American Vandal: Trailer da 2ª temporada introduz mistério do “bandido do cocô”
A Netflix divulgou o trailer (sem legendas) da 2ª temporada de “American Vandal”, que revela o tema do próximo mistério da atração. Desta vez, os destemidos documentaristas fictícios da produção precisarão desvendar quem é o “Ladrão de Bosta”. Na 1ª temporada, os estudantes e aspirantes a documentaristas Peter Maldonado (Tyler Alvarez, da série “Every Witch Way”) e Sam (Griffin Gluck, de “Red Band Society”) investigaram o caso de um jovem estudante chamado Dylan Maxwel (Jimmy Tatro, de “Anjos da Lei 2”), expulso de sua escola por supostamente pichar 27 carros do estacionamento com desenhos de pênis. Acreditando que o colega era inocente, eles resolvem fazer justiça com as próprias câmeras. Pois bem. Após ganharem notoriedade pelo caso do “Vândalo do Pênis”, agora precisarão lidar com outro problema ligado ao corpo humano. Mas em vez de defender um inocente, terão que enfrentar um vilão, ao descobrir a identidade do aluno do Ensino Médio que está contaminando a alimentação dos colegas para provocar um festival de diarreia na escola. Com esse tema, a 2ª temporada promete abusar da escatologia, levando adiante sua paródia do formato de séries de documentários sobre crimes reais (como “Making a Murderer”). Criada por Tony Yacenda e Dan Perrault (que fizeram juntos a série “Neon Arcade”), a atração indicada ao Emmy e vencedora do Peabody, uma das mais prestigiadas premiações artísticas dos Estados Unidos, retorna com novos episódios em 14 de setembro no serviço de streaming.
Noite de Lobos: Novo suspense do diretor de Sala Verde ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Noite de Lobos” (Hold the Dark), o novo suspense de Jeremy Saulnier, diretor dos ótimos “Ruína Azul” (2013) e “Sala Verde” (2015). A prévia se aproxima do terror, com assassinatos sanguinários, lendas locais e personagens mascarados. Baseado no romance de William Giraldi, a trama se passa numa região afastada do Alasca. Após a morte de três crianças, supostamente em ataque de lobos, um escritor especialista em livros sobre esses animais é contratado para rastrear e localizar o filho desaparecido de uma mãe desesperada, cujo marido está distante, lutando na guerra. O ótimo elenco traz Jeffrey Wright (série “Westworld) como o protagonista, Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”) como os pais do menino, além de James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Julian Black Antelope (“Blackstone”), Jonathan Whitesell (“Beyond”) e Savonna Spracklin (“Yellowstone”). A estreia está marcada para 28 de setembro.
Diretor de Missão Impossível seria favorito para dirigir o novo filme de 007
Os produtores dos filmes de James Bond já estão considerando uma lista de substitutos para Danny Boyle, após o anúncio de que ele não será mais diretor do 25º longa oficial da franquia. E segundo o jornalista Justin Kroll, da revista Variety, o cineasta Christopher McQuarrie, responsável por “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, é um dos nomes cotados para a função. Entretanto, Kroll desconfia das próprias fontes e aponta que isso ainda é um rumor. Ele nem sequer levou à notícia para a Variety, deixando-a registrada apenas com um post no Twitter. Um dos motivos é que ele duvida que McQuarrie possa ter interesse na proposta. “Ele é escolha óbvia, após [o sucesso de] ‘Fallout'”, escreveu o jornalista. “Mas não tenho certeza se ele toparia, uma vez que já disse que pretendia fazer [apenas] material original”. Em outras palavras, uma proposta para McQuarrie esbarraria no mesmo problema encontrado para acomodar Danny Boyle, que só contemplou o projeto com a condição de filmar seu próprio roteiro, escrito em parceria com John Hodge – colaborador do diretor em títulos como “Trainspotting: Sem Limites” e “A Praia”. Apesar de aceitar a condição, os produtores já tinham um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Ainda sem título oficial, o chamado “Bond 25” será o último filme de Daniel Craig como o espião secreto mais famoso do mundo. As filmagens continuam marcadas para dezembro e a previsão de lançamento é para outubro de 2019. Take this with a grain of salt but a name already being floated as a replacement is McQuarrie. This is just a rumor and has no clout behind it but is an obvious choice following FALLOUT. Not sure if he would be up for it since he has said he wants to do original material — Justin Kroll (@krolljvar) 21 de agosto de 2018
Barbara Harris (1935 – 2018)
A atriz Barbara Harris, pioneira do teatro do improviso e indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pela comédia “O Inimigo Oculto” (1971), morreu nesta terça-feira (21/8), aos 83 anos, após uma batalha contra o câncer de pulmão. Harris morava na cidade de Scotsdale, Arizona, e não aparecia nas telas desde 1997, quando atuou em “Matador em Conflito”, com John Cusack e Minnie Driver. Estrela da Broadway, ela venceu o Tony, o prêmio máximo do teatro americano, em 1967, pela peça “The Apple Tree”, após se destacar em esquetes de improviso, como integrante dos grupos pioneiros do gênero The Compass Players, co-fundado e dirigido por seu marido Paul Sills, e seu sucessor, The Second City, de onde saiu da geração original do programa “Saturday Night Live”. Não por acaso, ela começou sua carreira cinematográfica como protagonista de adaptações de comédias teatrais, casos dos três primeiros trabalhos de sua filmografia, “Mil Palhaços” (1965), “Coitadinho do Papai, Mamãe Pendurou Você no Armário e Eu Estou Muito Triste” (1967) e “Hotel das Ilusões” (1971). E logo em seguida desempenhou o papel que lhe rendeu reconhecimento em Hollywood, como uma mulher que pode ser responsável pelo surto de um cantor pop suicida, interpretado por Dustin Hoffmann na comédia dramática “O Inimigo Oculto”. Apesar de ser reconhecida por seu talento de comediante, Harris era uma artista completa e não cansava de surpreender com sua versalidade. Um desses momentos de aparente escalação inusitada acabou resultando numa obra-prima: o clássico “Nashville” (1975), de Robert Altman. No papel da cantora aspirante Albuquerque, a atriz tinha uma cena memorável na produção, na qual acalmava a plateia de um show após um tiroteio, tocando uma música – “It Don’t Worry Me”. Harris também estrelou o último filme da carreira do cineasta Alfred Hitchcock, “Trama Macabra” (1976), na pele de Blanche Tyler, uma vidente psíquica e namorada de Bruce Dern. Mas seu filme mais famoso foi uma produção da Disney, em que encarnou uma trama que é reciclada até hoje, em remakes oficiais e “inspirações” nacionais. Em “Um Dia Muito Louco” (1976), ela contracenou com a então adolescente Jodie Foster, encarnando a mãe que trocar de lugar – e corpo – com a filha, por um dia inteiro de magia cinematográfica. Ela continuou a fazer filmes memoráveis nos anos 1980, como “Peggy Sue, Seu Passado a Espera” (1986), de Francis Ford Coppola, e “Os Safados” (1988), ao lado de Steve Martin e Michael Caine. Mas logo após este filme, saiu de cena, voltando apenas para se despedir, nove anos depois, com uma pequena participação em “Matador em Conflito”. Há poucos anos, Harris esclareceu os motivos de seu sumiço. “Eu costumava tentar fazer pelo menos um filme por ano, mas sempre escolhia aqueles que achava que iam fracassar, porque não queria lidar com a fama”, comentou, em entrevista ao jornal Phoenix New Times. Mesmo avessa à fama, ela acabou encontrando muito sucesso. A atriz passou os seus últimos anos ensinando atuação em Scotsdale. “Eu não sinto falta de atuar”, disse. “Eu acho que a única coisa que me fazia querer atuar era o grupo de pessoas com quem trabalhei no começo da minha carreira”, contou, referindo-se ao teatro de improviso. “Eu gostava mais do ensaio do que das filmagens. Eu amava o processo, e ressentia ter que apresentar uma performance para o público. Não era interessante”.
Daniela Thomas retira seu filme do Festival de Gramado
O filme “O Banquete” não será mais exibido no Festival do Gramado 2018. A primeira sessão pública do filme seria realizada na quarta-feira (22/8), mas foi suspensa pela diretora Daniela Thomas A assessoria de imprensa justificou a atitude como uma forma de respeito, devido a eventos retratados na trama. O filme se inspira em eventos recentes da história do País. Entre eles, uma carta aberta como a publicada pelo publisher do jornal Folha de S. Paulo, Otávio Frias Filho, nos anos 1990, dirigida ao então presidente do Brasil. Em virtude da morte de Frias, anunciada nesta terça (21/8), e “com o objetivo de respeitar este momento de luto da família”, segundo a nota divulgada, a diretora decidiu então retirar o filme da competição. “Sinto muito pela perda de Otávio e me solidarizo com a família, com seus amigos e funcionários. Foi um grande publisher, um intelectual admirável e tinha muito ainda a contribuir com o País”, afirmou Daniela, no comunicado. “O momento é inoportuno para o encontro de ficção e realidade e as possíveis interpretações equivocadas que a ficção pode suscitar. Por isso, retiro o filme do festival”, completou. A produtora Cisma e a distribuidora Imovision acataram o pedido da diretora da suspensão da exibição. O roteiro de Daniela Thomas apresenta um banquete de jogos de poder e erotismo, onde as vidas dos convidados serão transformadas para sempre. Entre eles está o poderoso editor de uma revista, que celebra seu aniversário de casamento. Ele pode ser preso, já que escreveu uma carta aberta com graves denúncias contra o presidente do país. Participam do elenco Drica Moraes, Mariana Lima, Caco Ciocler, Rodrigo Bolzan, Fabiana Gugli, Gustavo Machado, Chay Suede, Bruna Linzmeyer e Georgette Fadel. A programação do 46º Festival de Cinema de Gramado segue até o dia 25 de agosto.
Kelly Marie Tran responde aos racistas que a atacaram no Instagram com promessa de fazer mais sucesso
A atriz Kelly Marie Tran, estrela de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, assinou um artigo na edição desta terça-feira (21/8) do jornal The New York Times sobre os efeitos do bullying que sofreu nas redes sociais,. Tran foi a primeira mulher asiática em um papel de destaque na saga espacial, mas o que seria um marco da inclusão em Hollywood acabou se tornando inspiração para manifestações racistas e misóginas, com autodenominados fãs de “Star Wars” afirmando que sua personagem precisava morrer, já que era uma “vagabunda burra”. A situação escalou a ponto de hackers reescreverem sua biografia num site dedicado à franquia com ofensas à ascendência vietnamita da atriz. Desconhecida até o lançamento de “Os Últimos Jedi”, a atriz foi convencida pelo elenco a criar uma conta no Instagram. “Pessoal, posso contar um segredo? Eu evitei entrar nas redes sociais por um longo tempo por puro medo. (…) Foi preciso um ano de muito trabalho e de amigos que me apoiaram para eu perceber que não me interessa se as pessoas gostam de mim ou não. Isso não muda minhas metas, meus sonhos e o que eu quero fazer com as oportunidades que me apareceram”, escreveu Kelly em uma publicação de outubro do ano passado. Oito meses depois, ela apagou todas suas postagens, registrando em sua página apenas uma descrição: “Com medo, mas fazendo mesmo assim”. Tran decidiu abandonar as redes sociais sob pressão da campanha de ódio. No texto, ela reflete que “o problema não foram as palavras deles, mas o fato de que eu passei a acreditar nelas e entrei em uma espiral de ódio por mim mesma”. Tran descreve, ao longo do artigo, como o bullying destrói a auto-estima e traumatiza quem o recebe, ao descrever como os insultos impactaram sua personalidade. “As palavras pareciam confirmar o que minha vivência como mulher e pessoa não branca me ensinou: que eu deveria permanecer nas margens, nos espaços, e que eu era válida apenas como uma personagem coadjuvante nas suas vidas e histórias”, escreveu. “Essa experiência reforçou uma narrativa que ouvi minha vida toda: de que eu era ‘a outra’, que eu não pertencia aqui, que não era boa o bastante, simplesmente porque não era como todo mundo”. “Todos esses sentimentos, eu percebo agora, podem ser resumidos em um só: vergonha. Vergonha daquilo que me faz diferente, vergonha da cultura da qual eu venho”, acrescentou a atriz, que nasceu nos Estados Unidos, mas é filha de refugiados vietnamitas. “Por mais que eu odeie admitir isso, quando comecei a receber essas mensagens odiosas, me culpei. Pensei: ‘Bom, talvez se eu fosse mais magra, ou deixasse crescer o meu cabelo’. Pior de tudo, cheguei a pensar: ‘Bom, talvez se eu não fosse asiática'”, continua. “Eu passei por uma espécie de lavagem cerebral em que achava que minha existência era limitada pelas fronteiras da aprovação de outra pessoa”. Ela conclui prometendo lutar contra esse padrão em todos os seus futuros papéis. “Quero viver em um mundo onde crianças de outras etnias não precisem crescer desejando ser brancas. Quero viver em um mundo onde mulheres não são objetos de escrutínio por sua aparência, suas ações, sua existência no geral”, discursa. “Eu quero viver em um mundo onde pessoas de todas as raças, religiões, classes socioeconômicas, orientações sexuais, gênero e habilidades sejam vistas como o que sempre foram: seres humanos”. Contrariando os fãs de extrema direita da saga espacial, a atriz deve retornar para o papel da mecânica Rose Tico em “Star Wars: Episódio 9”, que ainda não tem título oficial, mas já começou a ser filmado pelo diretor J.J. Abrams para lançamento em dezembro de 2019. “Você pode me conhecer como Kelly. Eu sou a primeira mulher de cor a ter um papel principal em um filme de ‘Star Wars’. Eu sou a primeira mulher asiática a aparecer na capa da revista Vanity Fair. Meu nome verdadeiro é Loan. E estou apenas começando”, ela encerra, quase como na abertura de uma série de super-heroína. O texto causou comoção nas redes sociais, onde foi aplaudido por vários atores de descendência asiática, que trabalham em Hollywood. Por sinal, o timing não poderia ser melhor, logo após o fim de semana em que o filme “Podres de Rico”, primeira produção hollywoodiana com elenco totalmente composto por atores de descendência asiática em 25 anos (desde “O Clube da Felicidade e da Sorte”), estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte.
Harvey Weinstein é alvo de novo processo por estupro no Festival de Cannes
O produtor Harvey Weinstein vai enfrentar mais um processo por estupro. Uma alemã chamada Emma Loman, identificada como atriz e modelo, acusa o produtor de estuprá-la em um quarto de hotel durante o Festival de Cannes de 2006. O processo, porém, é civil, buscando uma indenização, embora tenha bases para se desdobrar num processo criminal, caso a queixa seja levada para a promotoria. Os advogados de Emma deram protocolaram a ação na segunda-feira (20/8), na Califórnia, acusando o produtor de estupro, violação de leis de tráfico humano, agressão e aprisionamento, e pedindo compensação financeira de pelo menos US$ 75 mil. O documento judicial obtido pelo site Deadline assinala que Weinstein “usou o seu status, que surgiu de suas muitas conexões com a indústria cinematográfica, que domina todo o mundo, para atrair a senhora Loman para o seu quarto de hotel no 59º Festival de Cannes, onde ele a estuprou”. Os advogados ainda descrevem como sua cliente conheceu Weinstein em 2004, no Festival de Veneza, onde os dois trocaram informações de contato para uma possível colaboração profissional. Depois de dois anos de silêncio da parte de Weinstein, Emma foi convidada por ele para comparecer a Cannes “como sua convidada”, sob a promessa de aparecer em um dos filmes do produtor. O documento escreve que a atrilz inicialmente resistiu ao convite, mas que Weinstein foi persistente. “A assistente do Sr. Weinstein ligava para a Sra. Loman até 30 vezes por dia, dizendo que seria importante para ele e para a The Weinstein Company que ela comparecesse ao festival, para que eles pudessem discutir sua carreira como atriz”, descrevem os advogados. Emma Loman cedeu e foi se encontrar com Weinstein em Cannes, onde ele a chamou para o seu “escritório”, um quarto de hotel. “Quando os dois entraram no quarto, o Sr. Weinstein imediatamente parou de agir de forma profissional, imobilizou a senhora Loman e a estuprou. O Sr. Weinstein ainda se gabou de ter feito um teste de HIV e ter recebido um resultado negativo, de forma que retirou a camisinha que estava usando e continuou com o ato.” O relato continua com uma segunda ocasião em que a atriz, acreditando que seria capaz de escapar de Weinstein caso ele tentasse algo semelhante, compareceu a outra reunião com o produtor e uma segunda mulher. “O Sr. Weinstein disse que queria fazer sexo com as duas ao mesmo tempo, de forma que a senhora Loman tentou deixar o quarto. O senhor Weinstein ameaçou a senhora Loman, bloqueando sua saída e dizendo que chamaria seus seguranças caso ela tentasse fugir”. Segundo os advogados, o produtor então “mudou de tática”, começando a chorar e implorar para que a atriz não contasse a ninguém o acontecido. A atriz deixou o quarto e não ouviu falar de Weinstein até anos mais tarde, quando tentava conseguir financiamento para um filme que iria estrelar. Segundo o relato, Weinstein comprou os direitos do filme e remove Emma do projeto como vingança pelo ocorrido em Cannes. O documento do processo ainda aponta que uma das assistentes de Weinstein “demonstrou saber sobre a sua conduta e não se importar, levando a senhora Loman para o quarto de hotel” onde ocorreu o estupro. Emma Loman e seus advogados também acusam a mesa de diretores da The Weinstein Company de proteger a conduta de seu fundador, colocando seis seguranças na porta do quarto para assegurar que a atriz não fugiria. Curiosamente, o IMDb, maior banco de dados de filmografias de cinema e séries, não lista nenhuma atriz chamada Emma Loman, nem o Google é capaz de encontrar foto de uma modelo com esse nome, numa pesquisa simples. Os advogados de Weinstein ainda não responderam à nova acusação. O produtor atualmente aguarda julgamento criminal em Nova York por outros casos de assédio sexual e estupro.
Os Simpsons: Mercadinho do Apu e cinema de Springfield ganham réplicas reais em cidade americana
Quem disse que Springfield não existe? Dois marcos arquitetônicos importantes da série animada “Os Simpsons” saíram da TV para se materializar na cidade litorânea de Myrtle Beach, na Carolina do Sul. O famoso Aztec Theater, sala de cinema vista na série, e o ainda mais icônico Kwik-E-Mart, a lojinha de Apu, ganharam réplicas perfeitas, que foram inauguradas na semana passada na cidade, conhecida por ser ponto turístico do veraneio americano. As duas construções foram feitas para serem idênticas aos desenhos. O Kwik-E-Mart inclusive vende cachorros-quentes, donuts, cervejas Duff (a favorita de Homer) e lembrancinhas dos Simpsons. “Eu acho que os Simpsons viriam a Myrtle Beach para umas férias”, disse Mark Cornell, responsável pelo empreendimento, em entrevista para a TV. “Uma senhora de 54 anos, seu filho e sua cunhada e três filhos entraram na loja dizendo ser fãs. Ver três gerações que amam os Simpsons entrando por esta porta? O que mais eu poderia dizer sobre isso”, completou Cornell. Já o Aztec Theater deverá exibir em breve um filme em 4D dos personagens da TV. Em abril deste ano, “Os Simpsons” se tornou a série mais longeva da História da TV americana. Ao todo, já foram exibidos 636 episódios e a série vai entrar em sua 30ª temporada em setembro. Veja o interior do Kwik-E-Mart real no vídeo abaixo.
Ryan Reynolds encarna humor de Deadpool para zoar Paul McCarney nas redes sociais
Não é à toa que Ryan Reynolds ganhou créditos de roteirista em “Deadpool 2”. O humor ácido do ator e do personagem se confundem, acompanhando Reynolds mesmo fora das telas, como comprova um post de segunda-feira (20/8) em seu Instagram, no qual ele zoou simplesmente Paul McCarney. “Você já teve o sonho de conhecer alguém, e então de alguma forma isso se torna realidade? Bom, de nada, Paul”, brincou o ator, na legenda de uma foto em que abraça o ex-Beatle. Reynolds vai voltar a viver Deadpool, após encarnar Pikachu nos cinemas. Esta, sim, será uma transição digna de zoação. O próximo filme do ator, “Detective Pikachu”, tem estreia marcada para 9 de maio de 2019 no Brasil. Já Paul McCartney vai lançar o seu 17º álbum solo, “Egypt Station”, em 7 de setembro. Have you ever had a dream to meet someone so badly and somehow it comes true? You’re welcome, Paul. Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 20 de Ago, 2018 às 7:45 PDT
Novo filme de 007 perde o diretor por “diferenças criativas”
Por essa bomba nem James Bond esperava. O cineasta britânico Danny Boyle não vai mais dirigir a próxima aventura de 007. O Twitter oficial da franquia confirmou a saída do diretor, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser Um Milionário?”, a poucos meses do começo das filmagens. A mensagem veio “assinada” pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, veteranos da franquia, além do astro Daniel Craig. “Michael G. Wilson, Barbara Broccoli e Daniel Craig anunciaram hoje que, devido a diferenças criativas, Danny Boyle decidiu não dirigir mais o 25º filme de James Bond”. O tuíte não esclarece se a produção vai usar o roteiro que Boyle desenvolveu para o filme, em conjunto com John Hodge, seu parceiro em títulos como “Trainspotting: Sem Limites” e “A Praia”. Vale lembrar que uma das condições impostas por Boyle para dirigir o filme, conforme apurado pela imprensa, incluía liberdade para criar um roteiro próprio. Segundo o site Deadline, o diretor já planejava fazer um thriller de espionagem quando foi sondado para assumir a franquia de 007. Sua proposta para os produtores consistia em transformar sua ideia original num filme de James Bond. O problema é que o estúdio já tinha um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Isto originou um impasse, porque Boyle informou que não pretendia filmar se não fosse o seu roteiro. Após ouvir a premissa do cineasta, os produtores teriam lhe dado um tempo específico para finalizar o roteiro, antes de decidir o que fazer. Caso preferissem o roteiro de Purvis e Wade, buscariam outro diretor. A produção marcaria um reencontro de Boyle com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, o diretor comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. A busca por um novo diretor para o filme deve começar em breve. Por enquanto, as filmagens seguem marcadas para começar em dezembro, visando uma estreia em 14 de novembro de 2019. Mas o recente anúncio de lançamento de um “modelo 007” do carro Aston Martin, marcado para 2020, sugere que um adiamento já pode ter sido decidido – afinal, é um caso de produto baseado em filme. Michael G. Wilson, Barbara Broccoli and Daniel Craig today announced that due to creative differences Danny Boyle has decided to no longer direct Bond 25. pic.twitter.com/0Thl116eAd — James Bond (@007) 21 de agosto de 2018
Ator do Disney Channel assume relacionamento com outro homem
O ator Garrett Clayton, que ficou conhecido pelo público do Disney Channel como o Tanner da franquia “Teen Beach”, assumiu publicamente sua sexualidade no Instagram. Evitando rótulos, ele revelou que está em um relacionamento “de longa data” com um homem chamado Blake Knight. A revelação foi motivada pelo tema do próximo filme do ator, “Reach”, em que Clayton interpreta um garoto introvertido de uma escola no interior dos EUA. O filme explora temas atuais como bullying e suicídio, que o ator abordou em sua postagem na rede social. “‘Reach’ lida com assuntos muito sérios e urgentes, que me afetaram pessoalmente, e provavelmente influenciaram as vidas de muitos de vocês”, escreve. “Eu prefiro dividir esse tipo de coisa com vocês pelo Instagram ao invés de em algum artigo de revista, porque vocês são aqueles que tem torcido por mim e me seguido nessa jornada pessoal e profissional”. “Quando li o roteiro de ‘Reach’, imediatamente sabia que tinha que fazer parte desse filme”, continua o longo texto. “Eu tive que lidar com o suicídio na minha família, e com muito bullying no ensino médio – acima de tudo isso, tanto eu quando o homem com quem estou em um relacionamento há um longo tempo, Blake Knight, testemunhamos tiroteios em escolas das nossas cidades natais”. “Esses tópicos, nem sempre fáceis de se discutir, são todos profundamente pessoais para mim. Sabendo quão sérios eles são, eu queria dividir isso com todos vocês. Este filme tem as perspectivas de pessoas que se importam muito com tudo isso, e se assisti-lo ajudar uma pessoa sequer, valeu a pena”, concluiu. Repercutindo o post, o namorado de Clayton fez sua própria declaração no Instagram. “Tão orgulhoso de Garrett Clayton hoje!”, escreveu o rapaz, que se identifica como roteirista de Los Angeles em sua página. “Ele superou muito e ainda tem um dos maiores corações de alguém que eu já conheci. Bonito, talentoso, hilário, gentil… o que não amar?! Tem sido uma jornada incrível até agora, e estou ansioso para muitos mais anos e viagens e cachorrinhos e filmes e sonecas e jantares e amigos! Eu amo você, Gary!” “Reach” estreia em outubro nos Estados Unidos. Além de dois telefilmes da franquia “Teen Beach”, Clayton participou do terror “Não Desligue”, da série “Os Fosters: Família Adotiva”, do especial musical “Hairspray Live!”, e do drama indie “King Cobra”, no qual viveu o astro da pornografia gay Brent Corrigan. Em 2016, quando estava promovendo seu papel em “King Cobra”, Clayton se recusou a discutir sua sexualidade. “Não acho pertinente falar sobre minha vida pessoal. Isto não acrescenta nada, apenas tira o foco do trabalho”, disse na ocasião. With the release of my new movie REACH coming up, I thought it was important to explain why I took on this project in the first place. REACH deals with some very serious and timely topics that have affected me personally, and have likely influenced many of your lives as well. (I also prefer to share things that are particularly important for me here on my IG) instead of in some random magazine or online article – because you are the ones that have been rooting for me and following me on my professional and personal journey in life. When I read the script for REACH, I immediately knew it was a film I had to be a part of. I have personally dealt with suicide within my own family, intense bullying in high school, and – on top of it all – myself and the man I’ve been in a relationship with for a long time (@hrhblakeknight) have both experienced shootings within our hometown school systems, and have witnessed the heartache that takes place in affected communities after such tragic events. These topics – not always easy to discuss- are all close to my heart, and, knowing how serious they are, I wanted to share this with you all. This film has come from the perspectives of people who care deeply about these issues, and if watching it helps even one person… then it was all worth it. ♥️ Uma publicação compartilhada por Garrett Clayton (@garrettclayton1) em 20 de Ago, 2018 às 10:01 PDT So proud of @garrettclayton1 today! He’s overcome a lot, and still has one of the biggest hearts of anyone I’ve ever met. Handsome, talented, hilarious, kind… what’s not to love?! It’s been an awesome journey all over the world together so far, and I’m looking forward to many more years and trips and puppies and movies and naps and dinners and friends! I love you, Gary! ❤️?? #ManCrushMonday #ManCrushEVERYDAY Uma publicação compartilhada por Blake Knight (@hrhblakeknight) em 20 de Ago, 2018 às 12:58 PDT
Festival de Toronto inclui animação brasileira Tito e os Pássaros
O Festival de Toronto anunciou novos filmes em sua programação. E uma das novidades, dentro da seção Discovery (destinada a cineastas relativamente desconhecidos, apostas da curadoria), é a animação brasileira “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. O longa foi premiado no recente Festival Anima Mundi e destaque no Festival de Annecy, em junho, na França. Na animação, o menino Tito se junta ao pai para buscar a cura de uma doença misteriosa, que é contraída após uma pessoa tomar um susto. O evento contará ainda com duas coproduções brasileiras: “Diamantino”, dos portugueses Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, que venceu a mostra Semana da Crítica no Festival de Cannes, e “Sueño Florianópolis”, da argentina Ana Katz, com Andréa Beltrão e Marco Ricca no elenco, que venceu o Prêmio Especial do Júri no Festival Karlovy Vary. Além disso, os organizadores deram um tapa de luva de pelica no Festival de Veneza, que insiste em incluir poucos filmes de cineastas femininas em sua seleção, ao celebrar uma divisão igualitária de gênero na seções Discovery. “Este ano, 48% dos títulos em nossa seção de Descobertas será de diretoras. Espero que estejamos dando um sinal de que mudanças são inevitáveis no horizonte da indústria de cinema mundo afora”, afirmou Kerri Craddock, diretora de programação do TIFF, abreviatura em inglês do Festival Internacional de Cinema de Toronto.
Asia Argento rechaça acusações de abuso sexual de menor
A atriz Asia Argento negou que tenha mantido relações sexuais com o ator Jimmy Bennett quando ele ainda era menor de idade. Num longo comunicado à imprensa, ela acusou o jovem de tentar extorqui-la e afirmou que a ideia de fazer um acordo financeiro foi de seu então namorado, o falecido apresentador e chef Anthony Bourdain. “Eu nego e rechaço o conteúdo do artigo publicado no ‘New York Times’ que circula em vários veículos internacionais”, afirmou a atriz de 42 anos. “Jamais mantive relações sexuais com Bennett”, completou. No último domingo, o jornal The New York Times publicou que Asia Argento fez um acordo de US$ 380 mil com o ator e músico Jimmy Bennet, após ele alegar ter sido abusado sexualmente pela atriz em 2013, em um hotel na Califórnia. Segundo os documentados obtidos pelo jornal, os advogados de Bennett pediram indenização contra uma “agressão sexual” traumática para seu cliente. O ator tinha 17 anos no momento do suposto incidente e teria sido embebedado por Argento, que depois o levou para um quarto para fazer sexo oral. Nove anos antes, ele tinha vivido o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração” (de 2004). Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, Asia Argento se tornou porta-voz importante do #MeToo, mas nos últimos dias se viu alvo do próprio movimento, assim que a reportagem começou a repercutir. “Violência sexual é sobre poder e privilégio. Isso não muda quando a criminosa em questão é sua atriz, ativista ou professora favorita”, disse Tarana Burke, que criou a hashtag #MeToo. Em seu comunicado, Argento disse que permaneceu em contato com Bennet “por vários anos, somente por amizade”. Segundo a atriz, a amizade chegou ao fim quando o ator “inesperadamente exigiu uma quantia exorbitante de dinheiro”, após ela ganhar projeção como uma das principais acusadoras do megaprodutor Harvey Weinstein. Na época, afirma ela, Bennet enfrentava “severos problemas financeiros” e havia processado a própria família, pedindo uma indenização milionária. Argento ainda citou a reputação de Bourdain como um dos fatores que teria atraído Bennet: “Ele sabia que meu namorado, Anthony Bourdain, era tido como um homem muito rico e tinha uma reputação a proteger, como uma figura muito amada pelo público”. O chef e apresentador, então, teria insistido para que o assunto fosse tratado “em particular”. “Anthony tinha medo da possível repercussão negativa que tal pessoa, que ele considerava perigosa, poderia trazer sobre nós”, escreveu a atriz. Os dois teriam decidido então pagar o rapaz. “Anthony se encarregou pessoalmente de ajudar Bennet financeiramente, sob a condição de que não teríamos mais intrusões em nossas vidas”. Ela encerrou sua declaração chamado as alegações de abuso de “falsas” e disse que tomará medidas contra a reportagem. “Este é mais um desenvolvimento de eventos que me traz profunda tristeza e que constitui uma longa perseguição”, concluiu ela no texto. “Não tenho outra opção a não ser me opor a tais acusações falsas e tomar todas as medidas necessárias antes de recorrer a outras instâncias.”












