Brooke Shields terá papel importante na nova temporada de Law & Order: SVU
A atriz Brooke Shields terá um papel recorrente e importante na 19ª temporada de “Law & Order: SVU”. A informação é do site Deadline, que entretanto não conseguiu nenhuma outra informação além do fato de que a nova personagem vai abalar o mundo de Benson (Mariska Hargitay). Criada pelo prolífico produtor Dick Wolf, “Law & Order: SVU” acompanha os casos da Unidade de Vítimas Especiais do Departamento de Polícia de Nova York, uma elite de detetives que investigam crimes sexuais. Pelo papel da tenente Olivia Benson, Hargitay foi indicada oito vezes ao Emmy, vencendo em 2006 como Melhor Atriz de Série Dramática. A 19ª temporada estreia em 27 de setembro na rede americana NBC. Além desta franquia, Wolf também é responsável pelas séries “Chicago Fire”, “Chicago PD”, “Chicago Med” e “Chicago Justice” no mesmo canal. Todas as séries de Dick Wolf são exibidas no Brasil pelo canal pago Universal.
Autor de The Walking Dead fecha acordo para criar novas séries para a Amazon
Robert Kirkman, o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead” que virou produtor de TV, fechou um acordo milionário com a Amazon para desenvolver séries exclusivas do gênero fantástico para a plataforma de streaming. Kirkman e sua empresa, a produtora Skybound Entertainment, assinaram um contrato de dois anos de exclusividade com a Amazon, após receberem uma oferta considerada irrecusável de Sharon Tal Yguado, contratada em janeiro pela plataforma especialmente para incrementar a produção de séries de gênero sci-fi, ação, fantasia e terror. Yguado foi ex-chefe da Fox International Channels e diretamente responsável pelo lançamento mundial de “The Walking Dead” e o desenvolvimento de “Outcast”, série baseada em outra revista em quadrinhos de Kirkman, que chegou à TV antes de ser publicada. “Robert é um talentoso narrador de histórias que compartilha nossa paixão por uma narrativa de gênero elevada que empurra fronteiras”, disse Tal Yguado, no comunicado da Amazon sobre o contrato. “Juntos, planejamos explorar mundos imersivos e idéias arrojadas para a Amazon”. “Na Skybound Entertainment, nos esforçamos para contar as melhores histórias das formas mais exclusivas e criativas em um esforço para abrir novos caminhos”, disse Kirkman. “Uma empresa de futuro como Amazon é a casa perfeita para nós. Sua nova incursão em ficção de gênero nos enche de otimismo pelo que pode ser realizado durante essa parceria sem precedentes. Sharon Tal Yguado tem sido uma força instrumental no sucesso de ‘The Walking Dead’ e ‘Outcast’ desde a primeira hora. Podendo não só continuar esse relacionamento, mas também expandi-lo para um novo território com os vastos recursos da Amazon, significa que grandes coisas virão para mim, Skybound e os fãs de entretenimento incrível. Cuidado mundo, porque aqui chegamos!” Além de “The Walking Dead” e “Outcast”, Kirkman também criou “Fear the Walking Dead” e produziu a sci-fi indie “Sem Ar” (2015). Atualmente, ele desenvolve a produção do remake de “Um Lobisomem Americano em Londres” (1981) e um filme sobre seus quadrinhos de super-heróis “Invencible”.
Diretor de Maze Runner desenvolve série sci-fi com roteirista de Fringe
O diretor Wes Ball, responsável pela trilogia distópica “Maze Runner”, está desenvolvendo uma série sci-fi para a rede NBC. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto é intitulado “Mosaic” e se passa num futuro próximo, onde diversos personagens lidarão com problemas de relacionamento diante de tecnologias emergentes. O piloto, que será dirigido por Ball, está sendo escrito por Christine Lavaf (roteirista da série “Fringe”). Os dois também produzirão a atração, caso ela vá em frente, em parceria com a Universal e a Chernin Entertainment. Lavaf também está envolvida num reboot da série clássica “Além da Imaginação” (The Twilight Zone). Já Ball vai estrear no mundo das séries com “Mosaic”. Atualmente, ele dá os últimos retoques na pós-produção de “Maze Runner: A Cura Mortal”, final da trilogia, que tem estreia marcada para 8 de fevereiro no Brasil.
Netflix cancela Gypsy na 1ª temporada
A Netflix cancelou a série “Gypsy“, estrelada por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), 40 dias após a disponibilização dos 10 episódios de sua 1ª e única temporada. Na trama, a atriz vivia uma psicóloga manipuladora, que utilizava sessões de terapia para se envolver sexualmente com seus pacientes, escanteando a ética para sua própria satisfação. O clima de sedução – com muitas cenas de lesbianismo – contava com a direção de uma especialista. A cineasta Sam Taylor-Johnson (de “Cinquenta Tons de Cinza”) assinou os dois primeiros episódios. Apesar da premissa provocante, “Gypsy” acabou não agradando à crítica, obtendo apenas 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Numa época em que não faltam ofertas de séries, é possível supor que o público seguiu a orientação da imprensa e não embarcou em maratonas da série. Mas a Netflix não divulga a audiência de suas produções. Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, a série também incluía em seu elenco Billy Crudup (“Spotlight”), Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). “Gypsy” é a segunda série da Netflix a ser cancelada na 1ª temporada em 2017. O mesmo aconteceu com “Girlboss”, estrelada por Britt Robertson (“Tomorrowland”).
Criadora de Orange Is the New Black vai produzir série sobre Feira da Renascença
O canal pago Lifetime encomendou uma nova série produzida por Jenji Kohan, a criadora de “Orange Is the New Black”, “Weeds” e produtora de “GLOW”. Intitulada “American Princess”, a atração foi concebida por Jamie Denbo, que é uma das atrizes de “Orange Is the New Black”, e gira em torno de uma noiva que abandona o casamento de seus sonhos. Ao descobrir que seu noivo é infiel, ela sai correndo e vai parar numa Feira da Renascença, em que todos agem como se vivessem na Idade Média. Assim, enquanto experimenta um colapso nervoso, ela resolve reavaliar sua vida sob uma nova perspectiva, na condição de donzela medieval. “American Princess” vai se juntar à “UnReal”, “Mary Kills People” e ao vindouro thriller psicológico “You” na estratégia de renovação do Lifetime, em busca de séries de viés feminino, mas de conteúdo mais ousado. A 1ª temporada terá 10 episódios, com previsão de estreia para o final de 2018.
Série clássica Os Monstros pode voltar à TV em nova versão
A NBC vai tentar novamente emplacar um remake da série clássica “Os Monstros”, grande sucesso da época da TV em preto e branco. A atração original de 1964 era estrelada por Fred Gwynne (“Cemitério Maldito”), Al Lewis (“A Noite dos Desesperados”) e Yvonne De Carlo (“Capitão Blood”) e concorria com “A Família Addams” no mesmo filão de família de monstros camaradas. O programa acompanhava o cotidiano de Herman, um monstro similar ao de Frankenstein, em sua vida comum de pai trabalhador, às voltas com a mulher vampira Lily, o sogro vampiro que todos chamavam de Vovô Monstro, o filho lobisomem Eddie e a sobrinha que envergonhava a família pela feiura, Marilyn (na verdade, uma loira deslumbrante). Além da série, “Os Monstros” originais também tiveram um filme colorido, “Monstros, Não Amolem!” (1966), e um telefilme de reencontro dos personagens, “The Munsters’ Revenge” (1981). Mas mesmo com a aposentadoria dos atores, a franquia da Universal nunca saiu totalmente do ar. O estúdio televisivo emplacou seu primeiro remake em 1987. Intitulada “The Munsters Today”, a segunda versão durou três temporadas, embora pouca gente lembre dela. Depois disso, o canal ainda lançou dois telefilmes com elencos completamente diferentes nos anos 1990. Segundo o site Deadline, o piloto em desenvolvimento vai girar em torno de uma família não convencional que tenta manter seus valores, enquanto busca se adaptar à vida moderna em meio aos hipsters do Brooklyn nova-iorquino. A nova versão está sendo desenvolvida pelo comediante Seth Meyers, que além de apresentador de talk show é o criador da série animada “The Awesomes”, e por Jill Kargman, criadora da sitcom “Odd Mom Out”. Por enquanto, a produção está em fase de roteiro. Apenas se o texto agradar, um elenco será definido para a gravação de um piloto, que ainda precisará ser aprovado para o projeto virar série. Vale lembrar que, em 2012, a NBC recusou o piloto de um remake intitulado “Mockingbird Lane” (o nome da rua em que moravam os Monstros), escrito por Bryan Fuller (“Deuses Americanos/American Gods”) e dirigido por Bryan Singer (“X-Men”). Na ocasião, os executivos da rede afirmaram que tentariam uma nova abordagem em outra oportunidade.
GLOW: Série de luta livre feminina é renovada para a 2ª temporada
A Netflix renovou a série “GLOW”, passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A atração terá mais 10 episódios em sua 2ª temporada, prevista para 2018. “GLOW” é a segunda série produzida por Jenji Kohan na programação da plataforma. Kohan é a criadora do sucesso “Orange Is the New Black”. Mas “GLOW” foi criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”). De todo modo, as duas séries tem muito em comum. Ambas são focadas em universos femininos, inspiradas por histórias reais e se tornaram sucessos com ressonância na cultura pop. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, das seis novas séries de comédia lançadas pela plataforma em 2017, “GLOW” foi a que mais repercutiu em citações na mídia e nas redes sociais. Os demais lançamentos foram “Santa Clarita Diet”, “Dear White People”, “One Day At a Time”, “Friends from College” e a já cancelada “Girlboss”. A série gira em torno de uma atriz desempregada, que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um projeto televisivo sobre luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Alison Brie (“Community”), Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros.
Rainha do Sul: Série americana de Alice Braga é renovada para a 3ª temporada
A série “Rainha do Sul” (Queen of the South), estrelada por Alice Braga (“Elysium”), foi renovada para sua 3ª temporada pelo canal pago americano USA Network. Com uma média de 2 milhões de espectadores em todas as plataformas, a série está entre as de melhor desempenho entre a demografia cobiçada pelos anunciantes (adultos entre 18 e 49 anos). A atriz brasileira foi bastante elogiada pela crítica americana por seu desempenho na atração. Na trama, sua personagem Teresa Mendoza se transforma, de uma jovem mexicana perseguida pelo cartel e pela polícia após a morte do namorado por tráfico, numa espécie de Rainha das drogas. A atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur”, que foi desenvolvido pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do filme divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges – , lançado direto em DVD no Brasil. Por curiosidade, a novela “La Reina del Sur” ganhou o nome de “A Rainha do Tráfico” no Brasil e já foi exibida pelo canal +Globosat e pelo Netflix. Além disso, Teresa Mendoza é inspirada numa traficante real, Griselda Blanco, que será interpretada por Jennifer Lopez num vindouro telefilme da HBO. No Brasil, a série é exibida como “Rainha do Sul” no canal pago Space e com o título original “Queen of the South” na Netflix. O final da 2ª temporada vai ao ar em 31 de agosto nos Estados Unidos e o terceiro ano será exibido em 2018.
American Crime Story vai destacar homofobia como causa da morte de Versace
O produtor Ryan Murphy adiantou muitos detalhes da 2ª temporada de “American Crime Story”, durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), fazendo questão de diferenciar a nova trama, que foi batizada de “The Assassination of Gianni Versace”, da história premiadíssima de “The People v. O.J. Simpson”. Murphy destacou que a palavra “assassinato” é importante no título, por isso a produção não adotou o nome “American Crime Story: Versace”, como estava sendo chamada. O primeiro episódio já vai mostrar o assassinato do estilista italiano, para depois contar sua história em flashbacks. Ele ainda salientou que se a temporada passada lidou com racismo, a nova irá falar sobre homofobia: “Estamos falando de um crime dentro de uma ideia social. Versace, que foi a última vítima de Andrew Cunanan, não devia ter morrido. Um dos motivos que fizeram Cunanan atravessar o país fazendo vítimas, em sua maioria homens gays, foi a homofobia da época”. Em outras palavras (de tom acusatório), a polícia não teria se empenhado tanto para detê-lo porque as vítimas eram homossexuais. O assassinato aconteceu em 1997, na Flórida, e a série pretende mostrar como envolveu uma série de erros e acontecimentos estranhos. Murphy lembrou, por exemplo, que o assassino já estava na lista dos mais procurados do FBI e pistas apontavam que ele estava e Miami. Porém, mesmo assim, a polícia local se recusou a fazer barreiras, checagens ou sequer colocar cartazes de “procurado”. Por isso, Murphy declarou que “a temporada será mais sobre as coisas que permitiram que este crime acontecesse, mais do que sobre o crime em si”, prometendo denunciar a homofobia da polícia americana. Na época, o assassinato ganhou grande repercussão mundial, tanto pela importância cultural de Versace como por ter sido um crime de ódio ostensivo contra gays. A série trará o venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) no papel de Versace, o americano Darren Criss (série “Glee”) como Cunanan, a espanhola Penélope Cruz (“Zoolander 2”) como Donatella Versace e o cantor porto-riquenho Ricky Martin como Antonio D’Amico, o parceiro de vida de Versace. “Foi um crime que envolveu muita injustiça. Este é um papel de conscientização, eu não podia dizer não”, disse Martin, na coletiva da TCA. “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” deve estrear em janeiro, após ganhar prioridade sobre uma trama envolvendo a tragédia do furacão Katrina.
A Vida Secreta dos Casais: Série de Bruna Lombardi ganha primeiras fotos
A HBO divulgou as primeiras fotos da série brasileira “A Vida Secreta dos Casais”, que é escrita, estrelada e dirigida pelo casal Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli e seu filho Kim Riccelli. Trama de suspense, com toques de humor e sensualidade, “A Vida Secreta dos Casais” gira em torno da sexóloga e terapeuta Sofia, interpretada por Bruna Lombardi. Ela tem uma carreira bem-sucedida e é dona de um instituto de terapias alternativas em São Paulo, mas devido a sua relação com um paciente, passa a ser investigada e terá que se proteger de uma série de ataques, tentando manter seus segredos enquanto luta para desvendar um grande mistério. A família de Bruna Lombardi já trabalhou junta em três filmes, sempre tendo São Paulo como quarto “integrante”. O longa mais recente de mãe, pai e filho, “Amor em Sampa”, foi exibido nos cinemas no ano passado. O elenco de “A Vida Secreta dos Casais” conta também com Virginia Cavendish (“Através da Sombra”), Fernando Alves Pinto (“A Floresta Que Se Move”), Ondina Clais (“Meu Amigo Hindu”), Hugo Bonemer (novela “Malhação”), Camila dos Anjos (novela “Amor e Revolução”), André Loddi (novela “I Love Paraisópolis”) e Bia Seidl (novela “Lado a Lado”). A série terá 10 episódios de uma hora de duração, com produção de Luis F. Peraza, Roberto Rios e Maria Angela de Jesus, da HBO Latin America Originais, e realização da produtora Coração da Selva. A estreia está marcada para 1 de outubro.
Kathy Bates é maconheira profissional no trailer legendado da série Disjointed
A Netflix divulgou 11 fotos e o trailer de “Disjointed”, nova série de comédia do produtor Chuck Lorre, que criou os sucessos “The Big Bang Theory”, “Two and a Half Men” e “Mom”. Como se poderia esperar, trata-se de uma produção politicamente incorreta, que se aproveita do fato de não ser exibida em rede de TV para inserir os palavrões que “Two and a Half Men” apenas sugeria. Além, claro, de fazer apologia à maconha. A série gira em torno da personagem da atriz Kathy Bates (série “American Horror Story”), uma advogada meio hippie que lutou a vida inteira pela legalização da maconha, e que agora finalmente vive seu sonho como proprietária de um dispensário legalizado da droga em Los Angeles. Descrita como uma sitcom de ambiente de trabalho, a trama tem mais cinco personagens centrais: três “budtenders” (balconistas de maconha), o filho de 20 e poucos anos da personagem de Bates e um guarda de segurança profundamente perturbado, todos com uma coisa em comum: estão sempre chapados. O elenco inclui Tone Bell (série “Whitney”), Dougie Baldwin (série australiana “Nowhere Boys”), Elizabeth Ho (“Cinquenta Tons de Preto”), Elizabeth Alderfer (“Game Day”), Betsy Sodaro (série “Girlboss”), Chris Redd (série “Wet Hot American Summer: Ten Years Later”), Nicole Sullivan (série “Black-ish”) e Michael Trucco (série “Battlestar Galactica”). A comédia marcará o segundo trabalho de Bates para Lorre, após aparecer num episódio de “Two and a Half Men” em 2012, como o espírito reencarnado de Charlie Harper (o personagem de Charlie Sheen). E também reflete uma tendência recente de produções de séries de comédia sobre o comércio de maconha, como a já cancelada “Mary + Jane”, produzida pelo rapper Snoop Dogg na MTV, e a renovada “High Maintenance”, na HBO. Nenhuma, até agora, superou a pioneira “Weeds” (2005–2012). Apesar de ser uma produção para streaming, a 1ª temporada de “Disjointed” terá 20 episódios de 30 minutos de duração como uma sitcom de rede televisiva. A estreia acontece em 25 de agosto.
2ª temporada de The Crown ganha primeiro teaser legendado e fotos
A Netflix divulgou seis fotos e o primeiro teaser legendado da 2ª temporada de “The Crown”, série mais luxuosa e cara da plataforma, que retrata o reinado de Elizabeth II. A prévia revela a comemoração da primeira década de Elizabeth como rainha, concentrando-se nos seus problemas de relacionamento com o marido, enquanto o clima político se deteriora, após as quedas de três Primeiros Ministros. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série traz Claire Foy (a Ana Bolena da minissérie “Wolf Hall”) como Elizabeth II e Matt Smith (série “Doctor Who”) como o Príncipe Philip. Com produção do cineasta Stephen Daldry (“Trash”), “The Crown” venceu o Globo de Ouro e disputa o Emmy 2017 de Melhor Série Dramática em 17 de setembro. Já a estreia dos novos episódios da série só vai acontecer no dia 8 de dezembro.
Séries Ballers e Insecure são renovadas pela HBO
A HBO renovou as séries de comédia “Ballers”, estrelada por Dwayne Johnson, e “Insecure”, de Issa Rae, para novas temporadas – a 4ª e a 3ª, respectivamente. As séries foram beneficiadas pelo atraso na produção de “Game of Thrones” e estão pegando carona no sucesso da série dos dragões, já que são exibidas logo na sequência, nas noites de domingo. “Estamos satisfeitos de que a programação de ‘Ballers’ e ‘Insecure’ tenha se conectado com nossos espectadores”, disse a diretora de programação da HBO Amy Gravitt. “Temos orgulho de trabalhar com Dwayne, Issa e todo o talento incrível em ambas as séries”, completou. “Ballers” foi criada por Steve Levinson (produtor da série “Boardwalk Empire”) e traz Dwayne Johnson como um ex-jogador de futebol americano que ganha a vida como agente e conselheiro de outros atletas. O elenco ainda conta com Rob Corddry (“A Ressaca”), Omar Benson Miller (série “CSI: Miami”), John David Washington (produtor de “O Livro de Eli”), Troy Garity (série “Boss”), Dulé Hill (série “Psych”) e Arielle Kebble (“O Mistério das Duas Irmãs”). Já “Insecure” adapta uma websérie (“The Misadventures of Awkward Black Girl”) criada e estrelada por Issa Rae. A própria atriz adaptou e estrela a atração, como uma jovem que enfrenta racismo e outros problemas da vida real, enquanto tenta lidar com uma série interminável de experiências cotidianas desagradáveis. Issa Rae comemorou a renovação para a 3ª temporada com a publicação de um vídeo em suas redes sociais. Veja abaixo. It’s hella official! #InsecureHBO has been renewed for another season on @HBO. @insecurehbo pic.twitter.com/6Bsc6H1cfG — Issa Rae (@IssaRae) August 8, 2017












