Chefão da Marvel diz que manter título oficial de Vingadores 4 em segredo foi equívoco
Em sua ronda pelos sites geeks para divulgar “Vingadores: Guerra Infinita”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (26/4), o presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, confessou ter cometido um erro estratégico. Ele lamentou ter decidido manter o título do próximo filme dos Vingadores em segredo. Isto porque agora o filme corre o risco de ficar conhecido apenas como “Vingadores 4”, já que é o nome que está sendo referido na mídia. E nenhum outro título será capaz de satisfazer a expectativa criada pelo mistério da não divulgação oficial de seu nome. Em entrevista ao site IGN, Feige contou que não era para tudo isso. A intensão era apenas guardar o título para depois da estreia de “Vingadores: Guerra Infinita”, de modo a não tirar a atenção deste lançamento. “De certa forma, saiu pela culatra, porque a ideia era não falar dele para que o foco estivesse em ‘Guerra Infinita’”. Entretanto, o quarto Vingadores virou obsessão da mídia, entre outra coisas porque o título misterioso deve ser bombástico. “Saiu do controle e agora não vamos ter nenhuma chance de corresponder a qualquer expectativa”, assumiu o produtor. Feige arrematou dizendo que, por causa do frisson, ainda não decidiu quando o título oficial da sequência será anunciado ao público. Ele ainda revelou que “Guerra Infinita” e “Vingadores 4” estão muito ligados. “Eles estão absoluta e diretamente conectados, como muitos dos nossos filmes, mas ainda mais. As pessoas vão querer saber o que acontece imediatamente após o fim [de ‘Guerra Infinita’]”.
Netflix vai lançar série animada da franquia Velozes e Furiosos
A Netflix anunciou a produção de uma série animada baseada nos filmes da franquia de ação “Velozes e Furiosos”. E para apresentar o projeto, já foi antecipada a primeira imagem da produção (acima). A animação tem produção da DreamWorks Animation, que em 2016 foi comprada pela Comcast e virou uma divisão dos estúdios Universal. O acordo com a Netflix prevê desenvolver séries animadas de franquias da Universal, das quais “Velozes e Furiosos” deve ser apenas a primeira. A trama não vai acompanhar os personagens dos filmes, mas um primo adolescente do protagonista Dom Toretto (papel de Vin Diesel). Mas a premissa é bastante similar. Tony Toretto e seus amigos adolescentes são “recrutados por uma agência do governo para se infiltrar em uma liga de corrida de elite que serve de fachada para uma organização criminosa empenhada na dominação mundial”. Os produtores da franquia, Vin Diesel, Neil Moritz e Chris Morgan, serão creditados como produtores executivos da série. Entretanto, os showrunners serão Tim Hedrick (da série animada “Voltron: O Defensor Lendário”) e Breet Haaland (“Saúdem Todos o Rei Julien”). Ainda não há previsão para a estreia.
Séries de comédia Search Party e The Last O.G. são renovadas
O canal pago americano TBS anunciou a renovação das comédias “Search Party” e “The Last O.G.” Criada pelo trio de cineastas indie Sarah-Violet Bliss (“The Color of Time”), Charles Rogers (“Fort Tilden”) e Michael Showalter (“Mais um Verão Americano”), “Search Party” acompanha um grupo de amigos nova-iorquinos que acabam desenvolvendo gosto por desvendar mistérios após seguirem pistas de uma garota desaparecida. O elenco inclui Alia Shawkat (da série “Arrested Development”), John Reynolds (“Stranger Things”), John Early (“O Artista do Desastre”), Meredith Hagner (série “Younger”) e Brandon Micheal Hall (série “The Mayor”). A série encerrou a sua 2ª temporada em dezembro e vai começar agora a produção de seu terceiro ano. Já “The Last O.G.” garantiu sua 2ª temporada após a exibição de apenas três episódios neste mês de abril. O programa traz de volta às telas o comediante Tracy Morgan (de “30 Rock”), recuperado de um grave acidente que ameaçou deixá-lo paralítico. Desenvolvida pelo cineasta Jordan Peele (“Corra!”) e o roteirista John Carcieri (de “Vice Principals”), a série mostra Morgan tendo seu momento de Kimmy Schmidt, ao sair da prisão após 15 anos e se deparando com um mundo completamente diferente do que ele lembrava. O bairro do Brooklyn não é mais pobre, gays estão nas ruas que eram barra-pesada, sua antiga namorada agora namora um branco e ele tem filhos que não conhecia. O elenco ainda destaca a estrela em ascensão Tiffany Haddish (“Girls Trip”) e o humorista veterano Cedric the Entertainer (“Um Salão do Barulho 3”).
The Rain: Netflix revela fotos, pôster e o trailer legendado da série pós-apocalíptica dinamarquesa
A Netflix divulgou fotos, pôsteres e o trailer legendado de “The Rain”, a primeira série dinamarquesa do serviço de streaming. A prévia detalha a trama, que aposta numa história de sobrevivência pós-apocalíptica. A ação acontece seis anos depois de um vírus mortal dizimar a maior parte da população e segue dois irmãos que, ao saírem de seu abrigo protegido, juntam-se a um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de vida e segurança. “The Rain” foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A aposta da plataforma é que a atração repita o sucesso de “Dark”, série alemã de suspense que rendeu comoção mundial. A estreia vai acontecer em 4 de maio.
Sharp Objects: Minissérie de suspense estrelada por Amy Adams ganha trailer legendado
A HBO divulgou o primeiro trailer legendado da minissérie de suspense “Sharp Objects”, estrelada pela atriz Amy Adams (a Lois Lane de “Liga da Justiça”). E ela não é o único nome famoso na produção, que tem uma equipe de peso. A atração foi desenvolvida pela produtora-roteirista Marti Noxon (criadora da série “Unreal”) e todos os capítulos são dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (que fez o mesmo com “Big Little Lies”). Além disso, trata-se de uma adaptação do primeiro livro escrito por Gillian Flynn (a autora de “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”), publicado no Brasil como “Objetos Cortantes”. A trama acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. O elenco ainda inclui Patricia Clarkson (da franquia “Maze Runner”), Matt Craven (série “Justified”), Henry Czerny (“Revenge”), Chris Messina (“The Mindy Project”), Miguel Sandoval (“Medium”) e a jovem Sophia Lillis (revelação de “It: A Coisa”) como a versão adolescente da personagem de Amy Adams. A previsão de estreia é para julho de 2018.
Série de terror Ghost Wars é cancelada e não terá 2ª temporada
O canal pago Syfy cancelou a série novata “Ghost Wars”, que não terá 2ª temporada. A atração tinha baixa audiência, vista por uma média de 376 mil telespectadores ao vivo, e exibiu seu último episódio em janeiro. Ao menos, concluiu sua história, sem terminar num cliffhanger. As pontas soltas, que não foram poucas, devem-se exclusivamente aos roteiros, repletos de situações sem explicação e contraditórias. “Ghost Wars” era uma produção canadense do roteirista-produtor Simon Berry, conhecido por criar a sci-fi “Continuum”, e tinha um climão de terror bastante acentuado. Graças ao prestígio atingido pelo trabalho anterior de Berry, a série contava com um bom elenco, encabeçado por Avan Jogia (série “Twisted”), Vincent D’Onofrio (“Jurassic World” e série “Demolidor”), Kim Coates (série “Sons of Anarchy”), Kandyse McClure (série “Battlestar Galactica”), Kristin Lehman (série “The Killing”), Zak Santiago (série “Shut Eye”), Luvia Petersen (série “Continuum”), Carmel Amit (série “Mistress”) e o roqueiro Meat Loaf (“A Sombra de um Homem”). A trama se passava em Port Moore, uma cidade remota do Alasca, que subitamente via-se invadida por forças sobrenaturais sanguinárias, após uma experiência secreta num grande laboratório particular da região. Cabe a um jovem médium local (Jogia) superar os preconceitos da cidade e seus próprios demônios para assumir seus poderes paranormais reprimidos e salvar a todos da infestação do além que ameaça destruir tudo. A série tinha produção da Nomadic Pictures, que também realiza “Van Helsing” no SyFy, e era disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Série de comédia 9JKL é cancelada ao final da 1ª temporada
A rede americana CBS cancelou “9JKL” ao final da sua 1ª temporada. A série era vista por cerca de 5 milhões de telespectadores por episódio, mas amargava as piores críticas da fall season, com apenas 13% de aprovação no site Rotten Tomatoes. E seu cancelamento quase passou batido, já que o anúncio veio misturado com a notícia da interrupção de “Living Biblically” e não mereceu um comunicado específico da emissora. “9JKL” era baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que criou a série com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama girava em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também incluía Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). Como a CBS já tinha cancelado anteriormente “Me, Myself & I”, três das quatro novas séries de comédia que a emissora levou ao ar no outono fracassaram e foram canceladas. Por coincidência, todas eram exibidas nas noites de segunda-feira nos Estados Unidos. Em compensação, a quarta série nova de comédia lançada pelo canal foi “The Young Sheldon”, maior sucesso recente da TV americana, que retornará em sua 2ª temporada.
Comédia romântica Podres de Ricos ganha primeiro trailer
A Warner Bros. Pictures Brasil divulgou o trailer legendado da comédia romântica “Podres de Ricos” (Crazy Rich Asians), baseada no best-seller homônimo de Kevin Kwan. A trama é uma novela típica da Globo, produzida por Hollywood e estrelada por atores asiáticos. Tudo se resume à jovem inocente que não sabe que se apaixonou por um ricaço, e a reprovação da família rica ao descobrir o namoro. A prévia ainda inclui bastante closes descamisados no protagonista. Por ser estrelada por asiáticos, há quem considere novidade. Mas esta história de Cinderela já é uma fábula antiga. E bastante comum entre produções asiáticas – que não são faladas em inglês nem estrelados por astros da TV americana. O elenco inclui Constance Wu (da série “Fresh Off the Boat”) e Henry Golding (“Um Pequeno Favor”) como o casal central e Michelle Yeoh (série “Star Trek: Discovery”) como a mãe rica malvada. Entre os coadjuvantes, destacam-se ainda Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”), Ken Jeong (série “Dr. Ken”), Gemma Chan (série “Humans”), Chris Pang (série “Marco Polo”), Sonoya Mizuno (“La La Land”) e Jimmy O. Yang (série “Silicon Valley”). O longa tem roteiro de Peter Chiarelli e direção de Jon M. Chu, que trabalharam juntos em “Truque de Mestre: O 2º Ato” (2016). A estreia está marcada para 1 de novembro no Brasil, três meses após o lançamento (em agosto) nos Estados Unidos.
Série baseada em Máquina Mortífera pode acabar por mau comportamento do protagonista
O que começou como boato de mau comportamento de um ator não identificado de uma série popular, espalhado pelo jornalista Michael Ausiello no TVLine, acabou virando denúncia do site Deadline, que apurou nesta segunda (23/4) quem estava aprontando e qual série corre risco de ser cancelada por causa disso. De acordo com a publicação, o ator Clayne Crawford, que interpreta o personagem Martin Riggs em “Leathal Weapon”, tem um histórico de mau comportamento no set de gravações. Segundo apuração do Deadline, os produtores já receberam várias reclamações de abuso emocional, dizendo que Crawford criou um ambiente hostil. A questão chegou a tal ponto que outros atores, bem como a equipe de “Lethal Weapon”, se sentem desconfortáveis de estarem no set com o ator. O problema é tão grave que estaria ameaçando o futuro da série, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”. A atração tem uma média de 4,2 milhões de telespectadores, audiência mais que razoável para o padrão da rede Fox. Mas pode ser cancelada se a equipe se recusar a atuar com Crawford. O papel de Martin Riggs, que foi vivido por Mel Gibson no cinema, também pode ser reescalado com outro ator. Isto era mais comum no passado – um dos casos mais famosos foi o marido de “A Feiticeira”, nos anos 1960. Mas, hoje em dia, os produtores tendem a simplesmente cortar o personagem, seja com uma morte conveniente, seja com uma explicação esfarrapada para o sumiço – casos de Kevin Spacey em “House of Cards” e Thomas Gibson em “Criminal Minds”.
Versão com atores do mangá Bleach ganha primeiro trailer completo
A Warner do Japão divulgou o trailer completo da adaptação live-action do popular mangá e anime “Bleach”. A prévia apresenta um visual próximo dos desenhos animados. Além dos efeitos visuais, na criação dos monstros, o comportamento dos personagens também sugere um desenho com atores reais. Um dos mangás mais bem-sucedidos e cultuados deste século no Japão, “Bleach” acompanha Ichigo Kurosaki, um estudante de 15 anos que desde criança se sentia amaldiçoado por poder ver fantasmas. Graças a essa capacidade, ele descobre a existência de uma ceifadora de almas chamada Rukia Kuchiki, que integra uma complexa sociedade de shinigamis, guardiões de almas. Numa luta para defender a Terra de um ataque de criaturas das trevas, a ceifadora acaba ferida e precisa deixar o garoto como responsável pelas almas humanas, o que o leva a descobrir um mundo sobrenatural que sequer imaginava existir. O mangá, escrito e desenhado por Tite Kubo, é publicado no Japão desde 2001 e se tornou bastante ambicioso com o passar do tempo, expandindo seu universo para outros planos de existência e incluindo centenas de personagens, entre eles mais de uma dezena de ceifadores da Sociedade das Almas – os “mocinhos” da trama, embora no começo não pareçam. Os quadrinhos também inspiraram uma série animada bastante popular, exibida entre 2004 e 2012, com 16 temporadas. Ou seja, caso seja bem-sucedido, o filme pode render inúmeras continuações. “Bleach” tem direção de Shinsuke Sato, um especialista em versões live action de mangás, que já dirigiu “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016), “I Am a Hero” (2015) e “Gantz” (2010). O elenco destaca Sôta Fukushi (da adaptação do mangá “As the Gods Will”) e Hana Sugisaki (“Blade of the Immortal”). A estreia acontece em julho no Japão e não há previsão de lançamento no Brasil.
Filha de Ewan McGregor posa nua para a revista Playboy
A fotógrafa Clara McGregor, que é filha do ator Ewan McGregor (“Trainspotting”), postou no Instagram algumas imagens de um ensaio fotográfico que fez como modelo da revista Playboy, onde apareceu nua e chamou atenção da mídia. Uma das fotos recebeu 42 mil curtidas ao ser postada no Instagram oficial da Playboy. Na legenda, a publicação afirma que ela pretende causar impacto atrás e não em frente às câmeras. Moradora de Brooklyn, Clara estudou fotografia em Nova York, mas seu único trabalho cinematográfico foi como atriz, em “Groove” (2017), de Ryan McDonough. Segundo o jornal The Sun, ela tem a ambição de seguir a carreira do pai. As fotos vieram à tona após três meses de separação de seus pais, Ewan McGregor e Eve Mavrakis, que citaram “diferenças irreconciliáveis” para encerrar o casamento de 22 anos. Além de Clara, que tem 22 anos, o casal tem outras três filhas: as gêmeas Jamyan e Esther, de 14 anos, e Anouk, de 5. @playboy ? @playboy … comme ci comme ça Uma publicação compartilhada por claramcgregor (@claramcgregor) em 21 de Abr, 2018 às 8:18 PDT PLAYBOY shot by @ungano_agriodimas @playboy Uma publicação compartilhada por claramcgregor (@claramcgregor) em 20 de Abr, 2018 às 8:42 PDT
Filme sobre violência policial no Rio vence o festival É Tudo Verdade 2018
O festival É Tudo Verdade anunciou os vencedores de sua 23ª edição, premiando o comentado “Auto de Resistência”, de Natasha Neri e Lula Carvalho, como Melhor Documentário Brasileiro. Um dos mais impactantes da mostra de documentários, “Auto de Resistência” conta com a presença de Marielle Franco, vereadora carioca recém-assassinada, em registro da comissão da Assembléia Legislativa carioca que investigou a violência policial do Rio. O filme foi gestado após uma visita da diretora Natasha Neri a uma delegacia de polícia em 2008, quando atuava como pesquisadora no Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana da UFRJ. Ela conta que, na ocasião, percebeu duas pilhas de inquéritos: uma relativa a homicídios e outra classificada como autos de resistência, em que policiais matavam supostos criminosos. “Não tratavam os autos como homicídio”, disse a diretora, em entrevista ao jornal O Globo. Com seu marido Lula Carvalho, diretor de fotografia de “Tropa de Elite”, ela resolveu transformar seu acesso aos números da crise da segurança pública em filme. “Tivemos, só em janeiro deste ano, 154 homicídios em consequência da ação da polícia. Isso dá uma média de cinco por dia. Não é algo que a gente possa naturalizar”, afirma. O filme registra vários casos de abusos, como a chacina de Costa Barros, em 2015, quando cinco jovens foram confundidos com ladrões de carga e receberam 111 tiros da polícia, e o episódio em que um morador do Morro da Providência gravou um grupo de policiais colocando uma arma na mão de um suspeito assassinado. Além disso, também acompanha os familiares das vítimas dos tais autos de resistência, e não perde tempo com análises, fazendo “cinema direto” e urgente sobre seu tema. Já o vencedor da competição internacional foi “O Distante Latido dos Cães”, do dinamarquês Simon Lereng Wilmont, que acompanha a vida de um menino de 10 anos na fronteira da guerra da Ucrânia. O longa já tinha vencido o Festival de Documentários de Amsterdã e o Festival de San Francisco, também realizado em abril. Como ainda não teve estreia comercial, é uma forte aposta para o Oscar 2019. Por falar em Oscar, desde 2015 os vencedores da competição de curtas do É Tudo Verdade estão automaticamente qualificados para exame pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood visando uma vaga na categoria de Oscar de Melhor Curta Documental. Os vencedores desta ano foram “Nome de Batismo – Alice”, de Tila Chitunda, e “Ressonâncias”, de Nicolas Khoury, respectivamente melhor curta brasileiro e internacional. Para completar, um filme de diretora brasileira foi premiado na competição internacional. “Naila e o Levante”, de Julia Bacha, que relembra a Primeira Intifada, na Palestina, venceu o Prêmio Especial do Júri. Confira abaixo a lista completa dos vencedores, inclusive dos prêmios paralelos do evento. Vencedores do Festival É Tudo Verdade 2018 COMPETIÇÃO INTERNACIONAL “O Distante Latido dos Cães”, de Simon Lereng Wilmont – Melhor Documentário de Longa ou Média-Metragem (Júri Oficial) “Ressonâncias”, de Nicolas Khoury – Melhor Documentário de Curta-Metragem (Júri Oficial) “Naila e o Levante”, de Julia Bacha – Prêmio Especial do Júri para Documentário de Longa ou Média-Metragem (Júri Oficial) COMPETIÇÃO BRASILEIRA “Auto de Resistência”, de Natasha Neri e Lula Carvalho – Melhor Documentário de Longa ou Média-Metragem (Júri Oficial) “Nome de Batismo – Alice”, de Tila Chitunda – Melhor Documentário de Curta-Metragem (Júri Oficial) COMPETIÇÃO LATINO-AMERICANA “Roubar Rodin”, de Cristóbal Valenzuela – Melhor Documentário de Longa ou Média-Metragem (Júri Oficial) “A Flor da Vida”, de Claudia Abend e Adriana Loeff – Prêmio Especial do Júri para Documentário de Longa ou Média- Metragem (Júri Oficial) PREMIAÇÕES PARALELAS PRÊMIO ABD-SP (Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas) “Elegia de um Crime”, de Cristiano Burlan – Melhor Documentário de Longa ou Média-Metragem da Competição Brasileira “Alice”, de Tila Chitunda – Melhor Documentário de Curta-Metragem da Competição Brasileira Nome de Batismo PRÊMIO ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) “Ex-Pajé”, de Luiz Bolognesi – Melhor Documentário de Longa ou Média-Metragem da Competição Brasileira “Inconfissões”, de Ana Galizia – Melhor Documentário de Curta-Metragem da Competição Brasileira PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS “Mini Miss”, de Rachel Daisy Ellis – Melhor Documentário de Curta-Metragem da Competição Brasileira PRÊMIO EDT. (Associação de Profissionais de Edição Audiovisual) “Inconfissões”, de Ana Galizia – Melhor Montagem de Curta-Metragem da Competição Brasileira “Elegia de um Crime”, de Cristiano Burlan – Melhor Montagem de Longa-Metragem da Competição Brasileira PRÊMIO MISTIKA “Nome de Batismo – Alice”, de Tila Chitunda – Melhor Documentário de Curta-Metragem da Competição Brasileira
Para chefão da Marvel, juntar X-Men e Vingadores será difícil, mas divertido
Em sua blitz pela imprensa geek para divulgar “Vingadores: Guerra Infinita”, o presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, foi questionado sobre quando os X-Men serão integrados ao universo cinematográfico da Marvel, após a compra da Fox pela Disney. Ao falar sobre o tema com o site Coming Soon, ele deu a tradicional resposta do copo meio cheio e meio vazio. “Ainda está longe para falamos se isso vai acontecer ou não”, respondeu à princípio, ressaltando que não está trabalhando com esta possibilidade no momento. Afinal, ainda deve demorar um ano para a negociação entre os estúdios ser aprovada pelos órgãos de controle do governo americano. “Temos cinco filmes que já anunciamos e que tomam uma grande percentagem do nosso tempo”, acrescentou. Mas não demorou a mostrar entusiasmo com a possibilidade. “Se olharmos a ‘Fase 1’, depois do “Homem de Ferro” ser lançado, quando anunciamos os filmes a seguir, entre eles ‘Thor’, as pessoas questionaram: ‘Como vocês podem trazer um deus nórdico que voa com um martelo para um mundo científico já estabelecido com Tony Stark?’”, ele lembrou. “Essa foi a razão que fizemos ‘Thor’ do jeito que fizemos, facilitando ao personagem para entrar num mundo comum, ainda que eles não se entendessem tão bem e tivessem problema de lidar um com o outro no começo. Isso foi o divertido”, contou Feige. Ou seja, trazer os X-Men para os filmes da Marvel pode parecer difícil, mas será um desafio divertido. “Sempre há uma maneira. Nos quadrinhos, isso tem dado certo por meio século”, completou Feige.












