Lucasfilm teria suspendido todos os spin-offs de Star Wars
A Lucasfilm teria suspendido a produção de novos spin-offs da saga “Star Wars”, após o desempenho decepcionante de “Han Solo: Uma História Star Wars”. A desculpa oficial é que o estúdio pretende focar todos os seus esforços no “Episódio 9”, ainda sem título oficial, que chega aos cinemas apenas no final de 2019. Segundo o site Collider, os filmes solos de Obi-Wan Kenobi e de Boba Fett, que deveriam ser produzidos paralelamente ao final da terceira trilogia, serão deixados de lado. Oficialmente, porém, as duas produções jamais foram confirmadas pela Lucasfilm, embora discussões com elenco, diretores e roteiristas alimentassem especulações de bastidores. O site The Hollywood Reporter já tinha ligado o diretor Stephen Daldry (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”) ao filme de Obi-Wan Kenobi, que deveria ser novamente vivido por Ewan McGregor, e James Mangold (“Logan”) ao longa de Boba Fett. “Rogue One – Uma História Star Wars” (2016) foi o primeiro filme paralelo da saga e rendeu mais de US$ 1 bilhão nos cinemas mundiais. Mas o segundo, “Han Solo”, foi marcado por problemas de bastidores, com demissão e substituição de diretores em meio às filmagens, e após um mês em cartaz conseguiu apenas US$ 343 milhões de bilheteria. As novas produções oficialmente confirmadas são duas trilogias separadas, uma delas criada por Rian Johnson (diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) e a outra pela dupla David Benioff e DB Weiss, responsáveis pela série “Game of Thrones”. Mas estes projetos nem sequer tem previsão de estreia. “Star Wars: Episódio 9” é o único filme da saga com lançamento marcado. A conclusão da terceira trilogia espacial será dirigida por J.J. Abrams, que assinou o maior sucesso da franquia, “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). A estreia vai acontecer em dezembro de 2019.
Chloë Moretz não pretende voltar a viver Hit-Girl em novos filmes de Kick-Ass
Após o diretor Matthew Vaughn revelar seus planos para retomar a franquia “Kick-Ass”, a atriz Chloë Grace Moretz aproveitou uma recente aparição no Provincetown Film Festival para dizer que não pretende participar de um potencial “Kick-Ass 3”. Baseado na revista em quadrinhos de mesmo nome, a comédia de humor negro de 2010 apresentava Moretz como o vigilante implacável de 13 anos conhecida como Hit-Girl, e encantou público e crítica. Já a sequência de 2013 decepcionou ambos. “Eu amo a franquia, acho que o primeiro filme foi muito, muito especial”, disse a atriz durante o festival no fim de semana. “Eu gostaria que o segundo tivesse sido tratado de uma maneira um pouco diferente. Porque acho que estávamos ansiosos para algo um pouco diferente do que aconteceu com tudo isso.” Muitos fãs ficaram perplexos que “Kick-Ass 2” terminou com um beijo entre Hit-Girl e o super-herói Kick-Ass (Aaron Taylor-Johnson), já que os personagens compartilhavam um relacionamento mais parecido com o de irmãos, particularmente no primeiro filme. Moretz disse que quer que os fãs se lembrem de Hit-Girl como no primeiro filme. “Por mais que eu ame a personagem Hit-Girl, eu acho que ela vive e sobrevive em ‘Kick-Ass’, e eu meio que quero mantê-la lá”, ela disse. “Eu meio que quero manter a mente de todos em ‘Kick-Ass’. Então eu não acho que haverá um ‘Kick-Ass 3’, pelo menos não comigo como Hit-Girl.”
Diretora australiana seria favorita para assumir o filme solo da Viúva Negra
A Marvel estaria à procura de uma mulher para comandar o filme solo da heroína Viúva Negra. E, segundo o site Deadline, já teria uma favorita: Cate Shortland, cineasta australiana responsável pelos premiados “Somersault” (2004), “Lore” (2012) e “A Síndrome de Berlin” (2017). O site também cita a inglesa Amma Asante (“Um Reino Unido”) e Maggie Betts (“Noviciado”), que, como Shortland, já teriam se encontrado com o produtor Kevin Feige e a atriz Scarlett Johansson (a Viúva Negra) para o projeto. A informação coincide com um rumor anterior sobre a busca de uma cineasta indie para assumir a produção. Das citadas, Shortland é sem dúvida a mais experiente, inclusive para dirigir cenas de ação. Mas o Deadline acrescenta que a lista completa de Feige lista 49 nomes. Maggie Betts, que venceu o troféu de Melhor Direção no Festival de Sundance 2017, e Amma Assante já estavam no radar em abril, junto com a americana Angela Robinson (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), a turca Deniz Gamze Erguven (de “Cinco Graças”, indicado ao Oscar 2016) e a chinesa Chloe Zhao (“The Rider”, indicado ao Spirit Awards 2018). O filme da Viúva Negra ainda não foi oficialmente confirmado pela Marvel, que, apesar disso, contratou uma roteirista para desenvolver a trama. Trata-se de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”). Rumores sugerem que o longa pode ser um prelúdio e incluir o Soldado Invernal (vivido por Sebastian Stan) na história. Caso isso se confirme, seria o quinto filme consecutivo em que Johansson e Stan contracenariam na Marvel.
Ricardo Darin refuta fama de “Harvey Weinstein argentino” após acusações de duas atrizes
O ator argentino Ricardo Darín, acusado de maus-tratos pelas atrizes Valeria Bertuccelli e Érica Rivas, rompeu o silêncio para se defender. Apesar de confirmar os desentendimentos, ele afirmou que isso não devia ser atrelado às denúncias de assédio e violência sexual, que se espalham pela cobertura da indústria do entretenimento atual. “Estou chocado e devastado. Estou atônito. E tentando entender como as coisas aconteceram e por que elas foram se transformando em outras”, disse o astro de “Relatos Selvagens” a uma jornalista do programa de TV “Los Ángeles de la Mañana”, que o abordou no aeroporto de Buenos Ayres na segunda-feira (18/6), quando o ator desembarcou de Mendonza, onde apresentou a peça “Escenas de la Vida Conyugal”. Na semana passada, Valeria Bertuccelli revelou, em outro programa de TV argentino, que abandou o elenco original da mesma peça em 2014, por causa de Darín. “Ele me tratou de uma maneira que não se trata uma colega de trabalho”, desabafou a atriz. “Fiquei muito mal, cheguei a desmaiar. Muitas vezes coisas do gênero acontecem, e sempre busco resolvê-las da melhor maneira: conversando. Mas o que aconteceu foi gravíssimo”, completou, sem entrar em detalhes. Valeria disse que resolveu deixar a peça, fechando um acordo com equipe, elenco e assessoria de imprensa de que o motivo divulgado seria uma proposta de um filme a ser feito por ela. Mas não foi isso que foi publicado na imprensa na época. “Inventaram que eu havia me apaixonado por Ricardo, e que o que eu sentia era tão forte que só havia contado a meu marido, que teria me tirado imediatamente da obra. Foi cruel.” Esta denúncia foi suficiente para resgatar boatos de desentendimentos com Érica Rivas, com quem Darín filmou “La Cordillera” (2017) no ano passado. Houve até quem dissesse que Rivas teria ido à polícia denunciar o ator, que desmentiu. Darín reconheceu que ele e Rivas tiveram “uma grande discussão”, mas acreditava que isso tinha sido superado. “É um momento de hipersensibilidade social, e aproveitar-se desta conjuntura para colocar esses episódios como uma questão de violência de gênero é muito perverso e não me parece casual. É algo muito infantil. Não sei o que comentar. Com Érica (Rivas), tivemos uma grande discussão em determinado momento. Encaminhei um pedido de desculpas a ela, que não foi aceito. Gostaria de falar com ela”, disse o ator. “É doloroso porque é muito difícil se defender quando tudo vai ser mal interpretado”, continuou Darín. “Me colocaram no grupo dos indesejáveis. Dos que maltratam, são agressivos, violadores em série. Houve uma publicação americana que falou em ‘Harvey Weinstein argentino'”. Com voz embargada, ele comentou que estava “sujo no mundo inteiro”. “Nunca vou conseguir limpar meu nome e uma reputação construída durante toda uma vida”, lamentou, dizendo que sentia “chocado e ferido”. Mas não quis dar sua versão para os acontecimentos. “Adoraria pode falar, mas não posso fazê-lo agora. Preciso ser inteligente. Tenho que cuidar da minha família. Isso não envolve somente a mim, mas também minha mulher, que é uma grande defensora dos direitos das mulheres, minha filha, minhas amigas”, concluiu. Para completar, Florencia Bas, mulher de Darín, compartilhou em seu perfil numa rede social a carta de outra atriz, Vanesa Weinberg, que se queixou de como foi difícil trabalhar com Bertucelli. Weinberg chamou Bertuccelli de “rainha do desrespeito” e disse que se ela quiser “paz interior” terá de se desculpar com muita gente.
Vídeo destaca transformação do elenco de GLOW em divas do ringue
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “GLOW”, série de lutas-livres femininas passada nos anos 1980. A prévia destaca os trabalhos de maquiagem e cabelos que transformam as atrizes em divas dos ringues. E este ano elas estarão ainda mais tempo “montadas” em cena, porque os novos episódios abordarão as gravações do programa de TV que dá nome à série. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série gira em torno de uma atriz desempregada (Alison Brie), que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato no projeto do programa de luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série também traz em seu elenco Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, das séries de comédia lançadas pela plataforma em 2017, “GLOW” foi a que mais repercutiu em citações na mídia e nas redes sociais. A 2ª temporada estreia em 29 de junho.
Trailer de Westworld promove massacre no final da 2ª temporada
O canal pago HBO divulgou seis fotos e o trailer do episódio final da 2ª temporada de “Westworld”, intitulado “The Passenger”. O vídeo revela diversos reencontros, que viram confrontos, entre eles o de Dolores (Evan Rachel Wood) e o Homem de Preto (Ed Harris). Mas o momento mais tenso é uma prévia da reunião entre Clementine (Angela Sarafyan), programada para fazer os robôs se matarem, e a recuperada Maeve (Thandie Newton), que se desespera ao perceber o que irá acontecer, ordenando a fuga de seus aliados, inclusive o pistoleiro Hector (Rodrigo Santoro). A rapidez da cena sugere um tiroteio generalizado e um massacre final na série. Criada pelo casal Jonathan Nolan e Lisa Joy, “Westworld” exibe o último capítulo de sua 2ª temporada no domingo (24/6), com transmissão simultânea no Brasil. A atração já está renovada para a 3ª temporada.
Novo filme de Robin Hood com ator de Kingsman ganha trailer legendado
A Paris Filmes finalmente disponibilizou a versão legendada de “Robin Hood – A Origem”, quase dois meses depois do trailer americano já ter se mostrado anticlimático. Afinal, a prévia revela um protagonista com capuz e uniforme verdes, identidade secreta, flechas explosivas, que tem um ajudante negro e quando tira a máscara se comporta como um playboy mimado, além de passar o vídeo inteiro sendo referido como the “Hood” (“o capuz”, palavra, inclusive, destacada no logotipo do filme). Sim, trata-se de um “Arrow” medieval. Embora os criadores dos quadrinhos do Arqueiro Verde tenham se inspirado em Robin Hood para desenvolver o herói, o novo filme parece assumir a rota inversa, transformando o famoso fora-da-lei do folclore inglês num vigilante mascarado, com enormes similaridades ao personagem da série televisiva contemporânea. A ideia é, no mínimo, diferente de todas as abordagens já tentadas com o personagem, que encanta Hollywood desde que Errol Flyn apareceu com ceroulas e pena na cabeça há 80 anos. Quando surgiu, Arqueiro Verde também usava peninha no chapéu. Mas os quadrinhos foram, aos poucos, modificando seu visual, até o capuz se tornar tão marcante que foi escolhido para identificar o personagem como the Hood na 1ª temporada de “Arrow”. Outro diferencial é que o intérprete volta a ser mais jovem que as versões recentes do herói, encarnadas por Kevin Costner e Russell Crowe. Taron Egerton filmou o longa com 28 anos, a mesma idade de Errol Flynn na época do clássico “As Aventuras de Robin Hood” (1938). Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Ou seja, vai enfrentar aqueles que falharam com sua cidade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, apesar de um subtítulo nacional ressaltar que se trata de “A Origem” (Inception?). O elenco do filme inclui Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. Apesar do atraso na divulgação do trailer nacional, a estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, apenas um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.
Filme musical estrelado pela dupla Anavitória ganha primeiro trailer
A Galeria Distribuidora, braço da Vitrine Filmes dedicado ao lançamento de filmes com maior apelo comercial, divulgou o pôster, três fotos e o primeiro trailer de “Ana e Vitória”, comédia romântica musical estrelada por Ana Caetano e Vitória Falcão, da dupla Anavitória. O filme leva a parceria musical das artistas de Tocantins ao cinema. Na trama, as duas vivem cantoras que se conhecem em uma festa e decidem se arriscar no mundo da música. Apesar de ser um trabalho de ficção, a obra tem paralelos com a realidade, já que o filme é “uma ideia” de Felipe Simas, o empresário que as “descobriu”, e mostra como um empresário carioca as leva a atingir o estrelato. O elenco conta ainda com Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal – A Lei É para Todos”), Erika Mader (“Somos Tão Jovens”), Thati Lopes (“Porta dos Fundos”) e apresenta Clarissa Müller, “influenciadora digital” que, além de atuar, também canta no longa – considere como uma nova “descoberta”. Com roteiro e direção de Matheus Souza (“Tamo Junto”), produção musical do cantor Tiago Iorc e canções da dupla, o filme tem estreia marcada para 2 de agosto.
Bruce Willis dá muitos tiros no trailer de seu novo filme de ação
A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer cheio de tiros de “Reprisal”, filme de ação que junta Bruce Willis (“Desejo de Matar”) e Frank Grillo (“Uma Noite de Crime: Anarquia”) O longa marca a terceira parceria entre Willis e o diretor Brian A. Miller depois de dois thrillers genéricos de baixo orçamento, “A Máquina” (2015) e “O Príncipe” (2015), lançados direto em vídeo no mercado internacional. A nova produção segue a mesma pegada, com Willis no papel de um policial determinado a ajudar o personagem de Grillo a acertar as contas contra um ladrão de banco que ameaça sua família, após ele conseguir identificá-lo. O elenco ainda inclui Johnathon Schaech (o Jonah Hex da série “Legends of Tomorrow”) como o ladrão e Olivia Culpo (“Sexy por Acidente”) como a esposa de Grillo. A estreia está marcada para 31 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Netflix anuncia nova série brasileira, criada pelo diretor de A Era do Gelo e Rio
A Netflix anunciou a produção de uma nova série brasileira: “Cidades Invisíveis”, criada e dirigida por Carlos Saldanha, o cineasta responsável pelas animações “A Era do Gelo”, “Rio” e o recente “O Touro Ferdinando”. O projeto pretende explorar a fé e a mistura cultural da sociedade brasileira, por meio da história de um detetive que se envolve em uma investigação de assassinato, entrando em uma batalha entre dois universos: um real e um submundo habitado por criaturas míticas, saídas do folclore brasileiro. A descrição não indica se a produção é animação ou envolve atores reais. “’Cidades Invisíveis’ é um projeto de paixão de uma vida, que me traz de volta a filmar em meu país. Estou emocionado por poder levar um olhar contemporâneo do folclore brasileiro a milhões de pessoas ao redor do mundo conectadas através da Netflix”, disse Saldanha em comunicado oficial. “Este novo projeto marca um momento importante em nossos originais brasileiros, à medida em que adicionamos um novo gênero aos diversos conteúdos que temos trabalhado para oferecer aos nossos públicos, desfrutando da mistura cultural que torna o Brasil uma fonte rica e interessante de histórias com apelo universal. Estamos muito animados por fazer isso em parceria com um diretor talentoso e reconhecido mundialmente como o Carlos Saldanha”, disse Erik Barmack, Vice-presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix. A série terá oito episódios e começará a ser produzida no fim de 2018.
Sarah Connor está de volta nas primeiras fotos do set do novo Exterminador do Futuro
Paparazzi flagraram o começo das filmagens do novo filme “O Exterminador do Futuro”, que estão acontecendo em Madri, na Espanha, com fotos das duas atrizes principais da produção. As imagens confirmam a volta de Linda Hamilton ao papel de Sarah Connor, que ela interpretou nos dois primeiros longas da franquia, em 1984 e 1991. Mas quem ganhou mais cliques foi a atriz Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), que volta a exibir os cabelos curtos de sua personagem na 1ª temporada de “Halt and Catch Fire” – por coincidência, passada nos anos 1980. Ela aparece com cicatrizes na pele e um revólver guardado nas calças. Envolvida pelos integrantes da produção, a cena sugere uma fuga, em que a atriz é auxiliada por uma menina. As imagens deixam na dúvida se Davis vive uma exterminadora (seria seu segundo robô consecutivo no cinema) ou humana, já que sua personagem é desconhecida. A Paramount, responsável pela distribuição do longa, ainda não divulgou sinopse ou o título oficial da produção. O filme marca o regresso do cineasta James Cameron à franquia. Ele retorna como roteirista e produtor, após comandar os dois longa-metragens iniciais, e traz de volta com ele seu amigo Arnold Schwarzenegger, o Exterminador do Futuro original. O elenco principal se completa com Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”), Diego Boneta (“Rock of Ages”) e Natalia Reyes (série “2091”). A direção está a cargo de Tim Miller (“Deadpool”). E, após um pequeno adiamento, a estreia encontra-se marcada para 22 de novembro de 2019 nos Estados Unidos.
Steve Carell vira boneco de ação no trailer dramático do novo filme de Robert Zemeckis
A Universal divulgou o pôster e o primeiro trailer do filme “Welcome to Marwen”, uma fantasia dramática de Robert Zemeckis, diretor dos clássicos “De Volta ao Futuro” (1985), “Uma Cilada para Roger Rabit” (1988) e “Forest Gump” (1994), que mistura animação de bonecos com atores reais e curiosamente é baseada numa história verídica. O longa é inspirado no documentário “Marwencol” (2010), de Jeff Malmberg, que conta a história de Mark Hogancamp. Vivido no filme por Steve Carell (“A Guerra dos Sexos”), Hogencamp concebeu uma cidade em miniatura, que batizou de Marwen, recriando cenas da 2ª Guerra Mundial com bonecos. Cada habitante de plástico de Marwen era inspirado em pessoas que ele conhecia. Mas o que se tornou uma ambiciosa instalação de arte começou como uma forma dele lidar com uma violenta agressão física que sofreu nas mãos – e pés botinados – de um grupo de neonazistas. Antes do ataque, ele era ilustrador, mas perdeu a capacidade de desenhar devido às sequelas do crime, além de ter ficado abalado psicologicamente. Assim, passou a usar sua imaginação e talento criativo para criar cenários e contar uma história diferente, que mostrava nazistas perdendo batalhas lideradas por ele mesmo, como um oficial aliado. A prévia mostra os bonecos ganhando vida para ajudar Hogencamp a enfrentar o cotidiano, superar suas sequelas e até mesmo encarar os homens que o agrediram e foram a julgamento. O elenco inclui ainda Leslie Mann (“Não Vai Dar”), Diane Kruger (“Em Pedaços”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”), Merritt Wever (série “Godless”), Neil Jackson (série “Absentia”), Siobhan Williams (série “UnReal”), Falk Hentschel (série “Legends of Tomorrow”), Matt O’Leary (“O Preço do Amanhã”) e a cantora Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”). O filme estreia em novembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Robert Zemeckis vai dirigir remake de Convenção das Bruxas
O cineasta Robert Zemeckis (“Forest Gump”) está em negociações para dirigir a nova adaptação de “Convenção das Bruxas”. O filme é baseado no romance infantil “As Bruxas”, de Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”), que ganhou uma versão famosa em 1990 com Anjelica Huston. No livro, originalmente publicado em 1973, um garoto descobre que as feiticeiras são reais quando as encontra em uma convenção em um hotel. O plano delas é transformar as crianças em ratos. O projeto da refilmagem circula desde 2008. A certa altura, Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) tinha a intenção de dirigir o remake, mas teve que abrir mão da função por conflitos em sua agenda. Ele ainda está ligado às filmagens como produtor, junto com seu colega mexicano Alfonso Cuarón (“Gravidade”). Além de dirigir, Zemeckis também vai escrever a adaptação, que, segundo a revista Variety, promete ser mais próxima do texto original, em contraste com a versão de 1990, muito diferente. Ainda não há previsão para o início das filmagens.












