Mila Kunis é filha drogada de Glenn Close em trailer dramático
A Vertical Entertainment divulgou o pôster e o trailer de “Four Good Days”, drama que traz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe”) como uma viciada em luta para superar a dependência com ajuda a mãe, vivida por Glenn Close (“Era uma Vez um Sonho”). Na trama, Molly (Kunis) já passou por 15 tentativas fracassadas de se livrar das drogas, reconectando-se no processo com a mulher cujo coração ela partiu. Mesmo admitindo que às vezes não “quer mais” sua filha, a mãe a ajuda a embarcar em uma jornada incrivelmente intensa para passar mais quatro dias sóbria, visando limpar o corpo para iniciar um novo tratamento. Escrito e dirigido por Rodrigo García (“Albert Nobbs”), “Four Good Days” é baseado em uma história verídica e também é estrelado por Stephen Root (“Perry Mason”), Carla Gallo (“Bones”) e Joshua Leonard (“A Bruxa de Blair”). Exibido no Festival de Sundance do ano passado, o filme não empolgou a crítica, atingindo apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 30 de abril.
Fear The Walking Dead vai ganhar série derivada
Apesar de “The Walking Dead” terminar em sua próxima temporada, o universo da série segue em expansão. A AMC Networks anunciou a produção da quinta série do universo “The Walking Dead”. Desta vez trata-se de um spin-off de “Fear The Walking Dead” – que por sua vez já é derivada de “The Walking Dead”. Com o título de “Dead in the Water” (Morte na Água, em tradução literal), a nova série “contará a história da tripulação de um submarino lutando pela sobrevivência, isolada do mundo da superfície no momento em que começa o apocalipse, tornando-se uma armadilha mortal movida a energia nuclear, repleta de zumbis e sem saída”. O submarino mencionado já apareceu na primeira parte da 6ª temporada de “Fear The Walking Dead”, encalhado no Texas. Além disso, uma das chaves (de um par) usadas para disparar suas bombas nucleares encontra-se nas mãos de Morgan (Lennie James). “Dead in the Water” é uma criação de Jacob Pinion, que escreveu o 7º episódio da 6ª temporada de “Fear The Walking Dead” (“Damage From the Inside”). A série terá produção de Andrew Chambliss e Ian Goldberg, que são os atuais showrunners de “Fear The Walking Dead”, além de Scott Gimple, o chefe de conteúdo do “Universo The Walking Dead”. Ao anunciar o projeto, a AMC mencionou que a série será totalmente digital, mas não explicou o que isso significa. Aparentemente, trata-se de uma referência a lançamento em streaming. O canal pago já exibe antecipadamente os episódios de “The Walking Dead” em sua plataforma, AMC+ (AMC Plus) – disponível apenas nos EUA. A série se junta a, pela ordem de lançamento, “The Walking Dead” (2010), “Fear the Walking Dead” (2015), “The Walking Dead: World Beyond” (2020) e a vindoura série ainda sem título de Daryl e Carol (2022), sem esquecer do filme de Rick (2022). Ainda não há previsão de estreia para “Dead in the Water”.
Presidente da Fundação Palmares usa fake news para pedir boicote a filme de Lázaro Ramos
O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, pediu boicote ao filme “Medida Provisória”, que ele não viu, em postagens nas redes sociais. A atitude foi tomada após elogios rasgados da crítica americana e prêmios em festivais internacionais ao longa-metragem brasileiro, que marca a estreia na direção de Lázaro Ramos. Camargo diz que o filme que ele não viu “acusa o governo Bolsonaro de crime de racismo”. “O filme, bancado com recursos públicos, acusa o governo Bolsonaro de crime de racismo — deportar todos os cidadãos negros para a África por Medida Provisória. Temos o dever moral de boicotá-lo nos cinemas. É pura lacração vitimista e ataque difamatório contra o nosso presidente”, protestou Camargo, em seu perfil, nas redes sociais. Além de dar o registro, é preciso desmentir mais esta “fake news”, ferramenta seguidamente utilizada por integrantes do governo Bolsonaro contra a Cultura, liberdade de expressão e, durante a pandemia, as vidas dos brasileiros. “Medida Provisória” é uma adaptação da tragicomédia “Namíbia, Não!”, peça que Lázaro Ramos já tinha dirigido no teatro em 2011 – quando a presidente era Dilma Rousseff. Escrito por Aldri Anunciação, o texto foi publicado em livro pela Editora Edufba em 2012 e no ano seguinte venceu o Prêmio Jabuti de Literatura na categoria ficção juvenil. Os “recursos públicos” citados por Sérgio Camargo são os incentivos que o governo Bolsonaro travou na Ancine. O filme foi inteiramente rodado antes da eleição de Bolsonaro. O ator principal, o inglês descendentes de brasileiros Alfred Enoch, viajou ao Brasil para se aclimatar ao país para as filmagens no início de 2019, meses antes das eleições à presidência da República. Na época, nem os piores pesadelos apontavam uma possível vitória de Bolsonaro. A trama de “Medida Provisória” se passa num Brasil do futuro em que uma iniciativa de reparação pelo passado escravocrata provoca uma reação no governo federal, que promulga uma nova lei para deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. A reação de Sérgio Camargo só comprova como o cenário distópico da produção reflete o país criado após a eleição de Bolsonaro. Se o filme foi feito como ficção futurista, o tempo acabou por transformá-lo numa importante advertência sobre o tempo presente. Lázaro Ramos também se manifestou, após se deparar com as fake news de Camargo nas redes sociais, lembrando a cronologia da produção de “Medida Provisória” – em desenvolvimento há quase uma década – e colocando sua trama distópica no mesmo nicho de “Handmaid’s Tale” (que também poderia ser atacado por Camargo ao descrever um país similar a este que virou pária mundial) e “Black Mirror”. “Qualquer comentário sobre o filme é feito em cima de suposições ou desejo de polêmica, pois ninguém assistiu a obra a não ser quem esteve nos festivais onde o filme foi exibido com extremo sucesso, vide as mais de 24 críticas positivas da obra”, completou o ator e diretor. Em julho do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) abriu inquérito e pediu esclarecimentos a Sérgio Camargo sobre o fato de que ele “teria negado a existência do racismo, a importância da luta do povo negro pela sua liberdade e a importância do Movimento Negro em nosso país”. A investigação foi precipitada por um áudio em que Camargo chamou o movimento negro de “escória maldita” e criticou o Dia da Consciência Negra. Para os promotores, a apuração dos fatos foi necessária porque os “fatos noticiados são graves” e violam, em tese, a Constituição Federal.
Rutherford Falls: Nova comédia do criador de Parks and Recreation ganha trailer
A plataforma americana Peacock, do conglomerado NBCUniversal, divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Rutherford Falls”, nova série de comédia de Michael Schur, responsável por sucessos como “Parks and Recreation”, “The Good Place” e “Lei e Desordem” (Brooklyn Nine-Nine) Schur criou a atração em parceria com o ator Ed Helms. Os dois trabalharam juntos em outro sucesso televisivo, “The Office”, que o primeiro escreveu e o segundo estrelou. Na verdade, o time criativo é um trio, que se completa com a produtora-roteirista Sierra Teller Ornelas (“Superstore”). A comédia gira em torno de dois melhores amigos de longa data, Nathan Rutherford (Helms) e Reagan Wells (Jana Schmieding, de “Blast”), que se encontram em uma encruzilhada – literalmente – quando sua cidadezinha interiorana, à beira de uma reserva indígena, passa a ser “ameaçada” pelo progresso. Nathan é descendente do fundador da cidade e quer defender a estátua de seu ancestral da remoção pela Prefeitura, enquanto Reagan busca construir um centro cultural indígena para o qual nem os índios dão importância. A série já entrou para a História da TV antes mesmo de sua estreia por incluir cinco roteiristas indígenas em sua equipe de produção – um marco na representatividade nativa-americana na televisão dos EUA. Os escritores incluem a própria Schmieding (descendente da nação Cheyenne e Lakota Sioux), Ornelas (Navajo), Bobby Wilson (Sisseton-Wahpeton Dakota), Tai Leclaire (da nação Moicana e Mi’kmaq) e Tazbah Chavez (descendente das tribo Paiute, Navajo e Apache). O elenco também destaca Michael Greyeyes (da nação Muskeg Lake Cree, que estrelou “I Know This Much Is True”), Jesse Leigh (“Heathers”) e Dustin Milligan (“Schitt’s Creek”). Produção da Universal Television, “Rutherford Falls” estreia em 22 de abril nos EUA.
Van Helsing: Drácula enfrenta última batalha no trailer do final da série
O canal pago americano Syfy divulgou o pôster e o trailer da 5ª e última temporada de “Van Helsing”. A prévia mostra a luta das filhas de Vanessa Van Helsing contra uma Drácula feminina (Tricia Helfer, de “Lucifer”) para impedir o apocalipse vampírico da Terra, com o ressurgimento da personagem-título nos segundos finais. Criada por Neil LaBute (do péssimo “The I-Land”), “Van Helsing” costumava acompanhar Vanessa (Kelly Overton), supostamente a derradeira herdeira de Abraham Van Helsing, o famoso caçador de vampiros, após despertar de um coma num mundo tomado pelas criaturas. Ao se descobrir inexplicavelmente imune ao vampirismo e capaz de curar infectados, ela passa a ser vista como a última esperança de salvação da humanidade. Ou melhor, penúltima com o surgimento de uma irmã desconhecida (Missy Peregrym) com os mesmos poderes na metade da 2ª temporada. Até outra reviravolta tirar ambas da trama entre a 3ª e a 4ª temporadas, substituídas por duas filhas crescidas de Vanessa (Keeya King e Nicole Muñoz) igualmente desconhecidas, que nem ela mesma sabia que tinha. Em comunicado, o produtor executivo Daniel March prometeu “a conclusão que os fãs merecem”. O que pode ter mais de um sentido, já que, com o fim de “Z Nation”, “Van Helsing” assumiu a vaga trash de pior série do canal, que cancelou todas as atrações decentes que possuía. A 4ª temporada foi vista por somente 293 mil pessoas ao vivo nos EUA, após vários integrantes do elenco original serem descartados subitamente, porque os atores conseguiram trabalho melhor – Missy Peregrym, intérprete de Scarlett, irmã de Vanessa, foi estrelar “FBI”, por exemplo. E nem sequer a protagonista, que batiza a série, segue à frente da atração. No Brasil, os primeiros anos de “Van Helsing” estão disponíveis no catálogo da Netflix.
Festival online exibe curtas indicados ao Oscar 2021 de graça neste fim de semana
O Festival Curta Cinema disponibilizou gratuitamente neste sábado (20/3) dois filmes que disputam o Oscar 2021 de Melhor Curta-Metragem: o palestino “The Present” e o israelense “White Eye”. Ambos compartilharam o prêmio de Melhor Direção na mostra competitiva internacional da 30ª edição do Festival Curta Cinema, que realizou sua primeira parte em novembro de 2020, e estão disponíveis por 24 horas (até as 18h de domingo) no site do evento oficial (https://curtacinema.com.br/exibicao/) em parceria com a plataforma Festhome TV. O festival é gratuito, mas o número de “ingressos” virtuais é limitado. “The Present” conta a história de um palestino e sua filha que tentam cruzar as fronteiras entre a Cisjordânia e Israel para comprar um presente. O filme é dirigido pela palestina-britânica Farah Nabulsi e, além do Oscar, também disputa o BAFTA (o Oscar britânico) de Melhor Curta do ano. Já “White Eye” aborda o preconceito contra imigrantes. Filmado em um take contínuo – após vários ensaios – durante uma noite em um bairro de Tel Aviv, o filme acompanha um israelense de classe média que encontra sua bicicleta recentemente roubada durante um passeio na praia e, quanto tenta retomar sua posse, depara-se com um imigrante negro que afirma que a comprou. O trabalho do diretor Tomer Shushan também venceu o prêmio de Melhor Curta no Festival SXSW do ano passado. Veja abaixo o trailer dos dois filmes.
Liga da Justiça de Zack Snyder bate recorde de locação digital no Brasil
A estreia do filme “Liga da Justiça de Zack Snyder” chegou às plataformas digitais na última quinta-feira (18/3) e já se tornou um dos maiores sucessos de vendas na plataforma NOW, streaming da Claro. Segundo a empresa, “Liga da Justiça de Zack Snyder” teve uma performance 140% maior do que o último filme de sucesso da plataforma, “Mulher Maravilha 1984”. O longa, que tem 4 horas de duração, foi disponibilizado na sessão de “Super Lançamentos” da NOW, com valor de locação de R﹩49,90, acima da média de um ingresso inteiro de cinema. O título também está disponível como vídeo premium sob demanda (PVOD) para locação digital nas lojas online Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, Sky Play, Vivo Play e outras. Um detalhe é que a nova versão de “Liga da Justiça” ficará disponível online no Brasil apenas por três semanas. Depois disso, ele sairá de todas as plataformas de streaming para voltar apenas no final do ano como um lançamento convencional (em vez de “super lançamento”) a preço de mercado (que é bem menor). O filme apresenta cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e edição de Joss Whedon em 2017. Para poder realizá-lo, Zack Snyder aceitou trabalhar de graça, num acordo com a WarnerMedia para recuperar o controle sobre a obra e conseguir o orçamento que precisava para finalizar efeitos visuais e realizar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte das cenas, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva de tudo o que estava pronto. Mas o resultado dessa intervenção foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas (40% no Rotten Tomatoes). Além disso, as refilmagens foram tumultuadas e geraram acusações de abusos que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que chamou atenção dos executivos do conglomerado, os fãs finalmente tem acesso ao que pediram, podendo comprovar aquilo que acreditavam ou se confrontar com nova frustração diante da edição alternativa de “Liga da Justiça”. Por enquanto, a curiosidade – e as críticas mais positivas – tem demonstrado que a decisão da WarnerMedia de bancar o projeto não foi a loucura que muitos acreditavam. Dependendo do tamanho de seu sucesso, “Liga da Justiça de Zack Snyder” pode influenciar novos lançamentos similares do estúdio – e David Ayer já está em campanha pelo “AyerCut” de “Esquadrão Suicida”.
Estrelas de “Caçadoras de Recompensas” e “She-Ra” entram em spin-off de “The Boys”
O projeto de série derivada de “The Boys”, que vai se passar numa universidade para super-heróis jovens, acrescentou mais três atores conhecidos em seu piloto. A lista inclui Maddie Phillips, que viveu uma das personagens-título de “Caçadoras de Recompensas” na Netflix, Aimee Carrero, que estrelou “Jovem e Gourmet (Young & Hungry) e foi dubladora da heroína She-Ra na nova série animada da Netflix, e Shane Paul McGhie, o Landon da franquia romântica teen “After”. O trio se junta às duas atrizes anteriormente confirmadas: Jaz Sinclair, que viveu Roz em “O Mundo Sombrio de Sabrina”, e Lizze Broadway, da série “Here and Now”. Ainda sem título, o projeto é descrito como uma comédia irreverente que irá explorar os “limites físicos, sexuais e morais dos personagens, enquanto eles competem pelos melhores contratos nas melhores cidades”. A atração está sendo desenvolvido pela roteirista Craig Rosenberg (“O Mistério das Duas Irmãs”), que faz parte da equipe de “The Boys”, e contará com produção do showrunner da série principal, Eric Kripke (que também criou “Supernatural”), além da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (criadores de “Preacher”). Embora precise gravar um piloto para ser aprovado, o spin-off deve ser confirmado pela Amazon em breve, tendo em vista a repercussão e boa audiência de “The Boys”. Por sinal, a Amazon Studios já começou a gravar a 3ª temporada de “The Boys”, que contará com participação de Jensen Ackles (o Dean de “Supernatural”).
Uma Babá Quase Perfeita: Diretor revela existência de versão imprópria para menores
Falecido em agosto de 2014, o ator Robin Williams era conhecido por sua enorme capacidade de improvisação. E isso foi registrado pelas câmeras de um de seus filmes mais populares, “Uma Babá Quase Perfeita”, comédia infantil em que seu personagem se disfarçava de mulher para conseguir emprego de babá e conviver com os filhos após o divórcio. Nesta semana, o cineasta Christopher Columbus confirmou à revista Entertainment Weekly que Williams improvisou tanto nas filmagens que gerou material mais que suficiente para o lançamento de uma versão imprópria para menores. Segundo o diretor do sucesso de 1993, as piadas do ator renderiam classificação “R”, vetado para menores de 17 anos desacompanhados dos pais, mas não seriam extremas a ponto de gerar uma classificação “N-17”, proibido para menores de 17 anos em todas as circunstâncias, como ele mesmo chegou a brincar há alguns anos. Columbus contou que existem pelo menos três versões diferentes do filme. “A verdade é que havia um acordo entre Robin e eu, que era o seguinte: ele faria uma, duas ou três tomadas seguindo o roteiro. Depois disso, ele dizia: ‘Agora me deixe brincar’. E nós basicamente fazíamos entre 15 a 22 tomadas, eu acho que 22 é o máximo que eu me lembro”, disse o diretor. “Ele às vezes entrava em um território que não seria apropriado para um filme para crianças (foi lançado com classificação “PG-13”, liberado até 13 anos), mas que certamente seria apropriado e hilário para um filme adulto. Eu usei [anteriormente] a indicação ‘NC-17’ como uma piada. Não existe uma versão NC-17 deste filme. ” O diretor estaria disposto a revisitar o filme, mas não consegue mais lembrar o que exatamente entraria numa versão adulta. “Eu estaria aberto a talvez fazer um documentário sobre a produção do filme e permitir que as pessoas vissem certas cenas reeditadas em uma versão adulta”, disse Columbus. “O problema é que não me lembro da maior parte. Só sei o que entrou na edição final, porque já faz muito tempo. Mas eu me lembro que era um material absurdamente engraçado. ”
Secretário estadual de Cultura de São Paulo é internado com covid-19
O secretário estadual de Cultura e Economia Criativa de São Paulo, Sérgio Sá Leitão, foi internado na sexta-feira (19/3), no Rio de Janeiro, com Covid-19. A informação foi confirmada em comunicado da Secretaria. Segundo a nota, Leitão começou a sentir os primeiros sintomas no último dia 13, quando se colocou em isolamento social, trabalhando remotamente. Ele foi internado no Rio, onde tem família, para seguir o tratamento médico. Seu estado de saúde é estável. Sérgio Sá Leitão é jornalista e trabalhou no Jornal do Brasil e na Folha de S. Paulo, antes de virar diretor da Ancine e ministro da Cultura do governo Temer. Com a troca de governos, ele passou a ser secretário estadual de São Paulo em 2019.
Atriz de “Você” entra no revival de “Gossip Girl”
A atriz Elizabeth Lail, que contracenou com Penn Badgley na 1ª temporada de “Você” (You), entrou no revival da antiga série do ator, “Gossip Girl”, em papel não revelado. Como a série original, a nova “Gossip Girl” é escrita por Joshua Safran e baseada no livro homônimo de Cecily von Ziegesar. A trama se passa oito anos depois que o blogue original da “garota fofoqueira” foi desativado, quando uma nova Gossip Girl surge para vigiar outra geração de estudantes da elite de Nova York. A série abordará o quanto a mídia social – e a própria paisagem de Nova York – mudou desde o fim da trama da rede The CW em 2012. Lail vai se juntar ao elenco central, que está definido desde o ano passado com Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jordan Alexander (“Sacred Lies”), Whitney Peak (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Eli Brown (“Pretty Little Liars: The Perfeccionists”), Johnathan Fernandez (“Lethal Weapon”), Tavi Gevinson (“Scream Queens”), Thomas Doherty (“Alta Fidelidade”), Adam Chanler-Berat (“Next to Normal”), Zion Moreno (“Claws”) e o veterano da Broadway Jason Gotay (“Peter Pan Live!”). Além deles, a série contará novamente com Kristen Bell (“The Good Place”) como narradora, no papel da “garota fofoqueira”, que espalha rumores sobre a vida das personagens via internet. Vale lembrar que, apesar da voz ser feminina, o final da série original revelou que a verdadeira Gossip Girl era um homem: Dan Humphrey, justamente o papel de Penn Badgley. O ator, por sinal, já se dispôs a fazer uma participação para ligar as tramas. A atriz Karena Evans (“Mary de Morte/Mary Kills People”), que virou diretora à frente de clipes de Drake em 2018, vai comandar os dois primeiros episódios do reboot. A nova “Gossip Girl” também tem produção dos criadores da versão original, Josh Schwartz e Stephanie Savage, e será lançada exclusivamente na plataforma HBO Max, que chega ao Brasil em junho. Ainda não há previsão de estreia.
American Horror Story revela título e tema da 10ª temporada
O produtor Ryan Murphy revelou o título e o tema da 10ª temporada de “American Horror Story”. Um vídeo divulgado em suas redes sociais anunciou que a nova etapa se chamará “Double Feature” (“Sessão Dupla”, em tradução literal) e contará com duas histórias diferentes, “uma no mar e outra na areia”. Isto e a imagem de ondas morrendo numa praia apontam que a nova fase da antologia se passará numa locação litorânea. Murphy já tinha dado uma dica (literalmente) dessa locação há quase um ano. Em maio de 2020, o produtor postou uma foto de outra praia serena em seu Instagram. Na ocasião, ele legendou: “American Horror Story. Dica”. Depois disso, em novembro, o criador da série compartilhou o pôster oficial da 10ª temporada, que apresenta uma boca aberta e dentes afiados como navalhas, além de uma língua tatuada com “AHS10”. Muitos acham que a combinação de dentes afiados e o cenário caiçara aponta que a nova temporada possa ser inspirada pelos filmes clássicos “O Monstro da Lagoa Negra” (1954) ou “Tubarão” (1975). Há dez dias, Murphy abriu mais a cortina da produção ao apresentar a primeira foto oficial de atores da 10ª temporada. Nela, Macaulay Culkin, o eterno Kevin de “Esqueceram de Mim” (1990), aparece de braços dados com Leslie Grossman, atriz recorrente da série de terror do canal pago FX. Os dois aparecem vestindo casacos de pele luxuosos em uma praia de Massachusetts. Além de Culkin e Grossman, “American Horror Story: Double Feature” também deve contar com os regulares Evan Peters, Sarah Paulson, Kathy Bates, Billie Lourd, Adina Porter, Lily Rabe, Angelica Ross e Finn Wittrock. Ainda não há previsão para a estreia. #AHSDoubleFeature#AHS10 #AHS @AHSFX @FXNetworks pic.twitter.com/Mo0JAM4HmH — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) March 19, 2021
Miranda Cosgrove revela bastidores das gravações da volta de iCarly
A atriz Miranda Cosgrove comemorou o final da primeira semana de gravações do revival de ‘iCarly” com a publicação de algumas fotos dos bastidores em seu Instagram. Numa das imagens, ela aparece ao lado de Nathan Kress e Jerry Trainor, que também fizeram parte do elenco original da antiga série da Nickelodeon. “Aproveitando cada segundo”, ela declarou. Um dos maiores sucessos do canal pago infantil, “iCarly” acompanhava uma estudante do ensino médio (Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Por conta de seu tema, a atração se tornou conhecida por incorporar diversas referências da cultura pop. A série foi originalmente exibida entre 2007 e 2012. E fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). A volta de “iCarly” vai mostrar o que aconteceu com os personagens desde então. Os novos episódios serão escritos e produzidos por Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”), e serão exibidos com exclusividade na plataforma Paramount+ (Paramount Plus). Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Miranda Cosgrove (@mirandacosgrove)












