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  • Filme

    Sugestão de remake de A Princesa Prometida coloca fãs contra a Sony

    18 de setembro de 2019 /

    Fãs de “A Princesa Prometida” estão em pé de guerra contra a Sony. Uma reportagem da revista Variety sobre Norman Lear, produtor executivo do filme, que aos 97 anos se tornou o mais velho vencedor do Emmy, registrou os planos do estúdio para um remake do clássico de 1987. “Pessoas muito famosas, cujos nomes eu não mencionarei, querem refazer ‘A Princesa Prometida'”, disse o executivo Tony Vinciquerra. A simples sugestão fez o Twitter se encher protestos. Uma das falas célebres do filme, “Inconcebível!”, dita por Vizzini, personagem do ator Wallace Shawn, virou mantra da indignação coletiva. Dirigida por Rob Reiner e escrita por William Goldman, a história de amor de 1987 é considerada um dos melhores filmes de contos de fadas de todos os tempos, e permanece tão icônica que sua estrutura foi o ponto de partida para “Era uma Vez um Deadpool”, lançado no ano passado. A historia é narrada por um vovô a seu netinho doente, na cama. Enquanto o menino tem a expectativa de ouvir uma história de pirata, a trama tem romance e uma princesa, mas logo os protestos da criança se tornam entusiasmo pelo desenrolar da aventura e da expectativa diante das inúmeras dificuldades do casal para se reencontrar e viver seu o avô de um menino lê a história de um pirata que virou pirata que encontra numerosos obstáculos, inimigos e aliados em sua busca para se reunir com seu verdadeiro amor. O netinho era Fred Savage e o elenco também incluía Cary Elwes e Robin Wright, como o casal principal, além de Mandy Patinkin, Billy Crystal, Chris Sarandon, Peter Falk, Christopher Guest e o lutador André, o Gigante. “Há uma escassez de filmes perfeitos neste mundo. Seria uma pena estragar esse”, tuitou Cary Elwes, que interpretou o protagonista Westley. “Sério?”, afirmou a atriz Jamie Lee Curtis, que é casada com Christopher Guest, intérprete do Conde Rugen, o homem com um dedo extra no filme. “Bom, eu casei com o homem de seis dedos, obviamente por isso estamos juntos há 35 anos e existe apenas o ÚNICO A Princesa Prometida e é o de William Goldman e Rob Reiner”, reclamou Curtis. O ator-roteirista-produtor Seth Rogen respondeu a essa ideia no Twitter com um indignado “Eu jamais ousaria isso”. Mas a revolta não se limitou a fãs anônimos e famosos de Hollywood. “Inconcebível que alguém sequer pense em tentar…”, protestou o senador republicano Ted Cruz sobre o remake, completando, em letras garrafais, com a frase que resume o sentimento geral: “NÃO MEXAM COM A PERFEIÇÃO”.

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  • Filme

    Crime de Suzane Von Richthofen vai render dois filmes diferentes com o mesmo elenco

    18 de setembro de 2019 /

    A história de Suzane Von Richthofen, condenada pela morte dos pais em 2002, será contada em dois filmes, com lançamento previsto para o mesmo dia: “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”. Como indicam os títulos, os longas trarão diferentes pontos de vista sobre o caso, o de Suzane e o de Daniel Cravinhos, seu então namorado, que também participou do crime. “É um caso único no cinema essa produção da mesma história com olhares diferentes”, acredita Gabriel Gurman, CEO da Galeria Distribuidora. Na verdade, porém, isto já foi feito antes com a história de “Dois Lados do Amor” (The Disappearance of Eleanor Rigby). Originalmente, o drama estrelado por Jessica Chastain e James McAvoy foi lançado como dois longas diferentes, “Dois Lados do Amor: Ele” e “Dois Lados do Amor: Ela”. Cada filme trazia o ponto de vista de um dos dois protagonistas. Mas depois da exibição no Festival de Toronto em 2013, a produção acabou ganhando uma nova edição, que juntou ambos os pontos de vista numa única trama para o lançamento internacional – ainda assim, os dois filmes originais tiveram distribuição limitada como programa duplo nos Estados Unidos. No caso dos filmes sobre Suzane Von Richthofen, é uma forma de contrapor dois relatos diferentes de um crime que chocou o Brasil. “É uma oportunidade de o público analisar e chegar às suas próprias conclusões sobre o que aconteceu”, resumiu Gurman, no comunicado. “Temos discutido muito internamente o que é verdade. Se eles [Suzane e Daniel] estão falando coisas diferentes, qual é a verdade?”, chegou a questionar o diretor Maurício Eça (“Carrossel: O Filme”). Nos filmes, a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) interpretará Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) vive Daniel. O elenco conta também com os atores Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”) e Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”). Os filmes devem chegar aos cinemas ainda em 2019.

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  • Filme

    Final alternativo de Homem de Ferro citava X-Men, Hulk e Homem-Aranha

    18 de setembro de 2019 /

    A Marvel revelou uma cena pós-crédito alternativa do filme “Homem de Ferro” (2008), que fazia referência a super-heróis da editora que já tinham aparecido em filmes de outros estúdios. A cena, que não foi utilizada no filme, foi compartilhada pelo chefão do MCU, Kevin Feige, durante uma premiação. Na cena alternativa, Nick Fury (Samuel L. Jackson) aparece diante de Tony Stark (Robert Downey Jr.) para falar sobre a iniciativa Vingadores, mencionando a existência de outros heróis. “Se acidentes com raio gama, picadas de insetos radioativos e diversos mutantes não fossem suficientes, eu tenho de lidar com um menino mimado que não sabe brincar com os outros e quer manter todos os seus brinquedos para si próprio”, diz Fury. Embora não cite o nome dos personagens, as referências são claras ao Hulk (acidente com raio gama), ao Homem-Aranha (picada de inseto) e aos X-Men (mutantes). À época do lançamento do filme, os direitos dos X-Men e do Homem-Aranha estavam com a Fox e a Sony, respectivamente. Por conta disso, a Marvel decidiu não utilizar a cena. Três meses depois, a Marvel lançou “O Incrível Hulk”. Em 2016 foi a vez de o Homem-Aranha ser integrado ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). E agora, após a Disney comprar a Fox, os X-Men também serão introduzidos nos filmes do estúdio. This newly-released 'never-before-seen' deleted alternate scene from 2008's #IronMan reveals Nick Fury mentioning "radioactive bug bites" and "mutants" in his Avengers Initiative dialogue! (via @SaturnAwards) pic.twitter.com/n75fGeQB4S — MCU Direct (@MCU_Direct) September 14, 2019

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  • Filme

    Novo trailer de Rambo: Até o Fim é o mais violento de todos

    18 de setembro de 2019 /

    A Lionsgate divulgou o trailer “red band” de “Rambo: Até o Fim”. E é o mais violento já apresentado, deixando em dúvida qual será a classificação etária da produção. Passada em túneis, a prévia é uma versão claustrofóbica da ação do primeiro filme da franquia, com John Rambo cercado de inimigos e revidando com armadilhas e brutalidade. O filme vai mostrar uma garota, neta de uma antiga empregada do rancho de sua família, que Rambo adotou por não possuir parentes vivos e que acaba refém de um grupo de traficantes. Decidido a libertá-la, Rambo acaba enfrentando sozinho um dos mais poderosos carteis de drogas do México. O roteiro foi escrito pelo próprio Stallone, com a ajuda de Matthew Cirulnick (“Absentia”), e a direção ficou a cargo de Adrien Grunberg, que dirigiu Mel Gibson em “Plano de Fuga”. O elenco inclui os espanhóis Paz Vega (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), Óscar Jaenada (“Escobar: A Traição”), Sergio Peris-Mencheta (“Resident Evil 4”), o mexicano Joaquín Cosio (“Narcos: México”), a americana Jessica Madsen (“Massacre no Texas”) e Yvette Monreal (de “Faking It”) como a jovem raptada. A estreia está marcada para 19 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série do Senhor dos Anéis será gravada nos mesmos cenários dos filmes

    18 de setembro de 2019 /

    A Nova Zelândia voltará a servir de paisagem para a Terra Média. A Amazon confirmou que o país será a locação de sua nova série “O Senhor dos Anéis”, conforme já se cogitava desde dezembro do ano passado. Os três filmes da trilogia “O Senhor dos Anéis” feitos no início dos anos 2000, bem como a trilogia seguinte, “O Hobbit”, foram rodados na Nova Zelândia pelo diretor Peter Jackson. E as mesmas paisagens serão utilizadas na trama seriada. “Enquanto procurávamos a locação na qual poderíamos dar vida à beleza primordial da segunda era da Terra Média, sabíamos que precisávamos encontrar um lugar majestoso, com litorais, florestas e montanhas imaculadas e que também abrigasse sets de primeira linha, estúdios e artesãos e outros profissionais habilidosos e experientes”, disseram os produtores-executivos J.D. Payne e Patrick McKay, justificando o retorno à Nova Zelândia em um comunicado. “Esta é uma produção cobiçada e uma notícia fantástica para o setor cinematográfico da Nova Zelândia e para a nossa economia”, disse o ministro de Desenvolvimento Econômico, Phil Twyford, em um comunicado separado. Mesmo antes de começar a ser gravada, a série já está sendo considerada a mais cara da história. Isto porque, só pelos direitos da obra, a Amazon teria desembolsado US$ 250 milhões, preço da produção de um blockbuster. O orçamento total está estimado em US$ 1 bilhão, que deverá cobrir cinco temporadas. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” foi orçada em US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A atração deve explorar histórias que se passam na Terra Média de Tolkien, mas ainda não foram contadas no cinema. Segundo comunicado oficial da Amazon, a trama seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. As gravações vão começar nos próximos meses, sob comando dos produtores-roteiristas JD Payne e Patrick McKay, que trabalharam nos filmes recentes da saga “Star Trek”.

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  • Filme

    Coleção de pôsteres destaca elenco grandioso de Entre Facas e Segredos

    18 de setembro de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou uma coleção com 11 pôsteres nacionais de “Entre Facas e Segredos” (Knives Out), que destacam individualmente os atores e seus personagens no filme. Os astros representados nas imagens são Daniel Craig (o James Bond), Chris Evans (o Capitão América), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Jamie Lee Curtis (“Halloween”), Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Lakeith Stanfield (“Atlanta”), Katherine Langford (“13 Reasons Why”), Toni Colette (“Hereditário”), Jaeden Martell (“It: A Coisa”) e Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”). A comédia de suspense presta uma homenagem aos velhos filmes de mistério do gênero “whodunit”, popularizado pelos livros de Agatha Christie, Ellery Queen e outros mestres do começo do século 20, que consistem em investigar suspeitos de um assassinato até descobrir “quem matou”. Desta vez, a história é original, escrita e dirigida por Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), e com um elenco de dar inveja no mais recente exemplar do gênero, “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017). Daniel Craig é o detetive, Stanfield vive seu parceiro e Plummer é a vítima, um milionário idoso assassinado durante a festa de seu aniversário por um de seus parentes. O resto do elenco são os suspeitos. “Entre Facas e Segredos” estreia em 12 de dezembro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Battlestar Galactica: Nova série do criador de Mr. Robot não será remake

    17 de setembro de 2019 /

    Após o anúncio de lançamento da Peacock, plataforma de streaming da Comcast (leia-se NBCUniversal), revelar a produção de uma nova versão de “Battlestar Galactica”, o produtor responsável pelo projeto correu para o Twitter para acalmar os fãs. A nova série está sendo desenvolvido por Sam Esmail, criador da premiada “Mr. Robot”, que se assume fã do remake desenvolvido por Ronald D. Moore em 2003. Em sua mensagem, ele garantiu que não faria um novo remake, simplesmente porque seria impossível aprimorar a perfeição da obra anterior. Em vez disso, descreve sua abordagem como “uma nova história” dentro da mitologia criada pela atração. “Fãs de ‘BSG’, este não será um remake da série incrível de Ron D. Moore, porque… por que mexer com perfeição? Em vez disso, exploraremos uma nova história dentro da mitologia, mantendo-nos fiéis ao espírito da ‘Battlestar'”. Ele completa a mensagem com a frase “So say we all!”, criada pela produção de Moore como um equivalente ao “amém” cristão. A versão do século 21 de “Battlestar Galactica” era bem diferente da série original de 1978, concebida por Glen A. Larson. Apenas a premissa foi mantida. Em todas as versões, a trama acompanha a jornada dos últimos remanescentes da humanidade, após um ataque catastrófico de Cylons (robôs no primeiro remake, alienígenas no original) destruir todas as 12 colônias do sistema solar. Galactica é a última nave de combate remanescente, comandando uma pequena frota de naves espaciais que carrega os sobreviventes em busca de um novo planeta habitável, de preferência a lendária 13º colônia humana, há muito considerada perdida e conhecida pelo nome de Terra. A Universal chegou a cogitar iniciar uma franquia cinematográfica baseada na série. Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978 – ou seja, ignoraria o cultuado remake de 2003 – e a direção estaria a cargo de Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”), mas essa abordagem acabou engavetada após os fãs da nova versão protestarem. “Battlestar Galactica” também ganhou duas produções derivadas de curta duração, “Caprica” (de 2009), passada antes da destruição das 12 Colônias, e a websérie “Blood & Chrome” (de 2012, depois relançada como um telefilme completo), sobre a primeira guerra contra os Cylons. A nova série ainda não tem nome oficial nem previsão de estreia. Não está claro se ela estará disponível para o lançamento da plataforma de streaming. A Peacock tem sua inauguração agendada para abril de 2020. BSG fans, this will NOT be a remake of the amazing series @RonDMoore launched because… why mess with perfection? Instead, we’ll explore a new story within the mythology while staying true to the spirit of Battlestar. So say we all! — Sam Esmail (@samesmail) September 17, 2019

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  • Série

    HBO Max fecha acordo milionário por The Big Bang Theory em streaming

    17 de setembro de 2019 /

    A HBO Max assegurou os direitos exclusivos de “The Big Bang Theory” em streaming. A série de comédia criada por Chuck Lorre e Bill Prady encerrou sua produção após 12 temporadas em maio passado. E nunca tinha sido disponibilizada na íntegra em streaming nos Estados Unidos, apesar do interesse da rede CBS, que exibia a série, em colocá-la na plataforma CBS All Access. Por conta disso, fontes da revista The Hollywood Reporter estimam o acordo, que também garante a exibição das reprises no canal pago TBS, em torno de US$ 425 milhões por cinco anos de exclusividade. “Poucos programas definiram uma geração e capturaram o zeitgeist como ‘The Big Bang Theory'”, disse Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment. “Estamos empolgados com o fato de o HBO Max ser o canal de streaming exclusivo para esta grande comédia. A série foi um sucesso praticamente em todo o mundo, é um dos maiores programas de televisão aberta da última década e o fato de podermos trazê-lo para uma plataforma de streaming pela primeira vez é um incentivo a mais para nosso novo lançamento”. Todas as 12 temporadas da sitcom estrelada por Jim Parsons, Johnny Galecki e Kaley Cuoco serão disponibilizadas pela primeira vez na HBO Max, quando o serviço for lançado na primavera de 2020. A data formal da inauguração e outras informações importantes sobre a plataforma ainda não foram divulgadas.

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  • Filme

    Dona Hermínia descobre que vai virar avó no primeiro teaser de Minha Mãe É uma Peça 3

    17 de setembro de 2019 /

    “Minha Mãe É uma Peça 3” ganhou pôster e seu primeiro teaser. O vídeo é basicamente uma cena do filme. Bastante teatralizada, a sequência anuncia as duas principais novidades da trama: o casamento gay de Juliano (Rodrigo Pandolfo) e a gravidez de Marcelina (Mariana Xavier). As notícias fazem a mãe dos jovens – e futura avó – Dona Hermínia (Paulo Gustavo) curar-se rapidamente de um mal súbito que a levou ao hospital. As novidades já tinham vazado e chegaram até a render polêmica com Paulo Gustavo, que também assina o roteiro. Tudo porque o casamento gay não terá direito a beijo. Saiba mais aqui. Com direção de Susana Garcia (“Minha Vida em Marte”), o terceiro filme da franquia chega aos cinemas brasileiros em dezembro.

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  • Filme

    Campo do Medo: Terror baseado em livro de Stephen King ganha trailer legendado

    17 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Campo do Medo” (In The Tall Grass), filme baseado no livro homônimo escrito por Stephen King e seu filho Joe Hill. A prévia é bastante tensa e explora a premissa da historia. Ela mostra dois irmãos que, surpreendidos por pedidos de socorro de um garotinho, acabam entrando no meio de um matagal para salvá-lo e não conseguem mais sair de lá. Logo, eles descobrem que outras pessoas também estão perdidas naquele lugar. A adaptação tem roteiro e direção de Vincenzo Natali, diretor de clássicos do terror como “O Cubo” (1997) e “Splice – A Nova Espécie” (2009), que ultimamente vinha fazendo apenas séries. O elenco da produção inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Rachel Wilson (“Impulse”), Will Buie Jr. (“Bunk’d”), Laysla de Oliveira (“American Girl: Uma Aventura no Brasil”) e Harrison Gilbertson (“Não Olhe”). A estreia está marcada para o dia 4 de outubro em streaming.

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  • Série

    Marilyn Manson entra na 3ª temporada de Deuses Americanos

    17 de setembro de 2019 /

    O cantor Marilyn Manson foi anunciado oficialmente como integrante do elenco da 3ª temporada de “Deuses Americanos” (American Gods). Ele vai viver um personagem criado especialmente para a série, que não faz parte do livro de Neil Gaiman, adaptado na produção. O personagem de Manson se chama Johan Wengren e também é cantor de uma banda, chamada Blood Death, que segue uma linha de metal viking e serve como fonte de energia para Mr. Wednesday, interpretado por Ian McShane. A série foi renovada apenas cinco dias após a estreia da 2ª temporada. A rapidez da decisão contrasta com a demora de 21 meses entre o final da temporada inaugural e o lançamento dos novos capítulos. Este hiato anormal foi consequência de problemas de bastidores, que começaram quando os produtores originais, Michael Green e Bryan Fuller, foram demitidos após conflito criativo e financeiro com a empresa Fremantle, que produz “Deuses Americanos”. Alguns atores, inclusive, optaram por deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade à dupla. A trama gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”) e muitos outros. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada com um dia de atraso no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional.

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  • Filme

    Produtores de Greta se manifestam sobre corte de apoio da Ancine para participação no Queer Lisboa

    17 de setembro de 2019 /

    Os produtores do filme “Greta” se manifestaram oficialmente sobre a rescisão do apoio financeiro da Ancine para a participação do longa no Festival Internacional Queer Lisboa. Eles consideram que, além da desculpa da falta de verbas alegada, a ação coincide com “a intenção de controle sobre o conteúdo produzido pelo setor audiovisual” já manifestada pelo presidente Jair Bolsonaro, especialmente após ataque público a obras de temática LGBTQIA+, que resultaram em suspensão de edital destinado a produção de séries do gênero. Na nota oficial, os produtores revelaram ter ficado sabendo que não teriam apoio através da coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo. A justificativa oficial da Ancine foi um corte de R$ 13 milhões nas despesas gerais da agência. “Quando o corte atingiu o Programa de Apoio à Participação em Festivais Internacionais, a diretoria optou por cumprir com os apoios publicadas no DOU [Diário Oficial da União] referentes a filmes que já estavam no exterior e cancelar os apoios já aprovados e publicados referentes aos dois filmes citados”, escreveram, referindo-se a “Greta” e “Negrum3”, outro filme brasileiro que participaria do festival em Lisboa. “O ponto difícil de aceitar nessa resolução da Agência, sem entendê-la como censura, é que o nosso apoio foi aprovado há três semanas, a decisão retroativa poupou os projetos que participaram dos festivais de Toronto e Veneza, entretanto recaiu sobre dois filmes com temática LGBTQI+ inviabilizando a representação do Brasil num dos maiores festivais do gênero no mundo”, continuaram. “Recebemos com confiança as justificativas dadas pela Ancine, mas não podemos deixar de manifestar nossa profunda preocupação em face aos notórios casos de censura e perseguição à atividade artística e à liberdade de expressão, uma vez que a intenção de controle sobre o conteúdo produzido pelo setor audiovisual é pauta recorrente nos pronunciamentos do governo em relação a Ancine”, completaram os produtores. O comunicado ainda citou que “Greta” teve sua estreia mundial no festival de Berlim, além de participar de festivais na Ásia, na Europa e na América Latina. Estrelado por Marco Nanini, “Greta” retrata um enfermeiro gay que, ao tentar ajudar uma amiga transgênero, se vê envolvido romanticamente com um criminoso bem mais jovem. O filme será lançado comercialmente nos EUA, Itália, Alemanha, Holanda, Bélgica e Luxemburgo. A estreia no Brasil está marcada para 10 de outubro. “Greta” e “Negrum3” não foram os únicos filmes afetados pelo corte de verbas. Entre as vítimas, também se encontra “Pacarrete”, longa vencedor do Festival de Gramado deste ano. Dirigido por Allan Deberton, produtor de uma das séries LGBTQIA+ atacada por Bolsonaro no final de agosto, o filme também teve o apoio para ser exibido no Festival de Bogotá, na Colômbia, rescindido. Já a mineira Juliana Antunes contava com o apoio da agência para levar seu curta “Plano Controle” ao Festival de Nova York, com início em 27 de setembro, na semana que vem. É importante lembrar, de novo, que a mesma portaria que derrubou o edital das séries LGBTQIA+ congelou o acesso ao FSA (Fundo Setorial do Audiovisual). O efeito colateral da justificativa apresentada travou o financiamento de todo o setor. Para não fazer as séries que Bolsonaro atacou numa live por considerar “impróprias”, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, alegou falta de nomeação dos membros do Comitê Gestor do FSA, responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia) para seus respectivos programas de fomento. O detalhe é que a formação do comitê depende das indicações do governo. E, passados nove meses de sua posse, Bolsonaro ainda não indicou nenhum representante. Como o governo alega que não pode liberar as verbas por não haver comitê que as direcione, e tampouco nomeia o comitê para resolver isso, está tudo parado.

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  • Filme

    Arlequina é destaque no primeiro pôster do filme Aves de Rapina

    17 de setembro de 2019 /

    A Warner divulgou o primeiro pôster de “Aves de Rapina”, que destaca a atriz Margot Robbie caracterizada como Arlequina. Ela aparece cercada de versões miniaturas e aladas dos demais personagens, numa alusão ao título do filme. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título original em inglês, “Birds of Prey (And The Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn)”, o filme vai juntar a Arlequina com o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina. As heroínas são Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”). Já a lista dos vilões destaca Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está prevista apenas para fevereiro de 2020.

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