Bolsonaro nomeou Regina Duarte para cargo que não existe
Pegadinha do Mallandro? O cargo para o qual Jair Bolsonaro nomeou a ex-atriz e ex-secretária da Cultura Regina Duarte não existe. O presidente da República disse que ela iria presidir a Cinemateca Brasileira, responsável pela preservação e difusão do patrimônio audiovisual brasileiro. Mas a Cinemateca deixou de ser administrada diretamente pelo governo federal há quatro anos, quando teve sua gestão transferida para uma organização social, a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto). Desde então, o governo faz um repasse anual à Roquette Pinto para gerir o espaço. No ano passado, a previsão era de entrada de R$ 13 milhões, mas só R$ 7 milhões foram transferidos até dezembro. Neste ano, nada. A falta de recursos é um espelho do desgoverno na área da Cultura, administrada de forma deliberadamente incompetente, com demissões em série e cancelamentos de contratos, que visam manter a Secretaria Especial da Cultura desestruturada e paralisada. No Congresso, parlamentares já relataram dificuldades para transferir recursos de emendas para a Cinemateca por impedimento por parte do governo federal em empenhá-las. Enquanto isso, os arquivos da Cinemateca já sofreram com incêndio e inundação nos últimos meses. Muito material precioso já foi perdido. Para piorar, Bolsonaro odeia “ongistas”, a quem já culpou por incendiar a Amazônia e jogar petróleo no litoral brasileiro, sem provas ou razão. Administrada por uma ONG autônoma, a Cinemateca não está ao alcance da caneta nomeadora do presidente. No máximo, Regina poderia participar da coordenação-geral, um cargo de confiança, como representante da Secretaria do Audiovisual para supervisionar as ações do equipamento. Mas até a Secretaria do Audiovisual está desestruturada. Como se não bastasse, a Acerp está em briga declarada com o governo, após o ministro da Educação romper contrato com a associação, que era responsável pelos programas da TV Escola. Uma solução seria o governo “estatizar” a administração da Cinemateca, para desagradar seu desestatizante ministro da Economia. Só após promover o retorno da Cinemateca à administração federal é que o governo poderia alocar sua diretoria. O mais provável, porém, é Bolsonaro fazer o que tem feito com relação a todas as decisões urgentes que precisa tomar na pasta da Cultura: nada. Simplesmente deixar o tempo passar. Responsável por costurar a saída de Regina Duarte da Secretaria Especial da Cultura, a deputada Carla Zambelli, principal bolsonarista da Câmara, confessou na quarta (20/1) para a imprensa que a formalização da ida da atriz para a Cinemateca de São Paulo “ainda está pendente”. E, como se pode apostar, assim ficará por muito tempo. Segundo a própria deputada, a nomeação depende de questões burocráticas que não têm prazo para serem resolvidas. Um detalhe que veio à tona em meio a essa indefinição foi uma indefinição ainda maior na pasta da Cultura. Aparentemente, Regina Duarte foi saída sem realmente sair, deixando um vácuo em seu lugar, que não será preenchido enquanto o governo protelar a questão da Cinemateca. “A secretária [Regina] não saiu ainda [do cargo]. Ela vai fazer a transição”, disse Zambelli no Palácio do Planalto, apontando que ela continua como secretária da Cultura, sem ser mais a secretária de Cultura. Os detalhes do que seriam essa transição não foram esclarecidos nem pela parlamentar, nem pelo Planalto e nem pela atriz. Se não existisse de verdade, o governo Bolsonaro seria um pesadelo digno de Kafka – que não é comida árabe, ao contrário do que acredita o ministro da Educação.
Jackpot: Showrunner do Arrowverso vai escrever filme de heroína do Aranhaverso
A Sony contratou o showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, para escrever um filme do Aranhaverso. Ele foi encarregado de adaptar a heroína Jackpot para o universo cinematográfico baseado nos quadrinhos do Homem-Aranha. A escolha não foi aleatória. Guggenheim já escreveu uma minissérie da personagem nos quadrinhos. Criada em 2007 pelo roteirista Dan Slott com arte de Phil Jimenez, a personagem é o alter ego de Sara Ehret, uma cientista que ganhou superforça e resistência após ser exposta a um vírus que reescreveu seu DNA. Mãe de um bebê, ela reluta em se dedicar à vida de combatente do crime e, após alguns meses de atividade, permite que outra mulher assuma seu uniforme. Mas Alana Jobson não tinha seus poderes e essa história termina de forma trágica. Não há detalhes sobre a trama cinematográfica. Especialista em quadrinhos, Marc Guggenheim também foi um dos responsáveis pelo roteiro de “Lanterna Verde” e está desenvolvendo outra adaptação do gênero para a Sony, baseada no cultuado mangá “GantZ”. Além de Jackpot, a Sony Pictures trabalha em muitos outros projetos do universo do Homem-Aranha, como a sequência de “Venom”, o vindouro “Morbius”. Nesta semana, o estúdio anunciou a contração da diretora S.J. Clarkson (“Jessica Jones”) para comandar um filme estrelado por uma heroína do Aranhaverso. Pode ser a própria produção de “Jackpot”, mas Madame Teia, Teia de Seda (Silk) e Mulher-Aranha também estão entre as personagens visadas pela Sony para o lançamento de longas individuais.
Megan Fox estrela clipe do cantor com quem teria caso
Para alimentar ainda mais as fofocas em torno do final de seu casamento, a atriz Megan Fox apareceu na cama de Machine Gun Kelly no novo clipe do cantor. No vídeo de “Bloody Valentine”, os dois se assumem como amantes, ao menos na ficção, e a atriz parece adorar a situação, que envolve dominar o parceiro em jogos sexuais violentos. O casamento de dez anos entre Megan e o também ator Brian Austin Green (de “Barrados no Baile”) acabou no começo da semana, após a atriz ser flagrada em fotos com Machine Gun Kelly. Os dois teriam se aproximado durante a filmagem de um longa, intitulado “Midnight in the Switchgrass”, que marca a estreia na direção do produtor Randall Emmett (de “O Irlandês”). “Ela conheceu esse Colson (nome real do cantor) no set de filmagens. Eu nunca o conheci. Megan e eu falamos sobre ele. Eles são apenas amigos no momento”, cotou Brian Austin Green em seu podcast, na segunda-feira (18/5), ao revelar o fim do casamento.
Esai Morales será vilão do próximo Missão: Impossível
A Paramount contratou Esai Morales, que viveu o vilão Exterminador na 2ª temporada de “Titãs”, para enfrentar Tom Cruise em “Missão: Impossível 7”. Ele viverá o antagonista da continuação, substituindo Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”), anteriormente escalado no papel. A mudança foi determinada pela suspensão das filmagens, devido à pandemia do novo coronavírus, que acabou criando conflito com a agenda de Hoult. Comprometido com outro projeto, houve sobreposição de datas e ele precisou sair da superprodução. Ainda não há previsão para a retomada das filmagens, mas “Missão: Impossível 7” e sua sequência já tiveram seus lançamentos adiados, respectivamente para 19 de novembro de 2021 e 4 de novembro de 2022. Além de Morales, o novo filme terá as voltas de Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Vanessa Kirby e até de Henry Czerny, que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Para completar, o elenco ainda incluirá novos personagens interpretados por Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”).
Diretor e roteirista de A Favorita farão faroeste de terror
O diretor grego Yorgos Lanthimos e o roteirista australiano Tony McNamara, que trabalharam juntos no premiado “A Favorita” (2018), vão retomar a parceria em “The Hawkline Monster”, adaptação do livro de faroeste gótico de Richard Brautigan, publicado originalmente em 1974. O livro acompanha dois pistoleiros contratados por uma adolescente para eliminar um monstro, que vive em uma caverna no porão da casa de uma mulher. Quando chegam ao local, eles se envolvem em uma aventura muito além de suas imaginações e percebem que o trabalho não era tão simples quanto parecia. Depois de “A Favorita”, McNamara criou a série “The Great”, sobre a imperatriz Catarina, a Grande, estrelada por Elle Fanning para a plataforma Hulu, e escreveu “Cruella”, sobre a vilã da Disney. Já Lanthimos filmou apenas dois curtas musicais. Produção da New Regency, “The Hawkline Monster” ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.
Lori Loughlin faz acordo por dois meses de prisão em caso de fraude
A atriz Lori Loughlin, intérprete da tia Becky em “Três é Demais” e “Fuller House”, aceitou se declarar culpada e cumprir dois meses de prisão, no caso em que é acusada de subornar uma universidade para aceitar suas filhas como estudantes. A pena de Loughlin ainda inclui 24 meses (dois anos) de liberdade condicional, em que terá que reportar as suas atividades ao governo. O marido da atriz, Massimo Giannulli, também aceitou se declarar culpado e deve passar cinco meses na cadeia. Até então, os dois vinham se declarando inocentes, com julgamento marcado para outubro. Eles foram acusados de pagar US$ 500 mil para a USC (University of Southern California) para aceitar suas duas filhas em uma bolsa reservada para atletas do remo — esporte que nenhuma das duas garotas pratica. Por meio de seus advogados, eles alegavam que os US$ 500 mil eram “uma doação legítima” para a instituição. Mas mudaram de ideia, após acompanharem o julgamento de outra mãe famosa, indiciada pelo mesmo crime. A atriz Felicity Huffman (de “Desperate Housewifes e da recente minissérie “Olhos que Condenam”) se declarou culpada desde o início, fez um mea culpa e foi condenada a apenas duas semanas de prisão, saindo três dias antes do previsto em sua sentença. Além das duas, uma investigação do FBI revelou que vários pais milionários pagavam subornos para conseguir vagas para seus filhos nas melhores universidades dos EUA, fraudando o sistema de aprovação por desempenho acadêmico e/ou atlético.
Liga da Justiça: “Syder Cut” ganha teaser e coleção de pôsteres
Depois de passar três anos negando a existência do “Snyder Cut”, a Warner agora não pára de promovê-lo. Com o lançamento confirmado para 2021 na plataforma HBO Max, a versão reeditada de “Liga da Justiça” ganhou uma coleção de pôsteres individuais e até um teaser, com a reação de alguns fãs, durante a revelação do projeto pelo diretor Zack Snyder. Veja abaixo. Oficialmente intitulado, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será bem diferente daquela exibida nos cinemas. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova empresa, WarnerMedia, a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A diretoria da nova Warner não só topou como vai desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Será curioso comparar o resultado com o filme exibido em 2017.
Skeet Ulrich diz que saiu de Riverdale porque estava “entediado”
A série “Riverdale” vai voltar com menos dois integrantes de seu elenco na 5ª temporada. Skeet Ulrich e Marisol Nichols, que vivem F.P. Jones e Hermione Lodge, tiveram suas saídas antecipadas em fevereiro, antes que as gravações fossem interrompidas pela pandemia do novo coronavírus. Agora, Ulrich explicou o que motivou sua saída da atração juvenil, durante uma transmissão ao vivo no Instagram. Ao lado de sua namorada, a modelo Megan Blake Irwin, o ator respondeu a um fã sobre o motivo de sua saída. “Eu saí de ‘Riverdale’ porque estava entediado criativamente. Pronto, eu dei a resposta mais sincera possível a vocês”. Ouvindo a resposta “sincerona”, a modelo pareceu surpresa, arregalando os olhos e dizendo: “Okay…”. O ator será visto a seguir em “BIOS”, sci-fi estrelada por Tom Hanks, que supostamente estreia em outubro nos cinemas.
Kendall Jenner vai indenizar vítimas da fraude do Fyre Festival
A modelo Kendall Jenner vai ter que indenizar um grupo de vítimas do fiasco que se tornou o Fyre Festival de 2017, tema de dois documentários – na Netflix e na Hulu. Promovido como uma versão luxuosa dos grandes festivais de música, o empreendimento se revelou uma grande roubada, com falta de comida, hospedagem barraqueira, deficiência sanitária e ausência dos artistas anunciados, entre outros perrengues. Kendall foi uma das modelos contratadas para divulgar a mentira dos promotores nas redes sociais. Ela e outras famosas publicaram posts promocionais do evento no Instagram, semanas antes do festival, que aconteceu entre o fim de abril e o começo de maio de 2017 em Great Exuma, uma ilha das Bahamas. Sem informar seus seguidores que tinha sido paga pela postagem, que lhe rendeu US$ 275 mil, Jenner prometeu a eles que encontrariam “modelos famosas” por lá e que também teriam “experiências gastronômicas de primeira classe”. Mas até mesmo os sanduíches servidos ao público pagante do Fyre Festival tinham queijo reduzido – e, em alguns casos, nem sequer queijo tinham, tamanha foi a miséria do evento. Alguns consumidores que pagaram pelas férias dos sonhos nas Bahamas entraram com uma ação coletiva contra a estrela das passarelas, por considerar que ela compactuou com a fraude. Para evitar o processo, Jenner ofereceu um acordo financeiro fora dos tribunais, o que acabou sendo selado. E ela ainda teve lucro. Vai pagar apenas US$ 90 mil, um terço do que recebeu, para as vítimas do golpe. Além dela, também estão sendo processados a modelo Emily Ratajkowski e os músicos Migos, Blink-182, Lily Yachty e Pusha, pelos mesmos motivos. Menos sorte teve Billy McFarland, um dos realizadores do Fyre Festival, que foi condenado a seis anos de prisão em 2018 por fraude.
The Old Guard: Charlize Theron é guerreira imortal no primeiro trailer da adaptação de quadrinhos
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “The Old Guard”, novo filme de ação estrelado por Charlize Theron (“Velozes & Furiosos 8”) e inspirado na história em quadrinhos de mesmo nome. Na trama, Charlize vive Andy, uma guerreira imortal com mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um pequeno grupo de imortais que se dedica a desfazer injustiças ao redor do mundo. Mas está cansada, desgastada e desiludida por achar que não está atingindo o impacto positivo esperado. Até que descobre uma nova imortal, Nile Freeman (KiKi Layne, de “Se a Rua Beale Falasse”), e a chegada da “novata” é exatamente o que Andy precisava para recuperar a fé em sua missão. O elenco internacional ainda destaca o inglês Chiwetel Ejiofor (“Doutor Estranho”) como um agente da CIA obcecado por encontrar o grupo e descobrir a origem de seus poderes — que, por sinal, nem os próprios imortais conhecem – , além do holandês Marwan Kenzari (o Jafar do live-action de “Aladdin”), o italiano Luca Marinelli (“Martin Eden”), o belga Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), a inglesa Natacha Karam (“9-1-1: Lone Star), a vietnamita Van Veronica Ngo (“Bright”), o inglês Harry Melling (o Dudley da franquia “Harry Potter”) e a romena Anamaria Marinca (“Mars”). O roteiro é assinado pelo autor dos quadrinhos em que o filme se baseia, Greg Rucka (autor também dos quadrinhos que inspiraram a série “Stumptown”). Já a direção está a cargo de Gina Prince-Bythewood (“Além dos Limites”). “The Old Guard” tem estreia marcada para o dia 10 de julho em streaming.
Shows clássicos: Documentários de Yes, Bowie, Velvet, Pink Floyd, Roxy Music, James Brown, Marvin Gaye, etc
Pipoca Moderna retoma o festival de documentários musicais históricos, iniciado com uma retrospectiva dos anos 1960 e a primeira parte da curadoria dedicada à década de 1970. Depois do glam rock, a nova seleção avança pelo rock progressivo, kraut rock, psicodelia, pega o final do glam, embala no soul e se acaba no funk. São 26 shows, que representam o apogeu do rock mais viajante e a ascensão da música dançante nos anos 1970. A lista inclui o fantasmagórico concerto do Pink Floyd nas ruínas de Pompéia, um raro registro de Lou Reed, John Cale e Nico tocando o catálogo do Velvet Underground, David Bowie descobrindo os “young americans” do funk, Curtis Mayfield com o repertório de “Superfly”, etc. Só tem performance clássica. Confira abaixo. #FiqueEmCasa. #StayHome. Pink Floyd | 1972 Genesis | 1973 Yes | 1972 Traffic | 1972 Supertramp | 1979
The Last Days of American Crime: Adaptação de quadrinhos ganha trailer e imagens
A Netflix divulgou o pôster, 11 fotos e o trailer legendado de “The Last Days of American Crime”, filme de ação baseado nos quadrinhos homônimos escritos por Rick Remender, autor de “Deadly Class”. A trama se passa no futuro próximo, na véspera da extinção dos crimes. Para acabar com atividades ilegais, o governo americano desenvolveu um tecnologia sonora capaz de inibir qualquer comportamento criminoso. De posse dessa informação, um filho de mafiosos (vivido por Michael Pitt, de “Ghost in the Shell”) se alia a um assaltante (Édgar Ramírez, de “A Garota no Trem”) e uma hacker (Anna Brewster, de “Versailles”) para cometer o último grande assalto do país antes que o sinal seja ativado. A adaptação foi escrita por Karl Gajdusek (“Oblivion”) e a direção está a cargo do francês Olivier Megaton (“Busca Implacável 3”). A estreia está marcada para 5 de junho.
A Ordem: 2ª temporada ganha data de estreia na Netflix
A 2ª temporada de “A Ordem” (The Order) teve sua data de estreia revelada. O Instagram oficial da série da Netflix divulgou que o novo ano chegará à plataforma em 18 de junho. Veja abaixo. Serão mais 10 novos episódios da trama juvenil, que mistura fantasia e horror. A trama gira em torno de um calouro, escolhido para entrar numa ordem secreta de sua universidade e se tornar um mágico. Mas algo sombrio ronda a escola, determinado a matar seus alunos. Empurrado para um mundo de magia, monstros e intrigas, ele descobre segredos de família e uma batalha clandestina entre lobisomens e praticantes de magia negra. A série é uma produção canadense da Nomadic Pictures (produtora de “Van Helsing”). Foi criada pelo roteirista Dennis Heaton (“Ghost Wars”) e seu elenco inclui Jake Manley (o Fisher de “iZombie”), Sarah Grey (a Stargirl de “Legends of Tomorrow”), Matt Frewer (o Dr. Leekie em “Orphan Black”), Sam Trammell (o Sam de “True Blood”) e Max Martini (do filme “Círculo de Fogo”). Ver essa foto no Instagram Season 2. June 18. Uma publicação compartilhada por The Order (@theorder) em 20 de Mai, 2020 às 7:02 PDT












