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Reality

Alfredo peita Murilo em briga por tarefa em A Fazenda 18: “Eu que mando aqui”

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Etc

Vorcaro controlava Jornalismo da grande imprensa com dinheiro do Master

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15 de outubro de 2026
TV

Netflix eleva mensalidade a R$ 71,90 após corte de mil empregos

Streaming reajusta todos os planos no Brasil um dia depois de anunciar a maior demissão em massa de sua história

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15 de outubro de 2026
Música

U2 confirma dois shows em São Paulo em março de 2027

Banda irlandesa volta ao MorumBIS após quase dez anos com nova turnê mundial, abertura de Beck e ingressos a partir de R$ 345

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15 de outubro de 2026
TV

Globo demite diretor que prometeu pautar jornalismo para Vorcaro

Frederic Kachar também negociou patrocínios e trocou mensagens sobre festas privadas e atrizes com o ex-dono do Banco Master

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15 de outubro de 2026
  • Filme

    Diretor de O Albergue vai adaptar o game Borderlands

    22 de fevereiro de 2020 /

    O diretor Eli Roth, conhecido por filmes de terror como “Cabana do Inferno”, “O Albergue”, “Canibais” e “Bata antes de Entrar”, vai adaptar o game de tiros “Borderlands”, da Gearbox Software, para o cinema. A informação foi revelada por Randy Pitchford, presidente do estúdio de games, em um tuíte que dá boas vindas à Roth e anuncia que a produção será realizada pelo estúdio Lionsgate, com produção de Avi Arad (“Venom”). Criado em 2009, o game original de “Borderlands” se passava num planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei ao estilo de “Mad Max”. A franquia rendeu três jogos principais e dois derivados. O título mais recente é “Borderlands 3”, lançado no ano passado para PC, Xbox One e PlayStation 4. Mais informações sobre a adaptação estão previstas para o painel da Gearbox na convenção de games PAX East, que acontece em 27 de fevereiro na cidade americana de Boston. I’m very excited to welcome Eli Roth as Director of the Borderlands movie in development with Lionsgate and Arad Productions. Please welcome @EliRoth to the team and be sure to catch the @GearboxOfficial Main Theater Show at #PAXEast on 2/27 to learn more. #borderlandsmovie pic.twitter.com/Uaxs7jm10i — Randy Pitchford (@DuvalMagic) February 20, 2020

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  • Série

    Sandra Oh vai estrelar nova série produzida pelos criadores de Game of Thrones

    22 de fevereiro de 2020 /

    Os criadores de “Game of Thrones”, D.B. Weiss e David Benioff, começaram a trabalhar em sua primeira série na Netflix. Intitulada “The Chair”, a atração é uma comédia dramática, que será estrelada por Sandra Oh (de “Killing Eve”). Weiss e Benioff fecharam um contrato milionário com a Netflix para desenvolver novas atrações para a plataforma. Mas “The Chair” parece completamente diferente da produção épica que os consagrou e rendeu a negociação. A série, na verdade, foi criada pela atriz Amanda Peet (“As Viagens de Gulliver”), esposa de Weiss, e acompanhará as intrigas e burocracias que cercam o departamento do curso de Inglês de uma grande universidade. Além de Sandra Oh como protagonista, “The Chair” também terá participação de Jay Duplass – que criou e trabalhou com Amanda Peet em “Togetherness”. Outro detalhe é que “The Chair” não é um projeto novo. A série foi oferecida à HBO anos atrás, quando Weiss e Benioff ainda trabalhavam com “Game of Thrones”, mas a emissora americana não teve interesse na produção. A Netflix não revelou o cronograma de produção de “The Chair” nem a previsão de estreia.

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  • Série

    Westworld: Trailer “secreto” revela cenas inéditas, tensão e confrontos da 3ª temporada

    22 de fevereiro de 2020 /

    A HBO divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Westworld”, repleto de cenas inéditas e slogans, que colocam em questionamento o limite da liberdade na sociedade futurista da série. O detalhe é que se trata de um vídeo “secreto”. Ele não está listado no YouTube. Não pode ser acessado diretamente pela página oficial do canal pago americano nem por meio de buscas no portal. Para chegar nele, foi preciso acessar um link direto, que foi postado no site da Incite Inc, corporação misteriosa que aparecerá na 3ª temporada da atração. Bastante tensa, a prévia destaca até um confronto entre os novos personagens vividos por Aaron Paul (de “Breaking Bad”) e Vincent Cassel (“O Filme da Minha Vida”), além de reforçar o embate entre as robôs Dolores (Evan Rachel Wood) e Maeve (Thandie Newton). Na nova fase, um clima sci-fi meio “Matrix” e “Blade Runner” substitui os passeios no interior do parque robótico temático que batiza a atração. Mas cenas rápidas revelem que Westworld segue ativo, apresentando agora uma imersão na 2ª Guerra Mundial – novamente com participação de Rodrigo Santoro. A 3ª temporada de “Westworld” estreia em 15 de março.

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  • Série

    Série animada da Arlequina é renovada para 2ª temporada

    22 de fevereiro de 2020 /

    A DC Universe, plataforma de streaming da editora de quadrinhos, anunciou a renovação de “Harley Quinn”, série animada da Arlequina. E tem mais: os novos episódios já vão começar a ser exibidos em 3 de abril. A notícia foi postada no Twitter da série, usando palavrões como a personagem na série. “Quer uma notícia boa pra c*ralho? Arlequina retorna em abril para a 2ª temporada”. O vídeo que acompanha o texto, com cenas da 1ª temporada, reforça que a linguagem da animação não é para crianças. Trata-se de uma comédia de super-heróis para maiores. Na verdade, a renovação não é exatamente o que parece. O primeiro ano, que foi encerrado na sexta-feira (21/2) nos Estados Unidos, tinha sido inicialmente previsto para durar 26 episódios semanais. Mas a DC Universe decidiu dividir esse volume de episódios em dois, possibilitando que duas temporadas fossem produzidas em tempo menor. O novo desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Com 13 episódios em cada temporada, a série traz Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) como dubladora da protagonista e o elenco de voz conta ainda com Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e o Cara de Barro, Lake Bell (“Bless This Mess”) como Hera Venenosa, Jim Rash (“Community”) como o Charada e Diedrich Bader (“Veep”) como Batman. A série é inédita no Brasil e só deve chegar por aqui quando a Warner lançar a plataforma HBO Max no país – ainda sem previsão. Did you hear the f*cking good news? #DCUHARLEYQUINN returns in April with Season 2! pic.twitter.com/79T32jljQl — Harley Quinn (@DCUHarleyQuinn) February 21, 2020

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  • Etc,  Série

    Especial de reencontro de Friends é oficializado na HBO Max

    21 de fevereiro de 2020 /

    A Warner Bros Television confirmou a produção de um especial de reencontro do elenco da série “Friends”, que será realizado para o lançamento da plataforma de streaming HBO Max em maio nos EUA. Os seis protagonistas da série clássica, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer, compartilharam o anúncio em suas contas nas redes sociais, de forma exatamente igual e com um único comentário: “Está acontecendo”. “Acho que você pode chamar de “The One Where They All Got Back Together” (aquele em que todos se juntaram de novo)”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max em comunicado, referindo-se à tradição de batizar os episódios de “Friends” como “The One…” alguma coisa. “Estamos nos reunindo com David, Jennifer, Courteney, Matt, Lisa e Matthew para um especial da HBO Max que será programado junto com o lançamento de todo o catálogo de ‘Friends'”, acrescentou. “Eu conheci ‘Friends’ quando a série estava nos estágios iniciais de desenvolvimento, tive a oportunidade de trabalhar nela e fiquei encantado ao ver como ela continuou encantando espectadores geração após geração. Ela se conectou com uma época em que amigos – e o público – se juntam em tempo real e achamos que esse especial da reencontro capturará esse espírito, unindo os fãs originais e os novos”, completou. O especial será gravado no Stage 24 do estúdio Warner Bros. em Burbank, onde a série foi originalmente produzida. A direção está a cargo de Ben Winston, que também vai produzir ao lado dos criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros. Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o elenco negociou em conjunto para que todos os integrantes recebessem o mesmo para participar do especial, num valor entre US$ 2,5 milhões e US$ 3 milhões de cachê para cada um. Mas o formato do especial ainda não ficou claro. A imprensa americana tem afirmado que se trata de um programa não roteirizado. Isto afasta a possibilidade de ser um episódio especial da série, que era, logicamente, roteirizada. As possibilidades incluem entrevistas, depoimentos, reminiscências, comentários de melhores momentos, etc. O conteúdo deve ficar mais claro nas próximas semanas. Ver essa foto no Instagram It’s happening… ⁣ ⁣ ⁣ @hbomax⁣ @courteneycoxofficial⁣ @lisakudrow⁣ @mleblanc⁣ @mattyperry4⁣ @_schwim_ Uma publicação compartilhada por Jennifer Aniston (@jenniferaniston) em 21 de Fev, 2020 às 2:04 PST

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  • Filme

    Novo filme de Star Wars estaria sendo desenvolvido por cineasta indie

    21 de fevereiro de 2020 /

    Um novo filme de “Star Wars” começou a ser desenvolvido pela Lucasfilm. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, o estúdio aprovou um projeto do diretor indie JD Dillard (que assinou a sci-fi “Sleight” e o terror “Sweetheart”, inéditos no Brasil) e do roteirista Matt Owens (de séries da Marvel como “Luke Cage” e “Agentes da SHIELD”). Os dois tiveram aval para colocar suas ideias num roteiro finalizado, mas só depois a empresa vai definir se o filme será produzido e para onde – cinema ou streaming. Detalhes sobre a trama, personagens e cenários estão sendo mantidos em segredo. Owens está atualmente co-escrevendo a adaptação do mangá “One Piece” para a Netflix, enquanto Dillard está dirigindo a série “Utopia” para a Amazon. O próximo filme da franquia seria desenvolvido pelos criadores de “Game of Thrones”, mas eles desistiram do projeto, preferindo fechar um contrato lucrativo de exclusividade com a Netflix. A Disney, porém, manteve a data de estreia do próximo “Star Wars” em seu calendário, marcada para o dia 16 de dezembro de 2022.

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  • Etc,  Filme

    Carnaval: Leandra Leal homenageia cinema brasileiro com fantasia inspirada em seu primeiro filme

    21 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Leandra Leal resolveu homenagear o cinema brasileiro no Carnaval, fantasiando-se de “A Ostra e o Vento”. Ela postou fotos do look no Instagram, sob o lema “Viva o Carnaval e o cinema nacional”. “A Ostra e o Vento” foi o primeiro filme de sua carreira. Dirigido por Walter Lima Jr. e lançado em 1997, o longa também rendeu os primeiros prêmios internacionais da atriz, que venceu troféus por sua interpretação em festivais de Biarritz (França) e Miami (EUA). “Se não fosse esse filme, nada seria. Vai ter carnaval! Vai ter folia, alegria, arte, folia, cinema e sonho!”, comemorou a estrela, usando ainda a #SeguraOBacurau, em referência ao filme “Bacurau”, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho. Ver essa foto no Instagram Look de hoje: #AOstraEOVento😍 Viva o Carnaval e o Cinema Nacional! #Começou #SeguraOBacurau #SemRival ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 💄: @brennomelo ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 👗: @thaysajafet Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) em 21 de Fev, 2020 às 1:56 PST Ver essa foto no Instagram Começou o carnaval 2020! #semrival viva o cinema nacional Homenagem ao meu primeiro filme “A Ostra e o Vento”. Se não fosse esse filme, nada seria. Vai ter carnaval! Vai ter folia, alegria, arte, folia, cinema e sonho! #seguraobacurau #semrival Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) em 21 de Fev, 2020 às 2:35 PST

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  • Filme

    Fotos do set revelam o novo uniforme completo de Batman

    21 de fevereiro de 2020 /

    Surgiram as primeiras imagens do uniforme completo de Batman em seu novo filme. Fotos e vídeos flagraram as filmagens do diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) num cemitério em Glasgow, na Escócia, revelando um Batman com um traje completamente diferente de todos já vistos no cinema, sem capa e pilotando uma motocicleta. Um vídeo chega a registrar uma queda do herói motoqueiro. A máscara esconde o rosto do intérprete, mas provavelmente se trata de um dublê e não do ator Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), que estreia como Batman na produção. As imagens já viralizaram nas redes sociais, gerando comentários sobre o uniforme. A maioria reprovou, como pode ser visto abaixo, mas, graças ao clima eternamente nublado da Escócia, as cenas teriam ficado sombrias o suficiente para compensar e agradar aos fãs. O elenco da produção ainda inclui Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público de nome genérico, que não existe nos quadrinhos de Batman, onde o equivalente mais conhecido é Harvey Dent/Duas Caras. “The Batman” (o título original em inglês) tem estreia marcada para junho de 2021. Catwoman: Can you come over? Batman: Naw, fighting the Joker Catwoman: I stole a diamond Batman: pic.twitter.com/KSONkRHWBw — Dbsage (@Dbsage_) February 21, 2020 Batman should never drink and drive. #TheBatman pic.twitter.com/8clGBPNu6X — Connor Behrens v5 (1.24.19) (@ConnorBehrens) February 21, 2020 Leaked photos reveal the new Batman suit (being worn by Robert Pattinson’s stunt double) for Matt Reeve’s ‘THE BATMAN’ film. (#TheBatman #Batman #DC) pic.twitter.com/jtV5m8kwxj — Inside the Backlot 🎬 (@InsideBacklot) February 21, 2020 Thoughts on these behind the scenes look at the batsuit?#TheBatman #Batman #BatSuit pic.twitter.com/THjmGFf3gu — Comics Nerd 🦇🤓🇦🇺 (@ComicsNerd2) February 21, 2020 Uh, thoughts?#TheBatman #FridayFeeling pic.twitter.com/GKaiqzMWH1 — WorldClassBS (@TheWorldClassBS) February 21, 2020 What do you think of the new Batman costume? Not really a fan…#TheBatman pic.twitter.com/4cF7NsqlfK — Stupid Smelly Corbin (@StupidSxyCorbin) February 21, 2020 Okay I’m not sure about you but I’m digging this suit. But the coal but I love the rest! #TheBatman pic.twitter.com/NnsBNn06bp — The Geeks Core (@TheGeeksCore) February 21, 2020 For those wondering….I’m the Wizard Warrior. Just your average day wizard people. I travel the world, face the worst of the worst, help people and create and see all kinds of magic…just like this one! I saw #Batman today being chased by one of Penguin’s assassins! #TheBatman pic.twitter.com/cwN9YLaQ0j — Red & Blue Wizard Warrior (@DoctorPrime894) February 21, 2020

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  • Etc

    Millie Bobby Brown comemora 16 anos com desabafo contra sexualização de sua infância

    21 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Millie Bobby Brown, a Eleven de “Stranger Things”, resolveu comemorar seus 16 anos, completados na quarta-feira (19/2) com um desabafo no Instagram. Ela compartilhou um vídeo, acompanhado pela nova música de Justin Bieber, “Changes”, em que reproduz diversas imagens de sua vida, desde criança até sua exposição midiática, revelando sua frustração com o tratamento sexualizado e comentários inapropriados que recebeu nos últimos anos. Na legenda, Bobby Brown escreveu: “16 parecia que ia chegar há muito tempo. Sinto que a mudança precisa acontecer não apenas para esta geração, mas para a próxima. Nosso mundo precisa de bondade e apoio para que as crianças cresçam e tenham sucesso. Os últimos anos não foram fáceis, preciso admitir. Há momentos em que fico frustrada com a imprecisão, comentários inapropriados, sexualização e insultos desnecessários que acabaram resultando em dor e insegurança para mim”. Ela acrescentou: “Mas nunca serei derrotada. Vou continuar fazendo o que eu amo e espalhando a mensagem para que mudanças aconteçam. Vamos nos concentrar no que precisa mudar, e espero que este vídeo informe você sobre o que acontece nos bastidores das manchetes e das luzes piscantes. Não se preocupe, sempre vou encontrar uma maneira de sorrir 😉 Vamo nessa 16″. Millie Bobby Brown se tornou uma das indicadas mais jovens da história do Emmy, quando, aos 13 anos, foi indicada por sua atuação em “Stranger Things”. Que ela tenha escolhido “Changes”, de Justin Bieber, e não “Changes”, de David Bowie ou Black Sabbath, diz muito sobre sua pouca idade. Ver essa foto no Instagram 16 has felt like a long time coming. i feel like change needs to happen for not only this generation but the next. our world needs kindness and support in order for us children to grow and succeed. the last few years haven't been easy, I'll admit that. there are moments i get frustrated from the inaccuracy, inappropriate comments, sexualization, and unnecessary insults that ultimately have resulted in pain and insecurity for me. but not ever will i be defeated. ill continue doing what i love and spreading the message in order to make change. let's focus on what needs changing and I hope this video informs you on the things that go on behind the scenes of the headlines and flashing lights. dont worry I'll always find a way to smile 😉 leggo 16 ♡. Uma publicação compartilhada por mills (@milliebobbybrown) em 19 de Fev, 2020 às 4:49 PST

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  • Etc

    Atrizes gravam vídeo em repúdio à falta de decoro de Bolsonaro

    21 de fevereiro de 2020 /

    O coletivo 342Artes, liderado pela produtora Paula Lavigne, produziu um vídeo que reuniu artistas e jornalistas mulheres num manifesto de repúdio ao machismo e falta de decoro de Jair Bolsonaro, em apoio à repórter Patricia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, que foi ofendida pelo presidente. No vídeo, aparecem as atrizes Alinne Moraes, Fernanda Lima, Cláudia Abreu, Sophie Charlote, Débora Nascimento, Elisa Lucinda e Júlia Lemmertz, as jornalistas Maíra Azevedo, Milly Lacombe e Astrid Fontenelle; as cantoras Zélia Duncan e Majur; e Mônica Benício, viúva de Marielle Franco, entre outras. A manifestação gravada é acompanhada de um texto texto: “Exigimos respeito. Bolsonaro não pode mais seguir quebrando o decoro de forma impune. Patricia Campos Mello é uma jornalista séria e seu trabalho não pode ser desmoralizado. Não iremos tolerar mais ataques à liberdade de imprensa e à democracia”. A fala de Bolsonaro aconteceu na terça-feira (18/2) ao comentar o depoimento de Hans River, ex-funcionário da Yacows, agência de disparos de mensagens em massa por WhatsApp, na CPI das Fake News no Congresso, e após direcionar, em dois dias seguidos, gestos ofensivos – “bananas” – para a imprensa. A Folha de S. Paulo, que emprega Patricia Campos Mello, emitiu nota afirmando que o presidente da República “agrediu” a profissional e todo o jornalismo e “vilipendiou a dignidade, a honra e o decoro que a lei exige do exercício da Presidência”. Ele também foi retratado como “O Senhor das Bananas” na capa da revista IstoÉ, que pediu um “Basta”. Patricia Campos Mello é uma jornalista reconhecida internacionalmente, vencedora do Prêmio Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Prêmio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha, Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do Comitê de Proteção de Jornalistas (International Press Freedom Award – Committee to Protect Journalists) e o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.

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  • Etc

    Guerra Cultural: Servidores da Cultura divulgam carta aberta contra política de Bolsonaro para o setor

    21 de fevereiro de 2020 /

    A Associação dos Servidores do Ministério da Cultura, que mantém o nome original apesar do Ministério ter virado Secretaria da Cultura, divulgou uma carta aberta em protesto contra a “política cultural” do governo Bolsonaro após uma assembleia de seus integrantes realizada nesta semana, que também contou com funcionários do Iphan e da Fundação Palmares. O documento, endereçado à sociedade, critica o “esvaziamento e o desmonte do setor” que vem ocorrendo “desde o início de 2019”, e também o “comprometimento ideológico autoritário e fascista” de dirigentes da área, que ameaçam as políticas públicas de Cultura. “A área da Cultura do Governo Federal (…) tem vivido um momento de turbulência política e administrativa. O reflexo pode ser visto na extinção do Ministério da Cultura, na diminuição do orçamento e consequente estagnação na execução de ações; na falta de diretrizes para o setor; na descontinuidade de políticas de estado como o Plano Nacional de Cultura e o Sistema Nacional de Cultura, entre outros”, diz o documento, que segue. “Como se não bastasse, o envolvimento dos dirigentes das instituições de cultura com atos de censura, perseguição, comprometimento ideológico autoritário e fascista vem ameaçando o propósito de uma política pública em consonância com o disposto na Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216”. O desmonte do setor, que vem ocorrendo desde o início de 2019, teria começado com a transformação “desastrosa” do antigo Ministério da Cultura em pasta do Ministério da Cidadania, alegando que, desde então, “os recursos são priorizados para projetos de assistência social, e as políticas de Cultura acabam ficando em segundo plano”. Segundo o documento, nos mais de 30 anos de existência do Ministério da Cultura, as políticas culturais fomentaram a valorização da identidade nacional por meio do apoio de diversas áreas, como o cinema e às artes, por exemplo. Entretanto, atualmente há uma “tentativa de transformar a área da Cultura em um espaço de doutrinação e censura pelos recentes gestores nos últimos meses” e que isso deve ser combatido, afirmando que os funcionários da área da Cultura não admitirão esse tipo de atuação. Leia a carta na íntegra: Prezado Cidadão, A área da Cultura do Governo Federal, a qual inclui as políticas públicas para os museus, o patrimônio cultural, as manifestações artísticas, cênicas, literárias, audiovisuais, além de acervos bibliográficos de extrema importância para a história e a memória do Brasil, tem vivido um momento de turbulência política e administrativa. O reflexo pode ser visto na extinção do Ministério da Cultura, na diminuição do orçamento e consequente estagnação na execução de ações; na falta de diretrizes para o setor; na descontinuidade de políticas de estado como o Plano Nacional de Cultura e o Sistema Nacional de Cultura, entre outros. Como se não bastasse, o envolvimento dos dirigentes das instituições de cultura com atos de censura, perseguição, comprometimento ideológico autoritário e fascista vem ameaçando o propósito de uma política pública em consonância com o disposto na Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216. No mundo contemporâneo, a área da Cultura é responsável por metas do desenvolvimento socioeconômico dos países, tendo um papel significativo em setores como o turismo e a educação. No Brasil, nos mais de 30 anos de existência do Ministério da Cultura, as políticas culturais fomentaram a valorização da identidade nacional por meio do apoio às expressões da cultura popular, ao cinema, às artes, à formação de público, à ampliação de equipamentos culturais, à apropriação social do patrimônio cultural, ao incentivo da iniciativa privada às produções artísticas – são estes alguns exemplos. O Ministério da Cultura, desde sua criação em 1985, primou pela liberdade de expressão e criação fora e dentro da instituição. Aqui é importante destacar que, ao longo das décadas, o estabelecimento de quadro de servidores qualificados tecnicamente, que ingressaram por meio de concurso público, possibilitou a defesa e a execução de projetos e ações voltados a todos os públicos, sendo movidos pela riqueza dos saberes e práticas culturais que conectam os diversos grupos e comunidades que configuram a sociedade brasileira. Ressaltamos que a área da Cultura, em todas as suas dimensões, tem por obrigação o desenvolvimento de políticas que se destinem a toda a população, e que não estejam contaminadas por interesses particulares, credos específicos ou ideologia que suprima as liberdades e os direitos culturais. E nós, como prestadores do serviço público nesta área, devemos cumprir com as atribuições do estado democrático de direito e assegurar à sociedade uma oferta de projetos e programas que seja ampla e diversa como é o Brasil, sem filtros religiosos, filosóficos ou políticos. A desastrosa alocação do setor no Ministério da Cidadania demonstrou que políticas culturais não cabem no arcabouço assistencialista daquela pasta. A forma de organização e implementação das políticas diferem de tal maneira que inviabilizam qualquer tipo de atuação conjunta. Os recursos são priorizados para projetos de assistência social, e as políticas de cultura acabam ficando em segundo plano. Os servidores já haviam se posicionado da seguinte forma: “A junção da pasta da Cultura com outras políticas que diferem essencialmente na forma de implantação, princípios, modelos e atuação tem impedido a continuidade /de uma proposta efetivamente cidadã, voltada para processos mais humanos nas suas relações políticas e sociais.” Fonte: AsMinC: Os Servidores da Cultura e o Papel na Construção de Uma Dimensão Ampla para o Setor Cultura, Desmonte do Estado e Desenvolvimento: AFIPEA-2019. Não devemos retroceder! A pouco expressiva economia em despesas administrativas e de custeio, ou na insignificante redução de cargos, não é argumento suficiente para a extinção do Ministério da Cultura sob a forma da Secretaria Especial da Cultura: são perdas irreparáveis o esvaziamento e o desmonte do setor, que vêm ocorrendo paulatinamente desde o início de 2019. Além disso, a tentativa de transformar a área da Cultura em um espaço de doutrinação e censura pelos recentes gestores nos últimos meses deve ser combatida. Os servidores da Cultura não admitem esse tipo de atuação, conclamando a sociedade a se juntar na defesa das instituições públicas e na formação de um quadro de gestores que estejam preparados técnica e eticamente para os cargos. Acreditamos que é possível retomar a construção de uma política de estado no setor e nos colocamos à disposição para apoiar o trabalho, utilizando os critérios técnicos e administrativos que fazem parte da prática do quadro de servidores da Cultura. Assembléia da Associação dos Servidores do Ministério da Cultura de 19/2/2020

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    Guerra Cultural: Recorde de filmes brasileiros no Festival de Berlim não tem apoio do governo

    21 de fevereiro de 2020 /

    O Festival de Berlim, que começou na quinta-feira, virou um marco da produção cinematográfica brasileira. Não apenas por conta da presença recorde de filmes nacionais — 19, incluindo coproduções — , que rendeu destaque até da revista americana Variety, mas pelo paradoxo que este reconhecimento internacional representa diante do desdém do governo do Brasil e ao desmonte da política cultural que permitiu esse sucesso. A edição do recorde também é primeira edição do Festival de Berlim em que os filmes selecionados não contam com apoio financeiro do governo federal para participar do evento. Desde que foi criada em 2001, a Ancine costumava apoiar mais do que a presença dos profissionais em quase cem festivais e laboratórios pelo mundo, mas também a confecção de material gráfico e cópias legendadas, o transporte das cópias para o exterior, seu armazenamento e conservação, além das despesas com a exportação. Em setembro passado, contudo, a diretoria da agência anunciou a suspensão do programa de apoio internacional, alegando falta de recursos. Em comunicado, a Ancine, sem querer (querendo?), culpa o governo Bolsonaro, ao alegar que o Programa de Apoio a Festivais foi “temporariamente” cortado “devido ao contingenciamento orçamentário determinado pelo Governo Federal”. O comunicado lembra ainda que o governo paralisou os trabalhos da Ancine, ao mencionar que a diretoria colegiada foi recomposta somente em janeiro de 2020, e só então “voltou a deliberar sobre as pautas represadas durante a vacância de diretores”. Deste modo, apenas a partir das primeiras reuniões da diretoria o programa poderá “ser reavaliado”. Mas já não foi nas duas primeiras, realizadas em fevereiro, onde houve a ratificação da suspensão e, por outro lado, aprovação de verbas para viagens internacionais de servidores da própria entidade. Além da Ancine, os filmes brasileiros também contavam com financiamento do Cinema do Brasil, um programa de exportação e fomento implementado em parceria pelo Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (SIAESP) e pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), ligada ao Ministério das Relações Exteriores. O apoio chegava a US$ 15 mil por produção até que, no ano passado, a então diretora de Negócios da Apex, Letícia Catelani, filiada ao PSL, interrompeu a distribuição dos recursos. Não se trata apenas de “política cultural”, mas econômica. As consequências diretas são o enfraquecimento da capacidade da indústria cinematográfica brasileira realizar negócios internacionais. Além de servir de mostra de filmes e da competição do Urso de Ouro, o Festival de Berlim também é um dos principais balcões de negócios da Europa, onde contratos de distribuição, financiamento e coproduções internacionais costumam ser fechados. Bons negócios não acontecem apenas com a exibição de filmes. Requerem material impresso, representação forte e até realização de eventos para o mercado, o que o governo brasileiro costumava apoiar até Bolsonaro ser eleito. Os países mais desenvolvidos do mundo transformam a produção cultural numa de suas maiores fontes de enriquecimento, mas o atual governo do Brasil prefere o empobrecimento em todos os sentidos.

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    Guerra Cultural: Bolsonaro nomeia pastor e diretora de festival cristão para a Ancine

    21 de fevereiro de 2020 /

    Jair Bolsonaro costuma repetir, nos mais de 40 eventos evangélicos que frequentou desde que assumiu a presidência da República, que o Estado é laico, mas ele é cristão. Mas com cada vez mais nomeações de cristãos e servidores “terrivelmente evangélicos” para cargos estratégicos, a linha que separa a atividade estatal da religião começa a se dissipar. Nesta sexta (21/2), o presidente nomeou um pastor e uma diretora de festival de cinema cristão para integrar a diretoria da Ancine. As indicações foram publicadas no Diário Oficial da União e agora o Senado precisa avaliar e aprovar os nomes de Edilásio Santana Barra Júnior e Verônica Brendler. Edilásio Barra, o “pastor Tutuca”, já faz parte dos quadros da Ancine. Em 2019, ele assumiu a Superintendência de Desenvolvimento Econômico da Ancine, responsável pela gestão do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), a verba que responde pela principal fonte de fomento à produção de cinema no país, e que se encontra congelada desde que Bolsonaro foi eleito. Ele também é apresentador de TV e bispo da Igreja Continental do Amor de Jesus. Verônica Brendler é produtora cultural e diretora do Festival Internacional de Cinema Cristão. Em seu currículo, ela cita “mais de 80 projetos aprovados pela Rei Rouanet”, além de ter realizado a 1ª Mostra de Cinema Cristão, dirigir a Escola de Cinema Cristão e organizar 30 encontros de cineastas cristãos. As indicações fazem parte do projeto de instalar “filtros” na liberação de verbas para a aprovação de filmes e séries no Brasil, anunciado por Bolsonaro no ano passado. Bolsonaro já tinha posicionado peça importante na nova orientação que pretende impor ao cinema brasileiro ao nomear Hiran Silveira, um diretor da rede Record, braço televisivo da Igreja Universal, para o comitê que administra o caixa do FSA. Seria uma forma “malandra” de driblar a Constituição, que estabelece que o presidente pode ser cristão, mas o Estado não. Na prática, porém, o Estado deixa de ser laico quando regras religiosas passam a determinar a produção cultural de um país, estabelecendo que tipo de conteúdo é incentivado e, consequentemente, o que será vetado.

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