Márcia Real (1929 – 2019)
A atriz Márcia Real faleceu na madrugada desta sexta-feira (15/3), em um hospital em Ibiúna, interior do estado de São Paulo, aos 90 anos de idade. De acordo com sua filha Márcia Regina, a atriz, que se destacou em novelas entre os anos 1960 e 1980, sofria há mais de uma década de Alzheimer. Eunice Alves (seu nome verdadeiro) nasceu em São Paulo, em 6 de janeiro de 1929. E estreou no teatro ainda adolescente, após um encontro casual com Bibi Ferreira na rua. Da conversa veio o convite para a peça “Minhas Queridas Esposas”, que a lançou na profissão de atriz no final dos anos 1940. Ela estreou no cinema logo em seguida, aos 20 anos, no musical “Carnaval no Fogo” (1949), uma chanchada da produtora Atlântida dirigida por Watson Macedo. Fez também os dramas “Liana, a Pecadora” (1951), de Antonio Tibiriçá, e “O Sobrado” (1956), de Walter George Durst e Cassiano Gabus Mendes, antes de se destacar na TV. Os papéis televisivos surgiram a partir de teleteatros da rede Tupi, como o “TV de Vanguarda”, “TV de Comédia” e “Grande Teatro Tupi”, que a tornaram um dos nomes mais prestigiados da emissora, entre o final dos 1950 e início de 1960, levando-a a apresentar o programa de variedades “Clube dos Artistas”. Com a popularização das telenovelas, ela migrou para o novo gênero, estrelando “Corações em Conflito”, na TV Excelsior, em 1964. Acabou participando das principais produções do canal, como “Vidas Cruzadas”, “A Grande Viagem”, “Redenção”, “Sangue do Meu Sangue” e outras. Após a extinção da Excelsior, migrou para a Record em 1970, onde estrelou “As Pupilas do Senhor Reitor”, “Os Deuses Estão Mortos”, “O Leopardo”, etc. E ainda esteve na fase final da Tupi, em “Aritana” e “Gaivotas”, entre 1978 e 1979. A crise que se abateu sobre a televisão nos anos 1970, com o fechamento de canais, reconduziu a atriz de volta ao cinema durante o auge da pornochanchada. Após participar do clássico “O Rei da Noite” (1975), de Hector Babenco, emendou três longas apelativos de Jean Garret, “A Ilha do Desejo” (1975), “Amadas e Violentadas” (1975) e “Possuídas pelo Pecado” (1976). Ela também fez diversas peças. Márcia Real só retornou à TV no final dos anos 1980, desta vez na Globo. Os papéis que marcaram essa fase eram sempre de mulheres ricas, finas e espirituosas, como Walkíria em “Bebê a Bordo”, Áurea em “Mico Preto”, Sálvia em “De Corpo e Alma” e Isadora em “Quatro por Quatro”, exibidas entre 1988 e 1995. Pelo timing para o humor televisivo, tornou-se uma das atrizes que mais marcaram as novelas de Carlos Lombardi. Mas ela ficou menos de uma década na Globo. Depois de “Quatro por Quatro” foi fazer minisséries e a novela “Canoa do Bagre” (1997) na Record, entrou na série de comédia “Ô… Coitado!” (1999-2000) e fez participação especial em “O Direito de Nascer” (2001) no SBT, encerrando sua filmografia no ano seguinte com a série “SPA TV Fantasia” (2002) na rede Brasil e o filme “Avassaladoras” (2002), de Mara Mourão.
Após escândalo de fraude universitária, Lori Loughlin não participará da última temporada de Fuller House
Após ser dispensada das produções do canal Hallmark que estrelava, fontes de várias publicações americanas revelaram que a atriz Lori Loughlin também não deve participar da 5ª e última temporada de “Fuller House”, sitcom da Netflix que retoma os personagens da serie clássica “Três É Demais”. Loughlin foi uma das estrelas de “Três é Demais”, exibida entre 1988 e 1995, e reprisava em “Fuller House” o papel de Tia Becky. O afastamento da atração da Netflix a deixa desempregada, após o cancelamento de sua série de telefilmes “Garage Sale Mysteries” – o 16º longa estava em produção no Canadá – e a suspensão da exibição de “Quando Chama o Coração: A Série” (When The Heart Calls) para os roteiristas encontrarem uma forma de retirar sua personagem da trama. Ela e cerca de 50 pessoas, incluindo outra atriz, Felicity Huffman (de “Desperate Housewives”), foram acusadas de pagar para que seus filhos fossem aprovados em universidades de elite, passando por cima do sistema de seleção por méritos – o Enem americano. Loughlin e o marido chegaram a ser presos. Eles pagaram US$ 1 milhão de fiança cada um para responderem ao processo em liberdade. O valor é bem mais elevado do que os US$ 500 mil que o casal teria pago para aprovar suas duas filhas na USC (Universidade do Sul da Califórnia) na cota da equipe de atletismo da universidade, embora elas não participassem do grupo. As filhas, Olivia Jade e Isabella Rose, não retornarão às aulas na universidade após as férias de primavera. Elas temem a represália de outros alunos e decidiram, segundo o site americano TMZ, não continuar na universidade. Olivia, que tem um canal de quase 2 milhões de inscritos no YouTube, chegou a publicar em agosto do ano passado um vídeo afirmando que não se importava com os estudos. Ao responder a perguntas dos seguidores sobre como pretendia conciliar a faculdade com o trabalho, ela disse que “não sabia quantas aulas conseguiria frequentar” e que contaria com a compreensão dos professores. A jovem também disse que estava mais ansiosa para participar dos jogos e das festas organizadas pelos estudantes, e admitiu que “não ligava muito para a escola, como seus fãs sabiam”. Numa entrevista concedida ao site The Blast, ela afirmou que seus pais a obrigaram a estudar porque eles não tiveram educação superior, mas que sua prioridade era ser uma influenciadora digital. Após o escândalo, a jovem de 19 anos perdeu a parceria com a marca de cosméticos Sephora, com quem lançara uma linha com seu nome.
Maria Isabel de Lizandra (1946 – 2019)
Morreu na noite de quinta-feira (15/3), em São Paulo, a atriz Maria Isabel de Lizandra, que fez muito sucesso em novelas das décadas de 1960 e 1970. Ela tinha 72 anos e tinha dado entrada no Hospital das Clínicas pela manhã, com pneumonia. Maria Isabel Reclusa Antunes Maciel nasceu em São Paulo em 1946, e estreou na TV Tupi aos 18 anos, na novela “Se o Mar Contasse” (1964), de Ivani Ribeiro. Em seguida passou a estrelar novelas da TV Excelsior, sempre em personagens de destaque, como Raquel em “As Minas de Prata”, Eulália Terra em “O Tempo e o Vento”, Ruth em “O Terceiro Pecado”, e Rosália em “A Muralha”, entre 1966 e 1969. Com o fim da TV Excelsior, em 1970, voltou à Tupi, onde se tornou uma das principais estrelas da emissora, emendando 10 novelas em 10 anos, com personagens ainda lembradas pelos fãs mais velhos, como Malu de “Mulheres de Areia” (1973-1974), Catarina Batista de “O Machão” (1974-1975) – nestas duas, formando par romântico com Antônio Fagundes -, Lúcia de “Xeque-Mate” (1976) e Isabel de “Éramos Seis” (1977) – filha de Dona Lola (Nicette Bruno). Durante sua fase mais popular, tornou-se também estrela cinematográfica. Levou quase uma década entre a estreia em “Vereda da Salvação” (1964), de Anselmo Duarte, ao segundo filme, “O Supermanso” (1974), de Ary Fernandes, mas emendou lançamentos consecutivos no auge do gênero que ficou conhecido como pornochanchada – “As Mulheres Sempre Querem Mais” (1974), “A Noite da Fêmeas” (1976) e “Belas e Corrompidas” (1977). Ela não fez mais filmes após se casar com Ênio Gonçalves, seu par romântico na novela “Xeque Mate” (1976), com quem teve duas filhas. Mas continuou a fazer sucesso em novelas, chegando à Globo em 1983, onde atuou nas minisséries “Moinhos de Vento” (1983) e “Tenda dos Milagres” (1986) e nas novelas “Champagne” (1983) e “Vale Tudo” (1988), recentemente reprisada no Canal Viva, em que interpretou Marisa, a amiga de Raquel (Regina Duarte) de Foz do Iguaçu. Ainda participou de novelas na Bandeirantes, na Record e na Manchete, onde integrou o elenco de “Dono Beja”. Até encerrar a carreira na minissérie “Labirinto”, da Globo, em 1998. A atriz também atuou em peças como “Quarto de Empregada” e “Freud, Além da Alma”, e foi professora de Teatro e História do Teatro em universidades de São Paulo, mas já estava aposentada.
Escândalo de fraude escolar de Felicity Huffman imita sua personagem em Desperate Housewives
A atriz Felicity Huffman foi uma das 50 pessoas presas e indiciadas no início desta semana, durante a Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou um esquema de pagamentos de propinas para fraudar o sistema de admissão nas principais universidades americanas. Documentos judiciais dizem que a atriz pagou US$ 15 mil em doação de caridade disfarçada para que sua filha pudesse participar do esquema e entrar na faculdade de sua escolha, independente da nota no SAT (o ENEM americano). O site BuzzFeed reparou que já tinha visto esta história antes e com a mesma protagonista. Coincidentemente, a personagem de Huffman na série “Desperate Housewives” fez algo muito semelhante na 1ª temporada da antiga série da rede ABC, encerrada em 2012 depois de oito temporadas. No quinto episódio – exibido em 2004 – , Lynette Scavo (Huffman) e seu marido Tom (Doug Savant) chegam à conclusão de que devem abrir o bolso se quiserem que seus filhos gêmeos sejam aceitos numa prestigiosa escola particular. Ao discutir o que poderia fazer para seus filhos serem aprovados sobre outros candidatos, Lynette conclui que “uma doação generosa garantirá que nossos filhos superem eles”. Tom pergunta quanto dinheiro eles devem doar, o que leva Lynette a sugerir “US$ 15 mil” – a mesma quantia que Huffman supostamente pagou para ajudar sua filha a entrar na faculdade. Huffman foi solta sob fiança, após pagar US$ 250 mil. Além dela, a atriz Lori Loughlin, conhecida por seu papel em “Três É Demais”, também foi presa devido ao esquema. Em seu caso, a fiança foi de US$ 1 milhão, porque ela pagou bem mais (US$ 500 mil) para as filhas entrarem na faculdade.
Criadores do YouTube serão homenageados com Emmy especial pela Academia de Televisão dos EUA
Os criadores do YouTube, Chad Hurley e Steven Shih Chen, serão homenageados com um Emmy especial por suas carreiras. A Academia da Televisão dos Estados Unidos prestará reconhecimento à dupla na 70ª edição dos Emmys Tecnológicos, que vai acontecer em abril em Las Vegas. Hurley e Chen trabalhavam no PayPal quando se juntaram para fundar o YouTube em 2005. Um ano depois, sua empresa foi comprada pelo Google. Mas a indústria, que agora se rende à invenção, foi totalmente contrária à sua popularização, a ponto de o portal de vídeos sofrer um processo da Viacom, numa tentativa de barrar o então maior rival da MTV. Com 1,3 bilhão de usuários ativos, o YouTube recebe cerca de 300 horas de vídeo a cada minuto, além de exibir quase 5 bilhões de vídeos todos os dias. Nenhum outro veículo de comunicação tem alcance tão amplo. Enquanto os vídeos de gatinhos continuem a ser muito comuns na plataforma, ela há muito deixou de ser apenas um portal de vídeos amadores, sendo usada por milhares de marcas estabelecidas, inclusive rivais diretos como Netflix e MTV, como ferramenta importante de divulgação. O que só tem aumentado sua influência. Mais recentemente, a plataforma vem tentando se estabelecer como produtora de conteúdo próprio, desenvolvendo séries, filmes e documentários para assinantes de seu novo serviço pago, o YouTube Premium. “O sucesso do YouTube e a maneira como ele revolucionou a maneira como o consumidor médio pode ver, criar e engajar milhões de pessoas é extraordinário”, disse Adam Sharp, Presidente e CEO da Academia, no comunicado que anunciou a homenagem. “Hurley e Chen são um testemunho da história do empreendedor de tecnologia americano que imagina algo e, através do trabalho árduo e perseverança, torna esse sonho uma realidade, não apenas criando um novo método de distribuição de mídia para um público amplo, mas permitindo a verdadeira democratização do televisão.” Charles Jablonski, presidente emérito do Comitê de Tecnologia e Engenharia da Academia, acrescentou mais elogios no texto, chamando o YouTube de “uma das obras-primas de escala e simplicidade desta geração”, cujo efeito é totalmente positivo e mudou a forma como o público, empresas e artistas passaram a se relacionar com vídeos.
Atriz de Midnight Texas fica com papel de Angelina Jolie na série baseada em O Colecionador de Ossos
A atriz ficou com o principal papel feminino do piloto de “Lincoln”, projeto de série baseada no suspense “O Colecionador de Ossos”. Ela vai viver a policial Amelia Sachs, que no filme de 1999 foi interpretada por Angelina Jolie. O projeto é baseado na franquia literária do escritor Jeffery Deaver, iniciada por “O Colecionador de Ossos” em 1997 e que teve até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada no ano passado. Todos os livros centram-se no personagem Lincoln Rhyme, que foi vivido por Denzel Washington no cinema e será interpretado por Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”) na TV. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. A adaptação de 1999 dirigida pelo australiano Phillip Noyce (“Salt”) foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). E, por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. Agora, os personagens de Deaver vão ganhar segunda chance na TV com roteiro de VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos nos pilotos de “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. Bianculli também escreve e produz a série “SWAT”. O fato de Hornsby entrar no projeto reflete as baixas expectativas de sua nova série, “Proven Innocent”, que estreou no mês passado na Fox com audiência de cancelamento. O piloto de “Lincoln” ainda precisará agradar aos executivos da NBC para virar série.
Ator de The Walking Dead substitui astro de Punho de Ferro no piloto de nova série policial
O ator Finn Jones, que estrelou a série de super-herói “Punho de Ferro”, cancelada pela Netflix, foi dispensado do piloto de uma nova série em desenvolvimento para a rede americana Fox. Assim como em “Punho de Ferro”, ele viveria o papel-título de “Prodigal Son”. Segundo apurações das publicações americanas, os produtores não teriam gostado da leitura coletiva do roteiro e resolveram mudar o elenco. Em seu lugar, entrou o ator Tom Payne, intérprete de Jesus em “The Walking Dead”, que estava disponível devido à morte de seu personagem na série de zumbis. O “filho pródigo” do título é um psicólogo forense chamado Malcolm Bright, contratado como consultor da polícia de Nova York para ajudar a prender assassinos, devido a sua familiaridade sobre a maneira como eles pensam – Malcolm é filho de um serial killer conhecido como Cirurgião. Além dos casos da semana, a série vai se focar no relacionamento do personagem com seu pai, que está preso após assassinar brutalmente mais de 20 pessoas. O papel do Cirurgião já tinha sido anteriormente anunciado com interpretação de Michael Sheen (“Masters of Sex”). Outros membros da família incluem uma mãe manipuladora, que será vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). O elenco também inclui Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”), Frank Harts (“The Path”) e Keiko Agena (“The First”). O piloto foi desenvolvido por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception” na temporada passada. A direção está a cargo de Lee Toland Krieger, responsável pelos pilotos de “Riverdale”, “Você”, “Deadly Class” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”. E, para completar, a produção é do ubíquo Greg Berlanti, o executivo com mais séries simultâneas no ar na atualidade – e em todos os tempos. Para o portfólio de Berlanti aumentar ainda mais, a Fox precisa aprovar o piloto de “Prodigal Son” e fazer a encomenda da 1ª temporada.
Matt Smith vira Charles Manson em trailer dramático sobre seita assassina dos anos 1960
A IFC Films divulgou quatro pôsteres e o trailer de “Charlie Says”, filme que examina a influência do psicopata Charles Manson sobre sua família de seguidoras e como ele as convenceu a executar um dos crimes mais brutais dos anos 1960. O foco da prévia se concentra na reflexão sobre os assassinatos de 1969, mostrando o antes e o depois da barbárie, que rendeu prisões perpétuas para as integrantes da seita. O destaque das cenas é de Hannah Murray (a Gilly de “Game of Thrones”) como a ingênua levada à extremos. Mas é impossível deixar de reparar em como Matt Smith (o ex-Doctor Who que virou o Príncipe Philip de “The Crown”) magnetiza a tela como Manson. O elenco também inclui Merritt Wever (“Perfeita pra Você”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Annabeth Gish (“A Maldição da Residência Hill”), Chace Crawford (“Gossip Girl”), Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), Grace Van Dien (“The Village”) e Marianne Rendón (“Imposters”). O filme tem roteiro de Guinevere Turner e direção de Mary Harron, a dupla que levou às telas outra história famosa de psicopata, o clássico “Psicopata Americano” (2000). A estreia está marcada para 17 de maio nos Estados Unidos, um mês depois do lançamento de “The Haunting of Sharon Tate” (2019), que conta a mesma história sob o ponto de vista da vítima mais famosa de Manson, e um mês antes do filme mais esperado sobre os 50 anos dos assassinatos, “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino.
Remake de Cemitério Maldito ganha vídeo de bastidores e nova data de estreia no Brasil
A Paramount divulgou um vídeo legendado de bastidores do remake de “Cemitério Maldito”, que ganhou nova data de estreia no Brasil. O lançamento foi atrasado em um mês e agora só vai chegar aos cinemas em 9 de maio. Com isso, o Brasil fará dobradinha com a Itália na condição de últimos países do mundo a exibir o terror. Assim como no livro de Stephen King de 1983 e no filme de Mary Lambert de 1989, o novo “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Mas diversos detalhes são apresentados de forma inesperada na nova produção, que não é uma refilmagem literal, pois inclui muitas mudanças em relação ao clássico dos anos 1980. As alterações vão desde a troca simples de um filho morto-vivo por uma filha morta-viva até a evolução do terror, que toma maiores proporções. O roteiro final é de David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel do filho caçula da família.
Netflix aumenta preços de assinaturas no Brasil
Os assinantes brasileiros da Netflix terão que pagar mais para ter acesso ao acervo de filmes e séries da empresa. O serviço de streaming anunciou nesta quinta-feira (14/3) um aumento nos preços em todas as suas modalidades de serviços para os usuários do país. Os novos preços ficaram assim: Plano básico (uma tela, sem HD): de R$ 19,90 para R$ 21,90 Plano padrão (duas telas, HD): de R$ 27,90 para R$ 32,90 Plano premium (quatro telas, Ultra HD): de R$ 37,90 para R$ 45,90 Segundo a empresa, os novos preços passam a valer já a partir desta quinta-feira no Brasil. Esta é a primeira vez desde 2017 que a Netflix reajusta preços no país. Na ocasião anterior, a empresa encareceu os planos padrão e premium, mas manteve inalterado o plano básico, além de oferecer promoções para usuários mais antigos. Assim como em 2017, o aumento também é maior que a inflação registrada no período. “Mudamos nossos preços de tempos em tempos para continuar investindo no melhor do entretenimento, além de melhorar a experiência da Netflix para nossos membros no Brasil”, disse a empresa em comunicado. O aumento no Brasil acontece logo após a Netflix fazer reajuste de preços nos Estados Unidos. Em janeiro, os planos ficaram entre 13% e 18% mais caros por lá.
Netflix vai tirar imagens de acidente real de trem do filme Bird Box
A plataforma Netflix anunciou nesta quinta (14/3) que vai remover e substituir imagens do filme “Bird Box”. Trata-se do registro de um acidente real de trem com dezenas de mortos em Quebec, no Canadá. “A Netflix e os cineastas de ‘Bird Box’ decidiram substituir as imagens. Pedimos desculpas por qualquer dor causada à comunidade de Lac-Megantic”, disse o serviço de streaming em comunicado suscinto. A ministra da cultura e comunicação de Quebec agradeceu a decisão. “O movimento era esperado pelo respeito às vítimas desta tragédia horrível, suas famílias e toda a comunidade de Lac-Mégantic”, escreveu Nathalie Roy. “Esse resultado mostra que, ao se unir e unir nossos esforços, tudo é possível.” No longa estrelado por Sandra Bullock, as imagens do descarrilamento do trem na cidade de Lac-Mégantic aparecem quando alguns personagens estão assistindo à televisão, vendo notícias sobre a invasão das criaturas que levam os humanos ao suicídio quando fazem contato visual com elas. As cenas eram reais. Ocorrida em 2013, a tragédia matou 47 pessoas. A prefeita de Lac-Mégantic, Julie Moran, tinha prometido na época tomar providências caso a cena não fosse alterada pela Netflix, citando que o uso de imagens do desastre é um desrespeito às vidas perdidas nele. Curiosamente, outra produção da Netflix, a série “Travelers”, também usou cenas da mesma tragédia em um episódio recente. A equipe da série, produzida no Canadá, se desculpou rapidamente e alterou a cena.
Rosario Dawson assume namoro com senador cotado para disputar presidência dos Estados Unidos
Rosario Dawson, estrela das séries da Marvel na Netflix, confirmou relatos de que está namorando o senador Cory Booker, postulante à vaga de candidato à Presidência dos Estados Unidos pelo Partido Democrata. A atriz de 39 anos confirmou o relacionamento com o senador democrata de New Jersey em entrevista ao site de notícias sobre celebridades TMZ, enquanto passava pelo Aeroporto Nacional Reagan, perto de Washington. O vídeo foi publicado pelo site nesta quinta-feira (14/3). Veja abaixo. Questionada se havia alguma verdade nos recentes relatos de que ela estaria envolvida com o político solteiro de 49 anos, Rosario respondeu alegremente, “Sim, muita”. “Ele é um ser humano maravilhoso. É ótimo passar o tempo juntos quando podemos”, disse. Questionada se um noivado pode estar no horizonte, a atriz disse: “Eu não tenho a menor ideia. Eu só estou grata em estar com alguém que eu respeito, amo, e admiro tanto, que é tão brilhante, e gentil, e atencioso e amoroso”. No mês passado, Booker foi questionado, durante entrevista a rádio, sobre o papel que seu status de solteiro poderia desempenhar na corrida presidencial. Em resposta, ele disse que estava “namorando alguém agora que é muito especial”. Questionado se essa pessoa seria uma “boa primeira-dama”, o senador respondeu, “Sim, ela seria”.
Documentário sobre Mussum ganha primeiro trailer
A Elo Company divulgou o trailer de “Mussum, um Filme do Cacildis”, documentário sobre a carreira de Antonio Carlos Bernades Gomes, mais conhecido como o músico e comediante Mussum. Com narração de Lázaro Ramos e trilha sonora do músico Pretinho da Serrinha, o filme pretende mostrar Mussum por diferentes ângulos, como o comediante carismático que roubava as cenas dos Trapalhões, o ex-membro da Força Aérea Brasileira (FAB), o pai dedicado e o integrante do grupo musical Originais do Samba. A direção é de Susanna Lira, especialista em documentários, que tem no currículo “Clara Estrela” (2017), sobre a cantora Clara Nunes, e prêmios por “Positivas” (2009) e ” Torre das Donzelas” (2018), respectivamente no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. O filme entrará em cartaz no dia 4 de abril no “Projeta às 7”, parceria entre a rede Cinemark e a Elo. As sessões acontecerão de segunda à sexta, às 19h, em 20 salas de 19 cidades a preços populares: R$ 6 (meia) e R$ 12 (inteira). Vale lembrar que a história de Mussum também vai virar um filme com atores, estrelado por Ailton Graça com o título de “Mussum, o Filmis” – que ainda não teve data de lançamento divulgada.












