Cinderela dirige uma moto no pôster da 7ª temporada de Once Upon a Time
A rede ABC divulgou o pôster da 7ª temporada de “Once Upon a Time”, que destaca a nova Cinderela, vivida por Dania Ramirez (“Devious Maids”), com seu vestido azul de festa e sapatinho de cristal, numa motocicleta em disparada pela floresta negra. A nova temporada será uma espécie de reboot da história, que vai mostrar o filho de Emma Swan (Jennifer Morrison) crescido, vivendo novas aventuras no mundo das fábulas encantadas da Disney. O papel de Henry, vivido pelo menino Jared Gilmore, é agora encarnado por Andrew J. West (série “The Walking Dead”), e ele é casado com a Cinderela latina da trama. Na trama, uma nova maldição caiu sobre o reino encantado e Henry voltará a precisar da ajuda de Hook (o Capitão Gancho vivido por Colin O’Donoghue) e Regina (a Rainha Má, vivida por Lana Parrilla), mas não está claro se o Sr. Gold (Rumpelstiltskin, interpretado por Robert Carlyle) será aliado ou inimigo nos novos episódios. Entre as novidades, estão Lucy (Alison Fernandez, versão menina de Jane em flasbacks de “Jane the Virgin”) como a filha de Henry, e a Princesa Tiana (de “A Princesa e o Sapo”), vivida por Mekia Cox (série “Chicago Med”). A 7ª temporada estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos, com o episódio intitulado “Hyperion Heights”. No Brasil, “Once Upon a Time” é exibida no canal pago Sony.
Novo pôster de Stranger Things homenageia Tubarão
A Neflix divulgou mais um pôster de “Stranger Things” que presta homenagem a filmes clássicos. Depois dos cartazes que referenciavam “Conta Comigo” (1986), “A Hora do Pesadelo” (1984), “O Sobrevivente” (1987), “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979) e “Chamas da Vingança” (1984), é a vez de “Tubarão” (1975). Por sinal, o novo cartaz é o que menos lembra o original. A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.
Trailer e imagens de Fuller House comemoram o aniversário de 30 anos de Três É Demais
A Netflix divulgou o trailer, os pôsteres e 20 fotos da 3ª temporada de “Fuller House”, que celebram o aniversário de 30 anos da série “Três É Demais” (Full House), que originou a atração. A prévia mostra um reencontro dos pais originais para a celebração com suas filhas, atuais protagonistas do spin-off, que se passa no mesmo endereço cenográfico da trama dos anos 1980. Os pôsteres, inclusive, chamam atenção para este detalhe. “Fuller House” é um spin-off de “Três É Demais” e acompanha as meninas da série original, já crescidas e com seus próprios filhos, numa continuação da trama clássica. Há 30 anos, um pai (Bob Saget) tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente e mãe de três filhos, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem é vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin já apareceu como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas. A 3ª temporada vai chegar em 22 de setembro na Netflix. Que é exatamente a data do aniversário de 30 anos de “Três É Demais” (Full House).
Jim Carrey fará série de comédia com o diretor de Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças
Jim Carrey vai voltar a trabalhar com Michel Gondry, que o dirigiu em um de seus filmes mais cultuados: “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Mas não será no cinema. O ator vai protagonizar “Kidding”, série de comédia do canal pago Shotime que terá seu primeiro episódio dirigido pelo cineasta francês. O papel representará um retorno de Carrey à TV, de onde saiu há 23 anos, após estrelar o humorístico “In Living Color”, entre 1990 e 1994. Em “Kidding”, Carrey vai interpretar Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua felicidade vai acabar quando sua família passar por uma crise. “Ninguém desenvolve um personagem como Jim Carey faz, e esse papel vai deixar o público imaginando como conseguimos ficar tanto tempo sem vê-lo na TV”, disse o presidente do Showtime David Nevins. O canal pago já tem uma relação com o comediante. Carrey produz a série “I’m Dying Up Here”, que dramatiza a história dos comediantes de stand-up dos anos 1970 e tem uma das piores audiências da TV paga americana, mas mesmo assim foi renovada pelo Showtime para sua 2ª temporada. Agora é possível imaginar que a renovação tenha sido um incentivo para Carrey estrelar este novo projeto. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e, claro, “I’m Dying Up Here”. Ele também dividirá a produção com Carrey, Gondry, o ator Jason Bateman (série “Arrested Development”) e mais três produtores. “Kidding” foi aprovada sem encomenda de piloto e terá 10 episódios em sua 1ª temporada, que ainda não tem estreia definida.
Lucius Fox vai criar “uniforme de Batman” na série Gotham
A 4ª temporada de “Gotham” vai mostrar os primeiros passos de Bruce Wayne (David Mazouz) para virar Batman, e o site TV Line confirmou que isso envolve um uniforme escuro para esconder sua identidade. Não só isso, revelou quem será o responsável pela criação do traje, que ainda não deve ser a versão conhecida dos quadrinhos. Falando ao site, o showrunner do programa, David Cannon, contou que Lucius Fox (Chris Chalk) terá na série a mesma função desempenhada em “Batman Begins” (2005) – quando era muito mais velho e interpretado por Morgan Freeman. Ao perceber que Bruce e Alfred estão tendo uma “vida dupla”, ele decidirá ajudar. “Ele já trabalhou com os Wayne e agora só quer que Bruce não se machuque enquanto faz o que ele está fazendo. Por isso, ele encontra um jeito de ajudar sem interferir”, contou o produtor. Esta não será a única referência à trama de “Batman Begins” prevista para o quarto ano da produção. Por coincidência, o vilão mais proeminente da divulgação inicial da temporada é o Espantalho (Charlie Tahan), e também está clara a influência de Ra’s al Ghul (Alexander Siddig) por trás dos panos. Segundo o ator Ben McKenzie (intérprete de James Gordon), a segunda parte da temporada ainda irá adaptar “Batman: Ano Um” (Batman: Year One), de Frank Miller e David Mazzucchelli, que lida justamente com o surgimento de Batman – e da Mulher-Gato. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a série acompanha o começo da carreira do Comissário Gordon, em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato (Camren Bicondova), do Pinguim (Robin Lord Taylor), do Charada (Cory Michael Smith) e da Hera Venenosa (Maggie Geha), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A Fox adiantou a estreia dos novos episódios em uma semana nos Estados Unidos. A 4ª temporada vai chegar em 21 de setembro à TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Ted Danson está infernal nos vídeos e fotos da 2ª temporada de The Good Place
Uma das melhores estreias da TV aberta americana em 2016, como a própria rede NBC reconhece em sua publicidade, ganhou pôster, três comerciais, um vídeo de bastidores e 16 fotos de sua 2ª temporada. Literalmente divina, a série se passa no “céu” e gira em torno da chegada de Eleanor Shellstrop, personagem de Kristen Bell (série “House of Lies”), ao “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. Só que ela não devia estar ali. Por uma confusão burocrática, Eleanor escapou de parar no “Lugar Ruim”. Cercada por gente boazinha, como o supervisor do “Lugar Bom” vivido por Ted Danson (série “CSI”), ela quer enlouquecer, mas não demora a perceber que a outra opção é pior e resolve esconder a verdade, tentando aproveitar o que for possível daquele lugar feliz e tedioso. O detalhe é que essa história tem uma grande reviravolta, com uma revelação surpreendente ao final da temporada inaugural, e os vídeos exploram como isso será abordado nos novos capítulos. Uma dica: ninguém ali é realmente bonzinho, estão no “Lugar Certo” e Ted Danson inferniza a todos. Criada por Michael Schur (que também criou “Parks and Recreation” e “Brooklyn 9-9”), a série teve em sua 1ª temporada uma audiência média de 6,1 milhões de telespectadores e 90% de aprovação da crítica, na estimativa do site Rotten Tomatoes. A 2ª temporada terá mais 13 capítulos, como no primeiro ano (por sinal, disponível na Netflix), e estreia com um episódio duplo em 20 de setembro nos Estados Unidos.
Produtor de Narcos é morto à tiros no México
Carlos Muñoz Portal, assistente de produção da série “Narcos”, da Netflix, foi morto a tiros no México enquanto estava procurando por locações para as gravações da 4ª temporada, informou a mídia local nesta sexta-feira (15/9). Segundo informações do jornal El País, Muñoz viajava por uma área rural despovoada no centro do país, em Temascalapa, e foi encontrado morto dentro do porta-malas de seu carro, com várias marcas de balas no corpo. “Visto que a área é pouco habitada, não temos nenhuma testemunha até o momento”, informou o porta-voz da Procuradoria local, Claudio Barrera. Muñoz Portal tinha uma longa carreira na indústria cinematográfica, tendo sido coordenador das locações mexicanas de blockbusters como “Sicario: Terra de Ninguém” (2015) e “007 Contra Spectre” (2015). Ele trabalhava como freelancer para a produção do Netflix. “Sabemos do falecimento de Carlos Muñoz Portal, um respeitado gerente de locações, e oferecemos nossas condolências a seus familiares. Os fatos ainda são desconhecidos, já que as autoridades continuam investigando os fatos”, informou a Netflix através de um comunicado A série de sucesso explora a evolução do narcotráfico na América e teve a participação do brasileiro Wagner Moura no elenco, no papel de Pablo Escobar, o criador do cartel de Medellín. A próxima temporada seria gravada no México, para abordar o narcotráfico no país.
Harry Dean Stanton (1926 – 2017)
Morreu o ator Harry Dean Stanton, estrela de “Alien” (1979), “Paris, Texas” (1984), “Twin Peaks” e inúmeros outras produções clássicas e cultuadas. Ele tinha 91 anos e faleceu de casas naturais em um hospital em Los Angeles. Harry Dean Stanton nasceu em 14 de julho de 1926, em West Irvine, uma pequena comunidade do Kentucky. Seu pai era fazendeiro e barbeiro, sua mãe era uma cabeleireira, e o jovem Harry virou cozinheiro, quando serviu na Marinha durante a 2ª Guerra Mundial. Após a Guerra, ele chegou a se matricular na Universidade de Kentucky para estudar jornalismo, mas acabou tomando outro rumo. Mais especificamente, um ônibus Greyhound para Los Angeles, onde desembarcou em 1949 disposto a fazer sucesso. Chegou a se apresentar como cantor e até como pregador batista, antes de tentar o que a maioria dos recém-chegados tentava naquela cidade: virar ator. Sua estreia aconteceu na série “Inner Sanctum”, em 1954, seguida por uma figuração num clássico de Alfred Hitchcock, “O Homem Errado” (1956). Em pouco tempo, estabeleceu-se como vilão do episódio da semana das séries de western, vestindo chapéu preto em produções como “As Aventuras de Rin Tin Tin”, “Bat Masterson”, “O Homem do Rifle”, “Johnny Ringo”, “Paladino do Oeste”, “Gunsmoke” e “Couro Cru”, entre outras. Isto lhe abriu as portas para seu primeiro papel coadjuvante, como filho do vilão fazendeiro do western “O Rebelde Orgulhoso” (1958), de Michael Curtis. Ele também apareceu no clássico “A Conquista do Oeste” (1962), de John Ford, mas sua carreira só foi deslanchar na década de 1970, quando trabalhou com alguns dos maiores diretores da chamada Nova Hollywood. Tudo por conta de dois pequenos papéis, chamando atenção de forma memorável em “Rebeldia Indomável” (1967), de Stuart Rosenberg, e “Corrida Sem Fim” (1971), de Monte Hellman. A explicação de Stanton para roubar as cenas foi seguir um conselho de Jack Nicholson nas filmagens de “A Vingança de um Pistoleiro” (1966): não fazer nada e deixar o figurino trabalhar. Este seria o segredo de seu método de “interpretação natural”. E, de fato, deu tão certo que ele e Nicholson se tornaram melhores amigos – e vizinhos. Ao todo, a dupla rodou seis filmes juntos – os demais foram “Rebeldia Violenta” (1970), “Duelo de Gigantes” (1976), “O Cão de Guarda” (1992), “A Promessa” (2001) e “Tratamento de Choque” (2003). Sua fama de “não fazer nada” tornou-se ainda mais lendária quando Stanton passou a trabalhar com alguns dos maiores mestres do cinema americano. A lista invejável inclui Sam Peckimpah (em “Pat Garrett e Billy the Kid”, 1973), Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão 2”, 1974), Arthur Penn (“Duelo de Gigantes”, 1976), John Huston (“Sangue Selvagem”, 1979), John Carpenter (“Fuga de Nova York”, 1981), Garry Marshall (“Médicos Loucos e Apaixonados”, 1982), Robert Altman (“Louco de Amor”, 1985), Martin Scorsese (“A Última Tentação de Cristo”, 1988), David Lynch (“Coração Selvagem”, 1990), John Frankenheimer (“A Quarta Guerra”, 1990) e Frank Darabont (“À Espera de um Milagre”, 1999). Por menor que fosse o papel, ele sempre dava um jeito de chamar atenção, o que, muitas vezes, fazia com que seus diretores famosos lhe convidassem para um bis, repetindo as parcerias, como Coppola em “O Fundo do Coração” (1981) e Lynch com “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1994) e “Império dos Sonhos” (2006). Houve, inclusive, um período de oito anos, entre 1978 e 1986, em que ele parecia estar em todos os filmes que importavam. Nesta fase, era praticamente impossível ir na videolocadora e não alugar um VHS com Staton no elenco, fosse sci-fi, comédia, drama, terror, suspense, filme de adolescente e até musical. Seu nome estava simplesmente em “Alien” (1978), “A Rosa” (1979), “A Recruta Benjamin” (1980), “Fuga de Nova York” (1981), “Christine, O Carro Assassino” (1983), “Amanhecer Violento” (1984), “Repo Man – A Onda Punk” (1984) e “A Garota de Rosa-Shocking” (1986) – como o pai desempregado de Molly Ringwald – , entre outros sucessos da época. Tornou-se tão ubíquo que até Deborah Harry, a cantora da banda Blondie, lhe dedicou uma música, “I Want That Man” (1989). A letra começava assim: “I want to dance with Harry Dean/ Drive through Texas in a black limousine”… Os dois namoraram. Apesar disso, Stanton raramente viveu um protagonista. Mas na primeira oportunidade, o filme que ele estrelou venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes. “Paris, Texas” tornou-se um dos maiores lançamentos dos anos 1980, colocando seu diretor, o alemão Wim Wenders, no patamar dos grandes mestres. Na trama, Staton vivia Travis, um homem e um pai quebrado pelo amor não correspondido, que vagou por quatro anos sem destino pelas estradas empoeiradas do sul americano, e ao ser encontrado no deserto tenta juntar os cacos de sua vida para entender o que aconteceu. Seu rosto triste marcou gerações. Stanton chegou a dizer, na ocasião: “Depois de todos esses anos, finalmente consegui o papel que queria interpretar. Se nunca mais fizesse outro filme depois de ‘Paris, Texas’, ficaria feliz”. Além de estrelar “Paris, Texas”, ele ainda cantou na trilha sonora, composta por Ry Cooder. E esta era outra faceta de seus múltiplos talentos. O ator tinha uma voz angelical, que foi explorada em outros filmes, como “Rebeldia Indomável”, no qual viveu um presidiário que trabalhava duro em rodovias, e em “Cisco Pike” (1972), em que foi uma estrela de rock decadente, melhor amigo do roqueiro traficante vivido por Kris Kristofferson. Por curiosidade, ele também fez dois filmes com Bob Dylan – “Pat Garrett e Billy the Kid” e o mítico “Renaldo and Clara” (1978), dirigido pelo próprio Dylan. E, fora das telas, tinha sua própria banda, Harry Dean Stanton and the Repo Men, que dava shows nas casas noturnas de Los Angeles. Os cineastas mais jovens também o veneravam, como demonstram suas aparições em “Alpha Dog” (2006), de Nick Cassavetes, “Aqui é o Meu Lugar” (2011), do italiano Paolo Sorrentino, “Rango” (2011), de Gore Verbinski, “Os Vingadores” (2012), de Joss Whedon, e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), do inglês Martin McDonagh. Mas, nos últimos anos, o ator vinha se destacando mais na TV, graças ao papel assustador do vilão polígamo e autoproclamado profeta Roman Grant, na série “Big Love” (Amor Imenso, 2006–2011) da HBO. Além disso, sua pequena aparição no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” lhe rendeu uma longa participação recorrente no revival da série “Twin Peaks” deste ano, em que reprisou o papel de Carl Rodd, o dono de um parque de trailers – e também cantou. Seu último lançamento previsto é o drama indie “Lucky”, de John Carroll Lynch, que teve première no Festival SXSW e chega aos cinemas norte-americanos em 29 de setembro. O filme é um despedida magistral, em que Stanton, no papel-título, canta, anda pelo deserto texano, contracena com velhos amigos (David Lynch e Tom Skerritt, seu comandante em “Alien”) e pondera o que existe depois da morte. Com exceção de um breve casamento, Stanton viveu a maior parte da vida sozinho. Assim como Travis, de “Paris, Texas”, isto se devia a um coração partido. No documentário sobre sua carreira, “Harry Dean Stanton: Partly Fiction” (2012), ele confessa ter ficado amargurado após perder seu grande amor, a atriz Rebecca De Mornay (atualmente na série “Jessica Jones”). “Ela me deixou por Tom Cruise”, diz ele no filme.
Rick, Daryl e Ezekiel aparecem em novas fotos da 8ª temporada de The Walking Dead
A revista Entertainment Weekly divulgou duas novas fotos da 8ª temporada de “The Walking Dead”. As imagens são continuações de cenas já reveladas nas primeiras fotos, com Rick (Andrew Lincoln) ao lado de Ezekiel (Khary Payton) e Daryl (Norman Reedus) dirigindo sua moto. A 8ª temporada vai abrir com uma marca importante. O capítulo inicial será o 100º episódio da série e introduzirá a narrativa conhecida nos quadrinhos de Robert Kirkman como Guerra Total. A exibição está marcada para 22 de outubro. No Brasil, “The Walking Dead” vai ao ar no mesmo dia pelo canal pago Fox e também pela Fox Premium (sem intervalos).
Infográfico comemora os 51 anos da série Star Trek
Setembro marca o aniversário de uma série que com certeza marcou a vida de muita gente, afinal “Star Trek” completou nada menos que 51 anos, tendo sua primeira exibição em 8 de setembro de 1996 nos Estados Unidos, e a Pipoca Moderna em parceria com o Combos NET preparou um conteúdo superbacana com várias curiosidades pra comemorar essa data.
Série Atypical, sobre adolescente autista, é renovada pela Netflix
A Netflix anunciou a renovação da série “Atypical” para sua 2ª temporada. O série, que estreou no dia 11 de agosto no serviço de streaming, acompanha um jovem autista de 18 anos, que decide se tornar mais independente da mãe superprotetora e começar a namorar. Diante do crescimento do garoto, a família inteira deverá se adaptar às mudanças, enquanto questiona o que significa ser “normal”. Estrelada por Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Keir Gilchrist (“Corrente do Mal”), respectivamente como mãe e filho, “Atypical” conquistou elogios da crítica e 77% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A série foi criada pela roteirista Robia Rashid (série “How I Met Your Mother”) e o cineasta Seth Gordon (“Baywatch”), e seu elenco ainda inclui Michael Rapaport (série “Justifed”), Brigette Lundy-Paine (“O Homem Irracional”) e Amy Okuda (série “How to Get Away with Murder”).
Game of Thrones vai gravar vários finais diferentes para sua última temporada
A produção da 8ª e última temporada de “Game of Thrones” vai gravar vários finais diferentes para a série, visando evitar spoilers. A informação é de um jornal do interior dos EUA, The Morning Call, que acompanhou uma palestra do presidente de programação da HBO, Casey Bloys, em uma universidade da Pensilvânia, nos EUA. Na ocasião, o executivo afirmou que é necessário ter precauções quando se trata de “um programa importante”. “Quando estamos gravando as cenas, as pessoas acabam descobrindo. Então, filmaremos várias versões, para que ninguém descubra o que de fato irá acontecer no fim”, explicou Bloys. Como destacou o jornal, muitas séries de sucesso, como “Breaking Bad”, “Sopranos” e “Dallas”, também gravaram mais de uma versão para o episódio final das tramas, estratégia que é bastante comum entre as novelas da Globo. Curiosamente, não é a primeira vez que se ouve que “Game of Thrones” grava versões diferentes para despistar. Durante uma entrevista televisiva na véspera da estreia da 7ª temporada, o ator Kit Harington, intérprete de Jon Snow, disse que os atores passaram 15 horas filmando cenas de mentira para evitar spoilers. Apesar disso, todas as fotos tiradas por paparazzi acabaram se revelando cenas verdadeiras, o que sugere que talvez a história das cenas falsas tenha sido apenas para criar dúvidas entre os fãs que viram as imagens de Jon Snow e Daenerys (Emilia Clarke) juntos. De todo modo, a estratégia se provou ineficaz diante dos problemas enfrentados pela série, como spoilers da trama integral, vazamentos de roteiros provenientes de ataques de hackers, divulgação antecipada de dois episódios por piratas da Índia e pelo equívoco de funcionários europeus da própria HBO, etc.
Séries de comédia Wrecked, People of Earth e The Guest Book são renovadas
O canal pago americano TBS anunciou a renovação de suas três séries de comédia da temporada de verão: “Wrecked”, “People of Earth” e “The Guest Book”. Em comunicado, a emissora ressaltou que seus programas originais vêm crescendo em audiência, enquanto a tendência da televisão é um declínio gradual de espectadores. “Desde a redefinição desta rede há apenas dois anos atrás, renovamos 100% dos nossas séries originais, que geraram um crescimento impressionante do público em um ambiente que está vendo principalmente declínios”, disse Brett Weitz, Vice-Presidente de Programação Original do TBS. “Wrecked” é uma comédia de sobreviventes de um acidente aéreo passada numa ilha deserta, com claras referências a “Lost”. Já “People of Earth” gira em torno de um grupo de pessoas que compartilham experiências de abdução alienígena e “The Gest Book” se passa numa pequena comunidade das montanhas onde turistas vão passar férias. As duas primeiras são serializadas, de criadores estreantes (respectivamente, dos irmãos Shipley e de David Jenkins), e vão para a 3ª temporada, enquanto a última tem formato de antologia, é do veterano Greg Garcia (criador de “My Name Is Earl” e “Raising Hope”) e foi renovada para a 2ª temporada.












