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30 de outubro de 2026
  • Série

    Netflix cancela O Justiceiro e Jessica Jones, suas últimas séries da Marvel

    18 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix cancelou as séries “O Justiceiro” e “Jessica Jones”. Segundo o site Deadline, que apurou a informação, o serviço de streaming pretende encerrar a parceria com a Marvel após exibir a 3ª temporada de “Jessica Jones”, ainda sem previsão de estreia. Já “O Justiceiro” teve sua 2ª e agora última temporada lançada no mês passado. O cancelamento dos dois títulos marca o fim da parceria da Netflix com a Marvel, que originou cinco séries originais e uma minissérie, todas já descartadas pela plataforma. O primeiro fruto do contrato que levou o universo Marvel ao streaming foi “Demolidor”, que estreou em 2015, com Charlie Cox no papel-título. A série foi seguida por “Jessica Jones” (com Krysten Ritter), “Luke Cage” (com Mike Colter) e “Punho de Ferro” (com Finn Jones), e o quarteto original ainda se juntou na minissérie “Os Defensores”, lançada em 2017. Além destas atrações, a parceria também rendeu “O Justiceiro” (com Jon Bernthal), originada como um spin-off de “Demolidor”. Apesar de nada ser oficialmente assumido, a decisão de interromper a produção das séries da Marvel coincide com os planos da Disney de lançar seu próprio serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Os cancelamentos sugerem retaliação. Além disso, a Netflix imobilizou contratualmente a Disney, ao incluir uma cláusula no negócio que impede o relançamento imediato das séries por outra plataforma ou canal, incluindo uma período de latência após seus cancelamentos. Este prazo seria de dois anos. Embora seja difícil imaginar esses “heróis de rua”, mais violentos, no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, um dos chefes da plataforma Hulu já demonstrou interesse em resgatar os personagens. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”.

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  • Série

    Miguel Falabella e Tom Cavalcante podem viver casal gay em nova série

    18 de fevereiro de 2019 /

    Miguel Falabella está desenvolvendo uma sitcom para relançar na TV sua parceria com Tom Cavalcante, recentemente retomada nos cinemas com a produção de “Sai de Baixo – O Filme”. Segundo revelou ao UOL, os dois interpretariam um casal gay, com três filhos héteros adotados. O ator, roteirista e diretor pretende apresentar o projeto para a Globo em duas semanas. “Estou terminando de fazer a apresentação para vender para a emissora. Não há prazo! Somos nós dois em uma sitcom bem engraçada”, contou. Ainda sem título, o projeto é uma comédia tradicional, gravada ao vivo num teatro diante de uma plateia real, seguindo os moldes de “Sai de Baixo” (1996-2002). Por sinal, a produção de “Sai de Baixo – O Filme” estreia na quinta (21/2) nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Descendentes 3 ganha primeiro teaser oficial do Disney Channel

    18 de fevereiro de 2019 /

    O Disney Channel divulgou fotos dos personagens e o teaser oficial do terceiro filme da saga “Descendentes”. A prévia é repleta de ação, com muitas lutas de espadas, magia negra e até corridas de motocicletas. Como novidade, desta vez a trama se passa na ilha dos vilões, em vez do reino encantado dos príncipes e princesas Disney. Na trama, os filhos adolescentes dos vilões mais célebres da Disney – Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) – retornam à Ilha dos Perdidos, uma ilha proibida habitada pelos vilões e cercada por uma barreira mágica que inibe a magia e escape, com a intenção de recrutar um novo grupo de descendentes para se juntar a eles em Auradon. Quando uma brecha na barreira coloca em perigo a segurança de Auradon, Mal decide fechá-la permanentemente, temendo que seus arqui-inimigos, Uma (filha de Úrsula) e Hades, busquem vingança no reino. Apesar da sua decisão, uma inexplicável força maligna ameaça os habitantes de Auradon e dependerá de Mal e dos filhos dos vilões salvá-los, mas isso significará lutar na batalha mais épica de suas vidas. “Descendentes 3” vai voltar a trazer Dove Cameron como Mal e ainda revelar o pai misterioso da personagem. Novamente dirigido por Kenny Ortega, a estreia vai acontecer no segundo semestre de 2019.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Sindicato dos Roteiristas premia filme indie esnobado pelo Oscar 2019

    18 de fevereiro de 2019 /

    Realizada na noite de domingo (17/2), simultaneamente em Los Angeles e Nova York, a premiação do Sindicato do Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês) resolver fugir do… roteiro e premiar um filme que não está na disputa do Oscar 2019. Trata-se de “Oitava Série”, drama indie de Bo Burnham, que venceu a categoria de Melhor Roteiro Original. “Oitava Série” concorria com “Roma”, “Vice”, “Um Lugar Silencioso” e “Green Book: O Guia”, e deixou surpreso até seu vencedor, que não tinha discurso preparado. “Para os outros indicados na categoria, divirtam-se no Oscar, perdedores!”, brincou Burnham. “Não, eu não preparei nada… Este prêmio vai para Elsie Fisher, ninguém ligaria para o roteiro se não fosse ela”, disse, referindo-se à jovem protagonista do filme. A trama de “Oitava Série” é bastante simples, girando em torno de uma introvertida adolescente, que tenta sobreviver à semana final de seu último ano escolar antes de entrar no ensino médio. O filme premiado pelo WGA foi um dos muitos lançamentos indies de 2018 esnobados pelo Oscar 2018, que este ano privilegiou títulos mais populares. Ele disputa quatro prêmios no Spirit Awards, a premiação de cinema independente que acontece no sábado (23/2), um dia antes do Oscar, e que este ano reúne os verdadeiros melhores filmes dos Estados Unidos, enquanto a Academia organiza um concurso de popularidade. O WGA também surpreendeu ao dar o troféu de Melhor Roteiro Adaptado para Nicole Holofcener e Jeff Whitty por “Poderia Me Perdoar?”, em uma categoria que tinha “Infiltrado na Klan”, “Nasce uma Estrela” e “Pantera Negra” na disputa. Já as categorias televisivas renderam consagrações esperadas para roteiristas de “A Maravilhosa Sra. Maisel” (Melhor Roteiro de Comédia) e “The Americans” (Melhor Roteiro de Drama). Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Roteiro Original “Oitava Série” Melhor Roteiro Adaptado “Poderia me Perdoar?” Melhor Roteiro de Documentário “Bathtubs Over Broadway” TELEVISÃO Melhor Roteiro de Série de Comédia “A Maravilhosa Sra. Maisel” Melhor Roteiro de Série de Drama “The Americans” Melhor Série Nova “Barry” Melhor Episódio de Drama “Homeland: Paean To The People” Melhor Episódio de Comédia “Barry: Chapter One – Make Your Mark” Melhor Minissérie Adaptada “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Minissérie Original “Castle Rock” Melhor Episódio Animado “Os Simpsons: Bart’s Not Dead” Melhor Episódio Infantil “Desventuras em Série: The Ersatz Elevator: – Part One”

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  • Série

    Ator de Crepúsculo entra no spin-off da série F.B.I.

    17 de fevereiro de 2019 /

    O ator Kellan Lutz, que foi um vampiro em “Crepúsculo” (2012) e o personagem-título de “Hércules” (2014) no cinema, entrou no piloto de “F.B.I.: Most Wanted”, projeto de série derivada da ainda novata “F.B.I.”. A nova produção é a mais recente criação de Dick Wolf. Conhecido como fábrica de franquias policiais, ele também criou “Law & Order” e “Chicago Fire”, que deram origem a diversos spin-offs e “universos televisivos” compartilhados. O novo spin-off em potencial – cujo piloto será exibido como um episódio regular do final da 1ª temporada de “F.B.I.” – vai acompanhar a divisão do FBI responsável por rastrear e capturar os criminosos mais procurados dos Estados Unidos. Dick Wolf está encarregado de co-escrever o piloto com o colaborador de longa data Rene Balcer (de “Law & Order”). Lutz vai interpretar o agente do FBI Crosby, um veterano da inteligência e comunicações, com passado militar. Ele se junta ao elenco, que já confirmou Keisha Castle-Hughes (Obara Sand em “Game of Thrones”), Julian McMahon (Jonah em “Fugitivos”) e Alana De La Garza (a Connie de “Law & Order”). A série “F.B.I.” foi o maior sucesso entre as estreias da rede CBS na atual temporada americana. Estrelada por Missy Peregrym (“Van Helsing”), tem audiência consolidada em 9 milhões de telespectadores. Caso o spin-off vire série, Dick Wolf plantará uma nova bandeira de seu império na programação da CBS. A maioria das suas séries são exibidas na NBC, que transmite “Chicago Fire”, “Chicago P.D.”, “Chicago Med”, “Law & Order: SVU” e já programou a vindoura “Law & Order: Hate Crimes”. Além disso, ele atualmente desenvolve o piloto do remake da série clássica “New York Undercover” para a rede ABC.

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  • Filme

    Dwayne Johnson celebra final das filmagens de Hobbs & Shaw com foto e vídeo de bastidores

    17 de fevereiro de 2019 /

    O ator Dwayne Johnson comemorou o fim das filmagens de “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” com dois novos posts em seu Instagram. Um deles é um vídeo de seu discurso no set, ao final da produção. O outro é uma foto que acompanha um texto mais formal. “A produção de Hobbs & Shaw está oficialmente finalizada. Facilmente o filme mais desafiador que eu já produzi e estrelei, mas baseado nas primeiras reações animadas dos fãs ao trailer, do tipo de ‘quebrar a internet’, o resultado deve ser também o mais compensador”, escreveu o ator ao lado da imagem. Confira abaixo. Como o título revela, a história envolverá Deckard Shaw (Jason Statham), introduzido na franquia “Velozes e Furiosos” inicialmente como vilão, e também o personagem Luke Hobbs (Dwayne Johnson), um agente da lei que já tentou prender a gangue de Dominic Toretto (Vin Diesel). Os ex-antagonistas viraram protagonistas para enfrentar uma nova ameaça poderosa, incorporada por Idris Elba (“A Torre Negra”). Dirigido por David Leitch (“Deadpool 2”) e escrito por Chris Morgan, roteirista veterano de “Velozes & Furiosos”, o longa completa seu elenco com participações de Vanessa Kirby (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), John Tui (“Battleship”), o jogador de futebol americano Josh Mauga e o lutador Roman Reigns, primo de Dwayne “The Rock” Johnson. A estreia está marcada para agosto – nove meses antes do aguardado “Velozes & Furiosos 9”. Visualizar esta foto no Instagram. Last men standing. HOBBS & SHAW is officially wrapped. Easily the most challenging film I’ve ever produced and starred in, however based on the fans’ insanely hyped “break the internet” reactions to our first trailer — this film is also shaping up to be my most rewarding. A HUGE bald and brotherly MAHALO to the man who trusted me and our chemistry and “pushed all his chips in” to make something bad ass and fun for the fans. My uso @jasonstatham. He’s one legit talented and tough bastard and the pure joy I got from making him laugh so fucking hard during the our takes he couldn’t even talk, I will always remember with evil ? glee. Finally, one of the best heli pilots in the world @fred_north demonstrating here our extreme commitment we all had to deliver the goods to our worldwide audience. #ThatsAWrap #LastMenStanding #AllChipsIn #HOBBSANDSHAW AUGUST 2nd @sevenbucksprod Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 15 de Fev, 2019 às 9:29 PST Visualizar esta foto no Instagram. HOBBS & SHAW – ✌?out. My gratitude runs deep in sayin’ this goodbye. To EVERYONE who committed their talents and time to making our movie as great as it can be and for putting their trust in me to help drive this passion project forward – THANK YOU. This production will always be more than a movie to me. It’s represents a soul, a DNA, a toughness, a perseverance and a CULTURE. I love you all and a big fa’afetai tele lava again for trusting me on this one. Audience always comes first… and they’re gonna have a fucking blast! ??? #ThatsAWrap #HobbsAndShaw #Culture AUGUST 2ND WORLDWIDE @sevenbucksprod Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 16 de Fev, 2019 às 5:05 PST

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  • Filme

    Estreia ilusória em 1º lugar não disfarça fracasso de Alita: Anjo de Combate nos EUA

    17 de fevereiro de 2019 /

    A despedida da 20th Century Fox como estúdio de cinema independente pode trazer um prejuízo financeiro inesperado para a Disney. Possível filme final da Fox antes de ser absorvida pelo conglomerado do CEO Bob Iger, “Alita: Anjo de Combate” rendeu apenas US$ 27,8M no fim de semana de sua estreia na América do Norte. Trata-se de um grande fiasco de bilheteria, que paradoxalmente valeu o 1º lugar no ranking de arrecadação. Esta liderança ilusória posiciona o filme acima de fracassos maiores, já que o faturamento geral do fim de semana foi muito ruim, motivado por um feriadão nos Estados Unidos. Por conta disso, o filme teve desempenho melhor no exterior, onde começou a ser distribuído na semana passada. Somando-se a renda norte-americana do lançamento antecipado na quinta-feira, o total mundial já está em US$ 130,8M. E, mesmo assim, são números que preocupam o departamento financeiro da Disney. Com um custo de produção estimado em US$ 200 milhões, o longa precisa atingir ao menos US$ 600 milhões para zerar os débitos de sua realização, passando, a partir deste valor, a tentar cobrir também as despesas feitas em seu marketing. Isto dificilmente acontecerá, diante da largada tão distante do esperado. As esperanças da Fox para minimizar as despesas residem na contabilização dos rendimentos do feriadão de segunda (Dia do Presidente) nos Estados Unidos e na viagem do produtor James Cameron para a China, num esforço para promover o lançamento no segundo maior mercado do mundo, marcado para a próxima sexta (22/2). Infelizmente para o estúdio, a China taxa fortemente filmes estrangeiros e apenas 25% do valor das bilheterias do país entram na contabilidade de Hollywood. Para piorar, “Alita: Anjo de Combate” não contou com o aval da crítica, atingindo 59% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Este número só ficou acima da linha da mediocridade porque sites geeks aprovaram efusivamente o longa, entusiasmados com seus efeitos digitais. Os elogios geeks contrabalançaram a reprovação maciça da imprensa tradicional, decepcionada com o roteiro e especialmente o final – com gancho para uma continuação que (provavelmente) jamais será produzida. Entre os chamados “críticos top” (a grande imprensa), o filme tem apenas 35% de aprovação. Além de confirmar a má receptividade às adaptações de mangás (quadrinhos japoneses) feitas em Hollywood, o fracasso também joga luz sobre o projeto megalômano e multibilionário das sequências de “Avatar”, próximo lançamento de Cameron nos cinemas. A lux é amarela, de muita atenção. Abaixo da preocupação da Fox, o líder capenga da semana passada, “Uma Aventura Lego 2”, ficou com o 2º lugar. Como parâmetro, a animação da Warner abriu com um bilheteria maior (US$ 34,6 milhões) que a de “Alita” e desceu para US$ 21,2 milhões em seu segundo fim de semana. O desempenho internacional também tem sido fraco, levando o longa a atingir US$ 97,3 milhões mundiais em dez dias em cartaz. Nesta altura, o primeiro “Uma Aventura Lego” tinha US$ 130 milhões só nos Estados Unidos. Outras duas estreias do fim de semana entraram no Top 5: a comédia “Superromântico”, que fez US$ 14,2 milhões em 3º lugar, e o terror “A Morte Te Dá Parabéns 2”, com US$ 9,8 milhões em 5º lugar. O primeiro teve 69% de aprovação e vai sair direto em streaming no Brasil, com lançamento pela Netflix em 28 de fevereiro, enquanto a continuação do terror de 2017 atingiu 65% e estreia na quinta (21/2) nos cinemas brasileiros. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 27,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,5M Total Mundo: US$ 130,8M 2. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 21,2M Total EUA e Canadá: US$ 62,6M Total Mundo: US$ 97,3M 3. Superromântico Fim de semana: US$ 14,2M Total EUA e Canadá: US$ 20,4M Total Mundo: US$ 20,4M 4. Do Que os Homens Gostam Fim de semana: US$ 10,9M Total EUA e Canadá: US$ 36,1M Total Mundo: US$ 38,6M 5. A Morte Te Dá Parabéns 2 Fim de semana: US$ 9,8M Total EUA e Canadá: US$ 13,5M Total Mundo: US$ 25,3M 6. Vingança a Sangue Frio Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 21,1M Total Mundo: US$ 21,1M 7. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 94,1M Total Mundo: US$ 103,9M 8. Vidro Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 104,4M Total Mundo: US$ 234,7M 9. Maligno Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 11M Total Mundo: US$ US$ 11M 10. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 65,7M Total Mundo: US$ 126,3M

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  • Etc

    Reviravolta: Vítima de crime de ódio, ator de Empire vira suspeito de encenação

    17 de fevereiro de 2019 /

    A polícia de Chicago estaria investigando o ator Jussie Smollett por suspeita de encenação do ataque racista e homofóbico que ele sofreu em janeiro. A informação teria vazado de fontes próximas às autoridades policiais da cidade para diversos veículos de imprensa. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens ao sair de um restaurante, em 29 de janeiro, que gritaram palavras racistas e homofóbicas, inclusive um slogan da eleição do presidente Trump, enrolaram uma corda em seu pescoço para simular um enforcamento, jogaram água sanitária para “clarear” sua pele e chutaram suas costelas quando ele caiu no chão. O ator da série “Empire” foi hospitalizado após a agressão e o caso ganhou grande repercussão. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas, que serão analisadas por peritos. Após interrogatório, eles foram liberados pelas autoridades, que divulgaram um comunicado pelas redes sociais. “Graças à novas evidências, resultantes dos interrogatórios de hoje, os indivíduos questionados pela polícia no caso ‘Empire’ foram soltos sem acusações e os detetives tem trabalho investigativo adicional para completar”, diz o texto, publicado no Twitter. A partir desse momento, o próprio Jussie Smollett teria se tornado suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. Ainda de acordo com o canal americano, os irmãos disseram a policiais que compraram a corda usada no pescoço de Smollett. Eles entregaram o recibo da compra como evidência. A polícia de Chicago afirmou que já entrou em contato com a equipe jurídica do ator para que ele possa dar depoimento. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, os advogados do ator, Todd S. Pugh e Victor P. Henderson, disseram que Smollett está “irritado e abalado” após se tornar suspeito de ter orquestrado seu próprio ataque. Na noite de sábado (16/2), os advogados emitiram uma declaração, em nome de Smollett, minimizando a amizade do ator com os irmãos e insistindo que seu cliente é uma vítima de crime de ódio. “Jussie Smollett está furioso e abalado com relatos recentes de que os perpetradores são pessoas com quem ele está familiarizado.” Eles também afirmaram que um dos homens era personal trainer de Smollett. A teoria que justificaria a simulação foi inicialmente rechaçada pela Fox. O ator teria encenado o ataque para evitar ser dispensado de “Empire”, após saber que seu personagem sairia da série. Os roteiristas de “Empire” negaram que havia planos para isso e a Fox emitiu um protesto. “A ideia de que Jussie Smollett foi, ou seria, excluído de ‘Empire’ é completamente ridícula”, manifestou-se a produção da série. “Ele continua sendo um participante fundamental nesta série de muito sucesso e continuamos a apoiá-lo.”

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  • Filme

    Guerra Fria filma a paixão com fotografia espetacular

    17 de fevereiro de 2019 /

    Em 2013, o realizador polonês Pawel Aleksander Pawlikowski ganhou destaque mundial ao arrebatar o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por sua 10ª produção, o lírico “Ida”, um filme em que uma jovem noviça prestes a confirmar os votos é “apresentada” à família que nunca teve, à John Coltrane e a si mesma. Além dessa estatueta, “Ida” foi indicado também por sua exuberante fotografia, perdendo para o ególatra “Birdman”. Corta para 2019: “Guerra Fria”, seu novo filme, utiliza novamente a coloração P&B e a Proporção de Tela 1.33:1 buscando emular os filmes poloneses da época para contar a história de Zula (Joanna Kulig) e Wiktor (Tomasz Kot), um casal que se conhece numa escola de música na Polônia do pós-Guerra e atravessa todo o período da Guerra Fria entre encontros e desencontros, vivendo uma paixão tão intensa que, por fim, irá arrebatá-los (e aos espectadores também). De canções folclóricas tradicionais, o grupo passará a difundir propaganda comunista, momento em que o pianista e maestro Wiktor aproveitará para pular fora do barco e partir para ser pianista de jazz em botecos enfumaçados em Paris. Zula deveria acompanhá-lo na fuga, mas o medo a reterá… por um tempo. Entre idas e vindas, “Guerra Fria” irá mostrar como decisões do Estado podem interferir na vida das pessoas (no amor inclusive), tendo uma bela trilha sonora ao fundo e uma fotografia espetacular, conjunto que rendeu novas indicações ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira e Melhor Fotografia, além de uma surpreendente e merecida indicação a Melhor Diretor. Ao contrário de 2014, porém, “Guerra Fria” deve perder a primeira estatueta (de Melhor Filme em Língua Estrangeira para “Roma”), mas pode garantir a segunda, após o Sindicato dos Diretores de Fotografia premiar o trabalho de Lukasz Zal. Dedos cruzados porque o filme e o cinema (polonês e mundial) merecem. Nota: 9

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  • Filme

    Glenn Close transforma A Esposa em filme de Oscar

    17 de fevereiro de 2019 /

    Glenn Close nunca ganhou um Oscar. Sua primeira indicação (como Melhor Atriz Coadjuvante) foi em 1982 (!) por “O Mundo Segundo Garp”, mas quem levou foi Jessica Lange por “Tootsie” (merecido, né). De lá para cá foram mais seis nominações: em 1984 e 1985 por “Os Amigos de Alex” e “The Natural”, em 1987 por “Atração Fatal” (ela perdeu para Cher em “Moonstruck” – sério), em 1989 por sua atuação no maravilhoso “Ligações Perigosas” (Jodie Foster levou por “Acusados”) e 2011 por “Albert Nobbs”. Com “A Esposa”, ela soma sua 7ª indicação, e será meio difícil tirar a estatueta dourada dela – ainda que se prefira Olivia Colman em “A Favorita” – , pois a atriz carrega totalmente sozinha a boa história inspirada no livro de “The Wife” (2003), de Meg Wolitzer, lutando contra um elenco deslocado e mal dirigido: Max Irons (filho de Jeremy Irons) entrega uma atuação patética como filho do casal e, nos flashbacks, Harry Lloyd interpreta um Joe Castleman (o marido jovem do personagem de Glenn Close) digno de novela das 19h da Rede Globo. Pisando sobre todos eles, inclusive um irreconhecível Christian Slater (como o biógrafo mala), Glenn Close brilha numa trama que começa quando o marido Joe (Jonathan Pryce) recebe o Prêmio Nobel de Literatura e precisa ir a Estocolmo receber as honrarias. Sua esposa, Joan (Glenn), entra numa espiral de repensar as escolhas de sua vida, e a trama (meio Agatha Christie, ainda que um tiquinho óbvia) irá revelando aos poucos como o casal construiu seu passado (e seu presente). No fim das contas, um bom filme médio do sueco Björn Runge (“Happy End”), feito para Glenn Close brilhar. Mas será que isso basta para levar o Oscar?

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    Willem Dafoe impressiona como Van Gogh em No Portal da Eternidade

    17 de fevereiro de 2019 /

    A obra pictórica de Vincent Van Gogh (1853-1890) é impressionante, revolucionou a pintura, tornou-se uma quase unanimidade ao longo do tempo. Foi praticamente ignorada, porém, enquanto ele estava vivo. Recebeu algum reconhecimento crítico, mas nenhum êxito econômico. Consta que, apesar dos esforços do dedicado irmão Theo, nem um único quadro foi vendido até sua morte. Isso já é suficiente para despertar o interesse pelo personagem, mas sua vida solitária, desencontrada, com lances de loucura, como o corte da orelha, dificuldades no convívio, rejeição da comunidade, sombras sobre a sua morte, tornam tudo mais misterioso e sedutor. Não por acaso, o cinema dedicou vários filmes importantes a Van Gogh, começando por um curta de Alain Resnais, de 1948, passando por “Sede de Viver”, de Vincent Minnelli, de 1956, com Kirk Douglas vivendo o pintor. Mais dois filmes praticamente simultâneos, “Vincent & Theo”, de Robert Altman, protagonizado por Tim Roth, em 1990, e o ótimo “Van Gogh”, de Maurice Pialat, com Jacques Dutronc no papel principal, em 1991. Até “Com Amor, Van Gogh”, uma animação adulta de 2017, sobre as obras e o final da vida do pintor, dirigida por Dorota Kobiela e Hugh Weichman. Agora, é o diretor americano – e também pintor – Julian Schnabel quem volta ao personagem, em outro belo filme sobre o período final da vida de Van Gogh, “No Portal da Eternidade”. O mistério dessa vida aqui vai ser explorado não só na beleza de suas obras, mas na natureza, tão essencial à sua pintura, mostrada com exuberância e sofisticação visual. Buscará também uma reflexão sobre a relação da obra com o criador, o significado da arte, a determinação quase impositiva do talento criativo. Algo que tem de se expressar de forma borbulhante, explosiva, que não tem como ser contido. Que seria isso, afinal? Dom, destino, missão, loucura? Willem Dafoe faz o personagem com grande força interpretativa e alcançando uma similaridade com a figura conhecida do pintor, que impressiona. Tanto que concorre, pela primeira vez, ao Oscar de Melhor Ator – após três indicações como Coadjuvante, a mais recente por “Projeto Flórida”, no ano passado. O elenco é todo cheio de talentos conhecidos – Oscar Isaac, Mads Mikkelsen, Mathieu Amalric, Emmanuelle Seigner, etc. São intérpretes experientes, que dão suporte consistente à narrativa de Schnabel, que já dirigiu “O Escafandro e a Borboleta”, um êxito de 2007, e outro filme sobre um pintor, “Basquiat – Traços de uma Vida”, de 1996.

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    Climax vai do sensual ao desagradável em busca de algo diferente

    16 de fevereiro de 2019 /

    Às vezes basta uma cena para que um filme se torne memorável. Mesmo quando esse filme seja cheio de problemas e provoque mais insatisfações do que alegrias. Em “Climax”, de Gaspar Noé, trata-se de uma sucessão de performances solo dos dançarinos e dançarinas, mostrada através de uma câmera que visualiza a ação de cima. Aquilo é tão belo e sensual e a música é tão intensa e envolvente que, por alguns minutos, até parece que estamos vendo um dos melhores filmes do ano. A cena acontece depois que o público começa a conhecer um grupo relativamente grande de dançarinos numa festa de comemoração, apresentados de maneira interessante – e ao mesmo tempo dispersiva – na abertura do filme. É dispersiva principalmente para quem gosta de livros, filmes e estantes. Do lado de uma televisão, há duas prateleiras que completam a tela scope da janela com livros e capas de VHS (o filme se passa nos anos 1990) relacionados a cinema ou a temas ao gosto do diretor: Buñuel, Argento, Fassbinder, Pasolini, Nietzsche, entre outros. E por falar em Buñuel, o fato de as pessoas não poderem sair daquele espaço em que estão lembra um pouco “O Anjo Exterminador” (1962), clássico do mais talentoso dos cineastas espanhóis. Mas esse elemento acaba sendo esquecido ao longo das conversas entre os personagens, muitas delas sobre sexo. Destaque para o papo entre dois homens sobre quais mulheres do grupo eles já transaram e quais desejam transar e como vão fazer. Uma pena que Noé tenha uma obsessão quase infantil de querer chocar a plateia e acaba transformando o que poderia ser impactante do ponto de vista formal, sensual e poético em algo que busca se tornar desagradável, como já é tradicional em sua filmografia – como a cena prolongada de estupro de “Irreversível” (2002). Assim, o terceiro ato do filme tenta emular o estado de perturbação dos personagens, depois de terem sido drogados por uma substância alucinógena, abrindo espaço para cenas de câmeras rodopiantes e algumas cenas de violência gráfica e brutal (não é nada agradável ver uma mulher grávida receber chutes na barriga). Ainda assim, a lembrança que merece ser evocada desta experiência, filmada com um fiapo de roteiro de cinco páginas, participação da atriz Sofia Boutella (“A Múmia”), da porn star Giselle Palmer (“She Likes It Rough”) e muita vontade de fazer algo diferente, é das referidas danças sensuais ao som de um áudio poderoso – a música pulsante é cortesia de Thomas Bangalter, do Daft Punk. De fato, esse filme poderia ser muito mais gostoso se não precisasse contar uma história.

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    Zombies 2: Disney Channel vai produzir continuação de seu musical zumbi

    16 de fevereiro de 2019 /

    O “high school musical zumbi” da Disney vai ganhar continuação. Sucesso do Disney Channel, “Zombies” foi o programa mais assistido entre crianças de 6 a 14 anos em 2018 nos Estados Unidos. E logicamente os produtores foram encarregados de realizar um segundo filme. Na produção, os zumbis não assustam. Eles tem cabelo verde e pele branca, como um certo vilão da DC Comics e como nenhum outro zumbi já visto na TV ou no cinema – e olha que os zumbis de “iZombie” são loiros! Também não são adeptos ao canibalismo, já que o programa é para crianças. Aliás, a moral de sua história é sobre superação de preconceitos, tendo como mote o dilema do time de futebol da escola, que se divide em aceitar um zumbi na equipe. O roteiro foi escrito por David Light e Joseph Raso originalmente para uma série de TV do mesmo canal, intitulada “Zombies and Cheerleaders”. O piloto chegou a ser produzido e recusado em 2011. Assim, a Disney foi buscar a trama literalmente no lixo, contratando o roteirista Josh Cagan (“High School Band” e “Duff”) para reciclá-la como telefilme. As crianças adoraram e o casal formado por Milo Manheim (série “Ghost Whisperer”) e Meg Donnelly (série “American Housewife”), respectivamente o zumbie atleta e a cheerleader loira, vão voltar a seus papéis em “Zombie 2”. E desta vez terão que lidar com outro grupo de criaturas sobrenaturais: os personagens de “Teen Wolf”, ops, lobisomens adolescentes. A direção estará novamente a cargo de Jeffrey Hornaday, que assim emplaca sua segunda continuação na Disney, após “Teen Beach Movie” (2013) e a sequência de 2015. “Zombies 2” ainda não tem previsão de estreia.

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