Lauren Cohan revela planos sobre derivado de The Walking Dead centrado em Maggie
A nova série da atriz Lauren Cohan, “Whiskey Cavalier”, está prestes a estrear. Mas durante o evento de apresentação das redes de TV organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), a imprensa só quis saber se ela volta para sua série antiga, “The Walking Dead”. Pressionada, ela confirmou que há “algumas conversas” sobre sua volta, inclusive num spin-off ou em filmes da franquia. “Houve algumas conversas, mas tudo está ambíguo”, disse Cohan. “Está no início. Teremos que ver o que acontece”, completou. A personagem da atriz deixou “The Walking Dead” na primeira metade da 9ª temporada. Ao contrário de Rick (Andrew Lincoln), que teve uma despedida explosiva, deixando os demais acreditando em sua morte, a saída de Maggie, o papel de Cohan, aconteceu fora de cena. Ela simplesmente deixou de aparecer nos capítulos, com um salto temporal justificando sua ausência. Ela teria embarcado numa jornada com outro grupo de sobreviventes. Questionada sobre sua saída, que teria acontecido após não conseguir a compensação financeira desejada para renovar seu contrato, Cohan comentou que precisava de novos ares. “Já estava fazendo a série há muito tempo, foi muito tempo com a mesma personagem, e às vezes você ouve sua voz interior e vê que é hora de fazer outras tarefas”. Em “Whiskey Cavalier”, ela vai dividir o protagonismo com Scott Foley (o Jake de “Scandal”). Os dois encarnam uma espécie de Sr. e Sra. Smith, rivais de diferentes agências do governo, que acabam forçados a conviver numa equipe multi-agências, que junta os agentes para lidar com ameaças contra o mundo, mas a maior ameaça que precisarão enfrentar é a dificuldade de lidar um com o outro. A comédia de ação foi criada por Dave Hemingson – que não tinha nenhum piloto aprovado desde “Kitchen Confidential” em 2005, cancelada na 1ª temporada. E além do casal protagonista, tem um ótimo elenco de apoio, com destaque para Tyler James Williams (o Chris de “Todo Mundo Odeia o Chris”, que por sinal trabalhou com Cohan em “The Walking Dead”), Ana Ortiz (das séries “Ugly Betty” e “Devious Maids”) e Vir Das (“Goa Goa Gone”). “Whiskey Cavalier” tem estreia prevista para 27 de fevereiro nos Estados Unidos e chega em 11 de março no Brasil, pelo canal pago Warner.
Novo trailer da animação UglyDolls resume a moral da história
A STX disponibilizou o segundo trailer de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O material colorido e musical evoca outro longa animado recente, “Trolls” (2016), que também tinha vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. Mas a moral da história é diferente, como demonstra a nova prévia, focada na valorização das diferenças e na luta contra o bullying. Na trama, um grupo de bonecos descartados por serem defeituosos resolve entrar no mundo das crianças perfeitas e enfrentar a rejeição de frente, mostrando que suas diferenças é que lhes dão personalidade e os tornam atraentes. O filme original traz as vozes de Kelly Clarkson, Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo, Bebe Rexha, Charli XCX e Wang Leehom, além dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa virou animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”) e estreia em 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Além do filme, também existe o projeto de uma série animada das UglyDolls em desenvolvimento na plataforma de streaming Hulu.
Versão live-action de Dumbo ganha novo trailer legendado
A Disney divulgou novos pôsteres internacionais e o segundo trailer legendado de “Dumbo”, remake live-action do clássico animado de 1941. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Netflix anuncia novas séries espanholas do criador de Elite e do diretor de Colossal
A Netflix anunciou cinco novos projetos espanhóis, e o destaque é uma série de super-heróis de Nacho Vigalongo, diretor de filmes cultuados como “Crimes Temporais” (2007), “Extraterrestre” (2011) e o recente “Colossal”, com Anne Hathaway. Trata-se de “El Vecino”, adaptação dos quadrinhos de Santiago Garcia e Pepo Perez, que é sucesso no mercado espanhol. Vigalondo vai assinar alguns episódios que contam como um cara comum se transforma em herói após um alienígena pousar em sua casa e transferir para ele suas habilidades sobrenaturais. Mas ele que não se entusiasma com esta história de origem roubada de Lanterna Verde e acaba sendo incentivado pelo vizinho José, fã de quadrinhos que o faz assumir o alter ego do herói Titan. A produção é da Zeta, mesmo produtora que fez “Elite”. Por sinal, entre os projetos anunciados, “El Desorden Que Deseas” é uma nova série do cocriador de “Elite”, Carlos Montero, e também se passa numa escola. É um suspense em que uma professora descobre que algo sinistro se esconde por trás de sua nova escola. Há também “Dias de Navidad”, focado no Natal de quatro irmãs. Criada por Pau Freixas (da “Red Band Society” original), a série conta com as atrizes Verónica Echergui (“Fortitude”), Anna Moliner (“Las Chicas Del Cable”) e ninguém menos que Victoria Abril (“De Salto Alto”) no elenco. “Valeria” adapta os romances de Elísabet Benavent sobre uma escritora em crise, tanto com seus livros quanto com seu marido emocionalmente distante. A criação é de María López Castaño (de “Diablo Guardián”). Por fim, “Memorias de Idhún” vai adaptar a trilogia de fantasia da escritora Laura Gallego Garcia como uma série animada.
Jennifer Lawrence teria ficado noiva de galerista de arte
A atriz Jennifer Lawrence estaria noiva do galerista Cooke Maroney. Segundo o site Page Six, ela foi vista em um restaurante de Nova York no final de semana usando um anel de noivado que teria uma pedra gigante e bem difícil de não ser percebida. Não houve confirmação oficial, porém, de acordo com a publicação, fontes confidenciaram que familiares e amigos já sabem da novidade. O casal está junto há oito meses e, mesmo assim, alimentaram poucas páginas de tabloides e webloides, optando pela discrição. O namoro começou em junho do ano passado. A atriz de 28 anos e o negociador de arte de 33 se conheceram por meio de um amiga em comum. E desde que estão juntos renderam menos assunto que os antigos namoros da atriz: o ator Nicholas Hoult, o cantor Chris Martin (do Coldplay) e o cineasta Darren Aronofsky, que a dirigiu em “Mãe!”.
Tapete vermelho do novo filme de Liam Neeson é cancelado após declarações polêmicas do ator
O tapete vermelho de “Vingança a Sangue Frio” em Nova York foi cancelado pela Lionsgate, após as declarações polêmicas de Liam Neeson no começo desta semana. O ator afirmou, em entrevista para o jornal britânico The Independent, que já tinha pensado em “matar um homem negro” para se vingar do estupro de uma amiga. Não um homem específico, mas qualquer negro que encontrasse. Isto teria ocorrido há 40 anos. A confissão aconteceu em meio à promoção de “Vingança a Sangue Frio”, em que Neeson interpreta um homem buscando vingança pela morte de seu filho. Uma fonte da Lionsgate disse ao site Deadline que o evento de Nova York não seria apropriado “sob as circunstâncias”. Apesar disso, a première no Loews Lincoln Square continua marcada. Apenas não terá participação do elenco. O estúdio também decidiu manter o lançamento amplo do filme, que chega aos cinemas americanos na sexta (8/2) e nos cinemas brasileiros na próxima seguinte. A polêmica também levou o ator à TV americana na manhã de terça (5/2) para se defender. “Não sou racista”, declarou em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Neeson confirmou a história que contou à imprensa britânica, sobre seu próprio relacionamento com a vingança. “Eu espero que você nunca tenha alguém muito próximo a você ferido em circunstâncias criminosas”, comentou o ator na entrevista original, dizendo que “conseguia entender” o instinto de vingança de seu personagem no filme. Mas alegou que teria agido da mesma forma se o agressor fosse branco. “Se ela tivesse dito que havia sido [estuprada por] um irlandês, um escocês, um britânico ou um lituano, eu teria, sei que teria, a mesma reação. Estava tentando ser honrado, defender minha amiga querida de uma forma terrivelmente medieval.” O ator declarou que poderia ter matado alguém se tivesse a chance, e isso sacudiu suas crenças. “Isso me chocou e me machucou. Procurei ajuda”, contou, revelando ter buscado um padre. Ele disse ter se confessado e passado a fazer caminhadas de duas horas por dia para tentar superar sua raiva. O astro de “Busca Implacável” afirmou ainda que sua intenção ao fazer tais comentários era iniciar um debate mais amplo sobre racismo. Questionado sobre o que desejava que as pessoas aprendessem com sua experiência, ele disse: “A conversar. A se abrir. Todos fingimos que somos todos politicamente corretos neste país. No meu também [Irlanda do Norte]. Às vezes, você arranha a superfície e descobre esse racismo e fanatismo que estão lá”.
Capitã Marvel será o primeiro filme com exclusividade em streaming da Disney+ (Disney Plus)
“Capitã Marvel” será o primeiro filme da Disney que deixará a Netflix apenas na vontade. O lançamento em streaming vai acontecer exclusivamente para o serviço Disney+ (Disney Plus). A confirmação foi feita pelo próprio CEO da Disney, Bob Iger, em teleconferência para o mercado financeiro, e acontece dois anos após a empresa anunciar que iria parar de licenciar seus títulos para outras plataformas e encerrar seu contrato com a Netflix, como parte da estratégia para valorizar o seu próprio serviço de streaming. “O que basicamente estamos tentando fazer é investir em nosso futuro”, disse Iger. As medidas que a empresa tomou são “todas projetadas para que, a longo prazo, esse negócio se torne uma parte importante dos lucros da Disney”, continuou. Embora o estúdio se arrisque a abrir mão da fortuna que normalmente acompanha o licenciamento de seus filmes, trata-se de uma medida necessária, garante o executivo. “É quase o equivalente a investir capital para construir nossos parques temáticos. Esta é uma aposta no futuro do negócio”. A empresa ainda não anunciou uma data de lançamento para a Disney+ (Disney Plus). A ideia da Disney é lançar o serviço ainda em 2019.
Atriz de Riverdale entra no spin-off Katy Keene
Riverdale vai perder uma integrante de seu elenco central. Josie, interpretada por Ashleigh Murray, foi confirmada no elenco do spin-off “Katy Keene”, atualmente em desenvolvimento. Com o fim do grupo Josie e as Gatinhas (o mesmo dos quadrinhos e da famosa série animada), a personagem estava sendo pouco aproveitada, ficando de lado das tramas centrais de “Riverdale”. Caso o piloto de “Katy Keene” seja aprovado, Murray trocará de série. A atração ainda está em fase inicial do desenvolvimento, mas o presidente da rede CW, Mark Pedowitz, revelou uma informação crucial, que dificulta (mas não impossibilita) a possibilidade de crossovers com “Riverdale”. O novo projeto vai se passar anos depois da formatura dos personagens na Riverdale High School. Assim, segundo Pedowitz, se “algum dos personagens de ‘Riverdale’ aparecer em ‘Katy Keene’ será numa versão mais velha”. Isto significa que Josie aparecerá adulta. Mas não muito mais velha, já que “Katy Keene” é descrita como uma comédia musical centrada em quatro personagens icônicos da Archie Comics de 20 e poucos anos, que buscam iniciar sua carreira na indústria do entretenimento de Nova York. A trama vai narrar as lutas dos quatro aspirantes a artistas que tentam chegar à Broadway, às passarelas de moda e aos estúdios de gravação Nos quadrinhos, a personagem-título é uma modelo, atriz e cantora, que surgiu nos anos 1940 como a “rainha das pin-ups” – e inspirou o visual da cantora pop Katy Perry. Mas na série ela será uma aspirante a estilista. Faltam mais dois personagens, que ainda não foram apresentados, além de seus intérpretes. A atriz de Katy Keene ainda não foi escalada. “Katy Keene” será o segundo spin-off de “Riverdale”, após a produção de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Originalmente, a série da aprendiz de feiticeira foi concebida para acompanhar “Riverdale” na rede CW, mas o canal percebeu que teria três séries de bruxas e preferiu ficar só com “Legacy” e Charmed”, deixando “Sabrina” se tornar um dos maiores sucessos da Netflix. O roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, que criou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, também é o responsável por “Katy Keene”, ao lado do coprodutor das duas séries Greg Berlanti. Sacasa descreve o novo projeto como completamente diferente dos anteriores, com um tom mais leve. A diretora Maggie Kiley, que comandou episódios de “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, vai assinar o piloto.
Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem ganha primeira foto
O canal pago americano FX divulgou a primeira foto da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, a produção da 1ª temporada foi anunciada nesta semana. A imagem mostra o cenário apocalíptico do começo da história, revelando o protagonista Yorik com a máscara de gás que caracteriza suas aparições iniciais nos quadrinhos, em meio a uma pilha de cadáveres que se estende pelo seu caminho. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”) como Yorik, Diane Lane (“Batman vs Superman”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas recentemente aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). Apesar da foto – que é do piloto – a estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.
O Mau Exemplo de Cameron Post vai denunciar “cura gay” no lugar de Boy Erased nos cinemas brasileiros
Depois do controverso cancelamento da estreia de “Boy Erased: Uma Verdade Anulada” pela Universal no Brasil, a Pandora Filmes aproveitou para tirar do limbo outro filme que critica as terapias de conversão sexual. Em sua página no Facebook, a distribuidora confirmou que “O Mau Exemplo de Cameron Post” (The Miseducation of Cameron Post) entrará em cartaz no dia 18 de abril. Ou seja, a estreia no Brasil vai acontecer “apenas” oito meses após o lançamento comercial nos Estados Unidos. Para se ter noção, o Bluray já pode ser comprado legalmente na Amazon desde dezembro. Drama vencedor do Festival de Sundance 2018, o filme traz Chloë Grace Moretz (“Carry, a Estranha”) como uma adolescente lésbica que é pega beijando a rainha do baile de formatura por sua tia ultra-conservadora, e é enviada, contra sua vontade, para uma espécie de centro de recuperação para jovens gays. O livro de Emily M. Danforth, em que a trama se baseia, é ainda mais chocante porque a garota tem apenas 14 anos – enquanto Moretz já está com 21 na vida real. A história segue com as amizades que ela faz no “campo de concentração light” disfarçado de centro de reeducação, e sua atitude de desafio contra a repressão daquele lugar. Dirigido por Desiree Akhavan (“Appropriate Behavior”), o longa também inclui em seu elenco Sasha Lane (“Docinho da América”), Forrest Goodluck (“O Regresso”), Owen Campbell (“Como Você É”), Melanie Ehrlich (série “The OA”) e os adultos Jennifer Ehle (“Cinquenta Tons de Liberdade”) e John Gallagher Jr. (“Rua Cloverfield, 10”) como um ex-gay que virou pastor e dirige o lugar. “O Mau Exemplo de Cameron Post” é anterior a “Boy Erased”. Mas não é a primeira denúncia da “cura gay” a chegar no cinema. Há 20 anos, “But I’m A Cheerleader” (1999) foi pioneira em denunciar os centros de conversão cristãos dos Estados Unidos, mas era uma comédia. Enquanto isso, o filme “Boy Erased”, que conta a história real de um jovem que se submete a um tratamento de “cura gay” para agradar aos pais religiosos, sairá diretamente em DVD no Brasil, em data ainda não revelada.
Veja Emily Blunt cantar a música de O Retorno de Mary Poppins que concorre ao Oscar 2019
A Disney liberou no YouTube o trecho de “O Retorno de Mary Poppins” que traz Emily Blunt cantando “The Place Where Lost Things Go”. A interpretação foi indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. Escrita por Marc Shaiman e Scott Wittman (de “Hairspray”), a música é uma cantiga de ninar, que Mary Poppins (Emily Blunt) entoa para Georgie (Joel Dawson), Anabelle (Pixie Davies) e John (Nathanael Saleh), ao mesmo tempo que tenta confortá-los sobre a morte da mãe. Na versão dublada em português do filme, ela ganhou o título de “Algum Lugar” e é cantada por Bruna Guerin. Apesar de a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidir que todas as músicas indicadas serão apresentadas no Oscar, Emily Blunt já confidenciou que prefere não cantar na cerimônia. Segundo informou a Diseny, a performance no Oscar 2019 terá uma “participação especial”. A premiação acontece no dia 24 de fevereiro em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.
Série Mom é renovada para mais duas temporadas
A rede CBS renovou a série “Mom” para mais duas temporadas, após renegociar os contratos de suas estrelas, as atrizes Anna Faris e Allison Janney, que no ano passado venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. Elas tiveram significativo aumento salarial para continuar gravando a série até sua 8ª temporada. Criação de Chuck Lorre, “Mom” tem uma audiência média de 9 milhões de telespectadores nos Estados Unidos e só perde para “The Big Bang Theory” e “Young Sheldon”, do mesmo produtor, entre as comédias mais assistidas do canal. “Estamos excepcionalmente orgulhosos de ter ‘Mom’ em nossa programação, uma comédia de alta qualidade com personagens que os espectadores adoram”, disse Kelly Kahl, presidente da rede CBS, em comunicado. “Sob a extraordinária liderança de Chuck Lorre e com sua excelente equipe de redação e produção, esperamos ter ‘Mom’ na CBS por muitos anos.” Atualmente na 6ª temporada, a série vai se manter no ar enquanto o maior sucesso de seu produtor, “The Big Bang Theory”, despede-se da televisão, com seus últimos episódios previstos para ir ao ar no fim do ano. Dada como garantida, a renovação da outra série de Lorre, “Young Sheldon”, deve ser oficializada em seguida.
Oscar 2019 não terá apresentador oficial
A presidente da rede ABC, Karey Burke, confirmou as especulações em torno da cerimônia do Oscar 2019, que, após a desistência do comediante Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), não terá um apresentador oficial. Durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Burke disse que o evento do dia 24 de fevereiro contará com diversas celebridades para apresentar os prêmios, e que há planos para “uma abertura bem emocionante”. Convidado a ser o anfitrião da premiação, Kevin Hart desistiu de apresentar o Oscar na mesma semana em que aceitou o convite, após o ressurgimento de antigos tuítes de seu passado homofóbico. Recusando-se a se desculpar, porque supostamente já teria feito isso, ele preferiu abandonar o posto a fazer uma postagem simples nas redes sociais. Karey disse que a decisão de limar o apresentador foi tomada após a “bagunça”, nas palavras dela, envolvendo a saída de Hart. “Depois disso, ficou muito claro que nós iríamos seguir em frente e simplesmente ter vários apresentadores apresentando o Oscar. Nós todos concordamos com essa ideia bem rapidamente”, explicou. Ela também reforçou que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar, prometeu à ABC no ano passado que a transmissão de 2019 teria apenas três horas – 30 minutos a menos do que nos últimos anos. “Então os produtores, eu acho, decidiram sabiamente não ter um anfitrião e se concentrar nos apresentadores de prêmios e nos filmes como estrelas”, resumiu Karey, antes de concluir: “Esta é a melhor maneira de manter o evento com 3 horas vigorosas”. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente, nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Mas a última vez foi um desastre, pois para compensar a ausência de um piadista no começo da transmissão, os produtores realizaram um musical de mau gosto, com Rob Lowe e a Branca de Neve protagonizando o pior momento da história do Oscar.












