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Filme

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Filme

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Música

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Música

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4 de outubro de 2026
  • Filme

    Tudo Bem no Natal que Vem: Estreia de Leandro Hassum na Netflix ganha trailer

    26 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou as fotos, o pôster e o trailer de “Tudo Bem no Natal que Vem”, longa que marca a estreia de Leandro Hassum na plataforma. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes. A estreia está marcada para 3 de dezembro e compõe a programação de Natal mais longa de todos os tempos, ao lado de pelo menos mais uma dezena de produções, que começam a ser exibidas já em novembro na Netflix.

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  • TV

    Dani Calabresa cita coragem após novas denúncias contra Marcius Melhem

    25 de outubro de 2020 /

    A comediante Dani Calabresa postou uma mensagem no Twitter no sábado (25/10), logo após a materialização de acusações de assédio sexual contra seu antigo chefe no departamento de humor da Globo, Marcius Melhem. “Os inícios só acontecem quando você arrisca. Vai sem medo e se o medo bater, vai mesmo assim”. Ela completou o texto escrevendo que “fazer o certo requer coragem”. O post foi feito no mesmo dia em que uma advogada que representa atrizes não identificadas da Globo confirmar os boatos de assédio que envolviam Melhem. Falando à jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, a criminalista Mayra Cotta afirmou que existem seis vítimas de assédio sexual, seis testemunhas e ainda vítimas de assédio moral, que teriam denunciado o diretor do humor da Globo. Ele acabou demitido, mas o caso foi abafado por um comunicado da emissora, afirmando que a decisão tinha acontecido “em comum acordo” e que encerrava uma “parceria de 17 anos de sucesso”. Segundo a advogada, “foram casos de assédio sexual mesmo”. “De mulheres falando não, não quero, me solta, não vou beijar, não vou ficar com você. E ele tentando, agarrando. Não tem zona cinzenta, isso é violência. E aí tem algo muito sério: ele era chefe delas. Ele tinha uma posição de poder”, continuou. Em nota publicada pela Folha de S. Paulo, Melhem reconhece erros, mas se diz inocente da acusação de assédio sexual. Dani Calabresa foi uma das atrizes identificadas pelo colunista Leo Dias em dezembro passado, ao lado de Renata Castro Barbosa e Maria Clara Gueiros, como responsáveis por denunciar Melhem. As duas últimas negaram a informação no mesmo dia. Leo Dias também informou que Marcelo Adnet testemunhou a favor das atrizes, o que ele contestou no dia seguinte. Restou, portanto, apenas Dani Calabresa, que jamais negou a história. Após o anúncio da demissão de Melhem, ela postou no Twitter uma imagem da série “The Morning Show”, que aborda o assédio dentro de uma emissora de televisão, e apareceu assistindo ao documentário “Harvey Weinstein: Assédios em Hollywood” em seu Instagram. Ela continua na Globo e não sofreu, aparentemente, nenhuma retaliação, embora sua situação esteja no ar com a decisão recente de cancelamento dos programas humorísticos da emissora, que eram comandados por Melhem. Fazer o certo exige coragem ✨🌻☺️🙏 pic.twitter.com/mQszpjfmdq — Dani Calabresa (@calabresadani) October 24, 2020

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  • Série

    Your Honor: Série criminal com Bryan Cranston ganha novo trailer tenso

    25 de outubro de 2020 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e o segundo trailer de “Your Honor”, nova série de tema criminal estrelada por Bryan Cranston (“Breaking Bad”). Ele interpreta a “sua excelência” do título em inglês, um respeitado juiz que coloca sua reputação em jogo para esconder um crime e livrar seu filho de uma condenação por atropelamento. O trailer dá mais detalhes da história, revelando que a vítima do atropelamento é o filho de um poderoso mafioso, que promete vingança. Hunter Doohan (“Truth Be Told”) interpreta o filho do juiz, Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”) é o poderoso chefão e o elenco ainda destaca Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”), Tony Curran (“Defiance”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Lilli Kay (“Chambers”), Isiah Whitlock Jr. (“The Mist”), David Maldonado (“As Rainhas da Torcida”) e Amy Landecker (“Transparent”). “Your Honor” é baseada na série israelense “Kvodo” (2017), que também ganhou adaptação indiana neste ano. A versão americana foi desenvolvida pelo inglês Peter Moffat, criador da famosa série britânica “Criminal Justice” – por sua vez, adaptada pela HBO nos EUA com o título de “Night of”. A produção é do casal Robert e Michelle King, criadores de “The Good Wife” e “Evil”, e a estreia dos 10 episódios da atração está marcada para 6 de dezembro.

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  • Filme

    Trailer do final da trilogia Skyline leva ação para planeta alienígena

    25 de outubro de 2020 /

    A Vertical Entertainment divulgou o trailer de “Skylin3s”, final de uma trilogia sci-fi iniciada por “Skyline – A Invasão”, em 2010. A prévia destaca os novos personagens e a mudança de perspectiva da trama, que desta vez transforma os terráqueos em invasores e leva a guerra para o planeta dos alienígenas. Escrito e dirigido por Liam O’Donnell, que foi roteirista do longa original e da continuação de 2017, “Skyline: Além do Horizonte”, o capítulo final destaca em seu elenco Lindsey Morgan (a Raven de “The 100”), Rhona Mitra (a Mercy Graves de “Supergirl”) e Alexander Siddig (o Ra’s al Ghul de “Gotham”). A estreia está marcada para 18 de dezembro em VOD nos EUA.

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  • Série

    Criador defende clichês exagerados de Emily em Paris

    25 de outubro de 2020 /

    O veterano produtor-roteirista Darren Starr defendeu sua nova série, “Emily em Paris”, que foi destruída pela crítica francesa por apresentar uma visão distorcida e estereotipada da vida na capital da França. Concebida para apresentar uma versão adorável de Paris, a série despertou ódio entre os moradores da cidade. A rádio RTL chegou a lamentar que, em vez de retratar Paris, a série tenha gravado um compêndio hollywoodiano. “Raramente tínhamos visto tantos clichês sobre a capital francesa desde os episódios parisienses de ‘Gossip Girl’ [série americana lançada em 2007] ou do final de ‘O Diabo Veste Prada’ [filme de 2006]”. “Aprendemos que os franceses são ‘todos maus’ (sim, sim), que são preguiçosos e nunca chegam ao escritório antes do final da manhã, que são paqueradores incorrigíveis, que não estão realmente apegados ao conceito de lealdade, que são sexistas e retrógrados e, claro, que têm uma relação duvidosa com o chuveiro. Sim, nenhum clichê é poupado, nem mesmo os mais fracos”, apontou a revista Première. Com sarcasmo, o site Sens Critique acrescentou que “os roteiristas devem ter cogitado por dois ou três minutos enfiar uma baguete debaixo [do braço] de cada francês, ou mesmo uma boina para distingui-los claramente. Por outro lado, todos fumam cigarros e paqueram até a morte”, enquanto Paris é retratada como “uma espécie de cidade-testemunho onde cada rua se torna pitoresca sem o menor lixo, com figurantes vestidos de alta costura e só chove se Lily Collins está triste”. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, Starr disse que a visão turística hollywoodiana da série reflete o olhar de sua protagonista, a Emily do título, uma americana que se deslumbra ao ir morar em Paris. “A primeira coisa que ela vê são os clichês, porque este é o ponto de vista dela”, explicou ele, referindo-se à personagem vivida por Lily Collins – que, curiosamente, não é uma atriz americana, mas inglesa, filha do cantor Phil Collins. Por conta disso, ele afirmou “não se lamentar por ver Paris através de lentes glamourosas”. “Queria fazer um programa que celebrasse essa parte de Paris”, acrescentou. O produtor tem feito uma procissão por veículos de imprensa para divulgar a série e tentar diminuir as primeiras impressões negativas ressaltadas pela crítica. Mesmo nos EUA, “Emily em Paris não foi exatamente bem-recebida pela imprensa, com 63% de aprovação no Rotten Tomatoes e medíocres 55% entre os críticos top. A maior reação aos comentários negativos, entretanto, ficou por conta de blogueiros de moda, que começaram, do nada, a fazer elogios à produção, baseando-se apenas nas grifes que aparecem na tela. Esse tipo de campanha combinada de opiniões de “influencers” raramente é espontânea, embora os anunciantes expressem o desejo de que os pagamentos não sejam identificados como propaganda. De todo modo, Starr tem experiência em transformar grifes em chamariz. Uma de suas séries mais conhecidas, “Sex and the City”, foi basicamente uma grande publicidade para os sapatos de Christian Louboutin, que na época da produção viraram obrigatórios nos tapetes vermelhos. Mas, desta vez, a crítica considerou até o aspecto fashionista sufocante. “Comédias românticas são, é claro, fantasias, mas seu charme é que também falam sobre as pessoas. Infelizmente, ‘Emily em Paris’ trata apenas de grifes”, escreveu a revista New Statement. A 2ª temporada ainda não foi confirmada, mas Starr revelou que novos episódios consertariam o que o jornal britânico The Independent chamou de “parque temático parisiense de Westworld”, eliminando a visão afetada da capital francesa. “Emily será mais uma moradora da cidade [na 2ª temporada]”, ele disse à revista de Oprah Winfrey. “Ela vai ter um pouco mais os pés no chão.”

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  • Etc

    Justin Bieber ganha novo documentário do YouTube

    25 de outubro de 2020 /

    O YouTube divulgou o pôster e o trailer de mais um documentário musical, “Justin Bieber: Next Chapter”, que é continuação da série “Justin Bieber: Seasons”. “Next Chapter” poderia muito bem ser o que seu título indica, o 11º episódio do programa exibido entre janeiro e fevereiro. Afinal, a prévia mostra o que aconteceu depois do último capítulo de “Seasons”, com a vida de Bieber em quarentena, a inspiração para novas músicas, o lançamento de “Holy” e “Lonely”, além de reflexões do cantor sobre sua fé e seu sucesso. O diretor de “Seasons”, Michael D. Ratner, também está de volta para este “novo capítulo”, que tem duração de 30 minutos e estreia na sexta-feira (30/10) no canal do YouTube do cantor.

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  • Série

    Ava DuVernay desenvolve série sobre família indígena

    25 de outubro de 2020 /

    A cineasta Ava DuVernay, do filme “Selma” e da minissérie “Olhos que Condenam”, está desenvolvendo a primeira série centrada numa família nativo-americana para uma grande rede de TV. O projeto, intitulado “Sovereign”, tem produção da Warner Bros. TV (WBTV) e teve seu piloto encomendado pela rede NBC. A série em potencial vai narrar as vidas, amores e lealdades de uma família indígena que luta para controlar o futuro de sua tribo contra forças externas e internas. O roteiro está sendo escrito pela diretora Sydney Freeland (de séries como “Grey’s Anatomy” e “Fear the Walking Dead”), que é membro da Nação Navajo, e Shaz Bennett (roteirista de “Bosch”), a partir de uma história concebida por DuVernay. Todas as três serão produtoras executivos ao lado de N. Bird Runningwater, que cresceu na Reserva Mescalero Apache no Novo México e é diretor do programa de incentivo cinematográfico às comunidades indígenas do Sundance Institute.

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  • Música,  Série

    The Undoing: Nicole Kidman canta o tema da minissérie

    25 de outubro de 2020 /

    Além de estrelar e produzir a minissérie “The Undoing”, Nicole Kidman demonstrou outro talento artístico na atração que estreia neste domingo (25/10) na HBO. É ela quem canta a música nos créditos de abertura, “Dream a Little Dream of Me”. Segundo a atriz, a ideia partiu da diretora dinamarquesa Susanne Bier (conhecida pelo filme vencedor do Oscar “Em um Mundo Melhor”). “Ela me convenceu dizendo que era um modo de, desde o começo, imbuir a narrativa com a alma de Grace, minha personagem”. Kidman já tinha demonstrado seu talento vocal anteriormente no musical “Moulin Rouge” (2001), Mas ela não é a primeira atriz a gravar “Dream a Little Dream of Me”. Composta em 1931, a canção foi anteriormente interpretada com sucesso por Doris Day, em seu disco “Day by Night”, de 1957. “The Undoing” volta a reunir Nicole Kidman, como atriz e produtora, e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”, e marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana. Apesar disso, não empolgou a crítica americana. A exibição do capítulo de estreia vai acontecer às 22 horas no canal pago HBO Brasil.

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  • Série

    The Undoing: Crítica acha nova série de Nicole Kidman medíocre

    25 de outubro de 2020 /

    Estreia deste domingo (25/10) na HBO, a minissérie de suspense “The Undoing” dividiu a crítica americana. A produção atingiu 65% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas quando considerados apenas os críticos top (da grande imprensa), a avaliação cai para medíocres 51%. Esperava-se mais de uma atração que volta a reunir Nicole Kidman, como atriz e produtora, e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. Mas se trata apenas de mais uma história de ricaços que exibem sua opulência enquanto acham que podem escapar de tudo impunemente. A minissérie é baseada no livro “Já Devias Saber… Agora é Tarde Demais” (You Should Have Known), de Jean Hanff Korelitz, e o lançamento nacional inclui um subtítulo que alude a esse título – “The Undoing – Já Devias Saber”. Na trama, Kidman vive Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um assassinato, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana, como o marido de Kidman. E, para completar, a direção dos seis capítulos é assinada pela cineasta dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Em um Mundo Melhor” (2010). Confira abaixo algumas das observações da imprensa norte-americana. “‘The Undoing’ é banhado por cores ricas e outonais conforme chegamos rapidamente à parte do julgamento da trama, que, é claro, apresenta todos os tipos de acontecimentos que você nunca veria na vida real. Mas quem se importa?”, publicou o jornal Chicago Sun-Times. “Nem as performances afiadas nem a bela fotografia podem salvar roteiros que têm tão pouco a dizer”, contestou a revista Time. “Não é uma obra-prima, mas é terrivelmente repleta de reviravoltas”, tentou elogiar o jornal canadense Globe and Mail. Já o Detroit News não se impressionou com as reviravoltas e sim com a estética “pornô” do luxo, descrita como “salas cheias de arte ornamentadas, pessoas impecavelmente vestidas, motoristas e porteiros, aulas de balé em Manhattan, leilões de caridade de primeira linha”, antes de concluir que “o desfile de casacos caros que Nicole Kidman usa enquanto caminha pelas ruas de Nova York pode ser suficiente para alguns telespectadores”. “Tudo isso deveria ser sexy e até mesmo divertido, com Kidman e Hugh Grant interpretando Grace e Jonathan, e Kelley contando as brincadeiras que eles fazem na cozinha. E por um episódio é”, aponta o New York Times, lembrando que, infelizmente, a minissérie tem seis episódios. “Lá pelo quinto episódio, a história parece totalmente gasta e muito esticada. Beleza e humor só são capazes de levar as coisas até certo ponto”, emenda o Washington Post. “Mas mesmo quando ‘The Undoing’ encontra seu caminho para reconhecer que seus protagonistas ricos e brancos são pessoas más – e eles definitivamente são – já é tarde demais para transformar a série de seis episódios em uma crítica mordaz ao privilégio”, conclui o site Indiewire. A exibição do capítulo de estreia vai acontecer às 22 horas no canal pago HBO Brasil.

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  • Filme

    Astro de The Walking Dead pode se tornar primeiro ator asiático indicado ao Oscar

    25 de outubro de 2020 /

    O ator sul-coreano Steven Yeun, mais conhecido como o Glenn de “The Walking Dead”, pode se tornar o primeiro asiático indicado ao Oscar na categoria de Melhor Ator. O estúdio indie A24 revelou que pretende lançar uma campanha pela indicação de Yeun por seu desempenho no drama “Minari”, que venceu o Festival de Sundance deste ano. Junto com Yeun, o estúdio vai destacar o trabalho de Han Ye-ri na categoria de Melhor Atriz e de seus colegas de elenco, Alan S. Kim, Will Patton e Youn Yuh-Jung, nas categorias de Coadjuvantes. A falta de representação asiática nas categorias de atuação tem sido uma das lacunas mais gritantes na longa história da Academia. Se qualquer um dos atores de “Minari” for nomeado, será a primeira vez que a Academia indicará um coreano em uma categoria de atuação, apesar da vitória de “Parasita” no Oscar deste ano. No filme dirigido por Lee Isaac Chung, Yeun interpreta Jacob, um pai sul-coreano que traz sua família para os EUA, iniciando uma fazenda na década de 1980. Sua luta para vencer os obstáculos comoveu o público e o júri de Sundance, que premiaram duplamente o longa. Mas não é de hoje que Yeun vem chamando a atenção dos festivais. Ele já tinha marcado presença em “Em Chamas”, produção sul-coreana premiada no Festival de Cannes de 2018. Ainda sem previsão de estreia comercial, “Minari” tem 100% de aprovação, em críticas publicadas durante sua passagem por festivais e apuradas pelo site Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer emocionante da produção.

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  • Etc

    CEO da AT&T “não está otimista” sobre futuro do cinema

    25 de outubro de 2020 /

    Quando lançou “Tenet” nos cinemas, há mais de 50 dias, a Warner tinha seu discurso afinado com os proprietários de cinema, acreditando que o filme seria o grande lançamento capaz de voltar a encher as salas e superar a crise da pandemia de coronavírus. Mas as salas não encheram e a crise se aprofundou após o desempenho do longa – orçado em mais de US$ 200 milhões – não dar o retorno esperado, levando outros estúdios a tirarem seus títulos do calendário de 2020. Agora, John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, diz que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. A fala aconteceu durante uma teleconferência com investidores na quinta-feira (22/10), onde Stankey confessou não saber o que vai acontecer com o mercado cinematográfico. “Essa ainda é uma das coisas sobre as quais não temos grande visibilidade”, ele afirmou. “Fizemos algumas experiências. Fizemos algumas coisas”, continuou. E foi quando fez a comparação esportiva sobre o desempenho de “Tenet” – na verdade, ele usou a expressão “home run”, uma analogia de beisebol, “traduzida” aqui para o gol do futebol visando facilitar a compreensão. O desempenho de “Tenet” deve afetar os próximos lançamentos do estúdio. A Warner tem a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” prevista para dezembro, mas são grandes as apostas de que ela será adiada, já que mantê-la representaria uma nova aposta, enquanto outros estúdios adiam estreias em massa para evitar esse teste. Stankey deu a entender que a Warner não será responsável por novas apostas arriscadas. Ele demonstra que a ordem agora é ter cautela e esperar. “À medida que chegarmos a um ponto onde haja uma situação um pouco mais consistente, talvez possamos fazer um pouco mais”. “Eu diria que a temporada de férias será o próximo grande ponto de verificação para ver o que ocorre e se podemos ou não mover algum conteúdo de volta para a exibição cinematográfica. Teremos que tomar uma decisão com base nisso e no que estiver acontecendo em diferentes geografias e na contagem de infecções no país”, ele afirmou. “Mulher-Maravilha 1984” tem sua estreia marcada para o Natal, que marca o começo das férias de inverno nos EUA. Portanto, antes do “próximo grande ponto de verificação”. No entanto, a produção de conteúdo foi retomada. Stankey observou que existem atualmente 130 produções em andamento, entre filmes e séries da Warner. Normalmente, esse número seria cerca de 180. Em relação a isso, ele considera que “estamos fora de perigo”. Ou seja, o estúdio aprendeu a trabalhar sob as restrições impostas pela pandemia e não terá problemas com falta de material. A questão que se impõe agora, especialmente com o lançamento da plataforma HBO Max, prioridade da AT&T, é onde exatamente exibir esse conteúdo. “Ainda estamos empenhados em tentar colocar parte do conteúdo que consideramos mais importante nas salas de cinema, se isso fizer sentido”, continuou Stankey. Mas sua conclusão não passou uma mensagem muito positiva. “Esperamos que o mercado seja incrivelmente fatiado no próximo ano”, disse, acrescentando que “não está otimista” quanto a uma recuperação significativa nem no início de 2021. Por conta disso, a Warner está “considerando todas as opções”. “À medida que avançarmos e pudermos ter um quadro mais claro, vamos tomar as decisões”, concluiu. Vale observar que o remake de “Convenção das Bruxas”, originalmente previsto para os cinemas, estreou na HBO Max neste fim de semana.

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  • Etc

    Itália volta a fechar cinemas na segunda onda do coronavírus

    25 de outubro de 2020 /

    A segunda onda da pandemia de coronavírus na Europa levou o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, a assinar neste domingo (25/10) um novo decreto que impõe o fechamento de piscinas, ginásios, teatros e cinemas a partir de segunda-feira, numa tentativa de conter o contágio que disparara no país. O endurecimento das medidas surge depois do aumento exponencial de casos, com o país registrando mais 19.644 casos e 151 mortes no sábado (24/10), devido à Covid-19. A Itália segue com grande preocupação o aumento de pacientes internados com problemas relacionados à pandemia, que já são 12.415 em todo o país, dos quais 1.128 estão em unidades de terapia intensiva. O novo decreto lembra a obrigatoriedade do uso de máscaras em todos os momentos e, sugerindo a volta da quarentena, recomenda que se evite receber visitas. Além disso, o governo “recomenda veementemente a todas as pessoas que não se desloquem, por meio de transporte público ou privado, a um município que não seja o de residência, exceto para necessidades comprovadas de trabalhar ou estudar, por motivos de saúde”. Embora o isolamento social não tenha sido decretado novamente no país, ele já existe em regiões como o Lácio, cuja capital é Roma, Campânia, Sicília, Calábria e Lombardia. Bares, restaurantes e similares estão proibidos de funcionar após às 18h. Ginásios, piscinas e spas, bem como centros culturais, centros sociais, centros recreativos, salas de bingo, casinos e parques de diversões também devem ser fechados, enquanto os parques e parques infantis permanecerão abertos. Em relação aos cinemas, teatros e salas de concertos, as medidas são extremas, impedindo seus funcionamentos até em eventos ao ar livre. De fato, estão sendo proibidas toda as formas de organização de eventos e conferências presenciais, e o decreto introduz novas medidas para aplicar a educação à distância a pelo menos 75% dos alunos dos cursos dos Ensinos Médio, ou seja, maiores de 14 anos.

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  • Etc,  Filme

    Cinemas vazios nos EUA apontam que crise do setor está longe de passar

    25 de outubro de 2020 /

    O desempenho das bilheterias de cinema nos EUA durante o fim de semana disparou alarmes por todo o mercado, deixando claro que o negócio cinematográfico corre risco de nunca mais se recuperar. O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), manteve-se na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido com uma arrecadação de US$ 2,35 milhões. Mas esta arrecadação, que nem sequer entraria no Top 10 antes da pandemia, foi a única a superar os US$ 2 milhões entre sexta e domingo (25/10) nos EUA e Canadá. O Top 3 ainda inclui a comédia “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert DeNiro, com US$ 1,8 milhão, e o “blockbuster” da covid-19, “Tenet”, com US$ 1,3 milhão. Diante destes números, o site Deadline publicou um texto atacando a decisão de políticos que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados, além de criticar a Disney por lançar seus principais títulos em streaming (“Hamilton”, “Mulan” e “Soul”) e despejar apenas refugos no circuito cinematográfico. A Disney distribuiu a única estreia de sexta (23/10), o terror “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man), uma produção original de Fox, que chegou sem sessões para imprensa e pouco investimento em divulgação – apesar de incluir o queridinho da Netflix Joel Courtney (o Lee Flynn de “A Barraca do Beijo”) em seu elenco. Foi lançado em 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 1,2 milhão, ocupando o 4ª lugar com salas vazias. As poucas críticas publicadas afirmam que se trata realmente de um horror. Entretanto, a performance negativa de “O Mensageiro do Último Dia” não é exceção. Todas as salas de cinema dos EUA estão vazias e a reabertura de Los Angeles e Nova York não mudaria este quadro. Para completar, os sinais são ainda mais desanimadores em relação ao futuro, após a nova onda de coronavírus que varre a Europa. O fato incontornável é que o público está com medo dos cinemas. Os donos das redes não abrem mão de vender refrigerante e pipoca, e com isso o uso “obrigatório” de máscaras de proteção virou falácia nas salas de exibição. Devido a esses sinais contraditórios, os cinemas continuam a ser vistos como inseguros. E os estúdios não pretendem fazer grandes lançamentos enquanto essa visão não for alterada. O negócio cinematográfico mudou, e enquanto alguns buscam alternativas, como a rede AMC, que fechou um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição de filmes em troca de participação nos lucros de streaming, outros preferem simplesmente fechar as portas a negociar ou repensar seu modelo, como a Regal/Cineworld, acreditando que isso servirá de pressão para sensibilizar os estúdios ou os governos. Mas os cinemas voltaram a fechar na Europa. E John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, acaba de vocalizar que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. Ao mesmo tempo em que a Disney anuncia que seu negócio de streaming superou as expectativas, atingindo em meses o alcance previsto para cinco anos, a Sony se adianta aos demais estúdios para adiar um filme esperado para março (“Caça-Fantasmas: Mais Além”), passando-o para julho de 2021. Em outras palavras, são cada vez menores as chances de “Mulher-Maravilha 1984” ser visto nos cinemas em dezembro. Assim como as chances de os cinemas superarem sua maior crise sem uma grande mudança no setor.

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