Anitta desiste de estrelar filme do roteirista de Tropa de Elite
Não foi desta vez. Cheia de compromissos, Anitta precisou recusar o convite para estrelar um filme policial do roteirista de “Tropa de Elite”. A trama da produção, que não teve seu título revelado, vai abordar a derrocada das UPP (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio de Janeiro, e Anitta viveria a protagonista da história: uma policial chamada Larissa, que entra na polícia não por vocação, mas por precisar de um emprego para se sustentar. A história chegou a ser confundida pela imprensa com um suposto “Tropa de Elite 3”, já que foi desenvolvida por Rodrigo Pimentel, ex-Capitão do BOPE que escreveu o roteiro de “Tropa de Elite” (2007) e também trabalhou na história da sequência de 2010. Seria o primeiro filme em que Anitta viveria uma protagonista, após fazer pequenas participações em diversas produções. Curiosamente, ela fez sua estreia no cinema justamente numa paródia de “Tropa de Elite”, a comédia “Copa de Elite” (2014). Seu trabalho mais recente nas telas aconteceu no filme “Meus 15 anos”, vivendo a si mesma no ano passado. Apesar da desistência desse projeto, ela continua envolvido com a produção de uma animação para o público infantil, “Clube da Anittinha”. A animação irá contar a história da popstar como uma espécie de heroína fofa e poderosa.
Spin-off de The Middle pode ocupar lugar de Roseanne na TV americana
Com o cancelamento inesperado e súbito de “Roseanne”, a rede ABC ficou com um buraco em sua programação de outono (que começa em setembro nos Estados Unidos). Várias alternativas tem sido vislumbradas, desde o aproveitamento de algum piloto rejeitado (mas quase aprovado) da temporada atual até o adiantamento de alguma estreia prevista para a midseason. Mas a revista Variety surgiu com uma nova opção nesta quarta (30/5), igualmente inesperada e súbita, que pode se mostrar a melhor solução. A ABC estaria considerando produzir um spin-off de “The Middle”, uma de suas séries de família mais bem-sucedidas, que chegou ao fim na semana passada (em 22/5) após nove temporadas. O projeto teria foco em Sue, a filha atrapalhada do casal Frankie (Patricia Heaton) e Mike Heck (Neil Flynn) no mundo complexo da faculdade. Recentemente, uma série da ABC rendeu spin-off similar. “Black-ish” originou “Grown-ish”, acompanhando a filha do casal da série original na faculdade. Como “Grown-ish” está sendo exibida no canal pago adolescente Freeform, que pertence ao mesmo conglomerado, um novo spin-off não seria considerado uma repetição temática na grade da ABC. Caso o projeto saia do papel, seria estrelado pela atriz Eden Sher, intérprete de Sue Heck em “The Middle”, e deve começar a ser produzido ainda neste ano, o mais rapidamente possível. Desenvolvido pelos criadores de “The Middle”, Eileen Heisler e DeAnn Heline, a trama mostraria como a nerd zoada no colegial faria sua transição para a vida adulta entre as tribos universitárias. Vale lembrar que “The Middle” seguia um casal de classe média que passava por diversos perrengues financeiros para sustentar os três filhos: Brick, Sue e Axl. A trama não era muito diferente de “Roseanne”, sobre um casal da classe baixa dando duro para também sustentar os três filhos.
Stallone filmará história do primeiro negro campeão mundial do boxe, preso por racismo
O ator Sylvester Stallone lançou a sua própria produtora, a Balboa Productions, inspirada no nome de seu personagem mais famoso, Rocky Balboa. E o primeiro projeto será um filme sobre o pugilista Jack Johnson. Stallone foi patrocinador do perdão que Johnson recebeu do presidente Donald Trump na semana passada. Filho de ex-escravos, Johnson entrou para a história ao se tornar o primeiro boxeador negro campeão mundial dos pesos-pesados, em 1908. Quatro anos após conquistar o título, o atleta foi preso sob a acusação de que seu relacionamento com mulheres brancas violava o ‘Mann Act’, que proibia o transporte de “uma mulher branca entre territórios americanos para fins imorais’. A mãe de uma dessas mulheres o acusou de sequestrar a filha, que era uma ex-prostituta. Mas a mulher, Lucille Cameron, com que Johnson posteriormente se casou, recusou-se a corroborar as alegações. Mesmo assim, o boxeador foi julgado e condenado por ter viajado com outra mulher branca, por um tribunal formado apenas por pessoas brancas. Ele fugiu e viveu com Lucille Cameron na Europa, na América do Sul e no México por sete anos, até fechar um acordo para cumprir um ano de prisão nos Estados Unidos. O caso virou símbolo da luta contra o racismo nos Estados Unidos. A história também já tinha sido levada aos cinemas, por meio do documentário “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson”, dirigido por Ken Burns em 2004. Na semana passada, Trump aceitou um pedido de Stallone e emitiu o perdão presidencial ao atleta, que morreu em 1946. “Hoje eu concedi um perdão executivo a John Arthur ‘Jack’ Jackson. O primeiro africano-americano campeão peso-pesado do mundo, um grande lutador. Teve uma vida dura. Hoje nós fizemos algo importante, porque fizemos algo certo. Jack Jackson não foi tratado da forma correta e nós acertamos isso, estou honrado por ter participado disso”, declarou Trump.
Donald Trump critica presidente da Disney após cancelamento de Roseanne
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump decidiu se manifestar sobre a polêmica que levou ao cancelamento da série “Roseanne”, após um tuíte racista da protagonista, criadora e produtora Roseanne Barr contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. Barr atacou gratuitamente a assessora Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney, Bob Iger. Pois Trump foi ao Twitter questionar o CEO do grupo Walt Disney. “Bob Iger ligou para Valerie Jarrett para falar que a ‘ABC não iria tolerar comentários feito por Roseanne Barr’. Ele nunca ligou para o presidente Donald J. Trump para se desculpar pelas declarações horríveis feitas sobre mim pela ABC. Ou será que eu perdi a ligação?”, escreveu o presidente dos Estados Unidos. Há algum tempo, Trump já havia elogiado a série por “representar seus apoiadores”. Foi quando a série quebrou recordes de audiência em seu revival no começo do ano. Trump comemorou com Roseanne Barr, que é sua eleitora e defensora apaixonada. O novo comentário, porém, foi ridicularizado no Twitter. Vários usuários lembraram que Trump deve acreditar que o mundo gira ao seu redor, pois seus tuítes costumam reduzir os mais diferentes assuntos dos noticiários à queixas pessoais. Também houve quem considerasse que Trump compartilhava da visão racista de sua eleitora famosa. Veja abaixo o tuíte de Trump e as reações na rede social. Boo Hoo… #tittybaby pic.twitter.com/cPcrJabBup — Nadine0524 (@Nadine05244) May 30, 2018 pic.twitter.com/L906GmwiYX — BeadDreamer (@gldnrul) May 30, 2018 Me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me — la (@yolarae) May 30, 2018 You are just a horrible self centered human being aren’t you?? Everything must always be about you. This tweet here just confirms that you condone Rosanne’s feelings of racism… is it because the feelings are mutual? — J.Scott Maycroft (@maycroft1977) May 30, 2018 You was busy when ABC called pic.twitter.com/Vkg5xyfwSA — twobeersonthedeck (@twobeersonthed1) May 30, 2018 pic.twitter.com/SylKS5DiOC — Jaina Solo (@JainaResists) May 30, 2018
Roseanne Barr reclama dos traidores de sua série, que criticaram seu tuíte racista
Roseanne Barr voltou ao ataque. Após ser criticada por meio mundo, inclusive colegas de elenco, pelo tuíte racista que levou ao cancelamento da série “Roseanne”, ela resolveu responder aos “traidores”. Vale lembrar que tudo começou na madrugada de terça (29/5), quando Roseanne Barr atacou gratuitamente a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir os supostos delitos cometidos pelo governo Obama. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney. O cancelamento foi bastante comemorado, inclusive entre integrantes da própria série. E agora Roseanne resolveu abordar estes casos. O primeiro alvo foi Michael Fishman, intérprete de D.J. Connor em “Roseanne”, que publicou no Twitter uma mensagem criticando as declarações da colega e afirmando que seu personagem, pai de uma menina negra, representava sua “visão inclusiva”. “Meu personagem foi criado para representar a natureza inclusiva dos meus pontos de vista. Representar porções da sociedade que são sempre marginalizadas. Neste momento, é importante ser claro. Temos que enfrentar o preconceito, o ódio, a intolerância e a ignorância para tornar a sociedade um lugar melhor para todos”, escreveu Fishman. “Eu criei a plataforma para essa inclusão e você sabe. Eu. E você me joga na fogueira. Legal”, rebateu a comediante. Já Sara Gilbert, que vivia a filha de Roseanne na série, recebeu uma resposta mais contida: “Uau. Inacreditável”. Em seu tuíte, Gilbert tinha dito que “os comentários recentes de Roseanne” eram “abomináveis” e não refletiam “as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa”. “Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. Instigada por um seguidor, Roseanne resolveu dizer que perdoava a atriz. “Eu entendo porque ela disse o que disse. Eu a perdoo. Me chocou um pouco, mas eu realmente estraguei as coisas”. Mas os dois atores citados não foram os únicos integrantes da produção a se manifestar. A produtora Wanda Sykes foi a primeira, ao informar que não trabalharia mais na série após o tuíte racista. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. Outra atriz do elenco, Emma Kinney, anunciou que faria o mesmo em seguida, mas acabou sendo superada pelo cancelamento. “Quando eu liguei para o meu agente para dizer que eu não queria mais trabalhar em ‘Roseanne’, soube que a série tinha sido cancelada. Me senti muito empoderada por Wanda Sykes, Channing Dungey e todos da ABC que se ergueram a favor da moral e contra o abuso de poder. Bullies nunca vencerão”, ela escreveu. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. Diante dessa repulsa coletiva, que também incluiu anunciantes, a presidente da rede ABC Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, série de maior audiência da TV americana em 2018. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, ela afirmou, em declaração oficial. A decisão teve respaldo até do CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou.
Norman Reedus pode ganhar US$ 20 milhões para continuar em The Walking Dead
O ator Norman Reedus, intérprete de Daryl em “The Walking Dead”, pode ganhar US$ 20 milhões para atuar na 10ª temporada da série. Os valores da negociação envolvendo o ator, os produtores e o canal pago americano AMC foram divulgados pelo site da revista The Hollywood Reporter. Daryl deverá se tornar o personagem principal da série após a saída de Andrew Lincoln, que interpreta Rick Grimes, e Lauren Cohan, que interpreta Maggie. Ambos estarão na 9ª temporada, mas reportagens apuraram que eles não deverão continuar na série após este período. Ironicamente, a série vai perder Lauren Cohan porque os produtores se recusaram a lhe dar aumento. Ela queria receber o mesmo que Lincoln e Reedus já recebiam na ocasião. Como não aceitaram sua reivindicação, ela entrou em outra série – “Whiskey Cavalier”. A economia machista se provou cara para a atração. Além da proposta de salário milionário, Norman Reedus pode ter em breve outro motivo para comemorar. Sua mulher, a atriz Diane Kruger estaria esperando seu primeiro bebê, segundo “múltiplas fontes” do site da revista americana Us Weekly. O casal está junto desde 2016. Será o primeiro filho da atriz alemã, mas Reedus já tem outro filho, de 18 anos, com sua ex-mulher Helena Christensen.
Diretor de X-Force diz ter se divertido com destino inglório dos personagens em Deadpool 2
Perigo, perigo, spoiler. Responsável por tirar do papel o filme dos heróis da X-Force, o cineasta Drew Goddard (roteirista de “Perdido em Marte” e criador da série “Demolidor”) disse ter se divertido com o fato de “Deadpool 2” ter matado os personagens da primeira formação do grupo em sua primeira missão. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, Goddard contou que Ryan Reynolds até quis consultá-lo para saber se poderia fazer isso, mas ele não quis criar nenhum obstáculo para a criatividade do colega. Goddard até incentivou o intérprete e roteirista de “Deadpool 2”, dizendo para ele não se preocupar com o filme seguinte. “Para ser honesto, acho que é isso que deixa tão empolgado. Lembro-me de ler essa cena e rir muito, especialmente porque é a última coisa que você espera que aconteça em um desses filmes. Os longas atuais andam muito obcecados em preparar terreno para lançar o próximo, e a falta disso [em ‘Deadpool 2’] me deixou muito feliz”, disse Goddard. “Uma coisa que eu disse para o Ryan foi ‘não se preocupe com isso, teremos outras ideias. Façam o filme de vocês, nós damos um jeito’. Esse tende a ser o jeito que eu gosto de trabalhar. É muito mais importante focar em fazer seu filme do que se preocupar com o próximo. É muito mais importante fazer um filme realmente bom e ter seu tempo, e depois deixar isso ditar o que serão os filmes seguintes”, completou. Goddard, porém, adiantou que Deadpool (Ryan Reynolds), Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beetz) formarão a base do grupo que estrelará o filme “X-Force”. Criada em 1991 por Rob Liefeld (o mesmo criador de Deadpool), a X-Force tinha um perfil mais militarizado e agressivo do que os X-Men. Cable liderou a primeira formação, que tinha ainda Dominó, Dinamite, Míssil, Feral, Shatterstar e Apache. Outros personagens conhecidos dos filmes de mutantes da Fox, como Wolverine, Psylocke, Colossus, X-23 e o próprio Deadpool também já integraram a X-Force. “X-Force” ainda não tem previsão de estreia.
Netflix vai produzir série de terror do filho de Stephen King recusada pela Hulu
A Netflix está negociando produzir a série de terror “Locke & Key” após o piloto ter sido rejeitado por uma plataforma rival. A falta de entusiasmo da Hulu pelo projeto tinha surpreendido o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Mas a produção da Netflix será diferente da versão apresentada para a Hulu, o que significa que perderá sua grife cinematográfica. O escritor Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra original, e o roteirista-produtor Carlton Cuse (de “Lost”, “Bates Motel” e “Colony”) estão à frente da atual encarnação do projeto, que não aproveitará o piloto gravado e precisará escalar novo elenco. A série é baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011, sendo que na segunda ocasião venceu o prêmio de melhor roteiro. A trama acompanha uma família que se muda para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. O detalhe é que a recusa da Hulu não foi o primeiro obstáculo enfrentado pelos quadrinhos para virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação de “Locke & Key” para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitadado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. Ele e Hill decidiram refazer o projeto e apresentar para a Netflix quando Andy Muschietti passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor da atração na Netflix. Veja algumas capas da publicação da editora IDW abaixo.
Jurassic World: Comerciais e pôster avisam que o parque acabou e os dinossauros escaparam
A Universal divulgou dois novos comerciais e um pôster de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que avisam que o parque acabou. Ele se foi numa grande erupção vulcânica, que varreu a ilha Nublar. Mas o velociraptor Blue sobreviveu. E cientistas pretendem criar novas espécies jurássicas a partir de suas células. Os comerciais contam toda essa história e ainda mostram que estes novos dinossauros escaparam para aterrorizar o mundo. As prévias sintetizam eventos já mostrados no primeiro trailer, que destacou a destruição da Ilha Nublar e um êxodo espetacular de dinossauros variados, e também no segundo, onde cientistas usaram manipulação genética para criar novas espécies de répteis gigantes. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de “Jurassic World”), a direção está a cargo do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”) e a produção é de Steven Spielberg (“Jurassic Park”). Com um elenco novamente encabeçado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard (ambos de “Jurassic World”), “Jurassic World: Reino Ameaçado” estreia em 21 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Fabricante de remédio retruca Roseanne Barr: racismo não é efeito colateral
Após a comediante Roseanne Barr afirmar que o tuíte racista que custou o cancelamento de sua série foi influenciado por Ambien, um remédio para dormir, os fabricantes das pílulas protestaram. A empresa Sanofi, que fabrica o Ambien, tuítou uma resposta na manhã de quarta-feira (30/5). “Embora todos os tratamentos farmacêuticos tenham efeitos colaterais, o racismo não é um efeito colateral conhecido de qualquer medicamento da Sanofi”. Veja abaixo. O canal ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, que já havia sido renovada para uma nova temporada, após a repercussão de um tuíte racista da comediante sobre Valerie Jarrett, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Na terça-feira (29/5), Roseanne Barr comentou um tuíte sobre Valerie Jarrett: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. Advogada e ativista, Jarrett é negra e nasceu no Irã, embora seja filha de pais americanos. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Apesar de ter dito que deixaria a rede social, após o cancelamento ela voltou a tuitar e pediu para que as pessoas “não sintam pena” dela e afirmou que estava usando pílulas para dormir na ocasião da polêmica. “Não sintam pena de mim. Eu só queria me desculpar com as centenas de pessoas, e maravilhosos roteiristas (todos liberais) e talentosos atores que perderam seus empregos no meu programa por causa do meu estúpido tuíte”, ela escreveu. “Eu fiz algo indefensável, então não me defendam. Eram 2h da manhã, eu estava tuitando sob efeito de Ambien (remédio para dormir), era o (feriadão de) Memorial Day e eu fui longe demais. Eu cometi um erro, eu gostaria de não ter cometido… Não me defendam”, continuou. As repercussões negativas do tuíte racista continuam corroendo o legado da comediante. Após o cancelamento do revival de “Roseanne”, o Hulu removeu todos episódios antigos da série de seu serviço de streaming. E três canais de TV paga, Paramount Network, TV Land e CMT, que pertencem à Viacom, também deixarão de exibir a série a partir desta quarta-feira (30/5). People of all races, religions and nationalities work at Sanofi every day to improve the lives of people around the world. While all pharmaceutical treatments have side effects, racism is not a known side effect of any Sanofi medication. — Sanofi US (@SanofiUS) May 30, 2018
Roseanne Barr culpa remédio por tuíte racista e pede para que “não sintam pena” dela
A atriz Roseanne Barr, protagonista, criadora e produtora de “Roseanne”, voltou ao Twitter após publicar o comentário racista que resultou no cancelamento de sua série. Apesar de ter dito que deixaria a rede social, ele pediu para que as pessoas “não sintam pena” dela, lamentou a demissão dos liberais que trabalhavam na série e afirmou que estava usando pílulas para dormir na ocasião da polêmica. Mas logo apagou estes novos tuítes. “Não sintam pena de mim. Eu só queria me desculpar com as centenas de pessoas, e maravilhosos roteiristas (todos liberais) e talentosos atores que perderam seus empregos no meu programa por causa do meu estúpido tuíte”, ela escreveu. “Eu fiz algo indefensável, então não me defendam. Eram 2h da manhã, eu estava tuitando sob efeito de Ambien (remédio para dormir), era o (feriadão de) Memorial Day e eu fui longe demais. Eu cometi um erro, eu gostaria de não ter cometido… Não me defendam”, continuou. O canal ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, que já havia sido renovada para uma nova temporada, após a repercussão de um tuíte racista da comediante sobre Valerie Jarrett, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Na terça-feira (29/5), Roseanne Barr comentou um tuíte sobre Valerie Jarrett: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. Advogada e ativista, Jarrett é negra e nasceu no Irã, embora seja filha de pais americanos. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao considerar quem nasce no Irã um radical e ao comparar uma mulher negra com um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos contra Roseanne Barr, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney. O cancelamento foi bastante comemorado, inclusive entre atores e produtores famosos da ABC. Mas agora outro perfil de público surgiu em defesa da atriz, sugerindo boicotes à ABC. Seus seguidores passaram a usar a hashtag “eu apoio Roseanne”. “Gente não comecem a boicotar a ABC. Eu não sou uma censora e eles têm o direito de fazer o que quiserem. Está tudo bem”, disse ela, que completou. “Sem querer dar desculpas para meu tuíte, mas eu já fiz muita coisa estranha enquanto estava sob efeito de Ambien às 2h da manhã.” Em seguida, acrescentou: “Estou cansada de ser atacada e mais vilipendiada que outros comediantes que fizeram pior”. Apesar deste discurso, as repercussões negativas do tuíte racista continuam corroendo o legado da comediante. Após o cancelamento do revival de “Roseanne”, o Hulu removeu todos episódios antigos da série de seu serviço de streaming. E três canais de TV paga, Paramount Network, TV Land e CMT, que pertencem à Viacom, também deixarão de exibir a série a partir desta quarta-feira (30/5).
Série The Arrangement é cancelada após duas temporadas
O canal pago americano E! anunciou o cancelamento “The Arrangement” após duas temporadas. O último episódio foi exibido em 13 de maio. A atração era a segunda série de ficção do E!, encomendada após o sucesso inicial de “The Royals”. “The Arrangement” foi criada por Jonathan Abrahams (roteirista-produtor de “Murder in the First”) e girava em torno de uma jovem atriz, que aceitava viver um casamento de aparências com um grande astro de Hollywood. Durante a produção, o canal precisou negar que a história teria sido inspirada na relação entre Tom Cruise e sua ex-esposa Katie Holmes. Os papéis principais eram vividos por Christine Evangelista (série “Chicago Fire”) e Josh Henderson (série “Dallas”). Mas o elenco também destacava Michael Vartan (séries “Alias” e “Bates Motel”) como o líder de uma organização de auto-ajuda que controla a vida do astro. Não, tampouco isso foi inspirado na relação entre Tom Cruise e a Cientologia, garantiram os produtores. “Após duas temporadas, a série ‘The Arrangement’ levou os espectadores ao mundo de uma estrela de cinema de primeira linha repleta de segredos, escândalos e romances”, disse a E!, em comunicado. “Embora tenhamos decidido não avançar com a série, somos incrivelmente gratos ao elenco e aos nossos parceiros de produção”. Com o cancelamento, o canal praticamente desiste de produzir séries de ficção, já que “The Royals” encerrou recentemente sua 4ª temporada e, após a demissão de seu showrunner em meio a denúncias de assédio sexual, não recebeu encomenda de novos episódios.
Uma Thurman vai estrelar nova série dramática da Netflix
A atriz Uma Thurman vai estrelar uma nova série da Netflix. Intitulada “Chambers”, a atração gira em torno de uma jovem que sofre um ataque cardíaco e se vê intrigada com o mistério em torno do coração transplantado que a salvou. Enquanto descobre detalhes sobre a pessoa que morreu e lhe doou o órgão, ela passa a adquirir as características do doador. Thurman será Nancy, mãe do doador, que cria um relacionamento hesitante com o jovem transplantado. “Chambers” foi criada por Leah Rachel (da série “Audrey”) e marca a primeira série desenvolvida pelo Super Deluxe, o estúdio voltado a produções digitais da Turner. A Netflix encomendou uma 1ª temporada de 10 episódios, ainda sem previsão de estreia.












