Trailer de “Nem um Passo em Falso” revela elenco grandioso
A HBO Max divulgou o pôster nacional e o trailer legendado do suspense “Nem um Passo em Falso” (No Sudden Moves), novo filme de Steven Soderbergh. A prévia reúne um grande elenco numa sessão de reviravoltas. Escrita por Ed Solomon (“Homens de Preto”), a trama se passa nos anos 1950 e conta a história de um grupo de criminosos que se envolve em uma conspiração mirabolante após ser contratado para servir de “baby sitters” para a família de um homem forçado a roubar um documento sigiloso. O que se segue é traição atrás de traição. E quando tudo dá terrivelmente errado, a busca por quem os contratou – e com qual objetivo – os conduz aos escalões mais altos da cidade de Detroit, dilacerada por conflitos raciais e em rápida mudança social. O elenco grandioso destaca Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Benicio Del Toro (“Sicario”), Kieran Culkin (“Succession”), Brendan Fraser (“Patrulha do Destino”), Jon Hamm (“Mad Men”), David Harbour (“Stranger Things”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Amy Seimetz (“Cemitério Maldito”), Ray Liotta (“Shades of Blue”), Bill Duke (“Raio Negro”), Frankie Shaw (“SMILF”) e Julia Fox (“Joias Brutas”). O filme é o segundo lançamento de Soderbergh na HBO Max. Mas deveria ter sido o primeiro. É que num impulso ele filmou “Let Them All Talk”, lançado em dezembro passado após duas semanas de filmagens improvisadas com Meryl Streep. “Nem um Passo em Falso” terá première no Festival de Tribeca, em 18 de junho, e chegará em streaming no Brasil no dia 29 de junho, com o lançamento nacional da plataforma.
Sinéad O’Connor volta atrás e diz que não vai se aposentar
A cantora Sinéad O’Connor voltou atrás. Depois de anunciar nas redes sociais que estava se aposentando, ela mudou de ideia. “Fod*-se a aposentadoria”, escreveu, de forma cândida. Na sexta (4/6), ela disse que a idade e o cansaço influenciaram sua decisão. Na terça (8/6), é punk rock na veia. A artista irlandesa de 54 anos tinha anunciado que seu próximo álbum, intitulado “No Veteran Dies Alone (NVDA)”, seria seu último trabalho musical e não contaria com nenhum tipo de divulgação de sua parte durante o lançamento. Agora, já está programando a turnê. “Retiro o que eu disse. Não estou me aposentando”. Não é a primeira vez que Sinéad desdiz o que disse pouco depois de dizer. Ela mudou duas vezes de nome desde 2017 (para Magda Davitt e Shuhada Sadaqat), mas ainda se identifica oficialmente com seu nome de sempre. Sinéad também se assumiu lésbica, apenas para se desmentir dias depois. Há alguns anos, ela publicou um vídeo alarmante dizendo que pensava em se matar. A crise seria consequência de transtorno bipolar, que ela revelou, antes de se desmentir, afirmando que, após consultas com diferentes médicos, descobriu que o diagnóstico não era verdadeiro. Para justificar seu mais recente SQN (só que não), a cantora publicou uma longa carta em que se diz vítima de diversas entrevistas abusivas durante toda a sua carreira, as quais desrespeitavam seus pedidos para não falar sobre seus traumas e as violências que sofreu quando criança. E que isso aconteceu mais uma vez recentemente no programa “Woman’s Hour”, da BBC, o que teria sido o gatilho para que ela quisesse se aposentar. “Eu me senti como eu me sentia há 30 anos e por 30 anos. Senti que eu estaria melhor (mais segura) se eu fugisse e abandonasse completamente a música”, contou. “A maior ideia errada sobre Sinéad O’Connor é que ela é uma Amazona. Sou uma mulher de 1,64 metro com coração mole que na verdade é muito frágil”. Por fim, a cantora declarou: “Quando as pessoas me ridicularizam, me invalidam, me desrespeitam ou me abusam eu sofro de efeitos de longo prazo das violências físicas e psicológicas com as quais eu cresci. Toda vez que eu vou vender uma música, um show ou um livro, é um gatilho para mim. Eu volto para essa criança ferida. Ou essa jovem mulher tratada terrivelmente. E o meu trabalho se torna algo que me aterroriza”. SQN. Ela acaba de lançar um livro de memórias, “Rememberings”, em que detalha tudo o que diz ser “gatilho”. E graças à repercussão de sua “aposentadoria”, o livro disparou em vendas no Reino Unido. Good news. Fuck retiring. I retract. Am not retiring. I was temporarily allowing pigs in lipstick to fuck my head up… here's my statement….. in the form of these three photos. It's 'colourful' but that's me : ) #LetOConnorBeOConnor pic.twitter.com/wKoEKFANPk — Sinead O'Connor (Shuhada Sadaqat) (@MagdaDavitt77) June 7, 2021
Estrela de “Unbreakable Kimmy Schmidt” se desculpa por ser “rainha” de instituição racista
A atriz Ellie Kemper, conhecida pelas séries “The Office” e “Unbreakable Kimmy Schmidt” (na qual tinha o papel-título), se desculpou em seu Instagram nesta segunda (7/6), após seu nome bombar nas redes sociais pela descoberta de um feito de seu passado. Quanto tinha 19 anos, ela foi eleita rainha de uma instituição de passado racista. A história tomou as redes sociais na última semana, quando uma foto da atriz como debutante foi publicada e fãs começaram a questionar se ela sabia que a Veiled Prophet Organization, responsável pelo baile, tinha um passado racista, sexista e elitista. Fundada em 1877 por homens brancos ricos, a instituição recusou-se a aceitar membros negros até 1979. A atriz nasceu no ano seguinte, 1980. Por isso, disse que na época (em 1999) não sabia do passado da instituição tradicional da alta sociedade de sua cidade natal. “Mas a ignorância não é uma desculpa. Eu tinha idade suficiente para me informar antes de me envolver. Sem dúvidas eu não concordo, denuncio e rejeito a supremacia branca. Ao mesmo tempo, sei que por causa da minha raça e dos meus privilégios, eu me beneficio de um sistema que distribui justiça e recompensas de formas desiguais”, ela escreveu. Na internet, a história foi bastante aumentada e ganhou enorme repercussão, após alguém postar que o baile era um “evento chique organizado pela Ku Klux Klan (KKK) local”, criou-se a falsa narrativa de que a atriz tinha sido eleita a “Rainha da KKK” aos 19 anos. O prêmio que Ellie Kemper recebeu em 1999 foi o de “Rainha do Amor e da Beleza”. “Há uma tentação muito natural quando você vira assunto de críticas na Internet: dizer a si mesmo que seus detratores estão entendendo tudo errado. Mas, em algum momento da semana passada, percebi que muitas das forças por trás das críticas eram forças com as quais eu passei minha vida apoiando e concordando”, a atriz acrescentou. “Passei a minha vida inteira tentando viver de acordo com valores, e se a minha experiência servir de indicativo para que instituições com um passado que não atende a esses valores sejam confrontados, então eu tenho que ver essa experiência como algo positivo”. “Quero me desculpar com as pessoas que desapontei, prometo que vou ouvir e continuar me educando, e usar meu privilégio a favor de uma sociedade melhor que sei que podemos nos tornar”, completou a atriz, agradecendo as pessoas que leram o comunicado. O post completo pode ser visto abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ellie Kemper (@elliekemper)
Lili Reinhart fecha contrato de exclusividade com a Amazon
A atriz Lili Reinhart, intérprete de Betty Cooper na série “Riverdale”, fechou um contrato de produção com a Amazon Studios. Pelo acordo, a produtora de Reinhart, Small Victory Productions, vai desenvolver conteúdo exclusivo de filmes e séries para a plataforma de streaming, com ênfase em projetos que enfocam inclusão, representatividade e diversidade. A parceria foi fechada 10 meses após o lançamento de “A Química que Há Entre Nós” na Amazon Prime Video, primeiro trabalho de Reinhart como produtora. Ela também estrelou o drama adolescente. “Após o sucesso do emocional e pungente de ‘A Química que Há Entre Nós’, estamos muito entusiasmados em continuar nossa parceria de trabalho com Lili, dando nossas boas-vindas de volta à família Amazon”, disse Jennifer Salke, chefe do estúdio, em comunicado. “O carisma de Lili na tela, bem como sua paixão por narrativas dinâmicas, trazem uma perspectiva renovadora para o gênero infanto-juvenil (young adult), e mal podemos esperar que nosso público global veja o que temos reservado”. Lili Reinhart também falou sobre o negócio. “Tive uma ótima experiência produzindo ‘A Química que Há Entre Nós’ com a Amazon e estou ansiosa para expandir nosso relacionamento. A Small Victory Productions contará histórias que exploram as complexidades da vida dos jovens adultos – queer, diversa e inclusiva para todos”, ela explicou no mesmo comunicado. Em seu Instagram, a estrela descreveu-se “muito feliz” com o negócio e ainda acrescentou: “O trabalho árduo compensa, os sonhos se tornam realidade e Deus certamente está cuidando de mim”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lili Reinhart (@lilireinhart)
John Sacret Young (1946-2021)
O roteirista John Sacret Young, que co-criou o drama médico de guerra “China Beach”, morreu na quinta-feira em Los Angeles, aos 75 anos, após uma batalha de 10 meses contra um câncer no cérebro. Seu primeiro trabalho como roteirista foi “Chandler”, um filme policial de 1971 estrelado por Warren Oates. Mas ele logo passou para a televisão, trabalhando como pesquisador e roteirista de “Os Novos Centuriões” (Police Story), um dos grandes sucessos da década de 1970 na rede CBS. Sua primeira criação foi a minissérie de guerra “Emboscada Fatal” (1980), sobre um oficial desiludido com a Guerra do Vietnã. O tema acabou revisitado em sua atração mais celebrada, “China Beach”, que narrava o horror da guerra pelos olhos de uma enfermeira do Exército (Dana Delany) e seus colegas em um hospital de campanha. “China Beach” durou quatro temporadas, entre 1988 e 1991, e três delas concorreram ao Emmy de Melhor Série de Drama. Young ainda venceu o WGA Awards, prêmio do Sindicato dos Roteiristas, por escrever um episódio de 1990 (“Souvenirs”), que ele também dirigiu. Enquanto estava em “China Beach”, ele se tornou mentor de jovens roteiristas que acabaram tendo carreiras brilhantes e até hoje agradecem a experiência de ter começado suas trajetórias tendo Young como chefe e orientador. “John era meu mentor e meu amigo. Ele foi um escritor excepcionalmente talentoso que foi generoso com seu tempo, atencioso, extremamente engraçado, paciente e durão”, disse John Wells em um comunicado, sobre a morte do antigo chefe. “Ele se preocupava profundamente com a escrita, com as palavras e com o artesanato. Ele tinha um padrão elevado e esperava que você o ultrapassasse. Ele deu uma chance a um escritor jovem e inexperiente, e eu serei eternamente grato por essa chance. ” John Wells fez mais que agradecer. Ele convidou seu velho mentor a participar da produção de “West Wing”, que ele criou em 1999. Young se tornou consultor da atração política em 2003, e a partir do ano seguinte virou produtor executivo e ainda escreveu quatro episódios – um deles novamente indicado ao WGA Awards. Young também escreveu episódios da subestimada mas pioneira série sci-fi “VR.5” (1995–1997), sobre tecnologia virtual, além dos roteiros do filme indicado ao Oscar “O Testamento” (1983) e da cinebiografia “Romero” (1989), em que Raul Julia viveu um arcebispo salvadorenho, sem contar inúmeros telefilmes. Seu trabalho televisivo mais recente foi como roteirista e co-produtor executivo de “Amigas para Sempre” (Firefly Lane), série lançada neste ano pela Netflix. Ele também assinou vários livros – o último deles, sobre sua experiência em Hollywood, ainda está inédito e só será publicado em 2022 – , ensinou a arte e o ofício da escrita em várias faculdades de prestígio, de Princeton à USC, e participou dos comitês do Humanitas Prize e da Writers Guild Foundation, a fundação do Sindicato dos Roteiristas.
Rob Zombie anuncia filme da série clássica “Os Monstros”
O roqueiro diretor Rob Zombie confirmou rumores antigos, de que estaria por trás de uma versão de cinema da série clássica “Os Monstros”. “Os rumores são verdadeiros!”, ele escreveu no Instagram nesta segunda-feira (7/6). “Meu próximo projeto será o filme que venho perseguindo há 20 anos! ‘Os Monstros’! Fiquem ligado para detalhes emocionantes à medida que as coisas progridem!”, completou. O filme tem produção da 1440 Productions, uma divisão menor do Universal Studios, o que significa que provavelmente será lançado na plataforma Peacock em vez dos cinemas. Grande sucesso da época da TV em preto e branco, a atração original de 1964 era estrelada por Fred Gwynne (“Cemitério Maldito”), Al Lewis (“A Noite dos Desesperados”) e Yvonne De Carlo (“Capitão Blood”) e concorria com “A Família Addams” no mesmo filão de família de monstros camaradas. O programa acompanhava o cotidiano de Herman, um monstro similar ao de Frankenstein, em sua vida comum de pai trabalhador, às voltas com a mulher vampira Lily, o sogro vampiro que todos chamavam de Vovô Monstro, o filho lobisomem Eddie e a sobrinha Marilyn, que envergonhava a família pela suposta feiura (na verdade, era uma loira deslumbrante). Além da série, “Os Monstros” originais também tiveram um filme colorido, “Monstros, Não Amolem!” (1966), e um telefilme de reencontro dos personagens, “The Munsters’ Revenge” (1981). Mas mesmo com a aposentadoria dos atores, a franquia da Universal nunca saiu totalmente do ar. O estúdio televisivo emplacou seu primeiro remake em 1987. Intitulada “The Munsters Today”, essa versão durou três temporadas, embora pouca gente lembre dela. Depois disso, o canal ainda lançou dois telefilmes com elencos completamente diferentes nos anos 1990. Nos últimos anos, alguns produtores tentaram reviver a franquia na TV. Bryan Fuller (criador de “Hannibal” e “Star Trek: Discovery”) chegou a gravar um piloto para sua versão, chamada “Mockingbird Lane”, em 2012, mas outra iniciativa do apresentador-comediante Seth Meyers (“Saturday Night Live”) nem chegou tão longe em 2017. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por RobZombieofficial (@robzombieofficial)
Sabrina Carpenter fará versão musical de “Alice no País das Maravilhas”
A atriz Sabrina Carpenter tem outro projeto encaminhado na Netflix. Depois de “Dançarina Imperfeita” e “Crush à Altura”, ela revelou que vai produzir e estrelar uma nova versão musical de “Alice no País das Maravilhas” para a plataforma de streaming. Ela contou os primeiros detalhes da produção durante uma entrevista para a revista Flaunt, publicada nesta segunda-feira (7/6), em que falou sobre seus planos para o projeto. “Minha esperança é dar vida a uma versão da história que ninguém viu ainda”, disse, acrescentando que a novidade seria a presença de muitos números musicais. “Contar a história a partir das músicas é fundamental. Eu quero que as pessoas se interessem por essa visão dinâmica”, ela afirmou. E em seguida disse que, apesar de todos os elementos fantasiosos da trama original, espera que a adaptação “pareça real”. “Porque embora essa história seja tão lúdica e sobrenatural, eu quero que ela pareça real, bem fundamentada e sobre pessoas de verdade, anda que pertencente à sua imaginação.” Vale apontar que a produção não será uma adaptação literal de “Alice no País das Maravilhas”. Em vez disso, o projeto é descrito como uma versão contemporânea da história de Lewis Carroll, que terá como pano de fundo um festival de música chamado “Wonderland” (País das Maravilhas). A trama está sendo escrita pelo compositor e músico Ross Evans (do também vindouro “Catch the Moon”). A produção é da Alloy Entertainment, empresa responsável por “Dançarina Imperfeita” e também pela série “Você” (You), outro sucesso da Netflix.
Carey Mulligan vai estrelar filme sobre escândalo sexual de Harvey Weinstein
A Universal anunciou a produção do primeiro filme sobre o escândalo de Harvey Weinstein, atualmente preso por abuso sexual, que será estrelado por Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”), no papel das jornalistas que derrubaram o poderoso produtor de Hollywood. A denúncia contra Weinstein, veiculada originalmente numa reportagem do jornal The New York Times, inspirou cerca de 100 mulheres, inclusive estrelas de Hollywood, a revelar as tentativas de abusos e até mesmo estupros praticados impunemente pelo poderoso produtor – e dono de estúdio de cinema – por mais de três décadas. O movimento espontâneo deu origem ao fenômeno #MeToo, que tomou as redes sociais e sacudiu os alicerces da indústria do entretenimento e as relações trabalhistas em todo o mundo – com ecos chegando até a queda do presidente da CBF neste fim de semana no Brasil. Intitulado “She Said”, o filme será baseado no livro de 2019, lançado no Brasil como “Ela Disse”, que conta detalhes da investigação do New York Times sobre boatos que circulavam há anos a respeito da conduta sexual de Weinstein. A história foca nos bastidores de meses de investigações e obstáculos legais que as jornalistas enfrentaram para publicar suas reportagens, lutando contra a fortuna e o poder de um homem que ganhou mais agradecimentos que Deus na História do Oscar. As personagens principais são as jornalistas Megan Twohey e Jodi Kantor, que fizeram a apuração, publicaram a reportagem, escreveram o livro e ganharam o prêmio Pulitzer (o Oscar do jornalismo) com a história. Mulligan viverá Twohey e Kazan será Kantor na adaptação cinematográfica, que está sendo roteirizada pela inglesa Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) e será dirigida por Maria Schrader (da minissérie “Nada Ortodoxa”). Weinstein, que argumentou em sua defesa ter feito apenas sexo consensual, foi condenado em março de 2020 em Nova York a 23 anos de prisão por estupro e abuso sexual. Ele recorreu da condenação e agora busca um novo julgamento, enquanto se defende de outras acusações de estupro em Los Angeles.
Harrison Ford volta a viver Indiana Jones
O astro Harrison Ford voltou ao traje icônico do arqueólogo aventureiro Indiana Jones, com direito a chapéu e figurino completo. O retorno foi revelado nas primeiras fotos tiradas no set da produção de “Indiana Jones 5”. A produção começou a ser rodada nesta segunda (7/6) na Inglaterra, quase 40 anos após a estreia do primeiro filme. Em desenvolvimento desde 2015, quando foi anunciado pelo então CEO da Disney, Bob Iger, o filme demorou para sair do papel por ter um roteiro inicial recusado. A ideia de David Koepp era uma continuação direta de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), que ele também escreveu. Mas o estúdio preferiu uma nova história de Jonathan Kasdan, filho de Lawrence Kasdan (o roteirista de “Os Caçadores da Arca Perdida”, que começou a franquia em 1981). Pai e filho trabalharam juntos recentemente em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Mas os atrasos também foram causados por Steven Spielberg, que não conseguiu conciliar sua agenda de filmagens. O cineasta vinha adiando seguidamente os planos da produção, sempre priorizando outro filme sobre seu retorno à Indiana Jones. Até que, pressionado pela Disney, preferiu abrir mão da direção. Assim, o quinto longa será o primeiro da franquia sem o diretor original. No lugar de Spielberg, a direção está a cargo de James Mangold (“Logan”). Só a trilha sonora, assinada por John Williams, e o intérprete do protagonista continuarão os mesmos do filme inaugural, “Os Caçadores da Arca Perdida”, de 1981. Já o elenco contará ainda com Boyd Holbrock (também de “Logan”), Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”), Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), Thomas Kretschmann (“Vingadores: Era de Ultron”) e Shaunette Renée Wilson (“The Resident”). pic.twitter.com/adh4SmBpjw — david leaper (@daveleaper) June 7, 2021
Céu Vermelho-Sangue: Trailer revela vampiros a bordo de um avião sequestrado
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Céu Vermelho-Sangue” (Blood Red Sky), terror que mostra vampiros à bordo de um avião, durante um voo noturno, que é sequestrado por terroristas. Escrito e dirigido por Peter Thorwarth (criador da série “Nós Somos a Onda”), o terror traz em seu elenco Dominic Purcell (“Legends of Tomorrow”), Graham McTavish (“Preacher”), Peri Baumeister (“O Último Reino”/The Last Kingdom), Roland Møller (“Arranha-Céu: Coragem sem Limite”) e Chidi Ajufo (“Doom: Aniquilação”). A estreia está marcada para 23 de julho.
Netflix disponibiliza primeiro dia de sua “Geeked Week”
A Netflix disponibilizou o vídeo completo do primeiro dia de seu evento virtual “Geeked Week”. O projeto chegou no YouTube e nas redes sociais da plataforma de forma bem diferente do que se podia imaginar: basicamente como um programa de variedades, em que apresentadores passam tempo com convidados fazendo atividades que devem ter parecido genial para os produtores, mas são absolutamente chatas para os espectadores – como observá-los jogando games e fazendo comentários aleatórios sobre trailers exibidos na tela, enquanto comem pipoca. O primeiro dia também divulgou novidades como… fotografias de filmes! E ainda incluiu entrevistas em que os apresentadores ocupam o tempo dos entrevistados demonstrando que sabem mais que eles – como, por exemplo, o diretor Zack Snyder – sobre os easter eggs que não são easter eggs em suas produções. Para completar, tudo isso acontece em inglês e sem legendas. Basicamente, uma versão do canal Loading – que faliu rapidamente – com maior orçamento. E para inglês ver. Para quem sabe inglês, há uma entrevista com Jean Claude Van Damme, feita sem os apresentadores, que representa o ponto alto do programa, mas logo em seguida um dos apresentadores cai no sono, o que resume a experiência completa. Com apresentação do ator Rahul Kohli (“iZombie”, “A Maldição da Mansão Bly”) e Mari Takahashi (do humorístico “Smosh”), a “Geeked Week” vai continuar até sexta (11/6) e promete trazer novidades de “The Witcher”, “Cobra Kai”, “Lucifer”, “Locke & Key”, “Umbrella Academy” e outras atrações do universo geek da plataforma. Quem quiser acompanhar em primeira mão, as transmissões acontecem ao vivo, diariamente, nos canais da Netflix no YouTube, Twitter, Twitch, Facebook e TikTok, sempre a partir das 13h (horário de Brasília).
“Vikings: Valhalla” ganha primeira prévia da Netflix
A Netflix divulgou o primeiro vídeo legendado de “Vikings: Valhalla”, que mostra os bastidores da produção, atualmente em fase de gravações. A nova série é uma continuação da trama da recém-encerrada “Vikings” desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst. A trama se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, e se concentra nas aventuras de vikings ainda mais famosos, como Leif Eriksson, Freydis Eriksdotter, Harald Sigurdsson e William, o Conquistador, primeiro rei normando da Inglaterra. A ligação com os personagens da série anterior se dá justamente por William, que é descendente direto de Rollo, o irmão de Ragnar, cuja ascensão na monarquia franca (atual França) foi mostrada em “Vikings”. Desta vez, Hirst terá um papel menos ativo – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – deixando a criação e o rumo das histórias a cargo do showrunner Jed Stuart – que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). Por sua vez, o elenco destaca Sam Corlett (o Caliban de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Pollyanna McIntosh (a Jadis de “The Walking Dead”), Jóhannes Jóhannesson (o rei do gelo Cumber em “Cursed”), Frida Gustavsson (“Swoon”), Leo Suter (“The Liberator”), Bradley Freegard (“Keeping Faith”), Laura Berlin (“Immenhof – The Adventure of a Summer”), David Oakes (“The Pillars of the Earth”) e Caroline Henderson (“Tuya Siempre”). Ainda não há previsão para a estreia.
O Último Mercenário: Trailer marca estreia de Jean-Claude Van Damme na Netflix
A Netflix divulgou o trailer legendado de “O Último Mercenário”, que junta ação e humor e oferece mais uma chance para Jean-Claude Van Damme (“O Mercenário 2”) recuperar o sucesso que tinha na época em que fax era novidade. A trama gira em torno da volta do personagem de Van Damme à ativa para resgatar o filho que não conhece, envolvido num complô e acusado de tráfico devido a um erro burocrático e uma operação da máfia. O filme tem roteiro e direção de David Charhon (“Os Incompatíveis”) e seu elenco também inclui Alban Ivanov (“Mais que Especiais”), Assa Sylla (“Garotas”), Samir Decazza (“Validé”), Patrick Timsit (“50 São os Novos 30”), Eric Judor (“Deu a Louca no Aladin”), Nassim Lyes (“O Espião”) e as estrelas Miou-Miou (“A Datilógrafa”) e Valérie Kaprisky (“A Mulher Pública”). A estreia de Jean-Claude Van Damme na Netflix está marcada para 30 de julho.












