Michael B. Jordan enfrenta seu desafio mais perigoso no trailer legendado de Creed II
A Warner divulgou o primeiro trailer legendado de “Creed II”, sequência do filme de 2015, que traz Michael B. Jordan em sua luta mais perigosa. O drama continua a focar os passos de Adonis (papel de Jordan), filho de Apollo Creed, para seguir a trajetória vitoriosa de seu pai no boxe. Para isso, ele conta com a ajuda de Rocky Balboa, personagem vivido por Sylvester Stallone há 42 anos, desde “Rocky: Um Lutador” (1976). Entretanto, desta vez seu adversário tem uma conexão com a morte de Apollo, o que só vai estimular ainda mais sua vontade de vencer. O roteiro é assinado pelo próprio Stallone em parceria com Cheo Hodari Coker (criador da série “Luke Cage”) e resgata o vilão de “Rocky IV”, Ivan Drago, novamente vivido por Dolph Lundren. A luta de Adonis será contra o filho de Drago, encarnado no longa pelo boxeador romeno Florian Munteanu. O elenco também traz de volta Tessa Thompson como Bianca, a namorada de Adonis. Dirigido por Steven Caple Jr. (“The Land”), “Creed II” tem estreia prevista para novembro.
Cineasta ucraniano preso na Rússia completa 38 dias de greve de fome
A Copa do Mundo na Rússia tem desviado atenções dos problemas do país, mas o cineasta ucraniano Oleg Sentsov já passou de um mês de greve de fome, de acordo com o jornal Los Angeles Times, após ser preso em 2014 por protestar contra o regime russo. Graças ao Mundial, porém, o caso pode ter resolução, já que a imprensa internacional está presente no país. Diretor de Gámer, exibido na Mostra de São Paulo em 2012, Sentsov foi preso após acusar a Rússia de realizar ataques terroristas na Crimeia, onde morava. Ele acabou sendo preso em sua casa, em maio de 2014, e foi acusado de ter coordenado um grupo de ativistas filiados ao movimento paramilitar ucraniano Pravy Sektor (Setor de Direita), que planejaria atingir as organizações pró-russas e as infraestruturas da península. Quando o Mundial começou, na quinta-feira, Sentsov já tinha 32 dias de greve de fome, iniciada em 14 de maio. Nesta quarta (20/6), completou 38 dias sem comer comidas sólidas, em uma prisão no norte da Sibéria. Com sua saúde debilitada e mais três presos também em greve de fome, o caso volta a chamar atenção de entidades internacionais. Sentsov se diz inocente e acusa o Kremlin de puni-lo por um protesto pacífico contra a Rússia. Ele ainda alerta que há mais 64 presos políticos na sua prisão, que foram detidos sem nada terem feito além de protestar contra a Rússia. Durante a invasão da Crimeia pela Rússia, Sentsov estava entre os voluntários que levavam comida e mantimentos aos soldados ucranianos. Ele ajudou a organizar protestos. Em maio, o Departamento de Defesa dos EUA e o Parlamento Europeu condenaram a prisão de Sentsov. Na segunda-feira, os Estados Unidos voltaram a ligar para a Rússia, pedindo pela soltura imediata, assim como a de 150 prisioneiros políticos ou religiosos. Artistas russos e de outros lugares do mundo vêm fazendo coro para defender o diretor ucraniano. Em uma carta ao presidente Vladimir Putin, fez-se um apelo: “Caro Sr. Putin. Um homem está morrendo. Não acreditamos que ele tenha culpa para ficar 20 anos preso. Sua sinceridade e verdade em suas convicções e a greve de fome demonstram isso. Agora, é necessário mostrar piedade para salvar a vida deste homem”. Putin tem afirmado que o Kremlin não vai intervir em um problema da Justiça russa e disse que ele segue preso por acusações de terrorismo. Resta saber se a pressão da imprensa, reunida na Rússia para a Copa do Mundo, poderá fazer diferença.
Equipes das séries Vida e One Day at a Time lançam campanha contra política imigratória dos EUA
A política de tolerância zero para imigrantes ilegais do governo Trump radicalizou de vez a divisão dos Estados Unidos entre “os horrorizados e os que trabalham no governo de Trump”, como definiu o apresentador Stephen Colbert em seu talk show na noite de terça (19/6). E os que trabalham para Trump estão fazendo um trabalho excelente para horrorizar ainda mais o resto dos americanos, como Corey Lewandowski, gerente da campanha que elegeu o atual presidente dos Estados Unidos. Durante um debate sobre o tema exibido ao vivo na Fox News, ele debochou de uma criança com Síndrome de Down separada da mãe na fronteira, por autoridades americanas, causando uma tempestade de m*rda no Twitter, que engajou Hollywood. A atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) disparou: “Corey Lewandowski, você é um pedaço de m*rda”. Mary McCormack (da série “Falling Water”) ponderou um pouco mais: “Oh, meu Deus. O que nos tornamos? Corey Lewandowski zombou de uma criança de dez anos com Síndrome de Down que foi tirada de sua mãe. Por falar sobre um lugar especial no inferno. Onde está o Partido Republicano? Retuitem isso até que eles sejam forçados a olhar para si mesmos”. O diretor James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), o produtor Ben Wexler (série “The Grinder”) e muitos outros se manifestaram. Mas, na mesma noite, uma apresentadora do canal MSNBC não conseguiu manifestar nada. Rachel Maddow começou a dar uma notícia sobre bebês que estavam sendo levados de suas mães e colocados em abrigos para ilegais da “tenra idade”, mas engasgou e precisou interrompeu várias vezes a leitura, até pedir para sua produção cortar, completamente emocionada. O ultraje generalizado com a situação acabou inspirando as equipes das séries “Vida”, do canal pago Starz, e “One Day at a Time”, da Netflix, ambas sobre imigrantes latinos nos Estados Unidos, a se unirem em manifesto coletivo. Roteiristas das duas séries iniciaram numa campanha para que outras produções se juntem em protesto para acabar com a política de separação de crianças e bebês de pais imigrantes na fronteira dos Estados Unidos. As séries pedem doações para estabelecer auxílio legal para pais separados detidos e financiamento para a sua libertação. Num post no instagram, Tanya Saracho, a criadora de “Vida”, apontou que 1.995 crianças já foram separadas de suas famílias e uma cidade de tendas foi erguida no Texas apenas para alojar crianças imigrantes detidas. Locais que a comentarista Laura Ingraham da Fox News chamou de “basicamente acampamentos de verão”, jogando mais lenha da fogueira da indignação – e alimentando sua própria campanha no Twitter, para boicote aos patrocinadores de seu programa de TV. Corey Lewandowski, you are a piece of shit. https://t.co/0XeGkev2bW — Anna Kendrick (@AnnaKendrick47) June 20, 2018 Oh my lord. What have we become? Corey Lewandowski MOCKED a ten yr. old with Down Syndrome who was taken from her mother. Talk about a special place in hell. Where is the @gop? Retweet this until they’re forced to look at themselves. https://t.co/hHzDjMxsY4 — Mary McCormack (@marycmccormack) June 20, 2018 "Today I heard about a ten year old girl with Down syndrome that was taken from her mother and put into a cage.""Womp womp" – Corey Lewandowski, @CLewandowski_ This is who Trump has sticking up for him, and how. https://t.co/nRfL8g2n3U — James Gunn (@JamesGunn) June 20, 2018 This man, Corey Lewandowski, shouldn’t be able to leave his house without being punched in the face https://t.co/gcy5IuZIzT — Ben Wexler (@mrbenwexler) June 20, 2018 Rachel Maddow chokes up and cries on air as she struggles to deliver news that migrant babies and toddlers have been sent to "tender age" shelters pic.twitter.com/O6crm8cvyR — Justin Baragona (@justinbaragona) June 20, 2018 One Day at a Time & Vida are teaming up to end family separation at the border. Donate here to directly support legal services for detained separated parents and funding for their release. #onevidaatatime #keepfamiliestogether https://t.co/GN9YMqjsAM pic.twitter.com/f3MQzv2Cj2 — Gloria Calderón Kellett (@everythingloria) June 19, 2018 #Repost @vidawriters ・・・ In just 6 weeks, upon being detained at the border, 1,995 children have been separated from their families and now a tent city has cropped up in Texas built to detain immigrant children. We have to do something. The #vidawriters Room challenges @gloriakellett and the @odaatnetflix Writers Room to take the #OneVidaAtATime Challenge to #keepfamiliestogether & #endfamilyseparation by donating to @raicestexas to directly support legal services for detained separated families, including providing bonds to get parents released from detention so they can re-unite with their children. Will you do it? HERE'S WHAT TO DO: -COLLECTION: Collect donations (any amount will do) from your show’s writers and support staff — and — Get your parent company to match that amount. -DONATE: Make the donation to https://actionnetwork.org/ fundraising/bondfund -POST YOUR CHALLENGE: Post a video or pic of your writers room/staff holding up signs that say either #keepfamiliestogether and/or #endfamilyseparation, challenging another TV writers room. Uma publicação compartilhada por Tanya Saracho (@tanyasaracho) em 19 de Jun, 2018 às 3:43 PDT
Cineastas e produtores repudiam a Fox após apoio da Fox News à política imigratória de Trump
Quatro importantes produtores e cineastas da Fox resolveram protestar contra o canal de notícias do grupo, a Fox News, após o apoio dado por seus comentaristas à política imigratória do governo Trump, que separa crianças de seus pais. Foram diversos comentários, mas duas comentaristas mais conservadoras chamaram atenção por frases consideradas insensíveis, que alguns usuários das redes sociais compararam à propaganda nazista. No domingo (17/6), a comentarista Ann Coulter descreveu as crianças imigrantes detidas como “atores mirins lamentando e chorando” e alertou Donald Trump para não ceder: “Não caia nisto, Sr. Presidente”. Um dia depois, foi a vez de Laura Ingraham descrever os centros de detenção usados para abrigar as crianças separadas como “basicamente acampamentos de verão”. O criador da animação “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e da série “Orville”, Seth MacFarlane, disse no Twitter que estava “envergonhado” de trabalhar para a Fox porque o estúdio pertence à mesma companhia que a Fox News. Steve Levitan, co-criador da série de comédia vencedora do Emmy “Modern Family”, se assumiu “com nojo” da Fox, afirmando que considerava “montar sua lojinha em outro lugar” após seu contrato com o estúdio expirar no próximo ano. O diretor de “Missão Madrinha de Casamento” e “Caça-Fantasmas”, Paul Feig, disse que, apesar de amar os funcionários nas divisões de cinema e TV da Fox, “não consigo perdoar o apoio que sua divisão de notícias promove para políticas e ações imorais e abusivas tomadas por este governo atual em relação a crianças imigrantes”. E o cineasta Judd Apatow, diretor de “Descompensada” e produtor de séries como “Girls”, “Crashing” e “Love”, dirigiu-se aos funcionários da Fox para se manifestarem. “Imaginem se fossem os seus filhos. Quem tem um filme, série de TV, evento esportivo, programa de notícias na Fox? Como vocês conseguem permanecer em silêncio quando eles promovem estas políticas?”, tuitou. Milhares de anônimos das redes sociais também se manifestaram de forma ruidosa, fazendo com que a hashtag #BoycottLaura, sobre o programa de Laura Ingraham na Fox News, voltasse a virar um dos principais tópicos do Twitter. É a segunda vez que ela desperta a ira da opinião pública neste ano. Em abril, a comentarista chegou a ser afastada após – justamente – uma ameaça de boicote a seus patrocinadores, por zombar de um estudante sobrevivente do massacre de Parkland, que defendia maior controle de armas nos Estados Unidos.
Roteiristas de Doentes de Amor emplacam série sobre imigrantes na Apple
A Apple deu sinal verde para a série do casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”. Intitulada “Little America”, a atração vai contar histórias da vida real sobre imigrantes nos Estados Unidos, baseado em relatos publicados na revista Epic Magazine. Cada episódio destacará “a vida engraçada, romântica, sincera, inspiradora e inesperada dos imigrantes na América”, segundo a sinopse. Nanjiani e Gordon estão desenvolvendo o projeto junto de Alan Yang, co-criador de “Master of None”, e do produtor Lee Eisenberg, da série “SMILF”. “Doentes de Amor” foi o filme independente de maior bilheteria de 2017 nos Estados Unidos. E, além de ter escrito e estrelado o longa, Nanjiani também é conhecido por ser uma das estrelas da série “Silicon Valley”.
Absentia é renovada para a 2ª temporada
A Sony renovou a série “Absentia”, estrelada por Stana Katic (de “Castle”) para sua 2ª temporada. Não houve anúncio oficial, mas o site TVLine garante que a atração recebeu encomenda de mais 10 episódios. Na série, Katic vive uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada perto de se ver implicada numa série de assassinatos. A série é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e foi aprovada sem passar por avaliação de episódio piloto. A produção foi desenvolvida pela Sony para o mercado internacional, visando os canais pagos da grife AXN, mas também outros, como o Showcase no Canadá, o serviço de streaming da Amazon nos Estados Unidos e o Crackle no Brasil. A 1ª temporada também teve 10 episódios, todos dirigidos por Oded Ruskin (da série israelense “False Flag”). Além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Amber Aga (série “Murder City”), Bruno Bichir (série “Narcos”), Angel Bonanni (série “Shots Fired”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”).
4ª temporada de Lucifer terá apenas 10 episódios
Os showrunners de “Lucifer” revelaram os primeiros detalhes da produção da 4ª temporada, a primeira feita para a Netflix, que resgatou a série do cancelamento. Em entrevista ao site TVLine, Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas o número pode aumentar, caso alguns dos dois episódios de bônus – já exibidos na Fox – sejam inseridos na lista de exibição. “O episódio focado em Ella pode se encaixar”, adiantou Henderson. Fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deve permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A 4ª temporada começará a ser gravada em agosto. Entretanto, os produtores não revelaram se a Netflix vai esperar a produção ser completada para marcar a estreia ou se irá disponibilizar um episódio por semana, o que tornaria “Lucifer” ainda mais parecida com sua versão original. E um detalhe muito importante: os novos episódios não tem a intenção de encerrar a série.
Marco Pigossi vai estrelar primeira série australiana da Netflix
O ator Marco Pigossi, da atual novela “Onde Nascem os Fortes”, vai estrelar a seguir uma produção da Netflix. O detalhe é que não se trata de uma série brasileira, mas a primeira atração australiana no serviço de streaming. Intitulada “Tidelands”, a série foi desenvolvida por Stephen M. Irwin (criador da versão original de “Secrets and Lies”), tem temática fantástica e inclui sereias. A trama acompanha uma ex-presidiária (Charlotte Best, de “Puberty Blues”), que investiga os mistérios da pequena e perigosa vila de pescadores onde cresceu. Pigossi fará par romântico com a protagonista. O elenco também inclui os australianos Aaron Jakubenko (“The Shannara Chronicles”), Hunter Page-Lochard (“Cleverman”), Mattias Inwood (“Will”), Madeleine Madden (minissérie “Picnic at Hanging Garden”), Caroline Brazier (“Terra Nova”), Peter O’Brien (“X-Men Origens: Wolverine”) e a espanhola Elsa Pataky, estrela da franquia “Velozes e Furiosos” e mulher do astro Chris Hemsworth (o Thor). Ainda não há previsão para a estreia.
Stranger Things vai virar revista em quadrinhos
A Netflix fechou uma parceria com a editora Dark Horse para publicar quadrinhos inspirados na série “Stranger Things”. Serão vários lançamentos, tratados como minisséries com histórias completas. A primeira série terá quatro edições e vai se passar no período da 1ª temporada, focando nas aventuras de Will Byers no Mundo Invertido, algo que não foi visto pelos assinantes da Netflix. Na série, o menino passou esse período “desaparecido” e só voltou à trama no momento em que foi resgatado. O primeiro número deve ser lançado já em setembro, escrita por Jody Houser, com artes de Stefano Martino e Keith Champagne e capas feitas por Aleksi Briclot, Rafael Albuquerque e Kyle Lambert. A revista Entertainment Weekly adiantou três capas e duas páginas internas da publicação, que podem ser conferidas abaixo.
Globo é condenada a pagar R$ 1,65 milhão por perder animal durante gravação de minissérie
A rede Globo foi condenada a pagar R$ 1,65 milhão por ter perdido um gato-do-mato, espécie em extinção, cedido temporariamente pela ONG Mata Ciliar, de Jundiaí (SP), para a gravação da minissérie “A Muralha”, em janeiro de 2000. A demora de 18 anos para a condenação se deve aos recursos que ajudaram a protelar a execução. A emissora deu entrada em dois recursos contra a ação movida pelo Ministério Público de São Paulo, um no Tribunal de Justiça de SP, outro no Superior Tribunal de Justiça, sem conseguir reverter a sentença. Na época, dois animais da espécie foram emprestados à emissora a pedido do Ibama, que viu relevância histórica na produção. Apenas um foi devolvido. A produção fez buscas mas não encontrou o outro, que se perdeu na mata. Procurada, a Globo afirma que não comenta processos.
Diretores de Frozen e Divertida Mente são os novos chefes das animações da Disney e Pixar
Os cineastas Pete Docter e Jennifer Lee, diretores dos filmes “Divertida Mente” (2015) e “Frozen” (2013), respectivamente, foram anunciados nesta nesta terça-feira (19/6) como os substitutos de John Lasseter na Pixar e na Disney. Diretor do departamento de animações da Disney e responsável pelo primeiro “Toy Story”, Lasseter se afastou de suas funções após ser acusado de assédio e conduta imprópria no ambiente de trabalho, trazidas à tona no bojo do movimento #MeToo. Ele deixará definitivamente o cargo no fim de 2018. Com a mudança, Docter e Lee passam a liderar a área criativa. Anteriormente concentrada em Lasseter, as áreas de animação da Disney e da Pixar voltarão a ter direção independente. A cineasta de “Frozen” foi nomeada chefe de criação dos estúdios Disney, enquanto o diretor de “Divertida Mente” foi escolhido como chefe de criação da Pixar. Jennifer Lee entrou na Disney em 2011 como co-roteirista de “Detona Ralph”. Com seu trabalho como uma das diretoras da animação “Frozen” (função dividida com Chris Buck) levou o Oscar de Melhor Animação. Ela também foi roteirista de “Zootopia” (2016), outra animação premiada com Oscar, e do recente filme “Uma Dobra no Tempo” (2018). Um detalhe interessante é que sua contratação acontece logo após a atriz e roteirista Rashida Jones abandonar seu trabalho no desenvolvimento de “Toy Story 4” acusando a Disney de ser uma empresa sexista. Em seu comunicado sobre as razões que a levaram a desistir do filme, ela descreveu a empresa como um lugar “em que mulheres e pessoas de cor não têm a mesma voz criativa que outros”. Já Pete Docter é um dos mais antigos funcionários da Pixar, que dirigiu “Monstros S.A.” (2001), “Up: Altas Aventuras” (2009) e o mencionado “Divertida Mente”, além de ter escrito “Wall-E” (2008), todos premiados pela Academia. Ele foi um dos primeiros funcionários da Pixar e é um dos membros originais do “brain trust”, como foi batizado o comitê de contadores de histórias que ajudam a moldar os filmes da empresa através de um exaustivo processo de produção. Lee trabalhava atualmente na continuação “Frozen 2”, enquanto Docter assumiu o roteiro de “Toy Story 4” – duas produções com lançamentos marcados para 2019. Os novos chefes das animações da Disney e da Pixar se reportarão a Alan Horn, o presidente do estúdio.
Beyoncé e Jay-Z lançam clipe gravado entre as obras-primas do museu do Louvre
Beyoncé e Jay-Z lançaram de surpresa um clipe rodado no Louvre, em Paris. O vídeo é o primeiro acompanhamento visual do disco “Everything Is Love”, gravado sem o menor alarde pelo casal mais famoso do mundo da música. A tática já é método de trabalho habitual de Beyoncé, que gravou em sigilo e revelou seus dois últimos discos de repente. Intitulada “Apeshit” e identificada como obra da dupla The Carters (sobrenome do casal), a música aborda uma plateia enlouquecida, em contraste com a imagem plácida do casal diante da Mona Lisa. O destaque da produção são as coreografias realizadas nos corredores do museu e diante de obras de arte sem preço, que em alguns momentos aludem às cenas dos quadros e esculturas históricos. O clipe tem direção de Ricky Saiz, que filmou “Yoncé” para a cantora em 2013. É lindo. E uma homenagem sob medida para o tamanho do ego de Jay-Z, que na letra ataca o Grammy por não premiar seu último disco, “4:44”, e revela ter recusado convite para se apresentar no Superbowl, porque se considera maior que o evento esportivo. Obviamente, sua arte só poderia ser digna do Louvre.
Killing Eve lidera indicações ao prêmio dos críticos de TV dos Estados Unidos
A Associação dos Críticos de Televisão dos Estados Unidos, conhecida pela sigla TCA em inglês, anunciou os indicados a seu prêmio anual, que reconhece os melhores da produção televisiva norte-americana na opinião da crítica especializada. Neste ano, os 200 críticos membros da TCA assistiram ao menos 500 séries e um número não revelado de reality shows para chegar na lista dos nomeados. E a produção mais lembrada foi uma série estreante: “Killing Eve”, do canal pago BBC America, que recebeu cinco indicações. Logo em seguida, com uma indicação a menos, destacou-se a veterana “The Americans”, em sua última temporada no FX. O canal pago FX e a plataforma de streaming Netflix lideraram em quantidade de nomeações (10 e 9, respectivamente), mas até emissoras pouco lembradas pelo Emmy e o Globo de Ouro, como Starz, TBS, CNN e The CW também constam na lista. “É um momento empolgante para a televisão e as indicações ao TCA Awards mostram o quanto existe de programação e como ela pode ser encontrada em qualquer lugar e para todos os públicos”, disse Daniel Fienberg, presidente da TCA e crítico de TV da revista The Hollywood Reporter. A 34ª edição dos TCA Awards será apresentada pela comediante Robin Thede no dia 24 de agosto. Confira a lista completa dos indicados abaixo. Indicados ao TCA Awards 2018 Melhor Intérprete em Drama Jodie Komer, por Killing Eve – BBC America Darren Criss, por The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Elisabeth Moss por, The Handmaid’s Tale – Hulu Sandra Oh, por Killing Eve – BBC America Matthew Rhys, por The Americans – FX Keri Russell, por The Americans – FX Melhor Intérprete em Comédia Pamela Adlon, por Better Things – FX Rachel Bloom, por Crazy Ex-Girlfriend – The CW Rachel Brosnahan, por The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Ted Danson, por The Good Place – NBC Donald Glover, por Atlanta – FX Bill Hader, por Barry – HBO Melhor Reality Show The Great British Baking Show – PBS Nailed It! – Netflix Project Runway – Lifetime Queer Eye – Netflix RuPaul’s Drag Race – VH1 Melhor Programa Infantil Daniel Tiger’s Neighborhood – PBS Kids Elena of Avalor – Disney Channel Muppet Babies – Disney Junior Odd Squad – PBS Kids Sesame Street – HBO Sofia the First – Disney Junior Melhor Programa de Variedades Full Frontal with Samantha Bee – TBS Jimmy Kimmel Live – ABC Last Week Tonight with John Oliver – HBO Late Night with Seth Meyers – NBC The Late Show with Stephen Colbert – CBS Saturday Night Live – NBC Melhor Programa de Notícias e Informação Anthony Bourdain: Parts Unknown – CNN 60 Minutes – CBS Blue Planet 2 – BBC America The Rachel Maddow Show – MSNBC The Vietnam War – PBS Wild Wild Country – Netflix Melhor Filme ou Minissérie Alias Grace – Netflix The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Howards End – Starz Patrick Melrose – Showtime The Tale – HBO Twin Peaks: The Return – Showtime Melhor Drama The Americans – FX The Crown – Netflix The Good Fight – CBS All Access The Handmaid’s Tale– Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC Melhor Comédia Atlanta – FX Barry – HBO GLOW – Netflix The Good Place – NBC The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon One Day at a Time – Netflix Melhor Programa Estreante Barry – HBO Counterpart – Starz GLOW – Netflix Killing Eve – BBC America The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Mindhunter – Netflix Programa do Ano The Americans – FX Atlanta – FX The Good Place – NBC The Handmaid’s Tale – Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC












