Green Day lança clipe com ajuda do cachorrinho de Billie Joe Armstrong
A banda Green Day lançou o clipe de mais um cover, tradição estabelecida pelo vocalista Billie Joe Armstrong durante o isolamento social em decorrência da pandemia de coronavírus. O novo vídeo também é mais uma produção caseira, que usa imagens de bastidores e shows antigos, e conta com a participação especial de Lenny, o cachorrinho do cantor, que “sonha” todas as cenas. Nas redes sociais, Billie escreveu que “Lenny tem sonhado em voltar a fazer turnês, então nós três pensamos em lhe dar uma trilha”. A música que embala esse sonho canino não poderia ter título mais adequado. Trata-se de um cover de “Dreaming”, sucesso da banda Blondie de 1979. Confira o clipe da gravação abaixo.
Ayer Cut: HBO Max também pode lançar versão do diretor de Esquadrão Suicida
Depois da repercussão do anúncio do lançamento do “Snyder Cut”, versão do diretor Zack Snyder para o filme “Liga da Justiça”, a HBO Max pode lançar também uma nova versão de “Esquadrão Suicida”. A sugestão foi feita pela AT&T, empresa que comprou a Time Warner, transformou-a em WarnerMedia e está por trás da prioridade dada ao lançamento da plataforma de streaming do estúdio. Respondendo a um fã no Twitter, que iniciou a campanha pelo “Ayer Cut”, o perfil oficial da AT&T respondeu, primeiro, que “uma coisa de cada vez” e acrescentou: “Tudo é possível, só é preciso um pouco de mágica”, junto de um gif da personagem Magia no filme. Diante da troca de mensagens, David Ayer, o diretor de “Esquadrão Suicida”, resolveu entrar na campanha, comentando o post da AT&T com um simples “no aguardo”. Confira abaixo. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Após ver o filme dilacerado na imprensa, Ayer chegou a comentar que a produção teve “seis ou sete” montagens diferentes. Ele até detalhou algumas versões, que poderiam facilmente virar o “Ayer Cut”. “Tínhamos uma versão linear do começo ao fim”, disse, há quatro anos. “Começávamos com June na caverna, e depois contávamos a história de cada um dos vilões e suas prisões”, contou. “Depois, tivemos uma versão em que eles estão sentados em suas celas e se lembram do passado, de tudo o que aconteceu com eles. Mas essas versões confundiam um pouco o público-teste, que ficou desorientado, sem saber quem acompanhar e em que prestar atenção”. “Foi aí que bolamos a montagem que você vê no filme, com Amanda Waller apresentando o dossiê de cada um dos personagens”, concluiu, apelidando a versão exibida como a “Versão Dossiê”. Além disso, o ator Jared Leto revelou que o material cortado daria um filme solo do Coringa. Na ocasião, porém, o diretor jogou água fria nos que gostariam de ver uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida é a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Ou seja, ele compartilhou e aceitou cada sugestão de modificação feita em conjunto com os produtores e o estúdio – inclusive a montagem realizada pela equipe que criou o trailer. E ainda afirmou que não existia “uma edição secreta do filme com um monte de cenas do Coringa escondida por aí”. Mas, de acordo com fontes ouvidas na época pela revista The Hollywood Reporter, a versão final de “Esquadrão Suicida” não foi realmente o filme concebido por Ayer. Sua versão era densa e sombria, e foi modificada por terceiros para se tornar mais leve e engraçada. A reportagem confirmava o que diziam os boatos: que todas as piadas do roteiro original estavam nos primeiros trailers e que o resto do filme se levava muito a sério. Para complicar ainda mais a situação, os trailers, que seriam completamente diferentes do filme, fizeram muito sucesso. O que levou a Warner a procurar a empresa responsável por editá-los, a Trailer Park, para produzir uma edição alternativa do “Esquadrão Suicida”, enquanto Ayer ainda estava filmando. Em março, o estúdio começou a testar as duas versões: a séria de Ayer e a mais leve do Trailer Park. E as reações do público foram divididas. Como o diretor se mostrou receptivo a participar do processo, a Warner buscou encontrar um meio termo. Toda a abertura foi alterada, passando a trazer introduções dos vilões e gráficos coloridos – a tal “Versão Dossiê”. No filme original de Ayer, as cenas de “introdução” faziam parte de flashbacks espalhados ao longo da projeção. A mudança deixou a história leve no começo e pesada no fim. Assim, para equilibrar um pouco mais a trama, o estúdio concordou em aumentar seus gastos, com a reconvocação do elenco para filmagens extras. O objetivo foi inserir mais cenas engraçadas, como a blogosfera tinha apurado, e não apenas para aumentar a ação da trama, como a equipe justificou. Ao final, o resultado foi emendado e reeditado por um batalhão de profissionais contratados para dar a forma final ao filme, que se materializou apenas durante a montagem. Portanto, qual seria o chamado “Ayer Cut”? Anything is possible. All it takes is a little magic. 💙 pic.twitter.com/Q418GTJodw — AT&T (@ATT) May 22, 2020
Regina Duarte defende sua gestão na Cultura com ataques à esquerda
Regina Duarte já tenta fazer controle de danos de sua breve passagem pela Secretaria Especial da Cultura do desgoverno atual. Em artigo publicado nesta sexta-feira (22/5) no jornal O Estado de S. Paulo, ela se defendeu das críticas “à esquerda e à direita” que recebeu enquanto foi a secretária cultural de Bolsonaro, mas principalmente “à esquerda”. Dizendo-se consciente de que sua passagem pela Secretaria seria alvo de críticas, ela afirma que assumiu a missão com a convicção de que teria de “enfrentar interesses entrincheirados em ideologias cujo anacronismo não parece suficiente para sepultá-las”, mas mesmo assim lamenta “a ação coordenada de apedrejar uma pessoa que, há mais de meio século, vem se dedicando às artes e à dramaturgia brasileira”. No artigo, Regina diz ter sido “formuladora de diretrizes” na política cultural de Bolsonaro, sem detalhar suas realizações nos 77 dias em que esteve à frente da pasta. E sem trabalho para mostrar, o texto se revela apenas um roteiro para papel de vítima. Não da direita, que promoveu hashtag #ForaRegina, mas de colegas “de esquerda”. Os colegas que ficaram horrorizados com sua falta de sensibilidade às vítimas reais, da covid-19, e sua defesa da ditadura, com direito à marchinha patriótica, durante a entrevista fatídica para a CNN Brasil, em que tentou agradar terraplanistas para permanecer no cargo. “Amo meu país, sim, e tenho deixado isso sempre bem claro, a ponto de, numa recente entrevista à TV, ter cantado a conhecida marchinha dos anos 70, que fala de ‘todos ligados na mesma emoção’. Nada a ver com defesa da ditadura, como quiseram alguns, mas com o sonho de brasilidade e união que venho defendendo ao longo de toda a minha vida”, justificou a atriz. “E me desculpo se, na mesma ocasião, passei a impressão de que teria endossado a tortura, algo inominável e que jamais teria minha anuência, como sabem os que conhecem minha história. Dito isso, não será o veneno destilado nas redes sociais que me fará silenciar nem renegar amor à minha pátria”. Ela chega a lembrar da novela “Roque Santero”, de Dias Gomes, e seu famoso papel como a Viúva Porcina para dizer que enfrentou a censura nos primórdios da redemocratização – o que é meia-verdade. “Nos anos 80, na pele da Viúva Porcina e integrante do elenco da novela ‘Roque Santeiro’, enfrentei a censura nos primórdios da redemocratização. Fui aplaudida”, falou. “Duas décadas mais tarde, não me abstive de alertar a sociedade sobre a ameaça que representaria para o País um governo de matiz notoriamente socialista. Fui vaiada”. Na verdade-inteira, “Roque Santero” foi completamente censurada pela ditadura e proibida de ser produzida, mas em sua primeira versão, em 1975. Na ocasião, Betty Faria interpretaria a viúva “que foi sem nunca ter sido”. Regina até participou de movimento de repúdio à produção da obra, mas quando a novela foi liberada uma década depois, permitindo que ela vivesse Porcina, o Brasil já tinha um civil na presidência, José Sarney, e a infame Dona Solange, a burocrata que encarnou a censura no Brasil, já estava com a tesoura confiscada, de forma que Regina não enfrentou censura nenhuma para viver esse papel. Ao mesmo tempo, ela chama de “ameaça” “de matiz notoriamente socialista” um governo que, ao ser eleito, jamais ameaçou a democracia ou promoveu atos contra os poderes legislativo e judiciário, em defesa de um novo AI-5, como a administração da qual ela fez parte. Regina não enxerga essas diferenças. Pior: ela diz que chamar atenção para essas diferenças é ruim e sintomático de uma “infodemia” de esquerda. A citação a uma pandemia não vem com a lembrança, tão cobrada pelos artistas, às vítimas da covid-19, mas a uma “pandemia de informações tendenciosas em que conta o viés de quem as veicula e não o factual isento, não a verdade”. Trata-se, por óbvio, de uma visão ideológica do que é “verdade” – para bolsonaristas, ideológica é a “esquerda” e a verdade é “de direita”. Por fim, Regina Duarte acrescenta que o país precisa “de uma política cultural que transcenda ideologias”. Ou seja, que transcenda a esquerda. E finaliza: “Num país que tivesse nas comunicações uma elite pensante que não optasse pelo ‘quanto pior, melhor’, esse era o trabalho que deveria estar sob os holofotes da opinião pública – nunca a minha pessoa”. Vale lembrar, já que Regina esqueceu, que a elite que está nas comunicações lhe pagou salário por cinco décadas, e foi lembrada por ela, em seu próprio texto, via citação de novela, como produtora de arte que merecia ser defendida de um governo autoritário, na época em que estavam “todos ligados na mesma emoção”.
Cachorro de O Artista é eleito melhor astro canino da história do Festival de Cannes
O famoso cachorrinho Uggie, que faleceu em 2015, ganhou uma homenagem póstuma do Festival de Cannes nesta sexta-feira (22/5). O cãozinho da raça Jack Russell, vencedor do troféu de Melhor Ator Canino do festival em 2011, ao roubar as cenas de seus colegas humanos no filme vencedor do Oscar “O Artista”, foi celebrado com o troféu “Palma Canina das Palmas Caninas”, como o melhor vencedor canino dos 20 anos de história desta premiação. “Uggie ficaria muito orgulhoso disso”, disse seu treinador Omar von Muller, ao receber o troféu, em forma de coleira, em sua casa em Los Angeles. Falecido em 2015, aos 13 anos, Uggie ficou mundialmente conhecido pelo papel de companheiro do ator francês Jean Dujardin no filme em preto e branco, sobre a transição do cinema mudo para o falado em Hollywood. Mas ele fez muitos outros filmes, como “Roqueiros” (2005), “Sr. Cupido” (2006), “Água para Elefantes” (2011) e “Os Candidatos” (2012), além de ter aparecido num episódio da série “Key and Peele” (em 2012) pouco antes de se aposentar, para, segundo seu treinador, viver seus últimos anos brincando e descansando. Uggie se tornou o primeiro cachorro a deixar as marcas de suas patinhas ao lado das impressões de astros como Marilyn Monroe e Clark Gable em frente ao Grauman’s Chinese Theater de Hollywood, além de participar das cerimônias do Globo de Ouro e do Oscar. Ele também “escreveu” um livro sobre sua vida.
Little Fires Everywhere: Amazon estreia minissérie com Reese Witherspoon e Kerry Washington
A plataforma da Amazon estreia nesta sexta (22/5) a minissérie “Little Fires Everywhere”, estrelada por Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Kerry Washington (“Scandal”). Lançada em março nos EUA, a trama adapta o livro homônimo de Celeste Ng, lançado no Brasil sob o título “Pequenos Incêndios por Toda Parte”. A história acompanha duas famílias distintas que se aproximam numa comunidade rica de Shaker Heights, Ohio, durante os anos 1990. Uma delas é liderada por Elena (Witherspoon) e Bill Richardson (Joshua Jackson, de “The Affair”), casal da classe alta, com “problemas de classe alta”, que aluga uma casa para uma artista misteriosa, Mia Warren (Washington), que vive de forma itinerante com sua filha, Pearl (Lexi Underwood, de “Reunião de Família”), e cuja a história é revelada ao longo dos oito episódios. O detalhe é que este relacionamento gera um futuro incêndio, que destrói completamente a mansão da personagem de Witherspoon, em uma cena mostrada nos primeiros segundos da atração. Segundo a sinopse, as duas “viram suas vidas do avesso”. “A história explora o peso dos segredos, a natureza da arte e da identidade, a atração feroz da maternidade – e o perigo de acreditar que seguir as regras pode evitar um desastre”. Quem assina os roteiros é a showrunner Liz Tigelaar (criadora da série “Life Unexpected”) e o elenco também inclui Lexi Underwood (“Reunião de Família”), Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”), Jordan Elsass (“Macabre”), Gavin Lewis (“O Príncipe de Peoria”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”), Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”), Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) e Lu Huang (“Pássaro do Subúrbio”). “Little Fires Everywhere” é uma realização da Hello Sunshine, produtora de Witherspoon, que também fez “Big Little Lies” no canal pago HBO e emplacou “The Morning Show” e mais duas séries, ainda inéditas, na Apple TV+. Veja abaixo o trailer legendado para o lançamento no streaming da Amazon Prime Video.
Filmagens de Avatar 2 serão retomadas na semana que vem
O produtor Jon Landau anunciou que as filmagens de “Avatar 2” já vão ser retomadas, com toda a equipe pronta para retomar seus trabalhos. Ele postou a notícia em seu Instagram, acompanhada por uma foto do set, que mostra dois barcos criados para a produção, batizados de Matador e Picador. Nomes delicados. A sequência de uma das maiores bilheterias de todos os tempos teve suas filmagens paralisadas no meio de março, como prevenção contra a pandemia de coronavírus, e elas serão retomadas na próxima semana, na Nova Zelândia. “Nossos sets de ‘Avatar’ estão prontos – e não poderíamos estar mais animados de voltar à Nova Zelândia na semana que vem”, escreveu Landau. A Nova Zelândia foi um dos poucos países a decretar lockdown logo no começo da pandemia. Fechou tudo e, após a população ficar trancada em casa por dois meses, sua curva de contaminação entrou em queda vertiginosa, permitindo um relaxamento da quarentena. O diretor James Cameron já estava trabalhando no filme desde o ano passado, mas as filmagens são complexas, pois envolvem dois longas, “Avatar 2” e “Avatar 3”, que estão sendo rodados simultaneamente, visando terminar o primeiro para lançamento em dezembro de 2021 e o outro no final de 2023. Ver essa foto no Instagram Our #Avatar sets are ready — and we couldn’t be more excited to be headed back to New Zealand next week. Check out the Matador, a high speed forward command vessel (bottom) and the Picador jetboat (top) — can’t wait to share more. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 21 de Mai, 2020 às 2:47 PDT
Atriz de Elite lança clipe com Luísa Sonza, Paula Fernandes e o elenco da série
Conhecida por seu papel na série “Elite”, a mexicana Danna Paola também é uma cantora de sucesso, que começou a carreira quando ainda era criança. Nesta semana, a intérprete de Lucrécia lançou o clipe de seu novo single, “Contigo”, que em 48 horas atingiu 3 milhões de visualizações. O vídeo conta com colegas de elenco de “Elite”, os espanhóis Ester Expósito (Carla), Georgina Amorós (Cayetana) e o novato Sergio Momo (Yeray), além de trazer participações das brasileiras Luísa Sonza e Paula Fernandes, do colombiano Sebastian Yatra, da banda pop britânica New Hope Club e muitos outros que aparecem entre a profusão de rostos de videoconferência na tela. Confira e tente identificar todo mundo abaixo.
Tenet: Thriller misterioso de Christopher Nolan ganha novo trailer legendado
A Warner divulgou o segundo trailer legendado de “Tenet”, o novo e misterioso thriller de Christopher Nolan (“Interestelar”). A prévia mostra uma organização capaz de inverter o fluxo do tempo e que usa esse poder para salvar pessoas de perigos eminentes e “tentar impedir a 3ª Guerra Mundial”. Não há maiores explicações, mas é possível ver balas que disparam na direção contrária de tiros e carros capotando de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem”. O elenco inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” deveria estrear em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Mas como a pandemia de coronavírus mantém os cinemas fechados, o trailer troca a data definitiva por em “breve”, ao mesmo tempo que ressalta que a estreia será “somente nos cinemas”. Ou seja, o estúdio vai esperar o quanto for necessário para a exibição em tela grande – IMAX, incluso.
ABC renova sete séries veteranas, incluindo os dramas A Million Little Things e The Rookie
A rede ABC apostou na consolidação de sua programação ao anunciar a renovação de sete séries veteranas: as comédias “The Goldbergs” (8ª temporada), “Black-ish” (7ª temporada), “American Housewife” (5ª temporada), “The Conners” (3ª temporada) e “Mixed-ish” (2ª temporada), além dos dramas “A Million Little Things” e “The Rookie” (ambos vão pra 3ª temporada). “Em um momento em que estamos fisicamente separados e as experiências compartilhadas importam mais do que nunca, esses programas são base da estratégia que nos colocou em 1º lugar nesta temporada – aproximando pessoas, criando momentos culturais e criando conteúdo que diverte e inspira gerações”, afirmou a presidente da rede, Karey Burke, em comunicado. “Nossa principal prioridade agora é trabalhar com nossos parceiros de estúdio para garantir um retorno seguro às produções, para que possamos aproveitar o forte momento de uma programação vencedora”, acrescentou. As renovações desta quinta (21/5) juntam-se a anúncios anteriores, que reforçam a continuidade das atrações consagradas no canal, como os dramas “Grey’s Anatomy” e seu spin-off “Station 19”, sem esquecer do novo sucesso “The Good Doctor”. Em compensação, três séries tradicionais da emissora foram encerradas: “Modern Family”, “How to Get Away with Murder” e “Fresh off the Boat”, que serão substituídas por novos projetos em 2021.
Stumptown é renovada para 2ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Stumptown” para sua 2ª temporada. A série estrelada por Cobie Smulders (intérprete da agente da SHIELD Maria Hill nos filmes da Marvel) foi um dos melhores lançamentos da TV aberta americana na temporada recém-finalizada, mas não tinha um grande público, vista por 2,6 milhões em sua season finale. Em compensação, a avaliação do Rotten Tomatoes atingiu 92% de aprovação, com base no piloto. Baseada na história em quadrinhos homônima de Greg Rucka (“Terror na Antártida”), desenhada por Matthew Southworth, a trama acompanha Dex Parios (Smulders), uma ex-militar do exército dos EUA que trabalha como detetive particular em Portland. Inteligente, durona e assertiva, ela enfrenta a má vontade da polícia local, sua própria inexperiência como investigadora, a falta de dinheiro e decisões erradas em sexo e apostas, enquanto resolve seus casos. O elenco também inclui Michael Ealy (“Secrets and Lies”), Jake Johnson (“New Girl”), Camryn Manheim (“Ghost Whisperer”), Tantoo Cardinal (“Frontier”) e Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”). Adaptada por Jason Richman (criador de “Detroit 1-8-7”), a série ainda conta com o cineasta Ruben Fleischer (“Venom”) entre seus produtores.
ABC cancela Emergence, Bless This Mess, Schooled e Single Parents
A rede ABC cancelou a sci-fi “Emergence” e mais três comédias, “Bless This Mess”, “Schooled” e “Single Parents”. “Emergence” era a única estreante, e seu desempenho deixava tanto a desejar que os produtores conceberam o final da temporada inaugural como possível fim da série. Exibido em janeiro, o último capítulo foi visto por apenas 1,8 milhão de espectadores ao vivo. Em contraste com os 94% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, a série era fraquíssima – a forma como o site avalia séries é totalmente equivocada, baseada apenas na exibição do piloto. Criada por Tara Butters e Michele Fazekas, dupla responsável por “Reaper” e “Kevin (Probably) Saves the World”, “Emergence” era um “Exterminador do Futuro” com robô-criança. Na trama, a xerife Jo (interpretada por Allison Tolman, de “Fargo”) encontrava uma menina sem memórias no local de um acidente misterioso e acabava levando-a para sua casa, sem saber que ela era uma inteligência artificial com corpo de criança, cuja evolução poderia causar o fim do mundo. Uma das reviravoltas incluía a ameaça de outros robôs de aparência humana, que viajam para eliminar Sarah Conn… Jo e pegar sua “filha” (Alexa Swinton, da série “Billions”) para acabar com a humanidade. “Bless This Mess”, “Schooled” e “Single Parents” estavam todas em suas segundas temporadas. O destaque era “Schooled”, spin-off de “The Goldbergs” passado nos anos 1990, que saiu do ar diante de 3,2 milhões de espectadores na quarta passada (13/5). No mesmo dia, “Single Parents” se despediu com uma audiência de 2,5 milhões. Já “Bless This Mess” tinha mais público que todas as demais, atingindo 3,8 milhões de espectadores em seu final – mais pessoas, inclusive, que “Prodigal Son”, que a Fox renovou. O apelo estava no carisma dos intérpretes principais, Lake Bell (“Childrens Hospital”) e Dax Shepard (“The Ranch”). A atriz também era uma das criadoras da série, sobre um casal que se mudava da cidade grande para o campo.
Prodigal Son é renovada para 2ª temporada
A rede Fox anunciou a renovação de “Prodigal Son” para sua 2ª temporada, que assim se tornou a última série a definir seu destino na programação da emissora. A série teve um desempenho mediano, com 3,3 milhões de espectadores ao vivo e 54% de aprovação da crítica, na medição do site Rotten Tomatoes. Mas, no final, a decisão de renovar a série dependeu mais da disponibilidade de Michael Sheen (“Masters of Sex”), que tinha contrato apenas para uma temporada. Com nova assinatura do ator, a atração voltará ao ar em 2021. Produzida por Greg Berlanti, o produtor com mais séries no ar atualmente e em todos os tempos, “Prodigal Son” é uma espécie de “Hannibal”/”O Silêncio dos Inocentes” em versão família. A produção traz Tom Payne (o Jesus de “The Walking Dead”) como um psicólogo forense que ajuda a polícia a capturar serial killers, graças à seu conhecimento íntimo sobre como eles pensam. Esta especialidade é resultado de uma experiência traumática: a descoberta, na infância, de que seu pai (Michael Sheen) era um psicopata famoso, o serial killer conhecido como Cirurgião, que agora lhe dá dicas sobre como psicopatas pensam, em encontros na prisão. “Desde o momento em que o ‘Prodigal Son’ estreou, os fãs ficaram cativados pelas surpreendentes performances de Tom Payne e Michael Sheen, que enfrentam um dos relacionamentos familiares mais únicos da televisão”, disse o presidente da Fox Entertainment, Michael Thorn, no comunicado sobre a renovação. Criada por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception”, a série também aborda os demais integrantes da família do protagonista, como uma mãe manipuladora, vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). O elenco ainda inclui Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”), Frank Harts (“The Path”) e Keiko Agena (“The First”).
Outmatched é cancelada no final da 1ª temporada
A rede americana Fox cancelou “Outmatched”, série de comédia estrelada por Jason Biggs (“American Pie”) e Maggie Lawson (“Psych”), após o final da 1ª temporada. Desenvolvida por Lon Zimmet (“LA to Vegas”), “Outmatched” foi a única comédia lançada pela Fox na temporada recém-encerrada, e não conseguiu agradar nem público e crítica, com um média de 2,3 milhões de espectadores ao vivo e somente 22% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A produção era uma sitcom tradicional, com auditório e claque, sobre um casal de classe baixa de Atlantic City (Jason e Maggie) que tenta sobreviver com pouco dinheiro e criar quatro filhos. O detalhe é que todas as crianças são mini-gênios, que os pais mal conseguem entender. As crianças eram interpretadas por Connor Kalopsis (“The Grinder”), Ashley Boettcher (“Dia Amarelo”), Jack Stanton (“The Mick”) e Oakley Bull (“Querido Menino”).











