Netflix renova “Arcane” para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Arcane” para 2ª temporada. Não só isso: os novos episódios já estão sendo produzidos. Publicado nas redes sociais da empresa, o anúncio ajuda a evitar o estresse dos fãs, que tiveram acesso aos três últimos episódios neste sábado (20/11) e entraram em crise com o cliffhanger (gancho) exibido no capítulo final. Desde o lançamento dos três primeiros capítulos, em 6 de novembro, a série tem sido uma fonte inesgotável de comentários elogiosos no Twitter. Além de destacar a história original e a arte belíssima da animação, a repercussão serviu de boa mostra do sucesso da produção entre o público. A série é ambientada no universo do game “League of Legends” (LoL) e conta a origem de duas personagens favoritas dos jogadores: as irmãs Vi e Jinx, icônicas campeãs da Liga, que cresceram com uma enorme rivalidade por conta de visões diferentes de mundo. Ao longo dos episódios, elas se unem na busca por um poder que, paradoxalmente, pode acabar lhes destruindo. A produção caprichada, com muitas lutas e cenas de ação, teve sua animação animação digital desenvolvida pelo estúdio Fortiche, de Paris, e destaca em sua dublagem em inglês as vozes de Hailee Steinfeld (“Gavião Arqueiro”) e Ella Purnell (“Army of the Dead”) como Vi e Jinx – além de Katie Leung (da franquia “Harry Potter”), Harry Lloyd (“Counterpart”), Kevin Alejandro (“Lucifer”), Toks Olagundoye (“The Rookie”), Jason Spisak (dublador da “Justiça Jovem”) e J.B. Blanc (“Better Call Saul”). Primeira incursão da Riot Games no mundo das séries, a adaptação foi desenvolvida por showrunners ligados ao universo “LoL”, Christian Linke (diretor criativo da Riot) e Alex Yee (designer do jogo). A segunda temporada de #Arcane está confirmada e já está sendo produzida. pic.twitter.com/mPjbVrWLA3 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 21, 2021 Ready yourselves, friends. Season 2 of Arcane is now in production. pic.twitter.com/L9oYFzOn0X — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) November 21, 2021
Batwoman: Pôster mostra Mary como nova Hera Venenosa
A rede The CW revelou um novo pôster da série “Batwoman” que destaca a transformação da Dra. Mary Hamilton (interpretada por Nicole Kang) em uma versão alternativa da vilã Hera Venenosa. A mudança, já em andamento, será completada no episódio que vai ao ar na quarta-feira (24/11) nos EUA – e que também marca o “midseason finale” da 3ª temporada, interrompendo a exibição da série até o começo de 2022. Os capítulos anteriores mostraram que Mary foi infectada por uma das vinhas de Pamela Isley, a Hera Venenosa, e aos poucos vem demonstrando uma mudança de personalidade. Vale lembrar que a produção de “Batwoman” já anunciou a aparição da verdadeira Hera Venenosa na trama, ao escalar a atriz Bridget Regan (“The Last Ship”) no papel. Após anos desaparecida, Pamela Isley retornará a Gotham em busca de vingança, encontrando pela frente a nova Batwoman (Javicia Leslie). A participação deve ser um dos destaques da segunda metade da temporada.
Jared Leto pede “Ayer Cut” de “Esquadrão Suicida” na HBO Max
Jared Leto entrou na campanha pelo “Ayercut” de “Esquadrão Suicida”. O ator e cantor, que interpretou o Coringa no filme de 2016, fez sua defesa do lançamento da versão do diretor David Ayer na HBO Max, ao ser abordado pela revista Variety no tapete vermelho de “Casa Gucci”. “Por que não? É para isso que serve o streaming, certo?”, disse o astro. Ayer se empolgou com a declaração e postou o vídeo em suas redes sociais, retomando a campanha pelo lançamento de sua versão. “É exatamente para o que serve o streaming. Se você possui a propriedade intelectual e tem o mandato de monetizá-la para seus acionistas, isso é exatamente o que você faz”, destacou o diretor. Embora tenha sido um sucesso de bilheteria, “Esquadrão Suicida” recebeu críticas muito negativas, após o filme frustrar quem se empolgou com os primeiros trailers. O motivo teria sido justamente a empolgação pelos trailers, que levou a Warner a encomendar uma nova edição do filme para refletir melhor o que estava nas prévias. A nova montagem trocou cenas de ordem, prejudicou o ritmo da narrativa, que ficou arrastada, eliminou vários minutos e comprometeu o sentido da trama. Após a péssima repercussão do lançamento, o diretor ainda esperou um tempo, na esperança de fazer uma continuação. Mas quando James Gunn assumiu a franquia, decidiu deixar clara sua frustração e acusou o estúdio de alterar significativamente sua visão, que seria muito mais sombria. Sua versão também dava mais espaço para o Coringa de Leto, que ficou bastante reduzido no lançamento dos cinemas. Só que a diretoria HBO Max, que lançou o “Snyder Cut”, a versão do diretor Zack Snyder de “Liga da Justiça”, já deixou claro que não pretende fazer o mesmo com “Esquadrão Suicida”. Exactly what streaming is for. If you own IP and you have a mandate to monetize it from your shareholders that’s exactly what you do 💁🏻♂️ @ATT https://t.co/4NRC4oF1Di — David Ayer (@DavidAyerMovies) November 19, 2021
Skate do filme “De Volta para o Futuro 2” é vendido por US$ 501 mil
O skate usado pelo ator Michael J. Fox em “De Volta para o Futuro 2” (1989) foi vendido nesta semana num leilão, nos Estados Unidos, por nada menos que US$ 501 mil – ou cerca de R$ 2,8 milhões. O lance foi considerado surpreendente até mesmo pelos organizadores do leilão, que não esperavam vender a peça por um valor tão alto, mesmo com os autógrafos do próprio Michael J. Fox, que viveu o protagonista Marty McFly, e de Thomas F. Wilson, o vilão Biff Tanner. Apesar do preço elevado, o skate não tem rodinhas. Muito menos voa como no filme de Robert Zemeckis. As cenas em que ele aparece flutuando acima do solo na produção dos anos 1980 eram, claro, efeitos visuais. Um detalhe curioso é que skates voadores – ou hoverboards, como são batizados – deveriam ser lugar-comum nos dias de hoje. No longa, Marty McFly encontra a novidade quando viaja ao futuro, mais exatamente ao ano de… 2015!
Art LaFleur (1943–2021)
O ator Art LaFleur, mais conhecido por interpretar o astro do beisebol Babe Ruth em “Se Brincar o Bicho Morde” (1993), morreu na quarta-feira (17/11) aos 78 anos, após uma batalha de uma década contra a doença de Parkinson. Ele iniciou sua longa trajetória tardiamente. Tinha mais de 30 anos de idade quando se destacou na premiada minissérie baseada no filme “A um Passo da Eternidade” (From Here to Eternity), que rendeu o Globo de Ouro para a veterana Natalie Wood e também deslanchou a carreira de Kim Basinger em 1979. LaFleur ainda participou de dezenas de séries populares, como “As Panteras”, “M*A*S*H”, “Lou Grant”, “O Incrível Hulk”, “Esquadrão Classe A”, “Chumbo Grosso”, “Contos da Cripta”, “S.O.S. Malibu”, “Maré Alta”, “Plantão Médico”, “Malcolm”, “JAG”, “House”, etc. Mas sempre em apenas um capítulo, como convidado especial. Por outro lado, conquistou papéis memoráveis no cinema, indo de fã de beisebol em “Sonhando com a Fama” (1982), de Herbert Ross, ao papel de outro jogador clássico do esporte, Chick Gandil, no cultuado “Campo dos Sonhos” (1989), de Phil Alden Robinson. Também foi um agente da CIA na comédia “O Homem do Sapato Vermelho” (1985), um militar em guerra contra alienígenas em “Patrulheiros do Espaço” (1985), o chefe da polícia em “Stallone: Cobra” (1986), uma vítima de “A Bolha Assassina” (1988), parceiro de Mel Gibson e Robert Downey Jr. em “Air America: Loucos pelo Perigo” (1990), sem esquecer o papel de Fada do Dente em “Meu Papai é Noel 3” (2006), entre vários outros créditos de sua vasta filmografia.
Luciano teria proibido suas imagens na série de Zezé Di Camargo na Netflix
O reality “É o Amor: Família Camargo”, estrelada por Zezé Di Camargo e Wanessa Camargo, teria ido parar na Justiça. Luciano, irmão e parceiro de Zezé, decidiu ingressar com uma liminar para impedir que a plataforma de streaming – responsável pela produção – utilize imagens suas nos episódios. O cantor não quer aparecer na série nem mesmo em imagens antigas, de arquivo. Segundo fontes ouvidas pelo colunista Leo Dias, a questão seria financeira. Zezé e Wanessa assinaram um contrato milionário com a plataforma de streaming para a produção da série. Luciano, não. O cantor, então, teria achado injusto aparecer na série sem receber absolutamente nada. Luciano Camargo afirmou, por meio da assessoria, que prefere não se manifestar sobre o assunto. Espécie de “The Osbournes” sertanejo, “É o Amor: Família Camargo” explora o relacionamento entre Zezé e sua filha famosa enquanto gravam um disco inédito em parceria. Para complementar o aspecto promocional da empreitada, momentos de dramaticidade são flagrados entre conversas sérias e abraços lacrimosos, e por meio da presença tanto da atual noiva de Zezé, Graciele Lacerda, quanto da ex-mulher, Zilú Godoy, mãe dos três filhos do cantor. Gravado na fazenda do cantor em Goiás, onde um estúdio para gravação de músicas foi improvisado durante a quarentena, a série também conta com participações de amigos famosos de pai e filha, como Thiaguinho, Paula Fernandes, Léo Santana e Felipe Araújo, Tiago Abravanel, o ex-jogador Denilson (cunhado de Zezé), Cleo Pires e Priscila Fantin. Vale lembrar que a música que batiza a produção, o primeiro hit e até hoje um dos maiores sucessos de Zezé Di Camargo e Luciano, completou 30 anos em 2021. Com direção de Ricardo Perez, “É o Amor: Família Camargo” estreia em 9 de dezembro. Veja abaixo o trailer da produção.
Júlia Byrro deve ser a protagonista de “Verdades Secretas 3”
Lara, a personagem de Júlia Byrro em “Verdades Secretas 2”, deve se tornar a protagonista da 3ª temporada da novela. Ela teria sido inserido na trama como plano B do roteirista Walcyr Carrasco, após Camila Queiroz mudar seu contrato com a Globo para trabalhar por obra e assinar com a Netflix. Aparentemente, o autor teria ficado preocupado em não poder contar com a intérprete de Angel numa provável continuação e preparou uma sucessora para assumir o protagonismo da história. Dito e feito. A mudança contratual foi o estopim de uma disputa que acabou levando Camila Queiroz a ser desligada de “Verdades Secretas 2” antes mesmo do final. Para encerrar a participação de Angel, uma dublê foi convocada para gravar uma cena de morte da modelo. Na trama, Lara é irmã de Guilherme (Gabriel Leone), ex-marido da protagonista, que morre durante a 2ª temporada. Após deixar o colégio interno, que era bancado pelo irmão, ela decide se mudar para São Paulo para tentar uma carreira de modelo e conseguir se vingar de Angel, a quem ela credita a culpa do acidente suspeito. Um dos possíveis desfechos da trama atual é que Lara seja a assassina de Angel. A participação em “Verdades Secretas 2” é o primeiro trabalho como atriz da modelo de 20 anos. A Globo anunciou a produção da 3ª temporada há um mês e a ideia é que a nova edição da obra de Walcyr Carrasco comece a ser gravada no primeiro semestre de 2022.
Filmes online: 10 documentários brasileiros para o Dia da Consciência Negra
Celebrado neste sábado (20/11), o Dia da Consciência Negra inspira reflexões. E nada melhor para isso que uma maratona de documentários. Sem exagero, a lista dos 10 títulos abaixo inclui alguns dos mais importantes trabalhos documentais sobre a questão racial já feitos no Brasil. O Negro da Senzala ao Soul | YouTube Produzido em 1977, o primeiro documentário televisionado sobte o movimento negro do Brasil foi feito pelo repórter Gabriel Priolli para a TV Cultura, na época em que o Departamento de Jornalismo do canal era comandado por Paulo Roberto Leandro e num momento em que a música soul e ideias de “black power” chegavam ao imaginário popular. Pioneiro, conseguiu driblar a censura para ir ao ar graças ao viés musical, mas foi seu claro engajamento que o fez circular em cópias piratas entre movimentos sociais. Um trecho do filme acabou reaparecendo em outro documentário da lista, “AmarElo”, do rapper Emicida. Ôri | NOW Lançado pela socióloga e cineasta Raquel Gerber em 1989, “Ôri” (consciência em Iorubá) documenta os movimentos negros brasileiros dos anos 1970 com comentários de uma mais maiores ativistas e pensadoras negras do país, Beatriz Nascimento (1942-1995). Levou 11 anos para ser concluído, porque parte do seu material foi apreendido pela ditadura militar. E já na época a diretora notou a ausência de imagens sobre a história negra no país, que nunca deixou de ser metodicamente apagada e destruída. A Negação do Brasil | YouTube Dirigido por Joel Zito Araújo, um dos maiores cineastas negros do país, “A Negação do Brasil” também é um dos mais importantes documentários da seleção. Lançado no ano 2000, conta a história dos negros na TV brasileira. Ou melhor, da falta de negros na TV brasileira, mostrando como eles foram escanteados, ignorados e até mesmo suprimidos da produção televisiva nacional, que só lhes permitia interpretar estereótipos, quando permitia, raramente reconhecendo o talento dos artistas. Menino 23 | Globoplay O filme de Belisário Franca acompanha as investigações de um historiador sobre tijolos marcados com suásticas nazistas, encontrados no interior de São Paulo, e acaba revelando uma história de terror, de meninos órfãos e negros, que foram submetidos a um projeto criminoso de eugenia pela elite política brasileira dos anos 1930. Falcão – Meninos do Tráfico | YouTube Produzido pelo rapper MV Bill e pelo centro de audiovisual da Central Única das Favelas, o filme de 2006 faz um relato duro da vida de jovens de favelas brasileiras, que pela falta de perspectivas são facilmente cooptados pelo tráfico de drogas. Durante as gravações, 16 dos 17 meninos entrevistados morreram, vítimas da violência na qual estavam inseridos. Exibido no “Fantástico”, o documentário teve ampla repercussão, mas nem a entrega simbólica de um DVD do filme nas mãos do então presidente Lula mudou a situação de abandono e omissão do Estado sobre o futuro das crianças das favelas brasileiras. Disponível de graça na página de MV Bill no YouTube. A Última Abolição | Globoplay O título se refere ao fato de o Brasil ter sido o último país do mundo a abolir a escravidão. O filme de Alice Gomes também lembra que isso não aconteceu por causa de um ato magnânimo da Princesa Isabel, mas por anos de lutas e pelo sacrifício de mulheres negras que conseguiram alforriar uma geração de crianças, tornando a liberdade dos negros irreversível. Samba de Santo – Resistência Afro-Baiana | Globoplay A história de três blocos de Carnaval centenários, nascidos em terreiros de candomblé na Bahia, Ilê Aiyê, Cortejo Afro e Bankoma, serve de ponto de partida para explorar a cultura negra, por meio de musicalidade, danças, religiosidade e ancestralidade. E mostram como a tradição carnavalesca politizou-se para ajudar suas comunidades e espalhar brilho no estado mais negro do país, e por isso também mais submetido ao racismo. AmarElo | Netflix Dirigido por Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), o documentário estabelece um elo entre o show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, com dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978 – que lutou pela auto-afirmação cultural e o incentivo à cultura de matriz africana, até então estigmatizada no Brasil. Sementes – Mulheres Pretas No Poder | Globoplay O filme de Julia Mariano e Éthel Oliveira foi feito sob o impacto do assassinato de Marielle Franco, transformando o luto em luta. Dos protestos às candidaturas políticas, acompanha o efeito multiplicador da luta pela resistência com o surgimento de novas lideranças negras e femininas em meio ao auge opressor do aparato político-miliciano que exterminou Marielle e resultou na eleição de Bolsonaro em 2018. Dentro Da Minha Pele | Globoplay O documentário de Toni Venturi conta histórias de 9 pessoas comuns, com diferentes tons de pele negra, que apresentam seu cotidiano na cidade de São Paulo e compartilham situações de racismo, dos velados aos mais explícitos. Entre os relatos há um médico confundido com bandido, uma faxineira tratada como escrava, um garoto assassinado pela polícia e uma funcionária trans que nunca é promovida.
Novo “Resident Evil” libera cena tensa de ataque zumbi
A Sony divulgou uma cena tensa de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, filme que reinicia a franquia baseada nos games da Capcom, que mostra Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) enfrentando um ataque zumbi. Apresentado como um recomeço completo, o filme adapta os dois primeiros games de “Resident Evil” e acompanha os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis – ou de mutantes assemelhados. O elenco destaca Kaya Scodelario e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Redfield, além de Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, todos protagonistas clássicos dos jogos criados há 25 anos. Além deles, o elenco destaca Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) como o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção mutante. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), e a estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Divórcio tumultuado de Johnny Depp e Amber Heard vai virar documentário
A plataforma Discovery+ está desenvolvendo um documentário sobre o divórcio tumultuado dos atores Johnny Depp (“Piratas do Caribe”) e Amber Heard (“Aquaman”). Intitulado “Johnny vs. Amber”, a produção terá duas partes, uma dedicada à narrativa de Depp e outra ao ponto de vista de Heard sobre a separação. O caso de enfrentamento de celebridades mais midiático da década mostrará como Depp se sentia casado com uma mentirosa maquiavélica, que o usou para se projetar e destruiu sua imagem, e como Heard acreditou ter se casou com o homem dos seus sonhos apenas para vê-lo transformar-se em um violento monstro movido a drogas. A atração apresentará entrevistas com advogados de ambos os lados, juntamente com pessoas próximas à dupla, e um arquivo extenso de bastidores do relacionamento com fotos, vídeos e áudio. Parte deste material ficou conhecido durante o processo que Depp moveu e perdeu em Londres, querendo indenização do jornal The Sun por chamá-lo de “espancador de esposa”. “Por meio das fitas, vídeos caseiros e mensagens de texto exibidos no tribunal, os filmes oferecem aos espectadores uma visão rara e importante de um casamento que deu errado tragicament, para compreender melhor a questão extremamente importante da violência doméstica”, disse o produtor e roteirista Nick Hornby (“Alta Fidelidade”), no comunicado que apresentou o projeto. O fato de aludir a “violência doméstica” deve preocupar Depp, que perdeu o caso britânico e se tornou juridicamente um “espancador de esposas”. Além disso, ele está processando Heard por sugerir ter sido vítima de agressão durante seu casamento numa coluna publicada no jornal Washington Post. Ele busca US$ 50 milhões de indenização, mas ela contra-atacou com seu próprio processo de US$ 100 milhões por continuar sendo assediada juridicamente após o divórcio.
Mother/Android: Chloe Moretz enfrenta robôs assassinos em trailer de sci-fi
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Mother/Android”, sci-fi apocalíptica estrelada por Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”). Na trama, Moretz vive uma mulher grávida que foge com o namorado (Algee Smith, de “Judas e o Messias Negro”) quando androides (robôs de aparência humana), até recentemente usados em serviços gerais, declaram guerra contra a humanidade. O casal tenta se esconder dos ataques brutais na floresta, com a esperança de encontrar um lugar seguro para dar a luz. O filme, que sugere um mix de “O Exterminador do Futuro: A Salvação” e “Um Lugar Silencioso”, tem direção de Mattson Tomlin, mais conhecido por seu trabalho como roteirista de “Power” (o filme da Netflix) e do novo longa de Batman. Por curiosidade, Tomlin também desenvolve uma série de animação sobre “O Exterminador do Futuro” na Netflix, que ainda não tem previsão de estreia. A produção é do diretor de “Batman”, Matt Reeves, e a estreia está marcada para 17 de dezembro nos EUA, sem previsão para o Brasil.
Gavião Arqueiro conhece a mãe de Kate Bishop em cena inédita da nova série da Marvel
A Marvel divulgou uma nova cena de “Gavião Arqueiro”, em que Clint Barton (Jeremy Renner) conhece os pais de Kate Bishop (Hailee Steinfeld). A cena divertida explora o clima constrangedor da interação entre a dupla de heróis. Mas como a esta altura os detalhes do enredo ainda não são totalmente conhecidos, chama atenção a presença de uma espada de samurai sobre a mesa de jantar e a participação do ator Tony Dalton, identificado no elenco como Jack Duquesne, ao lado de Vera Farmiga, que interpreta Eleanor Bishop, a mãe de Kate. Nos quadrinhos, Jacques Duquesne é o Espadachim, um anti-herói ligado à origem do Gavião Arqueiro, que surgiu como vilão, mas chegou a virar um dos Vingadores, alcançando a redenção ao se sacrificar para salvar a vida de Mantis durante um ataque de Kang, o Conquistador. A série transcorre em meio às festas de fim de ano e gira em torno da introdução da heroína Kate Bishop, que vira alvo de criminosos após decidir se passar por Ronin. Esta foi a identidade assumida pelo Gavião Arqueiro durante os cinco anos entre o estalar de dedos de Thanos e o retorno de sua família desaparecida. Só que ao decidir ajudá-la, ele acaba arranjando mais problemas que esperava, além de uma inesperada discípula. O elenco também inclui Alaqua Cox como Eco (Echo), heroína surda e nativo-americana, que vai ganhar seu próprio spin-off em 2022 – atualmente em desenvolvimento pelo casal Etan Cohen (“MIB: Homens de Preto III”) e Emily Cohen – , e participação de Florence Pugh no papel de Yelena Belova, dando sequência à trama do filme “Viúva Negra”. Com roteiro e produção de Jonathan Igla (“Mad Men”), “Gavião Arqueiro” chega na próxima quarta (24/11) na plataforma Disney+ com o lançamento de dois episódios.
Delroy Lindo entra no novo “Blade” da Marvel
Anunciado há dois anos e meio, o novo filme de “Blade”, o caçador de vampiros da Marvel, finalmente começa a formar seu elenco. A volta de Blade ao cinema, após uma trilogia estrelada por Wesley Snipes na virada do século (entre 1998 e 2004), foi oficializada durante a San Diego Comic-Con de 2019, com a revelação de que Mahershala Ali (“Green Book”) teria o papel principal. Agora, o filme acrescentou seu segundo nome no elenco. Delroy Lindo, astro de “Destacamento Blood” e da série “The Good Fight”, entrou na produção, mas a Marvel não revelou qual papel o ator interpretará. Ainda não há detalhes sobre a produção, que será dirigida por Bassam Tariq (“Mogul Mowgli”) e escrita por Stacy Osei-Kuffour (da série “Watchmen”), primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do Marvel Studios. J “Blade” ainda não tem previsão de estreia, mas fará parte da Fase 5 do estúdio. Para dar noção do quanto isto está distante, “WandaVision” inaugurou a Fase 4, que deve render lançamentos até 2023.












