“Sintonia” ganha novos pôsteres e data de estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou quatro pôsteres da 2ª temporada de “Sintonia”, que destaca os três protagonistas e o cenário da série, além de revelar a data de estreia dos novos episódios. Estrelada por Jottapê, Bruna Mascarenha e Christian Malheiros, a atração produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, vai incluir uma nova personagem importante em seu segundo ano de produção. A cantora Fanieh entrou no elenco para interpretar a funkeira fictícia MC Luzi. A série brasileira mais popular da Netflix teve seu retorno atrasado devido às dificuldades da pandemia. Gravada em Jaraguá, bairro de São Paulo, com todos os protocolos de segurança, a 2ª temporada terá até um show de funk em que o espaço do público foi preenchido com truques de câmera e efeitos visuais. Os fãs finalmente poderão ver o resultado no dia 27 de outubro no streaming. pic.twitter.com/G68hRU4g6h — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 16, 2021
“Sex Education” ganha novo trailer na véspera da estreia da 3ª temporada
A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 3ª temporada de “Sex Education”, que explora os sentimentos dos personagens literalmente na véspera da estreia da 3ª temporada. A prévia mostra o impasse no relacionamento entre Otis (Asa Butterfield), o expert sexual adolescente do colégio, e a bad girl Maeve (Emma Mackey), além das dificuldades enfrentadas por Eric (Ncuti Gatwa) e Adam (Connor Swindells) e a inesperada gravidez da mãe de Otis, a terapeuta sexual Jean Milburn (Gillian Anderson). Junto dos personagens habituais, a 3ª temporada contará com mais quatro reforços em seu elenco: Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário de Moordale, que imediatamente entra em conflito com a nova diretora conservadora da escola, vivida por Jemima Kirke (“Girls”). Após um hiato forçado de 20 meses por conta da pandemia, os novos episódios vão chegar em streaming nesta sexta (17/9).
Ansel Elgort vai estrelar série do diretor de “Shang Chi”
O ator Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) foi confirmado como protagonista de “Tokyo Vice”, minissérie da HBO Max que anunciou seu elenco completo nesta quinta (16/9). A atração é baseada no livro-reportagem de Jake Adelstein, que relata a história real de como a corrupção no departamento de polícia de Tóquio foi exposta pelo jornalista americano, e seus episódios serão dirigidos por ninguém menos que Destin Daniel Cretton, o diretor de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, e o veterano Michael Mann (“Inimigos Públicos”). Elgort vai interpretar Adelstein na atração, que também destaca no elenco Ken Watanabe (“Godzilla 2”), Hideaki Ito (“Memórias de um Assassino”), Shô Kasamatsu (“O Diretor Nu”), Tomohisa Yamashita (“The Head: Mistério na Antártida”), Rachel Keller (“Legion”), Ella Rumpf (“Raw”) e Rinko Kikuchi (“Círculo de Fogo”). O roteiro da adaptação está a cargo do dramaturgo JT Rogers, que venceu o Tony por “Olso” e também dividirá a produção com Cretton e Mann. A previsão de estreia é para 2022.
Justiça rejeita um dos processos de agressão sexual contra Marilyn Manson
Um juiz de Los Angeles arquivou um dos quatro processos movidos contra Marilyn Manson por agressão sexual, após decidir que a acusadora do artista de 52 anos, identificada como Jane Doe (pseudônimo), fez alegações que “não são suficientes para invocar a regra de descoberta atrasada”. Ou seja, não justificam considerar a abertura após o período de prescrição. Na ação arquivada, a mulher alegou que Manson a estuprou e abusou sexualmente dela diversas vezes durante seu relacionamento em 2011, mas que ela havia “reprimido” suas memórias até fevereiro deste ano, quando outras mulheres acusaram publicamente o cantor. O tribunal deu à Jane Doe 20 dias para reabrir o processo com detalhes adicionais. Marilyn Manson vem sendo acusado de assédio, abuso e estupro desde fevereiro, quando a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”), que é sua ex-namorada, resolveu contar o que sofreu em suas mãos. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais na ocasião. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Após a denúncia de Wood, outras mulheres se manifestaram. E, como resultado, Manson enfrenta outros três processos — por abuso sexual, agressões e assédio — movidos pela atriz Esmé Bianco (de “Game of Thrones”), pela modelo e ex-namorada Ashley Morgan Smithline e por sua ex-assistente Ashley Walters.
Novo filme de Clint Eastwood é principal estreia dos cinemas
O grande lançamento da semana nos cinemas é “Cry Macho – O Caminho para a Redenção”, dirigido e estrelado por Clint Eastwood. O filme marca a volta do ator, atualmente com 91 anos de idade, aos papéis de cowboy que o consagraram na juventude. Com clima de faroeste moderno, a trama gira em torno de um ex-astro de rodeio que aceita o pedido de um antigo patrão para trazer o filho do homem para casa, afastando-o de sua mãe alcoólatra. Atravessando a zona rural do México em seu caminho de volta para o Texas, a dupla enfrenta uma jornada inesperadamente desafiadora, na qual o cavaleiro cansado do mundo tenta encontrar seu próprio senso de redenção ensinando ao menino o que significa ser um bom homem. Outro destaque é a estreia comercial de “Meu Nome É Bagdá”, que chegou a ter sessões especiais no começo da pandemia. O drama brasileiro conta a história de uma jovem de 16 anos (Grace Orsato) que é a única menina a frequentar a pista de skate de seu bairro. Mas, com sua atitude, abre caminho para outras. Dirigido por Caru Alves de Souza, foi premiado no Festival de Berlim do ano passado. “Meu Nome É Bagdá” venceu o Grand Prix da mostra Generation do Festival de Berlim, que no mesmo ano também premiou o mexicano “Los Lobos”, de Samuel Kishi, mais um drama impactante da programação da semana. A trama se concentra no cotidiano tedioso de duas crianças, que emigram para os Estados Unidos com sua a mãe, mas passam seus dias trancados em um pequeno apartamento esperando que ela volte do trabalho, com a esperança de visitarem juntos a Disneylândia. Para partir de vez o coração, há ainda um terceiro drama sobre crianças, “Filho-Mãe, da iraniana Mahnaz Mohammadi, que mostra como a sociedade conservadora (machista) do Irã força uma mãe a ter que decidir entre o filho e um novo marido. Menos empolgantes são os lançamentos que chegam em mais cinemas: “Mate ou Morra”, outro thriller com looping temporal, “Escape Room 2”, continuação de um terror que já não tinha empolgado em seu lançamento original, e uma tentativa esforçada de thriller nacional. Dirigido por Márcio Garcia, “Reação em Cadeia” tem boas ideias e reviravoltas, centrado num contador que descobre negociatas políticas, mas escorrega nas armadilhas dos clichês do gênero. Veja abaixo os trailers das sete estreias de cinema desta quinta-feira (16/9). Cry Macho – O Caminho para a Redenção | EUA | Drama Meu Nome É Bagdá | Brasil | Drama Los Lobos | México | Drama Filho-Mãe | Irã | Drama Reação em Cadeia | Brasil | Ação Mate ou Morra | EUA | Ação Escape Room 2 – Tensão Máxima | EUA | Terror
Jurnee Smollett homenageia Michael K. Williams: “Meu coração dói tanto”
A atriz Jurnee Smollett prestou uma homenagem tocante a Michael K. Williams, seu colega na série “Lovecraft Country”, que foi encontrado morto em seu apartamento na semana passada e enterrado nesta quarta (15/9). No texto, ela contou que ainda está relutando em aceitar sua morte. “Meu irmão, meu coração dói tanto. Uma parte do meu cérebro se recusa a aceitar isso… a parte ruim sobre o luto é que ocorre em etapas”, escreveu Smollett. Ela compartilhou que depois de saber sobre a morte, ela negou imediatamente. Ela se lembra de ter pensado: “’inferno, não, isso não é verdade, deixe-me ligar para o Michael’”. “E eu liguei para ele. Liguei para ele várias vezes até que meu cérebro dissesse ‘pare, ele se foi’. Eu não conseguia respirar. Demorou um pouco para meu cérebro metabolizar como o mundo pode continuar a girar sem ele aqui na forma física”, descreveu. Refletindo sobre a a cerimônia de premiação do Emmy no próximo domingo (19/9), Smollett continuou: “Ele deveria estar aqui conosco em Los Angeles nesta semana para o Emmy. Ele deveria ver o quão grande Hunter é, nós íamos dançar, comemorar, chorar. Em vez disso, nosso irmão foi sepultado hoje. Ainda não consigo entender. Talvez seja egoísmo da minha parte querer segurar este belo homem que entrou na minha vida e a mudou para sempre. ” Ela ainda citou as gravações da morte do tio George, interpretado por Courtney B. Vance, durante o segundo episódio de “Lovecraft Country”: “Estávamos correndo contra o relógio, perdendo sol, era uma longa tomada de câmera constante, que começou quando eu bati nos braços de Jonathan/Atticus. Na tentativa de acalmar o caos, olhei para Michael/Montrose, no banco de trás do Woody, segurando o tio George em seus braços, eu podia sentir a dor atrás de seus olhos, minha alma entendeu. E essa era a beleza do instrumento do MKW – ele jogou todo o seu ser em cada momento com tanta bravura e sacrifício. Isso é tudo que eu precisava para atuar… simplesmente olhar nos olhos de Michael.” A atriz também descreveu o relacionamento formado entre ela, Williams e Jonathan Majors na série, como sendo “como filhos e filhas de uma dor paterna tão familiar e profunda. Depois nos tornamos os três mosqueteiros. Nossas almas ficaram amarradas.” O post foi encerrado com um recado a Williams. “Eu me consolo em saber que você finalmente está livre, em algum lugar dançando, sendo poderoso, mostrando aos anjos como realmente conseguir isso. A propósito, você ainda me deve aquela dança… e nossas camisetas dos Bulls. Eu te amo”. Junto com a mensagem sincera, Smollett postou uma série de fotos de Williams no set da série. Michael K. Williams é favorito ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante por seu papel em “Lovecraft Country”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jurnee Smollett (@jurneesmollett)
Vídeo apresenta dubladores do revival da série animada “A Família Radical”
A Disney+ divulgou o pôster e um vídeo que apresenta o elenco de dubladores americanos da nova versão da série animada “A Família Radical” (The Proud Family), que teve três temporadas – e um filme – entre 2001 e 2005 no Disney Channel. Criada por Bruce W. Smith, “A Família Radical” foi uma das poucas séries animadas a girar torno de uma família afro-americana. A protagonista é a adolescente Penny Proud, de 14 anos, que tem uma família grande e típica, com pai superprotetor, mãe trabalhadora, vovó que mora na sua casa, dois irmãos (gêmeos) caçulas, cachorrinho e muitos amigos excêntricos. Além de retornar com os mesmos dubladores originais, o revival em streaming terá participação de vários astros negros famosos. Intitulada “A Família Radical: Maior e Melhor” (The Proud Family: Louder and Prouder), a continuação voltará a trazer as vozes de Kyla Pratt, Tommy Davidson, Paula Jai Parker, Jo Marie Payton, Tara Strong, Soleil Moon Frye, Cedric the Entertainer, Carlos Mencia, Maria Canals-Barrera e Alvaro Gutierrez, além de incluir participações recorrentes de Keke Palmer (“Scream Queens”), Billy Porter (“Pose”), Zachary Quinto (“Star Trek”) e EJ Johnson (filho do jogador de basquete Magic Johnson). Entre outros convidados da temporada inaugural, a série ainda contará com os cantores Lil Nas X, Normani, Lizzo e Chance the Rapper, e com os atores Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Tiffany Haddish (“A Viagem das Garotas”), Lena Waithe (“Master of None”), Anthony Anderson (“Black-ish”), Gabrielle Union (“L.A.’s Finest”), Debbie Allen (“Grey’s Anatomy”), James Pickens Jr. (“Grey’s Anatomy”), Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”), Jane Lynch (“Glee”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Lamorne Morris (“New Girl”), Brenda Song (“Station 19”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”), entre outros. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
“Drop Dead Diva” vai ganhar nova versão com mistura de gêneros
O produtor Josh Berman, criador de “Drop Dead Diva”, está desenvolvendo uma nova versão da série, sucesso do canal pago Sony que chegou a passar nas madrugadas da Globo com o título de “Sob Medida”. A nova produção vai se diferenciar da original por promover uma mistura de gêneros na personagem central. Originalmente exibida de 2009 a 2014, “Drop Dead Diva” girava em torno de uma top model que, após morrer em um acidente súbito, tinha o espírito transferido para o corpo de uma advogada inteligente e bem-sucedida, mas bem acima do peso, interpretada por Brooke Elliot. Intitulada “Drop Dead Dave”, a nova versão será um pouco mais complicada, girando em torno de um advogado metido e superficial da Geração Z, que morre em um acidente estranho e tem a alma transferida para o corpo de Rita, uma bem-sucedida, mas complicada advogada da Geração X, forçando Dave a viver como mulher e navegar por uma perspectiva inteiramente nova de vida, amor e identidade. Enquanto “Drop Dead Diva” se concentrava em desconstruir o mito da beleza e reforçar a positividade do corpo, “Drop Dead Dave” pretende discutir a identidade de gênero nos tempos modernos. A atração está em desenvolvimento no canal pago americano Lifetime, com produção da Sony Pictures Television, e vai voltar a reunir Berman com a diretora Jamie Babbit, que dirigiu a série original. Ainda não há previsão para a estreia.
Emily Deschanel vai estrelar minissérie de suspense na Netflix
A Netflix anunciou a produção da minissérie de suspense “Devil in Ohio”, que será estrelada por Emily Deschanel (ex-protagonista de “Bones”). Baseado no livro homônimo de Daria Polatin, a minissérie de oito episódios já está em produção em Vancouver, no Canadá. A trama gira em torno da psiquiatra Dra. Suzanne Mathis (Deschanel), que decide abrigar uma garota fugitiva de uma seita. Só que seu mudo vira do avesso quando a chegada da estranha garota ameaça separar sua própria família. Quando Jules Mathis, de 15 anos, volta da escola e encontra uma garota estranha sentada em sua cozinha, sua mãe psiquiatra revela que Mae é uma de suas pacientes e ficará com a família por alguns dias. Mas logo Mae está vestindo as roupas de Jules, dormindo em seu quarto, afastando-a de sua posição no jornal da escola e flertando com sua paixão. E Mae não tem intenção de ir embora. Só que a seita misteriosa da qual ela escapou também não pretende deixá-la escapar impunemente. O elenco também destaca Madeleine Arthur (“Guilty Party”) como Mae e Xaria Dotson (“The Birch”) como Jules. A própria Polatin, que escreveu o livro e já trabalhou como roteirista de séries como “Jack Ryan” e “Heels”, assina a adaptação e atua como showrunner da produção. Ainda não há previsão para a estreia.
“The Outpost” é cancelada na 4ª temporada
A rede The CW decidiu cancelar a série “The Outpost” ao final de sua 4ª temporada. O último episódio irá ao ar em 7 de outubro nos EUA. Com a morte de vários personagens importantes, o próprio desenvolvimento da trama já apontava para uma conclusão, mas a decisão não foi criativa. A audiência da série desabou e o episódio mais recente foi visto por apenas 327 mil espectadores ao vivo na quinta-feira passada (9/9), metade da temporada anterior. A série de fantasia nunca teve um grande público. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganhava créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente era. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco conhecidos, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), Jake Stormoen (da franquia “Mythica”), Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”) e a já desligada Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse), a série se passava num reino imaginário medieval. A trama começou acompanhando os planos de vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Mas ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que misturava elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e se provou capaz de superar os efeitos toscos e canastrice de sua produção. Importante destacar que a série melhorou muito a partir de sua 2ª temporada, ao passar a ser gravada em Belgrado, na Sérvia, aproveitando cenários europeus naturais – em vez de falsear uma civilização medieval em Utah, no interior dos Estados Unidos, cenário dos episódios iniciais. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Syfy.
Teaser de “Batwoman” destaca nova aliança com a vilã Alice
A rede americana The CW divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “Batwoman”, que destaca uma nova aliança tênue entre a equipe da heroína vivida por Javicia Leslie com a vilã Alice, interpretada por Rachel Skarsten, para encontrar alguns dos perigosos troféus desaparecidos de Batman. Um desses troféus aparece rapidamente: um frasco de vegetação radioativa pertencente à Hera Venenosa. Há duas semanas, a produção da série anunciou que a atriz Bridget Regan (“The Last Ship”) viverá Pamela Isley, a Hera Venenosa (Poison Ivy), nos próximos episódios. A famosa vilã foi criada por Robert Kanigher e Sheldon Moldoff, e fez sua estreia nos quadrinhos de Batman em 1966. Desde então, ela já apareceu no cinema, encarnada por Uma Thurman (em “Batman e Robin”), e atualmente se destaca na série animada da Arlequina, “Harley Quinn”, na HBO Max. Na série, a personagem será introduzida como um ex-aluna de botânica da Universidade de Gotham, que era um cientista apaixonada e brilhante, dedicada a mudar o mundo para melhor. Seus planos mudaram quando ela virou cobaia de um colega, que lhe injetou várias toxinas de plantas, transformando-a na infame vilã. Após anos afastada, ela retorna a Gotham em busca de vingança, encontrando pela frente a nova Batwoman. Bridget Regan vai se juntar a mais três novidades da temporada: Victoria Cartagena, que voltará a viver Renee Montoya após ter interpretado o mesmo papel em “Gotham”, Robin Givens (de “Riverdale”) como a milionária Jada Jet e Nick Creegan (” Law & Order: Organized Crime”) como seu filho Marquis Jet. A 3ª temporada de “Batwoman” estreia em 13 de outubro nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil pela HBO e a HBO Max.
Lampião e Maria Bonita vão virar novela na Globoplay
A Globo está desenvolvendo uma nova novela sobre o amor do cangaceiro Lampião e sua parceira Maria Bonita, 40 anos após o sucesso de “Lampião e Maria Bonita”, a primeiríssima minissérie brasileira, estrelada por Nelson Xavier e Tânia Alves em 1982. A nova versão vai se chamar “Guerreiros do Sol” e está sendo desenvolvida pela dupla George Moura e Sergio Goldenberg para o streaming da Globoplay. A produção, ambientada nos anos 1920 e 1930, deve ser contada a partir da ótica feminina, como aconteceu em várias produções assinadas pelos autores, como as recentes “Onde Está Meu Coração” (2021) e “Onde Nascem os Fortes” (2018). Antes disso, os autores entregam os 50 capítulos de uma outra série, “Paraíso Perdido”, baseada em peças de Nelson Rodrigues, que deverá ser gravada em breve. Veja abaixo um vídeo da Globo que lembra e celebra a série histórica “Lampião e Maria Bonita”.
Dopesick: Série com Michael Keaton denuncia fraude médica nos EUA
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e um novo trailer de “Dopesick”, minissérie repleta de astros famosos, que denuncia uma grande fraude da indústria farmacêutica. Antes da polêmica da Cloroquina no Brasil, houve o escândalo da OxyContin, que deixou a população americana viciada em remédios analgésicos e deu origem a uma grande crise médica e social nos EUA. Adaptação do best-seller homônimo de Beth Macy, a minissérie é criação de Danny Strong (co-criador de “Empire”) e está sendo dirigida pelo veterano cineasta Barry Levinson (“Rain Man”). Já o elenco é encabeçado por ninguém menos que Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). Ele vive Samuel Finnix, um médico à moda antiga, que aborda sua prática com bondade e compaixão, mas se vê envolvido no segredo mortal da indústria farmacêutica. A participação marca o primeiro papel de Keaton numa minissérie desde “The Company”, em 2007. Além dele, a produção conta com Rosario Dawson (“Luke Cage”), Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”), Will Poulter (“Família do Bagulho”), John Hoogenakker (“Jack Ryan”), Kaitlyn Dever (“Fora de Série”), Will Chase (“Objetos Cortantes”), Phillipa Soo (“Hamilton”) e Jake McDorman (“Limitless”). A estreia está marcada para 13 de outubro nos EUA, e vale lembrar que várias produções da Hulu está chegando ao Brasil pela recém-lançada Star+.












