Estreias online: 10 séries para maratonar no fim de semana
A multiplicação de opções de serviços de streaming, impulsionadas pelo mercado e pela pandemia, aumentaram as ofertas de séries online quase na mesma proporção das estreias de filmes digitais. Além das produções exclusivas da Netflix e seus rivais, os títulos que normalmente iriam para a TV paga agora também estão migrando para as plataformas, transformando as maratonas no “novo normal” das séries. Com o aumento da cobertura semanal de lançamentos, tornou-se necessário introduzir alguns ajustes. Assim como fizemos com a seção de filmes online, a partir desta edição destacaremos apenas as cinco principais novidades com comentários, complementando a lista de estreias com até mais cinco trailers de produções acima da média, de forma a totalizar no máximo 10 dicas semanais. Confira abaixo nosso novo Top 10 com as melhores séries para maratonar neste fim de semana. Bom Dia, Verônica | Brasil | 1ª Temporada A série criminal brasileira acrescenta elementos de abuso doméstico ao conhecido tema da caça ao serial killer. A Verônica do título (Tainá Müller, de “Tropa de Elite”) trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, Verônica acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado, na mesma semana em que recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Mas ao se aprofundar nessas investigações, enfrenta um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria vida. A produção também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como o marido dela, um serial killer inteligente e perigoso que leva uma vida aparentemente normal. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no livro de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também participam da produção. O próprio Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”) criou a adaptação, que conta com Ilana Casoy entre os roteiristas e tem direção do cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). Vale lembrar que os dois autores também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente à espera da reabertura dos cinemas. Disponível na Netflix Filho Pródigo | EUA | 1ª Temporada Produzida por Greg Berlanti, o produtor com mais séries no ar atualmente e em todos os tempos, “Prodigal Son” (título original) é uma espécie de “Hannibal” em versão família. A trama traz Tom Payne (o Jesus de “The Walking Dead”) como um psicólogo forense que ajuda a polícia a capturar serial killers graças à seu conhecimento íntimo sobre como eles pensam. Esta especialidade é resultado de uma experiência traumática: a descoberta, na infância, de que seu pai (Michael Sheen, de “Belas Maldições”) era um psicopata famoso, conhecido como Cirurgião. Criada por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception”, a série também aborda os demais integrantes da família do protagonista, como uma mãe manipuladora, vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). Disponível na Globoplay American Horror Story | EUA | 9 Temporadas A famosa antologia de terror criada por Ryan Murphy e Brad Falchuck chega com todos seus episódios na Globoplay, muitos deles consagrados com prêmios. Além de popularizar o formato das séries de terror que contam histórias diferentes e completas a cada temporada, a atração ainda lançou a carreira de atriz de Lady Gaga, que venceu o Globo de Ouro ao estrelar o quinto ano da produção. Seu elenco de astros também destaca Sarah Paulson, Evan Peters, Denis O’Hare, Kathy Bates, Jessica Lange, Frances Conroy, Lily Rabe, Angela Bassett, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Taissa Farmiga, Billie Lourd e muitos outros, que costumam aparecer em várias temporadas como personagens diferentes – mas às vezes também retomando papéis anteriores, uma vez que a atração acabou demonstrando, nas tramas mais recentes, que todas as suas histórias são conectadas. Disponível na Globoplay Emily em Paris | EUA | 1ª Temporada Estrelada por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), filha do cantor Phil Collins, e desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City” (além da mais recente “Younger”), “Emily em Paris” é uma comédia romântica passada num dos cenários mais tradicionais das comédias românticas: Paris. A trama acompanha Emily (Collins), uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. Disponível na Netflix How to Get Away with Murder | EUA | 6ª Temporada Os assassinatos, acontecimentos terríveis e reviravoltas da trama estrelada por Viola Davis chegam ao fim com mais mortes e reviravoltas, é claro. Um desfecho repleto de surpresas, com direito ao julgamento de Annalise Keating, a advogada vivida por Davis, que ensinou para seus alunos de Direito como cometer crimes perfeitos e sair impune. A lição final coloca em jogo sua capacidade de ser considerada inocente de tudo. Disponível na Netflix Chicago Med | EUA | 4 Temporadas Disponível na Amazon Riviera | EUA | 1ª Temporada Disponível na Globoplay Impuros | Brasil | 2ª Temporada Disponível na Globoplay Santo Forte | Brasil | 1 Temporada Disponível na Globoplay Carmen Sandiego | EUA | 3ª Temporada Disponível na Netflix
Estreias online: Magnatas do Crime e outros filmes para ver em casa
Após sete meses sem cinema, devido à pandemia de coronavírus, os lançamentos digitais se tornaram o “novo normal”, trazendo muitos filmes inéditos diretamente ao VOD, PVOD e streaming. Seja por disponibilização em assinaturas ou via aluguel de títulos individuais, as opções de títulos digitais exclusivos, que antes se restringiam à Netflix e poucos rivais, multiplicaram-se. E assim nossa sessão de estreias online, que ocupou o lugar dos lançamentos de cinema, deixou de ser apenas uma iniciativa provisória para se tornar referência. Para continuar essa cobertura, estamos introduzindo alguns ajustes. A partir desta edição, destacaremos apenas as cinco principais novidades com comentários, complementando a lista de estreias com mais cinco trailers de produções acima da média para totalizar 10 dicas semanais. A curadoria semanal vai priorizar títulos inéditos e lançamentos recentes que tiveram poucas chances de serem vistos nos cinemas, como forma de filtrar a quantidade de opções e oferecer sugestões sem mergulhar nos títulos clássicos (são muitos) e perder tempo com as produções de menor qualidade – que, em outras épocas, sairiam direto em DVD. Confira abaixo as melhores opções de filmes para este fim de semana. Magnatas do Crime | EUA | 2020 A volta do diretor inglês Guy Ritchie (do blockbuster “Aladdin”) às tramas de gângsteres do começo de sua carreira acompanha a sucessão de um chefão americano do crime, interpretado por Matthew McConaughey (“Interestelar”), que construiu um império de drogas no Reino Unido. Quando rumores começam a circular sobre sua aposentadoria, todos os outros criminosos de Londres criam seus próprios esquemas para tomar o lugar dele. O elenco inclui Charlie Hunnam (Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Henry Golding (“Podres de Ricos”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”), Jeremy Strong (“Succession”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Colin Farrell (“Dumbo”) e Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). No clima de “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998) e “Snatch: Porcos e Diamantes” (2000), agradou a crítica (72% no Rotten Tomatoes) e vai virar série. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Vestido Maldito | EUA | 2018 Premiado e cultuado, o terror do diretor inglês Peter Strickland (“O Duque de Burgundy”) acompanha uma mulher solitária de meia-idade (Marianne Jean-Baptiste, das séries “Blindspot” e “Homecoming”) que acaba seduzida por um vestido assassino numa vitrine. Ele é vermelho e lhe deixa mais sensual, mas também suga sua alma, arruinando sua vida. Amaldiçoado e indestrutível, o vestido ameaça todos que encontra pelo caminho – inclusive uma máquina de lavar! Apesar da premissa parecer boba, a execução é divertida e conta com forte influência psicodélica de Dario Argento, sugerindo como um remake de “Suspiria” realmente deveria parecer. Vencedor de vários festivais de terror, tem 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Disponível na Amazon. Vigiados | EUA | 2020 Estreia do ator Dave Franco (“Vizinhos”, “Esquadrão 6”) na direção, “The Rental” (título original) acompanha dois casais que alugam uma casa no campo para passar um fim de semana longe da cidade, mas acabam descobrindo que caíram numa armadilha, com câmeras no chuveiro, vultos furtivos na vizinhança e uma série de dificuldades que os impede de sair daquele lugar. Com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, o terror funciona principalmente devido ao bom elenco, encabeçado por Dan Stevens (“Legion”), Alison Brie (“GLOW”), Sheila Vand (“Expresso do Amanhã”), Jeremy Allen White (“Shameless”) e Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), que interpreta o locatário sinistro. Disponível na Amazon. The Boys in the Band | EUA | 2020 A nova adaptação da famosa peça de Mart Crowley tem produção de Ryan Murphy (“Pose”) e grande elenco, encabeçado por Jim Parsons (o Sheldon de “Big Bang Theory”), Zachary Quinto (“Star Trek”) e Matt Bomer (“Patrulha do Destino”). A trama se passa em 1968 e gira em torno de uma festa de aniversário, que reúne nove homens gays num apartamento na cidade de Nova York. Mas um amigo supostamente heterossexual do passado do anfitrião resolve fazer uma visita inesperada e muda completamente o clima da noite. Vale lembrar que a história se passa antes de Stonewall, quando a maioria dos gays eram enrustidos, e já tinha virado filme em 1970, com roteiro do próprio Crowley e direção do mestre William Friedkin (“O Exorcista”), numa adaptação considerada marco do cinema queer. A nova versão tem direção de Joe Mantello, que já tinha filmado uma peça de temática gay anteriormente, “Entre Amigos”, em 1997, e apresenta o texto clássico com uma relevância inesperada para os dias de hoje. Disponível na Netflix. O Capitão | Alemanha | 2017 Filme bastante premiado de Robert Schwentke, que volta à Alemanha após vários projetos em Hollywood – entre eles, dois longas da franquia “Divergente” – para registrar em preto e branco o horror dos últimos dias da 2ª Guerra Mundial. A trama acompanha um soldado alemão desertor (Max Hubacher) perseguido por nazistas, que durante a fuga encontra o uniforme abandonado de um capitão. Desesperado, ele assume a identidade do oficial e logo percebe que os nazistas obedecem qualquer ordem que der. Ao tomar o controle de um campo de concentração, começa a se sentir poderoso e respeitado o suficiente para comandar suas próprias atrocidades. Perturbador e polêmico, o drama tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e se destaca pela capacidade de gerar discussões. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Sivas | Turquia | 2014 Disponível na Mubi. Uma Lição de Amor | Bélgica | 2017 Disponível na Apple TV/iTunes e Cinema Virtual. Barreiras | Luxemburgo, Bélgica | 2017 Disponível na Mubi. Vampiros x the Bronx | EUA | 2020 Disponível na Netflix. Cães do Espaço | Áustria | 2019 Disponível na Mubi.
Mostra Tiradentes ganha versão digital gratuita
A Mostra Tiradentes disponibiliza sua versão digital a partir desta quinta (1/10) até quarta-feira (7/10) de forma totalmente gratuita na plataforma do Sesc São Paulo. Em sete dias de programação, o público vai poder assistir 47 filmes (13 longas e 34 curtas), oito bate-papos com realizadores, dois debates e uma performance audiovisual de abertura. A programação completa com datas, horários e períodos em que os filmes estarão disponíveis para exibição pode ser conferida e acessada pelos sites oficiais: sescsp.org.br/mostratiradentes e mostratiradentessp.com.br. O festival tem um perfil mais universitário que os eventos de cinema mais tradicionais do país, e destaca temáticas anuais para sua programação. Neste ano, o tema é Imaginação como Potência. A programação terá todos os filmes vencedores da 23ª Mostra Tiradentes, realizada de forma presencial em janeiro deste ano, na cidade mineira, além de outros destaques, como os títulos que integraram a Mostra Aurora e a Mostra Foco – seções competitivas do evento –, além de títulos selecionados especialmente para esta edição online. O evento começa com a exibição do filme “Canto dos Ossos”, de Jorge Polo e Petrus de Bairros, eleito Melhor Filme da Mostra Aurora pelo Júri Oficial da Mostra Tiradentes, acompanhado por um bate-papo com a equipe do longa. Oito filmes integram a seleção da Aurora. Além de “Canto dos Ossos” (CE), de Jorge Polo e Petrus de Bairros, fazem parte da lista “Cabeça de Nêgo” (CE), de Déo Cardoso, “Cadê Edson?” (DF), de Dácia Ibiapina, “Mascarados” (GO), de Marcela Borela e Henrique Borela, “Pão e Gente” (SP), de Renan Rovida, “Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu” (SP), de Bruno Risas, “Natureza Morta” (MG), de Clarissa Ramalho, e “Sequizágua” (MG), de Maurício Rezende. O evento também prestará uma homenagem ao coletivo Filmes do Caixote, responsável por filmes como “Trabalhar Cansa” e “Sinfonia da Necrópole”. Além de debate com os cineastas, a programação apresentará a filmografia do grupo, com exibições de longas e 15 curtas-metragens que marcaram sua trajetória do coletivo. Entre vários outros curtas, a programação ainda reúne os longas “Até o Fim” (BA), de Ary Rosa e Glenda Nicácio, eleito melhor longa pelo Júri Popular de Tiradentes, e “Yãmi~yhex: As Mulheres-Espírito” (MG), documentário de Sueli Maxakali e Isael Maxacali, filme vencedor do Prêmio Carlos Reichenbach – melhor longa da Mostra Olhos Livres, eleito pelo Júri Jovem.
Filme apocalíptico com Gerard Butler e Morena Baccarin troca cinema pelo streaming nos EUA
O estúdio STX desistiu de lançar “Greenland” nos cinemas. A produção de catástrofe apocalíptica estrelada por Gerard Butler (“Invasão ao Serviço Secreto”) e Morena Baccarin (“Gotham”), que no Brasil foi batizada de “Destruição Final – O Último Refúgio”, terá apenas lançamento digital na América do Norte, Reino Unido e Austrália. O filme será lançado pela STX em PVOD (premium vod, mais caro) no dia 13 de outubro e, no começo de 2021, a Amazon e a HBO vão dividir os direitos de exibição do longa em diferentes mercados. A HBO obteve preferência para apresentar o longa nos EUA por um preço estimado entre US$ 20 e 30 milhões – sua aquisição mais cara, superando os US$ 17,5 milhões de “Má Educação”, que venceu o Emmy de Melhor Telefilme do ano há poucos dias. O objetivo é lançar o longa, que deveria ter chegado nos cinemas americanos em setembro, no começo de 2021 pelo serviço de streaming HBO Max, seguido por um período na TV paga. Já a Amazon negociou os direitos para o Canadá, Reino Unido e Austrália. Não está claro se o acordo também vai envolver outros mercados. No Brasil, a Diamond Films chegou a disponibilizar um trailer legendado para o lançamento do longa nos cinemas. O site oficial da distribuidora não aponta nenhum filme em cartaz ou lançamento para “em breve”. O certo é que o filme não terá distribuição cinematográfica nos principais mercados mundiais do cinema de língua inglesa. O presidente do STXfilms Motion Picture Group, Adam Fogelson, disse em comunicado: “Nós concebemos ‘Greenland’ como uma experiência cinematográfica e o público respondeu fortemente em todos os mercados onde a ida ao cinema continua forte. Em alguns mercados, entretanto, precisamos de uma estratégia diferente para lançar o filme de maneira oportuna e economicamente vantajosa. Estamos entusiasmados que os clientes da HBO terão a chance de desfrutar de ‘Greenland’ no próximo ano, após uma execução de PVOD na América do Norte durante o quarto trimestre deste ano. E temos o prazer de fazer parceria novamente com a Amazon no Reino Unido, Canadá e Austrália. Estamos ativamente produzindo e adquirindo uma lista empolgante de novos conteúdo para os cinemas, que são, e continuarão a ser, nossos parceiros essenciais. ” “Greenland” se passa após a explosão de um cometa na atmosfera ameaçar a vida na Terra, e acompanha a corrida que se segue em busca de abrigo no meio do caos. Gerard Butler e Morena Baccarin são o casal protagonista, que enfrenta o pânico coletivo e busca sobreviver com o filho pequeno (Roger Dale Floyd, de “Doutor Sono”), apostando tudo numa viagem para a Groenlândia (a Greenland do título americano), onde militares supostamente têm bunkers secretos. O elenco também inclui Scott Glenn (“Demolidor”), David Denman (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Claire Bronson (“Mr. Mercedes”). O filme foi escrito por Chris Sparling, especialista em terrores baratos (“Enterrado Vivo”, “Armadilha”, “Por um Corredor Escuro”), e dirigido pelo ex-dublê Ric Roman Waugh, que recentemente filmou Butler em “Invasão ao Serviço Secreto”.
Cyberpunk 2077 ganha trailer legendado com Keanu Reeves
A CD Projekt Red divulgou um novo trailer legendado de “Cyberpunk 2077”, que é apresentado por Keanu Reeves (“Matrix”). No comercial, Keanu Reeves convida os jogadores a se unirem a seu personagem, Johnny Silverhand, em Night City, no lançamento do jogo em novembro. A participação do ator em “Cyberpunk 2077” foi uma das maiores surpresas da convenção gamer E3 do ano passado. Mas apesar do astro de Hollywood dublar e ceder sua fisionomia para Johnny Silverhand, o game da empresa polonesa destaca outro personagem como protagonista: V, um mercenário cyberpunk com aprimoramentos tecno-orgânicos, que rouba um chip que deveria torná-lo milionário, mas apenas o transforma em alvo de criminosos e agentes de segurança. O game é baseado no RPG “Cyberpunk 2020”, escrito por Mike Pondsmith e publicado pela R. Talsorian Games em 1988. A ação se passa na futura expansão urbana de Night City e envolve um perigoso empreendimento criminoso. Mas o maior diferencial é que a CD Projekt Red, que fez fortuna ao adaptar “The Witcher”, pretende oferecer aos jogadores a possibilidade de projetar e personalizar seus próprios personagens – por isso, num trailer do ano passado, V era mulher. A prévia alude ligeiramente a isso. “Em Night City, você pode ser quem quiser, o que quiser… Se seu corpo puder pagar o preço”, diz Keanu. O jogo vai ser lançado no dia 19 de novembro e já está em pré-venda.
Magnatas do Crime vai virar primeira série de Guy Ritchie
O filme “Magnatas do Crime” (The Gentleman) será transformado numa série pelo cineasta Guy Ritchie, que escreveu e dirigiu o longa original, lançado em janeiro nos EUA. A encomenda da série fecha um círculo para produção, já que “Magnatas do Crime” foi inicialmente concebido como um projeto de TV, antes de ser refeito para o cinema. O projeto será produzido pela Miramax, que sob a nova chefia de Marc Helwig tem priorizado adaptar sua extensa biblioteca de filmes em séries. A produção de “The Gentlemen” (título original) junta-se à recentemente anunciada adaptação de “Mutação” (Mimic, 1997), terror do estúdio que vai virar série produzida e dirigida por Paul WS Anderson (“Resident Evil”). “A Miramax Television está entusiasmada em abrir novos caminhos criativos em nossa parceria com Guy Ritchie com ‘The Gentlemen’”, disse Helwig. “Com um dos cineastas mais distintos e prolíficos da atualidade e alguém cuja criatividade admiro há muitos anos, não poderíamos estar mais animados para trazer a jornada cinematográfica de ‘The Gentlemen’ para o mundo da televisão premium global”. Elogiado pela crítica internacional (73% de aprovação no Rotten Tomatoes), “Magnatas do Crime” marcou a volta do diretor do blockbuster “Aladdin” (2019) às tramas de gângsteres do começo de sua carreira. No clima de “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998) e “Snatch: Porcos e Diamantes” (2000), a trama gira em torno da sucessão de um chefão americano do crime, interpretado por Matthew McConaughey (“Interestelar”), que construiu um império de drogas no Reino Unido. Quando rumores começam a circular sobre sua aposentadoria, todos os outros criminosos de Londres criam seus próprios esquemas para tomar o lugar dele. O elenco do filme ainda incluiu Charlie Hunnam (Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Henry Golding (“Podres de Ricos”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”), Jeremy Strong (“Succession”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Colin Farrell (“Dumbo”) e Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). A produção da Miramax vai virar a primeira série criada por Guy Ritchie, depois da Sony adaptar “Snatch” num seriado de streaming para sua plataforma Crackle. Ritchie não participou dessa produção, que durou duas temporadas entre 2017 e 2018 e acabou renovada para um terceiro ano nunca gravado, porque a Sony desistiu da Crackle – tornando-se, dois anos depois, o único grande estúdio de Hollywood sem plataforma própria de streaming. Veja abaixo o trailer legendado de “Magnatas do Crime”.
Billions é renovada para 6ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “Billions” para sua 6ª temporada. Além disso, o ator Corey Stoll (“Homem-Formiga”), que foi introduzido como antagonista neste ano, será integrante fixo da série nos próximos capítulos. A renovação ocorre enquanto a produção aguarda autorização para retomar os trabalhos e gravar os cinco episódios finais da 5ª temporada, que teve exibição interrompida antes do final, devido a pandemia de covid-19. A 5ª temporada estreou no início de maio no canal pago americano Showtime e apresentou apenas sete episódios, antes de sair do ar em junho. O canal planeja exibir os cinco episódios restantes em 2021, com a 6ª temporada logo a seguir. De acordo com esse planejamento, a produção, que é realizada em Nova York, vai emendar as gravações dos novos episódios com os remanescentes, para levar ao ar 17 capítulos em 2021. Estrelada por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), a série acompanha o embate entre os dois protagonistas, um promotor público (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis). Enquanto o promotor tenta juntar provas para prender o ricaço por corrupção, o outro tenta solapar sua autoridade, tentando fazer com que seja demitido. Na disputa, ambos arrastam consigo seus futuros financeiros e casamentos, numa trama que também exalta a vida de ostentação e decadência dos negócios ligados ao mercado financeiro de Wall Street. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), “Billions” encanta a crítica americana e tem público cativo, que se mantém acima dos 700 mil telespectadores ao vivo desde a 2ª temporada. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
F Is For Family é renovada para 5ª e última temporada
A Netflix renovou “F Is for Family” para sua 5ª e última temporada. A série animada, que lembra uma mistura de “Os Simpsons” e “O Rei do Pedaço”, acompanha a família Murphy, bem mais desbocada que os personagens das animações da Fox. E também politicamente incorretos, já que a trama se passa nos anos 1970. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o criador. O elenco de vozes ainda inclui Laura Dern (“Big Little Lies”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin, além de incluir participações do comediante Vince Vaughn (“Os Estagiários”), que também é produtor da atração. “Trabalhar neste programa com o grande Bill Burr, Vince Vaughn e nosso incrível elenco, escritores, produtores e equipe foi a maior alegria da minha vida, e estou muito feliz por podermos fazer mais uma temporada com os Murphys, disse o co-criador e produtor executivo Price em comunicado. “Serei eternamente grato a todos na Netflix, Gaumont e Wild West que nos deixaram compartilhar essa família estressada, desbocada e amorosa com o mundo.” A 4ª temporada foi disponibilizada em junho passado e não há previsão para a estreia dos novos/últimos episódios.
People’s Choice Awards 2020 divulga indicados com celebridades brasileiras
A lista de indicados do People’s Choice Awards 2020 foi divulgada nesta quinta (1/30), e além de muitos artistas populares dos EUA, eleitores do mundo inteiro também poderão votar em seus influenciadores locais favoritos. No Brasil, a lista inclui celebridades como Maisa, ex-integrantes do BBB como Manu Gavassi, Bianca Andrade (Boca Rosa) e Rafa Kalimann, e outros (Foquinha, Matheus Mazzafera, Alexandra Gurgel e Valentina Sampaio). De resto, a relação reflete um gosto bastante americano, destacando produções celebradas nos EUA, mas que não tiveram a mesma repercussão no Brasil – filmes como “Hamilton” e “Trolls 2” nem foram lançados por aqui. Entre os longas, “Bad Boys para Sempre” lidera a lista com seis nomeações, incluindo Filme do Ano e Filme de Ação do Ano, além de indicações tanto para Will Smith quanto para Vanessa Hudgens por suas atuações. O longa da Arlequina, “Aves de Rapina”, o musical “Hamilton” da plataforma Disney+ (Disney Plus) e o thriller “Power”, da Netflix, apareceram em seguida, com cinco menções cada. Um detalhe curioso é que o prêmio chama de TV qualquer série, ainda que a maioria das produções indicadas sejam de streaming e possam ser vistas em celular. Para deixar as categorias ainda mais confusas, os prêmios de “cinema” também estão cheios de produções lançadas exclusivamente em streaming. As denominações são tradicionais, mas uma hora alguém precisa atualizar os termos para refletir a forma como a tecnologia leva conteúdo até o público do século 21. Será que é tão difícil e inovador chamar filmes de filmes e séries de séries? Além dos candidatos a prêmios, o People’s Choice Awards 2020 vai homenagear a carreira da cantora e atriz Jennifer Lopez com o Icon Award. A votação já está aberta no site oficial (https://pca.eonline.com/) e os resultados serão conhecidos em cerimônia marcada para 15 de novembro, com exibição no canal pago E! Veja abaixo a lista dos indicados. Filme do ano “Bad Boys Para Sempre” “Aves de Rapina” “Resgate” “Hamilton” “Power” “O Homem Invisível” “The Old Guard” “Trolls 2” Comédia do ano “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” “Sócias em Guerra” “O Rei de Staten Island” “A Barraca do Beijo 2” “Um Crime Para Dois” “A Missy Errada” “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você” “Bill & Ted: Encare a Música” Filme de ação do ano “Bad Boys Para Sempre” “Aves de Rapina” “Bloodshot” “Resgate” “Mulan” “Power” “Tenet” “The Old Guard” Drama do ano “Hamilton” “Mentiras Perigosas” “Greyhound: Na Mira do Inimigo” “Enquanto Estivermos Juntos” “O Homem Invisível” “A Batida Perfeita” “A Fotografia” “O Caminho de Volta” Filme “família” do ano “Dolittle” “Aprendiz de Espiã” “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” “Scooby! O Filme” “Sonic, O Filme” “O Chamado da Floresta” “Os Irmãos Willoughby” “Trolls 2” Astro de cinema do ano Chris Hemsworth (“Resgate”) Jamie Foxx (“Power”) Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”) Mark Wahlberg (“Troco em Dobro”) Robert Downey Jr. (“Dolittle”) Tom Hanks (“Greyhound: Na Mira do Inimigo”) Vin Diesel (“Bloodshot”) Will Smith (“Bad Boys Para Sempre”) Estrela de cinema do ano Camila Mendes (“Mentiras Perigosas”) Charlize Theron (“The Old Guard”) Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) Issa Rae (“Um Crime Para Dois”) Margot Robbie (“Aves de Rapina”) Salma Hayek (“Sócias em Guerra”) Tiffany Haddish (“Socias em Guerra”) Vanessa Hudgens (“Bad Boys Para Sempre”) Atuação dramática do ano Ben Affleck (“O Caminho de Volta”) Elisabeth Moss (“Homem Invisível”) Issa Rae (“A Fotografia”) KJ Apa (“Enquanto Estivermos Juntos”) Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”) Russell Crowe (“Fúria Incontrolável”) Tom Hanks (“Greyhound”) Tracee Ellis Ross (“A Batida Perfeita”) Atuação cômica do ano David Spade (“A Missy Errada”) Issa Rae (“Um Crime Para Dois”) Joey King (“Barraca do Beijo 2”) Keanu Reeves (“Bill & Ted 3”) Noah Centineo (“Para Todos os Garotos 2”) Pete Davidson (“Rei de Staten Island”) Salma Hayek (“Sócias em Guerra”) Will Ferrell (“Festival Eurovision da Canção”) Atuação em filme de ação do ano Charlize Theron (“The Old Guard”) Chris Hemsworth (“Resgate”) Jamie Foxx (“Power”) John David Washington (“Tenet”) Margot Robbie (“Aves de Rapina”) Vanessa Hudgens (“Bad Boys Para Sempre”) Vin Diesel (“Bloodshot”) Will Smith (“Bad Boys Para Sempre”) Série do ano “Grey’s Anatomy” “Eu Nunca…” “Outer Banks” “The Bachelor” “The Masked Singer” “The Last Dance” “This Is Us” “Tiger King” Série dramática do ano “Grey’s Anatomy” “Law & Order: Special Victims Unit” “Outer Banks” “Ozark” “Power” “Riverdale” “The Walking Dead” “This Is Us” Série cômica do ano “Disque Amiga Para Matar” “Grown-Ish” “Insecure” “Modern Family” “Eu Nunca…” “Saturday Night Live” “Schitt’s Creek” “The Good Place” Reality show do ano “90 Day Fiancé: Happily Ever After?” “Keeping Up with the Kardashians” “Love & Hip Hop: New York” “Casamento às Cegas” “The Real Housewives of Atlanta” “The Real Housewives of Beverly Hills” “Below Deck: Mediterranean” “Queer Eye” Reality de competição do ano “American Idol” “America’s Got Talent” “Top Chef” “RuPaul’s Drag Race” “The Bachelor” “The Challenge: Total Madness” “The Masked Singer” “The Voice” Astro de TV do ano Chase Stokes (“Outer Banks”) Cole Sprouse (“Riverdale”) Dan Levy (“Schitt’s Creek”) Jason Bateman (“Ozark”) Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) Norman Reedus (“The Walking Dead”) Sterling K. Brown (“This Is Us”) Steve Carell (“Space Force”) Estrela de TV do ano Christina Applegate (“Disque Amiga Para Matar”) Danai Gurira (“The Walking Dead”) Ellen Pompeo (“Grey’s Anatomy”) Lili Reinhart (“Riverdale”) Mandy Moore (“This Is Us”) Mariska Hargitay (“Law & Order: Special Victims Unit”) Sandra Oh (“Killing Eve”) Sofia Vergara (“Modern Family”) Atuação dramática de TV do ano Cole Sprouse (“Riverdale”) Chase Stokes (“Outer Banks”) Danai Gurira (“The Walking Dead”) Ellen Pompeo (“Grey’s Anatomy”) Mandy Moore (“This Is Us”) Mariska Hargitay (“Law & Order: Special Victims Unit”) Sandra Oh (“Killing Eve”) Sterling K. Brown (“This Is Us”) Atuação cômica de TV do ano Christina Applegate (“Disque Amiga Para Matar”) Dan Levy (“Schitt’s Creek”) Issa Rae (“Insecure”) Jameela Jamil (“The Good Place”) Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Kristen Bell (“The Good Place”) Sofia Vergara (“Modern Family”) Yara Shahidi (“Grown-ish”) Série “maratonável” do ano “Cheer” “Casamento às Cegas” “Eu Nunca…” “Normal People” “Outer Banks” “Ozark” “Schitt’s Creek” “Tiger King” Série de ficção científica/fantasia do ano “Legends of Tomorrow” “Legacies” “Locke & Key” “Supergirl” “Supernatural” “Wynonna Earp” “The Flash” “The Umbrella Academy” Cantor do ano Bad Bunny Blake Shelton DaBaby Drake J Balvin Justin Bieber Lil Baby The Weeknd Cantora do ano Ariana Grande Billie Eilish Cardi B Dua Lipa Lady Gaga Megan Thee Stallion Miley Cyrus Taylor Swift Grupo musical do ano 5 Seconds of Summer BLACKPINK BTS Chloe X Halle CNCO Dan + Shay Jonas Brothers twenty one pilots Canção do ano “Break My Heart” – Dua Lipa “Dynamite” – BTS “Intentions” – Justin Bieber “Rain On Me” – Lady Gaga & Ariana Grande “Rockstar” – DaBaby feat. Roddy Ricch “Savage” – Megan Thee Stallion “Stuck with U” – Ariana Grande & Justin Bieber “WAP” – Cardi B feat. Megan Thee Stallion Álbum do ano “After Hours” – The Weeknd “Changes” – Justin Bieber “Chromatica” – Lady Gaga “Folklore” – Taylor Swift “Future Nostalgia” – Dua Lipa “High Off Life” – Future “Map of the Soul: 7” – BTS “YHLQMDLG” – Bad Bunny Artista latino do ano Bad Bunny Becky G Daddy Yankee J Balvin Karol G Maluma Nicky Jam Ozuna Revelação do ano Ava Max BENEE Conan Gray Doja Cat Jack Harlow Roddy Ricch Saweetie Trevor Daniel Clipe do ano “Blinding Lights” – The Weeknd “Dynamite” – BTS “Holy” – Justin Bieber, Chance the Rapper “Ice Cream” – BLACKPINK, Selena Gomez “Life Is Good” – Future, Drake “Rain On Me” – Lady Gaga, Ariana Grande “UN DIA (ONE DAY)” – J. Balvin, Dua Lipa, Bad Bunny, Tainy “WAP” – Cardi B, Megan Thee Stallion Colaboração do ano “Be Kind – Marshmello, Halsey “Holy” – Justin Bieber, Chance the Rapper “Life Is Good” – Future, Drake “Rain On Me” – Lady Gaga, Ariana Grande “Rockstar” – DaBaby, Roddy Ricch “Savage” – Megan Thee Stallion, Beyoncé “WAP” – Cardi B, Megan Thee Stallion “Whats Poppin” – Jack Harlow, DaBaby Celebridade do ano nas redes sociais Ariana Grande Britney Spears Justin Bieber Kim Kardashian West Kylie Jenner Lady Gaga LeBron James Selena Gomez Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears) em 29 de Set, 2020 às 4:37 PDT Ícone de estilo do ano Janelle Monáe Kendall Jenner Kim Kardashian West Lady Gaga Lil Nas X Rihanna Timothee Chalamet Zendaya Influenciador Brasileiro do ano Maisa Manu Gavassi Bianca Andrade (Boca Rosa) Rafa Kalimann Foquinha Matheus Mazzafera Valentina Sampaio Alexandra Gurgel
Paulo Betti cria polêmica ao dizer que facada em Bolsonaro foi “mais ou menos correta”
O ator Paulo Betti criou polêmica ao afirmar na quarta (30/9), durante uma entrevista ao UOL, que a facada em Bolsonaro, quando ele ainda era candidato à presidência, foi “mais ou menos correta, mas não total”. “No meio da multidão, isso não estava previsto. Ninguém tinha previsto que ia aparecer um maluco a golpear a camisa amarela onde estava escrito ‘Brasil acima de tudo’ ali e cravar uma faca ainda de maneira mais ou menos correta, mas não total. Desgraçado!”, disse Paulo Betti, condenando a inépcia do autor do crime e também o resultado do atentado – a eleição de Bolsonaro. A fala foi uma resposta de Betti sobre uma pergunta a respeito da vitória de Bolsonaro, que o ator ligou ao “imponderável”, citando o episódio da facada. Vários perfis de direita divulgaram a frase fora do contexto. Carlos Bolsonaro, filho do presidente, chegou a tuitar: “Quem mandou matar Bolsonaro? Qualquer um sabe que foi um ex-integrante do PSOL, então, outros vão surgindo e mostrando todo seu ‘amor’, como Álvaro Dias e afins. Hoje, surge mais um, cujo passado dispensa qualquer comentário a mais! Autoridades, os senhores estão por aí?”. O apresentador do “Morning Show” da Jovem Pan, Paulo Mathias, também se manifestou chamando Paulo de “personificação do delírio da ultraesquerda brasileira”. Atacado pela “ultradireita brasileira”, Paulo Betti ainda não voltou a se manifestar sobre o assunto.
Martin Scorsese, James Cameron e Clint Eastwood alertam que pandemia pode matar o cinema
Mais de 70 diretores e produtores de Hollywood, entre eles os cineastas vencedores do Oscar James Cameron, Clint Eastwood e Martin Scorsese, uniram forças com proprietários de cinemas em um alerta e apelo por ajuda financeira do governo dos EUA, dizendo temer pelo futuro da indústria. Em uma carta aos líderes do Senado e da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, eles disseram que o fechamento das salas causado pelo coronavírus teve um efeito devastador e que, sem recursos, “os cinemas podem não sobreviver ao impacto da pandemia”. Além das assinaturas individuais, o documento é endossado pelo Sindicato dos Diretores, a Associação Nacional dos Proprietários de Cinema e a Associação do Cinema dos EUA. Devido à pandemia os cinemas paralisaram suas projeções em meados de março nos EUA. Embora grandes redes, incluindo AMC Entertainment e Cineworld, já tenham reaberto algumas salas com capacidade reduzida, os principais maiores do país, em Los Angeles e Nova York, continuam com a política de salas fechadas. Para piorar, os esforços para levar o público de volta ao cinema fracassaram. A iniciativa da Warner de lançar “Tenet” resultou em uma bilheteria muito abaixo do esperado nos EUA e, diante do receio de perder fortunas, os estúdios de Hollywood atrasaram o lançamento de filmes prontos, como “Viúva Negra” e “Top Gun: Maverick”, para 2021. A este quadro, somam-se ainda a decisão da Disney de lançar “Mulan” em streaming e um acordo histórico, firmado entre o estúdio Universal e os cinemas da rede AMC, para diminuir drasticamente a janela de exibição entre os lançamentos cinematográficos e sua disponibilização em streaming. Diante de todos esses desdobramentos, o cenário vislumbrado para o futuro dos cinemas parece realmente ser apocalíptico.
Hillary Clinton e Steven Spielberg farão série sobre luta pelo voto feminino
A política americana Hillary Clinton se juntou ao cineasta Steven Spielberg para contar a história do movimento pelo voto feminino em “The Woman’s Hour”, série inspirada no livro de mesmo nome de Elaine Weiss, que será exibida pela rede americana The CW. A atração vai cobrir o movimento sufragista, nome dado às ativistas que foram à luta pelo direito ao voto feminino, e será comandada pela roteirista Angelina Burnett, que escreveu e produziu episódios de “The Americans”, “Halt and Catch Fire” e “Hannibal”. Ainda sem data de estreia, “The Woman’s Hour” terá formato de antologia, permitindo que outras lutas por avanços sociais sejam abordadas nas próximas temporadas. Para dar noção da dificuldade das mulheres para conquistar o simples direito a votar nos EUA, o pontapé inicial do movimento sufragista aconteceu na Convenção de Seneca Falls, a primeira dedicada aos direitos das mulheres no país, em 1848, mas a conquista só aconteceu em 1920, depois de 72 anos de lutas. Enquanto Weiss estava escrevendo o livro sobre essa história, ela teria ficado impressionada com os paralelos entre o movimento sufragista feminino e a disputa presidencial de 2016 entre Clinton e Donald Trump. Então, transformou em prioridade colocar seu livro nas mãos de Clinton. Eventualmente, Weiss conseguiu que o dono de uma livraria entregasse “The Woman’s Hour” nas mãos da candidata do Partido Democrata. Clinton adorou o livro, procurou conhecer Weiss e foi atrás de seu apoiador Spielberg. Desta troca surgiu o projeto da Amblin TV, a empresa televisiva de Spielberg. Na época, a Amblin planejava adaptar o romance como um telefilme ou uma série limitada. Mas o livro oferece uma infinidade de material de fontes adicionais para temporadas subsequentes, pois a história segue os ativistas que lideraram a luta de décadas para conceder às mulheres o direito de voto e lançaram as bases para o movimento pelos direitos civis, que surgiu décadas depois. “The Woman’s Hour” reforça a ligação de Clinton com produções de TV. A ex-senadora também está produzindo “Hillary”, uma série documental em quatro partes para a Hulu, que traça um perfil de sua vida e carreira. Além disso, a Hulu também está desenvolvendo “Rodham”, adaptação do romance best-seller de Curtis Sittenfeld, que explora uma realidade alternativa em que a ex-primeira-dama nunca se casou com Bill Clinton, virando a primeira mulher a presidir os EUA.
The Boys e Mulan quebram monopólio da Netflix no Top 10 do streaming americano
A empresa americana de auditoria Nielsen tem publicado um ranking semanal com os programas mais vistos nos serviços de streaming dos EUA. O método utilizado pela companhia considera apenas conteúdo visto em aparelhos de televisão, o que deixa de fora os números de acesso por celular e computador. Mas, mesmo com essa ressalva, a aferição é considerada a principal referência independente da audiência das plataformas de streaming. Pois a última lista com a audiência semanal das atrações mais assistidas registrou, pela primeira vez, uma quebra do monopólio da Netflix no Top 10. Dois títulos, a série “The Boys”, da Amazon Prime Video, e o filme “Mulan”, da Disney+ (Disney Plus), conseguiram se destacar no último período contabilizado, que foi de 31 de agosto a 6 de setembro (detalhe: ambos estrearam em 4 de setembro). “The Boys” e “Mulan” são os dois primeiros programas de uma plataforma rival da Netflix a registrar público no Top 10, desde que a Nielsen começou o ranking. Ainda de acordo com o relatório, os espectadores gastaram cerca de 525 milhões de minutos assistindo “Mulan” em seu fim de semana de estreia. Apesar disso, a Netflix continua a ter os programas mais vistos. O que leva a outra curiosidade do ranking. O líder de audiência, “Cobra Kai”, foi originalmente produzido pelo YouTube e disponibilizado na internet há dois anos. Isto transforma a produção no maior exemplo da diferença que faz um lançamento pela Netflix em comparação a seus rivais. Confira abaixo o Top 10. 1 – “Cobra Kai” (Netflix) 2 – “Lucifer” (Netflix) 3 – “The Boys” (Amazon) 4 – “The Office” (Netflix) 5 – “Criminal Minds” (Netflix) 6 – “Shameless” (Netflix) 7 – “Away” (Netflix) 8 – “Grey’s Anatomy” (Netflix) 9 – “The Legend of Korra” (Netflix) 10 – “Mulan” (Disney+ (Disney Plus))












