Estúdio já desenvolve continuação do inédito Pokémon: Detetive Pikachu
Ainda faltam quase quatro meses para a estreia de “Pokémon: Detetive Pikachu”, mas o estúdio Legendary já está planejando a sequência do longa. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a produtora contratou o roteirista Oren Uziel (do horroroso “O Paradoxo Cloverfield”) para escrever a continuação. A ideia é dar início à produção tão logo a bilheteria de “Pokémon: Detetive Pikachu” confirme as expectativas do estúdio. Claro que tudo muda se o filme se provar um fracasso – neste caso, o custo do roteiro não produzido será debitado da pilha de prejuízos do longa. No filme, o personagem de Justice Smith é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão, quando se lembra que o bichinho tem a mesma voz de Deadpool (isto é, do ator Ryan Reynolds)! Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Michel Legrand (1932 – 2019)
O compositor francês Michel Legrand, vencedor de três estatuetas do Oscar por suas trilhas sonoras, e que trabalhou com mitos da música como Frank Sinatra, Ray Charles, Miles Davis, Edith Piaf e Elis Regina, faleceu neste sábado (26/1) em Paris aos 86 anos. Sua carreira teve quase 70 anos, marcando tanto a história do jazz quanto a do cinema. Músico e arranjador, Legrand começou a compor música para filmes com o surgimento da Nouvelle Vague francesa, trabalhando para Agnès Varda no clássico “Cléo das 5 às 7” (1962), no qual também estrelou, com Jean-Luc Godard em “Uma Mulher É Uma Mulher” (1961), “Viver a Vida” (1962) e “Bando à Parte” (1964), mas sobretudo com Jacques Demy, para quem quem compôs dois musicais cultuadíssimos, “Os Guarda-Chuvas do Amor” (1964) e “Duas Garotas Românticas” (1967). Com o impacto causado pelos longas de Demy, Legrand chamou atenção do colega Henry Mancini, grande compositor de Hollywood, que lhe convidou a trabalhar em seu primeiro filme americano, assinando a trilha sonora de “Crown, o Magnífico” (1968). E a principal canção do longa, “The Windmills of Your Mind”, rendeu a primeira estatueta do Oscar ao compositor em 1969. Seguiram-se uma coleção de trilhas clássicas, 13 indicações ao Oscar e duas vitórias na Academia, pelas melodias inesquecíveis dos filmes “Houve uma vez um Verão” (1972) e “Yentl” (1984). Mas apesar do sucesso em Hollywood, Legrand não abandonou o cinema francês, trabalhando em obras nos dois continentes, e ainda manteve uma carreira paralela e igualmente premiada na música. Suas composições receberam 17 indicações ao Grammy, vencendo cinco troféus da indústria fonográfica. Entre as muitas trilhas famosas de sua carreira, também merecem citação os trabalhos de “Lola, a Flor Proibida” (1961), “Quem é Polly Maggoo?” (1966), “A Piscina” (1969), “Tempo para Amar, Tempo para Esquecer” (1969), “Mosaico de Sonhos” (1970), “A Garota no Automóvel – Com Óculos e um Rifle” (1970), “As 24 Horas de Le Mans” (1971), “Interlúdio de Amor” (1973), “Os Três Mosqueteiros” (1973), “Verdades e Mentiras” (1973), “Retratos da Vida” (1981), “Amigos Muito Íntimos” (1982), “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983), “Prêt-à-Porter” (1994), “Os Miseráveis” (1995) e o filme recém-resgatado de Orson Welles “O Outro Lado do Vento” (2018). Relembre abaixo seis trabalhos famosos de Legrand no cinema. Na cena de “Cléo das 5 às 7”, é ele quem aparece cantando ao piano.
Primeiro episódio de Wayne atinge 10 milhões de visualizações em uma semana no YouTube
A nova série do YouTube Premium é um sucesso. O primeiro episódio, disponibilizado gratuitamente na plataforma de vídeos do Google, foi visto mais de 10 milhões de vezes em sua primeira semana de exibição, superando a marca dos 12 milhões de espectadores nesta sexta (25/1). Atualmente, apenas o primeiro episódio de “Wayne” está disponibilizado de forma gratuita. Quem quiser ver o resto da série, precisa pagar. Repleta da ação, violência e humor negro, “Wayne” é produzida por Rhett Reese e Paul Wernick, a dupla de roteiristas dos filmes de “Deadpool”. Com 10 episódios, a série acompanha o personagem-título, um adolescente obcecado por justiça, que enfrenta a tudo e a todos para punir valentões, até que conhece uma garota igualmente invocada e encontra uma nova missão: libertá-la da família abusiva e, no processo, recuperar o carro que seu pai queria lhe deixar de herança. O elenco destaca Mark McKenna (de “Sing Street”) no papel-título e Ciara Bravo (“Red Band Society”) como Del, sua namorada enfezada. Além de produzir, Reese e Wernick escreveram o terceiro episódio, mas “Wayne” foi criada por Shawn Simmons, roteirista das séries “Awkward.” e “School of Rock”. O sucesso transparente do primeiro episódio, que pode ser conferido na medição visível abaixo do vídeo, ajuda a justificar a decisão do Google de rever sua estratégia para o YouTube Premium. O Google anunciou em novembro passado que pretende mudar o YouTube Premium, passando a disponibilizar suas séries exclusivas para todos os usuários, gratuitamente, a partir de 2020. A ideia é trocar o modelo de sustentação financeira, substituindo a verba dos assinantes pelo aporte de anunciantes. Veja o primeiro episódio gratuito de “Wayne” abaixo, disponível com legendas em português.
Cinebiografia de Rudolf Nureyev ganha primeiro trailer com tensão de filme de espionagem
O Studiocannal divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “The White Crown”, cinebiografia do célebre bailarino russo, dirigida pelo ator Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”). A prévia é bastante tensa e combina cenas sublimes de balé com uma trama de thriller de espionagem, ao se concentrar na deserção do artista para atingir o auge de sua carreira no Ocidente. A produção tem roteiro de David Hare (“O Leitor”) e é estrelada pelo dançarino Oleg Ivenko em sua estreia no cinema. O elenco também contará com Adele Exarchopoulos (“Azul é a Cor Mais Quente”) no papel de Clara Saint, responsável por abrir os olhos do artista para nouvelle vague francesa, encantá-lo com a vida ocidental e ajudá-lo a aprimorar a sua coreografia ainda mais. Rudolf Nureyev nasceu em 1938 e rompeu as barreiras entre o balé clássico e moderno. Ele também foi um dos responsáveis por mudar a concepção do homem na dança. Sua fama se tornou ainda maior após ele se tornar o primeiro artista a desertar da União Soviética durante a Guerra Fria. Graças à defecção, ele estrelou filmes em Hollywood, como “Valentino – O Ídolo, o Homem” (1977) e “Exposed – Os Desencontros da Vida” (1983), além de comandar o Paris Opera Ballet antes de sua morte em 1993, por conta da AIDS. As filmagens foram realizadas nos cenários da vida real de Nureyev, nas cidades de São Petersburgo, na Rússia, e em Paris. Apesar de mais conhecido como ator, Fiennes dirigiu anteriormente “Coriolano” (2011) e “O Nosso Segredo” (2013), ambos indicados para muitos prêmios. “The White Crown” foi exibido nos festivais de Telluride e Londres no final do ano passado, e estreia em março no Reino Unido. Ainda não há previsão de lançamento comercial em outros países.
Vin Diesel e Ruby Rose revelam que gravaram músicas para o quarto filme da franquia xXx
Vin Diesel divulgou um novo vídeo em seu Instagram, em que aparece ao lado de Ruby Rose e faz diversas revelações. A primeira e mais óbvia é que os dois estarão juntos novamente na continuação de “xXx: Reativado” (2017). Vin disse que eles tinham acabado de sair de uma reunião sobre o filme. O ator também contou que o diretor do filme atualmente seleciona locações na China, o que dá uma ideia do apelo global da sequência. E revelou, de forma muito tímida, que ele e Ruby Rose estavam num estúdio gravando… músicas! Nesta mesma semana, o músico japonês Yoshiki adiantou em seu Instagram que estava compondo a canção-tema e a trilha do filme (veja abaixo). E vale apontar a coincidência entre o nome da franquia e a carreira do músico. Hoje apreciado pelos fãs de anime como o responsável pelo tema da 3ª temporada de “Ataque dos Titãs”, Yoshiki despontou para o mundo pop como integrante da famosa banda X Japan nos anos 1980. Ainda não há sinopse, previsão de estreia ou mesmo um título oficial para “xXx 4”, que será novamente dirigido por DJ Caruso, responsável pelo bem-sucedido longa anterior. Visualizar esta foto no Instagram. 20right-teen #xxx4 #secretproject music, film and friendship what is more important for the soul than happiness. RR @rubyrose Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 24 de Jan, 2019 às 10:33 PST Visualizar esta foto no Instagram. Losing my voice.. 声が枯れてきた。。! “Hi This is #YOSHIKI .. xxx” Excited to compose the theme & film score for the #xXx4 film.. Uma publicação compartilhada por Yoshiki (@yoshikiofficial) em 22 de Jan, 2019 às 4:56 PST
Guitarrista do Queen se desculpa por defender diretor de Bohemian Rhapsody de acusações de assédio
O músico Brian May, guitarrista do Queen, retratou-se de um post em que pareceu defender Bryan Singer, que dirigiu o premiado filme “Bohemian Rhapsody” e hoje enfrenta acusações de abuso sexual de menores. Após o comentário gerar controvérsia nas redes sociais, May decidiu pedir desculpas pela sua declaração. Tudo começou na terça (22/1), quando o guitarrista respondeu à sugestão de uma fã para que parasse de seguir Singer nas redes sociais. “Bri, você precisa deixar de seguir Byan Singer depois de tudo o que ele fez. Obrigada”, disse a seguidora. A resposta do músico foi: “Você tem de cuidar da sua vida e parar de me falar o que fazer. E precisa aprender sobre respeito e o fato de que um homem ou mulher são inocentes até que se prove o contrário.” Virou uma bola de neve, que fez o guitarrista precisar se retratar. “Estou mortificado de descobrir o efeito que minhas palavras produziram”, afirmou May no Instagram, na noite de quinta-feira (24/1), que então pediu desculpas “a qualquer um a quem sem querer ofendi”. “Me desculpo pela resposta”, continuou. “Ela foi resultado da minha percepção de que alguém estava me dando ordens sobre o que fazer. Na verdade, você estava tentando me proteger. Eu não tinha ideia de que dizer que alguém é inocente até que se prove o contrário poderia ser interpretado como uma defesa a Bryan Singer. Não foi minha intenção.” May deixou de seguir Singer nas redes sociais depois do caso desta semana. O diretor foi quem iniciou o projeto de “Bohemian Rhapsody”, mas foi demitido pela Fox e substituído por Dexter Fletcher (do vindouro “Rocketman”, cinebiografia de Elton John) após sumir durante as filmagens. O diretor nega as acusações publicadas nesta semana pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Visualizar esta foto no Instagram. Dear Folks – I was shocked and saddened to realise what I had done by my hasty and inconsiderate IG reply to this lady yesterday. I’ve posted an apology to her in the ‘reply’ box, but it seems to have disappeared – so I’m going to try to repeat it here, to be clear. ———- Dear Sue, I’m so sorry that I responded to your post so snappily and inconsiderately. My response was a result of my perception that someone was telling me what to do. I now realise that I was completely wrong in thinking that. You were actually just trying to protect me, for which I thank you. I am mortified to discover the effect my words produced. I had no idea that saying someone was innocent until proven guilty could be interpreted as “defending“ Bryan Singer. I had absolutely no intention of doing that. I guess I must be naive, because also it had never occurred to me that ‘following’ a person on Instagram could be interpreted as approving of that person. The only reason I followed Bryan Singer was that we were working with him on a project. That situation came to an end when Mr Singer was removed during the shooting of the film, but I suppose unfollowing him never occurred to me as a necessity. Now, because of this misunderstanding, I have unfollowed. I’m so sorry. This must have caused you a lot of upset. I wish I could take the comment back, but all I can do is apologise, and hope that my apology will begin to make amends. Sadly, this is all very public, but since I snapped at you in public, it’s only fitting that I should apologise in public. I’m going to try to follow you so we can communicate privately if you want. With love – Bri. —— I should add that this is also a sincere apology to anyone else out there that I inadvertently offended. No such offence was intended and I will be more careful in future. Bri Uma publicação compartilhada por Brian Harold May (@brianmayforreal) em 24 de Jan, 2019 às 8:25 PST
Zac Efron vira o serial killer Ted Bundy no primeiro trailer surpreendente de drama indie
O estúdio indie Voltage divulgou o trailer de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. A prévia subverte expectativas ao mostrar o vilão como um bom marido e pai de família, que jura inocência e é capaz de criar dúvidas mesmo diante dos fatos, enquanto se vangloria de ter ficado mais popular que o parque Disney World. A recriação dos anos 1970 é assinada pelo diretor Joe Berlinger, que ficou conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, responsável por ajudar a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Antes do novo trabalho, Berlinger só tinha feito um filme de ficção e há 18 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” fará sua estreia mundial neste sábado (26/1), durante o Festival de Sundance 2019, em janeiro, e ainda não tem previsão para seu lançamento comercial.
Vídeo de Exterminador do Futuro 6 mostra reencontro de Scharzenegger com falecido produtor da franquia
A Fundação Nacional de Cinema da Hungria divulgou um vídeo dos bastidores das filmagens do sexto “Exterminador do Futuro”, que presta homenagem a seu ex-presidente, o produtor Andrew G. Vajna, que morreu no domingo passado (20/1) aos 74 anos. O vídeo destaca os modernos equipamentos do estúdio Korda, em Budapeste, que se transformou num dos mais modernos da Europa sob a política cultural estabelecida por Vajna para o cinema do país. Também traz elogios do diretor Tim Miller (“Deadpool”) e do astro Arnold Schwarzenegger para os profissionais locais e se encerra com a aparição de Vajna, velho amigo de Schwarzenegger, que retornava de forma indireta à franquia dos robôs assassinos. Vajna produziu “O Exterminador do Futuro 2” (1991), o filme mais bem-sucedido da franquia, e também sua sequência de 2003. O reencontro com Schwarzenegger, flagrado pelas câmeras, foi também uma despedida. “Este é um filme muito especial. É muito próximo ao meu coração”, comentou o produtor no vídeo. Durante os últimos anos de sua vida, Vajna atuou como uma espécie de embaixador cinematográfico da Hungria, fazendo contato com produtores de Hollywood e convencendo-os a filmar no país. “Andy, obrigado por nos pressionar para vir à Hungria”, diz Schwarzenegger ao final.
Primeiras fotos do novo filme de Tarantino destacam Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie
A revista americana Vanity Fair divulgou nesta sexta-feira (25/1) as primeiras fotos oficiais de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. As imagens destacam os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. Os dois vivem, respectivamente, um ator de faroestes em decadência e seu dublê de longa data, que procuram por uma forma de voltar aos holofotes em 1969. A produção marca o primeiro longa que eles estrelam juntos. Além deles, há bastante destaque nas imagens para Margot Robbie na pele de Sharon Tate, atriz casada com Roman Polanski que teve uma morte sangrenta nas mãos dos seguidores de Charles Manson. Quem também aparece é Al Pacino, que interpretada Marvin Schwarz, o agente do personagem de DiCaprio. “Era Uma Vez em Hollywood” vai marcar a primeira colaboração de Pacino com Tarantino, que se declara fã do ator veterano. Além dos citados, o elenco grandioso inclui James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Luke Perry (série “Riverdale”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”) e Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke. A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil
Coisa Mais Linda: Veja as primeiras fotos da série Bossa Nova da Netflix
A Netflix divulgou as três primeiras fotos de cenas da nova série brasileira “Coisa Mais Linda”, que se passa num clube de Bossa Nova, durante os anos 1960. A data para a divulgação das imagens não é casual: 25 de janeiro é o dia da Bossa Nova, também conhecido como data de aniversário do maestro Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, Tom para os fãs. Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) interpreta a protagonista da atração, Maria Luiza (Malu), que, após o marido desaparecer, resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde ele ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). A trama também destaca Leandro Lima (novela “Belaventura”) como Chico, um talentoso músico carioca que compartilha a paixão de Malu pelos sons e estilo de vida de um Rio de Janeiro efervescente. O elenco da atração também conta com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a série terá sete episódios escritos por Pati Corso e Leo Moreira. Ainda não há previsão de estreia.
Netflix fecha acordo para produzir uma série baseada em Resident Evil
A Netflix está desenvolvendo uma série baseada na franquia “Resident Evil”. A plataforma fechou contrato com o estúdio alemão Constantin Film, que detém os direitos de adaptação dos jogos da Capcom e foi responsável pelos seis filmes estrelados por Milla Jovovich no cinema. Ainda em busca de um showrunner, a ideia é manter a premissa básica, que também foi usada nos filmes. A história irá explorar as experiências sombrias da corporação da Umbrella e a nova ordem mundial causada pelo surto do T-vírus. Antes de fechar com a Netflix, a Constantin chegou a contratar o cineasta inglês Johannes Robers (“Medo Profundo”) para dirigir um reboot com novos atores no cinema. Este projeto pode ter sido abandonado. A notícia da série coincide com o lançamento do novo game “Resident Evil 2” para PS4, Xbox One e PC, que aconteceu nesta sexta (25/1). E também reflete o interesse da Netflix em desenvolver séries inspiradas em jogos, como “Castlevania” e a vindoura “The Witcher”, atualmente em produção, com Henry Cavill no papel principal de Geralt de Rivia. Além destas, o produtor do desenho de “Castlevania”, Avi Arad, também negociou com a Capcom os direitos para realizar uma série baseada em “Devil May Cry”
Apesar das denúncias de assédio, Bryan Singer está garantido como diretor de Red Sonja
As novas acusações de assédio e abuso de menor feitas contra o diretor Bryan Singer (de “X-Men” e “Bohemian Rhapsody”) não deverão impedi-lo de dirigir o filme da guerreira dos quadrinhos “Red Sonja” para a Millennium Films. Quem confirmou sua contratação foi o produtor executivo Avi Lerner, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Eu continuo trabalhando em ‘Red Sonja’ e Bryan Singer está escalado no projeto”. “Os mais de US$ 800 milhões arrecadados por ‘Bohemian Rhapsody’ são uma prova de sua notável visão e perspicácia. Eu sei a diferença entre fake news e realidade, e estou muito confortável com a decisão. Nos Estados Unidos, as pessoas são inocentes até que se prove o contrário”, completou o produtor. A permanência de Singer no projeto é uma decisão rara no clima que reina atualmente em Hollywood, considerando os inúmeros atores, produtores e executivos que foram demitidos após acusações menos graves ou similares. Singer fechou um contrato milionário para dirigir “Red Sonja” e deverá receber em torno de US$ 10 milhões pelo trabalho. Ele se defendeu das acusações publicadas nesta semana pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Responsável pelo sucesso dos filmes dos “X-Men”, Singer pode agora iniciar uma nova franquia baseada em quadrinhos. O filme da “Red Sonja” se tornou prioridade da Millennium após o sucesso de “Mulher-Maravilha” nos cinemas. Apesar das aventuras da guerreira se passarem no mesmo universo hiboriano de Conan, a personagem não é uma criação literária de Robert E. Howard, o autor de Conan. Red Sonja foi criada pelo escritor e editor Roy Thomas, o substituto de Stan Lee na Marvel, como coadjuvante de uma história em quadrinhos de “Conan”, desenhada por Barry Windsor-Smith em 1973. Thomas se inspirou em diferentes personagens femininas de Howard – como a pirata Red Sonya de Rogatino – , mas sua criação é original e também teve grande contribuição do espanhol Esteban Maroto, que mais tarde desenhou o famoso biquíni de metal vestido pela heroína. Sua história pode ser resumida com o texto usado por Roy Thomas para introduzi-la nos anos 1970: “Cerca de 12 mil anos atrás, nos mesmos dias em que Conan da Ciméria caminhava sobre a Terra, surgiu Sonja, a Guerreira Hirkaniana de cabelos cor de fogo. Forçada a abandonar sua nação por ter assassinado um rei, ela fugiu para o leste… Onde tornou sua espada uma lenda e imortalizou seu nome em todos os reinos hiborianos”. Os leitores se apaixonaram e ela acabou promovida a protagonista de sua própria revista, que durou de 1975 a 1986. Neste período, Sonja também ganhou seu primeiro filme, “Guerreiros de Fogo” (Red Sonja) de 1985, vivida por Brigitte Nielsen. Uma personagem com o mesmo nome voltou aos quadrinhos em 2005, editada pela Dynamite Comics. Mas não é a mesma heroína e sim uma parente distante da Red Sonja original. O projeto de refilmar Red Sonja começou a tomar corpo por volta de 2008, quando o cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) escalou sua então namorada Rose McGowan (“Planeta Terror”) como a guerreira. Ilustrações da atriz no biquíni de bolinhas metálicas chegaram a ser divulgadas numa Comic-Con, mas o casal brigou e McGowan virou bruxa, literalmente, em “Conan, o Bárbaro” (2011). Rodriguez tentou manter o filme em pé, com Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) no papel principal. Mas a Millennium preferiu recomeçar do zero, contratando Simon West (“Lara Croft: Tomb Raider”) como diretor e Amber Heard (“3 Dias para Matar”) como Sonja. Os planos previam começar as filmagens logo após o lançamento de “Conan”, estrelado por Jason Momoa, mas não contavam com o fracasso daquele filme, que fulminou a produção. Uma ironia é que, anos depois, Amber Heard e Jason Momoa foram fazer par em “Liga da Justiça” e estourar juntos em “Aquaman”. Quem está escrevendo a nova versão do roteiro é Ashley Miller, de “Thor” e “X-Men: Primeira Classe”. Fontes ouvidas pelo THR justificaram a insistência da Millennium com Singer por considerarem que ele seja capaz de atrair os fãs dos “X-Men” para “Red Sonja”, apesar dos problemas que cercam o cineasta. Além das denúncias de abuso sexual de menores, o diretor sumiu durante as filmagens de “Bohemian Rhapsody” e foi demitido pela Fox.
Governo americano impede ator de Roma de ir ao Oscar 2019
O governo dos Estados Unidos negou visto de entrada no país ao ator mexicano Jorge Antonio Guerrero, que interpreta o personagem Fermín no longa-metragem “Roma”. Assim, ele não poderá comparecer à cerimonia do Oscar, onde o filme disputa 10 prêmios. As autoridades de migração americanas negaram o visto a Guerrero apesar de o ator ter um convite da Netflix, produtora de “Roma”, para participar do evento da Academia. Segundo revelou o ator em entrevista para a revista mexicana Quién, os funcionários da embaixada dos EUA no México não quiseram nem ler a carta da Netflix e proibiram sua viagem. Esta não é a primeira vez que Guerrero tem problemas para viajar aos EUA. No início de 2018, o ator tentou e não conseguiu tirar um visto de turista. Ele passou pelo mesmo problema durante a época da première de “Roma” nos cinemas, quando foi impedido de frequentar os tapetes vermelhos americanos, e nem tentou ir ao Globo de Ouro. Além de ter o principal papel masculino de “Roma”, Jorge Antonio Guerrero também participou de “Narcos: México” e da série sobre o cantor mexicano Luis Miguel, que obteve grande sucesso internacional. O problema do ator mexicano é reprise das confusões dos dois anos passados. Desde que Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos, integrantes de equipes de filmes estrangeiros vêm tendo seus vistos recusados. Em 2017, a proibição de Donald Trump a viajantes de sete países de maioria muçulmana impediram que duas pessoas envolvidas no documentário britânico “Os Capacetes Brancos”, indicado para Melhor Curta Documentário, pudessem comparecer à cerimônia, simplesmente porque eram sírios, e esse país estava na lista de Trump. O filme venceu o Oscar. A proibição também resultou na ausência do diretor Asghar Farhadi, que desistiu de obter um visto especial após ser barrado por ser iraniano, quando seu filme “O Apartamento” venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A atriz do filme, Taraneh Alidoosti, desabafou no Twitter ao afirmar que “a proibição de visto de Trump para os iranianos é racista”. Atualmente, o projeto político de Trump está voltado a construir um muro na fronteira com o México para barrar imigrantes latinos. Com este objetivo, campanhas televisivas recentes do governo federal americano têm descrito esses imigrantes como assassinos, ladrões, traficantes e estupradores.












