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TV

Mãe de Leandra Leal adia cirurgia para votar em Lula: “Nem que seja a última vez”

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Série

Giovanna Grigio quer namorar os 12 signos do zodíaco em trailer da Netflix

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Série

Prime Video anuncia 2ª temporada de Carrie, a Estranha

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22 de outubro de 2026
TV

Globo cede parcialmente a abaixo-assinado por checagem no debate de Lula e Flávio

Após mais de 1,1 milhão de assinaturas, emissora anuncia verificação das declarações pelo g1, mas não exibirá correções na TV

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22 de outubro de 2026
Etc

Meta bloqueia vídeo de MC Cabelinho sobre Flávio Bolsonaro

Plataforma retirou novo vídeo "Revelando" a três dias da eleição por suposto uso de inteligência artificial, negado pela produção

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22 de outubro de 2026
  • Série

    Stumptown: Série de ação com atriz da Marvel ganha novo trailer

    5 de agosto de 2019 /

    A rede ABC divulgou o segundo trailer de “Stumptown”, série estrelada pela atriz Cobie Smulders, intérprete da agente da SHIELD Maria Hill nos filmes da Marvel. E, por coincidência, também é baseada em quadrinhos – na publicação homônima, escrita por Greg Rucka (“Terror na Antártida”) e desenhada por Matthew Southworth. A trama acompanha Dex Parios (Smulders), uma veterana do exército dos EUA que trabalha como detetive particular em Portland. Inteligente, durona e assertiva, ela enfrenta a má vontade da polícia local e dívidas por seu vício em apostas, enquanto resolve seus casos. O elenco também inclui Michael Ealy (“Secrets and Lies”), Jake Johnson (“New Girl”), Camryn Manheim (“Ghost Whisperer”), Tantoo Cardinal (“Frontier”) e Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”). A adaptação está a cargo de Jason Richman (criador de “Detroit 1-8-7”) e a equipe de produção inclui o cineasta Ruben Fleischer (“Venom”). Embora tenha feito algumas séries para a Netflix, Cobie Smulders não estrelava uma produção 100% televisiva desde o final de “How I Met Your Mother”, em 2014. Ela também pode ser vista atualmente nos cinemas no elenco de “Homem-Aranha: Longe de Casa”.

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  • Filme,  Música

    Histórias Assustadoras para Contar no Escuro terá música inédita de Lana del Rey

    5 de agosto de 2019 /

    A produção de “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro” (Scary Stories to Tell in the Dark) contará com uma música inédita da cantora Lana Del Rey em sua trilha sonora. A cantora gravou uma versão de “Season of the Witch”, grande sucesso de 1966 de Donovan, especialmente para o filme. E a CBS Films correu para incluí-la num novo vídeo do longa, que pode ser conferido abaixo. “Eu admiro a música de Lana há algum tempo e sabia que ela iria irrasar com ‘Season of the Witch’ – que ela usaria sua alquimia para transformá-la”, disse o cineasta Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”), que é produtor do longa, em comunicado. “Ela é uma grande artista e tem sido uma parceira incrível nesta aventura. É uma honra para mim tê-la conhecido”. Os dois devem ter ficado bons amigos, já que Del Rey fará o discurso de apresentação de Del Toro na cerimônia de lançamento de sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood, que vai acontecer nesta terça (6/8). A cantora também está preparando o lançamento de seu sexto álbum de estúdio, intitulado “Norman Fucking Rockwell”. “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro” é uma adaptação dos livros de terror para crianças do escritor Alvin Schwartz. A obra de 1981 ganhou notoriedade graças às artes fantasmagóricas que ilustravam suas páginas, o que a fez ser banida das escolas americanas. Por sinal, as prévias divulgadas da adaptação não têm nada de infantil. A trama acompanha um grupo de jovens que, após encontrar um velho livro de contos de terror numa casa de reputação sinistra, descobre que seus nomes estão nas histórias. E o que acontece em cada conto acaba se repetindo em suas vidas reais. Além de produzir, Del Toro concebeu o roteiro da adaptação em parceria com John August (“Sombras da Noite”). Mas os créditos finais ficaram com os irmãos roteiristas Dan e Kevin Hageman (da série animada “Caçadores de Troll”, também criada por Del Toro). Já a direção é do norueguês André Øvredal (“O Caçador de Trolls”, “A Autópsia”). O elenco reúne Gabriel Rush (“O Grande Hotel Budapeste”), Michael Garza (“Wayward Pines”), Zoe Margaret Colletti (“Annie”), Austin Zajur (“Te Pego na Saída”), Austin Abrams (“Cidades de Papel”), Natalie Ganzhorn (“A Maldição de Halloween”), Gil Bellows (“Eyewitness”), Dean Norris (“Breaking Bad”) e Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”). A estreia está marcada para quinta-feira (8/8) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Criadora de The OA diz que chorou ao saber do cancelamento da série

    5 de agosto de 2019 /

    A atriz Brit Marling usou as redes sociais para comentar o cancelamento da série “The OA”, que ela criou com o cineasta Zal Batmanglij. Ela postou uma carta aberta aos fãs da série logo após a Netflix anunciar o final da produção nesta segunda (5/8). “Caros fãs de ‘The OA’, alguns de vocês já sabem ou saberão agora que a Netflix não vai dar continuidade a ‘The OA’. Zal e eu estamos profundamente tristes em não terminar a história. A primeira vez que eu ouvi a notícia eu tive que chorar. Assim também fez um dos nossos executivos da Netflix que esteve com nós desde os primeiros dias, quando estávamos esboçando o porão de Hap para começar a produção. Tem sido uma jornada incrível para todos que trabalharam e se importaram com a série. O longo texto também explicou porque ela optou por contar uma história de ficção científica e a liberdade que sentiu ao criar um mundo com uma protagonista feminina, em que o poder de mudança foi colocado nas mãos do coletivo. Ela até tentou ver o lado positivo de não concluir a trama de “The OA”, que terminou a 2ª temporada com um grande gancho. “Talvez, de alguma forma, seja OK não concluir esses personagens. Steve Winchell ficará suspenso no tempo em nossas imaginações, infinitamente evoluindo, correndo para sempre, até finalmente alcançar a ambulância e OA”, concluiu. A série, que abordava a existência de um multiverso e os esforços coletivos para alterar realidades, também incluía a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”), a cantora Sharon Van Etten e o ator Scott Wilson (série “The Walking Dead”), que faleceu no ano passado. O cancelamento se soma a vários outros na Netflix, que repensa sua estratégia para enfrentar a “guerra dos streamings” em 2020. Ver essa foto no Instagram the end of #theoa “??????” – last text to Grandma Vu Uma publicação compartilhada por Brit Marling (@britmarling) em 5 de Ago, 2019 às 10:05 PDT

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  • Filme

    Atriz de Capitã Marvel negocia papel em “Eternos”

    5 de agosto de 2019 /

    Dois novos nomes vinculados ao elenco de “Eternos” trazem um detalhe curioso para os fãs do MCU (o Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Uma repetição de casting. De acordo como a revista Variety, Gemma Chan estaria negociando integrar a produção, apesar de já fazer parte do MCU como a vilã Minn-Erva de “Capitã Marvel” (2018). A Marvel não confirmou, mas fontes da publicação afirmam que sua personagem em “Eternos” será completamente diferente. O outro nome divulgado nesta segunda (5/8) foi do ator Barry Keoghan, conhecido pelos filmes “Dunkirk” e “O Sacrifício do Cervo Sagrado” (ambos de 2017). O elenco confirmado de “Eternos” inclui Angelina Jolie (“Malévola”), Richard Madden (o Robb Stark de “Game of Thrones”), Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Ma Dong-seok (“Invasão Zumbi”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”) e a menina Lia McHugh (“American Woman”). O longa aborda uma raça de alienígenas que vive na Terra, moldando sua história e suas civilizações. As filmagens ainda não começaram, mas a estreia foi marcada para 6 de novembro de 2020. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção.

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  • Série

    Amazon vai produzir série de terrir com Simon Pegg e Nick Frost

    5 de agosto de 2019 /

    A Amazon Prime Video adquiriu os direitos de produção da série “Truth Seekers”, que vai marcar a volta de Simon Pegg e Nick Frost ao terrir, 15 anos depois de “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Os dois atores viverão caça-fantasmas e também assinam a série, que terá oito episódios de 30 minutos de duração. Segundo a sinopse, seus personagens “unem-se para descobrir e filmar fenômenos paranormais ao redor do Reino Unido. Eles investigam igrejas, bunkers subterrâneos e hospitais abandonados usando ferramentas caseiras de detecção de fantasmas e compartilham suas aventuras em um canal online. Suas experiências se tornam mais frequentes, aterrorizantes e mortais quando o par começa a desvendar uma conspiração que ameaça a raça humana”. A produção traz Pegg e Frost de volta ao gênero que os tornou conhecidos. Os dois atores viraram celebridades com a repercussão de “Todo Mundo Quase Morto”, uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries Edgar Wright. “Truth Seekers” será coproduzido pela Sony Pictures Television, que negociou com vários canais até se decidir pela Amazon como parceira do projeto.

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  • Filme

    Andy Serkis é confirmado como diretor de Venom 2

    5 de agosto de 2019 /

    O ator e cineasta Andy Serkis confirmou em seu Instagram que dirigirá a sequência de “Venom” (2018). “Está realmente acontecendo. Eu consigo sentir, o simbionte achou um anfitrião em mim, e eu estou pronto para a viagem… Mal posso esperar! Você está pronto, Tom Hardy?”, escreveu o cineasta em seu Instagram. As negociações entre Serkis e Sony vinham acontecendo desde o final de julho, e uma publicação do astro Tom Hardy no fim de semana indicou que o acerto era iminente. Segundo o site Deadline, o trabalho de Serkis em captura de movimentos, como diretor de “Mogli: Entre Dois Mundos” (2018), foi determinante para o estúdio, que teria preterido Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos – A Origem”) e Travis Knight (“Bumblebee”). Vale lembrar que Serkis também faz parte do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), como o vilão Ulysses Klaue de “Pantera Negra” (2018). Mesmo com aprovação de apenas 29% da crítica, na média do site Rotten Tomatoes, “Venom” arrecadou impressionantes US$ 856 milhões nas bilheterias mundiais e sua continuação virou prioridade para o estúdio. A estreia está marcada para outubro de 2020. Ver essa foto no Instagram It’s actually happening. I can feel it, the Symbiote has found a host in me, and I’m ready for the ride…Can’t wait! Are you ready @tomhardy ? #venom #venom2 #marvel Uma publicação compartilhada por Andy Serkis (@andyserkis) em 5 de Ago, 2019 às 2:22 PDT

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  • Série

    2ª temporada de Elite lança teasers inspirados em Pretty Little Liars

    5 de agosto de 2019 /

    Mais uma série resolveu imitar “Pretty Little Liars”. Desta vez é “Elite”. A produção espanhola da Netflix passou a divulgar em suas redes sociais teasers que remetem ao “psiu” (pedido de silêncio feito com o dedo indicador sobre os lábios) característico da abertura da série clássica americana. O psiu espanhol pode ser visto em vídeo abaixo. Assim como “PLL”, “Elite” envolve estudantes do ensino médio, assassinato e mentiras. A série foi criada por Carlos Montero e Darío Madrona, que anteriormente conceberam juntos a série “Vive Cantando” para a TV espanhola, e se passa em Las Encinas, uma escola exclusiva da Espanha frequentada pelos filhos da elite. Na trama, três alunos menos favorecidos vão parar lá após sua escola original sofrer uma catástrofe. O choque entre os privilegiados e aqueles que não têm nada mexe com os ânimos do colégio, culminando em assassinato. O elenco destaca três integrantes de “La Casa de Papel”, Miguel Herrán (Rio), María Pedraza (Alison/Cordeirinho) e Jaime Lorente (Denver), que contracenam na nova produção com Itzan Escamilla (“As Telefonistas”), Miguel Bernardeau (“Ola de Crímenes”), Arón Piper (“15 Anos e um Dia”), Ester Expósito (“Estoy Vivo”), Mina El Hammani (“El Príncipe – Amor e Corrupção”), Álvaro Rico (“Velvet Collection”), o estreante Omar Ayuso e Danna Paola (“Dare to Dream”), atriz e cantora muito popular no México. A 2ª temporada ainda terá o reforço de três novos alunos que irão frequentar o colégio de Las Encinas, vividos por Georgina Amorós (“Velvet”), Jorge López (“Sou Luna”) e Claudia Salas (“La Peste”). A estréia vai acontecer em setembro. A data exata, no entanto, ainda não foi revelada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Élite (@elitenetflix) em 5 de Ago, 2019 às 12:01 PDT

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  • Série

    Ator da série Younger entra no novo derivado de The Walking Dead

    5 de agosto de 2019 /

    O galã Nico Tortorella (da série “Younger”) entrou na nova série derivada de “The Walking Dead”. Ele vai viver um dos protagonistas da trama, que será focada em uma geração mais jovem, que nasceu e cresceu durante o apocalipse zumbi. O personagem de Tortorella será Felix, descrito como um homem de honra, que não hesita em colocar as necessidades dos outros a frente das suas. Tortorella se junta a Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”) e Aliyah Royale (de “The Red Line”), que já haviam sido anunciados anteriormente no elenco. Ainda sem título, a nova série foi criada por dois veteranos da “Walking Dead” original: o roteiristas-produtores Scott Gimple e Matt Negrette. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve ser lançada em 2020, alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”.

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  • Série

    Diretor de Godzilla vs. Kong desenvolve série baseada na sci-fi O Enigma do Horizonte

    5 de agosto de 2019 /

    O serviço de streaming Amazon Prime Video está desenvolvendo uma série inspirada em “O Enigma do Horizonte”, terror espacial dirigido por Paul W.S. Anderson em 1997. A premissa do filme já vinha inspirando várias séries, como “Nightflyer” e “Origin”, além do filme “O Paradoxo Cloverfield” (2018). Estrelado por Laurence Fishburne (“Matrix”) e Sam Neill (“Jurassic Park”), “O Enigma do Horizonte” acompanhava um missão espacial para investigar o reaparecimento misterioso de uma nave, anos depois de um incidente envolvendo um buraco negro. Lá, os astronautas descobrem algo que testa suas convicções: o contato com uma dimensão demoníaca. A série está sendo produzida pelo cineasta Adam Wingard, que tem no currículo o terror original “Você É o Próximo” (2011), a continuação “Bruxa de Blair” (2016) e o remake de “Death Note” (2017), além de dirigir o mashup “Godzilla vs. Kong”, previsto para 2020. O projeto ainda está em fase inicial.

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  • Etc,  Filme

    Estrela de Moana vai virar A Pequena Sereia em versão televisiva da Disney

    5 de agosto de 2019 /

    A Disney resolveu concorrer com a Disney. O estúdio anunciou a produção de uma versão live-action de “A Pequena Sereia” para sua rede de televisão, a ABC. A produção foi oficializada um mês depois de a atriz Halle Bailey (da série “Grown-ish”) ser escolhida para estrelar a adaptação cinematográfica da obra, produzida pela mesma Disney. A versão da ABC será um musical live-action com exibição ao vivo – um teleteatro, ao estilo das adaptações de “Noviça Rebelde”, “Peter Pan”, “Grease” e “Hairspray”, que viraram febre recente. E a intérprete da princesa Ariel será ninguém menos que Auli’i Cravalho, a voz original de Moana no desenho animado de 2016. O resto do elenco inclui Queen Latifah (“Star”) como a vilã Ursula e o sumido rapper Shaggy (“Perda Total”) no papel de Sabastião. O especial vai misturar elementos do desenho clássico de 1989 com a adaptação feita para a Broadway em 2007. A exibição foi marcada para o dia 5 de novembro.

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  • Série

    Netflix cancela a série The OA após a 2ª temporada

    5 de agosto de 2019 /

    A Netflix cancelou “The OA”, série sci-fi criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”), mais de quatro meses após a exibição de sua 2ª temporada, encerrada com um “gancho” gigante que não terá conclusão. O últimos capítulos, por sinal, estrearam 27 meses após os episódios inaugurais. A demora pode ter a ver com o preciosismo da produção, já que todos os episódios são dirigidos pelo cocriador, o cineasta Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Antes de fazer “The OA”, Marling e Batmanglij trabalharam juntos nos filmes “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). A série, que abordava a existência de um multiverso e os esforços coletivos para alterar realidades, também incluía a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”), a cantora Sharon Van Etten e o ator Scott Wilson (série “The Walking Dead”), que faleceu no ano passado. A decisão se soma a vários cancelamentos em marcha na Netflix, que repensa sua estratégia para enfrentar a “guerra dos streamings” em 2020.

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  • Etc

    Editorial: Bolsonaro volta a ameaçar Ancine sem checar informações

    5 de agosto de 2019 /

    O presidente Jair Bolsonaro (PSL) mostrou novamente seu despreparo para discutir a questão do cinema brasileiro durante entrevista simpática da jornalista Leda Nagle, disponibilizada nesta segunda (5/8) em seu canal no YouTube. A conversa durou cerca de 1h30 e foi marcada pela postura autoritária e desinformada que faz parte do “mito” político, construído em cima do lema “não conheço, não gosto e vou acabar com isso”. Na pauta, claro, entrou a extinção da Ancine (Agência Nacional de Cinema). Sem ter refletido nenhum segundo desde que iniciou a polêmica em torno do tema, Bolsonaro voltou a dizer as mesmas coisas, repetindo até seu ataque ao filme “Bruna Surfistinha”. “Mudou o governo, chama-se Jair Bolsonaro. De direita, família, respeito às religiões. E quando você fala em Ancine, de uma forma ou de outra, tem dinheiro público lá. E aí você vai fazer um filme da ‘Bruna Surfistinha’? Eu não estou censurando. Mas esse tipo de filme eu não quero. Quer insistir? A gente extingue a Ancine. A primeira medida, tem o decreto, vem para Brasília a Ancine. Tirar do Rio? Qual o problema? Vai ficar na nossa asa aqui”, disse o presidente. “A Ancine foi criada por medida provisória. Se não quiser entender que mudou o presidente, e o presidente tem autoridade e respeita a família, eu mando uma medida provisória para o Congresso. Se eles vão aprovar a MP, eu não sei. Mas vou fazer a minha parte. Nada contra a cultura, mas mudou”, ameaçou. Durante a conversa, Bolsonaro também lembrou do filme “Lula, o Filho do Brasil” e do documentário que está sendo desenvolvido sobre sua eleição presidencial, misturando as duas coisas. “Não quero filme nem de Bolsonaro, nem ‘Bruna Surfistinha’. Se quiser fazer do Bolsonaro…Até estão estudando. Mostra a verdade, mas não com dinheiro público, como foi o vexame do ‘Lula, O Filho do Brasil’. Pelo amor de Deus! Eu não sei quantos milhões custou aquele filme, mas dinheiro para contar uma mentira sobre quem foi o Lula”. Como o presidente é muito desinformado e desinteressado em se informar, vale a pena expor os fatos para os leitores não seguirem o mau exemplo e “mitar” – sinônimo de mentir ou demonstrar ignorância nas redes sociais. Para começar, a Ancine não é uma produtora estatal de cinema e sim uma agência reguladora com atribuições que incluem o investimento direto e indireto em produções. Ao contrário do que Bolsonaro diz, o fundo da Ancine não é composto por “verba pública”, ou não em sua maioria, que vem do Condecine, uma contribuição exigida das empresas de telecomunicações. É uma taxa cobrada apenas do setor audiovisual – porcentagens de ingressos de salas de exibição, das publicidades audiovisuais, das emissoras de televisão e, maior volume, das operadoras de telefonia – e reaplicada de volta no mesmo setor, a indústria de TV e cinema. Esta verba não faz parte do orçamento da União e tem função de regulação do mercado. É a chamada Lei do Audiovisual, por sua vez, que permite abatimentos no imposto para empresas que investirem na produção de filmes – o famoso incentivo cultural. Mas é limitado a 4% do IR devido para pessoas jurídicas. Ou seja, montantes geralmente inferiores à locação de um avião da FAB para transporte de parentes para casamentos da família. Por fim, “Lula, o Filho do Brasil” não recebeu nenhum dinheiro público. Ao menos, às claras. Foi totalmente bancado pelas empreiteiras comprometidas com o esquema de corrupção denunciado pela operação Lava Jato, que dispensaram incentivos e fomentos para realizar o agrado ao presidente – o mesmo que se encontra condenado, justamente, por receber agrados dessas empreiteiras. Para deixar claro o que Bolsonaro turva: “Lula, o Filho do Brasil” não foi feito com apoio da Ancine. O dinheiro da Ancine não é “verba pública”. A Ancine não é uma “produtora estatal”. O que a Ancine faz, além de “bancar” “Bruna Surfistinha”, é regular o mercado – “cota de tela” (quantidade de produções brasileiras reservadas para exibição na TV e no cinema), controle de distribuição de filmes (por exemplo, impedir que cinco salas de um mesmo cinema de shopping passem o mesmo filme), apoiar participação de filmes em festivais internacionais, além, claro, de incentivar o aumento da produção de cinema e séries nacionais. Quando o presidente anterior de direita, família e religião, Fernando Collor de Mello, teve a mesma ideia de Bolsonaro, extinguindo a Embrafilme, apenas três longas brasileiros foram lançados no ano seguinte, 1992, e o Brasil amargou uma das suas piores recessões econômicas, alimentada também pela falência do setor audiovisual. Em 2018, o número de filmes nacionais em cartaz somou 171 títulos. Nunca é demais lembrar que, se a Ancine não usa “verba pública” para produzir filmes, o presidente faz, sim, uso do dinheiro do imposto de pessoas físicas para bancar viagens de familiares e salários de parentes que nomeia para cargos públicos. E justifica dizendo que é isso mesmo, “e daí?”.

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  • Música

    John Travolta dança “tango” no novo clipe de Pitbull

    5 de agosto de 2019 /

    John Travolta volta a mostrar sua habilidade na pista de dança, que o consagrou no clássico “Os Embalos de Sábado à Noite”. Desta vez, o ritmo não é a disco music nem o rock de “Grease: Nos Tempos da Brilhantina”, mas uma salsa que o rapper Pitbull chama de tango, na música “3 to Tango”. Boa parte do vídeo mostra Travolta careca e de costas, num visual parecido com o de Pitbull, observando várias dançarinas executarem uma apresentação de cabaré salseiro. Mas perto do final ele se levanta, revelando sua identidade para a câmera, para encerrar o vídeo com alguns passos de dança com três companheiras embaladas. Não é a primeira vez que Pitbull e Travolta unem forças. O rapper recentemente estreou como compositor de trilha de cinema em “Gotti” (2018), estrelado e produzido pelo astro de Hollywood.

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