ou produzido por Ridley Scott (“Perdido em Marte”). Entretanto, o projeto nunca saiu do papel e o canal pago americano AMC entrou em cena para desenvolver uma série baseada na obra, antes de mudar de ideia e virar apenas produtor da adaptação, numa negociação com a Apple. A trama se passa em um futuro arruinado e tóxico, e acompanha uma comunidade abrigada em um gigantesco silo subterrâneo com centenas de metros de profundidade. Lá, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentos que eles acreditam ter o objetivo de protegê-los. Ferguson interpreta Juliette, uma engenheira independente e trabalhadora do Silo que começa a questionar a situação e a ideia de que a superfície se encontra devastada. O elenco grandioso também conta com David Oyelowo (“Mundo em Caos”), Iain Glen (“Game of Thrones”), Tim Robbins (“O Preço da Verdade”), Ferdinand Kingsley (“Sandman”), Shane McRae (“Alasca: Em Busca da Notícia”), Rick Gomez (“Justify”), Henry Garrett (“The Son”), Rashida Jones (“Angie Tribeca”) e o rapper Common (“Eu Nunca…”) A atração foi desenvolvida pelo roteirista-produtor Graham Yost (criador de “Justified”) e conta com direção do cineasta norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”), responsável pelo visual cinematográfico dos episódios. | RAINHA CHARLOTTE: UMA HISTÓRIA BRIDGERTON | NETFLIX O spin-off da série “Bridgerton”, que narra a juventude da Rainha Charlotte, é ainda mais charmoso que a produção original, ao contar uma história mais focada e ainda capaz de oferecer enredos secundários para alguns personagens. Méritos da produtora Shonda Rhimes, que assume o papel de criadora e showrunner como nos velhos tempos de “Grey’s Anatomy”. Ambientada antes dos eventos de “Bridgerton”, a minissérie retrata a ascensão da jovem rainha Charlotte (India Amarteifio, de “The Midwich Cuckoos”) à notoriedade e ao poder, mostrando como seu casamento com o rei George (Corey Mylchreest, de “Sandman”) significou uma importante mudança na sociedade – introduzindo a base da trama da outra atração. O elenco também inclui as voltas de Golda Rosheuvel, como a versão adulta da Rainha, e a manutenção da voz de Julie Andrews como Lady Whistledown. | A SMALL LIGHT | STAR+ A minissérie é uma nova abordagem para a história de Anne Frank, focando na personagem Miep Gies, que ajudou a abrigar a família Frank durante a ocupação nazista de Amsterdã, na Holanda. A trama começa de forma descontraída, como uma comédia dramática, mas lentamente a tragédia se instala à medida que a máquina nazista de extermínio começa a funcionar contra os judeus. Bel Powley (“O Diário de uma Adolescente”) entrega uma atuação convincente como Miep, que tem uma personalidade enérgica e bem-humorada, e o elenco, incluindo Liev Schreiber (“Ray Donovan”), Joe Cole (“Peaky Blinders”) e Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), ajuda a construir relacionamentos profundos entre os personagens. Criada pelo casal Tony Phelan e Joan Rater (ex-produtores-roteiristas de “Grey’s Anatomy”), a produção é cuidadosa ao misturar esperança com o terror, e apresentar os fatos históricos como um tributo a pessoas comuns que resistiram ao mal. Embora não haja um final feliz na história de Anne Frank, “A Small Light” presta uma homenagem sensível a todos que tentaram fazer a diferença contra o nazismo durante a 2ª Guerra Mundial. | OS ENCANADORES DA CASA BRANCA | HBO MAX Os bastidores do escândalo Watergate, que derrubou o ex-presidente dos EUA Richard Nixon nos anos 1970, são tratados como comédia nesta minissérie, que apresenta os responsáveis como espiões trapalhões. Woody Harrelson (“Zumbilândia”) e Justin Theroux (“The Leftovers”) vivem E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, os “encanadores” da Casa Branca do título, responsáveis por evitar vazamentos, pagar subornos e se antecipar a rivais. Mas, na prática, eles acabaram funcionando às avessas, ao cometer vários erros estratégicos relacionados à invasão clandestina de um importante escritório do Partido Democrata em 1972. A missão secreta, realizada na calada da noite no edifício Watergate, visava plantar escutas nos adversários, mas sua descoberta acabou virando um dos maiores escândalos políticos da história americana e levou à renúncia de Nixon. Além dos dois protagonistas, a atração destaca Kiernan Shipka (a Sabrina da Netflix) como Kevan Hunt, filha de Howard Hunt e líder da juventude republicana, que escondeu provas dos crimes de seu pai no dormitório da sua universidade; Lena Headey (a Cersei de “Game of Thrones”) como Dorothy Hunt, a mãe da personagem de Shipka, que teve destino trágico na vida real, e Liam James (“O Verão da Minha Vida”) como seu outro filho, Saint John, um roqueiro que se vê envolvido na conspiração sombria do dia para a noite, quando toda a família descobre que seu pacato pai trabalhador era na verdade um perigoso agente da CIA. A trama é baseada no livro “Integrity”, co-escrito por Egil “Bud” Krogh, assessor júnior de Nixon responsável por juntar os dois “encanadores”. O persoangem também aparece na adaptação, vivido por Rich Sommer (“O Diabo Veste Prada”). Além disso, o elenco grandioso ainda inclui Domhnall Gleeson (“Ex Machina”), Ike Barinholtz (“Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”), Yul Vazquez (“Boneca Russa”), David Krumholtz (“É o Fim”) e Kim Coates (“Sons of Anarchy”). | ATRAÇÃO FATAL | PARAMOUNT+ Um dos suspenses sexuais que marcaram o cinema dos anos 1980 retorna como minissérie dramática, atualizada para os dias de hoje, mas sem o mesmo impacto. Para quem não lembra do longa dirigido por Adrian Lyne, a história era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A série mantém a premissa, mostrando como uma relação casual entre dois colegas de trabalho se torna perigosa, quando a amante se recusa a aceitar o fim e decide fazer um visita surpresa à esposa de seu parceiro. A trama, porém, explora uma reviravolta diferente do filme, com o protagonista preso e acusado de assassinato da amante. O elenco destaca Lizzy Caplan (“Truque de Mestre 2”) e Joshua Jackson (“The Affair”) nos papéis que pertenceram a Glenn Close e Michael Douglas no cinema, enquanto Amanda Peet (“Dirty John”) vive a esposa traída, personagem interpretada por Anne Archer em 1987. | PLANNERS | STAR+ A comédia argentina conta a história de Malena Carregal (Celeste Cid, de “Separadas”), que após se divorciar e deixar seu emprego na agência de eventos corporativos de seu ex-marido, embarca em uma nova carreira em parceria com uma amiga para realizar o sonho de criar sua própria agência de organização de eventos sociais. Só que o sonho se prova um pesadelo, com tantos desafios e conflitos que surgem no caminho. A série foi gravada em diferentes locais de Buenos Aires, sob o comando de Pablo Bossi (“O Grito das Mariposas”), e além de Celeste Cid, o elenco destaca Leticia Siciliani (“Ladrão de Casaca”) e Gonzalo Valenzuela (“Demente”). | VANDA | LIONSGATE+ Criada por Patrícia Müller (“Madre Paula”), a minissérie portuguesa de true crime é baseada na história verídica de uma cabeleireira lisboeta (Gabriela Barros, de “Tiro e Queda”) que, durante a crise financeira de 2008, ao encontrar-se sozinha, falida e com duas crianças para criar, decidiu assaltar bancos com uma arma falsa. Para não ser reconhecida, Vanda utilizava perucas e disfarces, que lhe valeram a alcunha de Viúva Negra. E ao agir de forma amadora, quebrou com todos os padrões e métodos conhecidos de assalto bancário, o que dificultou o trabalho da polícia num primeiro momento, até que uma psicóloga forense conseguiu juntar todas as peças do quebra-cabeças, descobrindo que ela cometeu vários erros de principiante em todo o processo. Só que até ser descoberta e presa, ela conseguiu roubar 12 bancos e um total de 17 mil euros. | AUTO POSTO 2 | PARAMOUNT+ A série do Comedy Central acompanha a rotina de um típico posto de gasolina em uma cidade brasileira. Criada e dirigida por Marcelo Botta, é gravada na cidade de Paraibuna, no interior de São Paulo, e gira em torno da conturbada relação entre o dono do posto, um ex-cantor de sucessos populares chamado Nelson, e seus funcionários – frentistas, lavadores, caixas, segurança, borracheiro e até seu velho “amigo” fiscal. Cada um dos personagens representa um arquétipo contemporâneo. Nelson é vivido por Walter Breda (o Pessanha da novela “Bom Sucesso”) e o elenco ainda inclui, entre outros, Micheli Machado, Paulo Tiefenthaler, Robson Nunes, Neusa Borges e os gêmeos Luan e Raony Iaconis. Além disso, a série conta com participações especiais. Na 1ª temporada, foram Felipe Torres e Adriano Silva (da trupe Hermes e Renato), Rappin Hood e até Rita Cadillac, que, pela primeira vez, deu vida a uma personagem fictícia. | STAR WARS: VISIONS 2 | DISNEY+ A atração é uma antologia animada na qual diferentes criadores e equipes artísticas são convidadas a reimaginar o universo criado por George Lucas. Os episódios contam histórias diferentes com personagens diversos, e cada um possui um estilo de animação próprio – numa iniciativa que lembra “Love, Death & Robots”, da Netflix. A nova temporada conta com um episódio em stop-motion, com produção da Aardman Animations, estúdio conhecido pelos sucessos “Wallace & Grommit: A Batalha dos Vegetais” (2005) e “A Fuga das Galinhas” (2000), um capítulo com astros espanhóis, incluindo dublagens de Úrsula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) e Luis Tosar (o Rogélio de “Até o Céu”), e outro com atores sul-coreanos. O elenco de vozes inclui outras surpresas, como Denis Lawson retomando o papel de Wedge Antilles, personagem que ele interpretou no primeiro “Star Wars” de 1977, Anjelica Huston (“A Família Addams”) como uma Mãe Sith e Cynthia Erivo (“Genius: Aretha Franklyn”) como uma cantora. A obra expande o universo da franquia de uma maneira nunca antes vista. Com uma variedade de estilos visuais e narrativas, que vão do 3D CG à animação tradicional, os nove curtas-metragens do segundo volume mostram que “Star Wars” pode ser reinterpretado de diversas formas e em diversos lugares do mundo, sem perder a essência da saga. | A PEQUENA ESPIÃ 2 | APPLE TV+ “A Pequena Espiã” adapta um clássico da literatura infantil escrito por Louise Fitzhugh numa animação estilosa, inspirada no design de desenhos dos anos 1960. Assim como no livro, a série se passa na Nova York da década de 1960 e acompanha as aventuras de Harriet M. Welsch, uma garotinha precoce de 11 anos que decide ser uma escritora-espiã e passa a observar tudo e todos à sua volta, registrando acontecimentos em seu diário e investigando casos suspeitos da vizinhança. Só que, nos novos episódios, o diário desaparece e ela precisa usar sua habilidades investigativas para reencontrá-lo. A personagem já virou filme em 1996, estrelado pela então “pequena” Michelle Trachtenberg (depois irmã de “Buffy” e vilã de “Gossip Girl”). Na série animada, Harriet é dublada por Beanie Feldstein (“Fora de Série”).
“Citadel” tem segunda maior estreia da Amazon em todos os tempos
“Citadel”, nova série de espionagem da Amazon produzida pelos irmãos Russo (“Vingadores: Ultimato”), estreou em grande estilo no streaming. A CEO da Amazon Prime Video, Jennifer Salke, afirmou em seu Instagram que a produção atraiu uma audiência histórica entre os títulos originais da plataforma. “Citadel, o nº 1 na Prime! Em sua estreia, essa série atraiu uma das maiores audiências globais da história da Prime Video – uma performance incrível para um IP novo e original”, escreveu. Embora a plataforma de streaming da Amazon nunca revele números oficiais de audiência, uma fonte próxima à produção informou que “Citadel” é o segundo programa mais visto da Amazon, perdendo apenas para a estreia de “Os Anéis de Poder”, em setembro de 2022, com mais de 25 milhões de visualizações apenas no primeiro dia. A série atingiu a posição do primeiro lugar entre os títulos mais assistidos da Amazon em quase 200 países, de acordo com a conta oficial da série no Twitter. A popularidade da atriz Priyanka Chopra Jonas (“Matrix Resurrections”) em sua terra natal, a Índia, também deve ter contribuído para o sucesso local da série. A série de espionagem dirigida pelos cineastas Anthony e Joe Russo é uma combinação de “A Identidade Bourne” com “Missão: Impossível”, incrementada por muitas cenas de ação explosiva, mas também todos os clichês do gênero. Na trama, o espião vivido por Richard Madden (“Eternos”) tenta convencer Priyanka Chopra Jonas de que ela também é uma agente secreta, mas ambos tiveram as memórias apagadas. Os dois são ex-agentes da tal Citadel do título, uma agência global independente e encarregada de manter a segurança do mundo. Porém, há oito anos ela foi destruída por agentes da Manticore, um sindicato poderoso que manipula acontecimentos agindo nas sombras. Com a queda da Citadel, os agentes de elite Mason Kane (Madden) e Nadia Sinh (Chopra Jonas) tiveram suas memórias apagadas enquanto tentavam escapar. Tudo muda quando Mason é encontrado por seu ex-colega da Citadel, Bernard Orlick (Stanley Tucci, de “Jogos Vorazes”), que precisa da sua ajuda para evitar que a Manticore estabeleça uma nova ordem mundial. Mason procura sua ex-parceira, Nadia, e os dois espiões embarcam em uma missão que os leva ao redor do mundo na tentativa de deter a ameaça. Criada por Josh Appelbaum e André Nemec (de “Missão: Impossível, Protocolo Fantasma”), a série é uma das a href=”https://pipocamoderna.com.br/2022/09/nova-serie-dos-diretores-de-vingadores-ultimato-vira-uma-das-mais-caras-da-historia/”>mais caras da história, e seu elenco também destaca Lesley Manville (“Trama Fantasma”), Osy Ikhile (“The Feed”), Ashleigh Cummings (“NOS4A2”), Roland Møller (“Céu Vermelho-Sangue”) e Caoilinn Springall (“O Céu da Meia-Noite”). A 1ª temporada conta com 6 episódios lançados semanalmente às quintas-feiras. Os três primeiros capítulos já estão disponíveis na Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Nicholson Salke (@jennifersalke) Citadel is Prime Video’s number one title in nearly 200 countries and territories. #CitadelOnPrime pic.twitter.com/TwgzsBkIT7 — Citadel (@CitadelonPrime) May 4, 2023
Kevin Costner deve encerrar participação em “Yellowstone” na 5ª temporada
Segundo o programa “Entertainment Tonight”, o ator Kevin Costner não voltará para “Yellowstone” após a 5ª temporada. O astro, que ajudou a transformar série em um fenômeno, deixará a produção após o término da temporada atual, que está em desenvolvimento. Este suposto rompimento ocorre após meses de rumores e relatos de conflitos nos bastidores do programa. Segundo relatos, o co-criador da série, Taylor Sheridan, já estava preocupado com o compromisso de Costner com as gravações da 5ª temporada. A primeira parte da 5ª temporada já foi ao ar, mas a segunda parte ainda não foi concluída e não possui uma data de lançamento definida – e, de acordo com o “Entertainment Tonight”, não está claro quando o elenco e a equipe retornarão para trabalhar nos novos episódios. Entre os rumores sobre o compromisso de Costner com o final da temporada fala-se que ele só estaria disponível por uma semana de gravações. Apesar do inegável poder de estrelato de Costner e do seu papel fundamental em fazer “Yellowstone” deslanchar, a série já mostrou ir muito além da sua estrela original. O universo de “Yellowstone” já tem duas séries derivadas, com astros como Harrison Ford (o Indiana Jones) e Helen Mirren (“A Rainha”) estrelando a mais recente, “1923”, além de um projeto em desenvolvimento com Matthew McConaughey (vencedor do Oscar por “Clube de Compras Dallas”). Ainda assim, com a produção paralisada na segunda parte da 5ª temporada, resta saber qual será a solução de Sheridan e a sua equipe para lidar com a aparente ausência de Costner na série principal do universo de “Yellowstone” – ou até mesmo se a série continuará sem sua primeira grande estrela. No Brasil, todos os episódios de “Yellowstone” estão disponíveis na Paramount+.












