Armas de “Rust” eram usadas em tiro ao alvo no set da filmagem
A arma usada no set do filme “Rust”, que matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu o diretor Joel Souza na quinta-feira (22/10), era de tiro esportivo e não cenográfica. E foi usada horas antes para prática de tiro ao alvo por integrantes da produção. Segundo apurou o site TMZ, membros da equipe davam tiros em latas com o equipamento do filme. Revólveres que deveriam ser usados apenas nas filmagens recebiam balas de verdade para a atividade “recreativa”, e a polícia agora trabalha para descobrir quais eram as pessoas envolvidas no tiro ao alvo e quem foi o responsável por colocar a arma de volta nos materiais de filmagem. Uma fonte que estava no set e participou de toda a movimentação desde o acidente ainda informou ao TMZ que, quando os policiais apareceram no set, encontraram munição real e balas de festim armazenadas no mesmo local, o que demonstra a falta de segurança do material. Graças à influência da indústria armamentista na polícia americana, armas de verdade são baratas nos EUA. Por isso, filmes de baixo orçamento como “Rust” acabam utilizando-as em vez de reproduções mais caras. Mas existem protocolos de segurança para impedir que elas sejam carregadas com munição. Para evitar acidentes, as armas ficam sob controle de um armeiro, pessoa responsável por sua manipulação, distribuição e por toda a segurança dos armamentos, que garante que estejam sempre descarregadas ou carregadas apenas com festim. Além disso, os sets incluem a figura do assistente de direção, que, entre outras funções, tem a missão de garantir a segurança geral da produção, checando o trabalho dos demais profissionais. Apesar de tudo isso, uma arma carregada de balas de verdade foi dada a Alec Baldwin pelo assistente de “Rust”, que lhe avisou que ela era segura e não continha munição. A arma foi usada durante um ensaio em que o ator demonstrava como iria disparar, originando a tragédia. Halyna Hutchins foi atingida em cheio no peito, não resistiu aos ferimentos e morreu, enquanto Joel Souza, que estava atrás dela, recebeu uma bala no ombro. Relatos de integrantes da produção afirma que, antes do tiro fatal, uma arma já tinha disparado acidentalmente no set. Sete pessoas da equipe de operação de câmeras se demitiram alegando falta de segurança horas antes da tragédia. Enquanto a investigação é aprofundada, denúncias de equipes que trabalharam anteriormente com a armeira Hannah Gutierrez-Reed e o assistente de direção David Halls em produções anteriores têm apontado a falta de profissionalismo dos dois. Por conta dos relatos que têm surgido, tanto o marido quanto o pai de Halyna Hutchins se pronunciaram publicamente, dizendo que não culpavam Alec Baldwin pela morte dela. Mas querem a verdade e a justiça em relação aos reais culpados.
“007 – Sem Tempo para Morrer” supera US$ 500 milhões mundiais
O filme “007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassou uma marca importante de arrecadação global neste fim de semana, ao atingir um total de US$ 525,4 milhões mundiais. O valor torna a nova aventura de James Bond o segundo título de Hollywood a superar US$ 500 milhões desde 2019, situando “007 – Sem Tempo para Morrer” atrás apenas de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 716,5 milhões) em toda a pandemia. Ambos os filmes são da Universal Pictures, mas o longa de 007 é uma coprodução com a MGM. Em cartaz há quatro semanas, “007 – Sem Tempo para Morrer” teve bilheteria de US$ 120 milhões na América do Norte e rendeu US$ 405,4 milhões em 72 mercados internacionais. O detalhe é que a estreia na China ainda não aconteceu. O lançamento no segundo maior mercado de cinema do planeta está marcado para a próxima sexta-feira (29/10). Depois disso, o longa ainda chegará na Austrália em 11 de novembro. Atualmente, o mercado europeu é onde a produção tem feito maior sucesso, puxado pelo desempenho no Reino Unido, onde ultrapassou US$ 100 milhões neste fim de semana, seguido pela Alemanha, com US$ 56 milhões. Devido às limitações da pandemia, a expectativa é que o filme deixe para trás a bilheteria de pelo menos um dos longas anteriores estrelados por Daniel Craig. A menor arrecadação do atual James Bond foi “007 – Quantum of Solace”, que em 2008 faturou US$ 589,5 milhões mundiais.
Duna bate recorde da Warner e chega a US$ 220 milhões mundiais
“Duna” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá com US$ 40,1 milhões nas bilheterias, apesar de enfrentar a concorrência de si mesmo num lançamento simultâneo na HBO Max. O épico de ficção científica estreou em 4.125 cinemas na América do Norte, além de ser disponibilizado em streaming, uma prática adotada para todos os filmes da Warner Bros. em 2021 nos EUA. Diferente do que vinha acontecendo com outros lançamentos híbridos do estúdio, o resultado superou expectativas. Foi o melhor desempenho de todos os filmes da Warner que seguiram este formato de distribuição – ou seja, teve a melhor estreia da Warner no ano – , superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong” (US$ 31,7 milhões). O filme também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049” (US$ 32,8 milhões). Além dos EUA e Canadá, “Duna” chegou a outros países, em especial a China, local que rendeu US$ 21,6 milhões neste fim de semana. Juntando as bilheterias de outros mercados, inclusive do Brasil onde também estreou nos últimos dias, o valor internacional foi maior que o desempenho norte-americano, atingindo US$ 47,4 milhões de quinta a este domingo (24/10). No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, a produção já tem US$ 180,6 milhões no mercado internacional, que, somada à arrecadação doméstica, eleva o faturamento total a US$ 220,2 milhões mundiais. O problema para a Warner é que agora as tais cópias de alta qualidade já existem e o filme ainda tem um longo caminho a percorrer antes de recuperar seu orçamento de US$ 165 milhões e gastos adicionais com P&A (cópias e publicidade). Para complicar, o longo tempo de projeção do filme, de 155 minutos, reduz o número de sessões diárias nos cinemas e, portanto, sua capacidade de gerar grande faturamento. A favor da continuidade do sucesso estão as avaliações de público e crítica, com notas A- no CinemaScore e 83% de provação no Rotten Tomatoes. Em 2º lugar nas bilheterias da América do Norte, “Halloween Kills” somou mais US$ 14,5 milhões no fim de semana para atingir US$ 73,1 milhões na América do Norte e US$ 90,9 milhões mundiais. Na 3ª posição, “007 – Sem Tempo para Morrer” comemorou a ultrapassagem dos US$ 500 milhões de arrecadação global, ao atingir um total de US$ 525,4 milhões mundiais – dos quais US$ 120 milhões correspondem ao mercado interno. O 4º colocado, “Venom: Tempo de Carnificina”, também comemorou uma marca importante, ao ultrapassar US$ 350 milhões globalmente com uma contabilidade doméstica de US$ 181,8 milhões e US$ 170,6 milhões no exterior. O Top 5 se fecha com a segunda estreia da semana. Ao enfrentar “Duna” e os blockbusters remanescentes nas bilheterias, a animação “Ron Bugado”, produção do 20th Century Studios distribuída pela Disney, fez apenas US$ 7 milhões em sua estreia norte-americana, o que foi considerado decepcionante diante dos elogios da crítica e até mesmo da avaliação positiva do público que assistiu – 81% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore. Para completar, o fim de semana ainda registrou um recorde no circuito limitado norte-americano, graças à estreia de “A Crônica Francesa” (The French Dispatch). O filme de Wes Anderson obteve a maior média de ingressos vendidos da era pandêmica, com uma arrecadação estimada em US$ 25 mil por sala de exibição. Exibido em apenas 52 salas, fez US$ 1,3 milhão e, de forma impressionante para a sua baixa quantidade de telas, conseguiu se posicionar no 9º lugar do ranking.
Belfast: Vencedor do Festival de Toronto ganha trailer nostálgico e tenso
A Focus Features divulgou mais um pôster e o segundo trailer de “Belfast”, novo filme do diretor Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”), que venceu o Festival de Toronto ao recriar o período de tumultos políticos da Irlanda do Norte pelo olhar de um menino de uma família da classe trabalhadora. Predominantemente em preto e branco, a prévia alterna momentos de nostalgia alegre com cenas de tensão, evocando os sonhos, as músicas e até as séries de TV dos anos 1960, mas também os perigos da era dos “troubles”, quando enfrentamentos entre nacionalistas que queriam a independência do país e as autoridades leais ao Reino Unido levaram a uma escalada de violência, com terrorismo de um lado e arbitrariedades do outro. O elenco da produção destaca Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Ciaran Hinds (“Game of Thrones”) e o menino Jude Hill, em sua estreia no cinema, como a família principal. Vencedor de mais três prêmios internacionais, “Belfast” tem lançamento previsto para 12 de novembro nos EUA e apenas três meses depois, em fevereiro de 2022 no Brasil.
Netflix revela trailer do candidato mexicano ao Oscar 2021
A Netflix divulgou o pôster e o trailer americano de “Noche de Fuego” (Prayers for the Stolen, em inglês), longa selecionado pelo México para tentar uma vaga no Oscar, na categoria de Melhor Filme Internacional. A prévia arrepiante acompanha o cotidiano de um grupo de meninas no interior mexicano, onde os perigos vem em várias formas, como cobras, pesticidas jogados de aviões, militares e traficantes. A trama se passa num povoado solitário situada nas montanhas, onde as meninas usam cortes de cabelo curo para parecerem meninos e têm esconderijos secretos no subsolo. Ana e suas duas melhores amigas ocupam as casas daqueles que fugiram e só se vestem de mulheres quando ninguém está olhando. Juntas, elas brincam e se divertem como qualquer criança, enquanto suas mães as treinam para fugir daqueles que podem transformá-las em escravas ou fantasmas. Mas um dia, uma das meninas não consegue chegar a tempo a seu esconderijo. O filme adapta o romance “Reze pelas Mulheres Roubadas”, de Jennifer Clement, e é a primeira obra de ficção da premiada documentarista Tatiana Huezo (“Tempestade”). Exibido no Festival de Cannes deste ano, “Noche de Fuego” recebeu menção especial na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard) e vários prêmios nos festivais de cinema de San Sebastian e Atenas. A Netflix adquiriu os direitos da produção após a repercussão e os elogios à obra, que atingiu 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia em streaming está marcada para 17 de novembro.
John Cena fará comédia de ação do diretor de “Busca Implacável”
Depois de se destacar como vilão em “Velozes e Furiosos 9” e “O Esquadrão Suicida”, John Cena está em negociações para estrelar a comédia de ação “Freelance”. O filme tem direção do francês Pierre Morel, do blockbuster “Busca Implacável” (2008), e gira em torno de um ex-agente das forças especiais que, sem conseguir se adaptar à vida suburbana, aceita trabalhar como segurança para uma jornalista que vai entrevistar um ditador cruel. Só que um golpe militar acontece no meio da entrevista e os três (segurança, jornalista e ditador) são forçados a fugir para a selva, onde devem sobreviver aos perigos da natureza, aos militares em seu encalço e à desconfiança entre si. O roteiro é o primeiro trabalho de cinema de Jacob Lentz, escritor do programa de entrevistas “Jimmy Kimmel Live!”. Orçada na faixa de US$ 40 milhões, a produção deve começar a ser rodada no início do próximo ano na Colômbia.
Série “The Rookie” bane uso de armas reais em suas gravações
O showrunner da série policial “The Rookie” decidiu banir o uso de armas reais no set da produção, com efeito imediato, como reação ao tiroteio fatal nas filmagens do western “Rust” na quinta-feira (21/10), que resultou na morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins. A série já usava efeitos visuais para mostrar flashes de disparos, mas ocasionalmente incluía armas com festim em grandes cenas externas. Essa política terminou na sexta-feira (22/10), quando o showrunner Alexi Hawley emitiu um comunicado efetivando a mudança. No comunicado, ele informa que a nova diretriz destina-se a melhorar a segurança no set. “A partir de hoje, é política da série ‘The Rookie’ que todos os tiros no set serão feitos com armas de Air Soft com flashes de disparos adicionados na pós-produção”, escreveu Hawley no memorando. “Não haverá mais armas ‘reais’ na série. A segurança de nosso elenco e equipe é muito importante. Qualquer risco é muito risco”, acrescentou. A produção de “The Rookie” é a primeira a adotar esta medida após a tragédia no set do western rodado em Santa Fé, no Novo México. “Rush” usava armas reais que deveriam ser carregadas de festim, mas a que Alec Baldwin recebeu por acidente para filmar a cena fatídica continha balas de verdade. “The Rookie” é exibida no Brasil pelo canal pago Universal e pela plataforma Globoplay.
Armeira de “Rust” é filha de um dos maiores atiradores dos EUA
Eduardo Bolsonaro pegou carona na tragédia no set de filmagens do western “Rust” para criticar o ator Alec Baldwin pelo uso de uma arma carregada com balas de verdade, resultando na morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins. Ele republicou uma declaração de Donald Trump Jr., filho do ex-presidente dos Estados Unidos, que diz: “Quando um babaca desarmamentista mata mais pessoas com uma arma do que toda sua extensa coleção de armas de fogo jamais matou…” E ainda acrescentou: “Talvez agora ele comece uma campanha contra armas cenográficas também, já que o problema é o objeto, não as pessoas que não sabem fazer checagem de segurança das armas que usam, algo mobral e básico para qualquer atirador ou policial iniciante”. A postagem insensível, feita para defender o armamentismo, foi criticada enfaticamente nas redes sociais. E além de tudo, sem surpresa alguma, contém distorções. Afinal, nas produções de cinema existe a figura do armeiro, a pessoa responsável por, como descreveu o deputado, fazer o “mobral e básico” em relação às armas utilizadas. A armeira do filme era Hannah Gutierrez-Reed, uma jovem de 24 anos em seu segundo trabalho na função, mas que lidava com armas desde a infância por ser filha de um dos mais famosos atiradores nos EUA, Thell Reed, grande campeão de competições de tiros e que também é um dos armeiros mais requisitados de Hollywood, responsável pelas armas usadas em filmes como “Tombstone” (1993), “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997), “Os Indomáveis” (2007) e o recente “Era uma Vez em… Hollywood” (2019). Meses antes, ela tinha estreado na função durante a produção do longa “The Old Way”, estrelado pelo ator Nicolas Cage. Em entrevista ao podcast “Voices of the West”, antes de começar a rodar “Rust”, afirmou que quase não aceitou o trabalho naquele filme por sentir que ainda não estava pronta para encarar a função e chefiar uma equipe. O acidente fatal em “Rust” aconteceu após Alec Baldwin receber uma arma cenográfica das mãos do assistente de direção David Halls, que garantiu ao ator que aquela era uma “arma fria”, termo utilizado para designar revólveres descarregados ou que disparavam balas de festim. A arma foi retirada de uma mesa que continha três revólveres iguais, supostamente selecionados pela armeira. Mas o equipamento escolhido continha munição real. E quando Baldwin puxou o gatilho numa cena em que demonstrava como iria atirar, a cinematógrafa Halyna Hutchins foi atingida e morta, e o diretor Joel Souza, que estava atrás dela, ferido no ombro. O gabinete do Xerife do Condado de Santa Fé está agora investigando como um revólver com balas reais foi parar no set, recolhendo como provas o traje manchado de sangue de Baldwin, a filmagem da cena, a arma que foi disparada, outras armas utilizadas no set e toda a munição, Como ironizou o deputado extremista brasileiro, depois da tragédia vários artistas de Hollywood iniciaram uma campanha para banir armas cenográficas nos sets. A produção da série policial “The Rookie” já anunciou que não utilizará mais armas reais em suas gravações. Fato pouco divulgado é que muitos filmes de ação de grande sucesso – e repletos de tiroteios – são feitos com armas de Air Soft ou até mesmo com reproduções de borracha, que recebem efeitos visuais para criar a sensação de disparos na pós-produção.
Diretor de “Rust” se pronuncia sobre morte da diretora de fotografia do filme
O diretor de “Rust”, Joel Souza, pronunciou-se pela primeira vez sobre a tragédia no set do filme, que o deixou ferido e matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins. “Eu estou destruído pela perda de minha amiga e colega, Halyna. Ela era gentil, vibrante e incrivelmente talentosa, e sempre me estimulava a ser melhor. Meus sentimentos estão com a família dela neste momento”, disse o cineasta em comunicado. Souza foi atingido por uma bala no ombro e deixou o hospital de Santa Fé, no Novo México, na última sexta-feira (22). Em recuperação, ele também agradeceu o apoio que tem recebido. “Sou muito grato pelo carinho que temos recebido da comunidade do cinema, das pessoas de Santa Fé, e das centenas de estranhos que mandaram mensagens. Isso com certeza irá ajudar na minha recuperação”. A tragédia aconteceu durante a filmagem de uma cena do western, em que o ator Alec Baldwin deveria disparar tiros em direção à câmara. Pelo menos uma bala real encontrava-se no revólver cenográfico. Halyna Hutchins foi atingida em cheio no peito, enquanto Joel Souza, que estava atrás dela durante a filmagem, foi ferido no ombro. O incidente está sob investigação da polícia de Santa Fé e, até o momento, nenhuma prisão ou acusação formal foi feita.
Animação de “Bob Cuspe” ganha primeiro trailer após vencer prêmios internacionais
A Vitrine Filmes divulgou o primeiro trailer de “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”, adaptação dos quadrinhos de Angeli que foi premiada nos festivais internacionais de animação de Ottawa, no Canadá, e de Annecy, na França. O primeiro longa-metragem de Cesar Cabral, feito pela Coala Filmes de São Paulo, venceu o Festival de Ottawa e conquistou a láurea principal da seção Contracampo, destinada a obras mais ousadas, na edição de 60 anos de Annecy, festival mais prestigioso do mundo para produções animadas. Feito com bonecos ao longo de cinco anos, o filme utiliza a técnica de stop motion (na qual objetos são fotografados quadro a quadro para passar a ilusão de movimento) e conta com a voz do ator Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) no papel do famoso punk de periferia dos quadrinhos. O próprio Angeli aparece na trama, numa versão animada, disposto a dar a Bob Cuspe o mesmo fim da Rê Bordosa. Mas o punk não aceita a extinção (afinal, “punk’s not dead!”) e parte para um acerto de contas. A estreia está marcada para 11 de novembro.
Vídeo e pôsteres apresentam personagens de “King’s Man: A Origem”
O 20th Century Studios divulgou uma coleção de pôsteres e um novo vídeo de “King’s Man: A Origem”, que apresentam os personagens principais da “primeira organização de espiões” do mundo. O novo lançamento é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar, e se passa na época da 1ª Guerra Mundial. A trama conta a origem da agência de espionagem britânica fundada nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, o líder dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz. Além deles, os primeiros Kingsman também incluem Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”) e Djimon Honsou (“Capitã Marvel”). Mas o elenco grandioso tem muitos outros famosos, como Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) como o Rei da Inglaterra e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) no papel do vilão Rasputin. Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” estreia em 23 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo de “Eternos” destaca direção de Chloé Zhao
A Marvel divulgou um novo vídeo de bastidores de “Eternos”, desta vez destacando o trabalho da diretora Chloé Zhao, vencedora do Oscar 2021 por “Nomadland”. Na prévia, ela se apresenta como fã dos quadrinhos e diz que seu desafio foi criar um filme que fosse “épico e íntimo ao mesmo tempo”. Para quem não conhece – e é muita gente, porque os quadrinhos originais estão entre os trabalhos mais obscuros de Jack Kirby – , “Eternos” são alienígenas antigos que vivem em segredo na Terra por milhares de anos. Segundo a sinopse oficial do longa, após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes. Os heróis são vividos por Richard Madden (“Game of Thrones”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”), Barry Keoghan (“Dunkirk”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Don Lee (“Invasão Zumbi”) e Lia McHugh (“American Woman”). Além deles, o elenco também destaca Dan Stevens (“Legion”) como o líder dos Deviantes e Kit Harington (“Game of Thrones”) como Dane Whitman, o Cavaleiro Negro. A estreia está marcada para 4 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Sony marca dois novos lançamentos da Marvel para 2023
A Sony Pictures incluiu em seu calendário de estreias duas novas produções do universo Marvel para 2023. A reserva de data aconteceu sem o estúdio divulgar os títulos dos filmes. Com isso, abrem-se especulações, que incluem “Homem-Aranha 4”, “Venom 3”, “Morbius 2” ou um novo título. Vale lembrar que o estúdio está desenvolvendo um filme de Kraven, o Caçador, mas este já estava previsto para janeiro de 2023. As novas datas reservadas foram 23 de junho e 6 de outubro de 2023. O final de “Venom: Tempo de Carnificina” indica que as novas produções farão parte do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Por sinal, o primeiro lançamento interconectado será “Morbius”, estrelado por Jared Leto, que estreia em três meses, no dia 20 de janeiro no Brasil.












