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Série

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Série

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Filme, Série

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25 de outubro de 2026
  • Série

    Elenco de Sense8 dá dicas de Natal e alerta para cena de suruba no especial de fim de ano

    19 de dezembro de 2016 /

    A Netflix divulgou um vídeo em que três integrantes do elenco de “Sense8” dão dicas para sobreviver à festa do Natal em família e conseguir assistir ao episódio especial de fim de ano da série, que definitivamente não é um programa “família”. Além de inserir algumas palavras em português e dar um “oi Brasil” coletivo, Miguel Ángel Silvestre (Lito), Brian J. Smith (Will) e Tina Desai (Kala) também alertam, para quem for assistir durante o Natal, tomar cuidado para não ser flagrado justamente na cena da suruba. Spoiler. O especial de Natal tem duas horas de duração e estará disponível na Netflix no próximo dia 23. Já a 2ª temporada da série, que teve cenas gravadas durante a Parada de Orgulho LGBT em São Paulo, estreia em 5 de maio. Veja também um vídeo de bastidores do especial e o trailer do especial, divulgados pela Netflix.

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  • Série

    Freddie Highmore pode viver o gângster Baby Face Nelson em nova série

    19 de dezembro de 2016 /

    Freddie Highmore deve continuar no canal pago americano A&E após o final da série “Bates Motel”, que exibe sua 5ª e última temporada em 2017. O intérprete do jovem Norman Bates está desenvolvendo uma série que ele próprio pretende estrelar, em parceria com a criadora de “Bates Motel”, Kerry Ehrin, sobre o célebre fora-da-lei Baby Face Nelson. O canal A&E encomendou o roteiro do piloto. Chamado de “Baby Face”, vai acompanhar a trajetória do famoso assaltante de bancos dos anos 1930, que teve uma rápida ascensão no submundo do crime de Chicago Chicago e morreu aos 25 anos, num tiroteio com o FBI. Sua esposa conseguiu escapar e foi considerada a primeira mulher inimiga público nº 1 dos EUA. O projeto foi imaginado por Highmore como uma história de amor com o pano de fundo da era da Grande Depressão e da Lei Seca, acompanhando gângsteres lendários, como Pretty Boy Floyd e John Dillinger. Parte desta história, por sinal, foi contada recentemente no cinema, no filme “Inimigos Públicos” (2009), em que Stephen Graham viveu Nelson. O roteiro precisa agradar ao canal para render encomenda de piloto, que, por sua vez, precisará ser aprovado para virar série.

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  • Série

    Peter Quinn está vivo nas fotos e no novo trailer de Homeland

    19 de dezembro de 2016 /

    O canal pago americano Showtime divulgou as fotos dos personagens e um novo trailer da 6ª temporada de “Homeland”. A prévia mostra que a série vai novamente se reinventar, mostrando uma troca de lado de Carrie Mathison, a personagem de Claire Danes, que desta vez tentará ajudar um jovem muçulmano acusado de terrorismo em Nova York. A situação a deixará no fogo-cruzado de uma conspiração, durante o período que antecede a posse da nova presidente eleita dos EUA – vivida por Elizabeth Marvel, que já tinha tentado virar presidente na série “House of Cards”. Os episódios também trarão de volta Mandy Patinkin, F. Murray Abraham e Rupert Friend, que é ouvido na última cena perguntando o que aconteceu com ele. E esta é mesmo uma das dúvidas dos telespectadores, pois Peter Quinn, o personagem de Friend, pareceu ter morrido no final da temporada anterior. “Homeland” estreia sua 6ª temporada em 15 de janeiro nos EUA e já se encontra renovada até a 8ª temporada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago FX.

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  • Série

    A história de The Good Wife continua no primeiro trailer do spin-off The Good Fight

    19 de dezembro de 2016 /

    A plataforma de streaming americana CBS All Acces divulgou o pôster e o trailer de sua primeira série, “The Good Fight”, spin-off da série “The Good Wife”, centrado da personagem Diane Lockhart (Christine Baranski). A prévia faz questão de salientar que se trata de uma continuação, destacando rostos conhecidos, mas também novidades, entre elas a personagem de Rose Leslie (série “Game of Thrones”) em cenas de tribunal, de cama, beijo e lesbianismo. Além de Baranski e Leslie, o elenco inclui Cush Jumbo, que entrou no elenco da última temporada de “The Good Wife” como Lucca Quinn, e Sarah Steele, que interpretou a filha de Eli Gold na série original. Carrie Preston também vai reprisar seu papel como a advogada Elsbeth Tascioni em participação especial. Já as principais novidades são as entradas de Justin Bartha (franquia “Se Beber, Não Case”) e Delroy Lindo (série “Blood & Oil”) na franquia. A estreia está marcada para 19 de fevereiro e ainda não há definição sobre a exibição da série fora dos EUA.

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  • Série

    Série Shooter é renovada para sua 2ª temporada

    19 de dezembro de 2016 /

    O canal pago americano USA Network renovou a série “Shooter”, inspirada no filme “O Atirador” (2007) para sua 2ª temporada. A série estreou em novembro e se tornou rapidamente uma das mais populares do canal, com 2,6 milhões de telespectadores ao vivo. É a terceira atração mais vista do USA, atrás de “Suits” e da recém-encerrada “Royal Pains”. Prevista para julho, “Shooter” chegou a sofrer dois adiamentos, por conta de atentados realizados por atiradores nos EUA, uma vez que a trama da produção gira em torno justamente de um sniper incriminado por um ato de terrorismo. A premissa é a mesma do filme estrelado por Mark Wahlberg em 2007. O atirador de elite Bob Lee Swagger é contratado como consultor de segurança de uma agência federal, apenas para ser implicado no assassinato do presidente dos EUA e se tornar caçado pelo FBI. Esse resumo também não difere muito do conceito básico de “Quantico”, que estreou no ano passado. Ou, em seus aspectos mais genéricos, de “O Fugitivo” nos anos 1960. Aliás, não faltam séries sobre pessoas perseguidas por crimes que não cometeram, enquanto tentam provar suas inocências. Ryan Phillippe (série “Secrets and Lies”) vive o personagem-título, o fuzileiro americano e exímio atirador que usa suas habilidades militares para evitar sua captura, enquanto inicia um plano para expor os verdadeiros traidores que o incriminaram. O elenco ainda inclui Cynthia Addai-Robinson (a Amanda Waller da série “Arrow”), Omar Epps (série “House”), Shantel VanSanten (a Patty Spivot da série “The Flash”) e Eddie McClintock (série “Warehouse 13”). A adaptação foi desenvolvida por John Hlavin (roteirista de “Anjos da Noite: O Despertar”) e é coproduzida pelo astro do filme, Mark Wahlberg, e o astro da série, Ryan Phillippe. A série, exibida no Brasil pela Netflix em episódios semanais, conta a história de Bob Lee Swagger (Phillippe), um atirador da elite naval que descobre um atentado contra o presidente dos Estados Unidos. Ao tentar impedir este assassinato, ele é traído e se torna o principal suspeito do crime. Enquanto é caçado, Swagger terá que encontrar uma forma de provar sua inocência. A 1ª temporada, de 12 episódios, deve se encerrar em 31 de janeiro. No Brasil, a série é disponibilizada semanalmente pela Netflix.

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  • Série

    Riverdale: Série live action da Turma do Archie ganha trailer em clima de suspense criminal

    19 de dezembro de 2016 /

    Após um curto teaser, a rede americana CW divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Riverdale”, série anunciada em fevereiro, que mostrará os personagens dos quadrinhos da “Turma do Archie” em carne e osso. A prévia confirma comentários de bastidores sobre a natureza da produção, que não é leve e engraçadinha como a famosa série animada dos anos 1960. Ao contrário, a adaptação chegou a ser recusada em outra emissora por ser bem diferente do que se espera, pendendo para o suspense criminal e uma abordagem sombria. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série vai se passar nos dias atuais, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de um típico subúrbio americano. O tema sombrio se deve aos roteiros de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é o criador da atração e também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. O título se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem ao universo juvenil dos gibis. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os quadrinhos originais são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos inclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Josie e as Gatinhas também estarão na trama, interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial da banda animada, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. E muitos outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Zsa Zsa Gabor (1917 – 2016)

    19 de dezembro de 2016 /

    Morreu a atriz Zsa Zsa Gabor, uma das primeiras estrelas a se tornar mais conhecida como celebridade do que por seus papéis. Ela faleceu no domingo (18/12) em sua casa em Los Angeles, aos 99 anos, de uma parada cardíaca, após quase uma década de luta contra diversas doenças. Gabor tinha piorado muito nos últimos dias e seu marido – o nono – convidou seus parentes para que comemorassem com ela seu centenário antecipadamente. A atriz sofreu um infarto e foi levada ao hospital onde os médicos não puderam fazer nada para salvar sua vida. Ela estava com um delicado estado de saúde desde que sofreu um acidente de trânsito em 2002, situação agravada por uma embolia e um derrame em 2005, além de uma fratura de quadril em 2011. A atriz, que ia completar 100 anos em fevereiro, nasceu em 1917 na Hungria e chegou a Hollywood seguindo os passos de sua irmã Eva. Ela começou a carreira com 35 anos, o que não era comum na indústria cinematográfica dos anos 1950. Mas depois de figurar em “O Amor Nasceu em Paris” (1952) conseguiu coadjuvar em mais dois musicais, “Moulin Rouge” (1952), de John Huston, no qual interpretou uma modelo do pintor Toulouse Lautrec, e “Lili” (1953), de Charles Walters. O sucesso destes filmes a levou ironicamente de volta à Europa, rendendo convites para estrelar filmes franceses num grande upgrade em sua carreira: como protagonista. Ela virou a cabeça de um bandido em “O Inimigo Público Nº 1” (1953) e de um toureador em “Luz e Sangue” (1954). Mas o nome nos cartazes franceses não saciaram seu desejo por fama e Zsa Zsa preferiu voltar a coadjuvar em Hollywood, aparecendo em “O Rei do Circo” (1954), ao lado de Jerry Lewis e Dean Martin, e “Destruí Minha Própria Vida”(1956), um drama noir em que disputou com Yvonne de Carlo (a futura Lili Monstro da série “Os Monstros”) quem era a mulher mais fatal. Por esta época, Zsa Zsa começou a aparecer em programas de variedade na TV, arrancando risos do público com seu sotaque, personalidade e carisma marcantes. Daí para fazer rir em sitcoms foi um pulo. Ela foi convidada a participar de um episódio de “The Red Skelton Show” para representar uma “estrela de cinema” e, um ano depois, contratada para interpretar, pela primeira vez, a si mesma num programa de ficção. Não só isso, o título do episódio da série de comédia “The Bob Cummings Show” tinha seu nome: “Vovô encontra Zsa Zsa Gabor”. A exposição fez bem para sua carreira, rendendo-lhe o papel de dona de um clube de strip-tease no clássico “A Marca da Maldade” (1958), de Orson Welles, mas principalmente transformando-a em chamariz de bilheterias de filmes de baixo orçamento. Ela virou a rainha dos filmes B, estrelando produções sensacionalistas como “A Prisioneira do Kremlin” (1957) e principalmente “Rebelião dos Planetas” (1958). Este filme ruim se tornou cultuadíssimo pela trama fetichista, que acompanhava o pouso da primeira espaçonave americana em Vênus, um planeta habitado apenas por mulheres belíssimas e governado por uma rainha despótica (Zsa Zsa). Ela voltou a viver Zsa Zsa Gabor em “Pepe” (1960), comédia estrelada por Cantinflas, e basicamente seguiu sendo um clichê de si mesma, aparecendo também como Zsa Zsa, a “rainha de Vênus”, em “Dois Errados no Espaço” (1962), e Zsa Zsa, a celebridade que sua diamantes, no filme de assalto “Valete de Ouros” (1967). Nos anos 1960, ainda participou de diversas séries de impacto popular, como “Mister Ed”, “A Ilha dos Birutas”, “Bonanza” e até “Batman”, na qual viveu a vilã Minerva. “Famosa por ser famosa”, como chegou a se definir, fazia de tudo para aparecer, investindo na excentricidade. Sua origem estrangeira ajudou a popularizar seu bordão: “querido” com um forte sotaque – porque, como ela dizia, “não lembrava do nome de ninguém”. Mas a personagem Zsa Zsa tinha frases inteiras prontas para o close-up. Sempre com colar de diamantes, ela fazia questão de avisar para quem elogiasse: “Querido, estes são só meus diamantes de trabalho”. Ou: “Nunca odiei um homem o suficiente como para devolver-lhe suas joias”. Suas frases espirituosas eram mais engraçadas e sua vida privada mais cheia de ação que seus filmes e isso a ajudou a permanecer na mídia. Não por acaso, seus romances também tiveram mais astros que suas produções, envolvendo de Frank Sinatra a Howard Hughes. Ela jamais escondeu sua preferência por ricos e famosos. Foram nove maridos ao todo, entre eles Conrad Hilton, dono dos hotéis Hilton, com quem teve sua única filha, Francesca. Hilton nunca acreditou que a menina fosse sua e a deixou fora de sua herança. Graças à voracidade sexual e a ostentação que os tabloides transformaram em lenda, a atriz acabou quebrando barreiras em Hollywood ao continuar vivendo personagens glamourosas com 60 anos de idade – como na comédia “O Que Toda Mulher Tem” (1978). Zsa Zsa transcendeu a idade e qualquer papel para se dedicar a viver Zsa Zsa Gabor em tempo integral a partir dos anos 1980. Interpretou variações dela mesma em séries tão diferentes quanto “O Barco do Amor”, “Knots Landing”, “Pee Wee’s Playhouse”, “Um Maluco no Pedaço” e “Cybill”, além de aparecer em filmes de sucesso como “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987), “Corra Que a Polícia Vem Aí 2 1/2” (1991), “A Família Buscapé” (1993) e “A Volta da Família Sol Lá Si Dó” (1996), seu último trabalho, aos 79 anos. Sua vida pessoal continuou rendendo notícias por anos, principalmente por conta de seu último casamento em 1986, com Frederick von Anhalt, 30 anos mais novo, que se apresentava como príncipe alemão, mas que tinha uma ficha corrida de pelo menos 15 problemas judiciais. Ainda assim, ficaram juntos até a morte dela. A atriz manteve o mesmo temperamento e atitude inabalável até o fim. Mas os tempos mudaram enquanto ela permaneceu Zsa Zsa. E, infelizmente, isso acabou levando-a para a cadeia. Detida por dirigir embriagada em alta velocidade, ela esbofeteou o policial que teve a audácia de pará-la em 1989. Afinal, ela era uma estrela, como sua carteira de motorista vencida poderia facilmente comprovar. Ou o simples fato de estar dirigindo um Rolls-Royce – com um porta-bebidas cheio de whisky. Passou três dias presa e prestou 120 horas de trabalho comunitário. Mas adorou a atenção da mídia durante todo o período e pôde até estrelar um novo filme – um documentário sobre o incidente. Em 1992, publicou suas memórias, “Uma Vida Não É Suficiente”, com revelações sobre seus maridos e amantes. Sobre sua preferência por maridos bem-sucedidos, afirmou: “Eu quero um homem que seja bondoso e compreensivo. É demais pedir um milionário?”. Outra: “Um homem apaixonado está incompleto até que esteja casado. Então, está acabado”. No livro, ela também se definiu como uma ótima dona de casa. “Toda vez que me divorcio, eu fico com a casa”.

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  • Série

    Série clássica The Honeymooners deve ganhar remake

    18 de dezembro de 2016 /

    De olho no sucesso das produções de apelo nostálgico, a rede CBS está planejando o remake da série “The Honeymooners”, grande sucesso da década de 1950. Criada e estrelada pelo genial Jackie Gleason, a série de 1955 acompanhava dois melhores amigos da classe trabalhadora, um motorista de ônibus e um limpador de fossas, que tentavam encontrar uma forma de ganhar dinheiro enquanto testavam a paciência de suas esposas. A série só teve oficialmente uma temporada de 39 episódios, mas acabou retomada com outro nome, “The Jackie Gleason Show”, que durou até os anos 1970. Sua trama clássica inspirou até a premissa de “Os Flintstones” (1960). Segundo o site The Hollywood Reporter, a versão modernizada deve girar em torno de dois casais, vizinhos e melhores amigos, assim como na original. Mas a amizade adquire uma nova dinâmica quando um dos casais casa-se outra vez e um novo cônjuge é introduzidos na amizade. O remake está sendo desenvolvido por Bob Kushell, responsável por outro recente reboot, “Os Muppets”, que por sinal fracassou. Seu roteiro precisará ser aprovado para ser transformado em piloto, segunda etapa na busca por agradar aos executivos da TV e virar série.

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  • Série

    Suspense dos anos 1990, Mulher Solteira Procura pode virar série

    18 de dezembro de 2016 /

    O suspense “Mulher Solteira Procura”, grande sucesso dos anos 1990, deve virar série. A rede americana NBC autorizou a produção de um roteiro de série baseado no filme de 1992. Segundo o site The Hollywood Reporter, a versão televisiva será uma versão moderna da história roteirizada por Don Roos e dirigida por Barbet Schroeder – por sua vez, baseada no romance de John Lutz. No filme, Bridget Fonda procura outra mulher para dividir as despesas de seu apartamento, após romper com o noivo. Jennifer Jason Leigh parece a escolha perfeita, mas logo ela se mostra obcecada pela nova amiga, vestindo as mesmas roupas e até cortando o cabelo do mesmo jeito. Até se revelar completamente desequilibrada. Como isso pode se estender por uma série? Ainda não se sabe, mas a produção será financiada pela Sony, estúdio do filme, que pretende realizar algumas mudanças. Por enquanto, só o que se sabe é que a trama trocará Nova York por São Francisco. Por sinal, o longa original teve uma continuação pouco vista – porque é péssima – , que foi lançada direto em DVD em 2005. Para virar série, o roteiro tem que agradar para ter encomenda de piloto, e ainda o piloto ser aprovado.

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  • Série

    Haters Back Off é renovada para sua 2ª temporada

    18 de dezembro de 2016 /

    A Netflix renovou a série de comédia “Haters Back Off” para sua 2ª temporada. A atração acompanha a vida de Miranda Sings, uma jovem que não tem talento algum, mas é cheia de vontade de conquistar a fama com vídeos no YouTube. A personagem foi criada pela atriz e cantora Colleen Ballinger em 2008 para um canal no YouTube – com 7 milhões de inscritos. Ela canta (mal), dança (pior ainda), dá opiniões sobre os mais diversos assuntos (sem entender nada) e “encanta” a todos com seu inconfundível batom vermelho, usado de forma exagerada. A série mostra a vida em família de Sings, com participações de sua mãe hipocondríaca (Angela Kinsey, da série “The Office”), seu tio (Steve Little, da série “Eastbound and Down”), que está decidido a fazer da sobrinha uma estrela da internet, e a irmã mais nova (Francesca Reale, vista em “Blue Bloods”), que tenta sobreviver à insanidade dos parentes. Para completar, Miranda tem um vizinho (Erik Stocklin, da série “Stalker”) que a ama de verdade e a quem ela usa sem piedade. Uma curiosidade é que Colleen só aparece na mídia como Miranda Sings. Além de viver a personagem na internet e agora na série, ela já visitou os programas de Jimmy Fallon e Jerry Senfield à caráter. Isso aconteceu porque, ao contrário da trama de “Hater Back Off”, Miranda já se tornou uma celebridade, com alguns de seus vídeos vistos mais de 3 milhões de vezes. A sátira de humor negro detona a obsessão por atenção que gerou a cultura das celebridades da internet. E chega no momento perfeito, quando vários youtubers começam a materializar os planos traçados pelo tio de Miranda Sings para virarem atrizes e cantoras.

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  • Série

    Naruto vai ganhar nova série animada centrada em seu filho

    18 de dezembro de 2016 /

    Além de confirmar a produção de um filme com atores, o painel de Naruto durante o evento Jump Festa no Japão anunciou a estreia de uma nova série derivada da franquia, centrada em Boruto, o filho do herói original. O criador de Naruto, Masashi Kishimoto, esteve no palco durante o anúncio do novo projeto, e disse: “Eu pretendo torná-lo ainda melhor do que Naruto.” No fim de semana, a TV Tokyo complementou a divulgação com um vídeo promocional e um pôster, que destaca que a série animada terá o mesmo nome do mangá dedicado ao personagem, “Boruto: Naruto Next Generations”. Boruto já foi protagonista do filme “Boruto – Naruto the Movie” (2015), que até então era a única adaptação do mangá. A série vai estrear em abril no Japão.

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  • Série

    Criador de Mr. Robot desenvolve série baseada na clássica sci-fi Metrópólis

    18 de dezembro de 2016 /

    O criador de “Mr. Robot”, Sam Esmail, está desenvolvendo uma série baseada na cultuada sci-fi “Metrópolis”, grande clássico do cinema mudo, dirigido por Fritz Lang em 1927. Segundo o site The Hollywood Reporter, a série será produzida pela Universal Cable Productions, mas a função de Esmail na produção ainda está sendo definida. Isso porque não se sabe como ele vai conseguir se focar tanto no projeto se decidir manter o atual ritmo com “Mr. Robot” – Esmail escreveu e dirigiu sozinho todos os episódios da 2ª temporada. “Metropolis” foi o filme mais caro do cinema mudo e seu tema distópico é considerado muito à frente de seu tempo. A trama escrita por Thea von Harbou imaginava o futuro da humanidade em 2026 (100 anos após sua produção), onde o mundo passa a ser dividido rigorosamente em duas partes: a Superfície, onde os ricos usufruem dos avanços da tecnologia, e o Mundo dos Trabalhadores, no subterrâneo, onde os pobres trabalham 10 horas por dia em péssimas condições, sustentando as máquinas que fornecem conforto à população da superfície. Qualquer coincidência com a trama de “Elysium” (2013), “Jogos Vorazes” e tantos outras distopias totalitárias não é qualquer coincidência. O plano da UCP é reunir uma equipe forte, conceber a premissa e oferecer para o mercado. Por conta disso, a série só deve chegar à TV ou ao streaming na próxima década.

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  • Série

    The Good Fight: Carrie Preston vai reprisar papel de The Good Wife no spin-off da série

    18 de dezembro de 2016 /

    A atriz Carrie Preston vai reprisar seu papel como a advogada Elsbeth Tascioni no spin-off da série “The Good Wife”, que está sendo produzido para o novo serviço de streaming americano CBS All Access. A atração foi batizada de “The Good Fight” e vai girar em torno da personagem Diane Lockhart (Christine Baranski). Além dela, Cush Jumbo, que entrou no elenco da última temporada de “The Good Wife” como Lucca Quinn, e Sarah Steele, que interpretou a filha de Eli Gold na série original, também retornam. Já as novidades incluem as participações de Rose Leslie (série “Game of Thrones”), Justin Bartha (franquia “Se Beber, Não Case”) e Delroy Lindo (série “Blood & Oil”). As gravações já estão acontecendo para a estreia em 19 de fevereiro. Ainda não há definição sobre a exibição da série fora dos EUA.

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