Black Lightning: Nova série de super-heróis da DC Comics ganha primeiro trailer
A rede CW divulgou o primeiro trailer de “Black Lightning”, sua quinta série de super-heróis da DC Comics. Além de existir no mesmo universo dos quadrinhos, a atração compartilha com “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” o mesmo produtor, Greg Berlanti. Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, o herói foi batizado no Brasil como Raio Negro, apesar deste nome já identificar um herói da Marvel, o líder dos Inumanos (Black Bolt, no original) que também estreia na TV americana nos próximos meses. O Raio Negro da DC tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série não vai refletir as histórias iniciais do personagem, encontrando Jefferson Pierce mais de uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, quando as filhas teimam em buscar justiça e ficam em perigo, ele será levado de volta à vida de vigilante mascarado. A série é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, e a prévia demonstra que os episódios deverão mostrar a origem de duas novas super-heroínas: as filhas do personagem, vividas por Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”). Nos quadrinhos, elas viram Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning). O elenco também inclui Christine Adams (série “Terra Nova”) como a mulher de Pierce. O piloto foi dirigido por Salim Akil e a exibição vai acontecer durante a midseason, no começo de 2018 nos Estados Unidos.
Life Sentence: Nova série da protagonista de Pretty Little Liars ganha primeiro trailer
A rede CW divulgou a primeira foto e o trailer de “Life Sentence”, nova série de comédia dramática estrelada por Lucy Hale. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, Hale vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisará fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. “Life Sentence” é uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o elenco inclui Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido. O piloto tem direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”) e a exibição vai acontecer apenas na midseason, no começo de 2018 nos Estados Unidos.
Remake de Dinastia ganha trailer escandaloso, com muito sexo, ostentação e cabelos puxados
A rede CW divulgou as fotos e o primeiro trailer de “Dynasty”, remake da série novelesca “Dinastia”, grande sucesso dos anos 1980. A prévia mostra uma revisão escandalosa do original, com muito sexo, inclusive sexo gay, numa atualização sem pudor, que ainda aumenta a ostentação e a rivalidade de tapas e cabelos puxados das atuais protagonistas rivais. Sexy ao extremo, o remake explicita o que era sugestão e transforma a vida de luxo da família Carrington em pura luxúria. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, e foi uma grande concorrente de “Dallas”, outra série no mesmo formato. Em seu pico de audiência, entre 1984 e 1985, “Dinastia” foi o programa de televisão mais visto nos EUA. A prévia, porém, concentra-se apenas nos Carringtons e introduz os Flores, acrescentando latinidade na revisão exagerada dos momentos clássicos da 1ª temporada original. Na série original, Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama ainda noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, ganham interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. A trama apresentada intensifica o conflito entre a filha promíscua e a madrasta manipuladora, que nos anos 1980 acabou ofuscado pela chegada da primeira esposa, vivida por Joan Collins a partir da 2ª temporada. O remake parece também ter guardado a personagem para mais tarde. A produção foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, já que foram os criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. O piloto tem direção de Brad Silberling (do filme “Desventuras em Série”) e a exibição vai acontecer às quartas, na temporada de outono dos Estados Unidos.
Trailer da nova série Valor combina ação militar, flashbacks e segredos
A rede CW divulgou as fotos e o primeiro trailer de “Valor”, mais um drama militar que vai estrear na próxima temporada. Já é o terceiro. Mas, diferente de “The Brave” e “SEAL Team”, a produção do CW não acompanhará uma tropa de elite resolvendo o caso da semana. A ideia da equipe de elite persiste, mas a trama é mais complexa e prevê uma estrutura serializada, com uso de flashbacks para narrar sua história. “Valor” repercute as consequências de uma missão de resgate em território inimigo, que dá errado. Enquanto os dois sobreviventes mantém segredo sobre o que realmente aconteceu, surge a notícia de que soldados desaparecidos de sua unidade foram capturados por terroristas. Para salvá-los, será necessário uma nova missão, mas, conforme surgem as informações sobre o resgate, os segredos se provam cada vez mais perigosos. A série foi criada pelo roteirista e músico Kyle Jarrow (da banda Sky-Pony), e conta em seu elenco com Christina Ochoa (série “Animal Kingdom”), Matt Barr (série “Sleepy Hollow”), Charlie Barnett (série “Chicago Fire”), Melissa Roxburgh (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Davis W. Trè (série “Shades of Blue”), Corbin Reid, Nigel Thatch (o Malcolm X de “Selma”), Mac Brandt (série “Colony”), Corbin Reid (série “How to Get Away with Murder”) e Jaiden Kaine (série “The Vampire Diaries”). O piloto foi dirigido por Michael M. Robin (séries “The Closer” e “Major Crimes”) e a exibição vai acontecer às segundas, a partir da temporada de outono nos EUA. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las em tela inteira.
Netflix anuncia série baseada na animação clássica O Cristal Encantado
A Netflix anunciou que irá lançar uma série baseada no clássico filme infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. O vídeo que revela o projeto traz um depoimento do próprio Henson, dizendo como se orgulhava do projeto, seguido por desenhos dos personagens da produção original, que logo se mesclam à fabricação de novos bonecos baseados naqueles designs e a apresentação de uma das criaturas animatrônicas da série. “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets, e se movimentavam por meio de comandos eletrônicos (animatronics) e isso será mantido na série. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os gelflings. A série vai se chamar “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (The Dark Crystal: Age of Resistance) e está sendo desenvolvida pelo cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”). Ele vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix. Já os roteiros estão a cargo de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Criador dos Muppets e dos bonecos de “Vila Sésamo”, Henson faleceu em 1990, mas sua empresa continua produzindo novos projetos. Além dessa série, também está atualmente em desenvolvimento um remake de “Labirinto” (1986), último filme de Henson, que terá direção do uruguaio Fede Alvarez (“O Homem das Trevas”).
Robin Wright diz que foi enganada na negociação de salários de House of Cards
A luta por igualdade salarial da atriz Robin Wright voltou a virar assunto. No ano passado, ela a href=”https://pipocamoderna.com.br/2016/05/robin-wright-diz-que-recorreu-a-ameacas-para-receber-o-mesmo-que-kevin-spacey-em-house-of-cards/”>exigiu receber o mesmo cachê que seu colega Kevin Spacey na série “House of Cards”. Agora, um ano depois da polêmica, ela conta, em entrevista para a revista The Edit, que foi enganada. “Me disseram que eu estava recebendo pagamento igualitário e eu acreditei neles, mas descobri recentemente que não é verdade”, ela denunciou. “Isso é algo que precisa ser investigado”, continuou, antes de comparar sua personagem com o papel de Spacey. “Claire e Francis são equivalentes no que diz respeito ao seu poder, à sua união e à trama. Eu posso não ter tantas cenas ou falas quanto ele, mas Claire não precisa verbalizar tanto. Francis é um orador, um poeta, um demonstrador. Claire é um ego que se senta atrás e o dirige, mas eles são parceiros no mesmo plano”, descreveu. Wright acredita que não há porque recear abordar a questão do salário. “É simplesmente justo, em princípio”. A entrevista publicada pela revista The Edit foi realizada pela cantora Shirley Manson, da banda Garbage, que perguntou para a atriz se ela se considerava feminista. Robin foi direta: “Eu sou, mas as pessoas precisam procurar a definição dessa palavra novamente. Feminismo é apenas igualdade”. A polêmica vem à tona na véspera da estreia da nova temporada da série no Netflix e após o cancelamento de um evento sobre empoderamento feminino, que traria a atriz à São Paulo. Os organizadores não explicaram porque as vindas da atriz e de sua colega Meryl Streep foram canceladas. Mas a reclamação da desigualdade salariam pode ser a pista que faltava. Além de “House of Cards”, Robin Wright poderá ser vista nos cinemas em junho, no filme da “Mulher-Maravilha”. Sobre essa produção, ela revelou que precisou fazer um treinamento intensivo para se adequar ao papel de guerreira amazona. “O treinamento para ‘Mulher-Maravilha’ mudou meu corpo. Eu só tive cinco semanas, porque eu estava em ‘House of Cards’, e não fiz metade do que as outras garotas fizeram”, contou. A 5ª temporada de “House of Cards” estreia em 30 de maio e “Mulher-Maravilha” em 1 de junho.
Sam e Dean vão se encontrar com Scooby-Doo na série Supernatural
A série “Supernatural” vai fazer o crossover mais insano já planejado pela rede CW. Sam e Dean Winchester vão encontrar ninguém menos que Scooby-Doo. Não é brincadeira. Os próprios intérpretes de Sam e Dean, os atores Jared Padalecki e Jensen Ackles, fizeram o anúncio durante a apresentação da programação da próxima temporada da rede CW. A imagem acima foi divulgada na ocasião. Como a Warner, que produz a série, também é dona dos direitos de “Scooby-Doo”, não houve grande burocracia para os produtores realizarem o projeto, que irá render um episódio animado de “Supernatural”, em que os caçadores de monstros da família Winchester trabalharão juntos com Salsicha, Fred, Velma, Daphne e seu cachorro falante na resolução de um mistério… sobrenatural. Ainda não há previsão para a exibição do episódio especial, que integrará a 13ª temporada de “Supernatural”. A atração retorna à programação da rede CW na temporada americana de outono. No Brasil, ela é exibida pelo canal pago Warner.
Twitter de House of Cards brinca com a crise política do Brasil
A série “House of Cards” não deixou passar batida a crise política do Brasil, que nesta semana rendeu pedido de Impeachment para o Presidente Michel Temer, baseado em gravações de atos ilícitos e delação premiada. Uma mensagem publicada no perfil oficial da série no Twitter tripudiou: “Tá difícil competir”. O público parece concordar, pois, em poucas horas, o tuíte recebeu mais de 120 mil retuítes e curtidas. E não parou por aí. Após um internauta sugerir um spin off de “House of Cards” passado no Brasil, o perfil da Netflix Brasil entrou na brincadeira, retrucando: “Eu até tentaria, mas se eu reunisse 20 roteiristas premiados não conseguiria chegar numa história à essa altura…”. No ano passado, as redes sociais da série também brincaram com a crise política do Brasil. Na ocasião, o Impeachment era da Presidente Dilma Rousseff. Criada por Beau Willimon (roteirista de “Tudo pelo Poder”), “House of Cards” acompanha a trajetória de um político corrupto e violento, que se mostra capaz das artimanhas mais perversas, sem receio de sujar as mãos, para se tornar presidente dos EUA. A série estreia sua 5ª temporada em 30 de maio na Netflix. Tá difícil competir. — House of Cards (@HouseofCards) May 17, 2017 @quaseheroinan @HouseofCards Eu até tentaria, mas se eu reunisse 20 roteiristas premiados não conseguiria chegar numa história à essa altura… — Netflix (@NetflixBrasil) May 18, 2017
Vídeos de Sense8 revelam bastidores das gravações na Parada de Orgulho LGBT de São Paulo
A Netflix divulgou dois vídeos de bastidores da 2ª temporada de “Sense8”, um deles dedicado à gravação da Parada de Orgulho LGBT de São Paulo. Ambos trazem depoimentos do elenco e mostram a grandiosidade da produção. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 2ª temporada revela mais detalhes desse fenômeno e deixa claro que os protagonistas não são os únicos “sensates” do mundo. Os 10 episódios da 2ª temporada já estão disponíveis na plataforma de streaming.
Alison Brie vira estrela dos ringues no trailer de GLOW, série de lutas femininas da Netflix
A Netflix divulgou 12 fotos novas e o primeiro trailer de “GLOW”, série passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A prévia explica a premissa, ao mostrar como a atriz aspirante vivida por Alison Brie (série “Community”) se torna uma estrela dos ringues. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série é inspirada por histórias reais e gira em torno de uma atriz desempregada, que encontra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um seriado semanal sobre luta livre feminina. Pelos ringues de Los Angeles, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem lutará por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Sunita Mani (série “Mr. Robot”), Ellen Wong (série “The Carrie Diaries”), Betty Gilpin (série “Master of Sex”), a cantora irlandesa Kate Nash e várias atrizes novatas. A estreia está marcada para 23 de junho. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.
Naomi Watts é psicóloga juramentada no primeiro teaser da série Gypsy
A Netflix divulgou o primeiro teaser de sua nova série de suspense, “Gypsy”. A prévia traz Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) pronunciando o juramento de sua profissão, enquanto imagens insinuam que ela faz o oposto na prática, envolvendo-se com a personagem de Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”). Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, “Gypsy” segue a trajetória de Jean Holloway (papel de Naomi), uma terapeuta que desenvolve uma perigosa e íntima relação com pessoas das vidas de seus pacientes. Também fazem parte do elenco Billy Crudup (“Spotlight”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). Os dois primeiros episódios tem direção da cineasta Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e, além de atuar, Naomi Watts também assina a produção, junto com a Universal Television, a produtora Working Title e Lisa Rubin. O lançamento foi marcado para 30 de junho.
Alienígenas e atriz de The Walking Dead se destacam nos trailers de Star Trek: Discovery
A CBS e a Netflix divulgaram o pôster, fotos e os primeiros trailers da aguardada série “Star Trek: Discovery”, resgate televisivo da cinquentenária franquia espacial, que vai estrear 12 anos após o cancelamento de “Star Trek: Enterprise”. Assim como aquela série, a nova atração também é um prólogo. Os vídeos a situam uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). Por isso, um dos personagens que se destacam é Sarek (James Frain, de “Gotham”), o pai do Sr. Spock. Mas o contexto de sua participação não é explicado, muito menos sua relação com a Tenente Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), com quem aparece num flashback no planeta Vulcano. Tampouco há justificativa para o conflito com os klingons ou o clima de rebelião de Burnham diante da Capitã vivida por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”). A ênfase fica para os efeitos que materializam naves espaciais e a variedade de maquiagens dos alienígenas. A falta de detalhes alimenta especulações, já que, originalmente, a personagem de Michelle Yeoh foi apresentada como Capitã Georgiou, oficial comandante da nave da Frota Estelar Shenzou, mais tarde renomeada Discovery. Também foi antecipado que o Capitão da Discovery seria vivido por Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”). E que uma jovem tenente, papel de Sonequa, tomaria o comando para si. A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento é aguardado para a temporada americana de outono, com distribuição no Brasil via Netflix. At the edge of the universe, Discovery begins. https://t.co/xIWmNDREAb #StarTrekDiscovery pic.twitter.com/xlpH3Oe238 — Star Trek: Discovery (@startrekcbs) May 17, 2017
Trailer da série 9JKL mostra ator de Royal Pains desempregado e morando com os pais
A rede CBS divulgou as fotos e o trailer de cinco minutos da série “9JKL”, sitcom tradicional com cenário de estúdio e claque de risadinhas. Para completar, a premissa também é pouco original, chegando a lembrar a relação do protagonista de “Everybody Loves Raymond” (1996–2005) com seus pais vizinhos. A série é baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que assina os roteiros com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama gira em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também inclui Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). “9JKL” irá ao ar às segundas, na temporada de outono dos Estados Unidos. Personal boundaries mean nothing to this family! Here's your first look at the new comedy #9JKL, coming to @CBS this fall. pic.twitter.com/IoQJLeAcAu — 9JKL (@9JKLCBS) May 17, 2017












