Andréia Horta vai estrelar série “Cidade de Deus” da HBO Max
A atriz Andréia Horta (“Elis”) foi confirmada no elenco da série “Cidade de Deus”. Esta série é uma nova produção da HBO Max que ocorre 20 anos após os eventos do aclamado filme de Kátia Lund e Fernando Meirelles, lançado em 2002. Assim, a nova trama terá sua ambientação no início dos anos 2000. Com direção de Aly Muritiba, reconhecido por “Deserto Particular”, a série “Cidade de Deus” se encontra em fase de pré-produção, com previsão para que as gravações comecem no mês de agosto. A atriz expressou sua alegria pela participação na nova produção em uma publicação no Instagram: “Honra e alegria imensa!!! Estou mergulhada nesse trabalho!! Após 15 anos, retorno à HBO para ‘Cidade de Deus’ com direção artística de Aly Muritiba e produção da O2. Time sonho! Está fervendo!!! Meu forte e sincero abraço a quem torce por mim!! Era um segredo e agora estou feliz demais em poder contar!”. Além de Horta, o ator Marcos Palmeira também está confirmado no elenco. Fernando Meirelles, diretor do filme original, assume o papel de produtor-executivo nesta nova empreitada. Retorno à Cidade de Deus A trama tem como objetivo retratar a vida dos personagens icônicos de “Cidade de Deus” nos anos 2000, em meio a uma intensa disputa entre traficantes e a milícia, situação agravada pela ação de políticos e empresários gananciosos. A morte de um morador desperta a comunidade para enfrentar o opressor. Fernando Meirelles destaca que a série irá revelar o que surgiu daquele cenário retratado no filme: “A série revelará o que brotou daquela semente plantada nos anos em que o filme se passa. Depois que aqueles garotos dobram a esquina na cena final do filme, para onde foram e no que se transformaram?”, explicou em nota. O longa original projetou vários atores que hoje são famosos, como Leandro Firmino, Jonathan Haagensen, Douglas Silva, Alexandre Rodrigues e até Seu Jorge e Alice Braga em suas estreias no cinema. A produção concorreu ao Oscar de 2004 nas categorias de Melhor Diretor (Fernando Meirelles), Melhor Roteiro Adaptado (Bráulio Montovani), Melhor Edição (Daniel Rezende) e Melhor Fotografia (César Charlone). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por AndréiaHorta (@aandreiahorta)
“Meus Sogros Tão pro Crime” desbanca “O Resgate 2” da liderança na Netflix
A comédia de ação “Meus Sogros Tão pro Crime” roubou a cena de “O Resgate 2” e dominou o ranking de filmes em inglês mais assistidos da Neftlix. O longa estrelado pelo quarteto formado por Adam Devine, Nina Dobrev, Ellen Barkin e Pierce Brosnan recebeu 19,6 milhões de visualizações nos seus primeiros dias de estreia. Com isso, o thriller de ação protagonizado por Chris Hemsworth foi finalmente ultrapassado, após permanecer no topo nas últimas semanas. Ele aparece no 2º lugar com 8,9 milhões de visualizações, metade da audiência registrada na semana passada. Por outro lado, o longa já soma cerca de 111 milhões de visualizações desde que foi lançado, restando apenas 18 milhões para entrar na lista dos mais populares de todos os tempos do streaming. Vale mencionar que o primeiro filme, “O Resgate” (2020), é o 8º da lista com quase 267 milhões de visualizações nos primeiros 91 dias. Logo abaixo, está a ação “A Mãe”, com Jennifer Lopez, com 130 milhões de visualizações, e a comédia policial “Troco em Dobro”, com 129 milhões. De volta ao ranking semanal, o 3º lugar foi ocupado pela animação “Nimona”, lançada no final do mês passado. A produção animada com a voz de Chloe Grace Moretz registrou mais 6,7 milhões de visualizações. O restante do ranking é formado por “Run Rabbit Run”, “Explorando o Desconhecido: A Pirâmide Perdida”, “O Atirador – O Fim de um Assassino”, “Retorno da Lenda”, “WHAM!”, “Skyscraper” e “Pica-Pau: O Filme”. The Witcher segue na liderança Já no universo das séries, a 3ª temporada de “The Witcher” continua liderando o ranking das produções em inglês. A atração estrelada por Henry Cavill registrou mais 13,8 milhões de visualizações com a primeira parte do novo ano e ainda teve suas temporadas anteriores incluídas na lista. Enquanto a 1ª temporada aparece em 6º lugar com 2,6 milhões de visualizações, a 2ª temporada segue logo abaixo com 2,4 milhões. Em 2º lugar, a primeira parte da 2ª temporada de “O Poder e a Lei” não conseguiu desbancar a trama de fantasia. O drama jurídico estreou seus novos episódios na semana passada e registrou 7,4 milhões de visualizações. Assim como aconteceu com “The Witcher”, o lançamento trouxe a 1ª temporada de volta ao ranking com 2,3 milhões de visualizações no 8º lugar da lista. O 3º lugar é do programa humorístico “Tom Segura: Marreta” com 4,5 milhões de visualizações, seguido pelo reality “Isso É um Bolo”, que registrou 4 milhões. Encerrando o Top 5, a 6ª temporada de “Black Mirror” somou mais 3,2 milhões de visualizações. Confira abaixo os trailers das cinco séries em inglês mais vistas da semana na Netflix. 1 | THE WITCHER 3 | NETFLIX 2 | O PODER E A LEI 2 | NETFLIX 3 | TOM SEGURA: MARRETA | NETFLIX 4 | ISSO É UM BOLO 2 | NETFLIX 5 | BLACK MIRROR 6 | NETFLIX
“Painkiller” nova série da Netflix sobre crise de opioides ganha trailer
A Netflix divulgou pôster e o primeiro trailer de “Painkiller”, sua nova minissérie dramática estrelada por Matthew Broderick (“Curtindo a Vida Adoidado”) e Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”). A história aborda a epidemia dos opioides nos Estados Unidos. A prévia mostra a investigação eletrizante que aponta as causas e consequências da crise. Os seis episódios acompanham Richard Sackler (Matthew Broderick), um herdeiro da bilionária família farmacêutica Sackler e executivo sênior da Purdue Pharma, que começa a ser investigado por uma equipe liderada por Edie (Uzo Aduba) sobre a venda desenfreada de Oxycontin, um opioide que atua como analgésico com ação semelhante à da morfina. Fatos reais Vale lembrar que o escândalo da Purdue Pharma já foi contado na minissérie “Dopesick”, disponível na Star+. A nova abordagem é baseada no livro “Pain Killer” de Barry Meier e no artigo “The Family That Built an Empire of Pain” (A família que construiu um império de dor, em tradução livre), escrito por Patrick Radden Keefe para a revista The New Yorker. Ao longo da série, a produção faz uma análise criminal sobre a responsabilidade da indústria farmacêutica em viciar a população americana. Equipe A série foi criada por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster, co-roteiristas de “Malévola: Dona do Mal”. A direção é de Pete Berg (“Troco em Dobro”), que também produz ao lado de Eric Newman (“Spiderhead”), Alex Gibney (“The Crime of the Century”) e dos criadores. “A história ainda está acontecendo. Está se desenrolando em tempo real, e imagino que continuará se desenrolando muito depois de nós”, explicou Newman ao site Tudum, da Netflix. “É uma história tão grande e terrível que merece ser contada o máximo possível e tão alto quanto possível”. O elenco também conta com Taylor Kitsch (“A Lista Terminal”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”) e West Duchovny (“Saint X”). “Painkiller” chega no catálogo da Netflix em 10 de agosto.
Ahsoka se junta às heroínas de “Star Wars: Rebels” no trailer de sua série
A Disney+ divulgou o novo trailer da série “Star Wars: Ahsoka”, que traz Rosario Dawson (“Demolidor”) como a Jedi Ahsoka Tano e aprofunda mais a participação dos demais protagonistas. Entre eles, estão Natasha Liu Bordizzo (“The Voyeurs”) como Sabine Wren, Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) como Hera Syndulla e o falecido Ray Stevenson (“Vikings”) no papel do Jedi transformado em mercenário Baylan Skoll. A prévia também proporciona uma visão mais completa do personagem vilanesco de Stevenson, destacando uma das últimas atuações do ator que morreu em maio. Continuidade do universo “Star Wars” O trailer demonstra claramente que “Star Wars: Ahsoka” é uma continuação em live-action de “Star Wars: Rebels”, série animada que apresentou Hera Syndulla, Sabine Wren e o jovem usuário da Força, Ezra Bridger. A última cena de “Rebels” mostrava Hera e Sabine unindo forças com Ahsoka para uma busca galáctica por Ezra. Esta missão é referenciada no novo trailer de “Ahsoka”, onde um mural de Ezra, retratado exatamente como sua forma animada em “Rebels”, é exibido. O império contra-ataca Ahsoka Tano, que fez sua estreia live-action na 2ª temporada de “The Mandalorian”, declara que sua missão é impedir o vilão Thrawn de se tornar o “herdeiro do Império”. Diante disso, Hera Syndulla a convence a encontrar Sabine e recrutá-la para a luta que se aproxima. Juntas, as três tentarão impedir uma nova guerra nas estrelas. Seu rival, interpretado por Lars Mikkelsen, é um gênio tático que busca trazer de volta o Império. Thrawn foi introduzido no celebrado romance de 1991 de Timothy Zahn, “Herdeiro do Império”, que ajudou a reviver “Star Wars” na imaginação do público, oito anos depois do final da trilogia original – e que também virou vilão animado em “Star Wars: Rebels”. O responsável por juntar todos esses personagens é o produtor-roteirista Dave Filoni, que é o criador da personagem Ahsoka na série animada “Star Wars: Clone Wars” e também das demais heroínas em “Star Wars: Rebels”. A nova série estreia seus dois primeiros episódios em 23 de agosto.
Série de espionagem com Zoe Saldaña e Nicole Kidman ganha trailer tenso
A Paramount+ divulgou um trailer tenso de “Operação: Lioness”, nova série de Taylor Sheridan, criador de “Yellowstone”, “Mayor of Kingstown” e “1883”, que conta com um elenco cinematográfico. A prévia destaca famosos como Zoe Saldaña (“Guardiões da Galáxia”), Nicole Kidman (“O Homem do Norte”) e Morgan Freeman (“Truque de Mestre”), além de um clima tenso de thriller de espionagem e ação, acompanhando os desdobramentos de uma missão clandestina que dá errado. O papel principal pertence à canadense Laysla de Oliveira (“Locke and Key”), que tem pais brasileiros e fala português. Ela interpreta uma jovem fuzileira que faz parte do projeto Lioness, usado pela CIA para infiltrar agentes nas famílias de alvos do governo dos EUA, visando derrubar organizações terroristas a partir de seu interior. Saldaña vive a chefe do programa Lioness, encarregada de treinar, monitorar e liderar a operação de infiltração, Kidman interpreta uma agente sênior da CIA e Freeman vive o Secretário de Estado dos EUA. O elenco ainda inclui Michael Kelly (“Jack Ryan”), Jill Wagner (“Teen Wolf”), Dave Annable (“Yellowstone”), Martin Donovan (“Tenet”) e LaMonica Garrett (“Arrow”), entre outros. A estreia vai acontecer em 23 de julho.
“The Sex Lives of College Girls” perde uma de suas protagonistas
A atriz Reneé Rapp, que faz sua estreia na telas em “The Sex Lives of College Girls”, está se despedindo do papel. Na série da HBO Max, ela interpreta Leighton Murray, uma estudante caloura, lésbica e herdeira de Nova York, que está tentando atender às altas expectativas de sua mãe. Elogiada pela crítica, “The Sex Lives of College Girls” acompanha quatro colegas de quarto na faculdade em seu primeiro ano no prestigioso Essex College, uma universidade de elite na região da Nova Inglaterra, EUA. Despedidas Antes de sua saída, Rapp aparecerá em alguns episódios da 3ª temporada da série de comédia, que foi renovada em dezembro, mas não será uma personagem regular e deixará o programa em seguida para se concentrar em sua carreira musical. A criadora e produtora da série, Mindy Kaling, lamentou a saída de Reneé Rapp durante as gravações do terceiro ano. “Amamos muito a Reneé Rapp e, claro, ficaremos muito tristes em dizer adeus a Leighton Murray”, ela postou nos Stories de seu Instagram. “Mas mal podemos esperar para ver nossa amiga em turnê”, acrescentou Novos Projetos Rapp refletiu sobre seu tempo na série em uma postagem nas redes sociais. “’College Girls’ me levou para LA e me apresentou a algumas das minhas pessoas favoritas. Dois anos e meio depois – me deu vocês e esta comunidade”, ela postou. “Obrigada Mindy, Justin e todos da Max por acreditarem em mim. Muitos trabalhos queer são menosprezados, mas interpretar Leighton mudou minha vida.” A atriz continuou: “Amo quem sou 10x mais do que antes de conhecê-la. Espero que ela tenha dado a vocês um pouco disso também. Ela é uma pequena parte da representação, mas até as pequenas partes contam. Não seria metade da pessoa que sou sem ela e vocês. Amo essa vadia mais do que vocês sabem.” Depois de se destacar na série e no musical “Meninas Malvadas” na Broadway, Rapp assinou com a gravadora Interscope Records no ano passado e lançou seu EP de estreia, “Everything to Everyone”. Seu primeiro álbum completo, “Snow Angel”, está programado para chegar em agosto. E ela pretende promover as músicas em uma turnê internacional, que começa em 15 de setembro em Houston, Texas, e termina em 4 de março em Dublin, Irlanda.
Xuxa antecipa polêmicas de documentário: “Virei símbolo sexual sem nem ter transado”
A apresentadora Xuxa Meneghel deu uma entrevista ao programa “Fantástico”, na noite de domingo (9/7), em que abriu o coração sobre os episódios que marcaram sua vida e carreira, incluindo os momentos de assédio sofridos, em antecipação à nova série “Xuxa – O Documentário”, com produção artística de Pedro Bial, que será disponibilizado na Globoplay a partir da próxima quinta-feira (13/7). Comentando a polêmica do filme “Amor, Estranho Amor”, que ela estrelou aos 18 anos, Xuxa disse: “Eu virei símbolo sexual sem nem ter transado”. Ao mesmo tempo, lembrou os abusos que sofreu durante sua adolescência e que arcaram fortemente seu início de carreira. “Na época, eles [os homens do meio] falavam [que modelos eram] garotas de programa. Eles vinham com um bolo de dinheiro. O assédio era uma coisa normal, como modelo e mulher eu estava me descobrindo. Minha cabeça deu um nó”, contou. Ela também recordou outros episódios traumáticos de sua infância. A exibição de uma cena do documentário mostrou Xuxa visitando com a filha Sasha a casa onde foi abusada aos 13 anos de idade. Na entrevista, ela disse que foi o nascimento da filha que a levou a denunciar o abuso pela primeira vez em 2012. “O fato dessa pessoa estar viva desencadeou eu dizer: ‘Basta, chega’. É importante que eu fale. Eu quero que essa pessoa não faça com mais ninguém”. Reencontro com Marlene Mattos Outro destaque do documentário é o reencontro com Marlene Mattos, empresária com quem Xuxa trabalhou durante 14 anos e com quem rompeu em 2002 por conta de divergências profissionais. Desde então, Xuxa tem feito acusações contra a ex-empresária, que a teria humilhado e causado danos psicológicos. Durante a entrevista, a loira admitiu que reviver este episódio foi muito doloroso. “Mexeu em uma caixinha que não é que eu não queria mexer, mas eu tive que passar por isso. Isso me chocou, ela dizer que faria tudo de novo, é uma frase que marcou o documentário demais”, disse Xuxa. Romances e maternidade No documentário, Xuxa também relembra seus amores, incluindo Pelé e Ayrton Senna, e fala sobre o seu atual relacionamento com Junno Andrade. Ela comenta que a produção ajudará a “esclarecer muita coisa na cabeça das pessoas”. Além disso, o programa traz reflexões sobre a relação dela com a filha, Sasha Meneghel Szafir. “Eu queria tanto ser mãe. Essa coisa de trabalhar com criança e voltar para casa sem ninguém era desesperador. Como pessoa, eu melhorei muito depois do nascimento dela. Vocês entendem porque eu sou uma pessoa tão feliz, eu tenho essa joia rara, esse presente de Deus comigo”, contou. “Vão me descobrir como eu me descobri” “Muita coisa aconteceu comigo de bom e de ruim para colocar nessas caixas. Muitas pessoas fizeram coisas que eu guardei nessas caixinhas, revirar isso no doc foi muito importante”, refletiu Xuxa. Segundo a apresentadora, o documentário é um convite para que o público a descubra, assim como ela se descobriu durante o processo de gravação. “Não é para me reverenciar, é para mostrar o que eu passei”, ressaltou. “Claro que as pessoas não vão poder ver tudo que eu vivi, tudo que eu vi. Mas vai ser muito importante até para as pessoas me verem diferente, sabe? Porque eu me vi diferente. Depois que eu vi o documentário todo, eu olhei e falei: ‘Caramba! Eu vivi tudo isso’, sabe? Eu conquistei tudo isso. Eu sou tudo isso! É forte, é muito forte”, completou.
Anitta revela que será professora em “Elite”
A cantora brasileira Anitta confirmou seu novo papel na famosa série espanhola “Elite”. Em uma entrevista à rádio Los 40, da Espanha, a artista desmentiu os rumores de que estaria interpretando uma adolescente na trama, esclarecendo que, na verdade, dará vida a uma nova professora no colégio Las Encinas. “Claro que não sou aluna. Já tenho 30 anos (risos). Já tô velhinha para ser aluna. Mas minha personagem é muito séria, incrível. Gostei, porque queria muito a oportunidade de aprender enquanto fazia um trabalho grande, incrível como ‘Elite’. Já era fã da série”, contou a artista. Apesar de Anitta ter 30 anos, é importante ressaltar que ela não é muito mais velha que os astros de “Elite”, que vivem adolescentes na história, pois a maioria dos atores estão na casa dos 26, 27 anos. Nova carreira artística Anitta fará parte do elenco da 7ª temporada da série, que tem previsão de estreia para o dia 20 de outubro. Apesar de ter entrado quase no fim das gravações, sua participação se estenderá por mais de um episódio. Além disso, a cantora já recebeu um convite para retornar na 8ª temporada da produção – que deve ser a última da série. A cantora se mostrou entusiasmada com o novo rumo de sua carreira, descrevendo sua participação em “Elite” como o início de um novo capítulo em sua trajetória. “Gente, eu amei a reação de todos vocês quando souberam que eu tô em ‘Elite’. Pra mim, isso aqui é uma escola. Foi incrível. Começando aí de fininho, entrando de fininho de pouquinho em pouquinho – porque eu não queria já chegar no ônibus e sentar na janela. Entrei, chegando de fininho, começando a aprender nessa escola incrível. Não só escola, a escola mesmo aqui, mas essa escola incrível que foi ‘Elite’ para mim. Eu espero que a gente continue, que eu faça mais um montão de projetos, mas agora vocês estão acompanhando aí o início de uma nova carreira, que estou muito feliz em começar”, disse a artista, num vídeo em seu Instagram. Anitta fala sobre sua personagem na 7° temporada de Elite. 🎭 pic.twitter.com/4iP5Wmxa5Y — Favela Anitta | Fan Account (@FavelaAnitta) July 7, 2023
Netflix cancela “Bem-Vindos ao Éden” e deixa série sem fim
A série espanhola “Bem-Vindos ao Éden” foi cancelada pela Netflix e não terá uma 3ª temporada, deixando sua história sem final. A produção de mistério, que conquistou a audiência após sua estreia no catálogo do streaming em maio de 2022, e rapidamente chegou ao top 10 de mais assistidos da plataforma, enfrentou um desempenho abaixo do esperado em seu segundo ano, resultando em seu cancelamento. Na 1ª temporada, a série acumulou impressionantes 140 milhões de horas assistidas. No entanto, para garantir a renovação, a 2ª temporada, lançada em maio de 2023, deveria ter atingido números similares ou superiores. Infelizmente, as estatísticas de visualização não corroboraram as expectativas. Vale observar que a plataforma não fez nenhuma divulgação da 2ª temporada no Brasil e em vários países – não houve trailer legendado ou dublado em português no YouTube da Netflix Brasil, nem nenhuma postagem nas redes sociais para destacar a estreia. Além de “Bem-Vindos ao Éden”, a Netflix também cancelou outras duas séries espanholas, “Até o Céu: A Série” e “Apaixonados Outra Vez”, ambas também com zero divulgação. Para completar, também programou o final de “Elite”, que acontecerá em 2024, em sua 8ª temporada ainda não produzida. A trama interrompida Das séries canceladas, “Bem-Vindos ao Éden” era disparada a mais popular. A trama acompanhava a história de um grupo de jovens convidados para uma festa em uma ilha paradisíaca. Inicialmente, eles acreditam que o evento tem como objetivo lançar uma nova bebida antes de sua chegada oficial no mercado. No entanto, a situação toma um rumo estranho quando a festa termina e um punhado desses jovens se vê sozinhos na ilha no dia seguinte, descobrindo que o lugar é abrigo de uma seita misteriosa, focada em tentar contato com discos voadores para reiniciar a civilização em outro mundo, junto de acólitos submissos e um pequeno exército armado. Infelizmente, para a frustração dos fãs, a 2ª e última temporada da série termina com vários pontos em aberto e num momento de grande tensão, com o destino dos personagens principais incertos. Entre os pontos interrompidos estão a execução do casal Zoa (Amaia Aberasturi) e Bel (Begoña Vargas), a reação à traição de Gabi (Berta Castañé) e a gravidez de África (Tamar Pelzig), além dos obstáculos enfrentados pelos personagens para fugir da ilha. Com o cancelamento da série, essas questões permanecerão sem respostas. Para compensar os cancelamentos, novas atrações espanholas serão lançados pela Netflix ainda neste ano, incluindo “Berlín”, um spin-off de “La Casa de Papel”, previsto para dezembro. Antes disso, a plataforma ainda vai apresentar “Un Cuento Perfecto” (28 de julho) e “El Cuerpo en Llamas” (8 de setembro), entre outras. Veja os trailers das duas temporadas de “Bem-Vindos ao Éden”.
Planeta Estranho: Nova animação do criador de “Rick & Morty” ganha data de estreia
A Apple TV+ definiu o lançamento de “Planeta Estranho” (Strange Planet), sua nova animação adulta, para 9 de agosto. A série, baseada nos quadrinhos homônimos do cartunista Nathan W. Pyle, foi anunciada há cerca de dois anos e chegará ao streaming com produção de Dan Harmon, criador de “Community” e “Rick & Morty”. A narrativa é centrada em criaturas azuis que habitam um planeta muito semelhante ao nosso, passando por situações bastante comuns da vida humana de uma forma bem-humorada. Por exemplo, dentes são denominados “pedras da boca”, e um simples espirro é conhecido como “explosões de fluidos faciais”. E se um gato ronronar, é sinal de que está funcionando. Embora o enredo da série ainda não tenha sido divulgado, espera-se que mantenha a essência peculiar e humorística das histórias em quadrinhos. O principal desafio é como traduzir para a televisão a curiosidade e as expressões verbais dos personagens que, nos quadrinhos, são interpretadas de acordo com a imaginação do leitor. Mais detalhes da produção A animação conta com um elenco de dublagem composto por Tunde Adebimpe (“O Casamento de Rachel”), Demi Adejuyigbe (“The Amber Ruffin Show”), Hannah Einbinder (“Hacks”), Lori Tan Chinn (“Awkwafina Is Nora From Queens”) e Danny Pudi (“Community”). Além de Dan Harmon e o autor dos quadrinhos, a lista de produtores inclui Alex Bulkley (“Pinóquio por Guillermo del Toro”), Lauren Pomerantz (“Saturday Night Live”), Amalia Levari (“O Segredo Além do Jardim”), Steve Levy (“Rick & Morty”) e Taylor Alexy Pyle, esposa e musa do cartunista. A série é uma produção conjunta do Apple Studios e ShadowMachine. Os episódios de “Planeta Estranho” serão lançados semanalmente, todas as quartas-feiras, até a conclusão da temporada em 27 de setembro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Strange Planet (@nathanwpylestrangeplanet)
Série teen da criadora de “Rebelde” e “Chiquititas” ganha primeiro teaser
A HBO Max divulgou o primeiro teaser de “Te Quiero y me Duele”, marcando o retorno da produtora argentina Cris Morena ao audiovisual após uma pausa de mais de uma década. O teaser foi lançado na página da HBO Max Latinoamericana no YouTube e no perfil pessoal de Morena no Instagram. As imagens destacam a interação entre o casal protagonista da série, e é praticamente um clipe embalada pelo mashup das músicas “Otro Mundo” e “Puedo”, que compõem a trilha sonora da produção. Reconhecida por seu trabalho em produções que se tornaram fenômenos infanto-juvenis, como “Chiquititas”, “Rebelde”, “Floribella” e “Quase Anjos”, Morena afastou-se da indústria do entretenimento em 2012, após a produção de “Aliados”, uma série semanal de temática espiritualista. Agora, a produtora prepara não só “Te Quiero y me Duele”, mas também outra série para a HBO Max, intitulada “Margarita”. O brasileiro Silvio de Abreu também esteve envolvido na supervisão do projeto, antes de seu desligamento da HBO, onde ocupava o cargo de diretor de dramaturgia para a América Latina. Elenco jovem Com um grande elenco jovem, principalmente mexicano, “Te Quiero y me Duele” retratará um romance adolescente, com todas as emoções e altos e baixos dos namoros. Morena disse anteriormente: “Mais de 300 pessoas trabalharam muitos meses para chegar a este momento. Estou muito agradecida com todos e feliz com o resultado. Estão prontos para se apaixonarem pelo elenco tanto quanto eu estou? Logo conto mais!”. Ao discutir seu novo projeto, Cris Morena ressaltou sua dedicação em retratar a juventude de uma maneira positiva. “Tenho histórias de amor, desamor, dor, alegria, esperança, força, muita potência, e algo que eu ainda não havia explorado, as histórias de diferentes classes sociais e diferentes emoções, vidas e mundos”, afirmou. Produção musical A série, que está em fase de pós-produção, será ambientada nos belos cenários de Veracruz, no México, e contará com 15 músicas inéditas, todas assinadas por Cris Morena, além de covers de sucessos. O título “Te Quiero Y Me Duele”, por sinal, faz referência direta a uma canção homônima composta por Cris Morena na década de 1990. A música, que em português significa “Eu Te Amo e Me Dói”, representa bem o tema central da série, que é o amor adolescente e as suas nuances, incluindo o encanto e as dores que podem acompanhar essa fase da vida. Outra inspiração da produção é o filme mexicano “Amar te Duele” de 2002, sobre o romance entre um casal de diferentes classes sociais na Cidade do México. Por enquanto, ainda não há uma data oficial de estreia para “Te Quiero y me Duele”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cris Morena (@bycrismorena)
Dominic Fike trabalhou drogado em “Euphoria” e quase foi demitido
O ator e cantor Dominic Fike, conhecido pelo papel de Elliot em “Euphoria”, revelou que quase foi demitido da série da HBO por problemas com drogas. Durante uma entrevista gravada pela Apple Music, ele se abriu sobre sua trajetória e admitiu que era dependente químico. “Eu era um dependente químico e entrar em um programa que é, você sabe, principalmente sobre drogas, é muito difícil”, revelou. “Sam [Levinson], o diretor e roteirista, arrumou um treinador de sobriedade para mim, alguém que estivesse sempre presente. Mas não funcionou”. Ele entrou na série na 2ª temporada como Elliot, um usuário de drogas que contribui para a recaída de Rue e se envolve em um triângulo amoroso com Rue (Zendaya) e Jules (Hunter Schafer). Assim como o personagem, Fike lidava com problemas de vício nos bastidores. Embora a produção tivesse tentado forçar o cantor a ficar sóbrio, ele continuou gravando as cenas sob efeito de substâncias. “Eu estava tão drogado durante boa parte daquela série. Foi realmente ruim”, confessou. “Quase fui expulso do programa… Eles disseram: ‘Cara, você não pode fazer isso'”. Apesar disso, ele permaneceu na série. Por outro lado, Fike revelou que Sam Levinson, criador da atração, precisou utilizou algumas cenas gravadas enquanto ele estava bastante afetado pelos efeitos das drogas. Segundo ele, o diretor não teve muitas opções se não incluir as tomadas no resultado final. Ele volta sóbrio para a 3ª temporada Apesar dos momentos tumultuosos nas gravações da 2ª temporada, Fike já confirmou que vai retornar como Elliot para a 3ª temporada da trama. Durante uma entrevista para o jornal Los Angeles Times, o cantor afirmou que está sóbrio. Ele confessou que o retorno para os novos episódios vai ser estranho, devido a situação enfrentada na última temporada. “Sabe como às vezes, quando você quer mudar, precisa renovar todo o seu grupo de amigos? Parece que estou voltando atrás nesse aspecto”, declarou. Embora tenha estreado na televisão na série, Fike tem se concentrado na sua carreira musical e está divulgando seu segundo álbum “Sunburn”, lançado nesta sexta-feira (7/7). As gravações dos novos episódios de “Euphoria” não tem previsão para começar. A série foi atrasada devido à concentração de Sam Levinson na produção de “The Idol”, polêmica série também realizada com a HBO, e também pela atual greve dos roteiristas, que paralisou a produção de diversos filmes e séries de Hollywood.
10 Séries: Produções brasileiras dominam programação da semana
Metade da lista de séries da primeira semana de julho é formada por produções brasileiras, voltadas ao público adolescente e infantil, com destaque para “De Volta aos 15”, a atração de Maisa na Netflix. Entre as opções para adultos, contam-se a volta de “O Poder e a Lei”, também na Netflix, e a estreia de “Os Horrores de Dolores Rouch”, na Prime Video. Confira abaixo a seleção com os 10 títulos novos que mais chamam atenção na programação semanal de streaming. | DE VOLTA AOS 15 | NETFLIX A série estrelada por Maisa e Camila Queiroz é uma espécie de “De Repente 30” às avessas. Adaptação do livro homônimo de Bruna Vieira, a trama gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor. Assim, de uma hora para outra, ela se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. E rapidamente decide mudar algumas coisas do passado para melhorar sua vida e de seus amigos, geralmente com resultados desastrosos no presente. A 2ª temporada introduz uma reviravolta: um novo viajante no tempo. Além de Anita (Camila Queiroz/Maisa), agora Joel (Antonio Carrara/Gabriel Stauffer) também consegue voltar ao passado. Tudo acontece aquando Anita de 30 anos resolve voltar novamente aos 15 para tentar consertar a vida da irmã, Luiza (Amanda Azevedo/Mariana Rios). Contudo, Joel consegue acessar a conta da amiga no Floguinho e, assim, também se torna um viajante no tempo. Só que sua presença altera os fatos do passado e acaba com todas as mudanças positivas feitas por Anita. | A VIDA PELA FRENTE – PARTE 2 | GLOBOPLAY A Globoplay estreia a Parte 2, com os episódios finais dessa representação intensa da adolescência no final dos anos 1990 no Rio de Janeiro. A nova série brasileira acompanha a jornada de Liz (interpretada por Nina Tomsic), uma estudante do ensino médio que se muda para uma escola de elite e é absorvida por um grupo diversificado de amigos. Tal como em “Elite”, a história é impulsionada por uma tragédia – a morte de uma das amigas do grupo, Beta (Flora Camolese) – e a incerteza sobre se foi um acidente ou suicídio. O enredo mistura flashbacks e momentos atuais para explorar as circunstâncias em torno da morte de Beta e o impacto em todos os envolvidos, um dispositivo narrativo também usado em “Elite”. A série também não foge de cenas fortes e sem censura, apresentando o consumo de drogas e a energia sexual dos jovens de forma bastante direta. Mas tem sua própria identidade, graças ao fato de ser inspirada pelas vivências das criadoras e amigas de infância Leandra Leal, Rita Toledo e Carol Benjamin, que narram as angústias que experimentaram às vésperas do bug do milênio. A trilha sonora, composta por sucessos das décadas de 1990 e 2000, contribui para o tom nostálgico. A produção combina um misto de jovens talentos e veteranos consagrados, como Ângelo Antônio, Stella Rabello, Gustavo Vaz, e a própria Leandra Leal, e foi lançada em dois blocos de cinco episódios, com o segundo lançado na quinta (6/7). | O PODER E A LEI 2 | NETFLIX Baseada na franquia literária “The Lincoln Lawyer” de Michael Connelly, a série acompanha o advogado Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo), que nos novos episódios vai misturar sua vida romântica com o trabalho para defender um interesse amoroso na Justiça. A atriz Lana Parilla, conhecida por viver a Rainha Má na série de fantasia “Once Upon A Time”, é quem rouba o coração do protagonista. No trama, ela interpreta Lisa Trammell, uma chef de cozinha querida pela comunidade que ajuda os necessitados, mas que acaba sendo presa e acusada de assassinar um banqueiro explorador. Esta não é a primeira vez que o personagem de Connelly chega às telas. Anteriormente, a obra foi adaptada no filme “O Poder e a Lei” (2011), estrelado por Matthew McConaughey. Para não repetir a história apresentada no longa, a série teve como ponto de partida o segundo livro da franquia literária, “O Veredicto de Chumbo”. Já a 2ª temporada vai pular o terceiro volume para adaptar o quarto livro, “A Quinta Testemunha”. A produção é de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing”, “Big Sky” e “Nove Desconhecidos”, entre muitas outras séries. Seu parceiro no projeto é o co-roteirista e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”). Além de Manuel Garcia-Rulfo (“O Pior Vizinho do Mundo”) no papel principal, o elenco destaca Neve Campbell (“Pânico”) como a primeira ex-esposa de Mickey, Krista Warner (“Priorities”) como a filha adolescente do ex-casal e Becki Newton (“Ugly Betty”) como a segundo ex-esposa. Um detalhe interessante é que as ex-mulheres também trabalham com Direito e acabam se envolvendo nos casos do advogado, tanto para auxiliar em relação à defesa quanto para enfrentá-lo nas acusações contra seus clientes. | OS HORRORES DE DOLORES ROACH | AMAZON PRIME VIDEO A comédia de terror traz Justina Machado (“One Day at a Time”) como a personagem do título, uma mulher recém-liberada da prisão que, após ficar presa injustamente por 16 anos, precisa recomeçar a vida do zero. Ao retornar ao seu bairro, Dolores reencontra um antigo amigo, Luis (Alejandro Hernández), que a acolhe permitindo que trabalhe como massagista no porão de sua loja de empanadas. No entanto, quando Dolores tem sua renda ameaçada, ela é levada a extremos para sobreviver. Criação de Dara Resnik (produtora executiva em “Demolidor”) e Aaron Mark (produziu episódio em “Into the Dark”), a série é baseada num podcast homônimo de sucesso do Spotify, e sua história grotesca envolve até canibalismo. | CELEBRITY | NETFLIX O K-drama gira em torno de Seo Ah-ri (interpretada por Park Gyu-young, de “Sweet Home”), uma influenciadora que conquista a fama de maneira quase acidental. Ex-rica, que ficou arruinada devido à falência do negócio do pai, ela ganha a vida vendendo cosméticos baratos de porta em porta. A necessidade de escapar das circunstâncias em que ela e a mãe se encontram a conduz por uma jornada de traição e fama através das redes sociais. No entanto, ao final do primeiro episódio, o verdadeiro gancho da série é revelado e, de repente, todos na abastada rede de influenciadores sociais se revelam como potenciais assassinos. Mesmo que parte dos episódios seja focado em frivolidades, “Celebrity” combina um bom mistério em sua crítica à atual cultura de influencers, obcecada pela fama a qualquer preço. | VEJO VOCÊ NA PRÓXIMA VIDA | NETFLIX A comédia romântica sul-coreana é centrada em Ban Ji-eum (interpretada por Shin Hye-sun, de “Inocência”), uma mulher que se lembra de suas vidas passadas e está atualmente vivendo sua 19ª vida. Em sua vida anterior, ela prometeu nunca abandonar Mun Seo-ha (interpretado na versão adulta por Ahn Bo-hyun, de “Undercover”), um amigo próximo que acabou se envolvendo em um trágico acidente. Em sua vida atual, ela está determinada a encontrar Seo-ha e, após muitos anos de busca, finalmente descobre seu paradeiro. A trama se desenrola quando Ban Ji-eum se infiltra na vida de Seo-ha, entrando para trabalhar na mesma empresa que ele e tentando, aos poucos, convencê-lo de sua promessa passada e do vínculo inquebrável que compartilharam. A série, adaptada de uma webtoon de mesmo nome, destaca-se por não complicar sua premissa de reencarnação, tornando-a acessível aos espectadores. A equipe técnica conta com a direção de Lee Na-jeong, que trabalhou em séries conhecidas como “Fight For My Way” e “Love Alarm”, e embora possa cair em território familiar dos dramas românticos coreanos, também tem a oportunidade de explorar novos caminhos enquanto Ji-eum tenta convencer Seo-ha de sua verdadeira identidade. | USE SUA VOZ | HBO MAX Projetada para o público infanto-juvenil, a atração é protagonizada pelo grupo musical BFF Girls, formado por Bia Torres, Laura Castro e Giu Nassa na 1ª temporada do “The Voice Kids”. A trama acontece no Colégio Use Sua Voz, onde, após um misterioso apagão nas vésperas das audições do Núcleo Musical da escola, alunos e professores unem-se para descobrir quem está sabotando as apresentações. Apesar do mistério, a série é imbuída de humor e leveza infantil. As personagens interpretadas pelas integrantes do BFF Girls foram inspiradas diretamente nas personalidades das próprias artistas, trazendo autenticidade e proximidade com o público-alvo. Além disso, Bia, Laura e Giu foram essenciais na roteirização da série, contribuindo com suas perspectivas e ideias, principalmente em questões musicais. Este envolvimento na criação reflete na trilha sonora de “Use Sua Voz”, composta por músicas inéditas do grupo, que abordam temas como empoderamento feminino, amizade, diversidade e amor, explorando gêneros como pop, rock, R&B e música eletrônica. Além das protagonistas, o elenco conta com nomes reconhecidos como Robson Nunes (“Auto Posto”), Sérgio Loroza (“Barba, Cabelo e Bigode”), Fafy Siqueira (“Juntos e Enrolados”) e Marianna Armellini (“El Presidente”), além de participações das cantoras MC Soffia e Karin Hils (do Rouge). A direção é de Adolpho Knauth (“O Melhor Verão das Nossas Vidas”). | MARCELO, MARMELO, MARTELO | PARAMOUNT+ A série infantil é baseada na obra homônima de Ruth Rocha sobre um menino criativo que defende seu jeito próprio de falar, pensar e se vestir. Dirigida por Eduardo Vaisman (“Nada Suspeitos”), a produção acompanha Marcelo e seu estilo peculiar para inventar palavras ao lado de seus três melhores amigos no bairro do Caramelo: Catapimba, o mais rápido jogador de futebol; Teresinha, menina muito organizada; e Gabriela, que é superinteligente e tem o chute mais poderoso do bairro. Vale mencionar que esta é a primeira vez que Ruth Rocha concordou que seus personagens clássicos, criados em 1976, fossem retratados nas telas. Com roteiro de Alice Gomes (“A Última Abolição”) e Thamires S. Gomes (“Tô de Graça”), a série conta com elenco mirim liderado por Enzo Rosetti, Davi Martins, Lara Capuzzo e Rihanna Barbosa. Ao lado deles, atores experientes como Antoniela Canto (“A Pedra da Serpente”), Billy Saga (“The Prisoner’s Dilemma”), Karin Hils (“A Infância de Romeu e Julieta”), Oscar Filho (“Carrossel 2”), Priscila Sol (“Carinha de Anjo”) e Theo Werneck (“O Homem Cordial) dão vida aos personagens adultos. “Marcelo, Marmelo, Martelo” também foi um dos últimos trabalhos da atriz Marcia Manfredini (“A Grande Família”), que faleceu em dezembro de 2022, aos 62 anos. | ACORDA, CARLO! | NETFLIX A nova animação do criador do “Irmão do Jorel” acompanha Carlo, garotinho de sete anos que cai em um feitiço e dorme por 22 anos. Quando ele acorda, percebe que tudo mudou, inclusive seus melhores amigos. Enquanto ele continua criança, eles viraram adultos sérios. São também um monstro e uma passarinha. Sem desistir de reconquistar os amigos, ele usa sua positividade, inocência e total desconhecimento dos instintos básicos da vida para inspirá-los a retomar sua juventude e se divertirem junto com ele. A série tem 13 episódios, é dirigida por Juliano Enrico (o criador do “Irmão do Jorel”) e produzida pelo Copa Studio, com Zé Brandão e Vivian Amadio na produção. Os episódios contam com direção de voz de Melissa Garcia e produção musical de Zé Ruivo, que também fazem parte do mesmo time criativo de “Irmão do Jorel”. | MINHAS AVENTURAS COM SUPERMAN | HBO MAX A série animada apresenta uma nova abordagem para o personagem icônico da DC. O enredo segue as aventuras do jovem Clark Kent (dublado por Jack Quaid, de “The Boys”) e seus amigos Lois Lane (Alice Lee, de “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e Jimmy Olsen (Ishmel Sahid, de “Cousins for Life”), enquanto navegam pelo começo de suas carreiras e desafios pessoais. Ao mesmo tempo, Clark também está no início de sua jornada para se tornar o Superman, ainda descobrindo a extensão de seus poderes e como equilibrá-los com sua identidade humana. Na narrativa, Clark acabou de conseguir um estágio no Daily Planet, junto com seu melhor amigo e colega de quarto, Jimmy, onde conhecem a ligeiramente mais experiente estagiária Lois e formam um trio próximo, diferente da dinâmica tradicional de herói/ajudante/interesse...












