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  • Série

    The Walking Dead: Nem o elenco sabe quem morreu no final da temporada

    6 de abril de 2016 /

    Os atores de “The Walking Dead” também não sabem quem Negan (interpretado por Jeffrey Dean Morgan) matou na última cena da 6ª temporada. Chandler Riggs, que vive Carl, anunciou no Twitter que “se isso faz você se sentir melhor, eu também não sei quem morreu e já faz seis meses que li esse roteiro”. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o produtor executivo e diretor do episódio final da temporada, Greg Nicotero, comentou que não nem a vítima deve saber que morreu. “Nós não filmamos a cena [que revela o morto] ainda, e eu não sei se a pessoa sabe ou não”, disse, confirmando que mantém o mistério também junto ao elenco. A decisão de terminar a 6ª temporada da série em um grande cliffhanger, mantendo o suspense sobre quem teve a cabeça esfacelada a golpes de taco de beisebal por Negan, porém, não foi bem vista pelo público, que protestou nas redes sociais, expressando raiva e frustração. Nicotero defendeu a decisão, dizendo que “seria muito ordinário matar um grande personagem nos últimos minutos”. Entretanto, será muito difícil manter em segredo a identidade da vítima até a 7ª temporada, uma vez que as gravações da série acontecem ao ar livre, no interior da Georgia, e os fãs costumam se fartar com fotos não oficiais, feitas nos bastidores da produção.

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  • Série

    Grimm é renovada para a 6ª temporada

    6 de abril de 2016 /

    A rede americana NBC renovou a série sobrenatural “Grimm” para a 6ª temporada. Em comunicado, a presidente da NBC Entertainment, Jennifer Salke, celebrou a continuidade da produção. “Nós amamos totalmente o que os nossos produtores e elenco têm feito ao longo das últimas cinco temporadas. Eles criaram um mundo novo de criaturas e têm uma base de fãs verdadeiramente dedicados. Mal podemos esperar para ver o que vem a seguir”. Criada por dois veteranos do buffyverso, David Greenwalt (que além de escrever “Buffy” foi cocriador do spin-off “Angel”) e Jim Kouf (roteirista de “Angel”), a série resgata as tramas de mitologia, conspiração e personagens sobrenaturais que marcaram a trajetória de “Buffy” e “Angel” na televisão. Os dois desenvolveram a série em parceria com o cineasta Stephen Carpenter (do cult “Criação Monstruosa”) partindo da premissa que as fábulas encantadas eram baseadas em criaturas reais, e que um submundo habitado por monstros coexiste, desde a antiguidade, com a humanidade. Na temporada atual, “Grimm” tem registrado em média 4 milhões de espectadores nas noites de sexta-feira, que historicamente registra o pior público da semana televisiva. Esses números chegam a crescer até 90% quando consideradas gravações digitais e outras plataformas nos 7 dias seguintes à exibição original. Atualização: A 6ª temporada teve sua estreia adiada nos EUA e será a última da série. “Grimm” foi cancelada!

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  • Série

    Fotos revelam o elenco de Class, novo spin-off da série Doctor Who

    6 de abril de 2016 /

    A rede britânica BBC divulgou as primeiras fotos do elenco do novo spin-off da série “Doctor Who”, intitulado “Class”. As imagens (veja abaixo) trazem os atores no cenário da atração, mas as gravações só vão começar na próxima semana. Apesar da divulgação, ainda não há informações sobre a trama ou os nomes dos personagens. Desde que o projeto foi anunciado, o título se prestou a diversas especulações, alimentando a possibilidade de ser uma atração derivada da atual encarnação da série principal. Afinal, a última companheira do Doutor, Clara Oswald (Jenna Coleman), era uma professora e vários de seus jovens alunos apareceram em aventuras da série, inclusive viajando a bordo da Tardis. Infelizmente, essa possibilidade foi apenas parcialmente contemplada. Com o triste desfecho da 9ª temporada, Clara saiu definitivamente da série. E, ao que parece, seus alunos também. Entretanto, sua escola continuará a fazer parte da mitologia da produção em “Class”. Na verdade, a escola de Clara, Coal Hill School, tem uma longa tradição como cenário “Doctor Who”. Ela aparece no próprio piloto da atração, “An Unearthly Child”, exibido em novembro de 1963. Depois, porém, só voltou a ser lembrada num episódio de 1988, quando o Doutor viajou no tempo de volta a 1963, para resolver problemas que deixara inacabados em sua primeira aparição na Terra. Foi necessário outro longo hiato para o lugar voltar a ganhar destaque. Isto aconteceu no especial de 50 anos da série, quando a nova companheira do Doutor, Clara, tornou-se professora de Inglês da escola londrina. Isto mudou a relação da série com o colégio fictício. A partir da 8ª temporada, a maioria dos episódios incluiu cenas relacionadas com o local, destacando professores e alunos. “Class”, porém, não deve retomar nenhum dos personagens já conhecidos. Pelos menos, é o que indica o elenco divulgado. Ele será encabeçado por Katherine Kelly (séries “Mr. Selfridge” e “Happy Valley”), que deve viver uma professora, e os jovens Greg Austin (também de “Mr. Selfridge”), Fady Elsayed (visto em “Penny Dreadful”), Sophie Hopkins (“The Devil Knows You’re Here”) e a estreante Vivian Oparah, escalados como estudantes da Coal Hill School. Criada por Patrick Ness (roteirista da vindoura fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), a série está sendo descrita como uma espécie de “Buffy – A Caça Vampiros” britânica. “Eu sempre me perguntei se poderia haver uma ‘Buffy’ britânica, e só mesmo o brilhante Patrick Ness para descobrir como fazer isso acontecer”, disse o produtor executivo Steven Moffat (“Doctor Who”) no press release divulgado pela BBC. O novo spin-off vem suprir uma lacuna no universo de “Doctor Who”, que nos últimos anos chegou a ter duas séries derivadas, “Torchwood”, para um público mais velho, e “The Sarah Jane Adventures”, para crianças. Ainda não há previsão de estreia para a nova atração.

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  • Série

    Final da temporada de The Walking Dead gera revolta nas redes sociais

    6 de abril de 2016 /

    O final da 6ª temporada de “The Walking Dead” foi assistido por 14,2 milhões de espectadores ao vivo nos EUA, a segunda maior audiência da temporada (abaixo apenas da estreia), mas gerou uma avalanche de comentários negativos nas redes sociais, devido à forma como o episódio terminou. Embora vários personagens queridos já tenham morrido na série, os produtores resolveram fazer suspense, ao mostrar o novo vilão Negan (interpretado por Jeffrey Dean Morgan) assassinando um dos sobreviventes do grupo de Rick (Andrew Lincoln), sem revelar a identidade da vítima. O que seria um gancho para aumentar a expectativa pela próxima temporada acabou sendo lamentado pelos fãs como mera “sacanagem”. Segundo análise da companhia Canvs, que analisa o conteúdo emocional de mensagens de mídias sociais, mais de 70% das reações ao desfecho do episódio no Twitter foram negativas, expressas em palavras de revolta como “loucura”, “não gostei”, “ódio” e “chateado”. A palavra “amei” foi usada em 15,2% dos comentários, enquanto a palavra “bom” em apenas 6,4%. Não é a primeira vez que os fãs lamentam os rumos da série, mas desde que Scott M. Gimple virou showrunner, na 4ª temporada, os questionamentos vem aumentando. Entre os eventos mais recentes, até hoje rende polêmica a explicação meia-boca sobre como Glenn (Steve Yeun) poderia ter sobrevivido a um cerco de zumbis na primeira metade da temporada. Será que Glenn finalmente morreu, no episódio de domingo? Ou a vítima teria sido um personagem menos popular, diferente do que aconteceu nos quadrinhos? O público só saberá em outubro, quando a série retornar para a 7ª temporada.

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  • Etc,  Série

    Porta dos Fundos ridiculariza Lava-Jato e sofre rejeição maciça no YouTube

    5 de abril de 2016 /

    O grupo humorístico Porta dos Fundos achou que era uma boa ideia fazer piada com a suposta parcialidade da Polícia Federal na condução da operação Lava-Jato. Gravou em seu canal no YouTube um vídeo em que mostra um delator, interpretado por Fábio Porchat, contando podres de políticos do PSDB para um agente federal desinteressado, vivido por Gregório Duvivier. No esquete, enquanto mal-feitos do governo de Fernando Henrique Cardoso são ignorados, o rabisco de um prato com lula, numa conta de restaurante francês, vira prova irrefutável para deflagrar a prisão de Lula. Houve quem considerasse engraçado, mas a maioria torceu o nariz, fazendo com que o vídeo, intitulado “Delação”, ganhasse mais dislikes do que likes – 450 mil contra e 257 mil favoráveis. Trata-se de um fato inédito na trajetória do grupo. Vale reconhecer que o Porta dos Fundos já usou humor para parodiar o governo de Dilma Roussef, mas enquanto é fácil rir da presidente mais impopular do Brasil, a reação do público demonstra que é bem mais difícil aceitar a ridicularização do trabalho da Lava-Jato. A polarização reitera pesquisas de opinião pública, que demonstram o apoio da populução às investigações: 66,3% dos brasileiros acreditam que a Lava-Jato é positiva para o país (segundo o Instituto Paraná) e 62% acreditam na culpa de Lula nos casos de corrupção investigados (Instituto Datafolha). O fato é que o vídeo teve repercussão, rendeu respostas na internet e chegou a quase 4 milhões de pageviews em 48 horas, muito acima da média do canal. Para se ter ideia, o vídeo mais popular do Porta dos Fundos no mês passado foi visto 2,6 milhões de vezes. Entretanto, se serviu de chamariz, o conteúdo “polêmico” trouxe comentários indesejáveis, que realçam um visível descompasso entre a classe artística, movida a patrocínio estatal e lei de incentivo fiscal, e a população que paga impostos. Vários comentários na página do vídeo lembram que o Porta dos Fundos recebeu autorização do governo para captar R$ 7,5 milhões em incentivo fiscal para rodar seu filme, algo que pode virar fator de desgaste para o grupo, ainda mais se entre seus patrocinadores aparecerem empresas estatais. o

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  • Série

    Caitlyn Jenner vai participar da 3ª temporada de Transparent

    5 de abril de 2016 /

    A premiada série sobre transexualidade “Transparent” terá a participação de Caitlyn Jenner em sua 3ª temporada. Caitlyn, que até junho de 2015 era conhecida como Bruce, atleta que conquistou a medalha de ouro no decatlo nas Olimpíadas de 1976, é também “padrasto” das irmãs Kardashian e pai da modelo Kendall Jenner. Ela também apareceu em alguns reality shows americanos, como “Keeping up with the Kardashians”, que fez a fama da socialite Kim Kardashian, além de “I am Cait”, que mostra sua transição de Bruce para Caitlyn. A participação de Caitlyn em “Transparent” foi confirmada pela criadora do programa, a roteirista e diretora Jill Solloway, durante a cerimônia do GLAAD Awards, realizada no último sábado (2/4). O prêmio homenageia produções que promovem a diversidade sexual e de gênero. Segundo a rede americana ABC, a participação de Caitlyn na série seria “a realização de um sonho” para Jill, que se inspirou na história do próprio pai para criar “Transparent”. “Somos parte de uma mesma comunidade. Muitas mulheres trans que trabalham na nossa série também participaram do programa dela, ‘I am Cait’. Então, há muitas interseções. Muitas amizades”, disse a produtora. A série, que não é exibida no Brasil, conta a história de um professor universitário de meia-idade e pai de três filhos, interpretado por Jeffrey Tambor, que assume sua transexualidade e inicia a transição para o gênero feminino. Tambor e Jill Soloway já venceram diversos prêmios pela produção, como o Emmy (Melhor Ator, Direção e Roteiro de Série de Comédia), Globo de Ouro (Melhor Ator de Série de Comédia), além de troféus dos sindicatos dos Atores, Diretores e Produtores de Hollywood. As gravações da próxima temporada começam na próxima semana e devem ser disponibilizados no serviço de streaming da Amazon no final de 2016.

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  • Série

    Animal Kingdom: Série baseada no thriller Reino Animal ganha primeiro trailer

    5 de abril de 2016 /

    O canal pago americano TNT divulgou o primeiro trailer de “Animal Kingdom”, série baseada no excelente thriller criminal australiano “Reino Animal”, escrito e dirigido por David Michôd (“The Rover – A Caçada”) – e um dos melhores filmes de 2010, que lançou ao estrelato internacional vários atores hoje estabelecidos em Hollywood, como Joel Edgerton (“O Presente”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”) e Sullivan Stapleton (série “Blindspot”). A prévia revela o surgimento de uma nova vilã formidável da televisiva, interpretada pela veterana Ellen Barkin (“Treze Homens e um Novo Segredo”). A série vai reencenar a trama australiana nas praias do sul da Califórnia, centrando-se, como no filme, no parente mais jovem de uma família de criminosos, Joshua “J” Cole, um garoto de 17 anos que passa a morar com a avó (Barkin) e os tios após a morte da mãe, vítima de uma overdose de heroína. Mas assim que mergulha na rotina familiar, ele descobre que seu novo cotidiano é fundado em atividades criminosas. Além de Ellen Barkin como a matriarca impiedosa, papel que consagrou Jacki Weaver no cinema, o elenco destaca Scott Speedman (franquia “Anjos da Noite”), no papel do brutamontes vivido por Edgerton em 2010. Os demais atores são Shawn Hatosy (série “Southland”), Ben Robson (série “Vikings”), Jake Weary (série “Pretty Little Liars”), Daniella Alonso (série “Revolution”), Molly Gordon (série “Orange is the New Black”) e o jovem Finn Cole (série “Peaky Blinders”) como o protagonista Joshua. O cineasta David Michôd vai participar da produção, que foi desenvolvida pelo roteirista John Wells (responsável também pelo remake de “Shameless”). A 1ª temporada terá 10 episódios, que começam a ser gravados no começo de 2016, visando uma estreia no fim do ano.

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  • Série

    Atriz de Arrow vai estrelar série baseada no filme O Atirador

    5 de abril de 2016 /

    A atriz Cynthia Addai-Robinson, que interpretou Amanda Waller na série “Arrow”, terá o principal papel feminino de “Shooter”, nova série do canal pago americano USA, informou o site Deadline. A atração é baseado no filme “Atirador” (2007), estrelado por Mark Wahlberg. Na versão televisiva, o papel do sniper Bob Lee Swagger será vivido por Ryan Phillippe (série “Secrets and Lies”). O personagem é um fuzileiro americano, exímio atirador, contratado para ajudar a prevenir um assassinato político, mas acaba incriminado como autor do próprio atentado. Perseguido, ele usa suas habilidades militares para evitar sua captura, enquanto inicia um plano para expor os verdadeiros traidores. Addai-Robinson vai interpretar a agente do FBI Nadine Memphis, que lidera a investigação do atentado, mas seu instinto lhe diz que nem tudo está claro neste caso. Sem perceber a profundidade da conspiração, ela coloca tanto a investigação quanto sua vida em perigo. A adaptação foi criada pelo roteirista John Hlavin (“Anjos da Noite: O Despertar”) e será coproduzida pelo astro do filme, Mark Wahlberg, e Ryan Phillippe. A 1ª temporada terá 10 episódios e também inclui no elenco Omar Epps (série “House”), como um ex-fuzileiro conhecido de Swagger, e Shantel VanSanten (a Patty Spivot da série “The Flash”) como a esposa do protagonista. Ainda não há data prevista para a estreia.

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  • Série

    Atriz de Game of Thrones vai interpretar heroína da série Punho de Ferro

    5 de abril de 2016 /

    A atriz Jessica Henwick, que interpretou Nymeria Sand na 5ª temporada de “Game of Thrones”, foi escalada no papel de Colleen Wing, principal papel feminino da série “Punho de Ferro”, produção do serviço de streaming Netflix baseada nos quadrinhos da Marvel. Ela vai se juntar a outro intérprete de “Game of Thrones” na produção, o ator Finn Jones (intérprete de Loras Tyrell na série da HBO), que viverá o papel-título. Colleen Wing foi criada pelo roteirista Doug Moench em 1974, na revista do “Punho de Ferro”. Ela é uma especialista em artes marciais que se alia ao herói, além de formar uma agência de detetives com Misty Knight, chamada “As Filhas do Dragão”. A personagem Misty Knight, por sua vez, será apresentada na série “Luke Cage”, com interpretação da atriz novata Simone Missick, que deve repetir o papel em “Punho de Ferro”. A adaptação televisiva está sendo desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck, showrunner das séries “Dexter” e “A Sete Palmos” (Six Feet Under).

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  • Série

    Marseille: Série política estrelada por Gérard Depardieu ganha primeiro trailer

    4 de abril de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro trailer de “Marseille”, série francesa estrelada pelo veterano ator Gérard Depardieu (“Bem-Vindo a Nova York”). Com belas imagens, a prévia resume a trama, concentrada no jogo de poder de um político veterano, que é prefeito há 25 anos (Depardieu), e a traição do homem que escolheu para ser seu sucessor (Benoît Magimel, de “De Cabeça Erguida”). Como “Marseille” é uma produção da divisão francesa do Netflix, tem sido apresentado como uma versão francesa de “House of Cards”, mas a história é completamente original. Desenvolvida pelo roteirista Dan Franck (“A Separação”), a 1ª temporada da atração terá oito episódios, sendo que os dois primeiros serão dirigidos pelo cineasta Florent-Emilio Siri (“My Way – O Mito Além da Música”). A estreia acontece em 5 de maio.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Tereza Rachel (1935 – 2016)

    4 de abril de 2016 /

    Morreu a atriz Tereza Rachel, que marcou o teatro brasileiro, criou vilãs inesquecíveis de novelas e fez obras importantes do cinema nacional. Ela faleceu no sábado (2/4), aos 82 anos, após um quadro agudo de obstrução intestinal que a deixou quatro meses internada na CTI (Centro de Tratamento Intensivo) do Hospital São Lucas. Batizada Teresinha Malka Brandwain Taiba de La Sierra, ela nasceu em 19 de agosto de 1935 na cidade de Nilópolis, na Baixada Fluminense, e começou a atuar na década de 1950, já com trabalhos na TV, no cinema e no teatro. A primeira peça foi “Os Elegantes”, de Aurimar Rocha, em 1955. A estreia no cinema aconteceu no ano seguinte, na comédia “Genival É de Morte” (1956), de Aloísio T. de Carvalho, e logo em seguida veio a carreira televisiva, a partir da série “O Jovem Dr. Ricardo” na TV Tupi em 1958. A primeira metade dos anos 1960 viu multiplicar sua presença no cinema. Foram cinco filmes no período de dois anos, entre 1963 e 1965, com destaque para o clássico “Ganga Zumba” (1963), primeiro longa-metragem de Cacá Diegues, sobre escravos fugitivos e a fundação do Quilombo de Palmares, na qual viveu a senhora de uma fazenda. Participou também do drama “Sol sobre a Lama” (1963), do cineasta e crítico de cinema Alex Viany, “Procura-se uma Rosa” (1964), estreia na direção do ator Jesse Valadão, e “Canalha em Crise” (1965), do cinemanovista Miguel Borges, além de “Manaus, Glória de Uma Época” (1963), produção alemã passada na “selva brasileira”. Mas foi no teatro, na segunda metade da década, que obteve maior projeção, ao participar de peças históricas, como a montagem de “Liberdade, Liberdade”, de Flávio Rangel e Millôr Fernandes, com o Grupo Opinião em 1965, um marco do teatro de protesto. Dois anos depois, interpretou Jocasta em “Édipo Rei”, com Paulo Autran, novamente sob direção de Flavio Rangel. Em 1969, integrou o elenco da histórica encenação brasileira de “O Balcão” (1969), de Jean Genet, dirigida pelo argentino Victor Garcia. Sua relação com o teatro foi além do papel desempenhado nos palcos. Determinada a encenar cada vez mais peças de qualidade, assumiu a condição de produtora, trazendo vários textos de vanguarda para serem montados no Brasil pela primeira vez, como “A Mãe” (1971), do polonês Stanislaw Witkiewicz, que ela descobriu ao assistir a uma montagem em Paris. Empolgada, convenceu o diretor francês Claude Régy a vir ao Brasil supervisionar a montagem nacional, e o resultado lhe rendeu o prêmio Molière de melhor atriz. A vontade de manter peças ousadas por mais tempo em cartaz a levou a fundar seu próprio teatro. Aberto provisoriamente em 1971 e inaugurado em 1972, o Teatro Tereza Rachel acabou se tornando um importante polo cultural durante a década. E não apenas para montagens teatrais. Em seu palco, Gal Costa fez o cultuado show “Gal Fatal” (1971), e os cantores Luiz Gonzaga, Clementina de Jesus e Dalva de Oliveira realizaram suas últimas apresentações. O reconhecimento por seus trabalhos também se estenderam ao cinema, rendendo-lhe o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Gramado pelo papel-título de “Amante muito Louca” (1973), comédia sexual que marcou a estreia na direção de Denoy de Oliveira. Ela também estrelou o marcante “Feminino Plural” (1976), de Vera de Figueiredo, obra pioneira do feminismo brasileiro, além de “Revólver de Brinquedo” (1977), de Antônio Calmon, e “A Volta do Filho Pródigo” (1978), do marido Ipojuca Pontes. Entretanto, apesar de sua relevância cultural, o grande público só passou a acompanhar melhor sua carreira quando ela começou a aparecer nas novelas da rede Globo. Sua estreia no canal aconteceu na versão original de “O Rebu” (1974), um marco da teledramaturgia nacional, exibido no “horário adulto” da emissora, às 22 horas. Enquanto as novelas populares da emissora exploravam conflitos geracionais, a trama de “O Rebu” se passava inteiramente ao longo de dois dias, em torno de suspeitos de um assassinato cometido durante uma festa. Ela também participou de “O Grito”, outra novela ousada das 22 horas, que girava em torno dos moradores de um prédio desvalorizado pela construção do Minhocão em São Paulo. Mas foram os papeis mais populares que a consagraram na telinha. Especialmente Clô Hayalla, sua primeira grande vilã, que se materializou na novela das 20 horas “O Astro” (1977). Um dos maiores sucessos da escritora Janete Clair, “O Astro” quebrou recordes de audiência e entronizou Tereza Rachel no imaginário popular como uma perua fútil e vingativa. Ela se tornou uma das mulheres mais odiadas do Brasil ao colocar a mocinha da história, Lili Paranhos (Elizabeth Savalas), na cadeia. Além disso, era infiel (característica de mulheres malvadas da televisão), e seu amante acabou se revelando o culpado pela pergunta que mobilizou o país durante quase um ano: “Quem matou Salomão Hayalla?”, seu marido na trama. Tereza apareceu em outras novelas com menor impacto, como “Marrom-Glacê” (1978), “Baila Comigo” (1981) e “Paraíso” (1982), antes de retornar a fazer maldades em “Louco Amor” (1983), como a ricaça preconceituosa Renata Dumont, que tenta impedir o romance entre sua filha e o filho da cozinheira – e, de lambuja, entre o cunhado e uma manicure. Ainda teve seus dias de mocinha, como a Princesa Isabel na minissérie de época “Abolição” (1988), sobre o fim da escravatura no Brasil, papel que repetiu na continuação, “República” (1989), exibida no ano seguinte. Por ironia, ela não foi nada nobre quando se tornou rainha, roubando, com suas malvadezas, as cenas de “Que Rei Sou Eu?” (1988), uma das mais divertidas novelas já realizadas pela Globo. O texto de Cassiano Gabus Mendes partia dos clichês dos folhetins franceses, com direito à aventura de capa e espada e intrigas da corte de um reino imaginário, para parodiar a situação política do país. Na pele da Rainha Valentine, ela se mostrava uma governante histérica, no estilo da Rainha de Copas de “Alice no País das Maravilhas”. Mas seu despotismo era facilmente manipulado por seus conselheiros reais, que eram quem realmente mandavam no reino de Avillan, a ponto de colocarem um mendigo no trono (Tato Gabus Mendes, o filho do autor), mentindo ser um filho bastardo do falecido rei. Em contraste com essa fase de popularidade, a parceria com o marido Ipojuca Pontes lhe rendeu algumas polêmicas. No segundo filme que estrelou para o cineasta, “Pedro Mico” (1985), ela tinha uma cena de sexo com Pelé. A repercussão negativa da produção – Pelé teve muitas dificuldades nas filmagens e, no final, precisou ser dublado pelo ator Milton Gonçalves – marcou o fim de sua carreira cinematográfica. E não ajudou o fato de, logo depois, Ipojuca virar secretário nacional da Cultura do governo Collor, durante uma fase desastrosa para o cinema brasileiro, com a implosão da Embrafilme, que gerou confronto com a classe artística. O período político tumultuado levou Tereza a se afastar das telas. Ela nunca mais voltou ao cinema e só retomou as novelas em 1995, como Francesca Ferreto, uma das primeiras vítimas de “A Próxima Vítima”. Teve ainda um pequeno papel em “Era Uma Vez…” (1998), mas suas aparições seguintes aconteceram apenas como artista convidada, em capítulos de “Caras e bocas” (2009), “Tititi” (2010) e a recente “Babilônia” (2015), além da série “Alice” (2008), do canal pago HBO, com direção dos cineastas Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”) e Sérgio Machado (“Tudo o que Aprendemos Juntos”). Entre 2001 e 2008, o Teatro Tereza Rachel foi alugado para a Igreja Universal do Reino de Deus e deixou de receber produções culturais. Felizmente, o desfecho dessa história teve uma reviravolta. O local acabou tombado pelo município e reabriu como casa de espetáculos em 2012, ainda que sem o nome da atriz – virou Net Rio, mas com uma Sala Tereza Rachel. O nome de Tereza Rachel, porém, não precisa de placa para ser lembrado pela História.

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    It’s Always Sunny in Philadelphia é renovada para mais duas temporadas

    3 de abril de 2016 /

    O tempo vai continuar ensolarado na Filadélfia até 2019. O canal pago americano FXX renovou “It’s Always Sunny in Philadelphia” para mais duas temporadas. Criada em 2005 pelos comediantes Rob McElhenney e Glenn Howerton, que também estrelam a atração ao lado de Charlie Day, Kaitlin Olson e o veterano Danny DeVito, a série encerrou recentemente, em 9 de março, a sua 11ª temporada. Como já tinha assegurado a produção para o ano seguinte na negociação anterior, ela acabou sendo renovada até a 14ª temporada, que deve ir ao ar apenas em 2019. “Poucos shows conseguem ir tão longe e ter tantos fãs devotos, e nós devemos isso para a visão criativa e o grande humor dos criadores e elenco que mantém Sunny fresca e inventiva toda a temporada”, disse o co-presidente de programação original da FX Networks, Nick Grad, no comunicado da renovação. Apesar desse sucesso todo, “It’s Always Sunny In Philadelphia” não é exibida no Brasil.

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    Preacher: Série baseada nos quadrinhos da Vertigo ganha novos comerciais

    3 de abril de 2016 /

    O canal pago americano AMC divulgou dois novos comerciais de “Preacher”, adaptação dos quadrinhos homônimos da Vertigo (selo adulto da DC Comics). A prévia exibe algumas cenas aceleradas, entre elas os instantes que precedem a grande tragédia que dá início à trama. A série acompanha o que acontece depois da igreja do pastor Jesse Cutler ser fulminada por um raio (na verdade, uma entidade vinda dos céus), que extermina todos os fiéis e confere ao religioso poderes divinos. Determinado a descobrir o que aconteceu no Céu, ele se junta a um vampiro bêbado e uma ex-namorada pistoleira numa jornada que cruza o interior dos EUA em busca de Deus. O ator Dominic Cooper (série “Agent Carter”) vive o protagonista, o papel do vampiro Cassidy foi parar nas mãos de Joseph Gilgun (série “Misfits”) e Tulip, que é loira nos quadrinhos, será vivida por Ruth Negga (série “Agents of SHIELD”). A produção também trará Ian Colletti (série “Rake”) no papel do polêmico Cara de Cu, que destruiu o rosto numa tentativa malfadada de suicídio, em homenagem a Kurt Cobain. Todos eles aparecem brevemente na prévia. Além deles, Lucy Griffiths (série “True Blood”) vai aparecer como uma nova personagem, criada especialmente para a TV, e Elizabeth Perkins (série “Weeds”) interpretará uma vilã, que nos quadrinhos é homem. A série foi desenvolvida pelo roteirista Sam Catlin (série “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (“É o Fim” e “A Entrevista”). Rogen e Goldberg também assinam o piloto, além de produzirem junto com Catlin e Neal H. Moritz (franquia “Velozes & Furiosos”). A estreia está marcada para 22 de maio nos EUA.

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